Depois do meu último encontro com quem me deu a melhor foda da minha vida, tirei um tempo porque sempre me batia com meus horários, seja por causa do trabalho, da escola ou da minha namorada.
Pra deixar essa história mais clara, quando eu tava no ensino médio, como sempre rola uma rivalidade entre grupos, no grupo rival tinha um cara que parecia ser gay, não era totalmente afeminado, mas dava pra perceber, e desde o começo ele foi meu alvo. Nos jogos de futebol, eu chegava forte nele e mandava uns insultos tipo "doeu, viado?", "isso é jogo de homem" e essas coisas (naquela época ainda não passava nada disso pela minha cabeça). Basicamente, durante três semestres, eu enchi o saco dele, até aí tudo bem.
No trabalho onde eu tava, eles não queriam mais funcionários de meio período, então tive que sair procurando. Quando finalmente arrumei um emprego, a loja acabou sendo da família do cara que eu zuava na escola. No começo, tudo certo, até completar um mês trabalhando lá. Era férias da escola, e eles colocaram ele pra "trabalhar" na loja, mas na prática ele era o chefe, porque o meu gerente de verdade sumiu o tempo todo que o cara ficou no comando.
Mesmo eu reconhecendo ele na hora, ele me cumprimentou como se não tivesse me reconhecido. Não vi problema, já que eu não fui o único que enchia o saco dele, pensei que ia ficar tudo bem. Até que percebi que ele tava me dando mais serviço do que o normal. Mas como pagavam bem, não tive escolha a não ser aguentar.
Até que um dia, já ia fechar a loja, tava arrumando tudo e ele fazendo o fechamento do caixa. Faltando cinco minutos pra fechar, ele me disse que eu tinha que fazer umas coisas e que o tio dele tinha falado pra eu não ir embora até terminar. Era um serviço de meia hora. Nessa ocasião, eu tinha algo planejado, então fiquei puto e falei que não dava, que precisava ir. Aí ele respondeu: "Então, se quiser ir, foda-se. Eu falo que você não fez e que faltou dinheiro no caixa." Embora eu não vá negar que dava uns jeitinhos pra roubar alguma coisa de vez em quando, dessa vez não tinha feito nada. Tinha feito, mas me fez duvidar. Fiquei discutindo com ele sobre isso, os dois falando alto, mas aos poucos fui percebendo que ele mantinha a voz firme e eu cada vez falava mais baixo, meio intimidado. Me senti estranho, mas não passou disso. No fim, ele me convenceu a fazer o que tinha mandado, embora ainda desse pra perceber que ele era gay, já estava mais másculo e forte.
Depois de uns dias fechando os dois juntos, ele sempre me colocava pra fazer coisas quase na hora de ir embora, e eu acabava ficando alguns minutos extras. Às vezes discutia com ele sobre isso, e numa dessas o dono apareceu, me deu um esporro e disse: "Você tem que fazer o que ele mandar. Quando eu não estiver, ele é seu chefe." O cara era uma pessoa de muita personalidade, muito imponente.
Depois disso, ele começou a me tratar mal. Tudo que eu fazia ficava errado, e ele me mandava refazer. Um dia me irritei e decidi enfrentar. Cheguei falando alto: "Ô, cara, já baixa a bola, porra. Tudo bem que você é 'o chefe', mas não..." E não terminei porque ele me cortou: "Cala a boca, seu merda. Vai fazer as coisas direito ou vai tomar no cu." Fiquei olhando na cara dele, mas não saiu nada pra responder. Foi aí que percebi que ele lembrava de mim, porque ele disse: "O karma, filho da puta. Agora é sua vez de aguentar o tranco." E completou: "Eu te aguentei por 3 anos. Vamos ver quanto tempo você aguenta."
Tentei me desculpar, dizer que foi quando éramos moleques, que não precisava exagerar, mas ele começou a falar comigo de forma mais agressiva depois disso. Coisas tipo: "Ô, filho da puta, vai trabalhar!" "Faz tal coisa, e rápido, quero pra ontem!" E estalando os dedos.
