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No te vas a arrepentir
SEGUNDA ADOLESCENCIA
Parte 3 de 3
Meados de janeiro, já fazia um tempo que tínhamos uns problemas de umidade no porão e, claro, na minha família ninguém sabia o que era uma ferramenta. Já vinha reclamando desse ponto pro meu marido há tempos, e naquela manhã ele me disse no meio do café, entre tantas coisas que estávamos conversando:
"Ah! Não te avisei, falei com o rapaz do lado, perto do meio-dia ele vai vir dar uma olhada nessa questão que tanto te incomoda..."
"Axel?" — perguntei, tentando parecer casual.
"É, esse mesmo, o vizinho" — respondeu enquanto passava manteiga numa torrada.
"Mas... por que o Benjamin não cuida disso? Ele é homem, eu não entendo nada disso."
"Benjamin, Benjamin, seu filho, esse inútil... a única coisa que sabe fazer é ficar com a namoradinha o dia inteiro."
Ele deu uma mordida e, enquanto o pão estalava entre os dentes, completou:
"Achei que você não teria problema, afinal, você passa o dia inteiro de bunda pra cima."
Respondi com um sorriso falso. A indireta doeu; eu era o que era em grande parte por culpa dele, então não achava graça no motivo da zoação. Só deixei pra lá.
Meu marido foi pro trabalho dele e, como ele tinha dito, lá pelo meio da manhã chegou Aylen, minha futura nora, e depois de me cumprimentar, foram pro quintal, pro jardim.
Sentia as mãos suadas de nervoso, olhava os ponteiros do relógio de parede com pêndulo que não parava de balançar. Quantas vezes tinha brincado de gato e rato, e agora meu amado marido me colocava, sem saber, na boca do lobo.
A campainha tocou. Engoli seco, abri a porta. Axel estava do outro lado. Derreti naqueles olhos cor de mel, e ele disse, num duplo sentido:
"Bom dia, vizinha. Vim dar uma olhada no problema de umidade que você tem aí embaixo."
"Para, idiota!" — falei — "O Benja e a namorada estão no quintal..."
A situação era super desconfortável. Fomos pro porão e, no caminho, os dedos do Axel beliscaram minha bunda. Eu o afastei, mas ele voltou à carga. Era um polvo. Tentou me beijar, e eu só tentava afastá-lo, e como era difícil. Fazer isso! Mas não conseguia, com o Benja por perto tudo era uma bomba-relógio.
O Axel tava feito um moleque, brincando com o perigo, pegava na minha mão e levava até o pau dele pra eu sentir como tava duro, porra, eu desviava, mas ele já tava apertando um peito meu, e me roubava um beijo e só ria do meu nervosismo e dos meus nãos constantes.
Mãe! – ouvi do outro lado – vou comer na casa da Aylen! tô avisando pra não preparar comida!
Soube que era o começo do fim...
Já não tinha desculpa, eu mesma falei pro Axel a gente ir pro meu quarto, tava morrendo de vontade, como eu queria...
Mesmo que podia ser mãe dele, me sentia uma menina do lado dele, tão bonitão, tão macho, tão enorme!
Nossas roupas foram caindo uma por uma no chão, a gente se revirou que nem dançarinos loucos, que nem crianças, como se fosse minha primeira vez, os olhos do Axel ficavam enormes se enchendo com a voluptuosidade das minhas curvas e as mãos dele, cheias de vontade, se enroscavam em cada cantinho do meu corpo, já eu só tinha uma imagem na cabeça, o pau lindo dele que eu massageava com as mãos de um jeito bem quente.
A gente se beijou, os beijos dele tinham gosto de pecado, de proibido, e esse era um preço que eu tava disposta a pagar.
Desci pelo pescoço dele, pelo peito tão másculo, brinquei nos mamilos dele com a umidade da minha língua e ele foi se entregando pros meus encantos de sereia, fiz ele recuar e no fim sentou na beira da cama, o pau enorme dele pulsava entre meus dedos e eu já não aguentava mais.
Me ajoelhei no chão, entre as pernas dele, a cabecinha tava a cinco centímetros do meu nariz, mas que gostoso parecia, tava com vontade, olhei nos olhos dele e na cara dele vi o pedido pra eu fazer, estiquei a língua e passei da base até a ponta, como se fosse um sorvete delicioso, e só senti um suspiro longo como resposta. Fui chupar ele enquanto minhas mãos agora acariciavam as bolas enormes que pendiam mais embaixo, ele me deixava fazer do meu jeito. De repente, ele me disse:
"Queria ver você engolir tudo!" — enquanto afastava os cabelos do meu rosto, que atrapalhavam a visão perfeita do que eu tava fazendo.
