A prima se ofereceu pra pagar a dívida com o próprio corpo. –Me diz com quantas gozadas eu saldo a dívida? Uma, duas, três e a raba, é minha última oferta. Assim a prima cumpriu o compromisso, agora tem crédito aberto, ah, e o bum também. Essa história é quase um lugar-comum, quantas mulheres assumem, pelas costas do marido, uma dívida que depois não conseguem pagar, porque as circunstâncias viram contra elas. Essa história aconteceu na Argentina, em um dos tantos perrengues da economia familiar. Ela sabe que se o credor for homem, sempre vai dar um jeito de "acertar" a dívida, por exemplo, entregando o corpo pra evitar que o marido descubra. Essa foi a origem do relato, essa forma de pagamento vem com a cumplicidade do sortudo credor. Em linhas gerais, conto a origem da situação: Num encontro de família, perguntei à prima Cristina por que ela tava tão triste, a resposta revelou as mágoas dela, pediu se a gente podia tomar um café e conversar em particular. – Essa semana vou estar muito ocupado, me liga e a gente vê quando. Ela ligou dois dias depois: – Oi Luís, sou a Cristina..., não sei como contar isso, não tenho coragem..., tô numa situação limite, tenho uma dívida no cartão, pelo segundo mês fiz aquele pagamento mínimo, os juros vão me comer viva. – E o que seu marido diz? – Ele não sabe de nada, também não tem grana. Sem emprego fixo, só bicos (trabalho temporário). – Mas você tem um emprego na sapataria, e seu patrão não pode dar uma força? Já vi ele te trazer uma vez e me pareceu que vocês têm um trato mais que amigável. – Foi tão na cara assim? – Sim, demais, além disso, um homem sabe como se trata uma funcionária e quando tem algo além de uma relação de trabalho. – Bom, sim, tem algo mais que parece que ninguém notou, mas também não tenho um salário que dê pra bancar essa dívida, por outro lado, o patrão com o "algo mais" como você diz não é tão generoso, meio pão-duro, mas pra manter o emprego às vezes tenho que fazer um "serviço especial" pra ele.. Não precisa falar mais nada, já entendi tudo.
— Beleza, me diz quanto você precisa? — ela falou o valor
— Pode vir amanhã à tarde lá em casa buscar.
— Valeu, primo.
Ela apareceu na minha casa no horário combinado. Como a tarde tava quente, oferecer uma cerveja gelada parecia o mais certo. O brinde e a cordialidade deixaram ela à vontade pra contar a história, mas eu coloquei o dedo na boca dela pra evitar o assunto.
— Não preciso de explicações, só quero resolver sua emergência financeira. Quando puder, me paga de volta. Não preciso saber da intimidade da sua cama. Acho que seu patrão bem que podia ter a gentileza de te tirar dessa.
— Ele fez isso umas duas vezes, e foi exatamente por isso que começou a cobrar do jeito que você imagina.
— Com o tanto que você é gostosa, ele devia ser generoso. Olha esses peitão… que frente e que rabão. Com esses atributos, você podia… bom, isso aí.
— É, mas ele não é tão generoso assim. Além disso, a esposa trabalha com ele, controla ele pra caralho. Dá pra imaginar como é.
Passaram mais de dois meses, recebi uma ligação da Cristina, se desculpando por não ter conseguido pagar a dívida. Respondi que não tinha pressa. — Não esquenta, quando puder tá tranquilo.
Mais uns dois meses, ela ligou de novo com o mesmo papo, e eu respondi a mesma coisa. Ela disse que precisava falar pessoalmente. — Vem aqui, a gente toma uma cerveja e você me conta.
Sem muita enrolação, foi direta. Queria propor uma solução pra dívida, tava agradecida por eu ter tirado ela da enrascada.
— Olha, primo… não me falta vontade de pagar, só me falta grana. Eu te proponho, se você não se opuser, pagar a dívida com isso. — passando a mão na bunda.
— Não sei o que dizer… não tinha pensado nisso.
— Cê não gosta de mim?
— Pelo contrário, gosto pra caralho. Você é muito gostosa, claro… mas… não sei como seria…
— Fácil, eu me entrego e você se cobra.
