Depois do ocorrido no banheiro com a minha mãe, comecei a vê-la de um jeito diferente. Um desejo por ela como mulher estava brotando em mim e, desde aquele dia, fiquei obcecado com a ideia de ter um encontro sexual de verdade. Mas ela não tava muito a fim de dar esse passo, ou pelo menos era o que queria aparentar. Eu precisava bolar um plano que surgisse da forma mais natural possível. Tava realmente difícil depois dela ter deixado claro que a gente não ia ultrapassar os limites de mãe e filho de novo. Por mais intimidade que a gente tivesse, ela tinha uma personalidade de mãe autoritária. Então, por enquanto, eu tinha que me afundar nas minhas fantasias toda noite, ouvindo o som do chuveiro atrás da porta do meu quarto. Escutava ela tomando banho e lembrava daquele momento de prazer que ela tinha me dado. Apesar de tudo, o comportamento dela comigo não tinha mudado; continuava do mesmo jeito carinhosa, me contando todas as coisas dela como se eu fosse o melhor amigo dela. Eu sabia que ela ia roubar a atenção dos caras quando chegasse na faculdade, e até com o tempo. Já estávamos em novembro e o charme que ela irradiava era igual ao primeiro dia. Bastava eu dar uma volta com meu colega de classe pelos corredores pra confirmar minha teoria: uma porrada de caras tarados babando ao ver a bunda dela bem marcada pela saia. Ela se vestia bem formal quando ia pras aulas, e isso fazia ela parecer uma secretária gostosa que todo mundo queria comer. Além disso, quando ia pra aula, colocava os óculos de leitura pra parecer mais intelectual e interessante pros caras. Que coquete que ela é... pensei comigo mesmo, sem parar de admirar o jeito dela caminhar na minha direção. Meu colega não conseguiu disfarçar; tava claro que ele tava de olho no decote dela. Quando percebeu que eu tinha notado, ele desviou o olhar de vez em quando. Eu só ria orgulhoso por dentro. — E aí, meninos? — perguntou minha mãe com o sorriso jovial dela — Ainda bem que... Já é sexta-feira. — Sexta, mas com um monte de trampo, Maribel… — respondeu meu colega, devolvendo o sorriso.
— Mas hoje, sim ou sim, quero me distrair, Charlie — ela me disse então — quero que você me acompanhe até o salão social da residência. Eu e outro amigo queremos jogar Beer Pong.
— Show! Tô dentro nessa, Fran — falei, empolgado.
— O que é Beer Pong? — perguntou minha mãe, curiosa.
— Sério, Maribel? — perguntou Fran, sem acreditar no que ouvia — é um jogo de beber. Você coloca numa mesa de pingue-pongue 12 copos de plástico cheios de cerveja, 6 de cada lado, e tem que arremessar uma bolinha de pingue-pongue até o final da mesa e tentar acertar dentro de um dos copos. Se conseguir, o time adversário tem que beber aquele copo. Quem beber todos, perde. Não te lembra nada, né?
— A verdade é que não, Fran — respondeu ela, surpresa — com certeza o jogo existia na minha juventude, mas naquela época eu era muito tímida e mal socializava.
— Entendo… — respondeu ele, compreensivo — essa é a parte boa da residência: te “obrigam” a socializar com o pessoal, seja por meio de trote. O melhor de ser um veterano como eu é que posso banhar os outros com esses baldes — ele riu então — Charlie… desculpa se em algum momento te banhei, e o mesmo vale pra você, Maribel.
— É… aquela foi uma noite bem inovadora — falei eu, sutil, olhando pra minha mãe. Ela sacou a indireta na hora e sorriu safada, desviando o olhar pro lado.
— Ó, Maribel — disse Fran, todo empolgado — por que você não entra no Beer Pong com a gente? Acabei de perceber que só falta mais um jogador.
— Tá bom, mas só um pouquinho — respondeu ela, disposta, com um sorriso.
Naquela hora, meu rosto iluminou… a ideia que eu tanto tinha procurado veio quando menos esperava… a ideia de ela jogar e beber muita cerveja abria caminho pra a gente ter uma aproximação mais íntima. Ela, suponho, nem imaginava o motivo da minha felicidade naquele momento. Cara, ou talvez sim… sei lá, minha mãe me conhece tão bem que chega a assustar. Saímos pela porta da faculdade e, enquanto Fran cumprimentava outros colegas, perguntei pra minha mãe, na intenção de voltar ao presente e parar de me iludir. — Como foi a semana, mãe? — Bem puxada, querido — respondeu ela, bufando —, mas, mesmo tendo só três matérias, tô penando bastante. Tem muita informação que já esqueci com o tempo e ainda tenho que me atualizar com toda a tecnologia da universidade, é um esforço dobrado. — Entendo… com certeza não é fácil retomar uma faculdade depois de tantos anos, mas sei que você vai dar conta. — Obrigada, amor — disse ela, passando a mão nas minhas costas de um jeito maternal. O resto da tarde passou sem novidades, depois que jantamos no refeitório da residência naquela mesma noite. Apesar de estarmos numa cidade normalmente fria no meio do outono, a noite tava bem quente. Fui pro quarto com minha mãe pra vestir uma roupa mais confortável e porque ela queria tomar um banho rápido e depois tomar a pílula anticoncepcional. (Mesmo não tendo uma vida sexual ativa, ela usa pra regular o ciclo, já que é bem irregular.) A gente se encontrou na sala de estar alguns minutos depois, e logo chegaram Fran e o amigo dele, Jose. Eu tinha bem claro como ia formar os times: queria colocar a Maribel com o Jose (o cara quase não bebe, então minha mãe ia tomar a maioria dos copos) e eu ficaria com o Fran, já que me acho muito bom de mira. Sem pensar duas vezes, tomei a iniciativa e montei os times, que no começo todo mundo concordou. A primeira partida durou uns 35 minutos. Exatamente como planejei, a Maribel já tinha tomado 4 copos e o Jose, 1. Da minha parte, eu tinha tomado 1 copo e o Fran outro, o que deixava claro que a gente era muito bom nisso. Minha mãe errava bastante os arremessos, mas eu não tava focando nisso… ficava besta olhando o decote dela cada vez que ela se inclinava pra lançar. a bola. Não foi