Era um seis de agosto. Mais um aniversário. Um seis de agosto foi o dia em que entrei pela primeira vez na buceta da Andrea e foi a primeira vez que gozei e enchi de porra aquela buceta deliciosa. E sempre que podíamos, saíamos para lembrar e celebrar aquele dia. Agora eu estava esperando pela Andrea, que estava no banheiro da cafeteria. Saímos cedo para resolver um negócio, que achamos que ia demorar mais, mas nos livramos em 15 minutos. Queríamos almoçar, mas era muito cedo, então decidimos parar para tomar um café num dos nossos lugares favoritos. Quando ela saiu do banheiro feminino, notei que um cara estava indo para a mesma área das mesas onde estávamos. Cabelo limpo e bem curto, mais ou menos 1,80m de altura, ombros largos e cintura fina, camisa cinza escura e uma gravata cinza clara, o terno dele, de aparência cara, caía bem e os sapatos estavam bem engraxados. A Andrea me viu e começou a andar, passando direto na frente dele. Houve uma colisão, eles se seguraram pelos braços e se desculparam ao mesmo tempo, depois, como se cada um perguntasse se o outro estava bem, ambos riram juntos e vi uma faísca de desejo enquanto os olhos do estranho escaneavam a Andrea.
Ele estava na nossa frente na fila enquanto esperávamos para pagar nosso café, a Andrea estava muito perto dele e ela de repente deu um passo para trás como se não tivesse percebido intimamente a presença dele, me olhou com culpa. Minha mente trabalhava a mil, eu muitas vezes tinha fantasiado com a Andrea levando um homem desconhecido para foder, então a fantasia apareceu rapidamente na minha cabeça. Fiquei me perguntando se eu poderia fazer isso acontecer hoje, no nosso aniversário da primeira vez que transamos.
Levei a Andrea para a mesa ao lado. Nos sentamos com a Andrea de frente para o cara e eu de costas para ele. Conheço o tipo de homem que pode atrair a Andrea e aquele cara se encaixava. Ela me olhou por alguns segundos e então, descaradamente, o avaliou, seu rosto se abriu com um sorriso radiante. Ela parecia uma adolescente quando disse: "Ele sorriu pra mim..." e continuou "hmm... poderia ser interessante experimentar um grande... Adoraria saber como é... talvez pudesse dar uma volta com ele por aí". Eu não sabia se ela estava me provocando, ou se era isso que ela realmente queria. Ela continuou olhando pra ele e sorrindo, então sussurrou pra mim: "Quando esbarrei nele foi como se uma corrente elétrica me atravessasse. Na Booty, eu estava bem atrás dele, ele cheira tão... não sei... tão... tão masculino... tão erótico, me excitou tanto que eu estava começando a ficar molhadinha, minha imaginação pirou, por um ou dois segundos eu estava transando deliciosamente com ele e depois do que você acabou de dizer, bom..." E ela falou mais alto: "Ah Fer, fecha a boca, vai entrar uma mosca".
A ideia de que Andrea fosse comida por um estranho fez minha mente acelerar. "Ela realmente vai em frente. Será que tenho coragem de perguntar? Como eu poderia arrumar isso? Pelo amor de Deus, Fer, só pergunta se ela quer foder comigo... 'Andrea!!!! Sério mesmo?'"
"Se você não se importa, eu gosto daquele cara" meu coração afundou enquanto ela continuava "a menos que você não queira, se estiver tudo bem com você, eu adoraria dar pra aquele cara, ele é muito sexy, me excita demais e que presença ele tem. Eu estava ficando molhada só de ficar atrás dele na Booty".
"Você sabe que eu só quero o melhor pra você, ver você feliz é o que me motiva. Se é algo que você quer fazer, então eu tô com você e te apoio".
"Tem certeza?" ela perguntou.
Eu sorri e toquei na mão dela "Andrea, amor, você já deu pra quem você quis e se você gosta daquele estranho, fala que quer transar e pronto".
Ela sorriu e disse: "De qualquer forma é hipotético a menos que um de nós pergunte pra ele... Poderia ser outro presente de aniversário, hoje a gente tá comemorando o primeiro dia que fui sua mulher... Você pergunta pra ele por mim...? Por favor".
Minha mente começou a acelerar. Ah, merda, ela realmente quer transar com aquele desconhecido. Será que eu poderia pedir pra um cara aleatório comer a Andrea? O que vocês fariam se eu chegasse e dissesse: “Oi, essa é minha sobrinha Andrea e ela quer dar pra você”. Confesso que soa intimidador. Meu coração batia forte, meu pau ficou duro igual pedra só de imaginar aquela rola desconhecida enfiando na minha sobrina e, justo quando eu me preparei pra virar e perguntar se ele topava se juntar à gente, ele se levantou e foi embora. Deu pra ver a decepção no rosto da Andrea.
Depois de alguns minutos de silêncio, eu disse que a gente devia ir. Quando saímos, a Andrea viu ele saindo por uma das portas da cafeteria. Ela me deu uma cotovelada e falou “Por favor, Fer, rápido”. Aí me vi caminhando na direção de um completo estranho com o coração saindo pela boca, a garganta travada de nervoso, meu pau pulsando tanto que eu quase gozei dentro da calça. Pateticamente, perguntei tímido: “Err… Ex. Desculpa, peraí… Ela é minha namorada Andrea… ela quer transar com você… claro, se você não se importar…”.
O cara me olhou como se eu fosse maluco, virou pra ir embora e a Andrea esticou a mão, pôs uma mão no pulso dele. Ele parou e olhou nos olhos da Andrea. Por uns segundos, senti que o universo parou de se expandir, e aí ele soltou um sorriso sem vergonha, os olhos brilhando. A Andrea me surpreendeu de novo, avançando nele, passando um braço no pescoço dele e beijando ele na boca.
A Andrea sempre parece linda pra mim, acho que ela é uma mulher com cara de modelo, mas naquele momento, com o corpo dela pressionando com vontade contra um completo estranho, ela estava absolutamente deslumbrante. O fato de ser um homem estranho e bonito, que parecia bem dotado, deixou a situação muito erótica. Lembrei de novo como eu tinha sido sortudo de namorar ela. Ela é uma garota magra, mas com um corpo cheio de curvas, com seus 1,68 de altura e com seus sapatos de salto alto, suas pernas ganham a forma alongada e esbelta de uma modelo de lingerie. Ela sabe que eu acho as pernas dela incríveis, por isso sempre usa sapatos e um vestido ou saia para exibi-las – Bom, eu gosto mais das da Natalia. Hoje ela usava sapatos amarrados no tornozelo com saltos de doze centímetros, e um vestido justo preto, que mostrava suas pernas perfeitamente, acentuava seus quadris finos, bunda firme, cintura esbelta, barriga lisa e seios firmes e fartos. Um rosto tão bonito, boca de botão de rosa, maçãs do rosto altas, levemente levantadas, nariz pequenino e grandes olhos cor de mel com um tom de azul, tudo finalizado com cabelo longo, liso e loiro. Como de costume para Andrea, ela havia passado algum tempo esta manhã aplicando uma maquiagem leve nos olhos e lábios 'para ficar bem durante nosso dia livre juntos’, não é de surpreender que os olhos dos caras estivessem brilhando.
Quando o beijo terminou, Andrea disse ao homem desconcertado: "Isso é só para mostrar que falo sério, hoje é nosso aniversário de namoro e ele sonha que eu deveria transar com outro homem. Acho uma ótima ideia e você pode tornar isso perfeito, como você se sentiria se me levasse para a cama agora mesmo?"
Ele olhou para Andrea e o desejo inundou seus olhos novamente, Andrea balançou a cabeça, olhou para mim. "Espero que isso não seja um fim", disse. "Não, honestamente é o que ela queria... o que nós dois queremos" e Andrea disse "Aqui e agora... se você topar". Ela apontou para o final daquela rua "Tem um hotel perto na rua Roger de Flor, só uma quadra. Me acompanha?", ele concordou. Andrea se virou para mim e disse: "Fer, me dá seu cartão, essa é nossa fantasia, então não podemos esperar que ele pague por um quarto", então entreguei a Andrea meu cartão de débito e os vi passarem pela porta para atravessar a rua Buenaventura a pé até o motel que ficava na esquina.
