Isso é totalmente real, como em todos os bairros, no meu bairro tinha se formado o grupo de amigos e, como costuma acontecer, um dos caras dava uma afeminada.
O cara em questão era bem tímido, se esforçava pra caralho pra se enturmar, mesmo a gente se conhecendo desde moleque. Ele era 3 anos mais novo que eu e a gente se dava super bem, apesar de não sermos amigos próximos.
Como em todo grupo de amigos que se junta pra tomar cerveja, quem tava com vontade de mijar se afastava um pouco, tirava a pika e mijava assim, sem frescura. Numa dessas, o cara veio comigo e foi bem estranho o fato de ele não parar de olhar pra minha pika enquanto mijava. Falei na brincadeira: — Gostou? Ele me olhou surpreso e não disse nada, não tinha percebido que eu tinha visto ele olhando pra minha pika.
Todo mundo via umas atitudes meio "estranhas" no cara, mas ninguém falava nada, a gente não ligava, embora eu ficasse curioso... Será que ele era gay de verdade? Não vou mentir, nunca tinha experimentado sexo com outro homem, então minha curiosidade era maior que o normal, ainda mais porque os sinais que o cara dava eram muito óbvios. Um dia, ele tinha uma moto e me pediu pra acompanhá-lo comprar uma peça de reposição. Quando sentei atrás, ele se inclinava mais pra frente, empinando a bunda pra trás, encostando a bunda na rola sem nenhum disfarce.
Não vou negar, me deixou com muito tesão ela fazer aquilo, mas não quis ir além, porque eu tinha acabado de fazer 20 anos e era 3 anos mais velha que ele, entende?
Do mesmo jeito, na minha cabeça eu já tinha imaginado tudo, assim que o cara fosse maior de idade, eu não ia me privar de comer ele. A ideia ficava rodando na minha cabeça, eu já tinha tudo planejado.. claro, sempre se ele quisesse.
Passaram 2 anos, nesses 2 anos eu tava namorando e coincidiu que briguei com a puta que eu tava saindo e encontrei o cara num aniversário.
Começamos a bater um papo, enquanto tomávamos cerveja, da cerveja passamos pro vodka e pra mim o álcool não só me desinibiu, como ainda me deixa com tesão..
Perguntei se ele tinha namorada, ele disse que não, perguntei se já tinha estreado, não era possível que com quase 20 anos não tivesse transado... ele respondeu que não, que tinha vergonha de admitir, mas que ainda era virgem.
Tudo estava rolando do jeito que eu queria, como se tudo tivesse sido perfeitamente planejado… na minha casa não tinha ninguém, todo mundo tinha ido pra um batizado e só iam voltar de madrugada.
Falei pra ele que tava sozinho em casa, que ia dar uma volta pra ver se tava tudo certo, ele sacou a indireta e falou que ia comigo.
Chegamos em casa, a gente tava bem bebado, os dois, então tava soltando a língua à vontade. Perguntei se ele queria ver um pornô, ele disse que sim. Coloquei o filme, sentei na minha cama e ele numa cadeira... Ele me olhou e perguntou se podia bater uma punheta, eu falei que sim, mas num tom de brincadeira que não era tão brincadeira assim. Falei que ele ia ter que me comer, porque eu não queria bater uma siririca, eu queria transar.
Ele me olhou surpreso, ficou uns segundos pensando e falou: --Tá, mas isso fica entre a gente..
- Claro, respondi pra ela
Ela sentou do meu lado, baixou a calça dela e desabotoou a minha, eu não fiz nada, queria ver o que ela ia fazer..
Ela começou a bater uma punheta com uma mão e com a outra começou a bater uma pra mim, me olhou e disse — que piroca gostosa você tem..
Meu pau não demorou pra agradecer o elogio, ficou duro com as carícias dela, mandei ela chupar... Não demorou nem um segundo pra se ajoelhar e começar a chupar, primeiro meio tímida, mas enquanto via o filme pornô, ia imitando o que via, chupando com muita dedicação, ensopando de saliva. Realmente era a melhor chupada de pau que eu já tinha recebido até aquele dia.
Deixei ele chupar minha buceta por um bom tempo, ele fazia com muita vontade, até que não aguentei mais e falei que queria comer ele. Ele me olhou e disse: — Olha, nunca fiz isso, se for doer, não quero.
—Não vai doer, vou ter cuidado, confia em mim... (mentira, eu queria enfiar a pica nela sem piedade)
Não precisou pedir duas vezes, se ajeitou de quatro na minha cama, tinha uma bunda redonda, branca, quase feminina, o cuzinho rosado, bem fechadinho..
Comecei a brincar com os dedos, lubrificando eles com saliva e enfiando os dedos bem devagar. Fiquei um tempão nessa brincadeira e ele gemia baixinho, falando — "ah, sim... assim"..
Enfiei o dedo até o fundo, a bunda dela resistia e isso me deixava ainda mais excitado, meu pau tava duro igual uma estaca e eu já queria meter..