No começo, me irritava, mas chegou um ponto em que até me senti meio excitado. Acho que ele percebeu, porque antes eu respondia de um jeito, e depois dessa sensação, minhas respostas eram mais tipo: "Tá bom", "Já vou", "Como você quiser". E geralmente eu terminava e ficava descansando, mas comecei a terminar e ia avisar que já tinha feito o que ele mandou. Digo que acho que percebo porque depois de coisas assim por uns dias, ele já começou a fazer comentários mais sexuais, embora eu não respondesse quando chegavam e me chamavam a atenção, mas ele não fazia ideia de que eu já tinha tido minhas paradas gay, pra ele eu era o mais hétero do mundo. Ele fez muitos comentários até que, numa ocasião, já era hora de sair e fui na sala dele dizer: "Já está tudo pronto pra fechar, já posso ir?" E ele me disse: "Tá bom, antes de ir, quero você sentado aqui" e fez um sinal com a mão pra eu sentar na perna dele. Não sei se era um teste, passou pela minha cabeça mandar ele tomar no cu, mas não quis arrumar problema e fui até ele, e ele disse: "Ah, então vai sentar mesmo?" Eu falei: "Ué, você mandou, e eu faço o que você manda, não é?" Falei isso porque ele é meu chefe, mas ele entendeu de outro jeito e disse: "Ah sim, senta então." E aí sentei na perna dele e senti ele colocar a mão na minha bunda, e disse: "Então vai fazer o que eu mandar?" Eu já tinha entendido, mas respondi: "Tô falando isso, cara, que você é o chefe, o que você vai querer que eu limpe, porque quero ir embora no meu horário." E com a outra mão ele pegou a minha e disse: "Essa aqui, você vai me obedecer?" Levantei sem falar nada e fui até a porta da sala, quando virei, ele já estava com a rola pra fora e me disse de novo: "Então vai, filho da puta, me obedece e vem limpar ela pra mim." Eu não falava nada, só não conseguia parar de olhar pra rola dele. Ele era mais baixo que eu e menos encorpado, mas me ganhava fácil de rola. Aí ele disse: "Pega as chaves pra fechar, você decide se fecha por dentro ou por fora." Com uma mão esticada me dando as chaves e com a outra mão, mexendo na rola dele. Fui, peguei as chaves e saí da sala. Fiquei parado na porta pensando, porque mesmo que tivesse vontade e tivesse gostado do que vi, sabia que ia ativar minha parte passiva, o karma tava me cobrando pelo que fiz, mas ao mesmo tempo Me excitava o fato de pensar que, depois de ter tratado ele mal, ele ia me dominar e ter a vingança dele. Demorei uns 2 minutos pensando no que fazer, obviamente ele viu que eu hesitei em ir embora, já que tem câmeras e eles veem tudo da oficina. Também pensei nisso, mas me arrependi e saí. No dia seguinte, tava com vergonha de ir trabalhar, mas resolvi ir. Enquanto limpava e arrumava, fui pegar umas coisas no depósito e ele entrou lá e falou: "Já vai acabar? Tá muito devagar, filho da puta." E passou por trás de mim e encostou o corpo, eu não reagi e continuei na minha. Na hora de sair, tinha que ir na oficina de novo e fiquei pensando no que fazer se acontecesse a mesma coisa. Aí ouvi um grito da oficina: "Tá enrolando pra quê, filho da puta? Desde ontem tá na dúvida." Entrei e pedi as chaves, ele me deu e eu saí, como se já fosse embora. O dia inteiro fiquei pensando no que faria se ele mandasse de novo, e já tinha uma decisão. Cheguei na porta, enfiei a chave e tranquei por dentro, e ouvi: "Finalmente, filho da puta. Vem cá que tenho algo pra você fazer." Quando entrei, ele tava numa poltrona, já sem calça e com o pau duro. Ele falou: "Fecha a porta e quero você aqui de joelhos. Sou seu chefe e você vai fazer o que eu mandar, ok?" Eu só respondi: "Tá bom." Fui até ele e me coloquei onde ele mandou. Ele pegou na minha cabeça e disse: "Olha só, quem é o putinho agora?" Eu não falei nada, só olhei nos olhos dele. Ele disse: "Beija meu pau e minhas bolas, filho da puta." Ele falava de um jeito agressivo e isso me excitava. Abri a boca e só consegui enfiar a cabeça, quando ele me parou e falou: "Já sei que você quer mamar, vagabundo, mas eu falei pra beijar." Enquanto isso, ele batia no meu rosto com o pau. E eu simplesmente fiz isso, comecei a dar beijos. Ele comentava um monte de coisa do colégio, tipo: "Tô com o (meu apelido) beijando meu pau", "O que será que a (minha namorada do colégio) pensaria se te visse assim?", "Quem é o