COISAS COM MARTINA, MINHA PRIMA... CAP1
Antes de mais nada, esclareço que este é meu primeiro relato. Provavelmente está cheio de erros, mas por favor, ao invés de odiar, deixem suas críticas construtivas acompanhadas dos seus pontos.
COISAS COM MARTINA, MINHA PRIMA
(este é um relato fictício com o único propósito de te excitar, sem mais bla bla, vamos ao relato)
Com minha prima sempre tivemos uma relação normal. Quando éramos crianças, não éramos tão próximos como agora. Sempre achei ela bonita. Quando ela tinha 17 (eu 15), ela já tinha um corpo bem curvado. Mas agora, eu com 19 e ela com 21, pros seus 1,68m mais ou menos, ela tinha uma bunda boa, bem grande mas não exagerada. O forte dela era a frente, simplesmente perfeita. O cabelo dela batia um pouco abaixo do ombro, bem morena, com duas mechas na frente loiras por causa da descoloração, ficava incrível nela, ou será que é porque sempre gostei desse visual em garotas? Já eu era um cara normal, 1,83m, magro e um pouco definido, mas não bombado, porque não gostava de ser tão exagerado.
Como eu disse, minha relação com a Martina não era muito próxima quando éramos crianças. Apesar de eu olhar pra ela com vontade, a gente quase não se falava, a ponto de que por um tempo eu até esqueci dela e segui minha vida.
Um dia, infelizmente, fomos informados da morte do nosso avô. O velho era um saco, por toda a merda que fez meu pai e minha tia, a mãe da Martina, passarem. Ele sempre escolheu o álcool e a droga em vez dos filhos. Fomos ao funeral. Em um momento, decidi sair pra tomar um ar num pátio pequeno que tinha. Foi quando vi minha prima sentada lá fora. Resolvi puxar conversa só pra ter um pouco de papo. Ela não parecia tão triste quanto o resto da família.
-Ei, Marti, oi!
-Marcos, oi!
-Como você tá?, perguntei meio angustiado por causa do velho. vô.
—Tô bem, entediada de ficar aqui — ela fala se queixando.
—Tô na mesma que você kkk — falo, fazendo o movimento pra sentar do lado dela.
—Posso sentar? — perguntei antes de me jogar de uma vez.
—Claro, senta aqui comigo kkkk — me surpreendi porque ela falou de um jeito meio safado.
—O que cê conta? Tá estudando? — pergunto.
—Me inscrevi na faculdade de medicina. E você?
—Eu tô bem aí, comecei na facul de direito.
—Conseguiu!! — ela fala me abraçando com carinho, já que eu tinha tido problemas pra me inscrever e não tavam me aceitando.
No abraço, ela enfiou os peitos na minha cara, mas não falei nada...
—Sim, por sorte me aceitaram.
—Isso tem que ser comemorado, sabe? Cê vai vir pra casa depois que isso acabar?
—Vão se reunir? — perguntei inocente.
—Sim, seus pais vão jantar aqui em casa, eles não te falaram nada?
—Não me falaram nada, meus velhos, mas eu vou, depende do que a gente comer kkkk.
—Kkkk que pão dura, vamos pedir umas pizzas.
—Ahh então eu vou — falei morrendo de rir e ela também.
No fim, o velório terminou umas dez e meia da noite e a gente foi pra casa da Marti. Eu tinha que deixar umas coisas na casa de um amigo, então peguei meu carro (por sorte com 19 anos eu tinha meu carro, um Civic SI). Levei uns 30min pra chegar na casa do meu amigo. Quando saí de lá, vi que tinha um WhatsApp de alguém não salvo, era a Martina!! Ela tinha me mandado uma foto dela fazendo biquinho e na legenda dizia "que isso, não veio?" com emojis tristes. Fiquei surpreso com a atitude da Martina hoje, ela tava muito estranha, talvez tivesse mudado desde a última vez que a vi, mas duvidava. Mandei um áudio pra pegar intimidade, sei lá por quê: "kkkkk tanta saudade assim de me ver? Vim deixar umas coisas na casa de um amigo, já tô indo pra lá".