Entrei na Toyota, estava tremendo por todo lado, meu coração estava acelerado, minha mente estava atordoada e meu pau estava tão duro e latejando que doía.
Minha mente corria em círculos. Ela vai ser fodida por outro pau. Só espero que ele seja gentil com ela. Espero que ele a foda bem e que ela não fique decepcionada. Minha querida sobrinha vai estar dando para outro pau. Não é a primeira vez que ela está fodendo com outro homem, mas dessa vez é um desconhecido. Ela está tomando pílulas? Espero que ele use camisinha. Ela adora ser enchida de porra. Merda. O que foi que eu fiz? E de volta ao começo, em círculos intermináveis.
No final, me acalmei o suficiente para dirigir a caminhonete até o outro lado e estacionar em frente ao motel. Ela passou na frente da minha caminhonete, me jogou um beijo com a mão e seguiu com o cara até a entrada do motel. E agora só restava esperar, e esperar, e esperar, meu pau estava duro como uma pedra e pingando porra na minha calça.
Depois de meia hora, ela me mandou umas fotos pelo WhatsApp. Dava pra ver claramente nas fotos, a porra do cara saindo da sua buceta. Várias vezes eu tinha pedido pra Andrea se cuidar, mas ela é do tipo de mulher que diz que, se não sente a buceta cheia de porra, não foi comida direito.



Eu me arrisquei com esse desconhecido. Aquelas fotos me provocaram a me masturbar, mas eu me controlei. Meu sêmen era para ela.
Já tinha passado mais de uma hora desde que vi Andrea se afastar com um estranho, quando um movimento chamou minha atenção. Vi Andrea através de uma janela do segundo andar, seu vestido abaixado para expor os seios e levantado de modo que terminasse logo acima do seu monte púbico. Ela se inclinou para frente e colocou as mãos em umas grades metálicas, a atrevida tinha aberto a janela de vidro que dá para a rua e corrido as cortinas que acho que eram azul-cobalto, e me viu no carro e acenou, depois se sacudiu, olhou para trás e depois para mim. Tudo que eu conseguia ver claramente era sua cabeça e ombros se sacudindo ritmicamente, seus longos cabelos e seios balançando para frente e para trás e nas sombras atrás dela só dava para distinguir o contorno escuro do estranho metendo nela com força.
Não consegui ver a expressão do rosto dela, mas era óbvio quando ela gozou, seus braços ficaram tensos e ela jogou a cabeça para trás e depois se arqueou em direção à janela. Enquanto o cara que estava comendo ela era só um contorno escuro, a carne branca de Andrea podia ser vista facilmente, ela estava rígida pelo orgasmo. Uma mão cobriu seu monte e esfregou vigorosamente seu clitóris, outra mão cobriu um de seus seios. Ela ficou ainda mais tensa e até vi sua boca aberta quando um som de paixão escapou dela.
Depois do que pareceu uma eternidade vendo outro macho fazer minha sobrinha ter um orgasmo, mas que na verdade seriam uns dois minutos, ela se inclinou para frente novamente para retomar sua posição original e a foda continuou. Saí da caminhonete. Eu estava tremendo por todo o corpo enquanto assistia à cena, atravessei a rua e parei na calçada da frente. Lembro de umas motocicletas estacionadas, mas a rua estava quase deserta. E enquanto eu assistia à cena, ouvi um "Deeeuuuusss" atrás de mim e olhei para o meu ao redor. Tinha um velho andando na minha direção e olhando para o motel, me encarou com um grande sorriso radiante no rosto e disse "Uma coisa dessas a gente não vê todo dia, né!"
Ah, merda, esse cara tá vendo a Andrea sendo comida. Eu me virei para olhar. Ele caminhou até meu lado. "Olha só", falou, "ela tá gozando de novo, aquele cara é um sortudo do caralho, queria que fosse eu metendo nela assim, hein…". "Ela é tremendamente gostosa, só olha isso, ela tá toda arrepiada com aquele pauzão entrando nela". O que você diz numa conversa quando sua sobrinha linda tá levando rola de um estranho?
Agora ela estava esticada, com os braços pra cima, empurrando a parte de cima do batente da janela, com as pernas abertas. De fato, o velho e eu conseguíamos ver aquele pau enorme entrando nela. Ele estava com as mãos agarrando a cintura dela e deslizando ela pra cima e pra baixo no seu eixo. Enquanto ele a levantava, dava pra ver os lábios da buceta dela sendo puxados enquanto se agarravam no pau grosso enquanto ele subia. Os fluidos vaginais e a porra no pau dele capturavam a luz e brilhavam. —Ah, porra, ele não tá usando camisinha!!! Não pode ser um truque de luz, a Andrea não seria tão burra, seria? — e eu tentei desesperadamente calcular o período do ciclo dela. Ela é muito puta. Não consegue evitar e deseja porra na sua buceta.
Soltei um suspiro de alívio, mas aí comecei a me preocupar com DSTs. O velho continuou conversando comigo, mas eu realmente não conseguia pensar em nada pra dizer, bom, pensei em várias coisas pra falar, tudo sobre como aquela garota era minha sobrinha e o cara que tá comendo ela é um completo estranho e o pau dele é realmente enorme e ele não tá usando camisinha e eu espero que ele não tenha nada desagradável pra passar pra ela. Mas eu realmente não sentia que podia falar tudo isso pra um estranho, então fiquei quieto.
Na terceira vez que ela gozou, parecia que o garanhão dela chegou ao mesmo tempo. Andrea foi empurrada de novo contra a janela e a grade metálica, mas dessa vez o cara parou com o pau completamente enterrado nela, levantando-a e pressionando-a com força contra a grade. Ficaram juntos como uma estátua por um minuto ou dois, depois Andrea virou a cabeça e pareceu beijá-lo. É o que ela faz comigo quando fazemos amor, quando acaba sempre me beija com ternura. Depois de um beijo longo e profundo, o cara a levantou do seu pau, que ainda parecia estar completamente ereto. Ele se virou para mim e acenou, depois mandou um beijo antes de cair de joelhos na frente dele. Como a janela ia até o chão, pude ver como ela tinha pegado aquele pauzão na boca e estava chupando vigorosamente.
O velho perguntou. "Conhece ela? Parecia que estava direcionado a você" Eu balancei a cabeça. "Não fique com essa cara triste", ele disse. "Isso foi incrível. Vou contar tudo pra minha esposa quando chegar em casa, talvez a gente tenha uma noite animada, hein. Vocês são casados?" "Não, é minha sobrinha, e eu estou acompanhando ela escondido pra transar com o namorado" – eu disse e acrescentei – "A família dela não aprova o relacionamento e eu sou o único que apoia" E o velho disse: "E ela te compensa com um bom espetáculo, que considerada com você" Eu concordei com a cabeça. "Aposto que você também vai comer ela... hein."
Atravessei a rua e abri a porta do carro, me virando pra entrar. Logo antes da porta fechar com um clique, ouvi o velho dizer em voz alta: "Bom, parece que o espetáculo acabou". Ele se virou pra ir embora. Olhei pra cima, eles tinham saído da janela e então olhei em volta pra notar que outras três ou quatro pessoas olhavam pro hotel, devagar, uma a uma, se movendo pros seus carros ou pras instalações, dando uma olhada ocasional pro outro lado do hotel enquanto caminhavam.
O telefone do carro tocou, apertei o botão, "Fer, sobe, quarto 206 no segundo andar". Ela parecia animada, tentei responder, queria perguntar se ela estava bem, mas minha garganta estava seca, quando consegui falar qualquer coisa que apareceu na tela "chamada finalizada".
"206, por favor" eu disse para a recepcionista, "estão me esperando".
"Poderia me dar seu nome, por favor, senhor?" ela perguntou. Eu disse, ela olhou para o computador e deve ter visto que o nome que dei e o nome registrado no 206 eram o mesmo, pude ver o cérebro dela tentando entender qual era a situação, ela me olhou, ligou para o quarto e depois me deu as instruções.
