Tenho 19 anos, ainda moro com meus pais e meu avô de 56. Meu avô sempre foi um cara forte, gostoso, 1,90m, e já trouxe um monte de mulher em casa quando meus pais não estão — acho que ele já comeu todas as vizinhas. A gente transa duas ou três vezes por semana e tá tudo certo. Tenho 1,75, sou branco, olhos castanhos, cabelo comprido, pernudo e bundudo. Um dia a gente tava sozinho e ele tava vendo um filme com uns nus na sala. Vô: "Vem aqui comigo" (ele andava só de cueca e eu de bermuda, sem mais nada). Sentei no sofá do lado, e ele fez um sinal pra eu sentar no mesmo que ele. Me mudei e deixei um espaço respeitoso. O filme tava esquentando, já dava pra ver umas sombras de boquete ou penetração. De repente ele começou a falar. Vô: "Você sempre foi meu xodó, lembra quando a gente foi viajar? Eram momentos especiais pra mim, sinto muita falta. Lembra como era?" Eu: "Não lembro, vô... hahaha." Vô: "Hahaha, tá insinuando que não sirvo mais? Vem cá, vamos ver se é verdade." Não tava entendendo nada, ia sentar no colo dele, que já tava bem duro por causa do filme. Acho que as lembranças me embriagaram e lembrei de um monte de sensações. Respirei fundo e, meio tímido, me aproximei. Ele me pegou suavemente e me sentou de lado no colo dele, onde senti o pau dele duríssimo contra minha bunda. Ele sabia que tava no controle total. Passava a mão nas minhas pernas e eu tava mudo. Mudou de canal e botou um pornô onde uma mina tava fazendo um boquete foda num cara mais velho. Nossa respiração foi acelerando. Ele chegou perto do meu ouvido e falou: Vô: "Adoro ficar assim com você, meu bebê, senti muita falta de te ter por perto. Tá gostando do que sente?" Do que eu sentia? Sentia meu corpo todo arrepiado porque ele falava no meu ouvido roçando os lábios. O pau dele tava duríssimo e não sei por que eu queria tocar. Só soltei um "ã-hã" quase imperceptível. Vô: "Vamos pro meu quarto ver o filme, vai ser mais confortável. confortáveis na cama. Levantei, ela me pegou pela mão e fomos pro quarto dela. Ela se encostou na cabeceira e fez um sinal pra eu deitar com o rosto no peito dela. Fiz sem pensar e em silêncio. Nossa, a vista do pacote dela daí era perfeita, parecia enorme, como se fosse rasgar a cueca. Minhas mãos ficaram apoiadas nas pernas dela e ela acariciava meu rosto suavemente. Sabendo que eu só olhava pro volume dela, ela disse: "Quer tocar?" Foi tão sutil e eu tava com tanto desejo que movi minha mão pra acariciar devagar. Uff, não sabia por que, mas aquilo tava me dando muito tesão e enfiei a mão debaixo da cueca dela pra sentir tudo. A respiração dela acelerou e eu comecei a masturbar ela com calma. Ela tava tão excitada que naquela hora a ternura sumiu quando ela falou. A: "Beleza, putinha, já vimos que você gosta, então é hora de eu te comer como deve ser." Ela se levantou, abaixou a cueca e me puxou pra ficar de joelhos na frente da rola dela nua. Me segurou suave com uma mão e com a outra batia a rola no meu rosto. Naquela hora eu pensei: "Vou ser a putinha dela." A: "Fica claro que quem manda sou eu e que você vai ser minha putinha quando, como e onde eu quiser, combinado?" Eu: "Sim, vô." Ela aproximou os dedos da minha boca e eu abri automaticamente. Brincava com meus lábios e minha língua, de repente tirou os dedos molhados. Como ela segurava meu cabelo, só me mexi um pouco. Ela aproximou o pau da minha boca, eu abri esperando algo suave. Ficou assim um tempo até que de repente começou a jorrar uma porrada de porra na minha boca. Quando terminou, ordenou: "Engole, putinha." Do jeito que deu, engoli aquele líquido grosso e mostrei a boca vazia, o que ela agradeceu com um sorriso. Me soltou e mandou eu deitar na cama de barriga pra cima. A: "Você se comportou bem, merece que eu ouça como você se sentiu, putinha." Sem hesitar, eu: "Não sei o que dizer... Foi estranho quando você pediu pra eu sentar no seu colo, mas fiz porque gostei. Senti seu pau e deu um frio na barriga de vontade de tocar, sentir e acariciar. Não esperava o que você fez com minha boca (falta muito pra fazer, ele interveio), mas gostei do seu gosto. Não sei mais o que dizer, mas vou fazer o que você pedir, sou seu. Desculpa, Vô, serei sua. A: Beleza, bebê, de agora em diante você vai ser minha putinha particular.
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2 comentários - Cross, a vadia, e o avô dela