Umas quadras antes de chegar na casa dos meus tios, vi a Martina. Ela tava de shortinho e uma regatinha curta branca, porque tava um calorão. Cheguei perto com o carro. auto e abaixou o vidro do motorista.
- Aonde você vai, hein? haha.
- Um pouco tarde, não acha, garoto?
- Já te falei, tinha que ir na casa de um amigo.
- Mmmm, sei não, viu.
- Hahaha, sobe aí, vamos.
- Beleza, show, essa bolsa tá pesadona.
- Nossa, esse carro? é seu?
- Hahaha, é verdade que não te mostrei, sim, é meu.
- Nunca me leva pra dar um rolê, hein.
- Qual é, se eu dei uma volta com seus pais e você não tava.
- Nada, mas um rolê só comigo você tem que me dar.
E me olhou com uns olhos de safada, na hora entendi a ideia dela, acho, kkkk.
Chegamos na casa dela e cumprimentei meus pais, os tios, e fomos comer. Não minto se disser que foi o jantar mais desconfortável que tive em anos, já que todo mundo tava triste por causa do vô. A única que não tava nem um pouco triste era minha prima, que de vez em quando me olhava e ria, mas o olhar dela não era normal ou de brincadeira, eu encarava de volta, mas uma parte de mim não entendia nada do que tava rolando.
Terminamos de comer e meus pais e meus tios foram conversar lá fora sobre uns papos de herança e tal, enquanto isso minha prima no quarto dela e eu no sofá vendo um jogo da NBA (Boston Celtics contra Los Angeles Lakers, um jogo de boa).
De repente, me chamam do corredor, me viro e era a Martina. Ela me olhou com um sorriso e balançou a cabeça pra eu ir com ela. Eu, sem fazer charme, fui, e tinha uma montanha de roupa maior que o Everest.
- Nossa, que bagunça no teu quarto, hein haha.
- Qual é, cara, deve estar melhor que o seu.
- Mmmm, sei não haha, o que foi? - perguntei pra ir direto ao ponto.
- Quer me ajudar, priminho querido? - obviamente com sarcasmo.
- Hahaha, o que você quer?
- Vou encontrar as minas e não sei o que vestir, me ajuda a escolher?
- Beleza, então, o que você tá pensando em vestir? - falei tranquilo, sem saber o que ela ia responder.
- Quero esquentar todos os homens que me virem.
QUÊ??? Será que ouvi errado?
- Epaa!! hahaha e o que eu tenho a ver com isso? - perguntei curioso.
- Você é homem, o que eu deveria colocar?
Na hora eu entendi o lance dela e achei estranhíssimo, nas poucas vezes que a gente se via a gente trocava uns putaria ou falava coisas bonitas, mas isso já era demais, e no fundo eu tava gostando.
EU: Mmm, sei lá, o que cê tem pra me mostrar?
MARTI: Olha, tava pensando nesse vestidinho aqui.
Do monte de roupa ela puxou um vestido preto que de cara já dava pra ver que era bonito.
EU: Uhh, esse é bom.
MARTI: É? cê gostou?
EU: Sim, parece bonito.
MARTI: Já volto, vou experimentar.
Ela foi pro banheiro e depois de um tempo voltou com o vestido vestido. Meu deus, como ficou nela, nem sei como ela conseguiu entrar naquele vestidão de tão curto que era, ela parou debaixo da porta e deu uma voltinha pra me mostrar, fiquei besta olhando a cintura dela, apaixonado no que via, e parece que ela percebeu porque me disse...
MARTI: E aí, cara, tá olhando o quê?
EU: Nada, desculpa. — falei cagado de medo, achando que ela tinha ficado puta.
MARTI: Jajaja, tô te zoando, bobão, pode olhar o que quiser, tem confiança.
O que ela disse? que eu podia olhar ela? A ideia me agradou, mas também não queria parecer um punheteiro virgem, então não olhei tanto. Depois de um momento meio estranho, ela fala:
MARTI: Okeey, agora vem a melhor parte. — disse com um olhar e uma risadinha de safada.
