E chegou o dia em que eu ia conhecer meu sogro. Eu tinha pensado muito no que acontecia com o Robertino, e me ocorreu pedir pro meu sogro convencer ele a ir no médico. Eu tava afim de ter um filho com ele e, pelo que ele me disse, ele também queria. Mas ele não tinha me dado ouvidos, ou melhor, como se diz aqui, não tinha me dado bola com meus pedidos. Bom, naquela segunda-feira saí de casa umas 8 e meia rumo ao instituto onde eu tinha minhas aulas, e o Robertino me levou de carro e disse: "a gente se vê à tarde". Como todo dia, depois do meio-dia cheguei em casa. A Mirta tava preparando o almoço e disse: "o Sr. Ginno veio". "Ah, que bom", falei. "Diz que alguém tem que me apresentar, o Robertino não tá?" "Não, o Robertino veio com o Sérgio e buscaram ele no aeroporto. Vão se ver todos aqui umas seis da tarde. Ele tá dormindo, mas pediu pra eu acordar ele pro almoço à uma e meia. Além disso, ele quer te conhecer. Sabe mais ou menos que idade ele tem?" Perguntei. "Acho que 48 ou 49, não sei bem, por aí." "Olha", falei, "casou bem novo, porque o Robertino tem 26." Bom, fui tomar banho e me arrumar pro almoço. À uma e meia a Mirta foi acordar ele e eu esperei na cozinha. Logo a Mirta voltou e disse que em 15 minutos ele vinha pra cá. "Falei que você tava. Fala espanhol?" "Sim, perfeito, mas às vezes mete umas palavras em italiano, mas dá pra entender tudo. Não se preocupa, vai ver que é um cara foda, super alegre e muito carinhoso." Daqui a pouco ouvimos os passos e nós duas nos levantamos pra esperar ele. Ele entra na cozinha e a primeira coisa que diz é: "Oh, la mia figlia. Prazer em te conhecer", e me deu um abraço e um beijo. Eu respondi: "Muito prazer em conhecê-lo". Ele logo disse: "Somos família" (isso eu entendi), "que bom, você é muito gostosa". "Muito obrigada." "Tino tem bom gosto", ele disse. "Bom, vamos pro salão que agora a Mirta traz a comida." Ele colocou o braço no meu ombro e me levou devagar até a varanda do prédio pra olhar o mar. Ele disse: "Essa vista... Ela é muito gostosa e toda vez que venho, passo um tempão olhando o mar. Moro na montanha e não vejo isso com frequência.
A gente ficou lá olhando o mar e ele sempre com o braço no meu ombro. Mirta nos chamou, e fomos pra mesa. Mirta serviu o almoço e disse: "Sr. Ginno, a Paula estava com vontade de conhecer o senhor." "E eu também", ele disse, "de conhecer ela." "Você acha ela bonita, Mirta?" "Sim", disse Mirta, "e o filho dela está muito apaixonado por ela." "Muito bem", disse Ginno, e Mirta foi embora. Enquanto comíamos, ele me diz: "Tino me contou umas coisas sobre você, mas eu queria que você mesma me contasse da sua vida, mais ou menos, pra eu saber de você." Quando eu ia começar a falar, ele diz: "Agora não, depois. Eu trabalho aqui de manhã, quase sempre com o Sérgio, você conhece ele", e eu respondi que sim, sem levantar o olho do prato. "Depois, ao meio-dia, almoço, durmo uns minutos, não mais que meia hora, e depois fico por aqui e às vezes saio pra caminhar pela orla. Como sei que você estuda de manhã e fica aqui à tarde, a gente tem tempo de conversar bastante." Continuamos comendo e nisso Mirta volta com a sobremesa, e eu digo: "Você fica com a gente pra comer a sobremesa?" E ela ficou toda vermelha. "Ginno", ela disse, "que ideia boa a sua, me parece que você é boa pessoa." "Sim, fica Mirta com a gente."
A gente ficou conversando um pouco, depois Mirta levantou, eu fui no banheiro e depois sentamos no terraço, onde tava bem frio, mas ele queria ver o mar, então eu fui junto, bem agasalhada. Depois de um tempo, entramos na sala, Mirta veio se despedir e foi embora.
