Finalmente criei coragem pra escrever isso, e é uma forma de desabafar. Acho que errei, e os motivos também são errados. Quero dar um pouco de contexto, e bom, no final sempre tem o outro lado da moeda antes de julgar. Trabalho na mesma equipe que meu marido, nós dois já somos adultos, temos quarenta e poucos anos, adultos em resumo. Dentro da equipe, somos os mais velhos, então a convivência é meio estranha, tem uma ou duas gerações de diferença, e as piadas e conversas são esquisitas às vezes.
Bom, um dia descobri que meu marido mandou mensagens pra outra garota, mensagens onde ele dava em cima dela. E embora a garota tenha cortado ele, rejeitado, a forma como ele falou do nosso casamento me fez sentir muito mal. Não quero escrever o que ele disse ou mencionou no chat porque a verdade é que me faz mal. No final, fiquei sabendo por uma amiga em comum, e só de pensar que mais gente poderia saber, embora tenham me prometido que ninguém mais sabe, e acredito, porque desde então fiquei reparando como falavam comigo e me olhavam.
Foram dias muito difíceis, não sabia se enfrentava ou não. Senti muita raiva e tristeza, apesar de eu e ele nos darmos muito bem. Talvez ele só não pensasse aquilo de verdade, e fosse o jeito dele de se aproximar daquela garota. Mesmo assim, a intenção dele me dá muita raiva.
Bom, como o trabalho não parava, pelo menos me distraía, e pensei: por que alguém mais jovem? Me olhei e disse: bom, não invejo nada de uma garota. Sou meio gordinha, peitos médios, quadril largo, muita bunda — não gosto de ter tanto quadril, mas pra alguns é grotesco. Bom, sou assim e acho que tenho meu valor. Mas voltando ao trabalho, desculpa se enrolei demais, é que não costumo escrever esse tipo de coisa.
Tive que fazer mais equipe com um garoto 20 anos mais novo que eu, justamente. E comecei a olhar mais pra ele, tentando descobrir exatamente isso. E logo percebi que ele era mais jovial, mais fresco, me lembrava de quando eu era mais jovem e sei lá, fomos nos aproximando mais. Amigos, a gente já contava coisas mais pessoais e às vezes ele me fazia rir com as piadas dele.
Bom, o tempo passou, mas eu continuava sentindo raiva, porque a primeira decisão errada foi ir com ele pra uma conferência em outro país, já que a gente tem uma bolsa de trabalho. Não quero entrar em detalhes, mas nossa empresa errou e não fez a reserva do hotel direito pra ele, e o problema não deu pra resolver naquele dia, então o hotel deixou ele ficar no meu quarto, e ele teve que pagar do próprio bolso. Óbvio que a gente não contou pra ninguém, porque senão as despesas com a empresa iam complicar, e eu não podia falar pro meu marido.
Pois é, aquela noite foi estranha, a gente se sentiu esquisito, mas deu certo: ele dormiu no chão, eu na cama.
No outro dia, fomos pra conferência, almoçamos juntos, fomos passear e chegamos exaustos, só jantamos algo leve. Assim se passaram uns 3 dias, e numa noite, conversando sobre várias coisas, perguntei se ele sentia falta da namorada. Ele disse que sim, que precisava dela, e a gente riu. Perguntei por quê — acho que foi meu inconsciente —, ele disse que tinha necessidades e, bom, a gente riu de novo, talvez de nervoso. Eu sempre fui meio aberta e não me assusto com essas coisas, então falei que se ele quisesse, podia ir no banheiro resolver as dele. Notei que ele ficou vermelho e a gente mudou de assunto.
