Amália, a vizinha, bateu na nossa porta. Depois de me cumprimentar, disse: "Vim te avisar que sua esposa pediu pra eu te dizer que tentou ligar, mas seu celular caiu na caixa postal. Ela foi com a Carmen num enterro, e quando voltar te conta sobre a saída inesperada." Quando ela voltou pra casa, eu estava com o Manuel, outro vizinho do prédio onde a gente mora. A gente tava curtindo um filme pornô, onde uma mulher gostosa pra caralho tava levando uma surra de pica na buceta e no cu. Isso me lembrou o sanduíche que fiz não faz muito tempo com o Mário, o vizinho que queria comer ela e acabou num duplo comigo. A gente tava tomando um uísque com gelo, quando ouvi o motor do carro da minha mulher. Só deu tempo de minimizar o filme, não deu pra fechar. Quando ela entrou, dizendo que já tinha voltado do enterro que acompanhou a vizinha Carmen, perguntou: "O que vocês tão fazendo?" Respondi: "Tomando um drink e vendo um jogo de basquete." Além da bebida, a gente tava comendo uns petiscos deliciosos, mas o Manuel deixou cair uma castanha-do-pará perto do móvel onde tava o vídeo. Minha mulher se abaixou pra pegar a castanha e percebeu que o vídeo tava ligado. (Ela tinha saído com uns sapatos abertos, vestido preto curto e solto, sem meia, sem calcinha pra variar, e sem sutiã.) Ela apertou o botão do vídeo e o filme apareceu: duas picas enfiando na mulher que tava deitada de costas em cima de um deles, enquanto o outro metia sem parar na buceta dela. Ela disse: "Isso sim é atendimento de primeira, que serviço e atenção tão dando pra ela. Isso sim é inveja boa." Ela tava no meio da gente, e num movimento que fez, uma mancha esbranquiçada caiu num dos pés dela. Sem dúvida, era sêmen. Naquele momento, entendi a história da saída inesperada com a Carmen, de ir num enterro. Não tinha enterro nenhum. Ela tinha vindo de transar, e a filha da puta, putona, tava falando outra coisa. Ela comentou de novo: "Que inveja ter dois caras disponíveis pra cuidar da buceta e do cu ao mesmo tempo. Tempo, é uma delícia, o que eu daria pra aproveitar o que a mulher do filme tá aproveitando. Diante desses comentários, meu amigo Manuel tava muito envergonhado e não conseguia falar nada, senti que ele queria levantar e ir embora. Eu pisquei o olho pra ele, mas ele não entendeu. Puxei minha mina e dei um beijo gostoso nela, comecei a esfregar os peitos dela, e a abaixei de um jeito que meu amigo Manuel visse que minha esposa não tava de calcinha. Enquanto eu a deixava de lado, insinuei de novo com sinais: se ele queria foder, minha mulher tava prontinha pra receber não só meu pau, mas também o do meu amigo. Diante desse espetáculo, meu parceiro coçou o pau e ele começou a endurecer e crescer. Deitei minha mina no sofá e me abaixei pra chupar a buceta dela. Percebi que ela realmente vinha de um enterro, mas de pau na buceta e no cu dela, porque tavam vermelhos das picadas que já tinha levado. Ela vinha bem comida e ainda por cima com tesão, porque queria aproveitar ração dupla de carne nos buraquinhos dela, que tinham chegado cheios de porra e bem bicados. Manuel, ao ver que minha mulher tava de quatro mostrando o cu, não se fez de rogado. Baixou as calças e saltou uma pica enorme, grande, dura e tesuda, cabeçuda e cheia de veias. Dava pra ver que ia estourar de tão ereta que tava. Se jogou em cima da minha mina, apontou o aríete dele na buceta da minha mulher, que ainda tava escorrendo aquele líquido branquento, ou porra de outro pau que a putona da minha esposa tinha acabado de atender. E sem que ela pudesse evitar, já tava dentro da buceta dela aquela pica do meu amigo. Eu também me apressei, baixei as calças e soltei meu pau, duro e grande, que minha mina começou a chupar. Ela disse: "Que gostoso vocês me comem, não me enganei, ter dois paus à disposição é muito gostoso. Se apressem, me dêem pau gostoso, me façam de puta de vocês. Essa mina hoje tá mais no cio que o normal. Enfiem esses paus em mim, jorrem toda a porra de vocês, quero sentir como a mulher que tão comendo no vídeo." Não demoramos mais de Cinco minutos, nossas pirocas estouraram na buceta da Manuel, e a minha no seu asterisco gostoso, que já tava escorrendo porra de outro