difícil imaginar quem ganhou a partida minutos depois. — Mais uma partida? — perguntou Fran, feliz por ter vencido. — Tá bom — disse Maribel, com um tom competitivo — dessa vez você não vai se safar… Eu ia encher os copos de cerveja quando Fran me agarrou pelo braço e disse: — Charlie… Que tal a gente trocar de time? Sua mãe fica aqui comigo, assim os times ficam mais equilibrados. — Como quiser… — respondi, não muito contente, mas também não queria deixar claro que minha intenção era embebedar ela. — Maribel — disse Fran então — você fica comigo. Ela se surpreendeu com a mudança, mas aceitou sem problema. A nova partida estava bem disputada e, mais ou menos no meio do jogo, percebi uma coisa… Fran estava mais concentrado em olhar a bunda da minha querida mãe quando ela jogava a bola do que na própria partida. Além disso, ele estava aproveitando as vezes que ela encostava nele para passar a mão de leve na bunda dela por cima do short. Percebi então a verdadeira intenção do colega oportunista… queria ficar com ela pra passar a mão disfarçadamente. Sem deixar Fran saber que eu tinha percebido, continuei a partida até terminar ganhando. Maribel já tinha tomado uns copos a mais, mas não estava bêbada. Guardamos a mesa e nos despedimos do Fran e do José, depois saímos do salão social. No caminho pro nosso bloco residencial, ela reclamou como se fosse uma criança: — Que malvado você é, amor… deixar eu beber a maior parte. Mas precisa de mais que uns copos de cerveja pra me embebedar. — Me declaro culpado… — sorri, admitindo minha intenção que já estava bem clara. Quando entramos no quarto, tirei toda a roupa e fiquei só de cueca, tava muito calor. Ela fez o mesmo e ficou de lingerie, isso era super normal entre a gente, até antes do nosso encontro no banheiro naquela noite. Fiquei admirando ela como uma deusa grega e perguntei: — Esse é o sutiã cinza? Comprei pra você, né?" — "Sim, amor, e a calcinha cinza também" — respondeu ela, agradecida — "É a primeira vez que você me olha assim..." — "Assim, como?" — perguntei sem parar de contemplá-la. — "Assim como você está fazendo..." — respondeu ela, provocante e levemente corada. Pisquei o olho pra ela de forma cúmplice. Na hora, me deitei na minha cama pra relaxar e, sem querer nem nada, ela se deitou também do meu lado, apoiando a cabeça no meu colo. Eu a envolvi com meus braços logo em seguida. Ela me olhou docemente e me deu um selinho rápido nos lábios. Era a primeira vez que ela fazia isso, mas por mais novo que fosse naquele momento... pra mim foi super natural, até encarei como um sinal positivo pra avançar com meu objetivo. Enquanto ela apoiava a cabeça no meu ombro, coloquei minha mão direita na perna dela e comecei a acariciar. Depois subi um pouco e passei meus dedos pela barriga dela. Ela dava uns pulinhos por causa das cócegas que meus dedos estavam fazendo. Aí desci pra virilha dela e comecei a sentir o calor que o corpo dela exalava, olhei de canto e ela nem se mexeu... tava de olhos fechados com um sorriso no rosto. Então enfiei minha mão um pouco mais pra dentro, procurando a buceta dela. Meus movimentos eram tão lentos que dava pra perceber meu avanço. Quando encontrei o tecido da calcinha, minha mãe reagiu na hora e colocou a mão dela em cima da minha, me impedindo de continuar. — Pensei que já tínhamos esclarecido tudo naquela noite, Charlie — ela me lembrou, meio irritada. — Sim... mas... eu... pensei que... o beijo... — gaguejei nervoso ao ouvir a reação tão agressiva dela. — A gente já tinha deixado claro ou não? — perguntou de novo com aquele tom autoritário. — Sim... Eu sei, mãe... — respondi, envergonhado — mas tá sendo muito difícil pra mim, desde aquela noite no banheiro sinto que tudo mudou em mim... te vejo de outro jeito, a gente age como se nada tivesse acontecido, mas nossa relação mudou mesmo, surgiu um desejo por você. — Mas isso não é saudável, Charlie... — disse ela de forma condescendente — a culpa Ela foi minha desde o início por ter permitido esses atos. Peço perdão por isso, não sei o que deu em mim… — O que deu em você foi que você simplesmente estava excitada, mãe — respondi com a maior naturalidade possível — e não deveria pedir perdão por isso, você é uma mulher com necessidades e é normal que tenha aproveitado a ocasião para se divertir. — Talvez tenha sido isso… — respondeu com o rosto vermelho tentando se justificar — fazia muitos anos que eu não ficava com ninguém, desde que seu pai se casou de novo. Além disso, o trabalho e os cuidados com a casa não me permitiram reconstruir minha vida com nenhum homem. — Bom… mas apesar de tudo, não vai me negar que adorou que seu filho te desse um orgasmo de cinema — falei de forma safada. Ela riu e me olhou com olhos assustados: — Charlie! Você é maluco, fala como se fosse a coisa mais normal do mundo… se você está com muita vontade de transar, está numa república, aqui tem oportunidades de sobra com garotas novas que vão estar dispostas a acalmar essa libido insaciável que você tem. Mas comigo não. — Aí é que está o problema, mãe, é que não quero perder minha primeira vez com uma garota que com certeza vai ser alguém passageiro na minha vida. Tenho certeza que quero perder minha virgindade com a pessoa em quem mais confio nesse mundo e que me ama de verdade… e tenho certeza que nunca, jamais vou me arrepender de ter te dado minha primeira vez… Ela me olhou com olhos incrédulos diante das minhas palavras, depois olhou confusa para a parede do quarto como se pensando no que dizer. Naquele momento vi a expressão de compreensão que tinha visto no banheiro naquela noite e continuei: — Além disso, mãe… seus olhos não conseguem mentir, eu sei o quanto você desejou estar comigo naquele momento, naquela noite no chuveiro pude ver seus olhos brilhando com o desejo à flor da pele. E agora você está tentando lutar contra