vagabundo agora?". Fiquei uns minutos ouvindo essas frases e beijando pau e bolas. Aí ele disse: "Agora sim, quer ver como você chupa" e na minha mente ainda passava que eu podia recuar e dizer não, mas falei já tô aqui, já beijei a pica dele, que diferença faz, então deixei meu passivo interior sair e comecei a chupar ele igual um cachorro faminto. Ele se surpreendeu e comentou "ah, caralho, acho que não é a primeira vez que ele (meu apelido) chupa uma pica". Enquanto tava ajoelhado chupando, desabotoei minha calça e comecei a me masturbar. Nisso, eu tomei a iniciativa, parei de chupar, levantei, me virei e abaixei a calça pra sentar naquela pica. Ele me deu um tapa na bunda e falou "ah, quer pica, promíscua? hahaha, só vai chupar mesmo". Me virei e ele disse "continua chupando, parece que você é experiente". Fiquei meio envergonhado porque senti que ele recusou me comer (desde que começamos, eu não tinha dito uma palavra). Nisso, ele comenta "se quer que eu meta a pica, tem que pedir, aqui você é a promíscua e eu sou o chefe". Continuei chupando mais um pouco, tirei a pica da boca, fui pras bolas e enquanto lambia (decidi soltar tudo agora, sim), falei "chefe (lambida), me faria o favor (lambida) de meter (lambida) a pica (lambida)". Vi a cara de surpresa dele e ele disse:
(Somos da mesma idade, mas decidi tratá-lo de senhor)
J - "Claro, promíscua, se aguentar"
Y - "Por que não descobre?"
J - "Você vai ser minha promíscua pessoal"
Y - "Se o senhor quiser"
J - "Vou te comer, aí decido se vai ser ou não"
Ele me colocou ajoelhado no sofá e ficou atrás de mim. Só cuspiu um pouco no meu cu, colocou camisinha e encostou a cabeça da pica no meu cu. Fazia quase um ano que eu não fazia nada, e ele só falou "os putinhos como você são comidos com força pra gritar" e deu um empurrão que entrou de uma vez. Senti uma dor tão forte, tava acostumado a começarem devagar e ele meteu forte e de uma vez. Eu gritei mesmo. Ele me pegou pelo cabelo, puxou minha cabeça pra trás e disse "como são as coisas, a putinha da escola, traz como promíscua o mais machão". Ele continuou... gemendo forte e eu gemendo igual um louco, me descobri e decidi aproveitar, já tinha a pica dentro, não tinha mais como voltar atrás, nisso toca o telefone do escritório, mas ele não atende e logo depois toca o celular dele, ele atende mas sem parar de me foder, eu tentando gemer baixo pra não dar na cara, mas ele continuava metendo forte como se não ligasse, fiquei nessa
"que foi mano..... tô aqui no local ainda (falando meio sem graça e com meus gemidos de fundo) ..... já sabe, mano....... não se preocupa (nisso ele me dá uma enfiada mais forte e eu não consigo evitar soltar um gemido mais alto) ..... hahaha sim mano, já enfiei ele bem hahah ...... beleza então, a gente se vê.... é claro, já sabe (desliga)
Então pergunto, "você disse que era eu?", e ele fala "não, mas meu tio sabe que não trago desconhecidos e aqui só tem eu e você", não falei nada porque ele começou a meter mais forte e segurar minha cabeça, não me deixava mexer, ficou assim me falando um monte de coisa, metendo, dando tapas na bunda e na cara, dá pra ver que ele vai gozar e tira a pica e fala "já gozei nessa buceta promíscua, eu te aviso quando precisar de você de novo", só levantei a calça e falei "tá bom" e fui embora, depois disso trabalhei mais 2 meses e ele me comeu outras 3 vezes e chupei ele umas 15.
Até que começou a faltar dinheiro no caixa e ele botou a culpa em mim, eu falei que não tinha motivo pra fazer isso e a gente discutiu, nisso ele pega o celular e me mostra um vídeo da primeira vez que me comeu, parece que na hora de desligar a ligação, ele começou a gravar e por isso segurou minha cabeça pra eu não virar, mas pela minha tatuagem nas costas e meus gemidos e alguns outros detalhes dava pra ver que era eu, resolvi assumir a responsabilidade e fui mandado embora
Desde então, vivo com medo de que esse vídeo apareça um dia, também de vez em quando recebo mensagens falando coisas promíscuas, quer pica e tal, praticamente, ele cobrou tudo O bullying que eu fiz com ele usando sexo, e agora ele tá fazendo comigo. Mas às vezes eu penso que, se aquele vídeo viesse à tona, eu não precisaria mais me esconder e poderia curtir minha bissexualidade com mais tranquilidade.