Aí começamos a conversar e ele a me perguntar sobre mim. Contei algumas verdades e outras não. Por exemplo, nunca contei a parada do meu tio, óbvio que não devia contar. Contei o que tinha rolado com a minha mãe, quando meus avós descobriram que ela tava grávida, e que expulsaram ela de casa, e que ela me teve num hospital e me criou num barraco onde morei até o Robertino me levar pra casa dele. Contei como conheci o Robertino. Inventei que o tio tinha dado pra minha mãe o que os... Meus avós tiraram ele, quer dizer, parte da loja de ferragens, enfim, mais ou menos contei minha vida pra ele. Ele me escutava com atenção e me olhava o tempo todo. "Brava, sua vida", ele disse. "Tino me falou que você tá estudando, coisa boa pra poder trabalhar na família", ele disse. "Bom, sim", eu falei, "minha ideia é acompanhar minha mãe e ajudar ela no negócio dela." "Acho ótimo", ele disse, "mas sabe que pode trabalhar com a gente também." "Massa demais", eu falei. A gente tava nessa quando entraram Robertino, Sergio e Pablo. E aí se abraçaram todo mundo com o Ginno e a gente começou a conversar junto. Ficamos assim até o fim da tarde, quando Pablo e Sergio foram embora, e eu fui no banheiro. Quando voltei, me chamaram pra sair pra jantar, e eu respondi: "Não, vai você com seu pai, conversem de boa que eu tô meio cansada e amanhã tenho que sair cedo." Eles foram e nem senti que horas voltaram. Dormi profundamente. E o tempo foi passando, e os dias, as semanas, diria até os meses. Nesse período comecei a conhecer melhor meu sogrão, um cara realmente encantador, exatamente como a Mirta tinha me falado. Além disso, e isso a gente comentou com a Mirta, ele tem um sex appeal danado, o que deixa ele ainda mais interessante. Durante esse tempo continuei transando com o Robertino, mas não consigo fazer ele ir no médico. Ele me disse pra não contar pro pai que ele, na hora dele, ia se tratar. Por outro lado, eu passava mais tempo com o Ginno do que com o Robertino, como eu disse, todas as tardes a gente passava junto. Um gênio o senhor, me ajudou pra caralho no que eu tava estudando, na real ele era um empresário de sucesso, e meus trabalhos sempre passaram a ter notas boas. No começo de fevereiro de 2019 eu terminava e podia ajudar minha mãe. Falando nisso, fomos um par de vezes com meu sogrão na loja de ferragens da minha mãe e do meu tio, e um dia nos convidaram todo mundo pra comer um churrasco na casa deles em Solymar. A verdade é que eu me divertia, mesmo tendo sempre na cabeça a vontade de ter uma família um pouco maior, mesmo que fosse um filho, mas isso não acontecia. No dia do churrasco, meu tio chegou perto de mim e falou no meu ouvido: "Você tem que tomar cuidado com seu sogro, porque ele parece meio pistola." Eu ri e falei: "Sabe de uma coisa? Ele é melhor que você, me faz sentir que tenho um pai. Me ajuda, me dá conselhos, enfim, me acompanha, é uma grande pessoa."
Chegamos em dezembro e eu sabia que em janeiro, na primeira semana, o pai dele ia embora. Então encarei o Robertino: "Se você não for ao médico e eu não descobrir qual é o problema, eu falo com seu pai antes dele ir embora."
Robertino ficou puto comigo e disse que eu não confiava nele. Falei: "Faz mais de seis meses que a gente casou, já fizemos de tudo e eu não engravido, e você sabe que quero ter um filho seu. Não é que eu não te ame, mas não entendo que dificuldade é pra você ir ao médico e perguntar o que tem."
Então ele me prometeu: "Amanhã vou ao médico e depois te conto." Acho que fiz o melhor. Não aceito mentiras. Prefiro voltar ao que era, até ir morar com minha mãe, mesmo com o tio, do que continuar nessa incerteza. Eu sei que às vezes fico meio chata, mas já se passaram seis meses e nada. O que houve? Casei com um eunuco? Ele não me contou? A verdade é que já tava meio indignada. Os outros ao redor, Ginno, Mirta, Sergio e Pablo, eram todos uns amores, mas o Robertino não me parecia sincero. Ficou muito tempo enrolando e não resolveu o problema. Talvez eu seja chata demais, mas minha vida não foi fácil e tive a sorte de chegar até aqui por pedido dele. Eu tinha depositado todas as minhas esperanças em formar uma família, coisa que minha mãe não conseguiu, e agora acontecia isso. Bom, dei crédito e esperei que no dia seguinte ele me dissesse o que tinha.
No outro dia, ele chegou mais tarde que o normal e falou: "Depois a gente conversa, deixa que tenho que falar algo com meu pai." Eles se trancaram no quarto do Ginno e ficaram uns meia hora conversando. Depois ele saiu e disse: "Pau, que tal a gente sair pra jantar só nós dois?" E eu falei que sim. Você vai Falar sobre o que a gente falou? Sim, tenho a resposta.
Saímos, fomos no LaVaca, um restaurante bonito que eu nunca tinha ido e era muito bom. Só tinha pratos com carne, que eu adorava. Pedi um olho de bife que tava delicioso e o Robertino pediu entraña trançada, que parecia muito boa.
Começamos a comer e, nada, não falávamos sobre aquilo. Ele me contava coisas banais que já tínhamos conversado, relembramos coisas do passado. Na hora de sair, falei: "Não vai me dizer nada?" Ele disse: "Vou sim, espera um momento." Subimos no carro e ele foi até o Yacht Club em Montevidéu e estacionamos olhando o mar. Não dava pra ver nada porque era noite. Só que, com as janelas do carro abertas, sentíamos a brisa fresca do mar.