si mesma e ignorar seus desejos mais íntimos. — Se for sincera com você, meu amor… — respondeu finalmente — naquela noite não consegui dormir, mas de tanta excitação que você me deixou… e isso é muito errado. diga isso, mas… sim… queria continuar contigo… mas parei porque isso não é coisa de mãe e filho. — Eu não vejo nada de errado, mãe, simplesmente foi algo que surgiu sem a gente querer entre nós e foi maravilhoso, o problema é que não tem mais volta… Com essa última frase ela entendeu que desde o momento em que começou a me masturbar no chuveiro, tinha aberto a caixa de Pandora e aquele desejo mútuo tinha que ser satisfeito mais cedo ou mais tarde. Ela me olhou com indecisão, dava pra ver nos olhos dela a vontade que tinha de saciar a necessidade sexual comigo, mas tinha medo de dar esse passo… Eu me aproximei do rosto dela e sussurrei: — Deixa as coisas fluírem sozinhas, não pensa mais… — Não tem nada mais lindo que o consentimento dos dois lados… — ela sussurrou harmoniosamente, finalmente reconhecendo o desejo dela e, de um jeito meigo, os lábios dela se fundiram aos meus num beijo quente. Eu me deitei e ela subiu em cima de mim pra continuar me beijando, minhas mãos automaticamente foram pras nádegas dela, era a primeira vez que apertava elas com tanta força. Ela se ergueu um pouco pra tirar o sutiã. Me dava muito tesão que ela estivesse usando naquele momento a lingerie que eu tinha comprado pra ela no verão. Ao tirar a peça, liberou os peitos lindos dela, aquelas aréolas escuras me convidavam a chupar, me aproximei dos seios dela e comecei a devorar os mamilos devagar. Dessa vez dava pra sentir o cheiro natural dela, já que no chuveiro não consegui perceber. Era um cheiro inebriante e senti o gosto doce do mamilo dela. Tive que abrir bem a boca pra cobrir a aréola toda e depois acariciar por dentro com a língua. Ela respirava pesado sem dizer nada, só me olhava parada. Ver o filho dela se acabando de chupar os mamilos dela com vontade, dava uma sensação de desejo indescritível. Senti uma corrente elétrica chegar no meu pau quando ela começou a me acariciar por cima da cueca sem avisar. Ela não demorou muito nas carícias, tirou meu membro de boxer e começou a punhetá-lo com suavidade até o ponto de desembainhá-lo, deixando a glande completamente exposta. De novo voltaram em mim aquelas sensações gostosas daquela noite ao sentir o toque quente da mão dela. Ela me punhetava com firmeza e devagar, depois alternava com a outra mão para acariciar minhas bolas. Ela não parava de olhar minha reação, estava ligada no meu olhar, nos meus olhos via o prazer que estava me dando e contemplava de vez em quando meu tronco grosso completamente duro. Minha glande soltava bastante líquido pré-seminal, ela aproveitava pra passar o polegar por cima e lubrificar a glande toda, o que me fazia gemer pra caralho. Baixei o olhar e notei que a calcinha cinza estava começando a molhar no meio, passei meus dedos por cima e senti a umidade quente que ela soltava, meu nariz percebia o cheiro forte da lubrificação dela. Enfiei meus dedos dentro da calcinha dela e encontrei os pelos pubianos crespos, desci um pouco mais e comecei a acariciar em círculos o clitóris inchado dela. Fiquei impressionado com o quanto a buceta dela estava molhada e quente, dava pra enfiar dois dedos sem problema dentro da vagina dela. Ela gemia enquanto fechava os olhos, depois se levantou da cama e tirou a última peça de roupa do corpo, mostrando agora sim, uma mulher de verdade em todos os sentidos. Eu estava deitado de barriga pra cima e ela imediatamente montou em cima de mim. Ficamos de frente um pro outro, os mamilos dela molhados por causa da minha saliva roçando no meu peito e na mão dela segurava meu pau com firmeza. Eu tinha soltado tanto líquido pré-seminal que quando ela sentou em cima da minha barriga, molhei a virilha dela várias vezes. Com meu membro ainda na mão dela, ela começou a esfregar contra a vulva dela, minha glande ficava ensopada com os fluidos dela ao roçar nos lábios menores e no clitóris dela. Eu me sentia completamente em êxtase com o que ela estava fazendo. Então ela colocou minha glande na entrada da vagina dela, naquele momento senti que meu coração ia sair pela garganta entre os nervos e a excitação extrema. - Tá pronto, meu amor? - sussurrou minha mãe me olhando no meio do prazer dela. Eu só balancei a cabeça várias vezes que nem um virgem tarado... e foi então que ela se ajeitou e sentou em cima, meu pau entrou completamente dentro dela de uma só vez, naquele momento escapou um gemido alto dos dois. Ela começou a me cavalgar devagar, pra eu sentir a textura das paredes dela e me deliciar com cada centímetro da sua gruta apertada, onde não entrava ninguém há mais de uma década. Naquela hora, não dava pra descrever o que eu sentia estando dentro da buceta da minha mãe, só sabia que não queria sair dali nunca mais... era como se a buceta dela tivesse sido feita especialmente pro meu pau, já que meu membro é levemente curvado pra cima, e a xota dela se encaixou perfeitamente, abraçando ele com as paredes enquanto tirava minha virgindade. Além disso, percebia como minha cabeça batia e chegava no fundo dela a cada descida que ela dava, era o tamanho ideal... Ela começou a gemer mais seguido enquanto acelerava o movimento do quadril, já sentia as nádegas voluptuosas dela batendo nas minhas coxas num ritmo harmonioso, criando um som seco e abafado na nossa pele. Apesar dos anos de abstinência, ela ainda tinha prática na hora de rebolar. Comecei a dar tapas na bunda dela e senti minhas bolas subindo, loucas pra gozar. Sentia todo o peso do corpo dela batendo contra minha barriga, mas ela se movia num ritmo tão marcado que eu me sentia nas nuvens. Rápido que nem uma bala, senti o reflexo de gozar no meu corpo, respirei fundo pra segurar a vontade