Lembra que todo o material é postado em https://hiphop911.webnode.com/ e no Instagram hiphop911ok.
Sigam 😁
Fiquem ligados no lançamento iminente de “Mi prima, Mara III”, cujo título ainda é provisório. Tô trazendo material que acabei descartando dos rascunhos de “Mi prima, Mara: o caminho da tentação”.
Por mais que pareça simples, deixar uma narrativa definitiva não é tarefa fácil, e muitas cenas e/ou capítulos acabam sendo descartados por vários motivos.
Como a terceira parte logo vai sair, não custa nada ir lendo um pouco do que acabou não entrando no último livro. Algumas sequências foram cortadas, e outras decidi deixar “off the record”, mas podem acabar sendo consideradas canônicas.
Cada narrativa vai vir acompanhada de um breve resumo com os motivos pelos quais resolvi cortá-las da versão final.
Mi prima, Mara. Todos os direitos reservados.
SPOILERS
SPOILERS
SPOILERS
Se você ainda não leu “Mi prima, Mara” ou “Mi prima, Mara: o caminho da tentação”, não continue lendo.
Dá pra adquirir as histórias completas nas páginas aí em cima.
Se já leu, alguns dos trechos a seguir fazem parte da essência da história e podem se relacionar com a terceira parte que vai sair.
CENA DESCARTADA Nº2 (Substituída pela cena do banheiro do Capítulo 37)
Motivo: Não tinha uma razão lógica pra Jonas saber, já que não havia registros em vídeo de tudo, nem ninguém filmando ali. Não fazia sentido. Além disso, por questões da narrativa, não queria mostrar a personagem Mara num extremo tão grande ainda.
Essa cena foi substituída pela sequência final de Mara e Franco no banheiro, que rolou no capítulo 37.
Franco entrou no quarto enrolado numa toalha.
Provavelmente já tinha tomado banho e tava pronto pra se vestir pela última vez naquele dia.
Ele entreabriu a porta e foi até onde estava a mochila dele.
O que passava pela cabeça dele naquele momento?
Acho que ele ainda tava atordoado por os dias vividos e as putas que ele tinha comido.
Tava prestes a largar o pano que cobria ele, pra vestir uma cueca boxer, quando a porta do quarto abriu e alguém entrou.
Era a Mara.
FRA: Ah, Mar… Era você hehe
E ele soltou a toalha, como se tivesse vergonha de ser outra pessoa que visse ele.
Mara, claro, olhou pra ele por uns segundos.
Era nítida a profundidade em que ela tava imersa, no mar da perversão em que decidimos nadar.
MAR: Sim, hehe… O que você tava fazendo?
FRA: Ia me trocar. E você?
MAR: Nada, entediada… – Ela disse com cara de sonsa.
Se fosse um filme pornô, a Mara ganhava o maior prêmio por essas caras absurdas que ela fazia. A beleza dela só piorava tudo. Ou melhorava…
Franco sorriu.
FRA: E o Jonás?
MAR: Foi comprar alguma coisa, acho!
Ele ficou meio sem graça, mas mesmo assim tirou a toalha, então era óbvio que, no fundo, ele tava curtindo a situação.
MAR: Tô vendo que você ainda tá meio… excitado! Hehe
FRA: É que eu tava pensando justamente…
Mara olhou pra ele.
FRA: Nada… hehe
Não sei se era por causa da figura imponente da Mara, mas Franco pareceu ficar meio tímido.
O pau dele foi perdendo a força aos poucos e ficou pendurado.
O que tava rolando com ele?
Igual nas outras vezes, a personalidade avassaladora da Mara parecia derreter a postura do Franco, como se ele não tivesse o que era preciso pra seguir em frente e acompanhar o ritmo dela.
Mara, que só tava de biquíni por cima, bem justinho pra destacar os peitos, foi se aproximando devagar dele, olhando pro lado. Se fazendo de sonsa.
MAR: E aí, como você tá curtindo?
FRA: Haha, como nunca…
MAR: Se te incomodar alguma coisa, me fala!
FRA: Não, por quê?
MAR: Te vejo meio quietinho hehe
FRA: Haha, não, nada a ver… É que ainda tô me acostumando haha
MAR: Haha, tô vendo! Você vai se acostumar…
FRA: Tem umas coisas que eu não entendo…
MAR: Tipo o quê? – Ela perguntou, curiosa.
FRA: Tipo que tá tudo bem, que todo mundo gosta de fazer… isso! Haha
MAR: Você não curte?
FRA: Pelo contrário, adoro, mas…
MAR: Mas o quê?
FRA: Não sei se faria com uma namorada minha haha
MAR: Haha, eu pensava a mesma coisa…
Nessa hora, a Fernanda entrou, parecia que pra pegar umas roupas.
FER: O que você tá fazendo? Fica o dia inteiro de pau duro, hein! Vai matar a gente de infarto, todas nós!
Meio envergonhado com a situação, ele pegou a toalha e se cobriu todo.
Mara olhou pra Fernanda com uma cara de “agora tinha que entrar, justo agora”.
