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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 26:
No domingo seguinte, a família toda se reuniu, incluindo os respectivos agregados, como Biocha, Ainhoa e Aitor, o namorado da Flo. A ideia das nossas mães era fazer um almoço que nos fortalecesse como família. No evento improvisado, até o Juan e o Francisco apareceram, vindo das unidades distantes deles, e a Isa, que finalmente não tinha plantão. A reunião foi super agradável e encantadora; a churrasqueira preparada pelos "militares" estava muito, mas muito boa.
Enfim, tudo fluía sem problemas, comemos e bebemos, perdoem a expressão, como se fosse a "última ceia dos condenados", até que eu, depois de muitos copos de refrigerante, precisei ir ao banheiro. O mais perto estava ocupado, acho que pela Ainhoa, que eu tinha perdido de vista depois que ela ficou conversando por ali com a Ani. O outro, o de visitas, estava ocupado por mais alguém, então fui no que achava ser o único disponível, o do quarto da tia Dani. Mas, ao pegar na maçaneta, uma voz feminina atrás de mim diz:
— Eu primeiro! Não aguento mais...
Cláudio: — Não, eu primei... — consegui dizer, quando, de surpresa, a Flo me empurra para o lado e se apressa para entrar.
Tentei impedir que ela entrasse na minha frente, mas ela colocou o corpo dela na minha frente, forçando a passagem. Pelo susto, ela levou vantagem, mas minha vontade de mijar era um motor das minhas ações, então segurei o pulso dela para impedir a entrada. Começou uma briga que, obviamente, eu ganharia pela minha força maior, ou assim pensei. Mas a Flo, não sei como!, no desespero dela, me agarrou no meio das pernas, apertando forte. Eu, pela reação natural de proteger meu amiguinho, soltei ela, e nesse momento ela entrou no banheiro tentando fechar a porta. Mas eu não estava disposto a me mijar todo, então, me recuperando do susto, consegui entrar antes que ela fechasse. Os dois lá dentro, ela disse:
— Tô quase me fazendo!... Preciso mijar!... Sai daqui!
Cláudio: — Eu também... sai você. Tu tava antes… Flo: Deixa eu ir primeiro, preciso… tô morrendo de vontade de mijar… Claudio: Eu também… Sem dizer mais nada, ela baixou a calça jeans e sentou, tirando a calcinha já sentada, então não consegui evitar que ela mijasse antes de mim, a safada tinha me vencido! Tava tão desesperado que, ao ouvir o som da descarga da Flo, fiquei apertado além do limite e, contra as boas maneiras e minha educação, tirei meu pau e mijei na pia, porque não aguentava mais. Flo: Seu nojento! Claudio: E você uma bruxa pervertida (não tenho imaginação nem costume pra insultos) Flo: hahaha, você é um bobalhão, hahaha, um bobalhão nojento, hahaha. Claudio: Mas como eu como melhor que seu Aitor, hahaha. Flo: Não me lembra disso, ontem você me violentou e é um delinquente nojento, e nunca vai chegar aos pés do meu namorado, que é um príncipe e não um vagabundo sujo e viado como você. Isso me enfureceu (tenho certeza que não a violei, ela se entregou!), e antes que a Flo terminasse de se limpar a bucetinha, coloquei meu pau grandão a meros três centímetros do rosto dela, ela, surpresa, segurou ele como se quisesse evitar que eu usasse a boca dela. Não me machucava nada, só o segurava na mão, deixei ela se limpar sem agredir ou forçar enquanto ainda segurava meu amiguinho. Com o calor morno da mão macia e lisa dela, meu pau começou a endurecer como pedra até atingir todo o esplendor. Quando ela terminou de se limpar com meu pau ainda na mão, tentou se levantar. Foi quando a empurrei contra os lábios vermelhos dela, que cheguei a roçar com a cabeça do pau. Flo tentou dizer algo, mas empurrei mais e meti a cabeça na boca dela, agora a boca dela estava cheia do meu pau (graças a Deus não me arranhou com os dentes), olhei nos olhos dela e sorri perversamente. Flo: Você é… um nojento… tentou dizer, enquanto eu segurava a cabeça dela e comia a boca dela devagar. Claudio: Você quem pediu, agora paga. Flo: Pega… de… Mágica… nojento… tentava. dizer.Claudio: Mas tu gosta da pica desse viado, chupa essa puta, eu sei que tu gosta.
Apesar das palavras dele e da situação meio forçada, Flo começou a cooperar com a língua e os lábios, então de repente, em vez de ele estar fodendo a boca dela, era ela que me dava um boquete de verdade. Eu, por minha vez, de segurar ela pela cabeça, passei a acariciar ela com doçura e carinho. De repente, eu tava no céu, as carícias dela no meu pau eram como eu lembrava dos bons tempos, não aguentei muito porque me deixei levar até sentir que ia gozar:
Claudio: Flo… vou gozar…
Flo: Guenof… nojento…
Claudio: É sério, vou gozar…!!
Ela não respondeu e continuou no serviço, então comecei a despejar jorros de porra na boca dela sem que ela tentasse evitar. Não sei quantos jatos de porra encheram a boca dela, mas pra mim pareceu uma das maiores gozadas da minha vida; diria que quase interminável. Ao sentir que minha pica murchava, ela limpou com a língua, depois de terminar o serviço, se levantou, subiu a calcinha e a jeans, me olhou com olhos de assassina, e fez uma careta me dizendo:
Você não é nem metade do homem que o Aitor, viado de merda.
Claudio: Mas tu gosta da pica desse viado e engoliu toda minha porra, sua puta.
Depois saiu do banheiro ainda furiosa e sem ter enxaguado a boca. Um minuto depois, saí eu, mas assim que cheguei na mesa, Ainhoa me perguntou por que eu tinha saído do mesmo quarto que a Flo (o da tia Dani), e eu respondi:
Tava procurando um banheiro vazio e quando bati na porta desse, me disseram “já vou sair”.
Ainhoa: E você tinha que bater justo no banheiro que essa puta da Flo tava?
Os outros dois dessa casa estavam ocupados, um acho que pela mãe e o outro por você.
Ela insistia pelo fato de ser aquele banheiro justo o que eu precisava, e que eu não podia esperar pra usar outro. Mesmo eu insistindo que achei mais rápido esperar ali a Flo fazer o que tinha que fazer do que me mijar, já que o outro banheiro mais perto tava ocupado e eu tava muito apertado. Apesar do que eu disse, Ainhoa insistiu por que eu não tinha usado o outro banheiro, então finalmente falei:
Claudio: Bom, já que os outros estavam ocupados, em vez de mijar, resolvi entrar no da tia Dani pra foder a Flo enquanto esperava.
Ainhoa: Você é um cretino e, depois de me olhar com raiva, virou-se pra falar com a Ani.
Minha resposta irada foi só um mecanismo de proteção, porque não curto cenas de ciúmes, mesmo ela tendo acertado que eu tinha feito algo com a Flo. De qualquer forma, a essa altura do nosso relacionamento, a Ainhoa sabia perfeitamente que eu como quem eu como, e que sempre conto pra ela (essa era a primeira vez que não contava, mesmo sabendo da minha "treta" anterior com a Flo).
Um minuto depois, todo mundo via a Flo se beijando com o Aitor na sala, mostrando um afeto que eu sabia que era falso, enquanto as outras minhas riam da ousadia dela e falavam besteiras. Claro que ninguém mais sabia que o Aitor tava saboreando minha gozada na boca da namorada infiel dele.
Já no fim da tarde, os militares voltaram pros seus afazeres e a gente pras nossas casas, então o Juan pediu de novo pra Ani deixar a Biocha na casa dela, mesmo a mãe tendo oferecido também, mas a Ani evitou a responsabilidade dizendo que ia levar a Ainhoa, e no fim ficou de eu ir com a mãe deixar ela depois de largar os militares no terminal de ônibus.
Tive que ir no mesmo carro que os militares, a Isa, a Mamãe Julia, a Biocha, a Paula (que foi com a gente dizendo que a deixaríamos em casa depois) e, claro, eu. O carro parecia transporte de carga, porque na frente ia o Juan (o mais alto) dirigindo, com o Francisco do lado (outro gigante), atrás de um lado a mãe com a Isa no colo e depois no meio a Biocha, enquanto eu segurava a Paula no colo do outro lado. A verdade é que ter aquele bundão gostoso em cima de mim me esquentou como se eu caísse numa caldeira acesa. O trajeto até o terminal leva uns 20 minutos, tempo em que acariciei aquela bênção. Com muito disfarce, rocei as tetas magníficas da Paula sem que Francisco ou João percebessem, mas tinha alguém muito interessado no que rolava, não era minha mãe, nem a Isa… Era a Biocha mesmo! Ela devia ter sentido meus movimentos e, como quem não quer nada, pegou minha mão e colocou do lado de uma das pernas dela, na surdina.
Isso me fez ferver e, quase sem disfarce, eu acariciava a bunda da Paula e meti minha mão entre as pernas da Biocha até chegar na buceta dela. Claro que as duas estavam vestidas, mas não são de ferro, ambas se assustaram, mas disfarçaram o melhor que puderam, ajudadas pelos buracos da rua. Eu tava frenético! Sem reservas ou medo, também fui por baixo da saia da Paula (ó sorte!), em direção ao cobiçado buraquinho da buceta, mas por cima da calcinha dela. A Isa, sentada no colo da minha mãe, olhava pra dentro e sacou na hora, me fulminando com aquele olhar doce dela, que às vezes pode ser igual ao anjo da morte, mas não falou nada. A Biocha segurou minha mão, mas já não adiantava, porque eu já tava na buceta dela, enquanto a outra mão tava na da Paula, que se ajeitou abrindo um pouco as pernas. Tenho que dizer que amassei tudo no caminho, tanto que começou a sair cheiro de buceta; um aroma que minha mãe começou a comentar: "que tinha um cheiro estranho no carro", mas ninguém pareceu se incomodar com isso.
Deixamos eles no terminal com as despedidas de sempre, depois subimos no carro, com minha mãe e a Isa na frente e o resto atrás. Eu fiquei no meio, aproveitando pra acariciar as pernas da Paula e da Biocha, que seguravam minhas mãos com força pra eu não voltar a meter o dedo nas bocetas delas. Nesse trajeto até a casa da Biocha, ninguém falou muito, além da minha mãe que se lamentava por não ver o filhão dela, coisa que a Biocha respondia com frases curtas ou monossílabos enquanto lutava com minhas investidas. Mas bastou ela sair do carro e se despedir pra minha mãe dizer:
— Paula, você não pode... Ser tão puta que a gente tenha que sentir seu cheiro de buceta…
Isa: Não briga com ela, mãe, foi o cheiro da Biocha, já que seu filhinho começou a bater punheta pra ela…
Mamãe Júlia: É verdade?...
