Chegamos em casa com a minha mãe. Voltamos meio distanciados. A gente se falava pouco, se via menos e nunca ficava a sós. A coisa continuou assim por um tempo. Eu tava muito triste por ter perdido o afeto dela. Uma noite ela veio até meu quarto pra conversar. - Filho, podemos conversar? - Claro, mãe. Pode falar. - Você já sabe bem, sobre o que aconteceu lá em Mar del Plata. Tentei fazer ela falar. Me fiz de desentendido. - A coisa da clínica? - Hum... Não. A coisa do apartamento. - Bom, é a mesma coisa. - Não. Não é a mesma coisa! - E por que não? Ela chegou perto de mim, brava, e falou entre os dentes, quase sussurrando. - Porque você enfiou em mim! - Ah... Isso! - Sim. Isso! Enfim... Não quero que o que aconteceu nos afaste. - Eu também não! - Deixa eu terminar. Não quero que a gente se sinta desconfortável um do lado do outro. Que a gente possa voltar a falar sobre qualquer coisa. Que você seja meu parceiro nas minhas saídas quando seu pai não me acompanha. Que a gente volte a ser mãe e filho! - Sim, mãe. Eu também quero... Mas... Não acho que consigo apagar da minha cabeça o que aconteceu. A gente falava olhando pro chão. Ninguém ousava levantar o olhar e encontrar os olhos do outro. - Entendo... - Foi a coisa mais excitante que já me aconteceu! - Como você pode dizer isso? Sou sua mãe! - Sim. Mas antes disso, você é uma mulher gostosa que também precisa sentir prazer... E se não me engano, você sentiu naqueles dias. - Não é esse o ponto... Eu... - Eu sei que foi o prazer mais intenso que já senti. Nunca gozei igual gozei com você! - Você me deixou gelada... Não fazia ideia... Tanto assim você... Gostou? - Sim, mãe. Não consigo te olhar na cara, mas quero que saiba que te ver pelada gerou algo forte em mim. Algo que eu queria sentir de novo! - Mati! Você quer de novo...? - Sim. Quero ver sua buceta de novo e bater uma e gozar em você e chupar você e você me chupar e te foder também! Ela levantou de um pulo. - Matías! Você não pode me dizer uma coisa dessas! - Vem, senta. Deixa eu terminar. Ela sentou de novo, mas meio desconfiada. - Quero dizer que, mesmo que me foda não ter nada disso, eu te respeito e prefiro ter você como antes, como você disse. Eu Gozei muito com você, mas entendo que não é certo. — Tá bom, filho. Não sabia que você se sentia assim! É muito complicado. Sei que também é minha culpa ter despertado isso em você. Por isso peço desculpas. Não agi como uma mãe normal. — Não. Agiu como a melhor mãe do mundo! — ... Você acha mesmo? — Mãe, sei que nunca vou sentir algo mais intenso do que a gente fez. Ela me olhou com um carinho de amor e suspirou. — Ai, filho... Você ainda é muito jovem... — Não aconteceu a mesma coisa com você? Meu pau não te causou algo que você nunca sentiu? Ela ficou vermelha e se afastou um pouco. — Bom... Não... Quer dizer... Ai, por que você me faz dizer isso? — O quê? Ela fechou os olhos e respirou fundo. — Que tive os melhores orgasmos da minha vida naqueles dias! Que nunca vi um pau mais lindo! Que o fato de ser do meu filho me faz desejar ele ainda mais! Feliz? Eu a abracei com força. — Sou uma mãe horrível! — Não. Você é uma mulher gostosa. Beijei seu pescoço de leve e acariciei uma coxa nua. Ela se assustou, mas não disse nada. — Mmm... — Mãe... — O quê? — Olha pra mim... Te amo! Dei um beijo nos lábios dela. Ela ficou dura. — Eu também te amo, filho. — E te desejo... Você não? Abri minhas pernas mostrando uma meia-bomba por baixo da cueca. — Eu... Eu... Também. Mas não podemos! Não... — Quem vai impedir? Se eu te beijar assim? Lambi devagar seu pescoço