Franco ficou surpreso com a Atitude da Mara.
Com certeza ela adorava que ele a procurasse, mas não esperava que fosse tão "na cara".
Nem eu...
Eles estavam ali parados enquanto a Fernanda procurava roupa no móvel.
Mara fez gestos pro Franco, tipo zoando, "que chata essa Fer".
Os dois riam disso.
FER: Ei, larga ele um pouquinho! Kkk
MAR: Cala a boca, você...
FER: Nunca vi ela tão vidrada em algo como hoje. — Disse pra ele.
Franco riu.
MAR: Vaza daqui! Kkk
FER: Naquela gavetinha tem camisinha...
Foda.
Ainda não tô acreditando.
Fernanda saiu do quarto, deixando eles sozinhos e fechando a porta.
Mara olhava pra ele, se insinuando pra caralho. Não dava pra crer.
FRA: É foda como esse biquíni fica bom em você...
MAR: Gostou, gato? — Respondeu pegando no cabelo e olhando pras próprias tetas.
FRA: Sim, é impressionante as tetas que você tem! Desculpa falar assim!
Mara mexeu os lábios de um jeito sensual.
MAR: E o que mais você gosta?
FRA: Daria pra fazer uma lista... hehe
MAR: A gente tem tempo...
Parecia inacreditável como a Mara passava de uma pessoa reservada pra uma completa desconhecida. De uma faceta de vida normal, tranquila (até certo ponto) a se tornar a mais pervertida e degenerada de todas.
Claro que isso me excitava pra caralho, mas não sei se era muito bom.
MAR: Adoro jogar esse jogo delicioso... Mas se eu parecer muito puta, me fala kkk. — Será que ela pensava isso ou só falava pra se fazer?
FRA: Não, linda, de jeito nenhum. A verdade é que você me encanta... Muitas coisas eu gosto em você...
MAR: Ah, é?
FRA: Você não faz ideia... Nunca imaginei ter um dia assim kkk
MAR: Sério? E o que você gostou? — Ela olhava com tesão. Adorava ouvir esse tipo de coisa e se sentir uma promíscua extrema.
FRA: Você não vai se ofender se eu falar?
MAR: Não, gato! Fala logo, vai!
FRA: Nenhuma gatinha na vida chupou minha pica como você chupou... Desculpa se soa muito ousado.
Mara arregalou os olhos com um tesão enorme e era óbvio que queria se meter debaixo toalha e começar a beijá-la toda. Não sei o que deu na nossa cabeça pra chegar nisso...
Ela muito excitada e não conseguindo evitar responder.
MAR: É, verdade, eu curti muito fazer isso... – Baixou a cabeça de um jeito sexy.
MAR: Se o Jonas me visse ou me ouvisse, ele me mata kkk mas fazer o quê, a gente tá brincando e adora.
FRA: É, meio estranho esse jogo, não sei se rolaria com a minha mina kkk.
MAR: Mas cê gosta de fazer agora, né kkk
FRA: Ahhh assim sim! kkk
Franco se tocava a pica por cima da toalha.
Já tinha formado um volume bem grande.
MAR: Tá coçando? kkk
FRA: Kkkk não...
MAR: Me deixa ver? – Falou com voz de putinha
FRA: Ver o quê?
MAR: Como cê tá com ela... – Respondeu mexendo no cabelo.
Caralho...
Não podia ser aquilo...
Até onde ia chegar essa brincadeira?
Entendo que eu tava com a Sabrina naquele momento e, bom, em muitos outros, mas era a mesma coisa?
Juro que não é por machismo. Mas de algum jeito, sentia que a Mara tinha me empurrado pra ficar com ela.
Claro que eu tomo minhas decisões, mas tô falando só da intenção dela de que eu ficasse com ela. O que achei estranho na época, mas agora, parecia inacreditável.
FRA: Cê quer ver ela, gostosa?
Fez que sim com a cabeça, vermelha.
Ver ela daquele jeito... punheta garantida pra qualquer um.
Foda...
FRA: Mas me mostra esses peitos lindos que cê tem, primeiro...
Mara engoliu seco e, meio com vergonha, levou as mãos pra trás.
Olhou pra ele tímida, meio corada, e soltou o sutiã.
Antes dele cair, segurou os peitos com as duas mãos e, mordendo o lábio inferior de um jeito sensual, com todo o cabelo liso pra frente, mostrou eles.
FRA: Ufff...
Os peitos da Mara eram lindos e, cobertos pelo cabelo delicado dela, pareciam enormes.
Parecia a Eva no paraíso, se mostrando pro Adão.
Franco, sem pensar duas vezes, pegou a toalha e soltou pra ela.
A pica dele, já dura, pulou na frente do olhar quente dela.
Tava Monstruosa. Admito.
Mara pareceu suspirar. Ela estava realmente impressionada.
Esse filho da puta tava metendo nela.
Cadê a vergonha de antes?
Parecia que ia e voltava…
MAR: Jmm…
FRA: O quê? Kkk
MAR: Posso?
Odiava ouvir ela falar assim.
Era necessário?