Olhei pra ele e ele disse: "Bom, vou te contar a minha verdade. Você tem todo direito de reclamar e de estar certa no que disser. Acho que fiz algo sem pensar e acabei te enganando. Acontece que quando minha mãe morreu, sofri demais. Então pensei: 'Não vou deixar que meus filhos passem pelo mesmo' e fiz uma vasectomia. É uma operação que impede que eu ejacule, mas me permite gozar como qualquer homem. A verdade é que eu menti pra você, fui um babaca contigo e estou disposto ao que você decidir. De qualquer forma, você será compensada."
Eu olhei pra ele e comecei a chorar. Não conseguia parar de chorar. "Robertino, casei com você sem saber quem você era, nem se era uma pessoa rica ou não. Nunca te perguntei isso, me apaixonei por você e te falei desde o primeiro momento que queria formar uma família cheia de filhos. Você nunca disse não pra isso e escondeu tudo de mim. Não consigo parar de chorar. Entendo o que você sofreu, mas não é razoável o que fez."
Ele disse: "Fui no médico pra saber se isso dava pra reverter e ele disse que não. Eu também fiquei mal, mas te menti e isso, pra mim, é imperdoável. De qualquer forma, quero te pedir perdão e qualquer caminho que você quiser seguir, eu vou concordar."
Demos a partida no carro e voltamos pra casa. Foi a última noite que dormimos juntos. mesma cama.
No dia seguinte fui sozinha pro colégio, nem sei como consegui prestar atenção nas aulas. Me sentia um lixo. No meio-dia voltei e encontrei a Mirta, desabei a chorar. Não sabia o que ia fazer, o que podia fazer. Como ia contar pra minha mãe que ia acabar igual a ela?
Foi uma decepção enorme. Mirta, não sei como (depois fiquei sabendo), já sabia o que tava rolando, tentou me consolar, mas não conseguia, pra mim foi horrível.
Mesmo eu tendo me comportado mal por causa do encontro com o Sergio, o que ele fez foi errado, muito errado.
Tava nessa, chorando, quando apareceu o Ginno. Me abraçou e me levou pra sala. Ele foi o primeiro a saber o que o filho dele fez e tava indignado. Dava pra ver nas primeiras palavras de consolo, ele me dizia pra não desesperar. Ele tinha tomado uma decisão, e não me contou. Mas me disse: fica tranquila (eles falam "tranquila") que eu cuido pra você ter uma família como sempre me falou.
Eu tava cheia de raiva e dor. Amava o Robertino, mas ele tinha me decepcionado. Por outro lado, eu também tinha falhado com ele, mas acho que o que ele fez foi pior. A gente sempre pensa que a culpa é do outro e a nossa é leve, mas acho que foi assim mesmo.
Aquela tarde foi muito ruim pra mim. Arrumei umas malas com minhas coisas e depois me joguei na cama. Dormi um pouco e lá pelas 7 da noite levantei. Ginno tava na sala. Me olhou e disse: tá mais tranquila? E eu falei que não, que ainda sentia coisas que não tinham me agradado e que não sabia como resolver o problema.
Bom, ele disse, vamos fazer uma coisa. Primeiro, vou te contar o que decidi. O Robertino vai comigo pra Europa. Ele vai se divorciar de você, porque o que ele fez é imperdoável. Acho que isso é o primeiro que precisa resolver e, claro, você deve concordar. Segundo, esta casa é sua desde o momento do divórcio e as despesas vão por minha conta, já que pretendo voltar daqui a seis meses e quero ficar aqui. Você e eu vamos continuar sendo família e o Robertino vai trabalhar na Itália. O termina os estudos de Arquitetura antes do fim do ano e o diploma de Arquiteto vai ser entregue nos primeiros 10 dias de janeiro. Na Itália, ele vai começar a cuidar dos vinhedos e a gente vai abrir uma construtora na Lombardia pra ele desenvolver as habilidades dele.
Você vai ficar responsável pelos meus negócios no Uruguai, o sítio e a construtora. Já falei com o Sergio e vamos contratar um Arquiteto pra cuidar dos projetos e botar o negócio pra rodar. Disso você cuida. No sítio tem o Pablo, que você conhece bem, e ele vai te orientar. Ele vai todo fim de semana e você pode ir junto quando quiser. Você e eu continuamos sendo família, como eu te falei, e eu volto em julho de 2019 pra passar seis meses aqui e ver como você foi indo. Combinado?
Olhei nos olhos dele, bem azuis que ele tinha, e falei: "Você é louco? Cê acha que eu dou conta de tudo isso? Cê acha certo eu aceitar esse desafio?"
A resposta foi clara e direta. "Como eu te falei, somos você e eu família, e qualquer dúvida você me consulta. Não se preocupa que o negócio vai continuar funcionando e, melhor ainda, com você no comando."
Eram oito e meia da noite e o Ginno me convidou pra um copo de vinho. Ele disse: "Pra selar nosso pacto, vamos tomar um vinho juntos, no estilo italiano." Os olhos azuis claros dele brilhavam quando ele me entregou o copo com o vinho dele. Dei um gole, eu não tava acostumada a beber vinho, mas amei.