Ao me aproximar do quarto, pude ouvir sons inconfundíveis de alguém fazendo amor nos outros quartos. Era de se esperar, era um hotel projetado para isso. Os sons mais altos eram os gemidos de êxtase de Andrea, que combinavam com um barulho de plass, plass, e atrás disso um gemido e rosnado mais baixo e profundo. Esperei do lado de fora da porta e ouvi o som de Andrea gozando mais alto do que nunca a tinha ouvido. O barulho não mudava de ritmo. Depois de alguns minutos, ela gozou de novo gritando "Eu quero, goza dentro de mim, porra, me enche por dentro". O som aumentou, acelerou para um ritmo rápido, Andrea estava miando de êxtase, a ouvi gritar "Ah, isso, me come gostoso... me come com força, goza dentro de mim". Ela gritou insultos de novo que nunca a tinha ouvido usar em todo o nosso tempo de namorados secretos... Meu pau estava tão duro quanto sempre e minhas bolas doíam como se tivessem acabado de me chutar, bati na porta e tentei a maçaneta, a porta se abriu.
A beleza da cena me parou de espanto. O cara estava deitado de costas e Andrea em cima dele, penetrada, de frente para mim. Ela subia e descia em toda a extensão daquele pau. Ela me olhava enquanto gemia de prazer. "Tira uma foto", ela disse. Claro que obedeci. Sentei em uma poltrona na beira da cama e tirei algumas fotos. Sabia que aquela cena tinha sido preparada por Andrea para mim. Ela me olhou e disse: "Amor, esse homem me fode gostosooo. Que pau grande divina love". Enquanto falava, subia e descia sem parar de me olhar.

Ela disse ao cara: "Me come, cachorrinho". O cara desceu da cama e puxou Andrea com força para a beirada. Andrea olhou pra mim e repetiu: "Fotos, amor, fotos". E eu, claro, obedeci. O cara a colocou na posição de cachorrinho, e eu pude ver aquela rola longa e grossa perfurando a buceta da Andrea.




Depois, o cara deitou Andrea de costas, abriu as pernas dela e a penetrou. Dava para ver as costas magnificamente esculpidas de um homem bem musculoso, com um par de pernas finas envoltas em sua cintura, cruzadas na altura dos tornozelos. Os pés de Andrea se fecharam firmemente do tornozelo até a ponta. Seus calcanhares estavam pressionados com força em suas nádegas, os músculos da panturrilha se mostraram e tremeram enquanto ela usava a pressão dos pés para forçar o cara a entrar dentro dela. Suas nádegas se apertavam e relaxavam enquanto ele entrava na buceta de Andrea. Era inegável, aquele cara estava comendo ela do jeito que Andrea gosta. E enquanto isso, eu não aguentei e comecei a me masturbar observando a cena. Era um filme pornô ao vivo.
E minutos depois, um gemido simultâneo de ambos. O garoto tremia. Estava gozando novamente dentro da buceta da Andrea. No meio do grito, o barulho de chacoalhar parou de repente, Andrea ofegou e eu ouvi um novo ahhhh prolongado, silêncio por alguns segundos e então Andrea começou a rir.
Depois de alguns momentos, o garoto passou uma mão pelos tornozelos dela e os afastou suavemente das costas. Os pés da Andrea caíram na cama. Lentamente, ele rolou para o lado dela e, enquanto se movia, pude ver seu pau enorme com listras de porra saindo serpenteando da minha sobrinha. Só quando ele estava ao lado dela que a enorme e bulbosa ponta do pênis saiu de sua vagina. Seu pau saltou para ficar sobre sua barriga, completamente ereto e pingando porra. Sua vagina estava aberta e os lábios da sua buceta pareciam muito inchados. Andrea estava completamente nua.
Vários pensamentos passaram pela minha mente enquanto processava a visão diante de mim. Seus corpos saciados e nus deitados juntos. Aquele contraste, entre homem e mulher fodida, que é lindo, tão artístico, tão exótico, tão erótico. O olhar de felicidade total no rosto da Andrea. Que vista linda ver a Andrea assim, ela parece tão contente, obviamente está muito feliz com isso. O pau do homem sobre a barriga branca da minha sobrinha se destacava. Aquele pau era enorme, como ela conseguiu deixar entrar algo tão comprido, tão grosso?'. A porra em seus lábios e queixo com gotas brilhantes em seu peito e em seu cabelo, seu pau pingando mais sobre sua barriga, ela estava absolutamente coberta de porra. De onde aquele garoto tirou tudo aquilo? Exatamente como eu pensava, como ela gosta. Estar toda cheia de porra.
A expressão de felicidade total no rosto da Andrea me convenceu de que ela só sente que foi bem fodida quando sua buceta está cheia de porra, e a excita muito mais se a porra é de outro homem. Naquele momento, com a porra de outro homem em seus lábios e escorrendo de sua vagina, ela parecia inquestionavelmente deslumbrante. Ela me Ele olhou e então disse: "Amor, não fique aí parado, quero sentir você metendo nessa buceta suculenta ou vai ficar aí sentado, batendo uma?".
Fiquei atônito, Andrea nunca, jamais falaria daquele jeito. Atordoado, desabotoei meu cinto, abaixei a calça até os tornozelos e me ajoelhei entre suas pernas. Empurrei meu pau duro e latejante contra seus lábios inchados, a ponta começou a deslizar entre aquelas almofadas de carne inchada encharcadas de porra e então eles se abriram e me sugaram, sem pressão, sem empurrar, senti como se meu pau inteiro estivesse sendo mergulhado num banho de óleo morno, com apenas uma leve pressão na base onde minha pélvis apertava contra seus lábios vaginais, foi puro êxtase. Mais uma vez eu sentia aquela sensação tão erótica, tão sensual, tão avassaladora tanto física quanto mentalmente, um momento de completa felicidade.
Para aqueles que nunca colocaram seu pau numa mulher que acabou de ser bem fodida e cheia de porra por um pau muito grande e muito grosso, posso recomendar que experimentem. É uma experiência única na vida, você vai amar a sensação e tenho certeza que sua outra metade agradeceria.
Enquanto estava ajoelhado entre as pernas da minha sobrinha, o estranho ainda estava ao lado dela, com seu pau enorme repousando sobre sua barriga, ele levou um mamilo aos lábios. Olhei nos seus olhos alegres, seus lábios se separaram e com a ponta da língua ela lambeu lentamente o sêmen de seus lábios. Aquilo foi a gota d'água, e jorrei minha carga, e que carga. Toda aquela emoção, inquietação, medo, dor e a pressão de estar na rua, vendo Andrea ser fodida, explodiu. Meu corpo pulsava com o fluxo e jatos de sêmen. A dor nas minhas bolas diminuiu um pouco quando o fluxo de porra reduziu lentamente e parou. Quando a sensação do orgasmo mais poderoso que já senti passou, a vergonha me atingiu, isso nunca tinha acontecido antes. Talvez eu não seja um amante... brilhante, mas acho que tenho um controle razoável. Andrea me olhou com tristeza, depois se virou para um estranho e disse: "Eu gozo muito rápido, amor. Não aproveitei nada. Com você aproveito muito mais."
Meu pau murcho escorregou da boceta aberta, esticada e pingando da Andrea, um jato de porra o seguiu, se acumulando com o sêmen que já encharcava a cama. "Correu pro carro, amor? Sabia que você tava cheio, por isso pedi pra subir, além de precisar da sua porra. Queria misturar as duas porras", ela disse.
"Desculpa, Andrea, eu estava muito tenso e excitado", respondi baixinho. "Passar por aquela porta e te ver tão feliz, tão obviamente satisfeita valeu todo aquele desespero, valeu a pena pra mim pelo menos. Lamento ter gozado tão rápido."
Ela se aproximou e pegou minha mão. "Não se preocupa, amor. Obrigada, amor, obrigada por me permitir ser uma puta, mas volta pro carro, já se descarregou, já baixou a pressão. Só isso que queria, mas ainda temos um tempo, quero sentir esse homem maravilhoso me comendo um pouco mais antes de voltarmos pra casa. Ou quer ficar e olhar?" O estranho olhou pra porta, depois deslizou uma mão entre as pernas dela e me pediu pra ir embora. E disse à Andrea: "Quero te comer de novo, mas sozinhos, que ele vá embora, por favor." Então não esperei mais e saí do quarto.
Passou cerca de uma hora antes de Andrea e o estranho saírem do motel. Pararam em frente ao Toyota onde eu tinha ficado sentado refletindo sobre a cena que tinha testemunhado e meu fracasso em satisfazer minha sobrinha, mas para meu alívio e espanto, meu pau estava duro ao vê-los juntos.