No dia seguinte, de manhã, olhei pra ele ali no chão e vi que tava com uma ereção daquelas, marcava tudo, um belo instrumento pelo menos ali no pijama dele. Eu me deitei de novo e fingi que não vi nada, mas fiquei excitada de ver aquilo. Naquele dia, no café da manhã, a gente conversou normal, e ele me perguntou se eu sentia falta do meu marido. Respondi que sim, que precisava dele, e a gente riu igual na noite anterior, mas ele, em vez de falar que eu podia ir no banheiro, disse que podia fechar os olhos. Eu ri de nervoso, falei que ele ia trapacear e me olhar, ele disse que bom, talvez se fizesse barulho, daria uma espiada. Falei que não era barulhenta, que na verdade eu me reprimia, não sabia por quê, e perguntei se ele Ele era barulhento e me disse que não, e aí o assunto ficou meio estranho. Naquele dia, por mais estranho que pareça — e bom, não tão estranho —, quando atravessei a rua, senti o olhar dele na minha bunda e acho que ele deu um passo pra me olhar, mas segundos depois ouvi um baque e uma bicicleta bateu nele. Ficamos lá até os dois se recuperarem do tombo e não teve mais problema; a gente foi pra conferência e o outro cara seguiu o caminho dele. Só que ele tinha um galo forte na coxa, nada grave, mas fazia ele mancar. À noite, ele reclamava muito, e eu sempre tive coração de frango, então falei pra ele dormir em cima. Ele recusou, mas depois de uns minutos perguntou se ainda podia subir. Falei que sim e fiquei com remorso, mas lá em cima senti que a gente tava meio desconfortável ou muito excitado; eu já tava me sentindo molhada. Perguntei se ele ainda tava acordado e ele disse que sim, que ainda não tinha passado o incômodo. Mais ou menos lembro do que a gente conversou. — E se você sente falta da sua namorada, é porque ficavam muito tempo juntos, né? — perguntei. — É, bom, durante a semana a gente se vê e, cê sabe, tem que aliviar o estresse, hahaha. — Haha, já já, imagino. E alivia muito? — Sim, várias vezes, haha. — Quando a gente é jovem, dá pra fazer várias vezes. — O que cê tá falando, se você é jovem. — Não diga, já não sou mais uma mocinha. — Que nada, mas pra homem é mais complicado; vocês só recebem. — Hahah, isso é verdade, mas a gente precisa de mais excitação, de ser mais trabalhada. — Bom, pra ser sincero com você, não sei se aguentaria com você; capaz de você ter que trabalhar seu amigo, hahaha. — Por que cê diz isso? — Isso, não, nada, desculpa, não quis ofender. — Não, não, fala sério, me conta. — Bom, é que você é uma gostosa, Mari, verdade, não sei se eu aguentaria. — Uai, não me diga que agora você não daria conta, hahaha. — É, bom, de dar conta, dar, dá, mas não sei por quanto tempo, hahaha. — Bom, mas você pode várias vezes, senão, como eu te falei, sempre dá pra fazer várias coisas. — Tipo o quê? — Ah, não me diga que você não sabe agora. — Bom, sim, poderia te comer toda, hahaha. — Já cala a boca, homem. Se você Dissesse que meu marido não gosta de fazer oral em mim
— Não fala, Mari, sério? Nada, não acredito
— Sim, sério, você sabe como ele é exagerado com algumas coisas, bom, essa é uma delas
— Puxa, então faz tempo que você não recebe um oral
— Pois é, que pena, melhor a gente dormir
— Uai, olha só, eu já ia me fazer de bonzinho pra você
— Haha, que gentil, mas você nem me mostrou com o que vai continuar
— Então vou te mostrar
Nesse ponto, eu já tava a mil e ele também, a gente virou de frente, ele pegou meu rosto e a gente se beijou tão gostoso, com paixão, com vontade, a mão dele, porque a gente tava de lado, começou a apalpar minha bunda, massageando, apertando bem gostoso, eu procurei o pau dele até sentir e parei uns segundos, senti ele generoso, grosso e só apertei e me molhei mais, senti um calor forte em mim que me fez parar os beijos como entre suspiros, me levantei no escuro e me coloquei no meio das pernas dele, falei pra ele acender o abajur e com meia luz eu baixei a pijama dele e pude ver o pau dele pular, lubrificado da cabeça, grosso, moreno, comprido, muito gostoso, não era bonito, na verdade, era mais de uma besta, cheio de veias, grosso, mas isso me esquentou muito e, embora eu quisesse que ele comesse minha buceta, não consegui evitar me jogar e pegar com minha mão aquela coisa que mal fechava na minha mão, tenho mãos pequenas, mas mesmo assim era grosso pra quem eu conhecia, e chupei aquela cabeça, chupava o melhor que podia e, pra minha surpresa, tinha aquele gosto de pinto, de porra, com certeza ele tinha se masturbado, não sei, mas era esse o cheiro e isso me deixou uma puta.