de esporrar... era missão impossível, meu pau queria gozar logo, as paredes molhadas da buceta dela já estavam prontas pra me ordenhar. Apoiei minhas mãos na lombar dela e pedi pra ela parar um instante, mas ela falou com a voz trêmula e entre gemidos: - Meu bem... se você tá com vontade de gozar, goza!... lembra que eu tô tomando a pílula… a gente pode continuar quando você se recuperar, e você pode gozar quantas vezes… — Mãe! Tô gozando! — interrompi ela com um grito, junto com o maior orgasmo da minha vida. Nem percebi o quão alto eu geme, mas naquele momento era a única coisa que eu ouvia, junto com uma série de contrações do meu pau que jorraram vários esguichos de porra dentro dela. Ela sentiu a porra toda que tinha dentro pelo tanto de contrações que meu pau dava nas paredes dela. Parou então os movimentos do quadril… ficou sentada no meu pau. Depois, abracei ela pela cintura, e sem sair de dentro dela, viramos de um jeito que eu ficasse por cima. Ela abriu as pernas pra facilitar a penetração. Eu tinha perdido a dureza no pau e o que fiz foi penetrar ela com suavidade e carinho, apesar da minha inexperiência e de não saber como me mexer, o instinto foi me guiando. — Isso, meu amor… adoro… assim devagar… — sussurrava ela de olhos fechados e os braços rodeando minhas costas. Fiquei uns dois minutos nessa posição fazendo meus movimentos atrapalhados, sem nenhum ritmo ou uniformidade. Notei como a buceta dela ficava mais molhada a cada momento, era minha porra que começava a escorrer pelos lados da vulva dela, desciam longos rios de porra aguada no meio das nádegas dela, aterrissando no lençol branco da cama. Senti meu pau recuperando as forças, apoiei os braços na cama como ponto de apoio com a cintura da minha mãe no meio e comecei a penetrar ela com mais força e rapidez. Ela sentiu como as paredes dela cobriam de novo meu pau e se agarrou nas minhas costas com as mãos, levantando um pouco mais as pernas e me apertando levemente com elas no meu corpo. Logo nosso ritmo foi se marcando aos poucos, comecei a pegar o jeito dos movimentos do meu quadril. Ao bater forte na vulva dela, o corpo da minha mãe balançava pra cima e pra baixo como uma mola, os peitos dela se moviam no compasso das minhas estocadas. Ela gemia com a cabeça inclinada. pra cima como se estivesse possuída. Com uma das mãos, ela levou os dedos ao clitóris e começou a se masturbar com vontade enquanto eu continuava. Os gemidos dela aumentaram e eu senti a buceta dela se contraindo sem parar… de repente, ela explodiu num orgasmo, apertando meu pau sem me dar trégua nenhuma. Aí eu parei… sentia o suor dos nossos corpos esquentando o ambiente. Saí devagarzinho dela e fiz um sinal pra minha mãe com o dedo pra ela se virar, queria que ela ficasse de quatro. Ela, sem dizer nada, obedeceu na hora, se ajeitou e finalmente colocou aquele rabo empinado à minha disposição. Quando olhei pra aquelas nádegas lindas bem abertas, vi o cu dela pela primeira vez. Ver aquilo me deixou tão excitado que minha primeira reação instintiva foi chegar perto e dar lambidas sem ordem nenhuma. Coloquei as mãos em cada bunda pra abrir o cu dela um pouco mais e comer aquele furinho apertado. Eu fazia um esforço sobre-humano pra minha língua inteira entrar no buraco anal dela. Minha safadeza era tão grande que eu achava que era possível. Minha mãe não disse nada, mas dava pra sentir que ela tava incomodada ao sentir o próprio filho comendo o cu dela sem escrúpulo nenhum. Quando saciei meu desejo, deixando a bunda dela toda babada com minha saliva, aproximei meu pau da entrada da buceta e comecei a meter de novo com força. Ela se assustou com um gemidinho de dor quando eu entrei de uma vez. – Amor… com cuidado… não tão forte no começo – ela sussurrava, mas eu não parava de dar as estocadas firmes. Finalmente, graças à lubrificação dela, ela se acostumou com as metidas fortes que eu tava dando, e as nádegas dela batiam sem parar na minha barriga. Aquilo era uma visão incrível, ver meu pau sumindo no meio da bunda dela. Ela apoiou a cabeça no travesseiro pra abafar os gemidos e com os dedos se masturbava de novo no clitóris pra ter o segundo orgasmo. Eu tava quase gozando de novo e queria fazer fora, queria gozar no cu dela. A Eu segurava firme no quadril dela. Meus gemidos de cansaço ecoavam pelo quarto quando, de repente… minha mãe teve o segundo orgasmo dela. As contrações dela me davam um prazer tão único e especial que eu não consegui me afastar de dentro dela pra cumprir minhas expectativas… a buceta dela me prometia naquele momento o maior prazer desse mundo se eu ficasse lá dentro até o fim… e foi assim… gozei dentro dela pela segunda vez no meio dos meus gemidos altos, nem liguei se algum vizinho tava me ouvindo. Senti que ia desmaiar quando meu pau parou de bombear leite dentro dela, deixei ele completamente lá dentro por uns segundos. Abraçando ela pelo quadril, me inclinei pra beijar as costas dela e recuperar o fôlego. Ficamos um tempão parados nessa posição, como se fôssemos uma escultura de paixão. Saí de dentro dela com a maior satisfação que já senti no meu corpo, me deitei do lado dela e comecei a bufar de cansaço. Meu coração ainda tava batendo forte e eu sentia tensão nos músculos, amanhã vou acabar com umas agulhadas boas… pensei. Minha mãe me olhou com os olhos meio arregalados e, bufando, falou: — Não tenho palavras, meu amor… me sinto muito sortuda por você ter me dado sua primeira vez com tanta disposição… gozei que nem uma louca… — Com você tudo é e vai ser especial… até o sexo — falei com um sorriso sincero. Ela me deu um beijo carinhoso nos lábios como resposta às minhas palavras e se levantou pra ir tomar banho. Eu queria tomar banho com ela também. — Já vou, mãe — falei, mas me senti tão relaxado e em êxtase que acabei dormindo na hora que minha mãe abriu o chuveiro.