até o lóbulo da orelha. — Uhmmm... — Se eu tocar você assim? Acariciei suas coxas com as duas mãos, levantando um pouco a camisola. — Aahh... — Quem vai te segurar se você me tocar? Coloquei a mão dela no meu volume, já duro. Ela apertou pra ter certeza do que tava fazendo. — Nin... — Como? — Ninguém. — E se eu beijar sua boca? Ela amassou meu pau e me beijou. — Ninguém. Peguei isso como sinal verde. Tirei seu roupão de seda e a camisola, deixando os peitos dela de fora. Lambi os mamilos e chupei fazendo barulho. Ela fechava os olhos e jogava a cabeça pra trás. Fiquei na frente e tirei a cueca. Os olhos dela brilharam ao ver meu pau. Ela pegou e chupou como uma amante apressada. Terminei de tirar as roupas dela, deixando só com a calcinha preta de renda e deitei ela na minha cama. Ela tava ofegante e indefesa. Ela tava no cio. Ajoelhei no chão e chupei a pussy dela como se tivesse esperando esse momento a vida toda. Ela tava encharcada. Bastaram dois minutos e um dedo pra fazer ela gozar entre tremores e gemidos abafados. Enquanto ela recuperava o fôlego, subi em cima e apoiei a cock na monte de Vênus dela. — Posso meter? Ela só assentiu. Meti devagar mas até o fundo e grudei no corpo dela. — Aahhh... Você conseguiu! Fez o que queria! — O que a gente queria os dois! Ou prefere que eu tire? — Não. Não. Me fode, meu rei! Eu metia e tirava lento mas fundo enquanto beijava ou lambia os peitos dela. Dava pra sentir os sucos dela banhando minha cock. — Aahh... Meu desejo realizado! Que pussy que você tem, mamãe! — Mmm... — Tá gostando? Me fala — Mmm... Aahh... Siiim! Enfiei até o fundo. — Aai ai... Não vai com brutalidade! Tirei quase toda, deixando só a ponta dentro. — Me fala. Tá gostando? — Sim! Me fode, meu filho, e eu adoro! Não para, não tira! Meti toda de novo e acelerei um pouco. Ela levantava as pernas e cravava as unhas no meu cabelo e nas minhas costas. Ofegava, gemia e lambia minha orelha, me excitando cada vez mais. — Não vou aguentar muito mais! — Não aguenta, meu amor. Goza! Ela apertou uma das minhas nádegas e me empurrou mais pra dentro. Gozei mordendo o travesseiro pra abafar meus gritos de prazer. Enchi minha mãe com todo o sêmen que eu acumulava com minha vontade de comer ela. Me enterrei bem no fundo dela, sentindo ela escorrer e tremer o corpo inteiro, o orgasmo mais forte que eu teria na vida. — Aaahhh... Você tá deixando tudo bem lá dentro! Eu só ofegava igual cachorro. Não conseguia falar nem parar de gozar. Quando finalmente saí, a mistura dos fluidos dela com meu sêmen escorria na minha cama em jorros. Minha mãe virou de lado e me deu as costas. — Ufff... Não acredito no que a gente fez! Nunca vou me perdoar por isso! — Mãe, não se tortura assim. Eu curti. Muito!
— Sim, você diz isso agora, mas o que vai ser da gente?
Abracei ela por trás, apoiando minha rola mole nas nádegas dela.
— Vamos ser a mãe e o filho mais unidos do mundo! Somos mais cúmplices que ninguém!
— Você acredita nisso? Não vai me olhar diferente?
— Claro que vou te olhar diferente! Agora te vejo mais! Você é minha mãe e uma mulher gostosa!
— Você não acha que sou uma puta, por ter dado pra meu filho?
— Não. Acho que você é minha mãe, minha amiga e minha amante! Realizei a fantasia de muitos!
Ela apertou minha mão e mexeu a bunda mais pra trás, o que me deixava com tesão.
— Obrigada, Mati! Você é um doce! Não acredito que criei um homenzinho como você! Fico feliz que o que aconteceu não nos afastou.
Esfreguei uma nádega e apoiei bem no meio.
— O que aconteceu? Não vai acontecer de novo?
— Nnão... Não deveria!