Bom, pra ela, sim…
Que puta gostosa, falei pra mim mesmo. Saiu de dentro de mim.
Era impensável o que ela me causava.
FRA: Se pode o quê? – Ele começou o jogo.
Longe de se arrepender, ela foi além, seguindo o ritmo.
MAR: Posso dar uns beijinhos antes da gente ir?
FRA: Adoraria… Que merda que a gente já tem que ir…
O pau do Franco tava duro na direção dos olhos da Mara.
MAR: Talvez não seja a última vez… – Ela pareceu dizer como se tivesse perdida diante daquela imagem de carne.
FRA: Vem cá, gostosa!
Mara foi direto nele, que pareceu estender o braço pra agarrar ela e abraçar.
Ela nem olhou na cara dele e se ajoelhou entre as pernas dele.
Já era até ridícula a foto do rosto da Mara com o pau enorme do Franco apontando pra ela.
Ela olhou como se tivesse perdida. Sem acreditar no que via.
MAR: Tô com vontade de algo especial, já que é a última… – Ela disse olhando pra ele com cara de puta.
FRA: De que, bombom?
MAR: Quero que você goze na minha boquinha, quer? – Exclamou irreconhecível, com um tom muito tímido.
Franco gemeu sem ela nem tocar nele.
Eu fiquei atordoado com a frase dela.
FRA: Aaah… Tem certeza?
MAR: Aham… – Ela fez com a cabeça.
FRA: Sim, gostosa… Mesmo que já não tenha muita kkk
Mara riu, como se tivesse tentada.
E claro, quanto ia sobrar?
FRA: Deus… Como você é linda…
Ela abriu a boca e engoliu ele de uma bocada “Oaamm”.
Ele fechou os olhos, afundando num mar de prazer.
De novo chupando o pau dele. De novo fazendo o proibido.
O que tava acontecendo com ela que já não respeitava os limites morais que sempre pregou?
O jeito…
Ela fazia isso curtindo. Não ligava pra nada.
Queria continuar fazendo tudo que fosse necessário pra se sentir no auge da loucura.
Mas ele gozar na boca dela? Por quê?
Será que tem a ver com eu ter dormido? Sabrina? Ou o que eu passei com ela?
Se antes ela já tinha ficado puta com ele, quando aconteceu o acidente enquanto nós dois estávamos com ela…
Ela simplesmente esqueceu daquilo?
Eu me recusava a acreditar que fosse real.
E que ela estivesse toda putinha naquele pedaço de carne que não era meu.
MAR: Mmmm…. mmm… oomm..
FRA: Aaa… Como vou sentir falta disso… Ohhh
MAR: Mmmppch… Haaa… Eu também, hehe. – Continuou chupando ele.
Como ela rebolava a cabeça...
MAR: Mmm mmm ommm
FRA: Posso te filmar? Ohh… Você tá um desastre...
MAR: É isso que você quer? Unmma aaa…
FRA: Viu... ohhh...
MAR: Tá, mas com meu celular… leanmm…
Sério?
Mara tirou o celular do short sem parar de chupar a pica dele.
Dá pra ouvir que nessa hora batem na porta.
“Toc toc”
MAR: Ocupado haha! – Ela exclamou tirando a boca por um momento.
“Preciso pegar uma coisa haha” respondeu a voz. Parecia ser o Martín.
FRA: Todo mundo precisa de algo hoje…
MAR: Pois é… Mmm… Espera um pouco! – Ela falou como se fosse dona da casa.
Fiquei perplexo com essa atitude.
Ela parecia determinada a fazer o que queria… Ou melhor, a fazer com que eu fizesse o que ela queria…
Continuou chupando a borracha como se nada.
Franco tava curtindo pra caralho. Passava a mão no rosto dela, acariciava.
Ela passou o celular desbloqueado pra ele gravar.
Sério mesmo?
Ele pegou e foi logo abrindo o aplicativo da câmera.
Enquanto isso, ela continuava mamando...
FRA: Vai engolir? – Ele falou bem alto.
MAR: Mmm… Sim, quero provar… – Ela respondeu fazendo olhinhos de putinha.
Uuf…
Não tinha mais jeito.
Definitivamente, tudo tinha ido pro caralho.
Eu fiz a minha parte. Não fujo dessa responsabilidade, mas ver minha mina agir daquele jeito me deixou em choque. Não esperava isso dela, de verdade.
Toda desinibida, mamando uma pica grande da qual queria receber o esperma.
Não tava gostando.
Pra piorar, a vontade com que ela fazia. Gemendo, suspirando “Oohh..ohh” a cada chupada.
FRA: É foda como o sol realça suas sardas… Ohh… Linda…
Mara não respondeu, de vez em quando olhava pra ele, mas parecia bem concentrada no que tava fazendo.
Me pergunto o que nossos amigos (não esses, outros) diriam se nos vissem agora. Se vissem ela.
O que diria meu amigo Maty, que eu enchi tanto o saco quando comecei a sair com ela?
“Sua mina? Sério que mamou outra pica?”
Deus…
Sinto que já tô me arrependendo de tudo…
Já ela, não parecia nada assim.