— Mas hoje, sim ou sim, quero me distrair, Charlie — ela me disse então — quero que você me acompanhe até o salão social da residência. Eu e outro amigo queremos jogar Beer Pong.
— Show! Tô dentro nessa, Fran — falei, empolgado.
— O que é Beer Pong? — perguntou minha mãe, curiosa.
— Sério, Maribel? — perguntou Fran, sem acreditar no que ouvia — é um jogo de beber. Você coloca numa mesa de pingue-pongue 12 copos de plástico cheios de cerveja, 6 de cada lado, e tem que arremessar uma bolinha de pingue-pongue até o final da mesa e tentar acertar dentro de um dos copos. Se conseguir, o time adversário tem que beber aquele copo. Quem beber todos, perde. Não te lembra nada, né?
— A verdade é que não, Fran — respondeu ela, surpresa — com certeza o jogo existia na minha juventude, mas naquela época eu era muito tímida e mal socializava.
— Entendo… — respondeu ele, compreensivo — essa é a parte boa da residência: te “obrigam” a socializar com o pessoal, seja por meio de trote. O melhor de ser um veterano como eu é que posso banhar os outros com esses baldes — ele riu então — Charlie… desculpa se em algum momento te banhei, e o mesmo vale pra você, Maribel.
— É… aquela foi uma noite bem inovadora — falei eu, sutil, olhando pra minha mãe. Ela sacou a indireta na hora e sorriu safada, desviando o olhar pro lado.
— Ó, Maribel — disse Fran, todo empolgado — por que você não entra no Beer Pong com a gente? Acabei de perceber que só falta mais um jogador.
— Tá bom, mas só um pouquinho — respondeu ela, disposta, com um sorriso.
Naquela hora, meu rosto iluminou… a ideia que eu tanto tinha procurado veio quando menos esperava… a ideia de ela jogar e beber muita cerveja abria caminho pra a gente ter uma aproximação mais íntima. Ela, suponho, nem imaginava o motivo da minha felicidade naquele momento. Cara, ou talvez sim… sei lá, minha mãe me conhece tão bem que chega a assustar. Saímos pela porta da faculdade e, enquanto Fran cumprimentava outros colegas, perguntei pra minha mãe, na intenção de voltar ao presente e parar de me iludir. — Como foi a semana, mãe? — Bem puxada, querido — respondeu ela, bufando —, mas, mesmo tendo só três matérias, tô penando bastante. Tem muita informação que já esqueci com o tempo e ainda tenho que me atualizar com toda a tecnologia da universidade, é um esforço dobrado. — Entendo… com certeza não é fácil retomar uma faculdade depois de tantos anos, mas sei que você vai dar conta. — Obrigada, amor — disse ela, passando a mão nas minhas costas de um jeito maternal. O resto da tarde passou sem novidades, depois que jantamos no refeitório da residência naquela mesma noite. Apesar de estarmos numa cidade normalmente fria no meio do outono, a noite tava bem quente. Fui pro quarto com minha mãe pra vestir uma roupa mais confortável e porque ela queria tomar um banho rápido e depois tomar a pílula anticoncepcional. (Mesmo não tendo uma vida sexual ativa, ela usa pra regular o ciclo, já que é bem irregular.) A gente se encontrou na sala de estar alguns minutos depois, e logo chegaram Fran e o amigo dele, Jose. Eu tinha bem claro como ia formar os times: queria colocar a Maribel com o Jose (o cara quase não bebe, então minha mãe ia tomar a maioria dos copos) e eu ficaria com o Fran, já que me acho muito bom de mira. Sem pensar duas vezes, tomei a iniciativa e montei os times, que no começo todo mundo concordou. A primeira partida durou uns 35 minutos. Exatamente como planejei, a Maribel já tinha tomado 4 copos e o Jose, 1. Da minha parte, eu tinha tomado 1 copo e o Fran outro, o que deixava claro que a gente era muito bom nisso. Minha mãe errava bastante os arremessos, mas eu não tava focando nisso… ficava besta olhando o decote dela cada vez que ela se inclinava pra lançar. a bola. Não foi difícil imaginar quem ganhou a partida minutos depois. — Mais uma partida? — perguntou Fran, feliz por ter vencido. — Tá bom — disse Maribel, com um tom competitivo — dessa vez você não vai se safar… Eu ia encher os copos de cerveja quando Fran me agarrou pelo braço e disse: — Charlie… Que tal a gente trocar de time? Sua mãe fica aqui comigo, assim os times ficam mais equilibrados. — Como quiser… — respondi, não muito contente, mas também não queria deixar claro que minha intenção era embebedar ela. — Maribel — disse Fran então — você fica comigo. Ela se surpreendeu com a mudança, mas aceitou sem problema. A nova partida estava bem disputada e, mais ou menos no meio do jogo, percebi uma coisa… Fran estava mais concentrado em olhar a bunda da minha querida mãe quando ela jogava a bola do que na própria partida. Além disso, ele estava aproveitando as vezes que ela encostava nele para passar a mão de leve na bunda dela por cima do short. Percebi então a verdadeira intenção do colega oportunista… queria ficar com ela pra passar a mão disfarçadamente. Sem deixar Fran saber que eu tinha percebido, continuei a partida até terminar ganhando. Maribel já tinha tomado uns copos a mais, mas não estava bêbada. Guardamos a mesa e nos despedimos do Fran e do José, depois saímos do salão social. No caminho pro nosso bloco residencial, ela reclamou como se fosse uma criança: — Que malvado você é, amor… deixar eu beber a maior parte. Mas precisa de mais que uns copos de cerveja pra me embebedar. — Me declaro culpado… — sorri, admitindo minha intenção que já estava