EU: O quê?? — perguntei com uma curiosidade do caralho.
MARTI: Que calcinha fio dental eu devo vestir??
Fiquei em choque, de verdade eu ia ver ela de fio dental? tipo, não tô reclamando, mas me surpreendeu muito a atitude dela. Não ia me deixar intimidar (mesmo que no fundo tava meio intimidado), então resolvi entrar na brincadeira.
EU: Cê tem uma bem fininha? — perguntei sem vergonha.
MARTI: Eyeyey, tão ousadinho assim? jajaja
EU: Ué, cê não disse que queria esquentar os homens.
MARTI: Jajaja, é, cê tem razão. Olha, essa aqui é a mais fina que eu tenho.
E me mostrou uma que era nojenta de tão fina. Era um fio literal. Olhei pra calcinha com uma risada e depois olhei pra Martina, ela só olhava pra ela e baixava a cabeça meio com vergonha.
EU: Mmmm, acho que essa tá boa.
MARTI: Cê acha? Decis? Bom, já volto.
Nesse ponto eu tava com o pau duro, mas dava pra sentir. Ela passou do meu lado e, bem na hora que passou pela minha parte íntima, esticou a mão e roçou no meu membro. Óbvio que foi de propósito. Ela se virou e me olhou, corada, e depois baixou o olhar e encarou meu volume, mas sem vergonha. Daí a pouco ela volta, fui olhando ela de baixo pra cima, a calcinha fio dental era tão fina que parecia que ela não tava usando nada, fui subindo com o olhar e me surpreendi ao ver que ela tava sem sutiã!! Ela tapava os mamilos com a mão, mas dava pra ver tudo.
MARTI: Como é que tá?
EU: Maravilhosa!. Saiu da alma.
MARTI: Obrigada!. Falou com um sorriso meigo.
MARTI: Kkkk parece que alguém gostou, né? Olhando discretamente pro meu volume que já tava totalmente duro.
EU: Ee desculpa, reage sozinho.
MARTI: Tá assim por minha causa?. Olhando sem medo pro meu pau.
EU: Sssim, não vou mentir.
Devagar ela veio andando na minha direção, eu fui recuando até bater na cama e, com a inércia, sentei. Ela chegou e sentou do meu lado sem parar de olhar pro meu volume, vejo a mão direita dela começar a se mover na direção do meu pau, o que ia acontecer eu não achava que ia rolar, mas rolou...
Ela colocou a mão dentro da minha calça e passou por dentro, tocando minha cueca, me acariciando e apertando o pau com a mão, ela soltava uns gemidinhos e eu também.
MARTI: Tá durinho... Falou com um sorrisinho.
EU: Meu Deus.
MARTI: Tá gostando?
EU: Sssim, Marti, continua...
MARTI: Isso você vai gostar mais.
Ela aproximou a boca da minha, a gente tava a 10cm de distância, ela chegou rápido e parou de repente. Olhei pra ela e ela me olhou, não sabia se ia me atacar com o que ia fazer, mas não perdia nada. Aproximei meus lábios e beijei ela, nossas línguas se conhecendo pela primeira vez e eu amei. A gente continuou brincando com as línguas por uns 3 minutos, ela, nisso tudo, não tirava a mão do meu pau. Depois de um tempo, a gente se separou, um fio de saliva saiu dos dois, a gente se olhou e... Nós sorrimos, dei um beijinho nela pra terminar bem. Ela me devolveu.
Ela abaixou o olhar de volta pro meu pau...
MARTI: Parece enorme na minha mão.
EU: Ah, é?
MARTI: Siiim... Desculpa, não queria fazer tudo isso, não sei o que deu em mim.
EU: Relaxa, não me incomodei.
MARTI: Hahaha, sei, você adorou, né?
EU: E você não? hahaha
MARTI: Adorei. E me deu outro beijinho...
Enquanto isso, ela continuava com a mão no meu volume até que, do nada...