Passou a chupar mais devagar. Ele ficava lambendo ela.
FRA: Oohh… Você é tão gostosa… Aawww… — Gozava de um jeito que nunca tinha visto antes.
MAR: Ummm… Ummmm…
FRA: Como é que eu vou fazer agora até te ver de novo? Oohhh…
MAR: Mmm… Você quer me ver de novo? — Respondeu com uma voz que já não consigo descrever.
FRA: Eu queria que todo dia você chupasse minha pica, gostosa… Oohh…
Ela sorriu quando ouviu isso.
Não podia acreditar.
Acho que ela deve ter se sentido do mesmo jeito quando me viu com a Sabri.
O que eu podia fazer?
Mas isso não me consolava.
Parecia outra pessoa.
MAR: Mmm aaahh… É?
FRA: Que você chupasse ela em qualquer lugar…
Mara não dizia nada, só continuava chupando a rola. Talvez porque as palavras do Franco estavam indo pra um lado que não deviam.
MAR: Se a gente se encontrar de novo… umm… Vou te chupar de novo, lindo…
FRA: Aaahh… Deus, não aguento mais…
Mara continuava lambendo toda a glande dele bem devagar.
Não dava mais pra ver ela daquele jeito.
Agora, dormia do meu lado feito um anjo.
Ainda dá pra ver o quanto o rosto dela ficou irritado…
Não acredito.
E ainda insinuaram repetir?
São uns malucos…
Agora ele fala com ela.
MAR: Vai gozar na minha boca? Hã? leammmm chupp…
FRA: Aaaa… Não é possível que você chupa assim… Você é um sonho… Ahh
MAR: Já te falei, gato… Amo chupar cock…
Franco soltou um gemido do caralho.
Ela sorriu feito uma sem-vergonha.
Naquela noite eu não ia dormir nem fodendo. Já tinha começado a sentir dor no peito com tudo isso.
MAR: Depois você vai meter em mim? Um pouquinho? – Ela falava feito uma puta enquanto suspirava com a cara babada.
FRA: Aaahh…
MAR: Já tá toda vermelhinha… oommm… mm…
Acho que os barulhos de blow job dava pra ouvir de qualquer lugar.
Mas quem ia se importar? Se a noite passada tinha sido foda.
Na hora que eu tava na fila do supermercado, com a Sabrina, a Mara tava dando a última mamada do fim de semana.
Que porra…
Não era a mesma coisa que eu sentia pela ruiva. Pelo menos era o que eu achava.
FRA: Oohh Tem certeza que posso gozar na sua boca? Não aguento mais… Aaaa…
O momento final tava chegando.
Será que ela ia se arrepender de ter pedido aquilo?
Eu olhava atento.
Ela respondeu com um movimento tímido de cabeça.
“Sim”
Senti outra pontada.
Franco segurou a cock e começou a bater uma.
Mara, não sei se por estar com tesão ou porque “não dava” pra recusar, ficou paradinha, esperando. Como se já não bastasse chupar daquele jeito.
Ela segurou o cabelo e jogou pra trás pra não sujar.
Ainda não reconhecia aquele rosto.
Mil vezes tinha visto ela super quente e sedenta. Mas aquele olhar de perdida, nunca.
Ela abriu a boquinha, extasiada.
Será que pensou em mim enquanto tava assim…
FRA: Ooohh… oohh… aa… – Ele começou a se contorcer.
Suor escorria na minha testa…
Mara não falava nada.
FRA: Aaaaooo… Ooooohhhhh. – Ele soltou num gemido sem fim…
Todo o esperma que ele tinha juntado desde a última gozada… começou a emergir de dentro dela.
Por mais que tivesse transado recentemente, se uma mina como a Mara fizesse uma parada dessas, era impossível não continuar derramando porra.
Meu coração partiu no meio.
O primeiro jato de leite foi que nem uma bala, dentro da boca dela.
Uma sensação estranha me dominou. Não conseguia entender o que via, nem como aquilo me excitava, em parte.
Era minha mina, minha namorada, e tava recebendo uma gozada na boca.
Os outros jatos acertaram a cara e os peitos dela.
Aquela cara era minha... Da minha mina.
Por que tinha que ser preenchida com porra de outro que não a minha?
Tantas vezes eu tinha depositado meus lábios naquele rosto tão lindo e único.
Várias camadas de porra grossa decoravam a pele dela.
Como cheguei a esse ponto...
E ela?
Parecia ficção.
Só faltava ela engolir...
Ela já tinha conseguido. Agora sim, por vontade própria.
Não lembro exato o que aconteceu depois porque minha visão ficou turva, mas a última coisa que vi foi a Mara passar a mão no rosto e nos lábios e, com o dedo, enfiar na boca.
Ela fechou a boca como se estivesse fazendo força.
Riu ao olhar pro Franco e se levantou do chão.
“Jmmm” fez, por causa da porra que tinha na boca.
FRA: Vai engolir, gostosa? – Perguntou acariciando a cintura dela.
Ela sorriu de lado e…
Eu tirei o vídeo.