Desculpem, pra alguém deve ser nojento, mas pra mim naquele momento foi muito excitante, ele me pegou pelo cabelo entre os dedos e me empurrava, eu só recebia abrindo minha boca, e nunca tinha tido um pau daquele na minha boca e, mesmo não entrando tudo, já tinha a boca cheia, mesmo quando chegava até minha garganta. Depois de minutos de ânsia, algumas lágrimas, gemidos dele e meus gemidos, senti o pau dele começar a pulsar, aquele pedaço de carne começou a Soltar jatos de porra que quase me afogaram, recebi uns dois bem cheios na boca que tentei segurar e outros direto na cara, fortes. Só fechei os olhos e senti escorrendo grossos e densos, com aquele cheiro forte. Engoli o que já tinha e abri os olhos com dificuldade, e nós dois rimos cúmplices. Me limpei e levei ele até minha boca.
Ele se levantou, tirou o resto da roupa. Eu olhei pro corpo moreno dele, o pau dele escorrendo, e ele arrancou o que eu vestia até me deixar de calcinha. Eu só abri minhas pernas, e ele no meu cacheter de renda enfiou os dedos e abriu, rasgou. Senti uma mistura de raiva e adrenalina, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, a boca dele já estava nos meus lábios e a língua dele abrindo minha buceta. Dava pra sentir ele recolhendo minha umidade e ouvi quando passou pela garganta dele. Só fechei meus olhos. A língua dele pressionava meu clitóris, devagar, depois rodeava, ia de um lado pro outro, em círculos, movimentos estranhos, e depois chupou toda a minha buceta. Eu só apertei a cabeça dele com minhas coxas, e ele, lendo meus movimentos, afundou a língua mexendo dentro de mim. Eu abri as pernas automaticamente, peguei a cabeça dele e puxei mais pra perto, e de novo, como se lesse minha mente, a língua dele pressionava mais meu clitóris e daí mexia rápido. Senti os movimentos esquentando, queimando gostoso, e as mãos dele, que eu achava que estavam na cama, de repente senti nas minhas nádegas. Eu só levantei pra ele poder pegar, começou a amassar, enchia as mãos das minhas nádegas, apertava e separava. E naquele momento, com a língua dele louca em mim, eu gozei. Comecei a gemer, não consegui segurar, gemi pela primeira vez em muito tempo. E minhas pernas, ou minha cintura, ou as duas, começaram a tremer um pouco, e o desgraçado não parava. Eu mexia minha cintura e minhas mãos tentavam afastar ele, mas ele tava colado na minha buceta e continuava chupando e lambendo como se tivesse se alimentando, até que entre gemidos e depois de várias vezes eu falei que já chega. Que já deu, que parasse.
— Você tá uma delícia, Mari.
— Cala a boca, enfia em mim. Eu disse entre gemidos, já meio exausta.
Ele subiu até mim e começou a me beijar — eu com gosto de porra dele e ele com gosto de mim, um beijo delicioso. Depois desceu pelo meu pescoço e começou a chupar meus peitos, os bicos. As mãos dele massageavam meus seios e meus bicos duríssimos dentro da boca dele. Eu falava: "Vai logo, mete em mim, o que você está esperando?" E tentava puxar ele pra perto, quando de repente ele meteu. Soltei um gemido abafado, perdi a noção do tempo por uns segundos, e quando voltei a mim, sentia ele me comendo de missionário. Minhas pernas abertas de par em par, e eu só olhava pra baixo e via aquela pica entrando e saindo molhada de mim, enchendo minha buceta, e as bolas dele batendo na minha bunda molhada, porque cada vez que ele tirava, trazia meus sucos.
Ficou assim vários minutos me comendo gostoso. Eu parei ele e fui direto pra pica dele, chupar rápido. Tava meio branquinha de mim, daquela creminha, e chupei — não muito, só umas chupadas pra terminar de ficar de quatro. Ele me pegou pela cintura, senti ele apertar minha bunda e deu umas palmadas que me fizeram pular de susto — meu marido não me bate. Começou a me masturbar com o ferro dele, dava pra ouvir meus sucos e o pau dele brigando, e eu joguei a bunda pra trás e me enfiei gostoso. Comecei a rebolar em círculos, sentir o pau dele empurrando minhas paredes por dentro com meus movimentos, sentir minha bunda se mexendo e como dentro de mim eu me enchia daquele pedaço de carne até bem fundo. Ele se agarrou na minha bunda, apertando, e disse:
— Assim que eu queria te ter, Mari.