Cláudio: Sim, mãe, respondi todo cagado de medo.
Mamãe Júlia: Ela é a namorada do seu irmão, por mais que você já tenha comido ela antes, não pode fazer de novo… isso não se faz.
Isa: A culpa não é do bocó, ela começou o joguinho, porque eu vi quando ela pegou a mão dele e colocou na perna dela.
Mamãe Júlia: Mesmo assim, uma coisa é um jogo, outra é meter a mão na buceta, então já sabe, não pode fazer isso, porra.
Cláudio: Sim, mãe.
Mamãe Júlia: Desculpa, Paula, por te chamar de puta… mas eu pensei…
Paula: Não se preocupa, dona Júlia, não tem problema.
Mamãe Júlia: Obrigada. Como compensação, hoje você pode levar ele pra cama só pra você, hehehe.
Paula: Obrigada, dona Júlia. Se ele quiser, aceito a oferta, disse ela já toda excitada.
Entramos em casa, mãe e Isa foram pra cama, e Paula ficou na cozinha preparando o lanche dela pro dia seguinte, porque ia trabalhar no negócio da tia Dani. Eu, por minha vez, aproveitei a autorização da mãe pra foder com a Paula e fui pra cozinha, fiquei por trás e segurei ela pela cintura. Paula, ao sentir meu pau duro e ereto encostado entre as bundas dela por cima da saia, suspirou e disse:
— Não vai esperar a gente chegar na cama?
Cláudio: Não aguento, tô muito tarado.
Comecei a me mexer devagar, ainda sem me aventurar por baixo da saia dela. Ela se apoiou na bancada e parou o que quer que estivesse fazendo, empurrando a bunda pra trás. Eu, por minha vez, comecei a me mover pra frente e pra trás, lentamente, sobre o corpo excitante da… amante do Papai?! Agora penso que, na real, ela já era mais uma das minhas amantes.
Paula continuava apoiada, de olhos fechados, mordendo o lábio, enquanto eu mordiscava o pescoço dela, depois amassava os peitos dela. Quase dava pra dizer que eu tava fodendo ela com a roupa no corpo. Minha excitação fez eu aumentar as investidas contra aquela bunda dura e gostosa. Meu pau batia contra a saia e a calcinhas que cobriam tanto a bucetinha dela quanto as bandas daquele rabo fenomenal. Eu tava nas nuvens e só queria ela pra mim, então puxei a calcinha dela de uma vez e enfiei, ela gemeu de prazer e senti como a buceta molhada dela acolheu meu pau por completo; enquanto eu a penetrava com prazer apaixonado, do jeito que dava, tirei os peitos dela da roupa apertada, sem dúvida era uma mulher feita pra pecar, agora entendia o pai e a "bucetice" dele por ela.
De repente, não sei por quê, senti que tava sendo observado, inevitavelmente olhei pra entrada e vi que a Isa não perdia um detalhe de tudo, enquanto nos olhava disfarçadamente, ela apertava a bucetinha dela que já tava molhada desde que me viu no carro. Mesmo assim, não interferiu em nada, só via eu foder a Paula. Continuei cruzando o olhar com o dela, sem parar de foder a Paula, então depois de uma metida e tirada apaixonada, gozei como um burro dentro da voluptuosa Paula. Foi incrível e quase desabei em cima dela enquanto gozava, o que a levou a um orgasmo um pouco depois. Quando me recuperei e olhei de novo pra Isa, ela já não estava mais.
Seguimos com Paula no quarto dela, ela aproveitou com doçura apaixonada a oportunidade de que a mãe não tava fazendo de "dominatrix", e fodemos até que, cansados de fazer, ela disse que a gente precisava dormir porque acordava cedo. A verdade é que ela fez o que quis comigo e, pra minha sorte, tudo foi maravilhoso.
Na semana seguinte, não comi nem fiz nada com ninguém, porque a gente tava na reta final das provas e, sinceramente, entre a ansiedade, os estudos, e também o quanto "minhas garotas" estavam evasivas, todas ocupadas com seus próprios assuntos, incluindo a mãe, que por uns pedidos importantes com muita urgência, trabalhava até tarde e se contentava com a comida de buceta da secretária dela. Então não tive ninguém com disposição pra abrigar meu amiguinho e também não me esforcei muito nisso.
No fim de semana seguinte, ninguém planejou nada. pois a gente tinha que fazer as provas de seleção, só a Isa me fez prometer que eu ia acompanhar ela num evento muito importante naquela sexta, então expliquei pra Ainhoa que não ia poder ver ela e ela, com cara feia e pouco receptiva, falou pra eu fazer o que quisesse, contanto que não fodesse nenhuma das putas das minhas primas (incluindo a Ani, a atual melhor amiga dela).
Na sexta, o Juan chegou e, minutos depois, a Biocha apareceu em casa. Como dessa vez o carro da mamãe ficou pra Isa, eu ia dormir em casa com a mamãe, porque assim sairia pra acompanhar a Isa sem incomodar ninguém, enquanto a Paula ia ficar na casa da tia Dani, indo direto do trabalho com ela sem passar em casa, desse jeito mantendo o segredo de que a Paula morava com a gente e era um dos brinquedos sexuais da mamãe (o outro sou eu).
Eu tava na sala esperando a Isa quando a Biocha e o Juan entraram. Ele foi pro quarto dele largar as malas, trocar de roupa e tomar um banho rápido pra sair com a namorada, então ficamos só nós dois. No começo, tentei ser legal com ela e puxar conversa, quando ela disse:
— Não ousa falar comigo, seu degenerado…
Cláudio: — Perdão! Por que você tá me chamando disso?
Biocha: — Você passou a mão em mim no carro, ou não lembra?
Cláudio: — Qual é, você começou…
Biocha: — Era “uma brincadeira”…
Cláudio: — A minha também era “uma brincadeira”
Biocha: — Você não passa de um babaca degenerado, sabe que sou a garota do seu irmão!
Sem falar nada, levantei do meu lugar e fui até ela, que tava de pé, e, sem mais nem menos, peguei o rosto dela e beijei fundo. Ela se assustou, mas não fez nada, não sei se queria me responder ou falar alguma coisa, mas abriu a boca o suficiente pra que meu beijo fosse com língua, explorando o interior da boca dela. A Biocha, ainda paralisada, não continuou com a “brincadeira”, mas também não me rejeitou. Na sequência, peguei na bunda dela e apertei contra meu pau, não tenho dúvida de que ela sentiu meu amiguinho duro e rijo, minhas mãos percorrendo cada centímetro dela. voluptuosa humanidade, até meti a mão na bucetinha dela por baixo da saia, até sentir os passos de alguém e soltei ela, ela estava vermelha que nem tomate e com olhos irados, mas não fez nada.
Juan: Tô pronto, Biocha… tchau, irmãozinho, se diverte pra caralho com sua irmã, falou num tom sarcástico.
Cláudio: Tchau, galera, divirtam-se, falei sem entrar na brincadeira dele.
Em minutos, a Isa chegou, tava linda demais, parecia uma modelo de revista de moda, elogiei ela o máximo que pude e me deu na telha falar. Mamãe deu todo tipo de instrução e medidas de cuidado que a gente devia ter e deixou a gente na porta.
Na tal festa, eu ia quase como uma mala, verdade é que não sabia pra onde a gente tava indo, mas a Isa pegou um rumo meio estranho, porque a gente tava indo pra uma área de hotéis pra casais que querem ficar sozinhos, então, curioso, perguntei onde era a festa e ela respondeu:
— Num desses hotéis, aluguei um quarto pra nós dois.
— Mas a gente podia transar em casa depois da festa.
Isa: — De jeito nenhum, em casa tem a mamãe e a mania dela de mandar em tudo, especialmente no sexo, além da puta da Paula com aquele rabo e peitão enorme que ela tem, não… definitivamente não.
Cláudio: — Cê não gosta da Paula?
Isa: — Gosto, ela é uma boa garota, mas cê entende que eu não consigo competir com a voluptuosidade dela ou da mamãe… e por uma noite bendita, quero você só pra mim.
Cláudio: — Mas você é a mulher mais linda que conheço, não tem ninguém mais gostosa que você no país e acho que no mundo.
Isa: — Mas não tenho peitão grande e meu rabo é pequeno.
Cláudio: — Você tem uns peitos lindos e uma bunda empinada deliciosa, vamos, todo mundo te inveja.
Isa: — Mas você gosta de rabudas e peitudas…
Cláudio: — Vamos, isso não é verdade…
Isa: — É só ver com quem você fode e vou te falar que é a mais pura verdade, então, conhecendo minhas fraquezas, te isolo do problema e você fode só comigo.
Cláudio: — Com todo prazer.
Entramos no lugar, a Isabel se registrou com a reserva sem problemas, eu por minha parte… Peguei na mão dela e levei ela apressado pro quarto, que era uma réplica de um castelo senhorial, dando um estilo e clima muito especial.
Me aproximei dela e fiquei por trás. Isa deixou eu fazer. Abaixei minha calça e enfiei a pica na bunda dela, batendo uma punheta suave naquele rabo empinado coberto pelo vestido vermelho bem justinho, de vez em quando passava ela pelo cu inteiro e parava na bunda dela.
Isa tava surpresa com a minha iniciativa… ficava mais tesuda a cada segundo, quase não acreditava, se sentia a maior puta, porque só de eu ter levado ela pra um hotel já era algo que ela nunca imaginou fazer com um homem, fosse namorado ou amante. Aí peguei a calcinha dela e deslizei minhas mãos por dentro, acariciando ela de cima a baixo, na real, por todas as bundinhas durinhas dela, depois abri espaço pra minha pica e passei ela por toda a racha da bunda linda da minha Isa, tocando sem parar o cu dela com a minha cabecinha…
Eu ficava mais excitado só de pensar que ninguém mais no mundo fazia isso com ela… que ela era só minha, e que me queria só pra ela, coisa que, do jeito que eu sou, era impossível, mas naquele momento éramos só nós dois. Meus pensamentos voavam enquanto eu passava a pica na bunda dela e ela se deixava acariciar toda.