bem clara. Quando entramos no quarto, tirei toda a roupa e fiquei só de cueca, tava muito calor. Ela fez o mesmo e ficou de lingerie, isso era super normal entre a gente, até antes do nosso encontro no banheiro naquela noite. Fiquei admirando ela como uma deusa grega e perguntei: — Esse é o sutiã cinza? Comprei pra você, né?" — "Sim, amor, e a calcinha cinza também" — respondeu ela, agradecida — "É a primeira vez que você me olha assim..." — "Assim, como?" — perguntei sem parar de contemplá-la. — "Assim como você está fazendo..." — respondeu ela, provocante e levemente corada. Pisquei o olho pra ela de forma cúmplice. Na hora, me deitei na minha cama pra relaxar e, sem querer nem nada, ela se deitou também do meu lado, apoiando a cabeça no meu colo. Eu a envolvi com meus braços logo em seguida. Ela me olhou docemente e me deu um selinho rápido nos lábios. Era a primeira vez que ela fazia isso, mas por mais novo que fosse naquele momento... pra mim foi super natural, até encarei como um sinal positivo pra avançar com meu objetivo. Enquanto ela apoiava a cabeça no meu ombro, coloquei minha mão direita na perna dela e comecei a acariciar. Depois subi um pouco e passei meus dedos pela barriga dela. Ela dava uns pulinhos por causa das cócegas que meus dedos estavam fazendo. Aí desci pra virilha dela e comecei a sentir o calor que o corpo dela exalava, olhei de canto e ela nem se mexeu... tava de olhos fechados com um sorriso no rosto. Então enfiei minha mão um pouco mais pra dentro, procurando a buceta dela. Meus movimentos eram tão lentos que dava pra perceber meu avanço. Quando encontrei o tecido da calcinha, minha mãe reagiu na hora e colocou a mão dela em cima da minha, me impedindo de continuar. — Pensei que já tínhamos esclarecido tudo naquela noite, Charlie — ela me lembrou, meio irritada. — Sim... mas... eu... pensei que... o beijo... — gaguejei nervoso ao ouvir a reação tão agressiva dela. — A gente já tinha deixado claro ou não? — perguntou de novo com aquele tom autoritário. — Sim... Eu sei, mãe... — respondi, envergonhado — mas tá sendo muito difícil pra mim, desde aquela noite no banheiro sinto que tudo mudou em mim... te vejo de outro jeito, a gente age como se nada tivesse acontecido, mas nossa relação mudou mesmo, surgiu um desejo por você. — Mas isso não é saudável, Charlie... — disse ela de forma condescendente — a culpa Ela foi minha desde o início por ter permitido esses atos. Peço perdão por isso, não sei o que deu em mim… — O que deu em você foi que você simplesmente estava excitada, mãe — respondi com a maior naturalidade possível — e não deveria pedir perdão por isso, você é uma mulher com necessidades e é normal que tenha aproveitado a ocasião para se divertir. — Talvez tenha sido isso… — respondeu com o rosto vermelho tentando se justificar — fazia muitos anos que eu não ficava com ninguém, desde que seu pai se casou de novo. Além disso, o trabalho e os cuidados com a casa não me permitiram reconstruir minha vida com nenhum homem. — Bom… mas apesar de tudo, não vai me negar que adorou que seu filho te desse um orgasmo de cinema — falei de forma safada. Ela riu e me olhou com olhos assustados: — Charlie! Você é maluco, fala como se fosse a coisa mais normal do mundo… se você está com muita vontade de transar, está numa república, aqui tem oportunidades de sobra com garotas novas que vão estar dispostas a acalmar essa libido insaciável que você tem. Mas comigo não. — Aí é que está o problema, mãe, é que não quero perder minha primeira vez com uma garota que com certeza vai ser alguém passageiro na minha vida. Tenho certeza que quero perder minha virgindade com a pessoa em quem mais confio nesse mundo e que me ama de verdade… e tenho certeza que nunca, jamais vou me arrepender de ter te dado minha primeira vez… Ela me olhou com olhos incrédulos diante das minhas palavras, depois olhou confusa para a parede do quarto como se pensando no que dizer. Naquele momento vi a expressão de compreensão que tinha visto no banheiro naquela noite e continuei: — Além disso, mãe… seus olhos não conseguem mentir, eu sei o quanto você desejou estar comigo naquele momento, naquela noite no chuveiro pude ver seus olhos brilhando com o desejo à flor da pele. E agora você está tentando lutar contra si mesma e ignorar seus desejos mais íntimos. — Se for sincera com você, meu amor… — respondeu finalmente — naquela noite não consegui dormir, mas de tanta excitação que você me deixou… e isso é muito errado. diga isso, mas… sim… queria continuar contigo… mas parei porque isso não é coisa de mãe e filho. — Eu não vejo nada de errado, mãe, simplesmente foi algo que surgiu sem a gente querer entre nós e foi maravilhoso, o problema é que não tem mais volta… Com essa última frase ela entendeu que desde o momento em que começou a me masturbar no chuveiro, tinha aberto a caixa de Pandora e aquele desejo mútuo tinha que ser satisfeito mais cedo ou mais tarde. Ela me olhou com indecisão, dava pra ver nos olhos dela a vontade que tinha de saciar a necessidade sexual comigo, mas tinha medo de dar esse passo… Eu me aproximei do rosto dela e sussurrei: — Deixa as coisas fluírem sozinhas, não pensa mais… — Não tem nada mais lindo que o consentimento dos dois lados… — ela sussurrou harmoniosamente, finalmente reconhecendo o desejo dela e, de um jeito