filho da puta. Continuamos comendo ela e metemos mais duas seguidas, até que ela finalmente disse: "hoje sim, fiquei bem comida, do jeito que eu gosto." Meu amigo se vestiu na surdina e vazou. Ela me disse: "que puta foda gostosa o teu amigo Manuel, quando eu tiver com os buracos ardendo e quiser pica, chama ele pra ver o futebol, e a gente come os três." Eu perguntei: "e aí, como foi essa história de que você foi num velório?" Ela respondeu: "não, não fui num velório não. Minha amiga Carmen me disse que era um enterro, e quando ela falou, pensei que era um parente dela que tinha morrido. Mas quando chegamos na casa, não vi nada parecido. Ela bateu, e o namorado dela, Antonio, abriu a porta e convidou a gente pra entrar. Na sala, ele tava com o Javier, um amigo dele. Nos ofereceram um café, a Carmen e o Antonio subiram pro quarto, e eu fiquei com o Javier na sala. Num movimento brusco que eu fiz, ele percebeu que eu não tava de calcinha nem sutiã. Ele disse: 'você é uma amiga muito bonita da Carmen, mas além de bonita, você é uma gostosa do caralho, e ainda mostra até as amígdalas, o que já deixou minha pica dura. Você pode emprestar sua bunda pra amolecer minha piroca?' Papi, você sabe, eu gosto que cheguem direto pra transar, isso me esquenta e me deixa com tesão. E eu falei: 'deixa eu ver se você não tá mentindo.' Quando passei a mão no volume dele por cima da calça, percebi que o bicho dele cresceu ainda mais, o que me deu mais vontade. Abri o zíper dele, tirei o piru pra fora e comecei a chupar. Ele, sem cerimônia nenhuma, levantou meu vestido, me curvou no sofá e meteu sem dó. Ficou bombando um bom tempo, até que cuspiu a porra dele na minha buceta. Eu virei, peguei a pirocona dele de novo, comecei a chupar pra deixar dura outra vez, e passei saliva no meu cuzinho. Falei: 'papazinho, quero sentir seu chile no meu bum.' Ele na hora levantou minhas pernas, me abriu e apontou pro meu rabo. O pau dele, que num movimento já tinha enfiado a cabeça, e quando eu mal tava me recuperando do ataque do ferro dele na minha bunda, ele atacou de novo, e com mais um movimento já tinha o bicho inteiro dentro da minha bunda, que começou a meter e tirar sem piedade. Pedi pra ele ir com calma porque tava meio ressecada, mas ele cagou e andou, acelerou as metidas até esvaziar a última gota de porra dos ovos dele. Terminando de esvaziar, falei: "Querido amigo do namorado da Carmen, preciso ir porque meu marido tá quase chegando, e a gente combinou de almoçar no centro. Lá você se despede da minha amiga e fala que vejo ela depois. E se na próxima a gente se encontrar, vou adorar afrouxar essa sua bunda pro seu prazer." Ele respondeu: "Você tem uma bunda dos sonhos, que marido sortudo você tem, porque ele curte à vontade umas nádegas deliciosas." Então, papai, já te confessei a traição que cometi. Acabei dando a bunda porque pediram, mas no fundo eu ia pra um velório, que terminou no enterro de uma pica gostosa que me jogou montes de porra, que você pôde ver cair num dos meus pés, porque me aqueceu o filme pornô que você tava vendo com seu amigo Manuel. E, bom, adorei a atenção que deram pra minha buceta e bunda, os dois. Adorei esse segundo sanduíche de carne dupla que me deram. Além disso, quero te confessar que, com essas duas fodas que me deram, minha xota tá quente e me fez pensar que vai ser muito gostoso aproveitar o próximo sanduíche com Mario, Manuel e você, meu maridinho. Sinto que vai ser muito gostoso ter esses dois paus nos meus buraquinhos, pra me deixar bem bamba e fodida pra você, amorzinho. E enquanto eles me comem, chupo você gostoso pra deixar ele duro, e você mete, e como diz a música, chove no molhado, ou seja, enquanto você vê a porra dos meus garanhões escorrendo, chupa minha racha e me fode, de prêmio deixo você me comer do jeito que quiser. Verdadeiramente, tive que me acostumar que minha esposa, que é uma putona de primeira, solta essa bunda, sobe no pau, aperta bem e chega a me mostrar esses buracos cheios de porra e meleca de tanto filho da puta que quer se esfregar na minha mulher, e ainda diz: tô bem comida e largada pro teu pau, papi.
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