Enquanto minha mente viajava e se entregava à luxúria, eu acariciava ela sem parar e beijava aquele pescoço de cisne que ela tem. Peguei de novo os peitos lindos dela, que, mesmo não sendo grandes como eu gosto, são durinhos, empinados, desafiando a gravidade, com uns bicos rosados lindos que convidam a se deliciar com eles, e com minha voz mais sensual falei:
São incríveis, até uma modelo de lingerie ia querer ter uns assim.
Isa: Mmmm, você fala isso porque não tem as outras peitudas, mas continua.
Continuei esfregando minha pica dura na bunda empinada da Isa… mas minha excitação foi maior e empurrei pra frente, enfiando bem fundo; sentindo como a bucetinha dela se abria deixando passar, como as paredes da vagina dela facilitavam tudo. sua umidade acolhedora, sentindo cada centímetro do percurso enquanto ela toda entrava em contato com meu pau já inchado, até fazer pressão com minha virilha na bunda dela…
Isa se inclinou, apoiando as mãos na parede, levantando bem a bunda pra facilitar a penetração na bucetinha dela, enquanto me dizia que eu era só dela. Pela inexperiência dela, o que me deu uma certa graça, vi ela tentando tirar o vestido e se livrar do sutiã que apertava os peitos dela meio de fora.
Isa, ao se sentir penetrada fundo por mim, quase desmaiou e eu podia sentir que a bucetinha dela era um rio de fluidos que já se misturavam com meu líquido pré-seminal, que anunciavam que logo eu ia encher ela de porra, não queria evitar minha gozada, queria sentir como toda minha paixão inundava ela.
Agora aumentei o ritmo e enfiei meu pau inteiro no fundo da bucetinha dela, estava muito molhada e macia, as paredes apertavam um pouco, mas tudo fluía como a máquina mais lubrificada do mundo, tanto eu quanto ela estávamos prestes a gozar.
Num instante, Isa, quase sem controle dos sentimentos e emoções, gritou meu nome pros quatro ventos, e depois desmaiou por um momento, me obrigando a segurar ela pra evitar que caísse no chão. Eu tava tão perto de gozar que, com ela segura pelos meus braços, meti com toda força até me derramar dentro dela, foi sublime mas exaustivo, tanto que nem sei como peguei ela no colo e levei pra cama pra se recuperar.
Com Isa já recuperada, minha alma voltou ao corpo, porque cheguei a me assustar; por um momento pensei no que faria se ela morresse naquela cama. O susto, que felizmente durou só uns instantes, me fez perceber que minha Isa era uma das mulheres mais importantes da minha vida e que nunca ia abandonar ela. Ainda sem perceber o que tinha acontecido e ignorante dos meus pensamentos, ela se levantou um pouco na cama pra me beijar com muita paixão, tava muito excitada e queria mais. Enquanto eu respondia suas carícias, ela pegava na minha pica, e com a outra mão acariciava meu rosto, então quase sem perceber eu voltava a tocar nos peitos dela, livres das roupas.
As duas horas seguintes a gente fez amor de mil e uma formas diferentes, até que, exaustos e felizes, voltamos pra casa. Isa estava encantada e eu maravilhado por tê-la, sem dúvida era a garota mais gostosa de todas e era minha.
As provas vieram e passaram tão rápido quanto "suspiro de puta" ou pelo menos foi o que pareceu. Quanto à minha vida e relação com as garotas e a família, tudo "seguia normal", com a diferença de que Juan era oficialmente o namorado da Biocha, que eu via de vez em quando, seja na casa da mãe ou quando saíamos todos em grupo; por outro lado, Aitor continuava com a Flo. Já da Montse, que eu não via desde que dividiu a cama com a mãe dela, só tinha notícias meio estranhas pra mim, porque segundo a Biocha, ela se declarou lésbica e agora tava saindo com uma mina que era uma belezinha, pelo que todo mundo que conhecia ela dizia.
Do mesmo jeito, mamãe continuava com sua mania de dominante, segundo as próprias palavras dela, e me usava como dildo humano pra foder ela mesma ou quem ela quisesse que eu comesse. Normalmente a escolhida era a Paula, que eu tinha que arrebentar o cu dela direto (acho que mais por vingança), outras vezes era a Ainhoa, que eu tinha que sujar os peitos dela com meu leite, e umas poucas vezes a Ani, que adorava como eu enchia a buceta dela de porra, mas misteriosamente nunca escolhia a Isa ou a tia Dani.
Mas uma vez ela me surpreendeu quando estava tomando chá em casa com dona Montserrat como convidada (surpresa muito agradável, por sinal), não sei como, mas lá estava mamãe com a bela morena madura, conversando sobre mim quando entrei e ela diz:
— Olha meu filho, quem queria te ver.
Cláudio: — Oi, dona Montserrat, oi mãe, que surpresa.
Dona Montserrat: — Oi, Claudinho, como você tá?
Cláudio: — Muito bem, dona Montserrat, e a senhora e a Montse?
Dona Montserrat: — Eu tô bem, mas vim te pedir um favor… Mamãe Júlia: Sim, Montserrat tava me falando do problema dela com a filha.
Cláudio: A Montse tá doente?... se eu puder ajudar…
Dona Montserrat: Não, ela tá bem, só que agora ela tá saindo com uma garota e não sei o que fazer.
Cláudio: É que nisso não tem muito o que fazer, se elas se amam, difícilmente dá pra fazer algo.
Mamãe Júlia: Mas você foi o primeiro homem dela e ela repetiu com você, será que…?
Dona Montserrat: É, talvez você possa fazer ela se sentir mulher…
A conversa continuou no mesmo assunto até que o cansaço me fez prometer que faria o que pudesse pra “ajudar ela”, mesmo eu achando que se alguém te atrai, ou deixa de te atrair, ou não tem nada que se faça nesse mundo.
Dona Montserrat: Obrigada, Claudinho… não sei como te pagar.
Mamãe Júlia: É, obrigada, coração, você é um menino muito bom.
Cláudio: Vamos, não precisa me pagar… mas pensando bem… tem um jeito sim.
Dona Montserrat: Pode falar…
Cláudio: Não sei se vocês vão querer, mas eu gostaria de relaxar.
Mamãe Júlia: Como a gente pode te ajudar a relaxar?
Cláudio: Hmm, talvez se eu… fiz um gesto apontando pro meu amigão que já tava aparecendo.
Dona Montserrat: É o que eu tô pensando…
Cláudio: Acho que sim.
Mamãe Júlia: As duas?
Cláudio: É, isso incomoda vocês?
Dona Montserrat: Me dá um pouco de vergonha, por causa da sua mãe… disse olhando pra ela.
Mamãe Júlia: Ah, não se preocupa, contanto que a gente ajude uma amiga, hahaha.
Sentei no sofá e elas se ajoelharam na minha frente, cada uma de um lado, e antes de dizer qualquer coisa, se jogaram como duas lobas em cima de um cordeiro. Mamãe, com a iniciativa dela, puxou meu pau que tava ganhando não só em tamanho, mas em dureza, só com a minha excitação mental. Dona Montserrat me deu um beijo na ponta do pau e depois lambeu o tronco inteiro, sob o olhar atento da mamãe. Aí ela também exigiu a parte dela. Depois de um tempo, as duas dividiam minha masculinidade com as línguas, lábios e boca. A verdade é que já eram duas profissionais no assunto.
Enquanto elas engoliam meu amigão, eu me deliciava com os peitos delas. A Isa tinha razão, me Gostava de peitos grandes e elas tinham os que enchiam todo o meu gosto, não sei quanto tempo passou, mas gozei que nem um burro e elas comeram tudo, até terminaram com um beijo quente pra trocar minha porra, foi algo incrível.
Terminada a faina que selou o compromisso, elas ficaram na sala e eu fui pro meu quarto me trocar e ir com meus amigos jogar bola num parque perto de casa, então não vi quando dona Montserrat foi embora.
Os resultados das provas saíram uns dias depois, e eu passei por aquilo com muita ansiedade e nervosismo; nesses dias não procurei ninguém, e a mamãe, com muita compreensão, não me obrigou a arrebentar a buceta da Paula. Só saí com a Ainhoa e a Ani umas duas vezes, onde as fodi pra relaxar elas, porque segundo elas era o melhor jeito de fazer isso.
Finalmente, graças ao esforço e um pouco de habilidade, fui aceito em Arquitetura junto com a Ainhoa; já a Ani passou em Medicina, seguindo os passos da Isa, sua prima favorita. Todos estávamos mais que felizes, então a mamãe e a tia Dani quiseram comemorar com uma festinha pros três selecionados. Quando perguntei sobre os convidados, e se podia chamar algum amigo ou amiga, elas disseram que a organização tava nas mãos delas e que eu não me preocupasse.
Aproveitando um dia de semana feriado sem emendar, nos chamaram os três às cinco da tarde pro grande evento. Como nenhum de nós três precisava estar na casa da tia Dani, onde seria a festa, passei aquela tarde em casa com as meninas jogando no videogame que a mamãe me deu; verdade seja dita, sentia falta desses jogos.
Lá pelas quatro e meia, a Ani obrigou eu e a Ainhoa a entrar no carro da mãe dela, que tinha deixado à nossa disposição. Fomos bem relaxados, porque, como sempre, fui atrás, já que parece que a Ani sabe daquilo de manter os amigos perto e os inimigos (nesse caso, só oponentes) mais perto ainda, hehehe.
Mal entramos na casa da tia Dani, me deparei com um... Recebimento espetacular, estavam Mamãe, Tia Júlia, Isa, Flo (pra minha surpresa), Dona Montserrat e Paula, vestidas com umas sacanagens dignas de filme pornô, jogando confete, balões e beijos pra nos dar boas-vindas à festa, a verdade é que era alucinante. Assim que as portas da entrada se fecharam, olhei pras minhas acompanhantes e elas, junto com um sorriso, se jogaram pra abraçar e cumprimentar as outras, coisa que, depois da surpresa, imitei.
Primeiro abracei a mamãe, ela me encheu de beijos, pude sentir todos os peitos dela no meu peito e o calor da buceta dela na minha virilha, aí se juntou a tia Dani, que se esfregou gostoso no meu lado, tanto que mais do que abraçar, eu amassei a bunda dela. Quando as irmãzinhas finalmente me soltaram, a Isa me beijou e abraçou com a doçura dela de sempre, o conjunto dela caía tão esplendidamente bem que tava pronta pra uma propaganda de lingerie. Depois veio a Paula, que com qualquer coisa que vista já fica sensual e excitante, o que me deixou muito tesudo quando cheguei nos braços da Dona Montserrat.