meigo, os lábios dela se fundiram aos meus num beijo quente. Eu me deitei e ela subiu em cima de mim pra continuar me beijando, minhas mãos automaticamente foram pras nádegas dela, era a primeira vez que apertava elas com tanta força. Ela se ergueu um pouco pra tirar o sutiã. Me dava muito tesão que ela estivesse usando naquele momento a lingerie que eu tinha comprado pra ela no verão. Ao tirar a peça, liberou os peitos lindos dela, aquelas aréolas escuras me convidavam a chupar, me aproximei dos seios dela e comecei a devorar os mamilos devagar. Dessa vez dava pra sentir o cheiro natural dela, já que no chuveiro não consegui perceber. Era um cheiro inebriante e senti o gosto doce do mamilo dela. Tive que abrir bem a boca pra cobrir a aréola toda e depois acariciar por dentro com a língua. Ela respirava pesado sem dizer nada, só me olhava parada. Ver o filho dela se acabando de chupar os mamilos dela com vontade, dava uma sensação de desejo indescritível. Senti uma corrente elétrica chegar no meu pau quando ela começou a me acariciar por cima da cueca sem avisar. Ela não demorou muito nas carícias, tirou meu membro de boxer e começou a punhetá-lo com suavidade até o ponto de desembainhá-lo, deixando a glande completamente exposta. De novo voltaram em mim aquelas sensações gostosas daquela noite ao sentir o toque quente da mão dela. Ela me punhetava com firmeza e devagar, depois alternava com a outra mão para acariciar minhas bolas. Ela não parava de olhar minha reação, estava ligada no meu olhar, nos meus olhos via o prazer que estava me dando e contemplava de vez em quando meu tronco grosso completamente duro. Minha glande soltava bastante líquido pré-seminal, ela aproveitava pra passar o polegar por cima e lubrificar a glande toda, o que me fazia gemer pra caralho. Baixei o olhar e notei que a calcinha cinza estava começando a molhar no meio, passei meus dedos por cima e senti a umidade quente que ela soltava, meu nariz percebia o cheiro forte da lubrificação dela. Enfiei meus dedos dentro da calcinha dela e encontrei os pelos pubianos crespos, desci um pouco mais e comecei a acariciar em círculos o clitóris inchado dela. Fiquei impressionado com o quanto a buceta dela estava molhada e quente, dava pra enfiar dois dedos sem problema dentro da vagina dela. Ela gemia enquanto fechava os olhos, depois se levantou da cama e tirou a última peça de roupa do corpo, mostrando agora sim, uma mulher de verdade em todos os sentidos. Eu estava deitado de barriga pra cima e ela imediatamente montou em cima de mim. Ficamos de frente um pro outro, os mamilos dela molhados por causa da minha saliva roçando no meu peito e na mão dela segurava meu pau com firmeza. Eu tinha soltado tanto líquido pré-seminal que quando ela sentou em cima da minha barriga, molhei a virilha dela várias vezes. Com meu membro ainda na mão dela, ela começou a esfregar contra a vulva dela, minha glande ficava ensopada com os fluidos dela ao roçar nos lábios menores e no clitóris dela. Eu me sentia completamente em êxtase com o que ela estava fazendo. Então ela colocou minha glande na entrada da vagina dela, naquele momento senti que meu coração ia sair pela garganta entre os nervos e a excitação extrema. - Tá pronto, meu amor? - sussurrou minha mãe me olhando no meio do prazer dela. Eu só balancei a cabeça várias vezes que nem um virgem tarado... e foi então que ela se ajeitou e sentou em cima, meu pau entrou completamente dentro dela de uma só vez, naquele momento escapou um gemido alto dos dois. Ela começou a me cavalgar devagar, pra eu sentir a textura das paredes dela e me deliciar com cada centímetro da sua gruta apertada, onde não entrava ninguém há mais de uma década. Naquela hora, não dava pra descrever o que eu sentia estando dentro da buceta da minha mãe, só sabia que não queria sair dali nunca mais... era como se a buceta dela tivesse sido feita especialmente pro meu pau, já que meu membro é levemente curvado pra cima, e a xota dela se encaixou perfeitamente, abraçando ele com as paredes enquanto tirava minha virgindade. Além disso, percebia como minha cabeça batia e chegava no fundo dela a cada descida que ela dava, era o tamanho ideal... Ela começou a gemer mais seguido enquanto acelerava o movimento do quadril, já sentia as nádegas voluptuosas dela batendo nas minhas coxas num ritmo harmonioso, criando um som seco e abafado na nossa pele. Apesar dos anos de abstinência, ela ainda tinha prática na hora de rebolar. Comecei a dar tapas na bunda dela e senti minhas bolas subindo, loucas pra gozar. Sentia todo o peso do corpo dela batendo contra minha barriga, mas ela se movia num ritmo tão marcado que eu me sentia nas nuvens. Rápido que nem uma bala, senti o reflexo de gozar no meu corpo, respirei fundo pra segurar a vontade de esporrar... era missão impossível, meu pau queria gozar logo, as paredes molhadas da buceta dela já estavam prontas pra me ordenhar. Apoiei minhas mãos na lombar dela e pedi pra ela parar um instante, mas ela falou com a voz trêmula e entre gemidos: - Meu bem... se você tá com vontade de gozar, goza!... lembra que eu tô tomando a pílula… a gente pode continuar quando você se recuperar, e você pode gozar quantas vezes… — Mãe! Tô gozando! — interrompi ela com um grito, junto com o maior orgasmo da minha vida. Nem percebi o quão alto eu geme, mas