Andrea puxou o cara pra perto dela, o envolveu com os braços e se beijaram de um jeito profundamente apaixonado diante dos meus olhos. Bem na rua lateral do motel, vi minha sobrinha deslizar um braço pra baixo do pescoço dele, pelas costas, através da bunda e em volta da frente até o volume na calça e começar a acariciá-lo. Meu pau pulsou. e senti um jato de esperma escapar.
Depois de alguns minutos, eles se separaram e ela disse algo a ele, passou um dedo pela bochecha e pelo queixo dele e depois lambeu o dedo. Ela falou de novo e ele assentiu com a cabeça, então se beijaram brevemente mais uma vez antes de ela caminhar até o carro. Ele abriu a porta da caminhonete para ela e se beijaram novamente. Eu liguei o carro como sinal de que já estava na hora. Ela fechou a porta. Abaixou o vidro e beijou o garoto mais uma vez. Levantou a saia, tirou o fio dental e o deu de presente para o garoto, não sem antes dizer: "Você merece, esse é seu troféu, você me comeu divinamente e merece uma lembrança minha." Se beijaram de novo e o garoto virou e foi embora, cheirando o fio dental.
Andrea parecia tão feliz, tão confiante, mas também tão bagunçada. Dava pra ver listras de sêmen úmido brilhando nas suas coxas, no peito, sobre o vestido, no queixo, nas bochechas e no cabelo. O lindo e caro vestido de grife estava amassado e marcado com manchas de umidade.
Dizer que eu estava preocupado era pouco. Andrea entrou, se inclinou e me deu um beijo na bochecha, depois colocou o cinto de segurança. Eu fiquei sentado esperando ela dizer algo. Ela disse: "Dirige, acho que ainda dá tempo de chegar no restaurante pra nossa reserva."
"Você não quer passar em casa e se trocar?", perguntei.
"Não, obrigada. Quero ficar assim. Molhada e melada de porra."
Enquanto dirigia de volta pro lado norte da cidade, meus pensamentos eram: 'Que raiva, meter meu pau na buceta da Andrea e gozar. Nunca tinha acontecido comigo. Que raiva.'
Quando saímos da via de acesso e entramos no fluxo do trânsito pesado, perguntei: "Como foi? Você gostou?"
Andrea respondeu: "Ele meteu em mim... sete vezes... sete vezes em tipo... pouco mais de duas horas. Vê esse sêmen?" e apontou pras coxas. "Ele lambeu minha buceta e minhas pernas antes de a gente ir embora, isso é o que escorreu de mim desde o quarto até o carro. Pedi pra ele deixar o... Parei para que você pudesse ver. Outra pausa, um pouco mais longa, ela abriu as pernas e pegou minha mão direita no volante, guiando minha mão entre suas pernas. "Sente", ela disse, e eu senti. Senti um líquido quente escorrendo entre os lábios inchados da buceta, um dedo deslizou entre os lábios e dentro de sua vagina encharcada, ainda bem aberta, empurrei outro dedo dentro dela, depois mais um e o quarto sem problemas, absolutamente sem resistência e o que parecia muito espaço sobrando, se eu não estivesse dirigindo, acho que poderia ter enfiado a mão inteira. Ela me disse que Freddy tinha comido ela gostoso mais uma vez. Ela pegou minha mão e levou meus dedos até sua boca, enquanto eu perguntava: "Freddy? É esse o nome dele?" Ela afastou minha mão e disse: "Sim, é esse o nome e não, não lamba, quero que você prove o sêmen dele. Vamos chamá-lo de Freddy O Grande." Me senti hesitante e até um pouco enjoado ao pensar em provar sêmen, "Por favor", ela disse. "Fer... Freddy lambeu seu próprio sêmen de mim, quero que você faça o mesmo, então comece agora provando. Você está sempre disposto a me chupar. Quero que você saiba como é o gosto do sêmen dele, misturado com o seu e meus fluidos." Cautelosamente estiquei minha língua em direção aos meus dedos encharcados de sêmen e parei a alguns centímetros de distância, "Por favor", ela disse novamente, "faça isso por mim neste aniversário." E assim, pela primeira vez, provei o sêmen de Freddy. Dirigimos em silêncio por um tempo e, justamente quando saíamos de uma avenida para outra que levava ao restaurante, Andrea disse: "Obrigada, Fer, este foi o aniversário mais maravilhoso que alguém poderia desejar. Te amo muito", ela se aproximou e acariciou minha bochecha. Chegamos ao restaurante na hora, Andrea estava com uma aparência tão lasciva e tão puta, ela adorava a ideia de ser vista em público com sêmen seco no cabelo e no vestido. Quem a olhava sabia o que ela tinha feito recentemente e isso transparecia em sua aparência. Ela se deliciava completamente com o fato de que o sêmen de aquele macho, ainda escorria da sua buceta, sentei-me à mesa em frente a ela e vi seu corpo se tensionar para espremer um pouco mais de suco. Habilmente, ela deslizou um dedo no sêmen que escorria e então o ofereceu aos meus lábios, eu simplesmente não acreditava, ela estava me alimentando com o sêmen de outro homem no meio de um restaurante movimentado, se ao menos aqueles clientes soubessem o que havia no meu cardápio. Minha mente estava cheia de confusão, ela agia como se me amasse mais do que nunca, mas acabara de ser comida por um estranho. Este é o mundo de Andrea. E ela me arrastou para seu mundo.
Chegamos em casa pouco depois das seis da tarde e fomos direto para a cama para aproveitar o sexo mais maravilhoso e excitante que já tivemos (bem, que *eu* já tive). Ela ainda estava molhada e bem aberta e, embora eu tenha gozado rápido demais na primeira vez, trabalhei com minha boca na sua buceta até ficar duro de novo enquanto lambia sua ppk encharcada de porra. Terminamos quando gozei pela terceira vez.
Estávamos deitados nos braços um do outro, eu tinha um dedo circulando lentamente seu clitóris quando ela soltou a bomba: "Eu quero de novo, acho que você percebe isso, quero sentir aquela rola linda, enorme e perfeita me enchendo e penetrando tão fundo em mim de novo e de novo. Eu sempre vou te amar, Fer, mas isso é diferente, é uma necessidade básica, uma pura luxúria. Eu sempre vou ficar com você, te amo muito, mas vou precisar daquele outro homem de vez em quando. Esse era o homem que eu estava procurando. Um homem que me comesse gostoso e tivesse meu ritmo. Por favor, diga que não se importa se eu o vir de novo e ele se tornar meu amante fixo, pode ser um capítulo completamente novo e emocionante nos próximos anos do nosso relacionamento. Esse é o homem que me comeu melhor na minha vida e desejo que ele seja meu amante de agora em diante. Conversamos e ele quer que eu seja a mulher dele. Quando ele quiser me comer, eu vou com ele, vou dormir com ele, jantar e tomar café da manhã. com ele, quantas vezes ele quiser. Enfim, serei sua mulher de agora em diante. E você tem que aceitar. Ele será meu macho Alfa e você meu amado namorado e futuro marido"
Quais são minhas opções. Desde o começo, Andrea e eu tínhamos um acordo. Ela poderia foder com quem quisesse e eu também. Só tínhamos que avisar o outro quando estávamos com outra pessoa e onde. Mas pela primeira vez, eu a via empolgada com a transa de outro macho. Era parte dos riscos de ter uma sobrinha tão gostosa. Em algum momento, outro homem vai comê-la melhor que você. Esse momento tinha chegado. Confiava que ela, em algum momento, se cansaria. Lembrei de como me senti quando a vi pela primeira vez naquele quarto de hotel e a memória do sexo que havíamos acabado de ter ainda era forte, e soube minha decisão, mas tinha que fazer um pouco de teatro. "Andrea, mais do que tudo, quero que você seja feliz, mas você precisa entender que este é um passo importante, então você tem que me dar um tempo para pensar nisso."
"Eu gostaria que você estivesse comigo nisso, Fer, vamos, amor, isso aconteceria em algum momento. Ambos sabíamos que chegaria um homem que me comeria melhor que ninguém. E esse homem chegou, e se chama Freddy. Ele vai me foder de novo, quando ele quiser. Tem meu número de celular, tem nosso endereço, onde trabalho, sabe do nosso acordo e entende que estarei esperando... Por favor, você tem que estar comigo nisso. Diga que concorda com isso... Por favor."