Ensalivei bem a cabeça da pica, que brilhava com a luz do abajur.. me ajeitei por trás e ensalivei a bunda toda dele enquanto perguntava: "Você vai aguentar?".. ele respondeu que sim, mas que fosse devagar..
Quando apoiei a cabeça do meu pau, roxa e inchada, na bunda rosada dele, ele soltou um gemido... não sabia o que ia pegar ele. Primeiro brinquei um pouco, acariciando o buraquinho dele com a cabeça do meu pau, isso deixava ele excitado. Aí comecei a fazer pressão, empurrando devagar mas firme, a cabeça do meu pau começou a entrar no cu dele e ele começou a reclamar, falei pra ele relaxar, que ia meter devagarzinho pra não doer. Continuei empurrando firme e quando já tinha enfiado a cabeça, perdi o controle, enfiei meu pau grosso e moreno naquela bunda rosada, de uma só vez. Ele começou a reclamar e tentou sair, mas já era tarde, eu tava segurando ele firme e não ia soltar, agarrei ele forte pela cintura e fiquei parado dentro daquele cu apertado... ele tentou se jogar pra frente pra fazer meu pau sair do cu dele, mas não ia deixar, tava segurando ele muito forte, igual quem não quer soltar a presa.
Falei pra ele ficar quieto, que não ia tirar, que se já tínhamos chegado até ali, não tinha mais volta.
Ele não disse mais nada, então comecei a bombar devagar e fundo, o cu dele se abria pra minha pica, tirava quase toda e enfiava de novo, fiz isso duas, três vezes... e perdemos o controle, ele começou a se mexer e gemer igual uma mulher... eu comecei a ofegar que nem um cachorro e comecei a bombar cada vez mais forte, ele tentou bater uma, mas minhas estocadas faziam ele cambalear, então teve que se apoiar nas duas mãos... Eu tava igual um cachorro no cio, bombava sem parar e depois de um bom tempo bombando, não aguentei mais e comecei a injetar minha porra quente dentro do cu dele... Nunca tinha gozado assim, com tanta intensidade (nem com tanta porra, que não parava de sair da minha pica)... me larguei nas costas dele sem tirar a pica, enquanto dava os últimos espasmos deixando minhas últimas gotas de porra dentro da bunda dele, mordi o pescoço dele e deixei uma marca, falei: — isso é pra você não esquecer quem te arrombou... Aquilo foi tipo um juramento, porque desde aquele dia ele virou minha putinha, fiquei 3 anos comendo ele, de todas as formas imagináveis, até fizemos um menage com outro gay... isso fica pra outra história.
O cara em questão era bem tímido, se esforçava pra caralho pra se enturmar, mesmo a gente se conhecendo desde moleque. Ele era 3 anos mais novo que eu e a gente se dava super bem, apesar de não sermos amigos próximos.
Como em todo grupo de amigos que se junta pra tomar cerveja, quem tava com vontade de mijar se afastava um pouco, tirava a pika e mijava assim, sem frescura. Numa dessas, o cara veio comigo e foi bem estranho o fato de ele não parar de olhar pra minha pika enquanto mijava. Falei na brincadeira: — Gostou? Ele me olhou surpreso e não disse nada, não tinha percebido que eu tinha visto ele olhando pra minha pika.
Todo mundo via umas atitudes meio "estranhas" no cara, mas ninguém falava nada, a gente não ligava, embora eu ficasse curioso... Será que ele era gay de verdade? Não vou mentir, nunca tinha experimentado sexo com outro homem, então minha curiosidade era maior que o normal, ainda mais porque os sinais que o cara dava eram muito óbvios. Um dia, ele tinha uma moto e me pediu pra acompanhá-lo comprar uma peça de reposição. Quando sentei atrás, ele se inclinava mais pra frente, empinando a bunda pra trás, encostando a bunda na rola sem nenhum disfarce.
Não vou negar, me deixou com muito tesão ela fazer aquilo, mas não quis ir além, porque eu tinha acabado de fazer 20 anos e era 3 anos mais velha que ele, entende?
Do mesmo jeito, na minha cabeça eu já tinha imaginado tudo, assim que o cara fosse maior de idade, eu não ia me privar de comer ele. A ideia ficava rodando na minha cabeça, eu já tinha tudo planejado.. claro, sempre se ele quisesse.
Passaram 2 anos, nesses 2 anos eu tava namorando e coincidiu que briguei com a puta que eu tava saindo e encontrei o cara num aniversário.
Começamos a bater um papo, enquanto tomávamos cerveja, da cerveja passamos pro vodka e pra mim o álcool não só me desinibiu, como ainda me deixa com tesão..
Perguntei se ele tinha namorada, ele disse que não, perguntei se já tinha estreado, não era possível que com quase 20 anos não tivesse transado... ele respondeu que não, que tinha vergonha de admitir, mas que ainda era virgem.
Tudo estava rolando do jeito que eu queria, como se tudo tivesse sido perfeitamente planejado… na minha casa não tinha ninguém, todo mundo tinha ido pra um batizado e só iam voltar de madrugada.