Pra deixar essa história mais clara, quando eu tava no ensino médio, como sempre rola uma rivalidade entre grupos, no grupo rival tinha um cara que parecia ser gay, não era totalmente afeminado, mas dava pra perceber, e desde o começo ele foi meu alvo. Nos jogos de futebol, eu chegava forte nele e mandava uns insultos tipo "doeu, viado?", "isso é jogo de homem" e essas coisas (naquela época ainda não passava nada disso pela minha cabeça). Basicamente, durante três semestres, eu enchi o saco dele, até aí tudo bem.
No trabalho onde eu tava, eles não queriam mais funcionários de meio período, então tive que sair procurando. Quando finalmente arrumei um emprego, a loja acabou sendo da família do cara que eu zuava na escola. No começo, tudo certo, até completar um mês trabalhando lá. Era férias da escola, e eles colocaram ele pra "trabalhar" na loja, mas na prática ele era o chefe, porque o meu gerente de verdade sumiu o tempo todo que o cara ficou no comando.
Mesmo eu reconhecendo ele na hora, ele me cumprimentou como se não tivesse me reconhecido. Não vi problema, já que eu não fui o único que enchia o saco dele, pensei que ia ficar tudo bem. Até que percebi que ele tava me dando mais serviço do que o normal. Mas como pagavam bem, não tive escolha a não ser aguentar.
Até que um dia, já ia fechar a loja, tava arrumando tudo e ele fazendo o fechamento do caixa. Faltando cinco minutos pra fechar, ele me disse que eu tinha que fazer umas coisas e que o tio dele tinha falado pra eu não ir embora até terminar. Era um serviço de meia hora. Nessa ocasião, eu tinha algo planejado, então fiquei puto e falei que não dava, que precisava ir. Aí ele respondeu: "Então, se quiser ir, foda-se. Eu falo que você não fez e que faltou dinheiro no caixa." Embora eu não vá negar que dava uns jeitinhos pra roubar alguma coisa de vez em quando, dessa vez não tinha feito nada. Tinha feito, mas me fez duvidar. Fiquei discutindo com ele sobre isso, os dois falando alto, mas aos poucos fui percebendo que ele mantinha a voz firme e eu cada vez falava mais baixo, meio intimidado. Me senti estranho, mas não passou disso. No fim, ele me convenceu a fazer o que tinha mandado, embora ainda desse pra perceber que ele era gay, já estava mais másculo e forte.
Depois de uns dias fechando os dois juntos, ele sempre me colocava pra fazer coisas quase na hora de ir embora, e eu acabava ficando alguns minutos extras. Às vezes discutia com ele sobre isso, e numa dessas o dono apareceu, me deu um esporro e disse: "Você tem que fazer o que ele mandar. Quando eu não estiver, ele é seu chefe." O cara era uma pessoa de muita personalidade, muito imponente.
Depois disso, ele começou a me tratar mal. Tudo que eu fazia ficava errado, e ele me mandava refazer. Um dia me irritei e decidi enfrentar. Cheguei falando alto: "Ô, cara, já baixa a bola, porra. Tudo bem que você é 'o chefe', mas não..." E não terminei porque ele me cortou: "Cala a boca, seu merda. Vai fazer as coisas direito ou vai tomar no cu." Fiquei olhando na cara dele, mas não saiu nada pra responder. Foi aí que percebi que ele lembrava de mim, porque ele disse: "O karma, filho da puta. Agora é sua vez de aguentar o tranco." E completou: "Eu te aguentei por 3 anos. Vamos ver quanto tempo você aguenta."
Tentei me desculpar, dizer que foi quando éramos moleques, que não precisava exagerar, mas ele começou a falar comigo de forma mais agressiva depois disso. Coisas tipo: "Ô, filho da puta, vai trabalhar!" "Faz tal coisa, e rápido, quero pra ontem!" E estalando os dedos.