A voz suave dela indicava outra coisa. Passei a ponta da minha rola meio dura pelos lábios dela e empurrei. Entrou um pouco.
— Mas tá acontecendo... Você não quer?
— Uummm... Eeh... Eu...
Enfiei mais pra dentro e senti como ela ficava mais dura com o calor dela. O sêmen dentro dela fazia com que, mais do que deslizar, eu caísse dentro da pussy dela.
— Aaii aahh...
Comecei a comer ela de lado, devagar, mas enfiando tudo e tirando a maior parte. Ela falou entre gemidos com voz de gata.
— Você vai me comer de novo, bebê?
— Sim, mamãe!
— Aahh... Que rola boa que você tem, meu rei!
— É toda sua!
Aumentei o ritmo, enfiando tudo, enquanto segurava os peitos dela. O atrito que rolava nessa posição ia fazer a gente gozar muito rápido.
— Ai, ai, aaaai! Você me mata!
Aproveitei o orgasmo dela pra colocá-la de bruços. A rabetão dela empinada me deixava no cio. Bati uma punheta com ela um pouco.
— Mmm... Coloca de novo. Essa área não é pra sua rola!
Ouvir ela falar assim me deixava com mais tesão.
— Quer a porra, mãe?
— Mmm siiiim...
— Pede que eu gozo!
— Me dá a porra, Mati!
— Mmm... Onde você quer?
— Na pussy, enche minha pussy, filhooo!
— Siiim... Tudo pra mamãezinha!
Gozei com uma intensidade... que me nublou a vista por uns segundos. Quicando naquela bunda redonda, sentia que era a única coisa que queria fazer pelo resto da vida. A gente se recuperou. Ela tomou banho primeiro e depois eu. Achamos que ninguém tinha ouvido, porque todo mundo ainda tava dormindo. No dia seguinte, minha mãe foi me buscar na saída da fisioterapia, que eu fazia pra recuperar a musculatura. — Filho, eu sei que ontem à noite a gente se divertiu muito, mas não devia se repetir... Adoro como você é comigo como homem, mas você é meu filho. Não é certo. — Entendo, mãe. Acho que você tem razão. Eu sei que não é certo eu comer minha mãe, então respeito sua decisão. — Valeu, amor. Sabia que você ia entender! Depois dessa conversa, a gente manteve uma relação bem normal por uns dias, embora se abraçasse por qualquer motivo e se roçasse ao passar perto um do outro. Mas uma noite pedi se ela podia massagear meu ombro. Ela se ofereceu de boa vontade. Deitei de bruços, ela subiu em cima de mim e fez uma massagem muito boa. Movia as mãos com habilidade e pressão. — Também tô com dor no peitoral, pode massagear? — Claro, filho. Vira! Ao me virar, meu quadril ficou preso entre as pernas dela. Nós dois notamos a posição, mas ninguém falou nada. Depois de uns dois minutos, meu pau tava duro debaixo dela. — Acho que minha massagem tá te agradando demais! Aproveitando o bom humor dela, coloquei minhas mãos nas pernas dela, levantando a camisola curta. — Ter você em cima de mim é melhor! A cara da minha mãe tava vermelha. Ela me olhava nos olhos e na boca. Dava pra ver que tava se debatendo sobre o que fazer. Começou a se esfregar no meu pau. Só nos separavam minha cueca e a calcinha fina dela. Desde que a gente tinha transado, ela se vestia mais sexy, mas não sabia até então das tangas. Continuou se esfregando sem falar nada por mais um tempo. Eu já apertava as nádegas dela e as separava. De repente, ela se afastou um pouco e puxou minha cueca pra baixo. Me masturbou de leve e meteu na boca o mais fundo que conseguiu. Ao tirar, um fio de saliva pendia do seus lábios. Ela se ajoelhou na minha frente, puxou a tanga com uma mão e, segurando meu pau com a outra, enfiou quase tudo. - Aaahhh... Ainda não me acostumei com isso... - Com meu pau? - Aham... É grosso. Me preenche. É demais. Ela subia e descia bem devagar. - Não