TIA: GENTE, O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO!!!...
Antes de mais nada, esclareço que este é meu primeiro relato. Provavelmente está cheio de erros, mas por favor, ao invés de odiar, deixem suas críticas construtivas acompanhadas dos seus pontos.
COISAS COM MARTINA, MINHA PRIMA
(este é um relato fictício com o único propósito de te excitar, sem mais bla bla, vamos ao relato)
Com minha prima sempre tivemos uma relação normal. Quando éramos crianças, não éramos tão próximos como agora. Sempre achei ela bonita. Quando ela tinha 17 (eu 15), ela já tinha um corpo bem curvado. Mas agora, eu com 19 e ela com 21, pros seus 1,68m mais ou menos, ela tinha uma bunda boa, bem grande mas não exagerada. O forte dela era a frente, simplesmente perfeita. O cabelo dela batia um pouco abaixo do ombro, bem morena, com duas mechas na frente loiras por causa da descoloração, ficava incrível nela, ou será que é porque sempre gostei desse visual em garotas? Já eu era um cara normal, 1,83m, magro e um pouco definido, mas não bombado, porque não gostava de ser tão exagerado.
Como eu disse, minha relação com a Martina não era muito próxima quando éramos crianças. Apesar de eu olhar pra ela com vontade, a gente quase não se falava, a ponto de que por um tempo eu até esqueci dela e segui minha vida.
Um dia, infelizmente, fomos informados da morte do nosso avô. O velho era um saco, por toda a merda que fez meu pai e minha tia, a mãe da Martina, passarem. Ele sempre escolheu o álcool e a droga em vez dos filhos. Fomos ao funeral. Em um momento, decidi sair pra tomar um ar num pátio pequeno que tinha. Foi quando vi minha prima sentada lá fora. Resolvi puxar conversa só pra ter um pouco de papo. Ela não parecia tão triste quanto o resto da família.
-Ei, Marti, oi!
-Marcos, oi!
-Como você tá?, perguntei meio angustiado por causa do velho. vô.
—Tô bem, entediada de ficar aqui — ela fala se queixando.
—Tô na mesma que você kkk — falo, fazendo o movimento pra sentar do lado dela.
—Posso sentar? — perguntei antes de me jogar de uma vez.
—Claro, senta aqui comigo kkkk — me surpreendi porque ela falou de um jeito meio safado.
—O que cê conta? Tá estudando? — pergunto.
—Me inscrevi na faculdade de medicina. E você?
—Eu tô bem aí, comecei na facul de direito.
—Conseguiu!! — ela fala me abraçando com carinho, já que eu tinha tido problemas pra me inscrever e não tavam me aceitando.
No abraço, ela enfiou os peitos na minha cara, mas não falei nada...
—Sim, por sorte me aceitaram.
—Isso tem que ser comemorado, sabe? Cê vai vir pra casa depois que isso acabar?
—Vão se reunir? — perguntei inocente.
—Sim, seus pais vão jantar aqui em casa, eles não te falaram nada?
—Não me falaram nada, meus velhos, mas eu vou, depende do que a gente comer kkkk.
—Kkkk que pão dura, vamos pedir umas pizzas.
—Ahh então eu vou — falei morrendo de rir e ela também.
No fim, o velório terminou umas dez e meia da noite e a gente foi pra casa da Marti. Eu tinha que deixar umas coisas na casa de um amigo, então peguei meu carro (por sorte com 19 anos eu tinha meu carro, um Civic SI). Levei uns 30min pra chegar na casa do meu amigo. Quando saí de lá, vi que tinha um WhatsApp de alguém não salvo, era a Martina!! Ela tinha me mandado uma foto dela fazendo biquinho e na legenda dizia "que isso, não veio?" com emojis tristes. Fiquei surpreso com a atitude da Martina hoje, ela tava muito estranha, talvez tivesse mudado desde a última vez que a vi, mas duvidava. Mandei um áudio pra pegar intimidade, sei lá por quê: "kkkkk tanta saudade assim de me ver? Vim deixar umas coisas na casa de um amigo, já tô indo pra lá".