Falei pra ele que tava sozinho em casa, que ia dar uma volta pra ver se tava tudo certo, ele sacou a indireta e falou que ia comigo.
Chegamos em casa, a gente tava bem bebado, os dois, então tava soltando a língua à vontade. Perguntei se ele queria ver um pornô, ele disse que sim. Coloquei o filme, sentei na minha cama e ele numa cadeira... Ele me olhou e perguntou se podia bater uma punheta, eu falei que sim, mas num tom de brincadeira que não era tão brincadeira assim. Falei que ele ia ter que me comer, porque eu não queria bater uma siririca, eu queria transar.
Ele me olhou surpreso, ficou uns segundos pensando e falou: --Tá, mas isso fica entre a gente..
- Claro, respondi pra ela
Ela sentou do meu lado, baixou a calça dela e desabotoou a minha, eu não fiz nada, queria ver o que ela ia fazer..
Ela começou a bater uma punheta com uma mão e com a outra começou a bater uma pra mim, me olhou e disse — que piroca gostosa você tem..
Meu pau não demorou pra agradecer o elogio, ficou duro com as carícias dela, mandei ela chupar... Não demorou nem um segundo pra se ajoelhar e começar a chupar, primeiro meio tímida, mas enquanto via o filme pornô, ia imitando o que via, chupando com muita dedicação, ensopando de saliva. Realmente era a melhor chupada de pau que eu já tinha recebido até aquele dia.
Deixei ele chupar minha buceta por um bom tempo, ele fazia com muita vontade, até que não aguentei mais e falei que queria comer ele. Ele me olhou e disse: — Olha, nunca fiz isso, se for doer, não quero.
—Não vai doer, vou ter cuidado, confia em mim... (mentira, eu queria enfiar a pica nela sem piedade)
Não precisou pedir duas vezes, se ajeitou de quatro na minha cama, tinha uma bunda redonda, branca, quase feminina, o cuzinho rosado, bem fechadinho..
Comecei a brincar com os dedos, lubrificando eles com saliva e enfiando os dedos bem devagar. Fiquei um tempão nessa brincadeira e ele gemia baixinho, falando — "ah, sim... assim"..
Enfiei o dedo até o fundo, a bunda dela resistia e isso me deixava ainda mais excitado, meu pau tava duro igual uma estaca e eu já queria meter..
Ensalivei bem a cabeça da pica, que brilhava com a luz do abajur.. me ajeitei por trás e ensalivei a bunda toda dele enquanto perguntava: "Você vai aguentar?".. ele respondeu que sim, mas que fosse devagar..
Quando apoiei a cabeça do meu pau, roxa e inchada, na bunda rosada dele, ele soltou um gemido... não sabia o que ia pegar ele. Primeiro brinquei um pouco, acariciando o buraquinho dele com a cabeça do meu pau, isso deixava ele excitado. Aí comecei a fazer pressão, empurrando devagar mas firme, a cabeça do meu pau começou a entrar no cu dele e ele começou a reclamar, falei pra ele relaxar, que ia meter devagarzinho pra não doer. Continuei empurrando firme e quando já tinha enfiado a cabeça, perdi o controle, enfiei meu pau grosso e moreno naquela bunda rosada, de uma só vez. Ele começou a reclamar e tentou sair, mas já era tarde, eu tava segurando ele firme e não ia soltar, agarrei ele forte pela cintura e fiquei parado dentro daquele cu apertado... ele tentou se jogar pra frente pra fazer meu pau sair do cu dele, mas não ia deixar, tava segurando ele muito forte, igual quem não quer soltar a presa.
Falei pra ele ficar quieto, que não ia tirar, que se já tínhamos chegado até ali, não tinha mais volta.
Ele não disse mais nada, então comecei a bombar devagar e fundo, o cu dele se abria pra minha pica, tirava quase toda e enfiava de novo, fiz isso duas, três vezes... e perdemos o controle, ele começou a se mexer e gemer igual uma mulher... eu comecei a ofegar que nem um cachorro e comecei a bombar cada vez mais forte, ele tentou bater uma, mas minhas estocadas faziam ele cambalear, então teve que se apoiar nas duas mãos... Eu tava igual um cachorro no cio, bombava sem parar e depois de um bom tempo bombando, não aguentei mais e comecei a injetar minha porra quente dentro do cu dele... Nunca tinha gozado assim, com tanta intensidade (nem com tanta porra, que não parava de sair da minha pica)... me larguei nas costas dele sem tirar a pica, enquanto dava os últimos espasmos deixando minhas últimas gotas de porra dentro da bunda dele, mordi o pescoço dele e deixei uma marca, falei: — isso é pra você não esquecer quem te arrombou... Aquilo foi tipo um juramento, porque desde aquele dia ele virou minha putinha, fiquei 3 anos comendo ele, de todas as formas imagináveis, até fizemos um menage com outro gay... isso fica pra outra história.
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