Eu ri, deixei claro que não era boa nisso, e ainda medi com uma das minhas mãos — achei grande demais.
"Não consigo, não posso te satisfazer nisso" — falei, sem parar de masturbar ele com a mão.
E voltei a chupar, com capricho, com paixão, passando a língua na cabeça rosada e macia. Foi quando uma das mãos dele segurou minha nuca, como quem convida educadamente pra eu fazer o que ele tinha pedido, ignorando minha resposta.
Eu só relaxei, sem pensar, experimentei um pouco, mais um pouquinho, e senti a carne dele invadir minha boca. Ele se mostrava um cavalheiro, me incentivando a continuar, e eu sentia que ele tava adorando tudo aquilo — e isso me deixava louca entre as pernas, queimando de tesão.
Empurrei mais um pouco, e mais um pouco, até chegar com meus lábios na base do tronco dele. Que gostoso que foi! Fiquei ali uns segundos, soltei, pensei: se consegui uma vez, consigo de novo. E voltei a fazer uma penetração profunda, tão fundo que ia até a alma, e de novo, e cada vez que eu fazia isso, Axel se contorcia de prazer, e eu morria de vontade de levar meus dedos ao meu clitóris.
Ele acariciava meus mamilos e sussurrou:
"Que peitões enormes que você tem!"
Eu só subi um pouco, o suficiente pra enfiar o pau dele no meio e fazer ele sumir entre eles, e subia e descia, uma vez e outra, tão gostoso, tão sexy, sentir a dureza dele entre meus algodões. Ele gemia, e de vez em quando eu descobria a cabecinha dele pra dar uma chupada gostosa, e mais, e mais.
Senti que ele ia gozar. Garanti que a cabeça dele ficasse livre, bem acima do começo dos meus peitos — é que me dava um tesão danado ver o esperma dele jorrar, mas também queria ver a cara de prazer dele, como ele ia sucumbindo aos poucos, até não conseguir mais manter o olhar.
Ele me pegou de surpresa: um jorro enorme saltou com fúria, como um... disparou, passou na frente do meu rosto e caiu entre meu cabelo e minha testa, e eu entrei no jogo, o segundo pareceu ainda mais forte e acertou parte do meu rosto, e outro, e mais um, meus ombros, minha garganta, até minhas tetas, até as últimas gotas fazendo um lubrificante delicioso entre o pau dele e minhas tetas.
Nós nos olhamos e foi impossível não cair na tentação de rir que nem idiotas, às gargalhadas, é que do jeito que o gozo jorrava nele e no estado deprimente que eu estava, não tinha outra saída.
Com o Ezequiel, a essa altura das nossas vidas, tudo já tinha acabado, mas o Axel... Axel era um potro, desenfreado, selvagem, indomável, com sangue quente nas veias...
Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e meteu tudo, igual um ferro quente, que pau duro e lindo, começou a me foder com força e eu só conseguia limpar meu rosto com os dedos, levando o esperma que ia secando pra minha boca, pra saborear o gosto dele, ele me dizia que eu era gostosa, que tinha sonhado com esse momento, e que finalmente eu era dele, minhas tetas balançavam sem controle como ondas do mar, sem começo, sem fim, de um lado pro outro enquanto minha buceta inundada dava a ele inúmeros orgasmos.
De repente o Axel desceu entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta, meus lábios, meus sucos, me abriu toda e chupou loucamente meu cuzinho, foi uma delícia, e voltou pra minha buceta, e depois me fodeu de novo, caralho, tava me matando.
De repente a gente tinha virado e agora eu montava nele, apontando a bunda pra janela, como uma vez eu tinha feito com meu marido imaginando que ele me via do outro lado do muro.
Axel acariciava meus glúteos e só dizia que gostosos que eram, minhas tetas balançavam de novo e eu percebia como ele me olhava extasiado, de vez em quando ele as acariciava e eu me sentia linda, desejada, puta, lambia os dedos dele, gemia, gritava.