Terminadas essas saudações bem excitantes, só faltava cumprimentar a Flo, que mantinha distância. Cheguei perto dela e abri os braços num gesto de pedir um abraço. Ela fez uma cara de tédio, como quem diz que não queria participar da celebração, mas eu abracei e apertei ela contra meu pau que já tava estourando dentro da calça, aí ela me disse:
— Hummm, ainda te esquento, seu putinho filho da puta.
Cláudio: — Sim, e você ainda tá com vontade de levar uma foda, hoje vou rasgar sua bunda na frente de todas, lamento que seu namoradinho não esteja aqui.
Flo: — Antes vai ter que dar pra todas essas vadias que querem te comer vivo, hahaha.
Assim que os cumprimentos terminaram, todas elas começaram a dar presentes e um ou outro agarramento, mas não tinha nada grosseiro ou obsceno. Depois olhei pros meus camaradas de prova e vi que, sem trocar uma palavra, as duas começaram a tirar toda a roupa e ficaram só de calcinha e sutiã. Eu, por minha vez, não tive outra opção a não ser... imitá-las. O engraçado do meu striptease foi que elas riram da minha ereção, então acabei tirando a cueca também, o que foi muito comemorado por todas. Obviamente, assim que terminei o show que fiz, todas me olharam com ansiedade pra ver o que eu faria em seguida, já que eu era o único armado com a ferramenta que todas ou quase todas desejavam.
A Ani, como sempre a mais impetuosa, pegou na minha rola e disse pra todas se sentarem que deviam me fazer uma “homenagem bonita”. No começo não entendi, mas depois que ela se sentou no único lugar vago, enfiou meu amiguinho goela abaixo como dando o exemplo pro resto. A seguinte, porque estava do lado, foi a Dona Montserrat, depois Paula, depois Ainhoa, depois Isa, a ela seguia a mamãe, a próxima era a Flo, mas ela fechou os lábios.
Naquele momento, todas que já tinham provado meu amiguinho falaram todo tipo de coisa pra ela, obrigando-a a seguir o exemplo pra não ser a única estraga-prazeres. Tanta era a pressão que a mãe dela (tia Dani) pegou na minha rola e colocou diante dos lábios dela, momento em que ela, meio mal-humorada, enfiou até o fundo e começou um boquete comemorado por todas. Pra finalizar, passei pra tia Dani, com quem já estava quase gozando. Umas cinco ou seis chupadas e ela sentiu que minha erupção estava pra vir, então tirou da boca e me colocou de novo diante da Flo, onde gozei na cara, no pescoço e nos peitos dela.
A festa continuou com muita algazarra e felicidade. Sendo uma orgia com um único cara, tentei deixar todas o mais satisfeitas possível. Comecei comendo a Ainhoa, já que era minha namorada oficial, depois a Dona Montserrat, porque vinha de longe e tinha poucas oportunidades de ficar comigo, um tempo depois a Mamãe, já que ela me trouxe ao mundo, e eu ficava exausto com ela, sempre muito excitante. Quando finalmente me recuperei, meti duro na tia Dani, porque estávamos na casa dela e ela era a anfitriã principal e adora ser comida, ficando exausto por um bom tempo em que só brincamos e Brincamos.
Passaram-se pouco mais de duas horas e eu fodi a Isa junto com a Ani, que me ajudaram com algumas atitudes lésbicas para se darem prazer mútuo e eu poder cumprir com elas. Finalmente sobraram a Paula e a Flo. Na primeira, eu arrebentei o cu dela enquanto ela estava em cima da mesinha de centro da sala, e a mãe segurava as mãos dela, me incentivando junto com as outras.
A noite chegou tarde e a Flo estava nervosa, porque já não tinha mais dúvida de que eu ia comer o cu dela, mesmo que fosse a última coisa que eu fizesse na vida. Sorrindo, peguei nas mãos dela e a coloquei num dos sofás da sala. Depois, ajeitei ela de quatro, como a puta que é, e passei a língua na bucetinha dela. Ela tremeu quando eu fiz isso, e também pude sentir o cheiro e a umidade dela. Mesmo sem dizer, ela estava morrendo de vontade de levar minha pica. O estranho ou peculiar é que ela dizia que estava namorando o Aitor e que eu não devia fazer nada com ela, mas ali estava ela de quatro, à minha mercê, o que fazia as outras rirem e dizerem que o único macho que ela precisava estava comendo a boceta dela.
Fiquei atrás dela e fui posicionando minha pica na entrada da bucetinha, metendo com força em meio aos comentários e ao olhar atento de todas. Só empurrei um pouco para deslizar completamente — ela estava inundada de fluidos vaginais! Assim, comecei um vai e vem suave, acompanhado pelos gemidos e suspiros de prazer da Flo.
Com a atenção de todas em como eu fodía a Flo, agarrei as cadeiras dela e me concentrei em coisas desagradáveis e pouco excitantes para não gozar rápido demais. Não sei quanto tempo passou, mas num instante em que minhas estocadas afrouxaram, a Flo falou de novo, mas dessa vez não foi para evitar que eu a fodesse:
"Po… po… põe no cu, seu arrombado…" — ela disse bem baixinho.
Tirei a pica tão devagar quanto tinha metido e, abrindo as nádegas dela, cuspi no cuzinho apertado dela. Por sua vez, a Ani se aproximou e enfiou um dedo, fazendo a afetada dar um pulo e gemer. Depois, passou a língua várias vezes no cu dela. enchendo ela de saliva, e então fui eu que enfiei o dedo do meio e comecei a dedilhar ela. Flo estava entregue à minha vontade. Ani, por conta dela, estava bem participativa e envolvida nessa atividade e convidou Ainhoa para chupar os peitos de Flo, coisa que minha namoradinha achou a maior maravilha e se agarrou a um deles com deleite apaixonado. Novamente Flo falou comigo:
— Não seja mau, enfia em mim e arrebenta minha bunda.
Cláudio: — Como se pede?, falei, me divertindo com a submissão dela.
Flo: — Arrebenta minha bunda, por favor, não seja mau.
Cláudio: — Aitor não arrebenta sua bunda?
Flo: — Ele não tem nojo… Vai, me come, me faz sua.
Fui tirando meu dedo devagar e cuspi no meu pau, apoiando a ponta da minha glande na entrada daquela bunda linda. Comecei a enfiar devagar enquanto a mãe dela deixava cair baba no meu pau, parecia que queria proteger o cu da filha. Continuei empurrando até bater minhas bolas na buceta dela e minha virilha nas bundinhas, estava totalmente enfiado nela.
— Ahhh... que gostoso… assim, vai, me come, falou quase num fio de voz.
Tia Dani: — Já, Claudinho, não faz ela sofrer, vai.
Cláudio: — Sim, titia, mas preciso de mais lubrificação., falei tirando meu amiguinho da bunda da filha dela.
Tia Dani: — Você é um degenerado, mas tudo bem….
Minha linda tia enfiou meu pau até o fundo e deixou toda a saliva que pôde nele, depois enfiava e tirava de novo da bunda de Flo, que só gemia. Minha querida tia repetiu o procedimento mais quatro vezes, foi algo realmente impensável, mas mais que erótico. A bunda de Flo já estava bem dilatada e aceitava de bom grado o frenético vai e vem que comecei a fazer nela, sempre indo até o fundo daquele cu precioso.
Flo abriu o máximo que pôde as pernas e abaixou um pouco a bunda para facilitar minhas estocadas, enquanto com as mãos se segurava firme nos braços do sofá. Ainhoa e depois Ani se dedicaram a amassar os peitos dela enquanto assistiam de primeira fila como meu pau entrava inteiro no cu da rival.
Eu estava exausto e com tesão, então apesar de tentar pensar em coisas desagradáveis ou chatas, minha luxúria estava solta e gozei pra caralho dentro da minha priminha, mas quando tirei meu pau murchando, tia Dani chupou ele de novo pra limpar. Terminada a foda, as outras espectadoras aplaudiram e me beijaram uma por uma, enquanto eu ainda segurava Flo pelos quadris e ela continuava apoiada no sofá. Quase meia-noite a festa acabou, acho que não aguentava mais e todo mundo foi dormir, a maioria pra casa, eu com Flo pra cama dela, já que todas as presentes, com alguma exceção, insistiram que a garota merecia uma boa trepada ao amanhecer, acho que a exceção foi Ainhoa e talvez a Isa que não falou nada. Meu amanhecer foi lá pelas dez junto com Flo, que tava com uma atitude diferente, agora era toda doçura e a gente transou por um bom tempo até que Ani entrou de repente e disse algo assustada que Aitor tinha chegado, o que tava na sala, e que vinha buscar a namorada dele pra sair. Pulei da cama e fui me esconder na casa da tia Dani, enquanto Flo se levantava e mandava o corno do namorado esperar, já que ela tinha dormido por causa da comemoração da Ani. Voltei pra casa lá pelo meio-dia, mamãe e Isa ainda estavam em casa de pijama, milagrosamente minha irmã não tava de plantão, já a Paula usava uma collant justa e ainda estava suada da corrida matinal, verdade seja dita, se eu não tivesse tão cansado teria caído em cima dela, mas já teria outra oportunidade. Preparei o almoço enquanto todas se levantavam ou tomavam banho, sim, dei uma surpresa gostosa! segundo elas. Tanto que mamãe disse “que a mulher que casasse comigo seria sortuda”. Durante nossa refeição, conversamos sobre o que faríamos a curto prazo, já que as férias começavam em uma semana e apesar de não ter muito dinheiro, mamãe sem nos contar tinha alugado uma cabana perto de um lago, a ideia dela era que iríamos quase em massa, com exceção dos militares e do namorado de Flo que ia pra Londres tem um curso de inglês. Ela também disse que eu podia convidar a Ainhoa, e na hora já imaginei uma orgia de verão e sorri só de pensar, especialmente depois de lembrar o que a gente viveu na comemoração. Repetir aquilo por duas semanas, eu ia chegar feito um bagaço nas aulas da faculdade.
