Relato - Minha primeira vez com uma sissy

Se tivessem me dito isso alguns meses atrás, eu teria dito que estavam loucos.
Tenho 50 anos, casado com 3 filhos, tudo muito certinho. Meu casamento está ótimo, temos uma vida sexual bem ativa, e não parecia faltar nada, embora de vez em quando rolasse uma aventura, com mulheres da academia, alguma mãe da escola, ou só encontros de uma noite em viagens de negócios.

Minha fantasia com as sissys começou quando meu filho mais velho fez uma reunião em casa com amigos da faculdade, e um dos que veio era uma garota trans linda. Uma mulherzinha linda, muito delicada e feminina, que me deixou de cabeça virada.

Aí comecei a fantasiar com a ideia de ficar com uma sissy, tanto que decidi criar um perfil no P! e ver se tinha sorte.
Tenho um corpo legal (pra minha idade pelo menos), então tinha esperança de que, se alguma sissy se sentisse atraída por coroas, se animasse a me mandar mensagem.

Depois de algumas semanas, finalmente comecei a conversar com algumas sissys por chat, e com uma que eu gostei muito, tanto pelas fotos lindas que ela postava no perfil quanto pelo jeito que se expressava, aí começamos a trocar ideia pelo whatsapp.

Em poucos dias as conversas ficaram mais quentes, e as fotos também, tanto que um dia propus um encontro, e pra minha surpresa, ela topou.

No dia do encontro, reservei um quarto num hotel muito bom, e falei pra ela passar na recepção pra pegar um envelope dizendo que era da empresa "Sissy SPA". No envelope estava o número do quarto e o cartão pra abrir a porta. Eu estaria na cafeteria, esperando ela se arrumar e me avisar que tava pronta.

A ideia era que eu não a veria até que ela estivesse 100% produzida, vestida como uma verdadeira menininha. Além disso, pra dar mais mistério, os dois usaríamos máscaras durante todo o encontro.
Às 16:30, conforme o planejado, ela me mandou uma mensagem com uma foto do quarto dizendo: "Já cheguei, vou me arrumar e te aviso".
Meu pau já tava durasso. Fazia tempo que não ficava tão excitado.
Finalmente apareceu no meu celular a mensagem: "Sobe, papai, sua putinha tá te esperando".

Pulei da cadeira e subi direto pro quarto. Antes de entrar, coloquei minha máscara (bem parecida com as do filme *Eyes Wide Shut*, que sempre amei), e bati na porta.

Quem abriu foi uma menina linda, com um cabelo loiro compridíssimo, camisa branca, meia-calça preta, minissaia escolar e salto, que fazia ela ter quase 1,80 de altura.
A máscara dela deixava à mostra uns lábios vermelhos furiosos, que me enlouqueceram na hora. Entrei, e ela foi se posicionar no meio do quarto, com as mãos pra trás das costas. "Você gostou?" — perguntou.
"Adorei" — respondi, devorando ela com os olhos.
"Não parece..." — disse ela, com voz de menina triste, e foi a gota d'água.

Avancei nela e beijei a boca dela por um bom tempo, até os dois ficarmos ofegantes. Minhas mãos percorriam ela toda, especialmente a bunda dela, redonda, durinha, empinada, linda.

Com a tesão acumulada, tava prestes a estourar, então falei: "Fica de joelhos", e ela obedeceu na hora.
Tirei o pau e coloquei na cara dela: "Faz eu gozar, que tô prestes a explodir".

"Claro, piranha, pra isso que vim" — respondeu. Baixou minhas calças apressada e começou a chupar.
Meu pau é médio, então ela conseguiu enfiar inteiro na boca, e ainda lambia minhas bolas com a língua.
Enfiava o pau até o fundo, até dar ânsia, aí respirava e engolia de novo até o talo.
Depois de algumas chupadas, senti que ia explodir. "Vou gozar" — avisei.
"Me dá na boca" — pediu, e engoliu meu pau mais uma vez.
Explodi várias vezes, e tenho certeza que foi muito leite — mesmo com meus 50, ainda sou bom de porra —, mas ela não deixou escapar nem uma gota. Por fim, levantou o rosto pra me olhar nos olhos e disse: "Delicioso, piranha. Quero mais".