Sigam 😁
Fiquem ligados no lançamento iminente de “Mi prima, Mara III”, cujo título ainda é provisório. Tô trazendo material que acabei descartando dos rascunhos de “Mi prima, Mara: o caminho da tentação”.
Por mais que pareça simples, deixar uma narrativa definitiva não é tarefa fácil, e muitas cenas e/ou capítulos acabam sendo descartados por vários motivos.
Como a terceira parte logo vai sair, não custa nada ir lendo um pouco do que acabou não entrando no último livro. Algumas sequências foram cortadas, e outras decidi deixar “off the record”, mas podem acabar sendo consideradas canônicas.
Cada narrativa vai vir acompanhada de um breve resumo com os motivos pelos quais resolvi cortá-las da versão final.
Mi prima, Mara. Todos os direitos reservados.
SPOILERS
SPOILERS
SPOILERS
Se você ainda não leu “Mi prima, Mara” ou “Mi prima, Mara: o caminho da tentação”, não continue lendo.
Dá pra adquirir as histórias completas nas páginas aí em cima.
Se já leu, alguns dos trechos a seguir fazem parte da essência da história e podem se relacionar com a terceira parte que vai sair.
CENA DESCARTADA Nº2 (Substituída pela cena do banheiro do Capítulo 37)
Motivo: Não tinha uma razão lógica pra Jonas saber, já que não havia registros em vídeo de tudo, nem ninguém filmando ali. Não fazia sentido. Além disso, por questões da narrativa, não queria mostrar a personagem Mara num extremo tão grande ainda.
Essa cena foi substituída pela sequência final de Mara e Franco no banheiro, que rolou no capítulo 37.
Franco entrou no quarto enrolado numa toalha.
Provavelmente já tinha tomado banho e tava pronto pra se vestir pela última vez naquele dia.
Ele entreabriu a porta e foi até onde estava a mochila dele.
O que passava pela cabeça dele naquele momento?
Acho que ele ainda tava atordoado por os dias vividos e as putas que ele tinha comido.
Tava prestes a largar o pano que cobria ele, pra vestir uma cueca boxer, quando a porta do quarto abriu e alguém entrou.
Era a Mara.
FRA: Ah, Mar… Era você hehe
E ele soltou a toalha, como se tivesse vergonha de ser outra pessoa que visse ele.
Mara, claro, olhou pra ele por uns segundos.
Era nítida a profundidade em que ela tava imersa, no mar da perversão em que decidimos nadar.
MAR: Sim, hehe… O que você tava fazendo? FRA: Ia me trocar. E você?
MAR: Nada, entediada… – Ela disse com cara de sonsa.
Se fosse um filme pornô, a Mara ganhava o maior prêmio por essas caras absurdas que ela fazia. A beleza dela só piorava tudo. Ou melhorava…
Franco sorriu.
FRA: E o Jonás?
MAR: Foi comprar alguma coisa, acho!
Ele ficou meio sem graça, mas mesmo assim tirou a toalha, então era óbvio que, no fundo, ele tava curtindo a situação.
MAR: Tô vendo que você ainda tá meio… excitado! Hehe
FRA: É que eu tava pensando justamente…
Mara olhou pra ele.
FRA: Nada… hehe
Não sei se era por causa da figura imponente da Mara, mas Franco pareceu ficar meio tímido.
O pau dele foi perdendo a força aos poucos e ficou pendurado.
O que tava rolando com ele?
Igual nas outras vezes, a personalidade avassaladora da Mara parecia derreter a postura do Franco, como se ele não tivesse o que era preciso pra seguir em frente e acompanhar o ritmo dela.
Mara, que só tava de biquíni por cima, bem justinho pra destacar os peitos, foi se aproximando devagar dele, olhando pro lado. Se fazendo de sonsa.
MAR: E aí, como você tá curtindo?
FRA: Haha, como nunca…
MAR: Se te incomodar alguma coisa, me fala!
FRA: Não, por quê?
MAR: Te vejo meio quietinho hehe
FRA: Haha, não, nada a ver… É que ainda tô me acostumando haha
MAR: Haha, tô vendo! Você vai se acostumar…
FRA: Tem umas coisas que eu não entendo…
MAR: Tipo o quê? – Ela perguntou, curiosa.
FRA: Tipo que tá tudo bem, que todo mundo gosta de fazer… isso! Haha
MAR: Você não curte?
FRA: Pelo contrário, adoro, mas…
MAR: Mas o quê?
FRA: Não sei se faria com uma namorada minha haha
MAR: Haha, eu pensava a mesma coisa…
Nessa hora, a Fernanda entrou, parecia que pra pegar umas roupas.
FER: O que você tá fazendo? Fica o dia inteiro de pau duro, hein! Vai matar a gente de infarto, todas nós!
Meio envergonhado com a situação, ele pegou a toalha e se cobriu todo.
Mara olhou pra Fernanda com uma cara de “agora tinha que entrar, justo agora”.
Franco ficou surpreso com a Atitude da Mara.
Com certeza ela adorava que ele a procurasse, mas não esperava que fosse tão "na cara".
