No domingo saímos pro supermercado, um longe de casa. Nos corredores, a gente se comportava como adolescente tarado, até porque era exatamente isso. A gente se beijava e se tocava como se tivesse saudade. Ela comprou verdura, macarrão e um lubrificante. Isso último ela fez com um sorriso safado. Voltamos pra casa, cozinhamos, almoçamos e chegou a hora da "sobremesa". - Agora que você é meu namorado, a gente tem que fazer as coisas direito! - falou me mostrando o óleo. - Ahã... Tá bom. E me conta, meu amor, como seria fazer as coisas direito? - Quero que você meta na buceta, mas nas minhas condições. - Fala aí! - Você deita, eu lubrifico e a gente vai no meu ritmo. Senão, não entra. Você vai me arrebentar! - Sim, meu amor! A gente se beijou e se pelou um ao outro. Ela deitou, levantou as pernas e me mostrou a buceta aberta. Eu fui chupar ela igual um desesperado. Que delícia que era. Um minuto depois, levantei de repente e subi em cima dela pra beijar e esfregar meu pau na barriga dela, quando aproximei pra meter, ela me parou. - Espera, apressado! Devagar! - Ok. Desculpa... É muito difícil resistir à tentação! Eu sabia que o lógico e sensato era estimular e dilatar ela primeiro, mas minha parte safada e pecadora queria arrebentar a buceta e encher o útero da Elena de porra na hora. - É mais difícil aguentar teu pau grosso! - Você tem razão! Vamos devagar. - Isso sim, não goza dentro, que pode ser perigoso! - Faço o que você mandar! - Fica quieto, que vou passar o lubrificante - Agora sim! Vem, me fode! Eu meti na posição de missionário. Começamos bem devagar. Cada vez que eu tirava um pouco, chupava os peitos e o pescoço dela. Vendo ela estimulada, levantei mais as pernas dela pra entrar mais fundo. O barulho que fez quando entrou até o fundo foi muito pornô. A gente se excitou pra caralho os dois ao ver como entrava tudo. Depois de um minuto, a gente tava fodendo desesperado. Eu sacudia ela a cada estocada e arrancava uns gritinhos que me excitavam ainda mais. Ela me mordia. os lábios. Depois de um tempo metendo forte assim, virei ela de lado e tentei uma penetração mais profunda e lenta de conchinha. - Aaahh, como você fode bem, Gabito! Tava esperando isso há tempos! - Fico feliz em ver que não sou o único tarado! Já viciei em você! - Você também queria me comer? - Faz um tempo que fantasio com isso. Bati uma pensando em você. Sim. E agora fica de quatro que vem a melhor parte! Ajeitamos na beirada da cama e comecei a penetrar ela forte e até o fundo, tanto que minhas bolas batiam no púbis dela. Metia com uma mistura de amor, luxúria e perversão. Sem piedade, mas buscando o prazer dela. Segurava pra não gozar dentro. - Aaaahh, você vai me fazer gozar com seu pauuu! Aaaahhh uuuuiihh! É muito forteeee! Virei ela de barriga pra cima com as pernas abertas rapidamente, tirei e gozei tudo na barriga e no púbis dela. - Aaahh, como você sabe que adoro quando joga seu leite em mim! Quando sobraram as últimas gotas, passei por fora da buceta que tinha deixado toda molhada e, molhando a ponta no meu próprio sêmen, enfiei tudo de novo. - Aaayy nãooo! Você é um filho da puta! Por que faz isso comigo? - Porque é muito errado e gostoso pra caralho! Mas acabei tudo fora agora, olha! Tirei a pica e apertei pra escorrer o resto de porra. Uma gotona apareceu. - Ainda tem aí! - Onde? - falei me fazendo de bobo e enfiando tudo de novo. - Aaaaahhh... Tem razão! É muito gostoso. Mas você tá botando o leite pra dentro! Me mexi umas quantas vezes, mas minha pica não amolecia. Ela levantou os quadris pra entrar mais fundo, o que peguei como convite pra foder ela de novo. Agora sem preocupações. - Uuuff uf... Assim é muito melhor! - Aaay seeee... Sinto você muito mais! Isso é muito errado! - Sim! É muito errado! Ficamos nessa posição um bom tempo. Ela arqueava a cintura e eu empurrava forte. Penetrei o mais fundo que pude e beijei ela. Sentia minha pica inchar dentro dela. - Vou gozar a qualquer momento e não vou tirar não! Leni me Ela me envolveu com as pernas e sussurrou no meu ouvido: — Sabe o que vai fazer? É perigoso! — Sim. Adoro perigo e quero te fazer toda minha! — Sou sua! Me enche! Ouvir ela dizer isso me excitou pra caralho. Soltei uma boa dose de cum dentro dela. — Vou gozaaaaar! — Aaaaaaahh... Tá me inundando a pussy! Enfiei até o fundo. — Vou deixar bem dentro de você! — Continua te mexendo! Só mais um pouco! Bombeei umas quantas vezes e ela gozou de novo. — Aaaahh aay ay ay ayyyy! Descansei meu corpo sobre o dela, beijando suavemente o rosto todo. — O melhor sexo da minha vida! — Não acredito que gozou dentro de mim... E amei! Tava muito quente! — É porque soltei muito cum! Você me excita demais! — Tô vendo! De agora em diante vou ter que me cuidar. Senão você vai me engravidar! Ela sentou na beira da cama e abriu as pernas. Começou a escorrer cum no chão. — Olha o que você me fez! É um perigo! Haha — Sim. Vamos ter que dar um jeito nisso! — Por quê? Não quer ter um bebê comigo? Hahaha Até ela rir, não percebi se tava falando sério ou não. Entrei na onda pra não quebrar o clima. — Adoraria te foder grávida, mas que não seja meu! — Ah, tá bom! Vou cobrar, hein! Como resposta, segurei o rosto dela com cuidado e beijei até ficarmos sem fôlego, deitados na cama. No dia seguinte fomos comprar a pílula do dia seguinte e percebemos que, se quiséssemos continuar com nosso vício, precisávamos tomar precauções. Então a Elena decidiu começar a tomar anticoncepcionais. Ela tinha gostado demais de receber meu sêmen pra abrir mão disso.
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