Umas quadras antes de chegar na casa dos meus tios, vi a Martina. Ela tava de shortinho e uma regatinha curta branca, porque tava um calorão. Cheguei perto com o carro. auto e abaixou o vidro do motorista.
- Aonde você vai, hein? haha.
- Um pouco tarde, não acha, garoto?
- Já te falei, tinha que ir na casa de um amigo.
- Mmmm, sei não, viu.
- Hahaha, sobe aí, vamos.
- Beleza, show, essa bolsa tá pesadona.
- Nossa, esse carro? é seu?
- Hahaha, é verdade que não te mostrei, sim, é meu.
- Nunca me leva pra dar um rolê, hein.
- Qual é, se eu dei uma volta com seus pais e você não tava.
- Nada, mas um rolê só comigo você tem que me dar.
E me olhou com uns olhos de safada, na hora entendi a ideia dela, acho, kkkk.
Chegamos na casa dela e cumprimentei meus pais, os tios, e fomos comer. Não minto se disser que foi o jantar mais desconfortável que tive em anos, já que todo mundo tava triste por causa do vô. A única que não tava nem um pouco triste era minha prima, que de vez em quando me olhava e ria, mas o olhar dela não era normal ou de brincadeira, eu encarava de volta, mas uma parte de mim não entendia nada do que tava rolando.
Terminamos de comer e meus pais e meus tios foram conversar lá fora sobre uns papos de herança e tal, enquanto isso minha prima no quarto dela e eu no sofá vendo um jogo da NBA (Boston Celtics contra Los Angeles Lakers, um jogo de boa).
De repente, me chamam do corredor, me viro e era a Martina. Ela me olhou com um sorriso e balançou a cabeça pra eu ir com ela. Eu, sem fazer charme, fui, e tinha uma montanha de roupa maior que o Everest.
- Nossa, que bagunça no teu quarto, hein haha.
- Qual é, cara, deve estar melhor que o seu.
- Mmmm, sei não haha, o que foi? - perguntei pra ir direto ao ponto.
- Quer me ajudar, priminho querido? - obviamente com sarcasmo.
- Hahaha, o que você quer?
- Vou encontrar as minas e não sei o que vestir, me ajuda a escolher?
- Beleza, então, o que você tá pensando em vestir? - falei tranquilo, sem saber o que ela ia responder.
- Quero esquentar todos os homens que me virem.
QUÊ??? Será que ouvi errado?
- Epaa!! hahaha e o que eu tenho a ver com isso? - perguntei curioso.
- Você é homem, o que eu deveria colocar?
Na hora eu entendi o lance dela e achei estranhíssimo, nas poucas vezes que a gente se via a gente trocava uns putaria ou falava coisas bonitas, mas isso já era demais, e no fundo eu tava gostando.
EU: Mmm, sei lá, o que cê tem pra me mostrar?
MARTI: Olha, tava pensando nesse vestidinho aqui.
Do monte de roupa ela puxou um vestido preto que de cara já dava pra ver que era bonito.
EU: Uhh, esse é bom.
MARTI: É? cê gostou?
EU: Sim, parece bonito.
MARTI: Já volto, vou experimentar.
Ela foi pro banheiro e depois de um tempo voltou com o vestido vestido. Meu deus, como ficou nela, nem sei como ela conseguiu entrar naquele vestidão de tão curto que era, ela parou debaixo da porta e deu uma voltinha pra me mostrar, fiquei besta olhando a cintura dela, apaixonado no que via, e parece que ela percebeu porque me disse...
MARTI: E aí, cara, tá olhando o quê?
EU: Nada, desculpa. — falei cagado de medo, achando que ela tinha ficado puta.
MARTI: Jajaja, tô te zoando, bobão, pode olhar o que quiser, tem confiança.
O que ela disse? que eu podia olhar ela? A ideia me agradou, mas também não queria parecer um punheteiro virgem, então não olhei tanto. Depois de um momento meio estranho, ela fala:
MARTI: Okeey, agora vem a melhor parte. — disse com um olhar e uma risadinha de safada.