No começo, me irritava, mas chegou um ponto em que até me senti meio excitado. Acho que ele percebeu, porque antes eu respondia de um jeito, e depois dessa sensação, minhas respostas eram mais tipo: "Tá bom", "Já vou", "Como você quiser". E geralmente eu terminava e ficava descansando, mas comecei a terminar e ia avisar que já tinha feito o que ele mandou. Digo que acho que percebo porque depois de coisas assim por uns dias, ele já começou a fazer comentários mais sexuais, embora eu não respondesse quando chegavam e me chamavam a atenção, mas ele não fazia ideia de que eu já tinha tido minhas paradas gay, pra ele eu era o mais hétero do mundo. Ele fez muitos comentários até que, numa ocasião, já era hora de sair e fui na sala dele dizer: "Já está tudo pronto pra fechar, já posso ir?" E ele me disse: "Tá bom, antes de ir, quero você sentado aqui" e fez um sinal com a mão pra eu sentar na perna dele. Não sei se era um teste, passou pela minha cabeça mandar ele tomar no cu, mas não quis arrumar problema e fui até ele, e ele disse: "Ah, então vai sentar mesmo?" Eu falei: "Ué, você mandou, e eu faço o que você manda, não é?" Falei isso porque ele é meu chefe, mas ele entendeu de outro jeito e disse: "Ah sim, senta então." E aí sentei na perna dele e senti ele colocar a mão na minha bunda, e disse: "Então vai fazer o que eu mandar?" Eu já tinha entendido, mas respondi: "Tô falando isso, cara, que você é o chefe, o que você vai querer que eu limpe, porque quero ir embora no meu horário." E com a outra mão ele pegou a minha e disse: "Essa aqui, você vai me obedecer?" Levantei sem falar nada e fui até a porta da sala, quando virei, ele já estava com a rola pra fora e me disse de novo: "Então vai, filho da puta, me obedece e vem limpar ela pra mim." Eu não falava nada, só não conseguia parar de olhar pra rola dele. Ele era mais baixo que eu e menos encorpado, mas me ganhava fácil de rola. Aí ele disse: "Pega as chaves pra fechar, você decide se fecha por dentro ou por fora." Com uma mão esticada me dando as chaves e com a outra mão, mexendo na rola dele. Fui, peguei as chaves e saí da sala. Fiquei parado na porta pensando, porque mesmo que tivesse vontade e tivesse gostado do que vi, sabia que ia ativar minha parte passiva, o karma tava me cobrando pelo que fiz, mas ao mesmo tempo Me excitava o fato de pensar que, depois de ter tratado ele mal, ele ia me dominar e ter a vingança dele. Demorei uns 2 minutos pensando no que fazer, obviamente ele viu que eu hesitei em ir embora, já que tem câmeras e eles veem tudo da oficina. Também pensei nisso, mas me arrependi e saí. No dia seguinte, tava com vergonha de ir trabalhar, mas resolvi ir. Enquanto limpava e arrumava, fui pegar umas coisas no depósito e ele entrou lá e falou: "Já vai acabar? Tá muito devagar, filho da puta." E passou por trás de mim e encostou o corpo, eu não reagi e continuei na minha. Na hora de sair, tinha que ir na oficina de novo e fiquei pensando no que fazer se acontecesse a mesma coisa. Aí ouvi um grito da oficina: "Tá enrolando pra quê, filho da puta? Desde ontem tá na dúvida." Entrei e pedi as chaves, ele me deu e eu saí, como se já fosse embora. O dia inteiro fiquei pensando no que faria se ele mandasse de novo, e já tinha uma decisão. Cheguei na porta, enfiei a chave e tranquei por dentro, e ouvi: "Finalmente, filho da puta. Vem cá que tenho algo pra você fazer." Quando entrei, ele tava numa poltrona, já sem calça e com o pau duro. Ele falou: "Fecha a porta e quero você aqui de joelhos. Sou seu chefe e você vai fazer o que eu mandar, ok?" Eu só respondi: "Tá bom." Fui até ele e me coloquei onde ele mandou. Ele pegou na minha cabeça e disse: "Olha só, quem é o putinho agora?" Eu não falei nada, só olhei nos olhos dele. Ele disse: "Beija meu pau e minhas bolas, filho da puta." Ele falava de um jeito agressivo e isso me excitava. Abri a boca e só consegui enfiar a cabeça, quando ele me parou e falou: "Já sei que você quer mamar, vagabundo, mas eu falei pra beijar." Enquanto isso, ele batia no meu rosto com o pau. E eu simplesmente fiz isso, comecei a dar beijos. Ele comentava um monte de coisa do colégio, tipo: "Tô com o (meu apelido) beijando meu pau", "O que será que a (minha namorada do colégio) pensaria se te visse assim?", "Quem é o vagabundo agora?". Fiquei uns minutos ouvindo essas frases e beijando pau e bolas. Aí ele disse: "Agora sim, quer ver como você chupa" e na minha mente ainda passava que eu podia recuar e dizer não, mas falei já tô aqui, já beijei a pica dele, que diferença faz, então deixei meu passivo interior sair e comecei a chupar ele igual um cachorro faminto. Ele se surpreendeu e comentou "ah, caralho, acho que não é a primeira vez que ele (meu apelido) chupa uma pica". Enquanto tava ajoelhado chupando, desabotoei minha calça e comecei a me masturbar. Nisso, eu tomei a iniciativa, parei de chupar, levantei, me virei e abaixei a calça pra sentar naquela pica. Ele me deu um tapa na bunda e falou "ah, quer pica, promíscua? hahaha, só vai chupar mesmo". Me virei e ele disse "continua chupando, parece que você é experiente". Fiquei meio envergonhado porque senti que ele recusou me comer (desde que começamos, eu não tinha dito uma palavra). Nisso, ele comenta "se quer que eu meta a pica, tem que pedir, aqui você é a promíscua e eu sou o chefe". Continuei chupando mais um pouco, tirei a pica da boca, fui pras bolas e enquanto lambia (decidi soltar tudo agora, sim), falei "chefe (lambida), me faria o favor (lambida) de meter (lambida) a pica (lambida)". Vi a cara de surpresa dele e ele disse:
(Somos da mesma idade, mas decidi tratá-lo de senhor)
J - "Claro, promíscua, se aguentar"
Y - "Por que não descobre?"