Não tinha alternativa. E assim começou uma nova aventura, que pensei que seria passageira, mas que duraria vários anos e que criaria vários conflitos entre Andrea e esse cara, conflitos que até hoje, setembro de 2021, ainda duram.E por favor, votem no Relato, mesmo que seja Um Ponto. Cada Ponto Soma. Prefiro um voto do que ser adicionado como um Post Favorito. Se quiserem fotos da Andrea e da Natalia, por favor, me sigam no Twitter para qualquer notificação, dúvida e poder conseguir as fotos das minhas sobrinhas e da minha cunhada. Minha conta do Twitter Fernando Morante @Fernand14355389
Ele estava na nossa frente na fila enquanto esperávamos para pagar nosso café, a Andrea estava muito perto dele e ela de repente deu um passo para trás como se não tivesse percebido intimamente a presença dele, me olhou com culpa. Minha mente trabalhava a mil, eu muitas vezes tinha fantasiado com a Andrea levando um homem desconhecido para foder, então a fantasia apareceu rapidamente na minha cabeça. Fiquei me perguntando se eu poderia fazer isso acontecer hoje, no nosso aniversário da primeira vez que transamos.
Levei a Andrea para a mesa ao lado. Nos sentamos com a Andrea de frente para o cara e eu de costas para ele. Conheço o tipo de homem que pode atrair a Andrea e aquele cara se encaixava. Ela me olhou por alguns segundos e então, descaradamente, o avaliou, seu rosto se abriu com um sorriso radiante. Ela parecia uma adolescente quando disse: "Ele sorriu pra mim..." e continuou "hmm... poderia ser interessante experimentar um grande... Adoraria saber como é... talvez pudesse dar uma volta com ele por aí". Eu não sabia se ela estava me provocando, ou se era isso que ela realmente queria. Ela continuou olhando pra ele e sorrindo, então sussurrou pra mim: "Quando esbarrei nele foi como se uma corrente elétrica me atravessasse. Na Booty, eu estava bem atrás dele, ele cheira tão... não sei... tão... tão masculino... tão erótico, me excitou tanto que eu estava começando a ficar molhadinha, minha imaginação pirou, por um ou dois segundos eu estava transando deliciosamente com ele e depois do que você acabou de dizer, bom..." E ela falou mais alto: "Ah Fer, fecha a boca, vai entrar uma mosca".
A ideia de que Andrea fosse comida por um estranho fez minha mente acelerar. "Ela realmente vai em frente. Será que tenho coragem de perguntar? Como eu poderia arrumar isso? Pelo amor de Deus, Fer, só pergunta se ela quer foder comigo... 'Andrea!!!! Sério mesmo?'"
"Se você não se importa, eu gosto daquele cara" meu coração afundou enquanto ela continuava "a menos que você não queira, se estiver tudo bem com você, eu adoraria dar pra aquele cara, ele é muito sexy, me excita demais e que presença ele tem. Eu estava ficando molhada só de ficar atrás dele na Booty".
"Você sabe que eu só quero o melhor pra você, ver você feliz é o que me motiva. Se é algo que você quer fazer, então eu tô com você e te apoio".
"Tem certeza?" ela perguntou.
Eu sorri e toquei na mão dela "Andrea, amor, você já deu pra quem você quis e se você gosta daquele estranho, fala que quer transar e pronto".
Ela sorriu e disse: "De qualquer forma é hipotético a menos que um de nós pergunte pra ele... Poderia ser outro presente de aniversário, hoje a gente tá comemorando o primeiro dia que fui sua mulher... Você pergunta pra ele por mim...? Por favor".
Minha mente começou a acelerar. Ah, merda, ela realmente quer transar com aquele desconhecido. Será que eu poderia pedir pra um cara aleatório comer a Andrea? O que vocês fariam se eu chegasse e dissesse: “Oi, essa é minha sobrinha Andrea e ela quer dar pra você”. Confesso que soa intimidador. Meu coração batia forte, meu pau ficou duro igual pedra só de imaginar aquela rola desconhecida enfiando na minha sobrina e, justo quando eu me preparei pra virar e perguntar se ele topava se juntar à gente, ele se levantou e foi embora. Deu pra ver a decepção no rosto da Andrea.
Depois de alguns minutos de silêncio, eu disse que a gente devia ir. Quando saímos, a Andrea viu ele saindo por uma das portas da cafeteria. Ela me deu uma cotovelada e falou “Por favor, Fer, rápido”. Aí me vi caminhando na direção de um completo estranho com o coração saindo pela boca, a garganta travada de nervoso, meu pau pulsando tanto que eu quase gozei dentro da calça. Pateticamente, perguntei tímido: “Err… Ex. Desculpa, peraí… Ela é minha namorada Andrea… ela quer transar com você… claro, se você não se importar…”.
O cara me olhou como se eu fosse maluco, virou pra ir embora e a Andrea esticou a mão, pôs uma mão no pulso dele. Ele parou e olhou nos olhos da Andrea. Por uns segundos, senti que o universo parou de se expandir, e aí ele soltou um sorriso sem vergonha, os olhos brilhando. A Andrea me surpreendeu de novo, avançando nele, passando um braço no pescoço dele e beijando ele na boca.
A Andrea sempre parece linda pra mim, acho que ela é uma mulher com cara de modelo, mas naquele momento, com o corpo dela pressionando com vontade contra um completo estranho, ela estava absolutamente deslumbrante. O fato de ser um homem estranho e bonito, que parecia bem dotado, deixou a situação muito erótica. Lembrei de novo como eu tinha sido sortudo de namorar ela. Ela é uma garota magra, mas com um corpo cheio de curvas, com seus 1,68 de altura e com seus sapatos de salto alto, suas pernas ganham a forma alongada e esbelta de uma modelo de lingerie. Ela sabe que eu acho as pernas dela incríveis, por isso sempre usa sapatos e um vestido ou saia para exibi-las – Bom, eu gosto mais das da Natalia. Hoje ela usava sapatos amarrados no tornozelo com saltos de doze centímetros, e um vestido justo preto, que mostrava suas pernas perfeitamente, acentuava seus quadris finos, bunda firme, cintura esbelta, barriga lisa e seios firmes e fartos. Um rosto tão bonito, boca de botão de rosa, maçãs do rosto altas, levemente levantadas, nariz pequenino e grandes olhos cor de mel com um tom de azul, tudo finalizado com cabelo longo, liso e loiro. Como de costume para Andrea, ela havia passado algum tempo esta manhã aplicando uma maquiagem leve nos olhos e lábios 'para ficar bem durante nosso dia livre juntos’, não é de surpreender que os olhos dos caras estivessem brilhando.
Quando o beijo terminou, Andrea disse ao homem desconcertado: "Isso é só para mostrar que falo sério, hoje é nosso aniversário de namoro e ele sonha que eu deveria transar com outro homem. Acho uma ótima ideia e você pode tornar isso perfeito, como você se sentiria se me levasse para a cama agora mesmo?"
Ele olhou para Andrea e o desejo inundou seus olhos novamente, Andrea balançou a cabeça, olhou para mim. "Espero que isso não seja um fim", disse. "Não, honestamente é o que ela queria... o que nós dois queremos" e Andrea disse "Aqui e agora... se você topar". Ela apontou para o final daquela rua "Tem um hotel perto na rua Roger de Flor, só uma quadra. Me acompanha?", ele concordou. Andrea se virou para mim e disse: "Fer, me dá seu cartão, essa é nossa fantasia, então não podemos esperar que ele pague por um quarto", então entreguei a Andrea meu cartão de débito e os vi passarem pela porta para atravessar a rua Buenaventura a pé até o motel que ficava na esquina.
Entrei na Toyota, estava tremendo por todo lado, meu coração estava acelerado, minha mente estava atordoada e meu pau estava tão duro e latejando que doía.
Minha mente corria em círculos. Ela vai ser fodida por outro pau. Só espero que ele seja gentil com ela. Espero que ele a foda bem e que ela não fique decepcionada. Minha querida sobrinha vai estar dando para outro pau. Não é a primeira vez que ela está fodendo com outro homem, mas dessa vez é um desconhecido. Ela está tomando pílulas? Espero que ele use camisinha. Ela adora ser enchida de porra. Merda. O que foi que eu fiz? E de volta ao começo, em círculos intermináveis.