Levantei ela e nos beijamos por mais um tempão. O gosto da minha porra na boca dela... A boca dela me excitava.
Ela começou a tirar minha roupa na hora, beijando meu corpo inteiro enquanto descobria cada pedaço.
Falava umas coisas que me deixavam louco.
Encostei ela de costas na janela, que dava pra um parquezão, e fiquei um tempão passando a mão nela por todo lado.
A gente ficava excitado porque qualquer um que olhasse pra cima ia nos ver.

Depois fomos pra cama. Ela terminou de me despir bem devagar, enchendo meu corpo de beijos e carícias.
Tirei a camisa dela, e deixei ela só de sutiã preto. Coloquei ela de quatro e comecei a acariciar a bunda dela por trás.
A minissaia e a tanga que ela tinha vestido deixavam ver aquela bunda branca linda, perfeitamente depilada.
Passei um tempão beijando, lambendo, mordendo, brincando com minha língua no cuzinho dela, vendo como a rola dela ficava cada vez mais dura.

Com as mãos, ela afastava as nádegas e pedia pra eu enfiar a língua até o fundo.
Finalmente, me joguei na cama e ela voltou a chupar minha rola, pra levantar ela de novo e partir pro segundo round.
Ficou um tempo me chupando a rola, as bolas, brincando com a língua no meu cu (amo um beijo grego), passando a mão no meu peito, beijando meus mamilos, até deixar ela dura, e disse: "agora quero ser sua mulher de verdade, quero sentir você no meu cu".

Ela colocou a camisinha com a boca e ficou de quatro (a imagem daquela bunda perfeita ainda me deixa duro). Levantou a minissaia, puxou o fio da tanga de lado e me olhou mordendo o lábio inferior, com a cara de puta mais foda que já vi na vida. "Sou sua puta, me come", falou.

Comecei a enfiar devagar e suave, até estar tudo dentro, e aos poucos fui metendo cada vez mais forte.
Ela logo se encaixou no ritmo, e começou a ouvir o barulho da batida na bunda dela. Ela começou a fazer barulhinhos de prazer: "Ai, ai, ai, sim, sim, sim..."

Ficamos assim uns minutos (vantagem da idade: o segundo pode durar horrores!), e começamos a trocar de posição.
Papai e mamãe, De lado, ela sentada em cima de mim, ela de bruços e eu por cima, de pé apoiada na cama...
Terminamos de pé, de novo contra a janela, comigo por trás, com uma mão apertando o pescoço dela e a outra segurando a cintura. Ela com uma mão se apoiava na janela, e com a outra se masturbava.

Ela gozou antes de mim, deixando um jato de porra na janela, e me pediu pra gozar na cara dela, então quando eu tava prestes a explodir, tirei de dentro da bunda dela, ela se ajoelhou com a língua bem pra fora, e enchi a cara dela de porra.

Depois ela limpou meu pau de novo com a boca.
"Sou uma puta muito limpinha", disse ela, com aquele olhar que me deixava louco.

Aí a gente se jogou de novo na cama, e ela me encheu de beijos doces e gostosos.
Eu já não tava em condições pra um terceiro round, mas depois de um tempo ela ficou dura de novo e me pediu se eu podia chupar o cu dela e meter os dedos pra fazer ela gozar de novo.

Como sou um cavalheiro, claro que fiz tudo que pude pra minha neném ficar satisfeita.
Depois que ela gozou, a gente ficou deitado um tempão, e ela continuava me beijando e acariciando.
Ela me fez sentir muito bem.

No fim, tive que ir embora. A gente tinha combinado que eu sairia primeiro, pra ela poder tomar um banho e se trocar de novo.
Nos despedimos com um beijo suave, e eu disse que tinha adorado.
Quando saí do quarto, minhas pernas tremiam, mas eu tava satisfeito.
Tirei a máscara antes de entrar no elevador, e desci numa boa.

Naquela noite, chegou uma mensagem no WhatsApp: "obrigada".

Não vou dizer quem é porque, obviamente, um cavalheiro não espalha esses detalhes, mas espero que quando ler isso, minha neném saiba que deixou esse homem muito satisfeito, e que com certeza eu adoraria repetir.

2 comentários - Relato - Minha primeira vez com uma sissy

ransit
Muy bien relato. Queremos alguna historia más