para, mãe. É todo seu. - Uuhhh... Não consigo resistir ao seu pau. Fico no cio quando sinto o cheiro dele! - O mesmo acontece comigo! Não aguentava mais sem te comer de novo! - Ah é? Queria isso? - Sim! - Queria comer a mamãe de novo? - Sim, sim! Mil vezes mais! - Aai, como você excita a mamãe! - Vou te comer com mais força, mãe! - Mete forte, meu rei! Ela se deixou cair sobre mim e me beijou com paixão. Eu apertava a bunda dela e movia meus quadris, fazendo ela pular e gerando aquele barulho gostoso de sexo, ploc, ploc, ploc. - Ah, ah, ah... Você me domina... Me deixa louca! - Você me deixa! Vou gozar a qualquer momento! - Vai! Me dá seu gozo! Dá pra mamãe! As palavras dela foram o gatilho pra uma gozada violenta. Apertei ela contra minha pélvis pra enfiar cada centímetro do meu pau. - Aaahhhh! - Isso, meu amor! Minha vida! Me dá tudo! Ela me beijava por todo lado sem parar de se mexer em cima de mim. Virei ela de barriga pra cima e abri suas pernas. Limpei o esperma com uma toalha que ela tinha trazido pra limpar o creme das mãos. Arranquei a tanga e a camisola, chupei os peitos dela e a masturbei. Ela gozou rápido. - Como você me toca! Gosta de chupar os peitos da mamãe? - Muito! - Quando você era bebê, até me mordia, mas nunca me machucava! Mastiguei um mamilo enquanto fazia círculos no clitóris dela. - Aaaay siiiiim... Assim, assim! Ouvir ela gozar me deixou duro de novo. Sim. Dei tempo pra ela reagir, subi em cima dela e tampei a boca dela com um beijo. - De novo? Você vai me matar! Enfiei meu rosto no pescoço dela e a penetrei com tudo. - Ah, ah, ah, ah... Você, vai, me, des, pe, da, çar, com, ess, sa porra! Ela mordeu meu ombro e se entregou a um orgasmo forte e prolongado com minhas estocadas. - Me dá... Um... Tempo pra respirar, por favoooor... Deixei ela respirar por uns minutos. Quando ela se recuperou, me fez levantar e se ajoelhou de quatro na beirada da cama. — Eu quero assim, mas não seja tão bruto! Peguei na cintura dela, olhei pra aquele rabo fechadinho e a buceta aberta e vermelha. Enfiei até o fundo. — Aaay... Me come do jeito que quiiseeer! Meti forte e sem parar por uns 3 ou 4 minutos e gozei de novo numa gozada intensa. — Aaaaahhhh! — Aaahh... Sinto ela pulsando! Quanto você goza? — Você... me causa isso! Toda essa porra... É por sua causa! — Encheu meu tanque! Nunca na vida recebi tanta porra! Ainda bem que não posso ter mais dúvidas! Dei um passo pra trás e vi o sêmen escorrendo da buceta castigada dela. Me sentia feliz, extasiado. Descansamos abraçados um tempo. — Acho que é inútil lutar... Me faz muito feliz fazer amor com você, filho! — Sinto o mesmo, mãe! Te desejo pra caralho! Seu corpo me excita, não consigo evitar! — Eu também. Seu pau é viciante! Soou muito puta? — Nem tanto! Kkk — Kkk... Não ligo! Gosto de ser a putinha do meu filho! Que se foda o pecado e tudo mais! Depois daquela noite, transávamos mais ou menos uma vez por mês. Sempre tínhamos um plano e muito cuidado. Tentávamos levar uma vida normal, nos amamos mais que muitas famílias.
— Sim, você diz isso agora, mas o que vai ser da gente?
Abracei ela por trás, apoiando minha rola mole nas nádegas dela.
— Vamos ser a mãe e o filho mais unidos do mundo! Somos mais cúmplices que ninguém!
— Você acredita nisso? Não vai me olhar diferente?
— Claro que vou te olhar diferente! Agora te vejo mais! Você é minha mãe e uma mulher gostosa!
— Você não acha que sou uma puta, por ter dado pra meu filho?
— Não. Acho que você é minha mãe, minha amiga e minha amante! Realizei a fantasia de muitos!