No final, me acalmei o suficiente para dirigir a caminhonete até o outro lado e estacionar em frente ao motel. Ela passou na frente da minha caminhonete, me jogou um beijo com a mão e seguiu com o cara até a entrada do motel. E agora só restava esperar, e esperar, e esperar, meu pau estava duro como uma pedra e pingando porra na minha calça.
Depois de meia hora, ela me mandou umas fotos pelo WhatsApp. Dava pra ver claramente nas fotos, a porra do cara saindo da sua buceta. Várias vezes eu tinha pedido pra Andrea se cuidar, mas ela é do tipo de mulher que diz que, se não sente a buceta cheia de porra, não foi comida direito.




Eu me arrisquei com esse desconhecido. Aquelas fotos me provocaram a me masturbar, mas eu me controlei. Meu sêmen era para ela.Já tinha passado mais de uma hora desde que vi Andrea se afastar com um estranho, quando um movimento chamou minha atenção. Vi Andrea através de uma janela do segundo andar, seu vestido abaixado para expor os seios e levantado de modo que terminasse logo acima do seu monte púbico. Ela se inclinou para frente e colocou as mãos em umas grades metálicas, a atrevida tinha aberto a janela de vidro que dá para a rua e corrido as cortinas que acho que eram azul-cobalto, e me viu no carro e acenou, depois se sacudiu, olhou para trás e depois para mim. Tudo que eu conseguia ver claramente era sua cabeça e ombros se sacudindo ritmicamente, seus longos cabelos e seios balançando para frente e para trás e nas sombras atrás dela só dava para distinguir o contorno escuro do estranho metendo nela com força.
Não consegui ver a expressão do rosto dela, mas era óbvio quando ela gozou, seus braços ficaram tensos e ela jogou a cabeça para trás e depois se arqueou em direção à janela. Enquanto o cara que estava comendo ela era só um contorno escuro, a carne branca de Andrea podia ser vista facilmente, ela estava rígida pelo orgasmo. Uma mão cobriu seu monte e esfregou vigorosamente seu clitóris, outra mão cobriu um de seus seios. Ela ficou ainda mais tensa e até vi sua boca aberta quando um som de paixão escapou dela.
Depois do que pareceu uma eternidade vendo outro macho fazer minha sobrinha ter um orgasmo, mas que na verdade seriam uns dois minutos, ela se inclinou para frente novamente para retomar sua posição original e a foda continuou. Saí da caminhonete. Eu estava tremendo por todo o corpo enquanto assistia à cena, atravessei a rua e parei na calçada da frente. Lembro de umas motocicletas estacionadas, mas a rua estava quase deserta. E enquanto eu assistia à cena, ouvi um "Deeeuuuusss" atrás de mim e olhei para o meu ao redor. Tinha um velho andando na minha direção e olhando para o motel, me encarou com um grande sorriso radiante no rosto e disse "Uma coisa dessas a gente não vê todo dia, né!"
Ah, merda, esse cara tá vendo a Andrea sendo comida. Eu me virei para olhar. Ele caminhou até meu lado. "Olha só", falou, "ela tá gozando de novo, aquele cara é um sortudo do caralho, queria que fosse eu metendo nela assim, hein…". "Ela é tremendamente gostosa, só olha isso, ela tá toda arrepiada com aquele pauzão entrando nela". O que você diz numa conversa quando sua sobrinha linda tá levando rola de um estranho?
Agora ela estava esticada, com os braços pra cima, empurrando a parte de cima do batente da janela, com as pernas abertas. De fato, o velho e eu conseguíamos ver aquele pau enorme entrando nela. Ele estava com as mãos agarrando a cintura dela e deslizando ela pra cima e pra baixo no seu eixo. Enquanto ele a levantava, dava pra ver os lábios da buceta dela sendo puxados enquanto se agarravam no pau grosso enquanto ele subia. Os fluidos vaginais e a porra no pau dele capturavam a luz e brilhavam. —Ah, porra, ele não tá usando camisinha!!! Não pode ser um truque de luz, a Andrea não seria tão burra, seria? — e eu tentei desesperadamente calcular o período do ciclo dela. Ela é muito puta. Não consegue evitar e deseja porra na sua buceta.
Soltei um suspiro de alívio, mas aí comecei a me preocupar com DSTs. O velho continuou conversando comigo, mas eu realmente não conseguia pensar em nada pra dizer, bom, pensei em várias coisas pra falar, tudo sobre como aquela garota era minha sobrinha e o cara que tá comendo ela é um completo estranho e o pau dele é realmente enorme e ele não tá usando camisinha e eu espero que ele não tenha nada desagradável pra passar pra ela. Mas eu realmente não sentia que podia falar tudo isso pra um estranho, então fiquei quieto.
Na terceira vez que ela gozou, parecia que o garanhão dela chegou ao mesmo tempo. Andrea foi empurrada de novo contra a janela e a grade metálica, mas dessa vez o cara parou com o pau completamente enterrado nela, levantando-a e pressionando-a com força contra a grade. Ficaram juntos como uma estátua por um minuto ou dois, depois Andrea virou a cabeça e pareceu beijá-lo. É o que ela faz comigo quando fazemos amor, quando acaba sempre me beija com ternura. Depois de um beijo longo e profundo, o cara a levantou do seu pau, que ainda parecia estar completamente ereto. Ele se virou para mim e acenou, depois mandou um beijo antes de cair de joelhos na frente dele. Como a janela ia até o chão, pude ver como ela tinha pegado aquele pauzão na boca e estava chupando vigorosamente.
O velho perguntou. "Conhece ela? Parecia que estava direcionado a você" Eu balancei a cabeça. "Não fique com essa cara triste", ele disse. "Isso foi incrível. Vou contar tudo pra minha esposa quando chegar em casa, talvez a gente tenha uma noite animada, hein. Vocês são casados?" "Não, é minha sobrinha, e eu estou acompanhando ela escondido pra transar com o namorado" – eu disse e acrescentei – "A família dela não aprova o relacionamento e eu sou o único que apoia" E o velho disse: "E ela te compensa com um bom espetáculo, que considerada com você" Eu concordei com a cabeça. "Aposto que você também vai comer ela... hein."
Atravessei a rua e abri a porta do carro, me virando pra entrar. Logo antes da porta fechar com um clique, ouvi o velho dizer em voz alta: "Bom, parece que o espetáculo acabou". Ele se virou pra ir embora. Olhei pra cima, eles tinham saído da janela e então olhei em volta pra notar que outras três ou quatro pessoas olhavam pro hotel, devagar, uma a uma, se movendo pros seus carros ou pras instalações, dando uma olhada ocasional pro outro lado do hotel enquanto caminhavam.
O telefone do carro tocou, apertei o botão, "Fer, sobe, quarto 206 no segundo andar". Ela parecia animada, tentei responder, queria perguntar se ela estava bem, mas minha garganta estava seca, quando consegui falar qualquer coisa que apareceu na tela "chamada finalizada".
"206, por favor" eu disse para a recepcionista, "estão me esperando".
"Poderia me dar seu nome, por favor, senhor?" ela perguntou. Eu disse, ela olhou para o computador e deve ter visto que o nome que dei e o nome registrado no 206 eram o mesmo, pude ver o cérebro dela tentando entender qual era a situação, ela me olhou, ligou para o quarto e depois me deu as instruções.
Ao me aproximar do quarto, pude ouvir sons inconfundíveis de alguém fazendo amor nos outros quartos. Era de se esperar, era um hotel projetado para isso. Os sons mais altos eram os gemidos de êxtase de Andrea, que combinavam com um barulho de plass, plass, e atrás disso um gemido e rosnado mais baixo e profundo. Esperei do lado de fora da porta e ouvi o som de Andrea gozando mais alto do que nunca a tinha ouvido. O barulho não mudava de ritmo. Depois de alguns minutos, ela gozou de novo gritando "Eu quero, goza dentro de mim, porra, me enche por dentro". O som aumentou, acelerou para um ritmo rápido, Andrea estava miando de êxtase, a ouvi gritar "Ah, isso, me come gostoso... me come com força, goza dentro de mim". Ela gritou insultos de novo que nunca a tinha ouvido usar em todo o nosso tempo de namorados secretos... Meu pau estava tão duro quanto sempre e minhas bolas doíam como se tivessem acabado de me chutar, bati na porta e tentei a maçaneta, a porta se abriu.