Nem eu...
Eles estavam ali parados enquanto a Fernanda procurava roupa no móvel.
Mara fez gestos pro Franco, tipo zoando, "que chata essa Fer".
Os dois riam disso.
FER: Ei, larga ele um pouquinho! Kkk
MAR: Cala a boca, você...
FER: Nunca vi ela tão vidrada em algo como hoje. — Disse pra ele.
Franco riu.
MAR: Vaza daqui! Kkk
FER: Naquela gavetinha tem camisinha...
Foda.
Ainda não tô acreditando.
Fernanda saiu do quarto, deixando eles sozinhos e fechando a porta.
Mara olhava pra ele, se insinuando pra caralho. Não dava pra crer.
FRA: É foda como esse biquíni fica bom em você...
MAR: Gostou, gato? — Respondeu pegando no cabelo e olhando pras próprias tetas.
FRA: Sim, é impressionante as tetas que você tem! Desculpa falar assim!
Mara mexeu os lábios de um jeito sensual.
MAR: E o que mais você gosta?
FRA: Daria pra fazer uma lista... hehe
MAR: A gente tem tempo...
Parecia inacreditável como a Mara passava de uma pessoa reservada pra uma completa desconhecida. De uma faceta de vida normal, tranquila (até certo ponto) a se tornar a mais pervertida e degenerada de todas.
Claro que isso me excitava pra caralho, mas não sei se era muito bom.
MAR: Adoro jogar esse jogo delicioso... Mas se eu parecer muito puta, me fala kkk. — Será que ela pensava isso ou só falava pra se fazer?
FRA: Não, linda, de jeito nenhum. A verdade é que você me encanta... Muitas coisas eu gosto em você...
MAR: Ah, é?
FRA: Você não faz ideia... Nunca imaginei ter um dia assim kkk
MAR: Sério? E o que você gostou? — Ela olhava com tesão. Adorava ouvir esse tipo de coisa e se sentir uma promíscua extrema.
FRA: Você não vai se ofender se eu falar?
MAR: Não, gato! Fala logo, vai!
FRA: Nenhuma gatinha na vida chupou minha pica como você chupou... Desculpa se soa muito ousado.
Mara arregalou os olhos com um tesão enorme e era óbvio que queria se meter debaixo toalha e começar a beijá-la toda. Não sei o que deu na nossa cabeça pra chegar nisso...
Ela muito excitada e não conseguindo evitar responder.
MAR: É, verdade, eu curti muito fazer isso... – Baixou a cabeça de um jeito sexy.
MAR: Se o Jonas me visse ou me ouvisse, ele me mata kkk mas fazer o quê, a gente tá brincando e adora.
FRA: É, meio estranho esse jogo, não sei se rolaria com a minha mina kkk.
MAR: Mas cê gosta de fazer agora, né kkk
FRA: Ahhh assim sim! kkk
Franco se tocava a pica por cima da toalha.
Já tinha formado um volume bem grande.
MAR: Tá coçando? kkk
FRA: Kkkk não...
MAR: Me deixa ver? – Falou com voz de putinha
FRA: Ver o quê?
MAR: Como cê tá com ela... – Respondeu mexendo no cabelo.
Caralho...
Não podia ser aquilo...
Até onde ia chegar essa brincadeira?
Entendo que eu tava com a Sabrina naquele momento e, bom, em muitos outros, mas era a mesma coisa?
Juro que não é por machismo. Mas de algum jeito, sentia que a Mara tinha me empurrado pra ficar com ela.
Claro que eu tomo minhas decisões, mas tô falando só da intenção dela de que eu ficasse com ela. O que achei estranho na época, mas agora, parecia inacreditável.
FRA: Cê quer ver ela, gostosa?
Fez que sim com a cabeça, vermelha.
Ver ela daquele jeito... punheta garantida pra qualquer um.
Foda...
FRA: Mas me mostra esses peitos lindos que cê tem, primeiro...
Mara engoliu seco e, meio com vergonha, levou as mãos pra trás.
Olhou pra ele tímida, meio corada, e soltou o sutiã.
Antes dele cair, segurou os peitos com as duas mãos e, mordendo o lábio inferior de um jeito sensual, com todo o cabelo liso pra frente, mostrou eles.
FRA: Ufff...
Os peitos da Mara eram lindos e, cobertos pelo cabelo delicado dela, pareciam enormes.
Parecia a Eva no paraíso, se mostrando pro Adão.
Franco, sem pensar duas vezes, pegou a toalha e soltou pra ela.
A pica dele, já dura, pulou na frente do olhar quente dela.
Tava Monstruosa. Admito.
Mara pareceu suspirar. Ela estava realmente impressionada.
Esse filho da puta tava metendo nela.Cadê a vergonha de antes?
Parecia que ia e voltava…
MAR: Jmm…
FRA: O quê? Kkk
MAR: Posso?
Odiava ouvir ela falar assim.
Era necessário?
Bom, pra ela, sim…
Que puta gostosa, falei pra mim mesmo. Saiu de dentro de mim.