A gente conversou sobre alguma coisa que surgiu na hora, mas sem nada a ver com o assunto anterior.
Fui na cozinha e vi que a Mirta tinha deixado uma tábua de frios pra jantar e trouxe. Tomamos dois copos de vinho, comemos um pouco da tábua e o Ginno me perguntou: "O que cê acha do acordo?"
"É um acordo ou você faz isso porque somos família, mesmo que eu me divorcie do Robertino?"
"Você tem razão, foi infeliz essa palavra 'acordo'. Cê gostou da ideia da nova organização?"
Falei: "Bom, vou ver se tô preparada pra esse desafio e espero não te decepcionar."
"Não vai, vai dar tudo certo. Sempre pode contar comigo.
A gente se deu um beijo na bochecha, se abraçou e cada um foi pro seu quarto dormir.
No outro dia, acordei cedo e fui rápido pro colégio, porque tinha que entregar um trabalho. Os cursos do ano terminavam em 10 dias e eu precisava apresentar uma tese em fevereiro pra me formar.
Ao meio-dia, voltei e sentei na cozinha com a Mirta. Ela realmente foi e é uma grande amiga. Era igual a mim, não muito alta, a gente media a mesma altura, 1,62, e ela tinha um corpo bonito. Contei o que tinha acontecido e ela não conseguia acreditar. O que ela achou certo e de acordo com o que pensava foi o comportamento do Ginno. Ela disse: "Ele é um cavalheiro e vai fazer de tudo pra te proteger. Espero que seja assim. Ele tá aqui agora?" "Não", respondeu a Mirta. "Ele foi embora umas onze horas e disse que voltava às quatro, mais ou menos." A gente terminou de almoçar juntas e ela foi embora.
Me joguei na cama e acabei dormindo. Daqui a pouco, acordei meio assustada com um barulhinho. Olhei o telefone e eram cinco e meia da tarde. Levantei da cama (tinha deitado vestida) e saí do quarto. O Ginno tava na sala e disse: "Boa tarde, gostosa. Como você tá hoje?" "Bem", respondi. "E o Robertino? Sabe onde ele tá?" "Sim, num apartamento que tenho perto do aeroporto. Você vai ver ele daqui a uns dias no tribunal, quando resolverem o divórcio. Se quiser, vocês se despedem lá, ou talvez não, e depois se vejam de novo. Nunca se sabe." Sentei num dos sofás e ele sentou no mesmo, do meu lado. "Falta uma coisa pra resolver com você, e é o assunto de você querer ter um filho. Isso é complicado. Ainda somos família e o herdeiro devia ser da família. Perguntei ao Robertino se ele guardou o sêmen dele pra poder ter filhos, e ele disse que não, então não sei como fazer, ou melhor, não sei como propor isso." Ele tava do meu lado e pegou minhas mãos. Olhou nos meus olhos e disse que tava muito atraído por mim. E que fazia dias que queria me beijar. Virei o rosto e olhei pra ele, e assim que fiz isso, ele segurou meu rosto e me deu um beijo. Beijo terrível na boca. Eu olhei pra ele meio estranhada e logo veio outro e outro, e ele não parava de me beijar e de me acariciar, tanto que me excitou e eu comecei a responder, acho que sem querer. Ele me pegou pela mão e fomos pro quarto dele. Começou a me beijar ali em pé no quarto e a me acariciar por todo lado, foi tirando a pouca roupa que eu tinha, tava calor. Fiquei só de fio dental e ele continuava me beijando. De repente me levantou e me levou pra cama dele. Eu tava com os olhos arregalados e ele seguiu me beijando e tocando meu corpo. Me beijou os peitos, a barriga, tirou meu fio dental e me beijou os lábios da buceta. Eu entrei num estado de excitação enorme e ele começou a me chupar o clitóris. Sensação do caralho, comecei a ter orgasmos enormes e a gemer que nem uma louca. De repente passou, ele tirou a roupa e o pau dele ficou à mostra. Era grosso e tinha uma cabeça igual a de um cogumelo. Maior que o corpo. Ele perguntou: "cê curte um 69?", eu falei: "bora, vamos nessa". Ele deitou de barriga pra cima na cama e eu fiquei por cima dele. A gente se chupou mutuamente as partes e de repente ele me virou de lado e disse: "vou tentar realizar seu desejo com sangue italiano e de família", e montou em cima de mim e começou a enfiar aquela cabeçona dentro de mim. Deu várias bombadas, me beijava e de vez em quando ficava parado, sempre dentro de mim. Ele pediu pra eu virar e se colocou atrás de mim, me penetrou de novo e ficamos tipo colherzinha, e ele começou a bombar enquanto me beijava a nuca. De repente eu virei o rosto e a gente se deu um beijo na boca mortal e eu senti ele gozar dentro de mim. Fazia tempo que não sentia aquela sensação de ter a buceta cheia e quente. Ele ficou grudado em mim um tempão, com o pau cabeçudo lá dentro. Eu me sentia toda molhada e muito excitada e tremendo. Ele me beijou várias vezes e devagar foi tirando o pau até sair por completo. Aí me deu uns tapas nos lábios da buceta e disse: "se Deus quiser, você vai ter um filho logo". Olhei pra ele e perguntei: "isso você faz por causa do Robertino?" Não, meu Amor, faço isso por você e por mim. Você me enlouqueceu no dia em que te vi.