Por último, já que faltava pelo menos uns dez dias pra gente viajar, minha mãe disse que eu tinha que cumprir o compromisso que assumi (meio na marra) com a dona Montserrat. Falei que a partir daquele momento mesmo eu ia cuidar disso, mas isso a gente vê no próximo capítulo…
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 26:
No domingo seguinte, a família toda se reuniu, incluindo os respectivos agregados, como Biocha, Ainhoa e Aitor, o namorado da Flo. A ideia das nossas mães era fazer um almoço que nos fortalecesse como família. No evento improvisado, até o Juan e o Francisco apareceram, vindo das unidades distantes deles, e a Isa, que finalmente não tinha plantão. A reunião foi super agradável e encantadora; a churrasqueira preparada pelos "militares" estava muito, mas muito boa.
Enfim, tudo fluía sem problemas, comemos e bebemos, perdoem a expressão, como se fosse a "última ceia dos condenados", até que eu, depois de muitos copos de refrigerante, precisei ir ao banheiro. O mais perto estava ocupado, acho que pela Ainhoa, que eu tinha perdido de vista depois que ela ficou conversando por ali com a Ani. O outro, o de visitas, estava ocupado por mais alguém, então fui no que achava ser o único disponível, o do quarto da tia Dani. Mas, ao pegar na maçaneta, uma voz feminina atrás de mim diz:
— Eu primeiro! Não aguento mais...
Cláudio: — Não, eu primei... — consegui dizer, quando, de surpresa, a Flo me empurra para o lado e se apressa para entrar.
Tentei impedir que ela entrasse na minha frente, mas ela colocou o corpo dela na minha frente, forçando a passagem. Pelo susto, ela levou vantagem, mas minha vontade de mijar era um motor das minhas ações, então segurei o pulso dela para impedir a entrada. Começou uma briga que, obviamente, eu ganharia pela minha força maior, ou assim pensei. Mas a Flo, não sei como!, no desespero dela, me agarrou no meio das pernas, apertando forte. Eu, pela reação natural de proteger meu amiguinho, soltei ela, e nesse momento ela entrou no banheiro tentando fechar a porta. Mas eu não estava disposto a me mijar todo, então, me recuperando do susto, consegui entrar antes que ela fechasse. Os dois lá dentro, ela disse:
— Tô quase me fazendo!... Preciso mijar!... Sai daqui!
Cláudio: — Eu também... sai você. Tu tava antes… Flo: Deixa eu ir primeiro, preciso… tô morrendo de vontade de mijar… Claudio: Eu também… Sem dizer mais nada, ela baixou a calça jeans e sentou, tirando a calcinha já sentada, então não consegui evitar que ela mijasse antes de mim, a safada tinha me vencido! Tava tão desesperado que, ao ouvir o som da descarga da Flo, fiquei apertado além do limite e, contra as boas maneiras e minha educação, tirei meu pau e mijei na pia, porque não aguentava mais. Flo: Seu nojento! Claudio: E você uma bruxa pervertida (não tenho imaginação nem costume pra insultos) Flo: hahaha, você é um bobalhão, hahaha, um bobalhão nojento, hahaha. Claudio: Mas como eu como melhor que seu Aitor, hahaha. Flo: Não me lembra disso, ontem você me violentou e é um delinquente nojento, e nunca vai chegar aos pés do meu namorado, que é um príncipe e não um vagabundo sujo e viado como você. Isso me enfureceu (tenho certeza que não a violei, ela se entregou!), e antes que a Flo terminasse de se limpar a bucetinha, coloquei meu pau grandão a meros três centímetros do rosto dela, ela, surpresa, segurou ele como se quisesse evitar que eu usasse a boca dela. Não me machucava nada, só o segurava na mão, deixei ela se limpar sem agredir ou forçar enquanto ainda segurava meu amiguinho. Com o calor morno da mão macia e lisa dela, meu pau começou a endurecer como pedra até atingir todo o esplendor. Quando ela terminou de se limpar com meu pau ainda na mão, tentou se levantar. Foi quando a empurrei contra os lábios vermelhos dela, que cheguei a roçar com a cabeça do pau. Flo tentou dizer algo, mas empurrei mais e meti a cabeça na boca dela, agora a boca dela estava cheia do meu pau (graças a Deus não me arranhou com os dentes), olhei nos olhos dela e sorri perversamente. Flo: Você é… um nojento… tentou dizer, enquanto eu segurava a cabeça dela e comia a boca dela devagar. Claudio: Você quem pediu, agora paga. Flo: Pega… de… Mágica… nojento… tentava. dizer.Claudio: Mas tu gosta da pica desse viado, chupa essa puta, eu sei que tu gosta.
Apesar das palavras dele e da situação meio forçada, Flo começou a cooperar com a língua e os lábios, então de repente, em vez de ele estar fodendo a boca dela, era ela que me dava um boquete de verdade. Eu, por minha vez, de segurar ela pela cabeça, passei a acariciar ela com doçura e carinho. De repente, eu tava no céu, as carícias dela no meu pau eram como eu lembrava dos bons tempos, não aguentei muito porque me deixei levar até sentir que ia gozar:
Claudio: Flo… vou gozar…
Flo: Guenof… nojento…
Claudio: É sério, vou gozar…!!
Ela não respondeu e continuou no serviço, então comecei a despejar jorros de porra na boca dela sem que ela tentasse evitar. Não sei quantos jatos de porra encheram a boca dela, mas pra mim pareceu uma das maiores gozadas da minha vida; diria que quase interminável. Ao sentir que minha pica murchava, ela limpou com a língua, depois de terminar o serviço, se levantou, subiu a calcinha e a jeans, me olhou com olhos de assassina, e fez uma careta me dizendo:
Você não é nem metade do homem que o Aitor, viado de merda.
Claudio: Mas tu gosta da pica desse viado e engoliu toda minha porra, sua puta.
Depois saiu do banheiro ainda furiosa e sem ter enxaguado a boca. Um minuto depois, saí eu, mas assim que cheguei na mesa, Ainhoa me perguntou por que eu tinha saído do mesmo quarto que a Flo (o da tia Dani), e eu respondi:
Tava procurando um banheiro vazio e quando bati na porta desse, me disseram “já vou sair”.
Ainhoa: E você tinha que bater justo no banheiro que essa puta da Flo tava?
Os outros dois dessa casa estavam ocupados, um acho que pela mãe e o outro por você.
Ela insistia pelo fato de ser aquele banheiro justo o que eu precisava, e que eu não podia esperar pra usar outro. Mesmo eu insistindo que achei mais rápido esperar ali a Flo fazer o que tinha que fazer do que me mijar, já que o outro banheiro mais perto tava ocupado e eu tava muito apertado. Apesar do que eu disse, Ainhoa insistiu por que eu não tinha usado o outro banheiro, então finalmente falei:
Claudio: Bom, já que os outros estavam ocupados, em vez de mijar, resolvi entrar no da tia Dani pra foder a Flo enquanto esperava.
Ainhoa: Você é um cretino e, depois de me olhar com raiva, virou-se pra falar com a Ani.
Minha resposta irada foi só um mecanismo de proteção, porque não curto cenas de ciúmes, mesmo ela tendo acertado que eu tinha feito algo com a Flo. De qualquer forma, a essa altura do nosso relacionamento, a Ainhoa sabia perfeitamente que eu como quem eu como, e que sempre conto pra ela (essa era a primeira vez que não contava, mesmo sabendo da minha "treta" anterior com a Flo).
Um minuto depois, todo mundo via a Flo se beijando com o Aitor na sala, mostrando um afeto que eu sabia que era falso, enquanto as outras minhas riam da ousadia dela e falavam besteiras. Claro que ninguém mais sabia que o Aitor tava saboreando minha gozada na boca da namorada infiel dele.
Já no fim da tarde, os militares voltaram pros seus afazeres e a gente pras nossas casas, então o Juan pediu de novo pra Ani deixar a Biocha na casa dela, mesmo a mãe tendo oferecido também, mas a Ani evitou a responsabilidade dizendo que ia levar a Ainhoa, e no fim ficou de eu ir com a mãe deixar ela depois de largar os militares no terminal de ônibus.
Tive que ir no mesmo carro que os militares, a Isa, a Mamãe Julia, a Biocha, a Paula (que foi com a gente dizendo que a deixaríamos em casa depois) e, claro, eu. O carro parecia transporte de carga, porque na frente ia o Juan (o mais alto) dirigindo, com o Francisco do lado (outro gigante), atrás de um lado a mãe com a Isa no colo e depois no meio a Biocha, enquanto eu segurava a Paula no colo do outro lado. A verdade é que ter aquele bundão gostoso em cima de mim me esquentou como se eu caísse numa caldeira acesa. O trajeto até o terminal leva uns 20 minutos, tempo em que acariciei aquela bênção. Com muito disfarce, rocei as tetas magníficas da Paula sem que Francisco ou João percebessem, mas tinha alguém muito interessado no que rolava, não era minha mãe, nem a Isa… Era a Biocha mesmo! Ela devia ter sentido meus movimentos e, como quem não quer nada, pegou minha mão e colocou do lado de uma das pernas dela, na surdina.
Isso me fez ferver e, quase sem disfarce, eu acariciava a bunda da Paula e meti minha mão entre as pernas da Biocha até chegar na buceta dela. Claro que as duas estavam vestidas, mas não são de ferro, ambas se assustaram, mas disfarçaram o melhor que puderam, ajudadas pelos buracos da rua. Eu tava frenético! Sem reservas ou medo, também fui por baixo da saia da Paula (ó sorte!), em direção ao cobiçado buraquinho da buceta, mas por cima da calcinha dela. A Isa, sentada no colo da minha mãe, olhava pra dentro e sacou na hora, me fulminando com aquele olhar doce dela, que às vezes pode ser igual ao anjo da morte, mas não falou nada. A Biocha segurou minha mão, mas já não adiantava, porque eu já tava na buceta dela, enquanto a outra mão tava na da Paula, que se ajeitou abrindo um pouco as pernas. Tenho que dizer que amassei tudo no caminho, tanto que começou a sair cheiro de buceta; um aroma que minha mãe começou a comentar: "que tinha um cheiro estranho no carro", mas ninguém pareceu se incomodar com isso.
Deixamos eles no terminal com as despedidas de sempre, depois subimos no carro, com minha mãe e a Isa na frente e o resto atrás. Eu fiquei no meio, aproveitando pra acariciar as pernas da Paula e da Biocha, que seguravam minhas mãos com força pra eu não voltar a meter o dedo nas bocetas delas. Nesse trajeto até a casa da Biocha, ninguém falou muito, além da minha mãe que se lamentava por não ver o filhão dela, coisa que a Biocha respondia com frases curtas ou monossílabos enquanto lutava com minhas investidas. Mas bastou ela sair do carro e se despedir pra minha mãe dizer:
— Paula, você não pode... Ser tão puta que a gente tenha que sentir seu cheiro de buceta…
Isa: Não briga com ela, mãe, foi o cheiro da Biocha, já que seu filhinho começou a bater punheta pra ela…
Mamãe Júlia: É verdade?...