De repente os dedos dele, babados, procuraram meu cuzinho, deixei ele fazer, na verdade queria que ele fizesse, permiti o acesso e me senti completa, levei. Minha mão no meu clitóris, comecei a masturbar ele com força e, meu deus, que orgasmo eu tive!
Não aguentava mais, mas ele me virou de costas de novo, eu estava satisfeita, mas ele pegou minha mão e levou de volta pra minha buceta.
— Quero outro — disse ele, bem seguro.
— Não... já chega, não aguento mais...
Mas ele manteve minha mão entre o púbis dele e o meu, e eu só me deixei levar. Ainda estava saindo daquele orgasmo enorme quando senti outro chegando, e não só isso, o pau dele ficou bem duro, bem gostoso, e eu senti como se meu útero começasse a encher de porra, caralho...
Não aguentava mais, estava exausta, sem conexão, plena, satisfeita, mas Axel... Axel...
Axel continuava duro como uma pedra, porra, ele tomou a iniciativa, dessa vez não ligou pros meus desejos e soltou o instinto animal que tinha dentro dele, e me excitava muito quando um macho me dominava sem cerimônia.
Ele se ajeitou atrás de mim, eu tava de quatro, brincou com o pau duro por trás e falou:
"slut, você vai engolir ele todinho..."
E forçou meu cu, em segundos eu tinha engolido tudo, comecei a gemer, ele metia com força, duro, até o fundo, uma vez e outra, sentia meu esfíncter dolorido se entregando pra carne dura do meu amante.
Comecei a gemer, a ronronar, eu tava adorando, mordia os dedos e só levava Axel ao limite da excitação, porque deixava ele saber o quanto eu tava gostando de ter o cu arrombado.
"Vai, vai, garanhão! Me arromba toda!"
"Você gosta que eu arrombe seu cu? Slut?"
"Sim, papai... quero seu leite, ai! ai!"
As palavras entrecortadas só faziam ele enlouquecer mais, ele disse que eu tinha uma bunda linda e não aguentou mais...
Tirou o pau e mandou eu mesma abrir minhas nádegas, queria ver meu esfíncter todo aberto, senti o leite quente dele de novo banhando cada canto do meu rabo...
Me deixei cair, implorei, já era o suficiente, não aguentava mais, não queria mais...
Axel pegou o celular e começou a me fotografar, eu sei, não devia, mas me sentir bonita, slut, desejada e cheia de porra falava mais alto que qualquer julgamento de sanidade que eu pudesse fazer naquele momento.
Aquele garoto ia virar meu amante, ia me foder do jeito que quisesse e eu não conseguia acompanhar o ritmo, era um animal no cio, me matava, literalmente, me deixava de cama, eu era feliz na minha condição de mulher infiel, mas tudo tava ficando perigoso demais.
Era loucura, tempo depois eu era avó pela primeira vez e me comportava como uma slut, com um amante da idade do meu filho.
Mas essas loucuras geralmente não terminam bem, e meu caso não seria exceção...
Axel tinha se transformado numa obsessão doentia, a cada hora, a cada momento, a cada oportunidade, sempre jogando no fio da navalha.
Naquela manhã, eu tinha um mau pressentimento, tentei não deixar passar, falei que não estava a fim, mas meu garoto sempre sabia como me convencer, a gente não sentiu, não viu chegar, mas a verdade é que o Ezequiel voltou pra casa antes do esperado, nos pegou na cama.
E meu marido era um homem terrivelmente ciumento, eu era só dele e ele não aguentou a traição, não importava quantas vezes ele tinha me traído e eu tinha feito vista grossa, isso era diferente, ele era homem, ele era o touro que tinha acabado de encontrar um desafiante no próprio curral, não, ele não...
Ele me disse um monte de palavras que vocês podem imaginar, depois se virou pro Axel, falou que ia matar ele e os dois se enroscaram numa briga de socos, eu gritava no meio deles tentando separar, mas não conseguia, eles rolavam de um lado pro outro e eu tava num puta nervoso, sem saber o que fazer. Axel era mais novo, musculoso e fortão, mas o Ezequiel sempre manteve a disciplina do taekwondo e tinha uma arma a favor, ele tava cego, lutava com o orgulho ferido, era imparável.
Meu amante jovem tava acabado, o Ezequiel tinha sentado no peito dele e apertando forte o pescoço com as mãos grandes, gritava sem parar:
— Vou te matar! Vou te matar!