Faltavam vinte dias para 10 de janeiro, data em que ele iria embora, e não todas as noites, mas acho que transamos umas 6 vezes antes de ele partir. No dia 23 de dezembro fiz um teste de gravidez e vi que estava prenha.
No dia 25 de manhã, antes do almoço de Natal, contei pra ele e ele ficou fascinado. Eu volto em julho e vou ver o bebê nascer.
No dia 3 de janeiro de 2019, nos encontramos todos no tribunal e o divórcio foi finalizado. Robertino não me olhava, sempre com vergonha, olhando para baixo. Quando estávamos saindo, dei um beijo na bochecha dele e desejei boa sorte. Nunca mais o vi.
A gente ficou lá olhando o mar e ele sempre com o braço no meu ombro. Mirta nos chamou, e fomos pra mesa. Mirta serviu o almoço e disse: "Sr. Ginno, a Paula estava com vontade de conhecer o senhor." "E eu também", ele disse, "de conhecer ela." "Você acha ela bonita, Mirta?" "Sim", disse Mirta, "e o filho dela está muito apaixonado por ela." "Muito bem", disse Ginno, e Mirta foi embora. Enquanto comíamos, ele me diz: "Tino me contou umas coisas sobre você, mas eu queria que você mesma me contasse da sua vida, mais ou menos, pra eu saber de você." Quando eu ia começar a falar, ele diz: "Agora não, depois. Eu trabalho aqui de manhã, quase sempre com o Sérgio, você conhece ele", e eu respondi que sim, sem levantar o olho do prato. "Depois, ao meio-dia, almoço, durmo uns minutos, não mais que meia hora, e depois fico por aqui e às vezes saio pra caminhar pela orla. Como sei que você estuda de manhã e fica aqui à tarde, a gente tem tempo de conversar bastante." Continuamos comendo e nisso Mirta volta com a sobremesa, e eu digo: "Você fica com a gente pra comer a sobremesa?" E ela ficou toda vermelha. "Ginno", ela disse, "que ideia boa a sua, me parece que você é boa pessoa." "Sim, fica Mirta com a gente."
A gente ficou conversando um pouco, depois Mirta levantou, eu fui no banheiro e depois sentamos no terraço, onde tava bem frio, mas ele queria ver o mar, então eu fui junto, bem agasalhada. Depois de um tempo, entramos na sala, Mirta veio se despedir e foi embora.
Aí começamos a conversar e ele a me perguntar sobre mim. Contei algumas verdades e outras não. Por exemplo, nunca contei a parada do meu tio, óbvio que não devia contar. Contei o que tinha rolado com a minha mãe, quando meus avós descobriram que ela tava grávida, e que expulsaram ela de casa, e que ela me teve num hospital e me criou num barraco onde morei até o Robertino me levar pra casa dele. Contei como conheci o Robertino. Inventei que o tio tinha dado pra minha mãe o que os... Meus avós tiraram ele, quer dizer, parte da loja de ferragens, enfim, mais ou menos contei minha vida pra ele. Ele me escutava com atenção e me olhava o tempo todo. "Brava, sua vida", ele disse. "Tino me falou que você tá estudando, coisa boa pra poder trabalhar na família", ele disse. "Bom, sim", eu falei, "minha ideia é acompanhar minha mãe e ajudar ela no negócio dela." "Acho ótimo", ele disse, "mas sabe que pode trabalhar com a gente também." "Massa demais", eu falei. A gente tava nessa quando entraram Robertino, Sergio e Pablo. E aí se abraçaram todo mundo com o Ginno e a gente começou a conversar junto. Ficamos assim até o fim da tarde, quando Pablo e Sergio foram embora, e eu fui no banheiro. Quando voltei, me chamaram pra sair pra jantar, e eu respondi: "Não, vai você com seu pai, conversem de boa que eu tô meio cansada e amanhã tenho que sair cedo." Eles foram e nem senti que horas voltaram. Dormi profundamente. E o tempo foi passando, e os dias, as semanas, diria até os meses. Nesse período comecei a conhecer melhor meu sogrão, um cara realmente encantador, exatamente como a Mirta tinha me falado. Além disso, e isso a gente comentou com a Mirta, ele tem um sex appeal danado, o que deixa ele ainda mais interessante. Durante esse tempo continuei transando com o Robertino, mas não consigo fazer ele ir no médico. Ele me disse pra não contar pro pai que ele, na hora dele, ia se tratar. Por outro lado, eu passava mais tempo com o Ginno do que com o Robertino, como eu disse, todas as tardes a gente passava junto. Um gênio o senhor, me ajudou pra caralho no que eu tava estudando, na real ele era um empresário de sucesso, e meus trabalhos sempre passaram a ter notas boas. No começo de fevereiro de 2019 eu terminava e podia ajudar minha mãe. Falando nisso, fomos um par de vezes com meu sogrão na loja de ferragens da minha mãe e do meu tio, e um dia nos convidaram todo mundo pra comer um churrasco na casa deles em Solymar. A verdade é que eu me divertia, mesmo tendo sempre na cabeça a vontade de ter uma família um pouco maior, mesmo que fosse um filho, mas isso não acontecia. No dia do churrasco, meu tio chegou perto de mim e falou no meu ouvido: "Você tem que tomar cuidado com seu sogro, porque ele parece meio pistola." Eu ri e falei: "Sabe de uma coisa? Ele é melhor que você, me faz sentir que tenho um pai. Me ajuda, me dá conselhos, enfim, me acompanha, é uma grande pessoa."