Cláudio: Sim, mãe, respondi todo cagado de medo.
Mamãe Júlia: Ela é a namorada do seu irmão, por mais que você já tenha comido ela antes, não pode fazer de novo… isso não se faz.
Isa: A culpa não é do bocó, ela começou o joguinho, porque eu vi quando ela pegou a mão dele e colocou na perna dela.
Mamãe Júlia: Mesmo assim, uma coisa é um jogo, outra é meter a mão na buceta, então já sabe, não pode fazer isso, porra.
Cláudio: Sim, mãe.
Mamãe Júlia: Desculpa, Paula, por te chamar de puta… mas eu pensei…
Paula: Não se preocupa, dona Júlia, não tem problema.
Mamãe Júlia: Obrigada. Como compensação, hoje você pode levar ele pra cama só pra você, hehehe.
Paula: Obrigada, dona Júlia. Se ele quiser, aceito a oferta, disse ela já toda excitada.
Entramos em casa, mãe e Isa foram pra cama, e Paula ficou na cozinha preparando o lanche dela pro dia seguinte, porque ia trabalhar no negócio da tia Dani. Eu, por minha vez, aproveitei a autorização da mãe pra foder com a Paula e fui pra cozinha, fiquei por trás e segurei ela pela cintura. Paula, ao sentir meu pau duro e ereto encostado entre as bundas dela por cima da saia, suspirou e disse:
— Não vai esperar a gente chegar na cama?
Cláudio: Não aguento, tô muito tarado.
Comecei a me mexer devagar, ainda sem me aventurar por baixo da saia dela. Ela se apoiou na bancada e parou o que quer que estivesse fazendo, empurrando a bunda pra trás. Eu, por minha vez, comecei a me mover pra frente e pra trás, lentamente, sobre o corpo excitante da… amante do Papai?! Agora penso que, na real, ela já era mais uma das minhas amantes.
Paula continuava apoiada, de olhos fechados, mordendo o lábio, enquanto eu mordiscava o pescoço dela, depois amassava os peitos dela. Quase dava pra dizer que eu tava fodendo ela com a roupa no corpo. Minha excitação fez eu aumentar as investidas contra aquela bunda dura e gostosa. Meu pau batia contra a saia e a calcinhas que cobriam tanto a bucetinha dela quanto as bandas daquele rabo fenomenal. Eu tava nas nuvens e só queria ela pra mim, então puxei a calcinha dela de uma vez e enfiei, ela gemeu de prazer e senti como a buceta molhada dela acolheu meu pau por completo; enquanto eu a penetrava com prazer apaixonado, do jeito que dava, tirei os peitos dela da roupa apertada, sem dúvida era uma mulher feita pra pecar, agora entendia o pai e a "bucetice" dele por ela.
De repente, não sei por quê, senti que tava sendo observado, inevitavelmente olhei pra entrada e vi que a Isa não perdia um detalhe de tudo, enquanto nos olhava disfarçadamente, ela apertava a bucetinha dela que já tava molhada desde que me viu no carro. Mesmo assim, não interferiu em nada, só via eu foder a Paula. Continuei cruzando o olhar com o dela, sem parar de foder a Paula, então depois de uma metida e tirada apaixonada, gozei como um burro dentro da voluptuosa Paula. Foi incrível e quase desabei em cima dela enquanto gozava, o que a levou a um orgasmo um pouco depois. Quando me recuperei e olhei de novo pra Isa, ela já não estava mais.
Seguimos com Paula no quarto dela, ela aproveitou com doçura apaixonada a oportunidade de que a mãe não tava fazendo de "dominatrix", e fodemos até que, cansados de fazer, ela disse que a gente precisava dormir porque acordava cedo. A verdade é que ela fez o que quis comigo e, pra minha sorte, tudo foi maravilhoso.
Na semana seguinte, não comi nem fiz nada com ninguém, porque a gente tava na reta final das provas e, sinceramente, entre a ansiedade, os estudos, e também o quanto "minhas garotas" estavam evasivas, todas ocupadas com seus próprios assuntos, incluindo a mãe, que por uns pedidos importantes com muita urgência, trabalhava até tarde e se contentava com a comida de buceta da secretária dela. Então não tive ninguém com disposição pra abrigar meu amiguinho e também não me esforcei muito nisso.
No fim de semana seguinte, ninguém planejou nada. pois a gente tinha que fazer as provas de seleção, só a Isa me fez prometer que eu ia acompanhar ela num evento muito importante naquela sexta, então expliquei pra Ainhoa que não ia poder ver ela e ela, com cara feia e pouco receptiva, falou pra eu fazer o que quisesse, contanto que não fodesse nenhuma das putas das minhas primas (incluindo a Ani, a atual melhor amiga dela).
Na sexta, o Juan chegou e, minutos depois, a Biocha apareceu em casa. Como dessa vez o carro da mamãe ficou pra Isa, eu ia dormir em casa com a mamãe, porque assim sairia pra acompanhar a Isa sem incomodar ninguém, enquanto a Paula ia ficar na casa da tia Dani, indo direto do trabalho com ela sem passar em casa, desse jeito mantendo o segredo de que a Paula morava com a gente e era um dos brinquedos sexuais da mamãe (o outro sou eu).
Eu tava na sala esperando a Isa quando a Biocha e o Juan entraram. Ele foi pro quarto dele largar as malas, trocar de roupa e tomar um banho rápido pra sair com a namorada, então ficamos só nós dois. No começo, tentei ser legal com ela e puxar conversa, quando ela disse:
— Não ousa falar comigo, seu degenerado…
Cláudio: — Perdão! Por que você tá me chamando disso?
Biocha: — Você passou a mão em mim no carro, ou não lembra?
Cláudio: — Qual é, você começou…
Biocha: — Era “uma brincadeira”…
Cláudio: — A minha também era “uma brincadeira”
Biocha: — Você não passa de um babaca degenerado, sabe que sou a garota do seu irmão!
Sem falar nada, levantei do meu lugar e fui até ela, que tava de pé, e, sem mais nem menos, peguei o rosto dela e beijei fundo. Ela se assustou, mas não fez nada, não sei se queria me responder ou falar alguma coisa, mas abriu a boca o suficiente pra que meu beijo fosse com língua, explorando o interior da boca dela. A Biocha, ainda paralisada, não continuou com a “brincadeira”, mas também não me rejeitou. Na sequência, peguei na bunda dela e apertei contra meu pau, não tenho dúvida de que ela sentiu meu amiguinho duro e rijo, minhas mãos percorrendo cada centímetro dela. voluptuosa humanidade, até meti a mão na bucetinha dela por baixo da saia, até sentir os passos de alguém e soltei ela, ela estava vermelha que nem tomate e com olhos irados, mas não fez nada.
Juan: Tô pronto, Biocha… tchau, irmãozinho, se diverte pra caralho com sua irmã, falou num tom sarcástico.
Cláudio: Tchau, galera, divirtam-se, falei sem entrar na brincadeira dele.
Em minutos, a Isa chegou, tava linda demais, parecia uma modelo de revista de moda, elogiei ela o máximo que pude e me deu na telha falar. Mamãe deu todo tipo de instrução e medidas de cuidado que a gente devia ter e deixou a gente na porta.
Na tal festa, eu ia quase como uma mala, verdade é que não sabia pra onde a gente tava indo, mas a Isa pegou um rumo meio estranho, porque a gente tava indo pra uma área de hotéis pra casais que querem ficar sozinhos, então, curioso, perguntei onde era a festa e ela respondeu:
— Num desses hotéis, aluguei um quarto pra nós dois.
— Mas a gente podia transar em casa depois da festa.
Isa: — De jeito nenhum, em casa tem a mamãe e a mania dela de mandar em tudo, especialmente no sexo, além da puta da Paula com aquele rabo e peitão enorme que ela tem, não… definitivamente não.
Cláudio: — Cê não gosta da Paula?
Isa: — Gosto, ela é uma boa garota, mas cê entende que eu não consigo competir com a voluptuosidade dela ou da mamãe… e por uma noite bendita, quero você só pra mim.
Cláudio: — Mas você é a mulher mais linda que conheço, não tem ninguém mais gostosa que você no país e acho que no mundo.
Isa: — Mas não tenho peitão grande e meu rabo é pequeno.
Cláudio: — Você tem uns peitos lindos e uma bunda empinada deliciosa, vamos, todo mundo te inveja.
Isa: — Mas você gosta de rabudas e peitudas…
Cláudio: — Vamos, isso não é verdade…
Isa: — É só ver com quem você fode e vou te falar que é a mais pura verdade, então, conhecendo minhas fraquezas, te isolo do problema e você fode só comigo.
Cláudio: — Com todo prazer.
Entramos no lugar, a Isabel se registrou com a reserva sem problemas, eu por minha parte… Peguei na mão dela e levei ela apressado pro quarto, que era uma réplica de um castelo senhorial, dando um estilo e clima muito especial.
Me aproximei dela e fiquei por trás. Isa deixou eu fazer. Abaixei minha calça e enfiei a pica na bunda dela, batendo uma punheta suave naquele rabo empinado coberto pelo vestido vermelho bem justinho, de vez em quando passava ela pelo cu inteiro e parava na bunda dela.
Isa tava surpresa com a minha iniciativa… ficava mais tesuda a cada segundo, quase não acreditava, se sentia a maior puta, porque só de eu ter levado ela pra um hotel já era algo que ela nunca imaginou fazer com um homem, fosse namorado ou amante. Aí peguei a calcinha dela e deslizei minhas mãos por dentro, acariciando ela de cima a baixo, na real, por todas as bundinhas durinhas dela, depois abri espaço pra minha pica e passei ela por toda a racha da bunda linda da minha Isa, tocando sem parar o cu dela com a minha cabecinha…
Eu ficava mais excitado só de pensar que ninguém mais no mundo fazia isso com ela… que ela era só minha, e que me queria só pra ela, coisa que, do jeito que eu sou, era impossível, mas naquele momento éramos só nós dois. Meus pensamentos voavam enquanto eu passava a pica na bunda dela e ela se deixava acariciar toda.