E começou a meter aquele pau com tudo, sentia a força dele em cada estocada me jogando pra frente nos lençóis, e eu ofegava cada vez mais, tentava rebolar mesmo com ele metendo forte e duro, repetia "isso, isso", e me agarrava no lençol por instinto até ele apertar minha bunda com força e começar a meter mais ritmado, com força, e senti ele gozar dentro de mim, quente e grosso, e ele grunhia a cada estocada. Eu falava pra ele: "me dá mais, mais, mais", e ele continuava enterrando mais e mais fundo, e eu gozei de novo, minhas pernas e braços fraquejaram e eu caí.
Ele se afastou pra um lado e eu fiquei de bruços por vários minutos até sentir ele começar a lamber minha bunda. Deus, sentia ele amassar, morder, lamber, e de repente ele separou e começou a comer meu cu. Eu fechei por instinto, ou apertei melhor dizendo, mas ele abriu minhas nádegas e senti a língua dele me lamber, depois foi abrindo caminho aos poucos, e eu tinha sensações novas. Me relaxei mais, meu coração queria pular pra fora mesmo com meu corpo parado. Os lábios dele, as mãos massageando, era um ritmo diferente, mais calmo. Os dedos dele entraram na minha buceta bem molhada, cheia de fluidos, e depois ele falou "relaxa" e eu senti os dedos dele. Mas eu tava tranquila, me assustei um pouco, mas não sei, tive confiança e me entreguei — essa é a palavra, me entreguei. Senti um dedo, depois outro no meu cu, ele dilatou, senti ele se mexer, subir um pouco em mim e sentir a cabeça dele na entrada do meu rabo. Ele falou: "vai ser devagar". Eu só disse que sim, mas na real soltei um gemido, e aos poucos senti ele entrando, forçando, e ouvi ele cuspir. Isso me fez sentir muito puta, verdade, suja, e foi o que provocou eu começar a sentir o tronco dele me abrindo. Senti uma dor gostosa, uma dor saborosa, que doía mas era delicioso, e assim mais e mais, devagar. Ele massageava gostoso minha bunda, e sem perceber eu tinha a pica toda dentro de mim. Tentei me mexer um pouco, mas tava ali empalada com aquela pica até sei lá onde dentro de mim. Levei meu braço pra trás, senti o pau dele se mexer e minha mão alcançou, e sobrava um pedaço do falo dele. Nisso ele se moveu pra trás e senti ele tirar algo meu e meter de novo, e doía, e de novo, doía mas era gostoso, e de novo empalada. Eu tentava me mexer um pouco mas não conseguia porque doía mais. Ele cuspiu de novo, e juro que sentia as veias dele no meu cu e como pulsava. Eu gemia e tava suando, e logo ele começou mais rápido, eu só... Consegui gritar no travesseiro, ele agarrado na minha bunda ou na minha cintura, não lembro, e eu recebendo dolorosamente, mas deliciosamente, aquele pau no meu cu virgem, até que recebi de novo o gozo dele no meu cu e tive uma sensação tipo vontade de ir ao banheiro, e outra sensação quando ele tirou o pau mole escorrendo dentro de mim.
Tentei levantar, mas não consegui, minhas pernas falharam e sentia uma ardência desconfortável. No fim, com um pouco de dificuldade, fui ao banheiro e estava um bagaço, toda escorrendo e já não sabia se era porra ou se eu tinha gozado. Depois me limpei e sangrei um pouco, mas parou rápido.
Só voltei pra cama, ele estava esperando pelado, com aquele pau sujo já mole na perna. Me aproximei e comecei a chupar, não endurecia.
— Vai ter que me dar um tempo, você me deixou acabado.
— Você me deixou também, e isso que a gente ia só se ver, haha.