Chegamos em dezembro e eu sabia que em janeiro, na primeira semana, o pai dele ia embora. Então encarei o Robertino: "Se você não for ao médico e eu não descobrir qual é o problema, eu falo com seu pai antes dele ir embora."
Robertino ficou puto comigo e disse que eu não confiava nele. Falei: "Faz mais de seis meses que a gente casou, já fizemos de tudo e eu não engravido, e você sabe que quero ter um filho seu. Não é que eu não te ame, mas não entendo que dificuldade é pra você ir ao médico e perguntar o que tem."
Então ele me prometeu: "Amanhã vou ao médico e depois te conto." Acho que fiz o melhor. Não aceito mentiras. Prefiro voltar ao que era, até ir morar com minha mãe, mesmo com o tio, do que continuar nessa incerteza. Eu sei que às vezes fico meio chata, mas já se passaram seis meses e nada. O que houve? Casei com um eunuco? Ele não me contou? A verdade é que já tava meio indignada. Os outros ao redor, Ginno, Mirta, Sergio e Pablo, eram todos uns amores, mas o Robertino não me parecia sincero. Ficou muito tempo enrolando e não resolveu o problema. Talvez eu seja chata demais, mas minha vida não foi fácil e tive a sorte de chegar até aqui por pedido dele. Eu tinha depositado todas as minhas esperanças em formar uma família, coisa que minha mãe não conseguiu, e agora acontecia isso. Bom, dei crédito e esperei que no dia seguinte ele me dissesse o que tinha.
No outro dia, ele chegou mais tarde que o normal e falou: "Depois a gente conversa, deixa que tenho que falar algo com meu pai." Eles se trancaram no quarto do Ginno e ficaram uns meia hora conversando. Depois ele saiu e disse: "Pau, que tal a gente sair pra jantar só nós dois?" E eu falei que sim. Você vai Falar sobre o que a gente falou? Sim, tenho a resposta.
Saímos, fomos no LaVaca, um restaurante bonito que eu nunca tinha ido e era muito bom. Só tinha pratos com carne, que eu adorava. Pedi um olho de bife que tava delicioso e o Robertino pediu entraña trançada, que parecia muito boa.
Começamos a comer e, nada, não falávamos sobre aquilo. Ele me contava coisas banais que já tínhamos conversado, relembramos coisas do passado. Na hora de sair, falei: "Não vai me dizer nada?" Ele disse: "Vou sim, espera um momento." Subimos no carro e ele foi até o Yacht Club em Montevidéu e estacionamos olhando o mar. Não dava pra ver nada porque era noite. Só que, com as janelas do carro abertas, sentíamos a brisa fresca do mar.
Olhei pra ele e ele disse: "Bom, vou te contar a minha verdade. Você tem todo direito de reclamar e de estar certa no que disser. Acho que fiz algo sem pensar e acabei te enganando. Acontece que quando minha mãe morreu, sofri demais. Então pensei: 'Não vou deixar que meus filhos passem pelo mesmo' e fiz uma vasectomia. É uma operação que impede que eu ejacule, mas me permite gozar como qualquer homem. A verdade é que eu menti pra você, fui um babaca contigo e estou disposto ao que você decidir. De qualquer forma, você será compensada."
Eu olhei pra ele e comecei a chorar. Não conseguia parar de chorar. "Robertino, casei com você sem saber quem você era, nem se era uma pessoa rica ou não. Nunca te perguntei isso, me apaixonei por você e te falei desde o primeiro momento que queria formar uma família cheia de filhos. Você nunca disse não pra isso e escondeu tudo de mim. Não consigo parar de chorar. Entendo o que você sofreu, mas não é razoável o que fez."
Ele disse: "Fui no médico pra saber se isso dava pra reverter e ele disse que não. Eu também fiquei mal, mas te menti e isso, pra mim, é imperdoável. De qualquer forma, quero te pedir perdão e qualquer caminho que você quiser seguir, eu vou concordar."