Enquanto minha mente viajava e se entregava à luxúria, eu acariciava ela sem parar e beijava aquele pescoço de cisne que ela tem. Peguei de novo os peitos lindos dela, que, mesmo não sendo grandes como eu gosto, são durinhos, empinados, desafiando a gravidade, com uns bicos rosados lindos que convidam a se deliciar com eles, e com minha voz mais sensual falei:
São incríveis, até uma modelo de lingerie ia querer ter uns assim.
Isa: Mmmm, você fala isso porque não tem as outras peitudas, mas continua.
Continuei esfregando minha pica dura na bunda empinada da Isa… mas minha excitação foi maior e empurrei pra frente, enfiando bem fundo; sentindo como a bucetinha dela se abria deixando passar, como as paredes da vagina dela facilitavam tudo. sua umidade acolhedora, sentindo cada centímetro do percurso enquanto ela toda entrava em contato com meu pau já inchado, até fazer pressão com minha virilha na bunda dela…
Isa se inclinou, apoiando as mãos na parede, levantando bem a bunda pra facilitar a penetração na bucetinha dela, enquanto me dizia que eu era só dela. Pela inexperiência dela, o que me deu uma certa graça, vi ela tentando tirar o vestido e se livrar do sutiã que apertava os peitos dela meio de fora.
Isa, ao se sentir penetrada fundo por mim, quase desmaiou e eu podia sentir que a bucetinha dela era um rio de fluidos que já se misturavam com meu líquido pré-seminal, que anunciavam que logo eu ia encher ela de porra, não queria evitar minha gozada, queria sentir como toda minha paixão inundava ela.
Agora aumentei o ritmo e enfiei meu pau inteiro no fundo da bucetinha dela, estava muito molhada e macia, as paredes apertavam um pouco, mas tudo fluía como a máquina mais lubrificada do mundo, tanto eu quanto ela estávamos prestes a gozar.
Num instante, Isa, quase sem controle dos sentimentos e emoções, gritou meu nome pros quatro ventos, e depois desmaiou por um momento, me obrigando a segurar ela pra evitar que caísse no chão. Eu tava tão perto de gozar que, com ela segura pelos meus braços, meti com toda força até me derramar dentro dela, foi sublime mas exaustivo, tanto que nem sei como peguei ela no colo e levei pra cama pra se recuperar.
Com Isa já recuperada, minha alma voltou ao corpo, porque cheguei a me assustar; por um momento pensei no que faria se ela morresse naquela cama. O susto, que felizmente durou só uns instantes, me fez perceber que minha Isa era uma das mulheres mais importantes da minha vida e que nunca ia abandonar ela. Ainda sem perceber o que tinha acontecido e ignorante dos meus pensamentos, ela se levantou um pouco na cama pra me beijar com muita paixão, tava muito excitada e queria mais. Enquanto eu respondia suas carícias, ela pegava na minha pica, e com a outra mão acariciava meu rosto, então quase sem perceber eu voltava a tocar nos peitos dela, livres das roupas.
As duas horas seguintes a gente fez amor de mil e uma formas diferentes, até que, exaustos e felizes, voltamos pra casa. Isa estava encantada e eu maravilhado por tê-la, sem dúvida era a garota mais gostosa de todas e era minha.
As provas vieram e passaram tão rápido quanto "suspiro de puta" ou pelo menos foi o que pareceu. Quanto à minha vida e relação com as garotas e a família, tudo "seguia normal", com a diferença de que Juan era oficialmente o namorado da Biocha, que eu via de vez em quando, seja na casa da mãe ou quando saíamos todos em grupo; por outro lado, Aitor continuava com a Flo. Já da Montse, que eu não via desde que dividiu a cama com a mãe dela, só tinha notícias meio estranhas pra mim, porque segundo a Biocha, ela se declarou lésbica e agora tava saindo com uma mina que era uma belezinha, pelo que todo mundo que conhecia ela dizia.
Do mesmo jeito, mamãe continuava com sua mania de dominante, segundo as próprias palavras dela, e me usava como dildo humano pra foder ela mesma ou quem ela quisesse que eu comesse. Normalmente a escolhida era a Paula, que eu tinha que arrebentar o cu dela direto (acho que mais por vingança), outras vezes era a Ainhoa, que eu tinha que sujar os peitos dela com meu leite, e umas poucas vezes a Ani, que adorava como eu enchia a buceta dela de porra, mas misteriosamente nunca escolhia a Isa ou a tia Dani.
Mas uma vez ela me surpreendeu quando estava tomando chá em casa com dona Montserrat como convidada (surpresa muito agradável, por sinal), não sei como, mas lá estava mamãe com a bela morena madura, conversando sobre mim quando entrei e ela diz:
— Olha meu filho, quem queria te ver.
Cláudio: — Oi, dona Montserrat, oi mãe, que surpresa.
Dona Montserrat: — Oi, Claudinho, como você tá?
Cláudio: — Muito bem, dona Montserrat, e a senhora e a Montse?
Dona Montserrat: — Eu tô bem, mas vim te pedir um favor… Mamãe Júlia: Sim, Montserrat tava me falando do problema dela com a filha.
Cláudio: A Montse tá doente?... se eu puder ajudar…
Dona Montserrat: Não, ela tá bem, só que agora ela tá saindo com uma garota e não sei o que fazer.
Cláudio: É que nisso não tem muito o que fazer, se elas se amam, difícilmente dá pra fazer algo.
Mamãe Júlia: Mas você foi o primeiro homem dela e ela repetiu com você, será que…?
Dona Montserrat: É, talvez você possa fazer ela se sentir mulher…
A conversa continuou no mesmo assunto até que o cansaço me fez prometer que faria o que pudesse pra “ajudar ela”, mesmo eu achando que se alguém te atrai, ou deixa de te atrair, ou não tem nada que se faça nesse mundo.
Dona Montserrat: Obrigada, Claudinho… não sei como te pagar.
Mamãe Júlia: É, obrigada, coração, você é um menino muito bom.
Cláudio: Vamos, não precisa me pagar… mas pensando bem… tem um jeito sim.
Dona Montserrat: Pode falar…
Cláudio: Não sei se vocês vão querer, mas eu gostaria de relaxar.
Mamãe Júlia: Como a gente pode te ajudar a relaxar?
Cláudio: Hmm, talvez se eu… fiz um gesto apontando pro meu amigão que já tava aparecendo.
Dona Montserrat: É o que eu tô pensando…
Cláudio: Acho que sim.
Mamãe Júlia: As duas?
Cláudio: É, isso incomoda vocês?
Dona Montserrat: Me dá um pouco de vergonha, por causa da sua mãe… disse olhando pra ela.
Mamãe Júlia: Ah, não se preocupa, contanto que a gente ajude uma amiga, hahaha.
Sentei no sofá e elas se ajoelharam na minha frente, cada uma de um lado, e antes de dizer qualquer coisa, se jogaram como duas lobas em cima de um cordeiro. Mamãe, com a iniciativa dela, puxou meu pau que tava ganhando não só em tamanho, mas em dureza, só com a minha excitação mental. Dona Montserrat me deu um beijo na ponta do pau e depois lambeu o tronco inteiro, sob o olhar atento da mamãe. Aí ela também exigiu a parte dela. Depois de um tempo, as duas dividiam minha masculinidade com as línguas, lábios e boca. A verdade é que já eram duas profissionais no assunto.
Enquanto elas engoliam meu amigão, eu me deliciava com os peitos delas. A Isa tinha razão, me Gostava de peitos grandes e elas tinham os que enchiam todo o meu gosto, não sei quanto tempo passou, mas gozei que nem um burro e elas comeram tudo, até terminaram com um beijo quente pra trocar minha porra, foi algo incrível.
Terminada a faina que selou o compromisso, elas ficaram na sala e eu fui pro meu quarto me trocar e ir com meus amigos jogar bola num parque perto de casa, então não vi quando dona Montserrat foi embora.
Os resultados das provas saíram uns dias depois, e eu passei por aquilo com muita ansiedade e nervosismo; nesses dias não procurei ninguém, e a mamãe, com muita compreensão, não me obrigou a arrebentar a buceta da Paula. Só saí com a Ainhoa e a Ani umas duas vezes, onde as fodi pra relaxar elas, porque segundo elas era o melhor jeito de fazer isso.
Finalmente, graças ao esforço e um pouco de habilidade, fui aceito em Arquitetura junto com a Ainhoa; já a Ani passou em Medicina, seguindo os passos da Isa, sua prima favorita. Todos estávamos mais que felizes, então a mamãe e a tia Dani quiseram comemorar com uma festinha pros três selecionados. Quando perguntei sobre os convidados, e se podia chamar algum amigo ou amiga, elas disseram que a organização tava nas mãos delas e que eu não me preocupasse.
Aproveitando um dia de semana feriado sem emendar, nos chamaram os três às cinco da tarde pro grande evento. Como nenhum de nós três precisava estar na casa da tia Dani, onde seria a festa, passei aquela tarde em casa com as meninas jogando no videogame que a mamãe me deu; verdade seja dita, sentia falta desses jogos.
Lá pelas quatro e meia, a Ani obrigou eu e a Ainhoa a entrar no carro da mãe dela, que tinha deixado à nossa disposição. Fomos bem relaxados, porque, como sempre, fui atrás, já que parece que a Ani sabe daquilo de manter os amigos perto e os inimigos (nesse caso, só oponentes) mais perto ainda, hehehe.
Mal entramos na casa da tia Dani, me deparei com um... Recebimento espetacular, estavam Mamãe, Tia Júlia, Isa, Flo (pra minha surpresa), Dona Montserrat e Paula, vestidas com umas sacanagens dignas de filme pornô, jogando confete, balões e beijos pra nos dar boas-vindas à festa, a verdade é que era alucinante. Assim que as portas da entrada se fecharam, olhei pras minhas acompanhantes e elas, junto com um sorriso, se jogaram pra abraçar e cumprimentar as outras, coisa que, depois da surpresa, imitei.
Primeiro abracei a mamãe, ela me encheu de beijos, pude sentir todos os peitos dela no meu peito e o calor da buceta dela na minha virilha, aí se juntou a tia Dani, que se esfregou gostoso no meu lado, tanto que mais do que abraçar, eu amassei a bunda dela. Quando as irmãzinhas finalmente me soltaram, a Isa me beijou e abraçou com a doçura dela de sempre, o conjunto dela caía tão esplendidamente bem que tava pronta pra uma propaganda de lingerie. Depois veio a Paula, que com qualquer coisa que vista já fica sensual e excitante, o que me deixou muito tesudo quando cheguei nos braços da Dona Montserrat.