Eu gritava por trás pra ele largar, entre soluços pegava no braço dele, mas não tinha força, era inútil, meu marido era uma bola de nervos fora de si, não raciocinava, não pensava.
Percebi que tudo ia acabar, os braços do Axel tinham caído pros lados, o corpo dele parecia sem vida e os olhos foram pra trás, por baixo das pálpebras, e o Ezequiel continuava apertando, mais e mais.
Joguei a última carta, desesperada, peguei um vaso e quebrei na cabeça dele, só queria separar os dois e meu marido caiu de lado, batendo com força no chão.
Minha intenção não era que as coisas terminassem como terminaram, meu marido ficou terapia agonizando mais de dez dias por causa da pancada que ela levou no chão, fruto do que eu tinha feito, mas eu só queria separar eles...
A justiça determinou uma morte duvidosa, acidental, conflito de amantes e traições, honestamente aceleraram tudo pra fechar o caso e as coisas serem esquecidas rápido, um rebuliço na mídia com meu marido podia trazer à tona de novo a outra história, um fio condutor desse presente pra aquele passado, e ninguém queria mexer nessa merda.
De qualquer forma, nada seria igual na minha vida, apesar de tudo, eu ainda amava o Ezequiel, e meu amante era só isso, meu amante.
Axel não demorou nada pra se mudar, com a família dele, foi o culpado aos olhos de todo mundo, meus filhos fizeram a vida dele um inferno e ameaçaram matar ele, a gente nem se viu pra se despedir, só uns encontros frios no WhatsApp.
Comigo não foi melhor, a mulher ruim, a puta, a bucetuda que se esfregava no pivete do vizinho, com uma sentença suspensa pendurada na minha cabeça pela justiça, com a condenação de prisão perpétua ditada pela sociedade, ganhei o ódio dos meus três filhos, perdi meu neto, hoje vivo sozinha, isolada, com o troco certo pra sobreviver, com o martírio eterno de me julgar, de me compadecer, é o que me coube na vida, não procurei, só aconteceu...
FIM
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título SEGUNDA ADOLESCÊNCIA para dulces.placeres@live.com
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SEGUNDA ADOLESCENCIA
Parte 3 de 3
Meados de janeiro, já fazia um tempo que tínhamos uns problemas de umidade no porão e, claro, na minha família ninguém sabia o que era uma ferramenta. Já vinha reclamando desse ponto pro meu marido há tempos, e naquela manhã ele me disse no meio do café, entre tantas coisas que estávamos conversando:"Ah! Não te avisei, falei com o rapaz do lado, perto do meio-dia ele vai vir dar uma olhada nessa questão que tanto te incomoda..."
"Axel?" — perguntei, tentando parecer casual.
"É, esse mesmo, o vizinho" — respondeu enquanto passava manteiga numa torrada.
"Mas... por que o Benjamin não cuida disso? Ele é homem, eu não entendo nada disso."
"Benjamin, Benjamin, seu filho, esse inútil... a única coisa que sabe fazer é ficar com a namoradinha o dia inteiro."
Ele deu uma mordida e, enquanto o pão estalava entre os dentes, completou:
"Achei que você não teria problema, afinal, você passa o dia inteiro de bunda pra cima."
Respondi com um sorriso falso. A indireta doeu; eu era o que era em grande parte por culpa dele, então não achava graça no motivo da zoação. Só deixei pra lá.
Meu marido foi pro trabalho dele e, como ele tinha dito, lá pelo meio da manhã chegou Aylen, minha futura nora, e depois de me cumprimentar, foram pro quintal, pro jardim.
Sentia as mãos suadas de nervoso, olhava os ponteiros do relógio de parede com pêndulo que não parava de balançar. Quantas vezes tinha brincado de gato e rato, e agora meu amado marido me colocava, sem saber, na boca do lobo.
A campainha tocou. Engoli seco, abri a porta. Axel estava do outro lado. Derreti naqueles olhos cor de mel, e ele disse, num duplo sentido:
"Bom dia, vizinha. Vim dar uma olhada no problema de umidade que você tem aí embaixo."
"Para, idiota!" — falei — "O Benja e a namorada estão no quintal..."