EU: O quê?? — perguntei com uma curiosidade do caralho.
MARTI: Que calcinha fio dental eu devo vestir??
Fiquei em choque, de verdade eu ia ver ela de fio dental? tipo, não tô reclamando, mas me surpreendeu muito a atitude dela. Não ia me deixar intimidar (mesmo que no fundo tava meio intimidado), então resolvi entrar na brincadeira.
EU: Cê tem uma bem fininha? — perguntei sem vergonha.
MARTI: Eyeyey, tão ousadinho assim? jajaja
EU: Ué, cê não disse que queria esquentar os homens.
MARTI: Jajaja, é, cê tem razão. Olha, essa aqui é a mais fina que eu tenho.
E me mostrou uma que era nojenta de tão fina. Era um fio literal. Olhei pra calcinha com uma risada e depois olhei pra Martina, ela só olhava pra ela e baixava a cabeça meio com vergonha.
EU: Mmmm, acho que essa tá boa.
MARTI: Cê acha? Decis? Bom, já volto.
Nesse ponto eu tava com o pau duro, mas dava pra sentir. Ela passou do meu lado e, bem na hora que passou pela minha parte íntima, esticou a mão e roçou no meu membro. Óbvio que foi de propósito. Ela se virou e me olhou, corada, e depois baixou o olhar e encarou meu volume, mas sem vergonha. Daí a pouco ela volta, fui olhando ela de baixo pra cima, a calcinha fio dental era tão fina que parecia que ela não tava usando nada, fui subindo com o olhar e me surpreendi ao ver que ela tava sem sutiã!! Ela tapava os mamilos com a mão, mas dava pra ver tudo.
MARTI: Como é que tá?
EU: Maravilhosa!. Saiu da alma.
MARTI: Obrigada!. Falou com um sorriso meigo.
MARTI: Kkkk parece que alguém gostou, né? Olhando discretamente pro meu volume que já tava totalmente duro.
EU: Ee desculpa, reage sozinho.
MARTI: Tá assim por minha causa?. Olhando sem medo pro meu pau.
EU: Sssim, não vou mentir.
Devagar ela veio andando na minha direção, eu fui recuando até bater na cama e, com a inércia, sentei. Ela chegou e sentou do meu lado sem parar de olhar pro meu volume, vejo a mão direita dela começar a se mover na direção do meu pau, o que ia acontecer eu não achava que ia rolar, mas rolou...
Ela colocou a mão dentro da minha calça e passou por dentro, tocando minha cueca, me acariciando e apertando o pau com a mão, ela soltava uns gemidinhos e eu também.
MARTI: Tá durinho... Falou com um sorrisinho.
EU: Meu Deus.
MARTI: Tá gostando?
EU: Sssim, Marti, continua...
MARTI: Isso você vai gostar mais.
Ela aproximou a boca da minha, a gente tava a 10cm de distância, ela chegou rápido e parou de repente. Olhei pra ela e ela me olhou, não sabia se ia me atacar com o que ia fazer, mas não perdia nada. Aproximei meus lábios e beijei ela, nossas línguas se conhecendo pela primeira vez e eu amei. A gente continuou brincando com as línguas por uns 3 minutos, ela, nisso tudo, não tirava a mão do meu pau. Depois de um tempo, a gente se separou, um fio de saliva saiu dos dois, a gente se olhou e... Nós sorrimos, dei um beijinho nela pra terminar bem. Ela me devolveu.
Ela abaixou o olhar de volta pro meu pau...
MARTI: Parece enorme na minha mão.
EU: Ah, é?
MARTI: Siiim... Desculpa, não queria fazer tudo isso, não sei o que deu em mim.
EU: Relaxa, não me incomodei.
MARTI: Hahaha, sei, você adorou, né?
EU: E você não? hahaha
MARTI: Adorei. E me deu outro beijinho...
Enquanto isso, ela continuava com a mão no meu volume até que, do nada...
TIA: GENTE, O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO!!!...
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