Depois daquela vez, fizemos coisas que nunca pensei que faria, depois de ter sido tão conservadora. E ainda sinto arrependimento, mas o tesão falou mais alto e devo dizer que cada vez é mais difícil esconder do meu marido, mas também sinto uma raiva enorme.
Agora é com vocês julgarem.
Bom, um dia descobri que meu marido mandou mensagens pra outra garota, mensagens onde ele dava em cima dela. E embora a garota tenha cortado ele, rejeitado, a forma como ele falou do nosso casamento me fez sentir muito mal. Não quero escrever o que ele disse ou mencionou no chat porque a verdade é que me faz mal. No final, fiquei sabendo por uma amiga em comum, e só de pensar que mais gente poderia saber, embora tenham me prometido que ninguém mais sabe, e acredito, porque desde então fiquei reparando como falavam comigo e me olhavam.
Foram dias muito difíceis, não sabia se enfrentava ou não. Senti muita raiva e tristeza, apesar de eu e ele nos darmos muito bem. Talvez ele só não pensasse aquilo de verdade, e fosse o jeito dele de se aproximar daquela garota. Mesmo assim, a intenção dele me dá muita raiva.
Bom, como o trabalho não parava, pelo menos me distraía, e pensei: por que alguém mais jovem? Me olhei e disse: bom, não invejo nada de uma garota. Sou meio gordinha, peitos médios, quadril largo, muita bunda — não gosto de ter tanto quadril, mas pra alguns é grotesco. Bom, sou assim e acho que tenho meu valor. Mas voltando ao trabalho, desculpa se enrolei demais, é que não costumo escrever esse tipo de coisa.
Tive que fazer mais equipe com um garoto 20 anos mais novo que eu, justamente. E comecei a olhar mais pra ele, tentando descobrir exatamente isso. E logo percebi que ele era mais jovial, mais fresco, me lembrava de quando eu era mais jovem e sei lá, fomos nos aproximando mais. Amigos, a gente já contava coisas mais pessoais e às vezes ele me fazia rir com as piadas dele.
Bom, o tempo passou, mas eu continuava sentindo raiva, porque a primeira decisão errada foi ir com ele pra uma conferência em outro país, já que a gente tem uma bolsa de trabalho. Não quero entrar em detalhes, mas nossa empresa errou e não fez a reserva do hotel direito pra ele, e o problema não deu pra resolver naquele dia, então o hotel deixou ele ficar no meu quarto, e ele teve que pagar do próprio bolso. Óbvio que a gente não contou pra ninguém, porque senão as despesas com a empresa iam complicar, e eu não podia falar pro meu marido.
Pois é, aquela noite foi estranha, a gente se sentiu esquisito, mas deu certo: ele dormiu no chão, eu na cama.
No outro dia, fomos pra conferência, almoçamos juntos, fomos passear e chegamos exaustos, só jantamos algo leve. Assim se passaram uns 3 dias, e numa noite, conversando sobre várias coisas, perguntei se ele sentia falta da namorada. Ele disse que sim, que precisava dela, e a gente riu. Perguntei por quê — acho que foi meu inconsciente —, ele disse que tinha necessidades e, bom, a gente riu de novo, talvez de nervoso. Eu sempre fui meio aberta e não me assusto com essas coisas, então falei que se ele quisesse, podia ir no banheiro resolver as dele. Notei que ele ficou vermelho e a gente mudou de assunto.
