Minha mãe, pra me agradar, quis subir na minha barca inflável, e olha se não subiram! Essa história aconteceu há muitos anos. Naquela época, eu tinha uns 6 anos e minha mãe, 28, morena e com um corpo muito gostoso. Era verão e meus pais tinham alugado um apartamento na praia pra passar a primeira quinzena de agosto. A gente tinha descido, como quase todo dia, pra praia com o guarda-sol, as cadeiras e outros trecos de praia. Não tinha muita gente na praia porque hoje era dia de feira e o pessoal aproveitava pra não ir pra praia. Naquele ano, tinham me comprado uma barca de plástico daquelas que enchem de ar, e, como era novidade, eu tava quase sempre brincando com ela. Quase sempre brincava perto da beira, e às vezes com meu pai a gente se afastava. Meu pai, depois de ler o jornal, foi, como de costume, tomar uma dose num dos bares que ficavam no calçadão, então fiquei só com minha mãe dentro do mar, eu dentro da barca e ela fora, flutuando agarrada na barca, enquanto a água balançava a gente. Depois de um tempo, minha mãe para de flutuar e percebe que a água nos levou um pouco mais pra dentro e cobre ela até a metade do peito. Ela quer puxar a barca de volta pra beira, mas eu digo pra ela subir na barca. Ela não quer, mas, com minha insistência, parece que vai tentar. Ela se agarra na barca, pula, fica de bruços sobre a barca, e se esforça pra subir. Eu vejo um mamilo dela, a parte de cima do biquíni se mexeu e ela tem um peito de fora e o outro quase. Ela percebe, começa a rir e se deixa cair na água. Um homem de uns trinta e poucos anos se aproxima sorrindo e diz que vai ajudar ela. Minha mãe, entre risadas, fala que não precisa. Ela vai tentar de novo, se agarra na barca, pula outra vez, sobe parte do corpo na barca, fica de bruços, e parece que se esforça pra subir. De repente, a cara dela muda, como de surpresa, como se faltasse ar, com os olhos e a boca bem abertos. O homem a Colocou as mãos na bunda dela e parece que empurra pra ela subir, mas ela não sobe. Cai de novo na água, entre os braços do homem, solta uns gritinhos, diz “Não, não!”, gargalhadas e gritinhos. O homem levanta ela, ela grita, e tenta colocar ela de novo no barco, ela se agarra de bruços no barco mas continua sem subir. De repente fica como em transe, agarrada no barco e geme. O homem tem as mãos na bunda dela, mexe muito embora não sei como porque ela não sobe. Me agacho e tento ver o que ele faz com as mãos na bunda da minha mãe, mas caio na água. Debaixo d’água, vejo o homem, as pernas dele e o pau dele duro dentro da sunga, quase escapando. Tiro a cabeça da água, olho pro barco e vejo minha mãe agarrada nele, de costas pra mim, com a bunda empinada. A calcinha do biquíni dela está puxada pra um lado e dá pra ver a bunda toda, branca, o buraco no meio feito um alvo, e a mão direita do homem esfregando a buceta dela, entrando e saindo como se estivesse fodendo ela. A corda do barco está em volta do outro braço do homem enquanto a mão esquerda segura a bunda dela pra não cair. Minha mãe geme, mas não resiste à mão na buceta dela. Ele tá masturbando ela e ela tá gostando. Ninguém pode nos ver da praia, porque estamos escondidos pelo barco. Só dá pra ver o rosto da minha mãe meio subida no barco, em êxtase. O homem move a mão que segura ela pro fecho do sutiã e solta. Minha mãe desliza na água, deixando o sutiã no barco pra cair na água. O homem segura ela e ela suspira forte. Ele tem uma mão num dos peitos dela e a outra debaixo d’água, acho que entre as pernas da minha mãe. Mergulho pra ver melhor e vejo a mão debaixo da calcinha dela, na buceta dela. O homem se move pra frente e pra trás. Enfiou o pau nela por trás e tá fodendo ela, aproveitando que a calcinha do biquíni tá de lado. Ela geme enquanto o homem respira. Forte na orelha direita da minha mãe. Cada vez ele monta nela com mais força, mais rápido, e ela geme cada vez mais. De repente, ele para, desmonta dela, mergulha na água e sai rápido pra superfície. Tirou a calcinha dela, segura na mão e solta na água. Agora minha mãe tá completamente pelada. Ele vira ela até ficarem cara a cara, puxa ela pra perto e enfia de novo. Começa a foder ela de novo. As mãos dele na bunda e nas pernas dela. Minha mãe volta a gemer, tá com os olhos quase fechados e a boca semiaberta, com a língua rosada nos lábios. Ela tá gostando de como ele tá comendo ela. Ela cruza as pernas na cintura do homem, que enfia ainda mais fundo. Ele fode ela sem parar, o vai-e-vem cada vez mais rápido. E eu ali, vendo tudo, curtindo o espetáculo, sem ninguém dar a mínima pra mim. O homem para de novo, minha mãe abre um pouco os olhos. Ele pega o barco, puxa pra perto, e levanta minha mãe. Vejo os peitos enormes e brancos dela, com bicos como cerejas saindo de auréolas escuras. A bocetinha peluda, branquinha, como saindo da cartola de um mágico. A bunda dela, branca, dura e empinada, com marcas vermelhas dos dedos do homem. Ele coloca ela no barco. Minha mãe cai pra dentro, desaparece, de barriga pra cima, só dá pra ver as pernas nuas dela. O homem toma impulso e sobe também no barco. Ele também tá pelado, com um pau enorme, duro e ereto, pronto pra enfiar e foder. Desaparece de bruços dentro do barco. Tá em cima da minha mãe, os dois pelados. Começa a se mexer, a foder ela de novo. O barco balança pra frente e pra trás, pra frente e pra trás, no ritmo do vai-e-vem. Eu lá embaixo, não vejo como ele tá comendo ela. A sunga do homem flutua na água, a calcinha da minha mãe também. Foda-se a calcinha da minha mãe. Mais adiante, o sutiã dela, eu pego ele. O barco parou de balançar, devem ter parado de foder. Vejo o homem se levantar e, depois de um tempo, pular na água, ir buscar a sunga dele, vestir ela e... coloca dentro da água, pra ir embora em seguida sem me dar um único olhar. Minha mãe continua dentro do barco, não sai. Jogo a roupa dela em cima do barco pra ela vestir, sem dizer nada. Vejo movimento dentro do barco, ela deve estar se vestindo. Daqui a pouco vejo ela sentar e pular na água. Eu aproveito pra ir saindo, meio andando, meio nadando até a margem. Olho pra trás e ela continua perto do barco. Chego no guarda-sol e sento numa cadeira. Depois de uns dez minutos, minha mãe começa a sair puxando o barco. E que surpresa, meu pai também vem, todo contente, fumando um charuto, mas ele vem do bar de tomar uns drinques, não de estar na água com minha mãe. Pior pra ele!. Chegam os dois ao mesmo tempo no guarda-sol, os dois felizes e contentes, e eu, como amo muito meus pais, também tô feliz.
0 comentários - Montaram a mãe dele numa barca