Ela apertou minha mão e mexeu a bunda mais pra trás, o que me deixava com tesão.
— Obrigada, Mati! Você é um doce! Não acredito que criei um homenzinho como você! Fico feliz que o que aconteceu não nos afastou.
Esfreguei uma nádega e apoiei bem no meio.
— O que aconteceu? Não vai acontecer de novo?
— Nnão... Não deveria!
A voz suave dela indicava outra coisa. Passei a ponta da minha rola meio dura pelos lábios dela e empurrei. Entrou um pouco.
— Mas tá acontecendo... Você não quer?
— Uummm... Eeh... Eu...
Enfiei mais pra dentro e senti como ela ficava mais dura com o calor dela. O sêmen dentro dela fazia com que, mais do que deslizar, eu caísse dentro da pussy dela.
— Aaii aahh...
Comecei a comer ela de lado, devagar, mas enfiando tudo e tirando a maior parte. Ela falou entre gemidos com voz de gata.
— Você vai me comer de novo, bebê?
— Sim, mamãe!
— Aahh... Que rola boa que você tem, meu rei!
— É toda sua!
Aumentei o ritmo, enfiando tudo, enquanto segurava os peitos dela. O atrito que rolava nessa posição ia fazer a gente gozar muito rápido.
— Ai, ai, aaaai! Você me mata!
Aproveitei o orgasmo dela pra colocá-la de bruços. A rabetão dela empinada me deixava no cio. Bati uma punheta com ela um pouco.
— Mmm... Coloca de novo. Essa área não é pra sua rola!
Ouvir ela falar assim me deixava com mais tesão.
— Quer a porra, mãe?
— Mmm siiiim...
— Pede que eu gozo!
— Me dá a porra, Mati!
— Mmm... Onde você quer?
— Na pussy, enche minha pussy, filhooo!
— Siiim... Tudo pra mamãezinha!
Gozei com uma intensidade... que me nublou a vista por uns segundos. Quicando naquela bunda redonda, sentia que era a única coisa que queria fazer pelo resto da vida. A gente se recuperou. Ela tomou banho primeiro e depois eu. Achamos que ninguém tinha ouvido, porque todo mundo ainda tava dormindo. No dia seguinte, minha mãe foi me buscar na saída da fisioterapia, que eu fazia pra recuperar a musculatura. — Filho, eu sei que ontem à noite a gente se divertiu muito, mas não devia se repetir... Adoro como você é comigo como homem, mas você é meu filho. Não é certo. — Entendo, mãe. Acho que você tem razão. Eu sei que não é certo eu comer minha mãe, então respeito sua decisão. — Valeu, amor. Sabia que você ia entender! Depois dessa conversa, a gente manteve uma relação bem normal por uns dias, embora se abraçasse por qualquer motivo e se roçasse ao passar perto um do outro. Mas uma noite pedi se ela podia massagear meu ombro. Ela se ofereceu de boa vontade. Deitei de bruços, ela subiu em cima de mim e fez uma massagem muito boa. Movia as mãos com habilidade e pressão. — Também tô com dor no peitoral, pode massagear? — Claro, filho. Vira! Ao me virar, meu quadril ficou preso entre as pernas dela. Nós dois notamos a posição, mas ninguém falou nada. Depois de uns dois minutos, meu pau tava duro debaixo dela. — Acho que minha massagem tá te agradando demais! Aproveitando o bom humor dela, coloquei minhas mãos nas pernas dela, levantando a camisola curta. — Ter você em cima de mim é melhor! A cara da minha mãe tava vermelha. Ela me olhava nos olhos e na boca. Dava pra ver que tava se debatendo sobre o que fazer. Começou a se esfregar no meu pau. Só nos separavam minha cueca e a calcinha fina dela. Desde que a gente tinha transado, ela se vestia mais sexy, mas não sabia até então das tangas. Continuou se esfregando sem falar nada por mais um tempo. Eu já apertava as nádegas dela e as separava. De repente, ela se afastou um pouco e puxou minha cueca pra baixo. Me masturbou de leve e meteu na boca o mais fundo que