No dia seguinte, de manhã, olhei pra ele ali no chão e vi que tava com uma ereção daquelas, marcava tudo, um belo instrumento pelo menos ali no pijama dele. Eu me deitei de novo e fingi que não vi nada, mas fiquei excitada de ver aquilo. Naquele dia, no café da manhã, a gente conversou normal, e ele me perguntou se eu sentia falta do meu marido. Respondi que sim, que precisava dele, e a gente riu igual na noite anterior, mas ele, em vez de falar que eu podia ir no banheiro, disse que podia fechar os olhos. Eu ri de nervoso, falei que ele ia trapacear e me olhar, ele disse que bom, talvez se fizesse barulho, daria uma espiada. Falei que não era barulhenta, que na verdade eu me reprimia, não sabia por quê, e perguntei se ele Ele era barulhento e me disse que não, e aí o assunto ficou meio estranho. Naquele dia, por mais estranho que pareça — e bom, não tão estranho —, quando atravessei a rua, senti o olhar dele na minha bunda e acho que ele deu um passo pra me olhar, mas segundos depois ouvi um baque e uma bicicleta bateu nele. Ficamos lá até os dois se recuperarem do tombo e não teve mais problema; a gente foi pra conferência e o outro cara seguiu o caminho dele. Só que ele tinha um galo forte na coxa, nada grave, mas fazia ele mancar. À noite, ele reclamava muito, e eu sempre tive coração de frango, então falei pra ele dormir em cima. Ele recusou, mas depois de uns minutos perguntou se ainda podia subir. Falei que sim e fiquei com remorso, mas lá em cima senti que a gente tava meio desconfortável ou muito excitado; eu já tava me sentindo molhada. Perguntei se ele ainda tava acordado e ele disse que sim, que ainda não tinha passado o incômodo. Mais ou menos lembro do que a gente conversou. — E se você sente falta da sua namorada, é porque ficavam muito tempo juntos, né? — perguntei. — É, bom, durante a semana a gente se vê e, cê sabe, tem que aliviar o estresse, hahaha. — Haha, já já, imagino. E alivia muito? — Sim, várias vezes, haha. — Quando a gente é jovem, dá pra fazer várias vezes. — O que cê tá falando, se você é jovem. — Não diga, já não sou mais uma mocinha. — Que nada, mas pra homem é mais complicado; vocês só recebem. — Hahah, isso é verdade, mas a gente precisa de mais excitação, de ser mais trabalhada. — Bom, pra ser sincero com você, não sei se aguentaria com você; capaz de você ter que trabalhar seu amigo, hahaha. — Por que cê diz isso? — Isso, não, nada, desculpa, não quis ofender. — Não, não, fala sério, me conta. — Bom, é que você é uma gostosa, Mari, verdade, não sei se eu aguentaria. — Uai, não me diga que agora você não daria conta, hahaha. — É, bom, de dar conta, dar, dá, mas não sei por quanto tempo, hahaha. — Bom, mas você pode várias vezes, senão, como eu te falei, sempre dá pra fazer várias coisas. — Tipo o quê? — Ah, não me diga que você não sabe agora. — Bom, sim, poderia te comer toda, hahaha. — Já cala a boca, homem. Se você Dissesse que meu marido não gosta de fazer oral em mim
— Não fala, Mari, sério? Nada, não acredito
— Sim, sério, você sabe como ele é exagerado com algumas coisas, bom, essa é uma delas
— Puxa, então faz tempo que você não recebe um oral
— Pois é, que pena, melhor a gente dormir
— Uai, olha só, eu já ia me fazer de bonzinho pra você
— Haha, que gentil, mas você nem me mostrou com o que vai continuar
— Então vou te mostrar
Nesse ponto, eu já tava a mil e ele também, a gente virou de frente, ele pegou meu rosto e a gente se beijou tão gostoso, com paixão, com vontade, a mão dele, porque a gente tava de lado, começou a apalpar minha bunda, massageando, apertando bem gostoso, eu procurei o pau dele até sentir e parei uns segundos, senti ele generoso, grosso e só apertei e me molhei mais, senti um calor forte em mim que me fez parar os beijos como entre suspiros, me levantei no escuro e me coloquei no meio das pernas dele, falei pra ele acender o abajur e com meia luz eu baixei a pijama dele e pude ver o pau dele pular, lubrificado da cabeça, grosso, moreno, comprido, muito gostoso, não era bonito, na verdade, era mais de uma besta, cheio de veias, grosso, mas isso me esquentou muito e, embora eu quisesse que ele comesse minha buceta, não consegui evitar me jogar e pegar com minha mão aquela coisa que mal fechava na minha mão, tenho mãos pequenas, mas mesmo assim era grosso pra quem eu conhecia, e chupei aquela cabeça, chupava o melhor que podia e, pra minha surpresa, tinha aquele gosto de pinto, de porra, com certeza ele tinha se masturbado, não sei, mas era esse o cheiro e isso me deixou uma puta.