J - "Você vai ser minha promíscua pessoal"
Y - "Se o senhor quiser"
J - "Vou te comer, aí decido se vai ser ou não"
Ele me colocou ajoelhado no sofá e ficou atrás de mim. Só cuspiu um pouco no meu cu, colocou camisinha e encostou a cabeça da pica no meu cu. Fazia quase um ano que eu não fazia nada, e ele só falou "os putinhos como você são comidos com força pra gritar" e deu um empurrão que entrou de uma vez. Senti uma dor tão forte, tava acostumado a começarem devagar e ele meteu forte e de uma vez. Eu gritei mesmo. Ele me pegou pelo cabelo, puxou minha cabeça pra trás e disse "como são as coisas, a putinha da escola, traz como promíscua o mais machão". Ele continuou... gemendo forte e eu gemendo igual um louco, me descobri e decidi aproveitar, já tinha a pica dentro, não tinha mais como voltar atrás, nisso toca o telefone do escritório, mas ele não atende e logo depois toca o celular dele, ele atende mas sem parar de me foder, eu tentando gemer baixo pra não dar na cara, mas ele continuava metendo forte como se não ligasse, fiquei nessa
"que foi mano..... tô aqui no local ainda (falando meio sem graça e com meus gemidos de fundo) ..... já sabe, mano....... não se preocupa (nisso ele me dá uma enfiada mais forte e eu não consigo evitar soltar um gemido mais alto) ..... hahaha sim mano, já enfiei ele bem hahah ...... beleza então, a gente se vê.... é claro, já sabe (desliga)
Então pergunto, "você disse que era eu?", e ele fala "não, mas meu tio sabe que não trago desconhecidos e aqui só tem eu e você", não falei nada porque ele começou a meter mais forte e segurar minha cabeça, não me deixava mexer, ficou assim me falando um monte de coisa, metendo, dando tapas na bunda e na cara, dá pra ver que ele vai gozar e tira a pica e fala "já gozei nessa buceta promíscua, eu te aviso quando precisar de você de novo", só levantei a calça e falei "tá bom" e fui embora, depois disso trabalhei mais 2 meses e ele me comeu outras 3 vezes e chupei ele umas 15.
Até que começou a faltar dinheiro no caixa e ele botou a culpa em mim, eu falei que não tinha motivo pra fazer isso e a gente discutiu, nisso ele pega o celular e me mostra um vídeo da primeira vez que me comeu, parece que na hora de desligar a ligação, ele começou a gravar e por isso segurou minha cabeça pra eu não virar, mas pela minha tatuagem nas costas e meus gemidos e alguns outros detalhes dava pra ver que era eu, resolvi assumir a responsabilidade e fui mandado embora
Desde então, vivo com medo de que esse vídeo apareça um dia, também de vez em quando recebo mensagens falando coisas promíscuas, quer pica e tal, praticamente, ele cobrou tudo O bullying que eu fiz com ele usando sexo, e agora ele tá fazendo comigo. Mas às vezes eu penso que, se aquele vídeo viesse à tona, eu não precisaria mais me esconder e poderia curtir minha bissexualidade com mais tranquilidade.
1 comentários - De valentão a putinha dele