Era impensável o que ela me causava.
FRA: Se pode o quê? – Ele começou o jogo.
Longe de se arrepender, ela foi além, seguindo o ritmo.
MAR: Posso dar uns beijinhos antes da gente ir?
FRA: Adoraria… Que merda que a gente já tem que ir…
O pau do Franco tava duro na direção dos olhos da Mara.
MAR: Talvez não seja a última vez… – Ela pareceu dizer como se tivesse perdida diante daquela imagem de carne.
FRA: Vem cá, gostosa!
Mara foi direto nele, que pareceu estender o braço pra agarrar ela e abraçar.
Ela nem olhou na cara dele e se ajoelhou entre as pernas dele.
Já era até ridícula a foto do rosto da Mara com o pau enorme do Franco apontando pra ela.
Ela olhou como se tivesse perdida. Sem acreditar no que via.
MAR: Tô com vontade de algo especial, já que é a última… – Ela disse olhando pra ele com cara de puta.
FRA: De que, bombom?
MAR: Quero que você goze na minha boquinha, quer? – Exclamou irreconhecível, com um tom muito tímido.
Franco gemeu sem ela nem tocar nele.
Eu fiquei atordoado com a frase dela.
FRA: Aaah… Tem certeza?
MAR: Aham… – Ela fez com a cabeça.
FRA: Sim, gostosa… Mesmo que já não tenha muita kkk
Mara riu, como se tivesse tentada.
E claro, quanto ia sobrar?
FRA: Deus… Como você é linda…
Ela abriu a boca e engoliu ele de uma bocada “Oaamm”.
Ele fechou os olhos, afundando num mar de prazer.
De novo chupando o pau dele. De novo fazendo o proibido.
O que tava acontecendo com ela que já não respeitava os limites morais que sempre pregou?
O jeito…
Ela fazia isso curtindo. Não ligava pra nada.
Queria continuar fazendo tudo que fosse necessário pra se sentir no auge da loucura.
Mas ele gozar na boca dela? Por quê?
Será que tem a ver com eu ter dormido? Sabrina? Ou o que eu passei com ela?
Se antes ela já tinha ficado puta com ele, quando aconteceu o acidente enquanto nós dois estávamos com ela…
Ela simplesmente esqueceu daquilo?
Eu me recusava a acreditar que fosse real.
E que ela estivesse toda putinha naquele pedaço de carne que não era meu.
MAR: Mmmm…. mmm… oomm..
FRA: Aaa… Como vou sentir falta disso… Ohhh
MAR: Mmmppch… Haaa… Eu também, hehe. – Continuou chupando ele.
Como ela rebolava a cabeça...
MAR: Mmm mmm ommm FRA: Posso te filmar? Ohh… Você tá um desastre...
MAR: É isso que você quer? Unmma aaa…
FRA: Viu... ohhh...
MAR: Tá, mas com meu celular… leanmm…
Sério?
Mara tirou o celular do short sem parar de chupar a pica dele.
Dá pra ouvir que nessa hora batem na porta.
“Toc toc”
MAR: Ocupado haha! – Ela exclamou tirando a boca por um momento.
“Preciso pegar uma coisa haha” respondeu a voz. Parecia ser o Martín.
FRA: Todo mundo precisa de algo hoje…
MAR: Pois é… Mmm… Espera um pouco! – Ela falou como se fosse dona da casa.
Fiquei perplexo com essa atitude.
Ela parecia determinada a fazer o que queria… Ou melhor, a fazer com que eu fizesse o que ela queria…
Continuou chupando a borracha como se nada.
Franco tava curtindo pra caralho. Passava a mão no rosto dela, acariciava.
Ela passou o celular desbloqueado pra ele gravar.
Sério mesmo?
Ele pegou e foi logo abrindo o aplicativo da câmera.
Enquanto isso, ela continuava mamando...
FRA: Vai engolir? – Ele falou bem alto.
MAR: Mmm… Sim, quero provar… – Ela respondeu fazendo olhinhos de putinha.
Uuf…
Não tinha mais jeito.
Definitivamente, tudo tinha ido pro caralho.
Eu fiz a minha parte. Não fujo dessa responsabilidade, mas ver minha mina agir daquele jeito me deixou em choque. Não esperava isso dela, de verdade.
Toda desinibida, mamando uma pica grande da qual queria receber o esperma.
Não tava gostando.
Pra piorar, a vontade com que ela fazia. Gemendo, suspirando “Oohh..ohh” a cada chupada.
FRA: É foda como o sol realça suas sardas… Ohh… Linda…
Mara não respondeu, de vez em quando olhava pra ele, mas parecia bem concentrada no que tava fazendo.
Me pergunto o que nossos amigos (não esses, outros) diriam se nos vissem agora. Se vissem ela.
O que diria meu amigo Maty, que eu enchi tanto o saco quando comecei a sair com ela?
“Sua mina? Sério que mamou outra pica?”
Deus…
Sinto que já tô me arrependendo de tudo…
Já ela, não parecia nada assim.
Passou a chupar mais devagar. Ele ficava lambendo ela.