Desculpem, pra alguém deve ser nojento, mas pra mim naquele momento foi muito excitante, ele me pegou pelo cabelo entre os dedos e me empurrava, eu só recebia abrindo minha boca, e nunca tinha tido um pau daquele na minha boca e, mesmo não entrando tudo, já tinha a boca cheia, mesmo quando chegava até minha garganta. Depois de minutos de ânsia, algumas lágrimas, gemidos dele e meus gemidos, senti o pau dele começar a pulsar, aquele pedaço de carne começou a Soltar jatos de porra que quase me afogaram, recebi uns dois bem cheios na boca que tentei segurar e outros direto na cara, fortes. Só fechei os olhos e senti escorrendo grossos e densos, com aquele cheiro forte. Engoli o que já tinha e abri os olhos com dificuldade, e nós dois rimos cúmplices. Me limpei e levei ele até minha boca.
Ele se levantou, tirou o resto da roupa. Eu olhei pro corpo moreno dele, o pau dele escorrendo, e ele arrancou o que eu vestia até me deixar de calcinha. Eu só abri minhas pernas, e ele no meu cacheter de renda enfiou os dedos e abriu, rasgou. Senti uma mistura de raiva e adrenalina, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, a boca dele já estava nos meus lábios e a língua dele abrindo minha buceta. Dava pra sentir ele recolhendo minha umidade e ouvi quando passou pela garganta dele. Só fechei meus olhos. A língua dele pressionava meu clitóris, devagar, depois rodeava, ia de um lado pro outro, em círculos, movimentos estranhos, e depois chupou toda a minha buceta. Eu só apertei a cabeça dele com minhas coxas, e ele, lendo meus movimentos, afundou a língua mexendo dentro de mim. Eu abri as pernas automaticamente, peguei a cabeça dele e puxei mais pra perto, e de novo, como se lesse minha mente, a língua dele pressionava mais meu clitóris e daí mexia rápido. Senti os movimentos esquentando, queimando gostoso, e as mãos dele, que eu achava que estavam na cama, de repente senti nas minhas nádegas. Eu só levantei pra ele poder pegar, começou a amassar, enchia as mãos das minhas nádegas, apertava e separava. E naquele momento, com a língua dele louca em mim, eu gozei. Comecei a gemer, não consegui segurar, gemi pela primeira vez em muito tempo. E minhas pernas, ou minha cintura, ou as duas, começaram a tremer um pouco, e o desgraçado não parava. Eu mexia minha cintura e minhas mãos tentavam afastar ele, mas ele tava colado na minha buceta e continuava chupando e lambendo como se tivesse se alimentando, até que entre gemidos e depois de várias vezes eu falei que já chega. Que já deu, que parasse.
— Você tá uma delícia, Mari.
— Cala a boca, enfia em mim. Eu disse entre gemidos, já meio exausta.
Ele subiu até mim e começou a me beijar — eu com gosto de porra dele e ele com gosto de mim, um beijo delicioso. Depois desceu pelo meu pescoço e começou a chupar meus peitos, os bicos. As mãos dele massageavam meus seios e meus bicos duríssimos dentro da boca dele. Eu falava: "Vai logo, mete em mim, o que você está esperando?" E tentava puxar ele pra perto, quando de repente ele meteu. Soltei um gemido abafado, perdi a noção do tempo por uns segundos, e quando voltei a mim, sentia ele me comendo de missionário. Minhas pernas abertas de par em par, e eu só olhava pra baixo e via aquela pica entrando e saindo molhada de mim, enchendo minha buceta, e as bolas dele batendo na minha bunda molhada, porque cada vez que ele tirava, trazia meus sucos.
Ficou assim vários minutos me comendo gostoso. Eu parei ele e fui direto pra pica dele, chupar rápido. Tava meio branquinha de mim, daquela creminha, e chupei — não muito, só umas chupadas pra terminar de ficar de quatro. Ele me pegou pela cintura, senti ele apertar minha bunda e deu umas palmadas que me fizeram pular de susto — meu marido não me bate. Começou a me masturbar com o ferro dele, dava pra ouvir meus sucos e o pau dele brigando, e eu joguei a bunda pra trás e me enfiei gostoso. Comecei a rebolar em círculos, sentir o pau dele empurrando minhas paredes por dentro com meus movimentos, sentir minha bunda se mexendo e como dentro de mim eu me enchia daquele pedaço de carne até bem fundo. Ele se agarrou na minha bunda, apertando, e disse:
— Assim que eu queria te ter, Mari.