A beleza da cena me parou de espanto. O cara estava deitado de costas e Andrea em cima dele, penetrada, de frente para mim. Ela subia e descia em toda a extensão daquele pau. Ela me olhava enquanto gemia de prazer. "Tira uma foto", ela disse. Claro que obedeci. Sentei em uma poltrona na beira da cama e tirei algumas fotos. Sabia que aquela cena tinha sido preparada por Andrea para mim. Ela me olhou e disse: "Amor, esse homem me fode gostosooo. Que pau grande divina love". Enquanto falava, subia e descia sem parar de me olhar.


Ela disse ao cara: "Me come, cachorrinho". O cara desceu da cama e puxou Andrea com força para a beirada. Andrea olhou pra mim e repetiu: "Fotos, amor, fotos". E eu, claro, obedeci. O cara a colocou na posição de cachorrinho, e eu pude ver aquela rola longa e grossa perfurando a buceta da Andrea.




Depois, o cara deitou Andrea de costas, abriu as pernas dela e a penetrou. Dava para ver as costas magnificamente esculpidas de um homem bem musculoso, com um par de pernas finas envoltas em sua cintura, cruzadas na altura dos tornozelos. Os pés de Andrea se fecharam firmemente do tornozelo até a ponta. Seus calcanhares estavam pressionados com força em suas nádegas, os músculos da panturrilha se mostraram e tremeram enquanto ela usava a pressão dos pés para forçar o cara a entrar dentro dela. Suas nádegas se apertavam e relaxavam enquanto ele entrava na buceta de Andrea. Era inegável, aquele cara estava comendo ela do jeito que Andrea gosta. E enquanto isso, eu não aguentei e comecei a me masturbar observando a cena. Era um filme pornô ao vivo.
E minutos depois, um gemido simultâneo de ambos. O garoto tremia. Estava gozando novamente dentro da buceta da Andrea. No meio do grito, o barulho de chacoalhar parou de repente, Andrea ofegou e eu ouvi um novo ahhhh prolongado, silêncio por alguns segundos e então Andrea começou a rir.Depois de alguns momentos, o garoto passou uma mão pelos tornozelos dela e os afastou suavemente das costas. Os pés da Andrea caíram na cama. Lentamente, ele rolou para o lado dela e, enquanto se movia, pude ver seu pau enorme com listras de porra saindo serpenteando da minha sobrinha. Só quando ele estava ao lado dela que a enorme e bulbosa ponta do pênis saiu de sua vagina. Seu pau saltou para ficar sobre sua barriga, completamente ereto e pingando porra. Sua vagina estava aberta e os lábios da sua buceta pareciam muito inchados. Andrea estava completamente nua.
Vários pensamentos passaram pela minha mente enquanto processava a visão diante de mim. Seus corpos saciados e nus deitados juntos. Aquele contraste, entre homem e mulher fodida, que é lindo, tão artístico, tão exótico, tão erótico. O olhar de felicidade total no rosto da Andrea. Que vista linda ver a Andrea assim, ela parece tão contente, obviamente está muito feliz com isso. O pau do homem sobre a barriga branca da minha sobrinha se destacava. Aquele pau era enorme, como ela conseguiu deixar entrar algo tão comprido, tão grosso?'. A porra em seus lábios e queixo com gotas brilhantes em seu peito e em seu cabelo, seu pau pingando mais sobre sua barriga, ela estava absolutamente coberta de porra. De onde aquele garoto tirou tudo aquilo? Exatamente como eu pensava, como ela gosta. Estar toda cheia de porra.
A expressão de felicidade total no rosto da Andrea me convenceu de que ela só sente que foi bem fodida quando sua buceta está cheia de porra, e a excita muito mais se a porra é de outro homem. Naquele momento, com a porra de outro homem em seus lábios e escorrendo de sua vagina, ela parecia inquestionavelmente deslumbrante. Ela me Ele olhou e então disse: "Amor, não fique aí parado, quero sentir você metendo nessa buceta suculenta ou vai ficar aí sentado, batendo uma?".
Fiquei atônito, Andrea nunca, jamais falaria daquele jeito. Atordoado, desabotoei meu cinto, abaixei a calça até os tornozelos e me ajoelhei entre suas pernas. Empurrei meu pau duro e latejante contra seus lábios inchados, a ponta começou a deslizar entre aquelas almofadas de carne inchada encharcadas de porra e então eles se abriram e me sugaram, sem pressão, sem empurrar, senti como se meu pau inteiro estivesse sendo mergulhado num banho de óleo morno, com apenas uma leve pressão na base onde minha pélvis apertava contra seus lábios vaginais, foi puro êxtase. Mais uma vez eu sentia aquela sensação tão erótica, tão sensual, tão avassaladora tanto física quanto mentalmente, um momento de completa felicidade.
Para aqueles que nunca colocaram seu pau numa mulher que acabou de ser bem fodida e cheia de porra por um pau muito grande e muito grosso, posso recomendar que experimentem. É uma experiência única na vida, você vai amar a sensação e tenho certeza que sua outra metade agradeceria.
Enquanto estava ajoelhado entre as pernas da minha sobrinha, o estranho ainda estava ao lado dela, com seu pau enorme repousando sobre sua barriga, ele levou um mamilo aos lábios. Olhei nos seus olhos alegres, seus lábios se separaram e com a ponta da língua ela lambeu lentamente o sêmen de seus lábios. Aquilo foi a gota d'água, e jorrei minha carga, e que carga. Toda aquela emoção, inquietação, medo, dor e a pressão de estar na rua, vendo Andrea ser fodida, explodiu. Meu corpo pulsava com o fluxo e jatos de sêmen. A dor nas minhas bolas diminuiu um pouco quando o fluxo de porra reduziu lentamente e parou. Quando a sensação do orgasmo mais poderoso que já senti passou, a vergonha me atingiu, isso nunca tinha acontecido antes. Talvez eu não seja um amante... brilhante, mas acho que tenho um controle razoável. Andrea me olhou com tristeza, depois se virou para um estranho e disse: "Eu gozo muito rápido, amor. Não aproveitei nada. Com você aproveito muito mais."
Meu pau murcho escorregou da boceta aberta, esticada e pingando da Andrea, um jato de porra o seguiu, se acumulando com o sêmen que já encharcava a cama. "Correu pro carro, amor? Sabia que você tava cheio, por isso pedi pra subir, além de precisar da sua porra. Queria misturar as duas porras", ela disse.
"Desculpa, Andrea, eu estava muito tenso e excitado", respondi baixinho. "Passar por aquela porta e te ver tão feliz, tão obviamente satisfeita valeu todo aquele desespero, valeu a pena pra mim pelo menos. Lamento ter gozado tão rápido."
Ela se aproximou e pegou minha mão. "Não se preocupa, amor. Obrigada, amor, obrigada por me permitir ser uma puta, mas volta pro carro, já se descarregou, já baixou a pressão. Só isso que queria, mas ainda temos um tempo, quero sentir esse homem maravilhoso me comendo um pouco mais antes de voltarmos pra casa. Ou quer ficar e olhar?" O estranho olhou pra porta, depois deslizou uma mão entre as pernas dela e me pediu pra ir embora. E disse à Andrea: "Quero te comer de novo, mas sozinhos, que ele vá embora, por favor." Então não esperei mais e saí do quarto.
Passou cerca de uma hora antes de Andrea e o estranho saírem do motel. Pararam em frente ao Toyota onde eu tinha ficado sentado refletindo sobre a cena que tinha testemunhado e meu fracasso em satisfazer minha sobrinha, mas para meu alívio e espanto, meu pau estava duro ao vê-los juntos.
Andrea puxou o cara pra perto dela, o envolveu com os braços e se beijaram de um jeito profundamente apaixonado diante dos meus olhos. Bem na rua lateral do motel, vi minha sobrinha deslizar um braço pra baixo do pescoço dele, pelas costas, através da bunda e em volta da frente até o volume na calça e começar a acariciá-lo. Meu pau pulsou. e senti um jato de esperma escapar.