A situação era super desconfortável. Fomos pro porão e, no caminho, os dedos do Axel beliscaram minha bunda. Eu o afastei, mas ele voltou à carga. Era um polvo. Tentou me beijar, e eu só tentava afastá-lo, e como era difícil. Fazer isso! Mas não conseguia, com o Benja por perto tudo era uma bomba-relógio.
O Axel tava feito um moleque, brincando com o perigo, pegava na minha mão e levava até o pau dele pra eu sentir como tava duro, porra, eu desviava, mas ele já tava apertando um peito meu, e me roubava um beijo e só ria do meu nervosismo e dos meus nãos constantes.
Mãe! – ouvi do outro lado – vou comer na casa da Aylen! tô avisando pra não preparar comida!
Soube que era o começo do fim...
Já não tinha desculpa, eu mesma falei pro Axel a gente ir pro meu quarto, tava morrendo de vontade, como eu queria...
Mesmo que podia ser mãe dele, me sentia uma menina do lado dele, tão bonitão, tão macho, tão enorme!
Nossas roupas foram caindo uma por uma no chão, a gente se revirou que nem dançarinos loucos, que nem crianças, como se fosse minha primeira vez, os olhos do Axel ficavam enormes se enchendo com a voluptuosidade das minhas curvas e as mãos dele, cheias de vontade, se enroscavam em cada cantinho do meu corpo, já eu só tinha uma imagem na cabeça, o pau lindo dele que eu massageava com as mãos de um jeito bem quente.
A gente se beijou, os beijos dele tinham gosto de pecado, de proibido, e esse era um preço que eu tava disposta a pagar.
Desci pelo pescoço dele, pelo peito tão másculo, brinquei nos mamilos dele com a umidade da minha língua e ele foi se entregando pros meus encantos de sereia, fiz ele recuar e no fim sentou na beira da cama, o pau enorme dele pulsava entre meus dedos e eu já não aguentava mais.
Me ajoelhei no chão, entre as pernas dele, a cabecinha tava a cinco centímetros do meu nariz, mas que gostoso parecia, tava com vontade, olhei nos olhos dele e na cara dele vi o pedido pra eu fazer, estiquei a língua e passei da base até a ponta, como se fosse um sorvete delicioso, e só senti um suspiro longo como resposta. Fui chupar ele enquanto minhas mãos agora acariciavam as bolas enormes que pendiam mais embaixo, ele me deixava fazer do meu jeito. De repente, ele me disse:
"Queria ver você engolir tudo!" — enquanto afastava os cabelos do meu rosto, que atrapalhavam a visão perfeita do que eu tava fazendo.
Eu ri, deixei claro que não era boa nisso, e ainda medi com uma das minhas mãos — achei grande demais.
"Não consigo, não posso te satisfazer nisso" — falei, sem parar de masturbar ele com a mão.
E voltei a chupar, com capricho, com paixão, passando a língua na cabeça rosada e macia. Foi quando uma das mãos dele segurou minha nuca, como quem convida educadamente pra eu fazer o que ele tinha pedido, ignorando minha resposta.
Eu só relaxei, sem pensar, experimentei um pouco, mais um pouquinho, e senti a carne dele invadir minha boca. Ele se mostrava um cavalheiro, me incentivando a continuar, e eu sentia que ele tava adorando tudo aquilo — e isso me deixava louca entre as pernas, queimando de tesão.
Empurrei mais um pouco, e mais um pouco, até chegar com meus lábios na base do tronco dele. Que gostoso que foi! Fiquei ali uns segundos, soltei, pensei: se consegui uma vez, consigo de novo. E voltei a fazer uma penetração profunda, tão fundo que ia até a alma, e de novo, e cada vez que eu fazia isso, Axel se contorcia de prazer, e eu morria de vontade de levar meus dedos ao meu clitóris.
Ele acariciava meus mamilos e sussurrou:
"Que peitões enormes que você tem!"
Eu só subi um pouco, o suficiente pra enfiar o pau dele no meio e fazer ele sumir entre eles, e subia e descia, uma vez e outra, tão gostoso, tão sexy, sentir a dureza dele entre meus algodões. Ele gemia, e de vez em quando eu descobria a cabecinha dele pra dar uma chupada gostosa, e mais, e mais.
Senti que ele ia gozar. Garanti que a cabeça dele ficasse livre, bem acima do começo dos meus peitos — é que me dava um tesão danado ver o esperma dele jorrar, mas também queria ver a cara de prazer dele, como ele ia sucumbindo aos poucos, até não conseguir mais manter o olhar.