E começou a meter aquele pau com tudo, sentia a força dele em cada estocada me jogando pra frente nos lençóis, e eu ofegava cada vez mais, tentava rebolar mesmo com ele metendo forte e duro, repetia "isso, isso", e me agarrava no lençol por instinto até ele apertar minha bunda com força e começar a meter mais ritmado, com força, e senti ele gozar dentro de mim, quente e grosso, e ele grunhia a cada estocada. Eu falava pra ele: "me dá mais, mais, mais", e ele continuava enterrando mais e mais fundo, e eu gozei de novo, minhas pernas e braços fraquejaram e eu caí.
Ele se afastou pra um lado e eu fiquei de bruços por vários minutos até sentir ele começar a lamber minha bunda. Deus, sentia ele amassar, morder, lamber, e de repente ele separou e começou a comer meu cu. Eu fechei por instinto, ou apertei melhor dizendo, mas ele abriu minhas nádegas e senti a língua dele me lamber, depois foi abrindo caminho aos poucos, e eu tinha sensações novas. Me relaxei mais, meu coração queria pular pra fora mesmo com meu corpo parado. Os lábios dele, as mãos massageando, era um ritmo diferente, mais calmo. Os dedos dele entraram na minha buceta bem molhada, cheia de fluidos, e depois ele falou "relaxa" e eu senti os dedos dele. Mas eu tava tranquila, me assustei um pouco, mas não sei, tive confiança e me entreguei — essa é a palavra, me entreguei. Senti um dedo, depois outro no meu cu, ele dilatou, senti ele se mexer, subir um pouco em mim e sentir a cabeça dele na entrada do meu rabo. Ele falou: "vai ser devagar". Eu só disse que sim, mas na real soltei um gemido, e aos poucos senti ele entrando, forçando, e ouvi ele cuspir. Isso me fez sentir muito puta, verdade, suja, e foi o que provocou eu começar a sentir o tronco dele me abrindo. Senti uma dor gostosa, uma dor saborosa, que doía mas era delicioso, e assim mais e mais, devagar. Ele massageava gostoso minha bunda, e sem perceber eu tinha a pica toda dentro de mim. Tentei me mexer um pouco, mas tava ali empalada com aquela pica até sei lá onde dentro de mim. Levei meu braço pra trás, senti o pau dele se mexer e minha mão alcançou, e sobrava um pedaço do falo dele. Nisso ele se moveu pra trás e senti ele tirar algo meu e meter de novo, e doía, e de novo, doía mas era gostoso, e de novo empalada. Eu tentava me mexer um pouco mas não conseguia porque doía mais. Ele cuspiu de novo, e juro que sentia as veias dele no meu cu e como pulsava. Eu gemia e tava suando, e logo ele começou mais rápido, eu só... Consegui gritar no travesseiro, ele agarrado na minha bunda ou na minha cintura, não lembro, e eu recebendo dolorosamente, mas deliciosamente, aquele pau no meu cu virgem, até que recebi de novo o gozo dele no meu cu e tive uma sensação tipo vontade de ir ao banheiro, e outra sensação quando ele tirou o pau mole escorrendo dentro de mim.
Tentei levantar, mas não consegui, minhas pernas falharam e sentia uma ardência desconfortável. No fim, com um pouco de dificuldade, fui ao banheiro e estava um bagaço, toda escorrendo e já não sabia se era porra ou se eu tinha gozado. Depois me limpei e sangrei um pouco, mas parou rápido.
Só voltei pra cama, ele estava esperando pelado, com aquele pau sujo já mole na perna. Me aproximei e comecei a chupar, não endurecia.
— Vai ter que me dar um tempo, você me deixou acabado.
— Você me deixou também, e isso que a gente ia só se ver, haha.
Depois daquela vez, fizemos coisas que nunca pensei que faria, depois de ter sido tão conservadora. E ainda sinto arrependimento, mas o tesão falou mais alto e devo dizer que cada vez é mais difícil esconder do meu marido, mas também sinto uma raiva enorme.
Agora é com vocês julgarem.
3 comentários - Por culpa dela, peguei meu colega