Demos a partida no carro e voltamos pra casa. Foi a última noite que dormimos juntos. mesma cama.
No dia seguinte fui sozinha pro colégio, nem sei como consegui prestar atenção nas aulas. Me sentia um lixo. No meio-dia voltei e encontrei a Mirta, desabei a chorar. Não sabia o que ia fazer, o que podia fazer. Como ia contar pra minha mãe que ia acabar igual a ela?
Foi uma decepção enorme. Mirta, não sei como (depois fiquei sabendo), já sabia o que tava rolando, tentou me consolar, mas não conseguia, pra mim foi horrível.
Mesmo eu tendo me comportado mal por causa do encontro com o Sergio, o que ele fez foi errado, muito errado.
Tava nessa, chorando, quando apareceu o Ginno. Me abraçou e me levou pra sala. Ele foi o primeiro a saber o que o filho dele fez e tava indignado. Dava pra ver nas primeiras palavras de consolo, ele me dizia pra não desesperar. Ele tinha tomado uma decisão, e não me contou. Mas me disse: fica tranquila (eles falam "tranquila") que eu cuido pra você ter uma família como sempre me falou.
Eu tava cheia de raiva e dor. Amava o Robertino, mas ele tinha me decepcionado. Por outro lado, eu também tinha falhado com ele, mas acho que o que ele fez foi pior. A gente sempre pensa que a culpa é do outro e a nossa é leve, mas acho que foi assim mesmo.
Aquela tarde foi muito ruim pra mim. Arrumei umas malas com minhas coisas e depois me joguei na cama. Dormi um pouco e lá pelas 7 da noite levantei. Ginno tava na sala. Me olhou e disse: tá mais tranquila? E eu falei que não, que ainda sentia coisas que não tinham me agradado e que não sabia como resolver o problema.
Bom, ele disse, vamos fazer uma coisa. Primeiro, vou te contar o que decidi. O Robertino vai comigo pra Europa. Ele vai se divorciar de você, porque o que ele fez é imperdoável. Acho que isso é o primeiro que precisa resolver e, claro, você deve concordar. Segundo, esta casa é sua desde o momento do divórcio e as despesas vão por minha conta, já que pretendo voltar daqui a seis meses e quero ficar aqui. Você e eu vamos continuar sendo família e o Robertino vai trabalhar na Itália. O termina os estudos de Arquitetura antes do fim do ano e o diploma de Arquiteto vai ser entregue nos primeiros 10 dias de janeiro. Na Itália, ele vai começar a cuidar dos vinhedos e a gente vai abrir uma construtora na Lombardia pra ele desenvolver as habilidades dele.
Você vai ficar responsável pelos meus negócios no Uruguai, o sítio e a construtora. Já falei com o Sergio e vamos contratar um Arquiteto pra cuidar dos projetos e botar o negócio pra rodar. Disso você cuida. No sítio tem o Pablo, que você conhece bem, e ele vai te orientar. Ele vai todo fim de semana e você pode ir junto quando quiser. Você e eu continuamos sendo família, como eu te falei, e eu volto em julho de 2019 pra passar seis meses aqui e ver como você foi indo. Combinado?
Olhei nos olhos dele, bem azuis que ele tinha, e falei: "Você é louco? Cê acha que eu dou conta de tudo isso? Cê acha certo eu aceitar esse desafio?"
A resposta foi clara e direta. "Como eu te falei, somos você e eu família, e qualquer dúvida você me consulta. Não se preocupa que o negócio vai continuar funcionando e, melhor ainda, com você no comando."
Eram oito e meia da noite e o Ginno me convidou pra um copo de vinho. Ele disse: "Pra selar nosso pacto, vamos tomar um vinho juntos, no estilo italiano." Os olhos azuis claros dele brilhavam quando ele me entregou o copo com o vinho dele. Dei um gole, eu não tava acostumada a beber vinho, mas amei.
A gente conversou sobre alguma coisa que surgiu na hora, mas sem nada a ver com o assunto anterior.
Fui na cozinha e vi que a Mirta tinha deixado uma tábua de frios pra jantar e trouxe. Tomamos dois copos de vinho, comemos um pouco da tábua e o Ginno me perguntou: "O que cê acha do acordo?"
"É um acordo ou você faz isso porque somos família, mesmo que eu me divorcie do Robertino?"
"Você tem razão, foi infeliz essa palavra 'acordo'. Cê gostou da ideia da nova organização?"
Falei: "Bom, vou ver se tô preparada pra esse desafio e espero não te decepcionar."
"Não vai, vai dar tudo certo. Sempre pode contar comigo.
A gente se deu um beijo na bochecha, se abraçou e cada um foi pro seu quarto dormir.
No outro dia, acordei cedo e fui rápido pro colégio, porque tinha que entregar um trabalho. Os cursos do ano terminavam em 10 dias e eu precisava apresentar uma tese em fevereiro pra me formar.