Ele me pegou de surpresa: um jorro enorme saltou com fúria, como um... disparou, passou na frente do meu rosto e caiu entre meu cabelo e minha testa, e eu entrei no jogo, o segundo pareceu ainda mais forte e acertou parte do meu rosto, e outro, e mais um, meus ombros, minha garganta, até minhas tetas, até as últimas gotas fazendo um lubrificante delicioso entre o pau dele e minhas tetas.
Nós nos olhamos e foi impossível não cair na tentação de rir que nem idiotas, às gargalhadas, é que do jeito que o gozo jorrava nele e no estado deprimente que eu estava, não tinha outra saída.
Com o Ezequiel, a essa altura das nossas vidas, tudo já tinha acabado, mas o Axel... Axel era um potro, desenfreado, selvagem, indomável, com sangue quente nas veias...
Ele me jogou na cama, abriu minhas pernas e meteu tudo, igual um ferro quente, que pau duro e lindo, começou a me foder com força e eu só conseguia limpar meu rosto com os dedos, levando o esperma que ia secando pra minha boca, pra saborear o gosto dele, ele me dizia que eu era gostosa, que tinha sonhado com esse momento, e que finalmente eu era dele, minhas tetas balançavam sem controle como ondas do mar, sem começo, sem fim, de um lado pro outro enquanto minha buceta inundada dava a ele inúmeros orgasmos.
De repente o Axel desceu entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta, meus lábios, meus sucos, me abriu toda e chupou loucamente meu cuzinho, foi uma delícia, e voltou pra minha buceta, e depois me fodeu de novo, caralho, tava me matando.
De repente a gente tinha virado e agora eu montava nele, apontando a bunda pra janela, como uma vez eu tinha feito com meu marido imaginando que ele me via do outro lado do muro.
Axel acariciava meus glúteos e só dizia que gostosos que eram, minhas tetas balançavam de novo e eu percebia como ele me olhava extasiado, de vez em quando ele as acariciava e eu me sentia linda, desejada, puta, lambia os dedos dele, gemia, gritava.
De repente os dedos dele, babados, procuraram meu cuzinho, deixei ele fazer, na verdade queria que ele fizesse, permiti o acesso e me senti completa, levei. Minha mão no meu clitóris, comecei a masturbar ele com força e, meu deus, que orgasmo eu tive!
Não aguentava mais, mas ele me virou de costas de novo, eu estava satisfeita, mas ele pegou minha mão e levou de volta pra minha buceta.
— Quero outro — disse ele, bem seguro.
— Não... já chega, não aguento mais...
Mas ele manteve minha mão entre o púbis dele e o meu, e eu só me deixei levar. Ainda estava saindo daquele orgasmo enorme quando senti outro chegando, e não só isso, o pau dele ficou bem duro, bem gostoso, e eu senti como se meu útero começasse a encher de porra, caralho...
Não aguentava mais, estava exausta, sem conexão, plena, satisfeita, mas Axel... Axel...
Axel continuava duro como uma pedra, porra, ele tomou a iniciativa, dessa vez não ligou pros meus desejos e soltou o instinto animal que tinha dentro dele, e me excitava muito quando um macho me dominava sem cerimônia.Ele se ajeitou atrás de mim, eu tava de quatro, brincou com o pau duro por trás e falou:
"slut, você vai engolir ele todinho..."
E forçou meu cu, em segundos eu tinha engolido tudo, comecei a gemer, ele metia com força, duro, até o fundo, uma vez e outra, sentia meu esfíncter dolorido se entregando pra carne dura do meu amante.
Comecei a gemer, a ronronar, eu tava adorando, mordia os dedos e só levava Axel ao limite da excitação, porque deixava ele saber o quanto eu tava gostando de ter o cu arrombado.
"Vai, vai, garanhão! Me arromba toda!"
"Você gosta que eu arrombe seu cu? Slut?"
"Sim, papai... quero seu leite, ai! ai!"
As palavras entrecortadas só faziam ele enlouquecer mais, ele disse que eu tinha uma bunda linda e não aguentou mais...
Tirou o pau e mandou eu mesma abrir minhas nádegas, queria ver meu esfíncter todo aberto, senti o leite quente dele de novo banhando cada canto do meu rabo...
Me deixei cair, implorei, já era o suficiente, não aguentava mais, não queria mais...