conseguiu. Ao tirar, um fio de saliva pendia do seus lábios. Ela se ajoelhou na minha frente, puxou a tanga com uma mão e, segurando meu pau com a outra, enfiou quase tudo. - Aaahhh... Ainda não me acostumei com isso... - Com meu pau? - Aham... É grosso. Me preenche. É demais. Ela subia e descia bem devagar. - Não para, mãe. É todo seu. - Uuhhh... Não consigo resistir ao seu pau. Fico no cio quando sinto o cheiro dele! - O mesmo acontece comigo! Não aguentava mais sem te comer de novo! - Ah é? Queria isso? - Sim! - Queria comer a mamãe de novo? - Sim, sim! Mil vezes mais! - Aai, como você excita a mamãe! - Vou te comer com mais força, mãe! - Mete forte, meu rei! Ela se deixou cair sobre mim e me beijou com paixão. Eu apertava a bunda dela e movia meus quadris, fazendo ela pular e gerando aquele barulho gostoso de sexo, ploc, ploc, ploc. - Ah, ah, ah... Você me domina... Me deixa louca! - Você me deixa! Vou gozar a qualquer momento! - Vai! Me dá seu gozo! Dá pra mamãe! As palavras dela foram o gatilho pra uma gozada violenta. Apertei ela contra minha pélvis pra enfiar cada centímetro do meu pau. - Aaahhhh! - Isso, meu amor! Minha vida! Me dá tudo! Ela me beijava por todo lado sem parar de se mexer em cima de mim. Virei ela de barriga pra cima e abri suas pernas. Limpei o esperma com uma toalha que ela tinha trazido pra limpar o creme das mãos. Arranquei a tanga e a camisola, chupei os peitos dela e a masturbei. Ela gozou rápido. - Como você me toca! Gosta de chupar os peitos da mamãe? - Muito! - Quando você era bebê, até me mordia, mas nunca me machucava! Mastiguei um mamilo enquanto fazia círculos no clitóris dela. - Aaaay siiiiim... Assim, assim! Ouvir ela gozar me deixou duro de novo. Sim. Dei tempo pra ela reagir, subi em cima dela e tampei a boca dela com um beijo. - De novo? Você vai me matar! Enfiei meu rosto no pescoço dela e a penetrei com tudo. - Ah, ah, ah, ah... Você, vai, me, des, pe, da, çar, com, ess, sa porra! Ela mordeu meu ombro e se entregou a um orgasmo forte e prolongado com minhas estocadas. - Me dá... Um... Tempo pra respirar, por favoooor... Deixei ela respirar por uns minutos. Quando ela se recuperou, me fez levantar e se ajoelhou de quatro na beirada da cama. — Eu quero assim, mas não seja tão bruto! Peguei na cintura dela, olhei pra aquele rabo fechadinho e a buceta aberta e vermelha. Enfiei até o fundo. — Aaay... Me come do jeito que quiiseeer! Meti forte e sem parar por uns 3 ou 4 minutos e gozei de novo numa gozada intensa. — Aaaaahhhh! — Aaahh... Sinto ela pulsando! Quanto você goza? — Você... me causa isso! Toda essa porra... É por sua causa! — Encheu meu tanque! Nunca na vida recebi tanta porra! Ainda bem que não posso ter mais dúvidas! Dei um passo pra trás e vi o sêmen escorrendo da buceta castigada dela. Me sentia feliz, extasiado. Descansamos abraçados um tempo. — Acho que é inútil lutar... Me faz muito feliz fazer amor com você, filho! — Sinto o mesmo, mãe! Te desejo pra caralho! Seu corpo me excita, não consigo evitar! — Eu também. Seu pau é viciante! Soou muito puta? — Nem tanto! Kkk — Kkk... Não ligo! Gosto de ser a putinha do meu filho! Que se foda o pecado e tudo mais! Depois daquela noite, transávamos mais ou menos uma vez por mês. Sempre tínhamos um plano e muito cuidado. Tentávamos levar uma vida normal, nos amamos mais que muitas famílias.
5 comentários - Internado com a minha mãe 3
- Mmm siii...
- Pedila y acabo!
- Dame la leche Mati!
- Mmm... Donde la querés?
- En la concha, llename la concha hijooo!
- Siiii... Toda para mamitaaaa!