FRA: Oohh… Você é tão gostosa… Aawww… — Gozava de um jeito que nunca tinha visto antes.
MAR: Ummm… Ummmm…
FRA: Como é que eu vou fazer agora até te ver de novo? Oohhh…
MAR: Mmm… Você quer me ver de novo? — Respondeu com uma voz que já não consigo descrever.
FRA: Eu queria que todo dia você chupasse minha pica, gostosa… Oohh…
Ela sorriu quando ouviu isso.
Não podia acreditar.
Acho que ela deve ter se sentido do mesmo jeito quando me viu com a Sabri.
O que eu podia fazer?
Mas isso não me consolava.
Parecia outra pessoa.
MAR: Mmm aaahh… É?
FRA: Que você chupasse ela em qualquer lugar…
Mara não dizia nada, só continuava chupando a rola. Talvez porque as palavras do Franco estavam indo pra um lado que não deviam.
MAR: Se a gente se encontrar de novo… umm… Vou te chupar de novo, lindo…
FRA: Aaahh… Deus, não aguento mais…
Mara continuava lambendo toda a glande dele bem devagar.
Não dava mais pra ver ela daquele jeito.Agora, dormia do meu lado feito um anjo.
Ainda dá pra ver o quanto o rosto dela ficou irritado…
Não acredito.
E ainda insinuaram repetir?
São uns malucos…
Agora ele fala com ela.
MAR: Vai gozar na minha boca? Hã? leammmm chupp…
FRA: Aaaa… Não é possível que você chupa assim… Você é um sonho… Ahh
MAR: Já te falei, gato… Amo chupar cock…
Franco soltou um gemido do caralho.
Ela sorriu feito uma sem-vergonha.
Naquela noite eu não ia dormir nem fodendo. Já tinha começado a sentir dor no peito com tudo isso.
MAR: Depois você vai meter em mim? Um pouquinho? – Ela falava feito uma puta enquanto suspirava com a cara babada.
FRA: Aaahh…
MAR: Já tá toda vermelhinha… oommm… mm…
Acho que os barulhos de blow job dava pra ouvir de qualquer lugar.
Mas quem ia se importar? Se a noite passada tinha sido foda.
Na hora que eu tava na fila do supermercado, com a Sabrina, a Mara tava dando a última mamada do fim de semana.
Que porra…
Não era a mesma coisa que eu sentia pela ruiva. Pelo menos era o que eu achava.
FRA: Oohh Tem certeza que posso gozar na sua boca? Não aguento mais… Aaaa…
O momento final tava chegando.
Será que ela ia se arrepender de ter pedido aquilo?
Eu olhava atento.
Ela respondeu com um movimento tímido de cabeça.
“Sim”
Senti outra pontada.
Franco segurou a cock e começou a bater uma.
Mara, não sei se por estar com tesão ou porque “não dava” pra recusar, ficou paradinha, esperando. Como se já não bastasse chupar daquele jeito.
Ela segurou o cabelo e jogou pra trás pra não sujar.
Ainda não reconhecia aquele rosto.
Mil vezes tinha visto ela super quente e sedenta. Mas aquele olhar de perdida, nunca.
Ela abriu a boquinha, extasiada.
Será que pensou em mim enquanto tava assim…
FRA: Ooohh… oohh… aa… – Ele começou a se contorcer.
Suor escorria na minha testa…
Mara não falava nada.
FRA: Aaaaooo… Ooooohhhhh. – Ele soltou num gemido sem fim…
Todo o esperma que ele tinha juntado desde a última gozada… começou a emergir de dentro dela.
Por mais que tivesse transado recentemente, se uma mina como a Mara fizesse uma parada dessas, era impossível não continuar derramando porra.
Meu coração partiu no meio.
O primeiro jato de leite foi que nem uma bala, dentro da boca dela.
Uma sensação estranha me dominou. Não conseguia entender o que via, nem como aquilo me excitava, em parte.
Era minha mina, minha namorada, e tava recebendo uma gozada na boca.
Os outros jatos acertaram a cara e os peitos dela.
Aquela cara era minha... Da minha mina. Por que tinha que ser preenchida com porra de outro que não a minha?
Tantas vezes eu tinha depositado meus lábios naquele rosto tão lindo e único.
Várias camadas de porra grossa decoravam a pele dela.
Como cheguei a esse ponto...
E ela?
Parecia ficção.
Só faltava ela engolir...
Ela já tinha conseguido. Agora sim, por vontade própria.
Não lembro exato o que aconteceu depois porque minha visão ficou turva, mas a última coisa que vi foi a Mara passar a mão no rosto e nos lábios e, com o dedo, enfiar na boca.
Ela fechou a boca como se estivesse fazendo força.
Riu ao olhar pro Franco e se levantou do chão.
“Jmmm” fez, por causa da porra que tinha na boca.
FRA: Vai engolir, gostosa? – Perguntou acariciando a cintura dela.
Ela sorriu de lado e…
Eu tirei o vídeo.
10 comentários - Mara, minha prima: O caminho - Cenas deletadas 3
No coments!