naquele momento era a única coisa que eu ouvia, junto com uma série de contrações do meu pau que jorraram vários esguichos de porra dentro dela. Ela sentiu a porra toda que tinha dentro pelo tanto de contrações que meu pau dava nas paredes dela. Parou então os movimentos do quadril… ficou sentada no meu pau. Depois, abracei ela pela cintura, e sem sair de dentro dela, viramos de um jeito que eu ficasse por cima. Ela abriu as pernas pra facilitar a penetração. Eu tinha perdido a dureza no pau e o que fiz foi penetrar ela com suavidade e carinho, apesar da minha inexperiência e de não saber como me mexer, o instinto foi me guiando. — Isso, meu amor… adoro… assim devagar… — sussurrava ela de olhos fechados e os braços rodeando minhas costas. Fiquei uns dois minutos nessa posição fazendo meus movimentos atrapalhados, sem nenhum ritmo ou uniformidade. Notei como a buceta dela ficava mais molhada a cada momento, era minha porra que começava a escorrer pelos lados da vulva dela, desciam longos rios de porra aguada no meio das nádegas dela, aterrissando no lençol branco da cama. Senti meu pau recuperando as forças, apoiei os braços na cama como ponto de apoio com a cintura da minha mãe no meio e comecei a penetrar ela com mais força e rapidez. Ela sentiu como as paredes dela cobriam de novo meu pau e se agarrou nas minhas costas com as mãos, levantando um pouco mais as pernas e me apertando levemente com elas no meu corpo. Logo nosso ritmo foi se marcando aos poucos, comecei a pegar o jeito dos movimentos do meu quadril. Ao bater forte na vulva dela, o corpo da minha mãe balançava pra cima e pra baixo como uma mola, os peitos dela se moviam no compasso das minhas estocadas. Ela gemia com a cabeça inclinada. pra cima como se estivesse possuída. Com uma das mãos, ela levou os dedos ao clitóris e começou a se masturbar com vontade enquanto eu continuava. Os gemidos dela aumentaram e eu senti a buceta dela se contraindo sem parar… de repente, ela explodiu num orgasmo, apertando meu pau sem me dar trégua nenhuma. Aí eu parei… sentia o suor dos nossos corpos esquentando o ambiente. Saí devagarzinho dela e fiz um sinal pra minha mãe com o dedo pra ela se virar, queria que ela ficasse de quatro. Ela, sem dizer nada, obedeceu na hora, se ajeitou e finalmente colocou aquele rabo empinado à minha disposição. Quando olhei pra aquelas nádegas lindas bem abertas, vi o cu dela pela primeira vez. Ver aquilo me deixou tão excitado que minha primeira reação instintiva foi chegar perto e dar lambidas sem ordem nenhuma. Coloquei as mãos em cada bunda pra abrir o cu dela um pouco mais e comer aquele furinho apertado. Eu fazia um esforço sobre-humano pra minha língua inteira entrar no buraco anal dela. Minha safadeza era tão grande que eu achava que era possível. Minha mãe não disse nada, mas dava pra sentir que ela tava incomodada ao sentir o próprio filho comendo o cu dela sem escrúpulo nenhum. Quando saciei meu desejo, deixando a bunda dela toda babada com minha saliva, aproximei meu pau da entrada da buceta e comecei a meter de novo com força. Ela se assustou com um gemidinho de dor quando eu entrei de uma vez. – Amor… com cuidado… não tão forte no começo – ela sussurrava, mas eu não parava de dar as estocadas firmes. Finalmente, graças à lubrificação dela, ela se acostumou com as metidas fortes que eu tava dando, e as nádegas dela batiam sem parar na minha barriga. Aquilo era uma visão incrível, ver meu pau sumindo no meio da bunda dela. Ela apoiou a cabeça no travesseiro pra abafar os gemidos e com os dedos se masturbava de novo no clitóris pra ter o segundo orgasmo. Eu tava quase gozando de novo e queria fazer fora, queria gozar no cu dela. A Eu segurava firme no quadril dela. Meus gemidos de cansaço ecoavam pelo quarto quando, de repente… minha mãe teve o segundo orgasmo dela. As contrações dela me davam um prazer tão único e especial que eu não consegui me afastar de dentro dela pra cumprir minhas expectativas… a buceta dela me prometia naquele momento o maior prazer desse mundo se eu ficasse lá dentro até o fim… e foi assim… gozei dentro dela pela segunda vez no meio dos meus gemidos altos, nem liguei se algum vizinho tava me ouvindo. Senti que ia desmaiar quando meu pau parou de bombear leite dentro dela, deixei ele completamente lá dentro por uns segundos. Abraçando ela pelo quadril, me inclinei pra beijar as costas dela e recuperar o fôlego. Ficamos um tempão parados nessa posição, como se fôssemos uma escultura de paixão. Saí de dentro dela com a maior satisfação que já senti no meu corpo, me deitei do lado dela e comecei a bufar de cansaço. Meu coração ainda tava batendo forte e eu sentia tensão nos músculos, amanhã vou acabar com umas agulhadas boas… pensei. Minha mãe me olhou com os olhos meio arregalados e, bufando, falou: — Não tenho palavras, meu amor… me sinto muito sortuda por você ter me dado sua primeira vez com tanta disposição… gozei que nem uma louca… — Com você tudo é e vai ser especial… até o sexo — falei com um sorriso sincero. Ela me deu um beijo carinhoso nos lábios como resposta às minhas palavras e se levantou pra ir tomar banho. Eu queria tomar banho com ela também. — Já vou, mãe — falei, mas me senti tão relaxado e em êxtase que acabei dormindo na hora que minha mãe abriu o chuveiro.
0 comentários - Na faculdade com minha mãe p2