Depois de alguns minutos, eles se separaram e ela disse algo a ele, passou um dedo pela bochecha e pelo queixo dele e depois lambeu o dedo. Ela falou de novo e ele assentiu com a cabeça, então se beijaram brevemente mais uma vez antes de ela caminhar até o carro. Ele abriu a porta da caminhonete para ela e se beijaram novamente. Eu liguei o carro como sinal de que já estava na hora. Ela fechou a porta. Abaixou o vidro e beijou o garoto mais uma vez. Levantou a saia, tirou o fio dental e o deu de presente para o garoto, não sem antes dizer: "Você merece, esse é seu troféu, você me comeu divinamente e merece uma lembrança minha." Se beijaram de novo e o garoto virou e foi embora, cheirando o fio dental.
Andrea parecia tão feliz, tão confiante, mas também tão bagunçada. Dava pra ver listras de sêmen úmido brilhando nas suas coxas, no peito, sobre o vestido, no queixo, nas bochechas e no cabelo. O lindo e caro vestido de grife estava amassado e marcado com manchas de umidade.
Dizer que eu estava preocupado era pouco. Andrea entrou, se inclinou e me deu um beijo na bochecha, depois colocou o cinto de segurança. Eu fiquei sentado esperando ela dizer algo. Ela disse: "Dirige, acho que ainda dá tempo de chegar no restaurante pra nossa reserva."
"Você não quer passar em casa e se trocar?", perguntei.
"Não, obrigada. Quero ficar assim. Molhada e melada de porra."
Enquanto dirigia de volta pro lado norte da cidade, meus pensamentos eram: 'Que raiva, meter meu pau na buceta da Andrea e gozar. Nunca tinha acontecido comigo. Que raiva.'
Quando saímos da via de acesso e entramos no fluxo do trânsito pesado, perguntei: "Como foi? Você gostou?"
Andrea respondeu: "Ele meteu em mim... sete vezes... sete vezes em tipo... pouco mais de duas horas. Vê esse sêmen?" e apontou pras coxas. "Ele lambeu minha buceta e minhas pernas antes de a gente ir embora, isso é o que escorreu de mim desde o quarto até o carro. Pedi pra ele deixar o... Parei para que você pudesse ver. Outra pausa, um pouco mais longa, ela abriu as pernas e pegou minha mão direita no volante, guiando minha mão entre suas pernas. "Sente", ela disse, e eu senti. Senti um líquido quente escorrendo entre os lábios inchados da buceta, um dedo deslizou entre os lábios e dentro de sua vagina encharcada, ainda bem aberta, empurrei outro dedo dentro dela, depois mais um e o quarto sem problemas, absolutamente sem resistência e o que parecia muito espaço sobrando, se eu não estivesse dirigindo, acho que poderia ter enfiado a mão inteira. Ela me disse que Freddy tinha comido ela gostoso mais uma vez. Ela pegou minha mão e levou meus dedos até sua boca, enquanto eu perguntava: "Freddy? É esse o nome dele?" Ela afastou minha mão e disse: "Sim, é esse o nome e não, não lamba, quero que você prove o sêmen dele. Vamos chamá-lo de Freddy O Grande." Me senti hesitante e até um pouco enjoado ao pensar em provar sêmen, "Por favor", ela disse. "Fer... Freddy lambeu seu próprio sêmen de mim, quero que você faça o mesmo, então comece agora provando. Você está sempre disposto a me chupar. Quero que você saiba como é o gosto do sêmen dele, misturado com o seu e meus fluidos." Cautelosamente estiquei minha língua em direção aos meus dedos encharcados de sêmen e parei a alguns centímetros de distância, "Por favor", ela disse novamente, "faça isso por mim neste aniversário." E assim, pela primeira vez, provei o sêmen de Freddy. Dirigimos em silêncio por um tempo e, justamente quando saíamos de uma avenida para outra que levava ao restaurante, Andrea disse: "Obrigada, Fer, este foi o aniversário mais maravilhoso que alguém poderia desejar. Te amo muito", ela se aproximou e acariciou minha bochecha. Chegamos ao restaurante na hora, Andrea estava com uma aparência tão lasciva e tão puta, ela adorava a ideia de ser vista em público com sêmen seco no cabelo e no vestido. Quem a olhava sabia o que ela tinha feito recentemente e isso transparecia em sua aparência. Ela se deliciava completamente com o fato de que o sêmen de aquele macho, ainda escorria da sua buceta, sentei-me à mesa em frente a ela e vi seu corpo se tensionar para espremer um pouco mais de suco. Habilmente, ela deslizou um dedo no sêmen que escorria e então o ofereceu aos meus lábios, eu simplesmente não acreditava, ela estava me alimentando com o sêmen de outro homem no meio de um restaurante movimentado, se ao menos aqueles clientes soubessem o que havia no meu cardápio. Minha mente estava cheia de confusão, ela agia como se me amasse mais do que nunca, mas acabara de ser comida por um estranho. Este é o mundo de Andrea. E ela me arrastou para seu mundo.
Chegamos em casa pouco depois das seis da tarde e fomos direto para a cama para aproveitar o sexo mais maravilhoso e excitante que já tivemos (bem, que *eu* já tive). Ela ainda estava molhada e bem aberta e, embora eu tenha gozado rápido demais na primeira vez, trabalhei com minha boca na sua buceta até ficar duro de novo enquanto lambia sua ppk encharcada de porra. Terminamos quando gozei pela terceira vez.
Estávamos deitados nos braços um do outro, eu tinha um dedo circulando lentamente seu clitóris quando ela soltou a bomba: "Eu quero de novo, acho que você percebe isso, quero sentir aquela rola linda, enorme e perfeita me enchendo e penetrando tão fundo em mim de novo e de novo. Eu sempre vou te amar, Fer, mas isso é diferente, é uma necessidade básica, uma pura luxúria. Eu sempre vou ficar com você, te amo muito, mas vou precisar daquele outro homem de vez em quando. Esse era o homem que eu estava procurando. Um homem que me comesse gostoso e tivesse meu ritmo. Por favor, diga que não se importa se eu o vir de novo e ele se tornar meu amante fixo, pode ser um capítulo completamente novo e emocionante nos próximos anos do nosso relacionamento. Esse é o homem que me comeu melhor na minha vida e desejo que ele seja meu amante de agora em diante. Conversamos e ele quer que eu seja a mulher dele. Quando ele quiser me comer, eu vou com ele, vou dormir com ele, jantar e tomar café da manhã. com ele, quantas vezes ele quiser. Enfim, serei sua mulher de agora em diante. E você tem que aceitar. Ele será meu macho Alfa e você meu amado namorado e futuro marido"
Quais são minhas opções. Desde o começo, Andrea e eu tínhamos um acordo. Ela poderia foder com quem quisesse e eu também. Só tínhamos que avisar o outro quando estávamos com outra pessoa e onde. Mas pela primeira vez, eu a via empolgada com a transa de outro macho. Era parte dos riscos de ter uma sobrinha tão gostosa. Em algum momento, outro homem vai comê-la melhor que você. Esse momento tinha chegado. Confiava que ela, em algum momento, se cansaria. Lembrei de como me senti quando a vi pela primeira vez naquele quarto de hotel e a memória do sexo que havíamos acabado de ter ainda era forte, e soube minha decisão, mas tinha que fazer um pouco de teatro. "Andrea, mais do que tudo, quero que você seja feliz, mas você precisa entender que este é um passo importante, então você tem que me dar um tempo para pensar nisso."
"Eu gostaria que você estivesse comigo nisso, Fer, vamos, amor, isso aconteceria em algum momento. Ambos sabíamos que chegaria um homem que me comeria melhor que ninguém. E esse homem chegou, e se chama Freddy. Ele vai me foder de novo, quando ele quiser. Tem meu número de celular, tem nosso endereço, onde trabalho, sabe do nosso acordo e entende que estarei esperando... Por favor, você tem que estar comigo nisso. Diga que concorda com isso... Por favor."
Não tinha alternativa. E assim começou uma nova aventura, que pensei que seria passageira, mas que duraria vários anos e que criaria vários conflitos entre Andrea e esse cara, conflitos que até hoje, setembro de 2021, ainda duram.E por favor, votem no Relato, mesmo que seja Um Ponto. Cada Ponto Soma. Prefiro um voto do que ser adicionado como um Post Favorito. Se quiserem fotos da Andrea e da Natalia, por favor, me sigam no Twitter para qualquer notificação, dúvida e poder conseguir as fotos das minhas sobrinhas e da minha cunhada. Minha conta do Twitter Fernando Morante @Fernand14355389
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