Ao meio-dia, voltei e sentei na cozinha com a Mirta. Ela realmente foi e é uma grande amiga. Era igual a mim, não muito alta, a gente media a mesma altura, 1,62, e ela tinha um corpo bonito. Contei o que tinha acontecido e ela não conseguia acreditar. O que ela achou certo e de acordo com o que pensava foi o comportamento do Ginno. Ela disse: "Ele é um cavalheiro e vai fazer de tudo pra te proteger. Espero que seja assim. Ele tá aqui agora?" "Não", respondeu a Mirta. "Ele foi embora umas onze horas e disse que voltava às quatro, mais ou menos." A gente terminou de almoçar juntas e ela foi embora.
Me joguei na cama e acabei dormindo. Daqui a pouco, acordei meio assustada com um barulhinho. Olhei o telefone e eram cinco e meia da tarde. Levantei da cama (tinha deitado vestida) e saí do quarto. O Ginno tava na sala e disse: "Boa tarde, gostosa. Como você tá hoje?" "Bem", respondi. "E o Robertino? Sabe onde ele tá?" "Sim, num apartamento que tenho perto do aeroporto. Você vai ver ele daqui a uns dias no tribunal, quando resolverem o divórcio. Se quiser, vocês se despedem lá, ou talvez não, e depois se vejam de novo. Nunca se sabe." Sentei num dos sofás e ele sentou no mesmo, do meu lado. "Falta uma coisa pra resolver com você, e é o assunto de você querer ter um filho. Isso é complicado. Ainda somos família e o herdeiro devia ser da família. Perguntei ao Robertino se ele guardou o sêmen dele pra poder ter filhos, e ele disse que não, então não sei como fazer, ou melhor, não sei como propor isso." Ele tava do meu lado e pegou minhas mãos. Olhou nos meus olhos e disse que tava muito atraído por mim. E que fazia dias que queria me beijar. Virei o rosto e olhei pra ele, e assim que fiz isso, ele segurou meu rosto e me deu um beijo. Beijo terrível na boca. Eu olhei pra ele meio estranhada e logo veio outro e outro, e ele não parava de me beijar e de me acariciar, tanto que me excitou e eu comecei a responder, acho que sem querer. Ele me pegou pela mão e fomos pro quarto dele. Começou a me beijar ali em pé no quarto e a me acariciar por todo lado, foi tirando a pouca roupa que eu tinha, tava calor. Fiquei só de fio dental e ele continuava me beijando. De repente me levantou e me levou pra cama dele. Eu tava com os olhos arregalados e ele seguiu me beijando e tocando meu corpo. Me beijou os peitos, a barriga, tirou meu fio dental e me beijou os lábios da buceta. Eu entrei num estado de excitação enorme e ele começou a me chupar o clitóris. Sensação do caralho, comecei a ter orgasmos enormes e a gemer que nem uma louca. De repente passou, ele tirou a roupa e o pau dele ficou à mostra. Era grosso e tinha uma cabeça igual a de um cogumelo. Maior que o corpo. Ele perguntou: "cê curte um 69?", eu falei: "bora, vamos nessa". Ele deitou de barriga pra cima na cama e eu fiquei por cima dele. A gente se chupou mutuamente as partes e de repente ele me virou de lado e disse: "vou tentar realizar seu desejo com sangue italiano e de família", e montou em cima de mim e começou a enfiar aquela cabeçona dentro de mim. Deu várias bombadas, me beijava e de vez em quando ficava parado, sempre dentro de mim. Ele pediu pra eu virar e se colocou atrás de mim, me penetrou de novo e ficamos tipo colherzinha, e ele começou a bombar enquanto me beijava a nuca. De repente eu virei o rosto e a gente se deu um beijo na boca mortal e eu senti ele gozar dentro de mim. Fazia tempo que não sentia aquela sensação de ter a buceta cheia e quente. Ele ficou grudado em mim um tempão, com o pau cabeçudo lá dentro. Eu me sentia toda molhada e muito excitada e tremendo. Ele me beijou várias vezes e devagar foi tirando o pau até sair por completo. Aí me deu uns tapas nos lábios da buceta e disse: "se Deus quiser, você vai ter um filho logo". Olhei pra ele e perguntei: "isso você faz por causa do Robertino?" Não, meu Amor, faço isso por você e por mim. Você me enlouqueceu no dia em que te vi.
Faltavam vinte dias para 10 de janeiro, data em que ele iria embora, e não todas as noites, mas acho que transamos umas 6 vezes antes de ele partir. No dia 23 de dezembro fiz um teste de gravidez e vi que estava prenha.
No dia 25 de manhã, antes do almoço de Natal, contei pra ele e ele ficou fascinado. Eu volto em julho e vou ver o bebê nascer.
No dia 3 de janeiro de 2019, nos encontramos todos no tribunal e o divórcio foi finalizado. Robertino não me olhava, sempre com vergonha, olhando para baixo. Quando estávamos saindo, dei um beijo na bochecha dele e desejei boa sorte. Nunca mais o vi.
1 comentários - Depois do casamento