Terminadas essas saudações bem excitantes, só faltava cumprimentar a Flo, que mantinha distância. Cheguei perto dela e abri os braços num gesto de pedir um abraço. Ela fez uma cara de tédio, como quem diz que não queria participar da celebração, mas eu abracei e apertei ela contra meu pau que já tava estourando dentro da calça, aí ela me disse:
— Hummm, ainda te esquento, seu putinho filho da puta.
Cláudio: — Sim, e você ainda tá com vontade de levar uma foda, hoje vou rasgar sua bunda na frente de todas, lamento que seu namoradinho não esteja aqui.
Flo: — Antes vai ter que dar pra todas essas vadias que querem te comer vivo, hahaha.
Assim que os cumprimentos terminaram, todas elas começaram a dar presentes e um ou outro agarramento, mas não tinha nada grosseiro ou obsceno. Depois olhei pros meus camaradas de prova e vi que, sem trocar uma palavra, as duas começaram a tirar toda a roupa e ficaram só de calcinha e sutiã. Eu, por minha vez, não tive outra opção a não ser... imitá-las. O engraçado do meu striptease foi que elas riram da minha ereção, então acabei tirando a cueca também, o que foi muito comemorado por todas. Obviamente, assim que terminei o show que fiz, todas me olharam com ansiedade pra ver o que eu faria em seguida, já que eu era o único armado com a ferramenta que todas ou quase todas desejavam.
A Ani, como sempre a mais impetuosa, pegou na minha rola e disse pra todas se sentarem que deviam me fazer uma “homenagem bonita”. No começo não entendi, mas depois que ela se sentou no único lugar vago, enfiou meu amiguinho goela abaixo como dando o exemplo pro resto. A seguinte, porque estava do lado, foi a Dona Montserrat, depois Paula, depois Ainhoa, depois Isa, a ela seguia a mamãe, a próxima era a Flo, mas ela fechou os lábios.
Naquele momento, todas que já tinham provado meu amiguinho falaram todo tipo de coisa pra ela, obrigando-a a seguir o exemplo pra não ser a única estraga-prazeres. Tanta era a pressão que a mãe dela (tia Dani) pegou na minha rola e colocou diante dos lábios dela, momento em que ela, meio mal-humorada, enfiou até o fundo e começou um boquete comemorado por todas. Pra finalizar, passei pra tia Dani, com quem já estava quase gozando. Umas cinco ou seis chupadas e ela sentiu que minha erupção estava pra vir, então tirou da boca e me colocou de novo diante da Flo, onde gozei na cara, no pescoço e nos peitos dela.
A festa continuou com muita algazarra e felicidade. Sendo uma orgia com um único cara, tentei deixar todas o mais satisfeitas possível. Comecei comendo a Ainhoa, já que era minha namorada oficial, depois a Dona Montserrat, porque vinha de longe e tinha poucas oportunidades de ficar comigo, um tempo depois a Mamãe, já que ela me trouxe ao mundo, e eu ficava exausto com ela, sempre muito excitante. Quando finalmente me recuperei, meti duro na tia Dani, porque estávamos na casa dela e ela era a anfitriã principal e adora ser comida, ficando exausto por um bom tempo em que só brincamos e Brincamos.
Passaram-se pouco mais de duas horas e eu fodi a Isa junto com a Ani, que me ajudaram com algumas atitudes lésbicas para se darem prazer mútuo e eu poder cumprir com elas. Finalmente sobraram a Paula e a Flo. Na primeira, eu arrebentei o cu dela enquanto ela estava em cima da mesinha de centro da sala, e a mãe segurava as mãos dela, me incentivando junto com as outras.
A noite chegou tarde e a Flo estava nervosa, porque já não tinha mais dúvida de que eu ia comer o cu dela, mesmo que fosse a última coisa que eu fizesse na vida. Sorrindo, peguei nas mãos dela e a coloquei num dos sofás da sala. Depois, ajeitei ela de quatro, como a puta que é, e passei a língua na bucetinha dela. Ela tremeu quando eu fiz isso, e também pude sentir o cheiro e a umidade dela. Mesmo sem dizer, ela estava morrendo de vontade de levar minha pica. O estranho ou peculiar é que ela dizia que estava namorando o Aitor e que eu não devia fazer nada com ela, mas ali estava ela de quatro, à minha mercê, o que fazia as outras rirem e dizerem que o único macho que ela precisava estava comendo a boceta dela.
Fiquei atrás dela e fui posicionando minha pica na entrada da bucetinha, metendo com força em meio aos comentários e ao olhar atento de todas. Só empurrei um pouco para deslizar completamente — ela estava inundada de fluidos vaginais! Assim, comecei um vai e vem suave, acompanhado pelos gemidos e suspiros de prazer da Flo.
Com a atenção de todas em como eu fodía a Flo, agarrei as cadeiras dela e me concentrei em coisas desagradáveis e pouco excitantes para não gozar rápido demais. Não sei quanto tempo passou, mas num instante em que minhas estocadas afrouxaram, a Flo falou de novo, mas dessa vez não foi para evitar que eu a fodesse:
"Po… po… põe no cu, seu arrombado…" — ela disse bem baixinho.
Tirei a pica tão devagar quanto tinha metido e, abrindo as nádegas dela, cuspi no cuzinho apertado dela. Por sua vez, a Ani se aproximou e enfiou um dedo, fazendo a afetada dar um pulo e gemer. Depois, passou a língua várias vezes no cu dela. enchendo ela de saliva, e então fui eu que enfiei o dedo do meio e comecei a dedilhar ela. Flo estava entregue à minha vontade. Ani, por conta dela, estava bem participativa e envolvida nessa atividade e convidou Ainhoa para chupar os peitos de Flo, coisa que minha namoradinha achou a maior maravilha e se agarrou a um deles com deleite apaixonado. Novamente Flo falou comigo:
— Não seja mau, enfia em mim e arrebenta minha bunda.
Cláudio: — Como se pede?, falei, me divertindo com a submissão dela.
Flo: — Arrebenta minha bunda, por favor, não seja mau.
Cláudio: — Aitor não arrebenta sua bunda?
Flo: — Ele não tem nojo… Vai, me come, me faz sua.
Fui tirando meu dedo devagar e cuspi no meu pau, apoiando a ponta da minha glande na entrada daquela bunda linda. Comecei a enfiar devagar enquanto a mãe dela deixava cair baba no meu pau, parecia que queria proteger o cu da filha. Continuei empurrando até bater minhas bolas na buceta dela e minha virilha nas bundinhas, estava totalmente enfiado nela.
— Ahhh... que gostoso… assim, vai, me come, falou quase num fio de voz.
Tia Dani: — Já, Claudinho, não faz ela sofrer, vai.
Cláudio: — Sim, titia, mas preciso de mais lubrificação., falei tirando meu amiguinho da bunda da filha dela.
Tia Dani: — Você é um degenerado, mas tudo bem….
Minha linda tia enfiou meu pau até o fundo e deixou toda a saliva que pôde nele, depois enfiava e tirava de novo da bunda de Flo, que só gemia. Minha querida tia repetiu o procedimento mais quatro vezes, foi algo realmente impensável, mas mais que erótico. A bunda de Flo já estava bem dilatada e aceitava de bom grado o frenético vai e vem que comecei a fazer nela, sempre indo até o fundo daquele cu precioso.
Flo abriu o máximo que pôde as pernas e abaixou um pouco a bunda para facilitar minhas estocadas, enquanto com as mãos se segurava firme nos braços do sofá. Ainhoa e depois Ani se dedicaram a amassar os peitos dela enquanto assistiam de primeira fila como meu pau entrava inteiro no cu da rival.
Eu estava exausto e com tesão, então apesar de tentar pensar em coisas desagradáveis ou chatas, minha luxúria estava solta e gozei pra caralho dentro da minha priminha, mas quando tirei meu pau murchando, tia Dani chupou ele de novo pra limpar. Terminada a foda, as outras espectadoras aplaudiram e me beijaram uma por uma, enquanto eu ainda segurava Flo pelos quadris e ela continuava apoiada no sofá. Quase meia-noite a festa acabou, acho que não aguentava mais e todo mundo foi dormir, a maioria pra casa, eu com Flo pra cama dela, já que todas as presentes, com alguma exceção, insistiram que a garota merecia uma boa trepada ao amanhecer, acho que a exceção foi Ainhoa e talvez a Isa que não falou nada. Meu amanhecer foi lá pelas dez junto com Flo, que tava com uma atitude diferente, agora era toda doçura e a gente transou por um bom tempo até que Ani entrou de repente e disse algo assustada que Aitor tinha chegado, o que tava na sala, e que vinha buscar a namorada dele pra sair. Pulei da cama e fui me esconder na casa da tia Dani, enquanto Flo se levantava e mandava o corno do namorado esperar, já que ela tinha dormido por causa da comemoração da Ani. Voltei pra casa lá pelo meio-dia, mamãe e Isa ainda estavam em casa de pijama, milagrosamente minha irmã não tava de plantão, já a Paula usava uma collant justa e ainda estava suada da corrida matinal, verdade seja dita, se eu não tivesse tão cansado teria caído em cima dela, mas já teria outra oportunidade. Preparei o almoço enquanto todas se levantavam ou tomavam banho, sim, dei uma surpresa gostosa! segundo elas. Tanto que mamãe disse “que a mulher que casasse comigo seria sortuda”. Durante nossa refeição, conversamos sobre o que faríamos a curto prazo, já que as férias começavam em uma semana e apesar de não ter muito dinheiro, mamãe sem nos contar tinha alugado uma cabana perto de um lago, a ideia dela era que iríamos quase em massa, com exceção dos militares e do namorado de Flo que ia pra Londres tem um curso de inglês. Ela também disse que eu podia convidar a Ainhoa, e na hora já imaginei uma orgia de verão e sorri só de pensar, especialmente depois de lembrar o que a gente viveu na comemoração. Repetir aquilo por duas semanas, eu ia chegar feito um bagaço nas aulas da faculdade.
Por último, já que faltava pelo menos uns dez dias pra gente viajar, minha mãe disse que eu tinha que cumprir o compromisso que assumi (meio na marra) com a dona Montserrat. Falei que a partir daquele momento mesmo eu ia cuidar disso, mas isso a gente vê no próximo capítulo…
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