Axel pegou o celular e começou a me fotografar, eu sei, não devia, mas me sentir bonita, slut, desejada e cheia de porra falava mais alto que qualquer julgamento de sanidade que eu pudesse fazer naquele momento.
Aquele garoto ia virar meu amante, ia me foder do jeito que quisesse e eu não conseguia acompanhar o ritmo, era um animal no cio, me matava, literalmente, me deixava de cama, eu era feliz na minha condição de mulher infiel, mas tudo tava ficando perigoso demais.
Era loucura, tempo depois eu era avó pela primeira vez e me comportava como uma slut, com um amante da idade do meu filho.
Mas essas loucuras geralmente não terminam bem, e meu caso não seria exceção...
Axel tinha se transformado numa obsessão doentia, a cada hora, a cada momento, a cada oportunidade, sempre jogando no fio da navalha.
Naquela manhã, eu tinha um mau pressentimento, tentei não deixar passar, falei que não estava a fim, mas meu garoto sempre sabia como me convencer, a gente não sentiu, não viu chegar, mas a verdade é que o Ezequiel voltou pra casa antes do esperado, nos pegou na cama.
E meu marido era um homem terrivelmente ciumento, eu era só dele e ele não aguentou a traição, não importava quantas vezes ele tinha me traído e eu tinha feito vista grossa, isso era diferente, ele era homem, ele era o touro que tinha acabado de encontrar um desafiante no próprio curral, não, ele não...
Ele me disse um monte de palavras que vocês podem imaginar, depois se virou pro Axel, falou que ia matar ele e os dois se enroscaram numa briga de socos, eu gritava no meio deles tentando separar, mas não conseguia, eles rolavam de um lado pro outro e eu tava num puta nervoso, sem saber o que fazer. Axel era mais novo, musculoso e fortão, mas o Ezequiel sempre manteve a disciplina do taekwondo e tinha uma arma a favor, ele tava cego, lutava com o orgulho ferido, era imparável.
Meu amante jovem tava acabado, o Ezequiel tinha sentado no peito dele e apertando forte o pescoço com as mãos grandes, gritava sem parar:
— Vou te matar! Vou te matar!
Eu gritava por trás pra ele largar, entre soluços pegava no braço dele, mas não tinha força, era inútil, meu marido era uma bola de nervos fora de si, não raciocinava, não pensava.
Percebi que tudo ia acabar, os braços do Axel tinham caído pros lados, o corpo dele parecia sem vida e os olhos foram pra trás, por baixo das pálpebras, e o Ezequiel continuava apertando, mais e mais.
Joguei a última carta, desesperada, peguei um vaso e quebrei na cabeça dele, só queria separar os dois e meu marido caiu de lado, batendo com força no chão.
Minha intenção não era que as coisas terminassem como terminaram, meu marido ficou terapia agonizando mais de dez dias por causa da pancada que ela levou no chão, fruto do que eu tinha feito, mas eu só queria separar eles...
A justiça determinou uma morte duvidosa, acidental, conflito de amantes e traições, honestamente aceleraram tudo pra fechar o caso e as coisas serem esquecidas rápido, um rebuliço na mídia com meu marido podia trazer à tona de novo a outra história, um fio condutor desse presente pra aquele passado, e ninguém queria mexer nessa merda.
De qualquer forma, nada seria igual na minha vida, apesar de tudo, eu ainda amava o Ezequiel, e meu amante era só isso, meu amante.
Axel não demorou nada pra se mudar, com a família dele, foi o culpado aos olhos de todo mundo, meus filhos fizeram a vida dele um inferno e ameaçaram matar ele, a gente nem se viu pra se despedir, só uns encontros frios no WhatsApp.
Comigo não foi melhor, a mulher ruim, a puta, a bucetuda que se esfregava no pivete do vizinho, com uma sentença suspensa pendurada na minha cabeça pela justiça, com a condenação de prisão perpétua ditada pela sociedade, ganhei o ódio dos meus três filhos, perdi meu neto, hoje vivo sozinha, isolada, com o troco certo pra sobreviver, com o martírio eterno de me julgar, de me compadecer, é o que me coube na vida, não procurei, só aconteceu...
FIM
Se você gostou dessa história, pode me escrever com o título SEGUNDA ADOLESCÊNCIA para dulces.placeres@live.com
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