— Assim, simples? — ela acena que sim — Bom, se você coloca nesses termos, é tipo um acordo comercial. — ela sorri com a virada e o humor da resposta. — Vamos ver como? Em quantas vezes? encontros, você saldaria a dívida?. - Quantos você acha que vale? Um? -nego com um gesto - Dois? -negação. - Três e é minha última oferta! - Então de que jeito seria ou melhor, quando? - Teria que ser quando meu marido estiver trabalhando. Ele está esperando ser chamado - Vamos ver… estou pensando em algo que não sei, mas talvez a gente mate dois coelhos com uma cajadada só, arrumamos um trabalho temporário pra ele, tirando ele da cidade, e aproveitamos pra… você pagar a dívida. O que acha? -ela sorri, acena. Já imagino como fazer, amanhã te ligo - Dois dias depois liguei pra Cristina pra dizer que no dia seguinte chamassem o marido dela pra oferecer um trabalho de acompanhante de caminhoneiro, a tarefa vai ser ir numa viagem pra Mendoza, ida e volta, por uns… três, ou talvez quatro dias, e que se ele gostar pode até pegar como efetivo. - Que bom, depois me diz quando e onde quer que a gente se encontre. Tinha um amigo que tem uma empresa de logística e sempre precisa de pessoal, dessa vez arrumei trabalho pra um parente por uma “boa” causa. - Oi primo, meu marido viaja hoje à noite, então até segunda acho que não volta, quando você quer cobrar a dívida? - Pode vir aqui em casa? amanhã quando sair do trabalho - Tô lá, dívida é dívida Chegou na hora combinada, ansioso, a perspectiva de ter ela pra mim me excita pra caralho, enquanto isso eu tinha bolado a estratégia de propor ou exigir, se necessário, que os três encontros fossem três noites que ela ficasse na minha casa pra garantir o pagamento. O jeito que as coisas rolaram superou minhas maiores expectativas, quando eu exigi que os encontros fossem noites inteiras não foi recusado, ela finge fazer de má vontade, mas foi só um charme. A proposta era simples, ficar comigo, ela tentou um último truque pra escapar, que se o marido ligasse ela não estaria em casa pra atender o telefone e então... - Simples, você liga do celular e diz que o telefone fixo não Funciona, sim. Se ligar, manda ligar pro celular.
— Tinha pensado em tudo, né?
— Qual é o problema? No amor e na guerra vale tudo.
— Mas isso não é amor.
— Foi só uma expressão. É sexo, e o afeto de parentes distantes.
— Agora nem tão distantes assim, estamos bem pertinho.
— Na cama vamos estar ainda mais.
A risada solta dá lugar à brincadeira, ao jogo erótico da sedução verbal, abre os caminhos pro sexo divertido, sem tensão. Assim, a chifrada não tem gosto de culpa.
Da risada pro jogo, do jogo pro apalpamento, daí pro abraço que vira safadeza na mão, o tesão sobe ao máximo. Os peitos voluptuosos convidam à cobiça e à pilhagem. Ela não usa sutiã, os bicos eriçados ameaçam furar o tecido fino do vestido.
Detalhes que seduzem, pressagiam momentos de luxúria. As alças do vestido se soltam, me aposso dos peitinhos dela, cobrindo com a palma da mão o bico pronto pra ser esfregado e lambido. No primeiro contato com meus lábios, brotam os gemidos e o abraço — sinal de largada, o encontro começou!
O vestido cai aos pés dela, libera a carne pra ser devorada pelo ogro. Os beijos marcam a rota de saliva, buscando o sul, entrando na zona quente do monte de vênus, procurando o tesouro escondido na caverna.
— Para, para. Melhor, espera que eu vou lavar.
— Gosto assim, tem o sabor da mulher.
— Sim, mas... é que não tá tão limpa... tem... bom... o chefe me trouxe no carro dele, e como ele tava sem tempo e bem tarado, você sabe como os homens resolvem essa urgência...
— Ele te comeu no carro.
— Sim, claro. Como a mulher dele controla ele demais, muitas vezes quando ele me traz pra casa, para num lugar mais vazio e eu faço sexo oral nele ou ele me come. Faz um tempo ele me comeu e gozou dentro, por isso quero limpar. Depois, tudo o que você quiser.
— Ele sempre goza dentro, sem camisinha?
— Sim, o senhor da sapataria não gosta de usar. Por isso ele pagou um DIU pra mim, pra fazer no pelo, em casa. Claro que não sabe que eu tenho.
- Então posso ir natural?
- Totalmente, quero provar você. Me dá um minuto pra lavar a porra e deixo você chupar tudo. Eu adoraria, nenhum de nós dois tem vontade, só quando eu exijo, e eu gosto, gosto muito, você topa?
- Siiim, quero chupar você todinha.
Ela passou pelo bidê e pelo chuveiro, voltou enfiada no meu roupão de banho, as cervejas geladas nos esperavam, o primeiro ato está prestes a começar…
- Nossa, como você tá gostosa, não sente calor?
- Aberta é melhor?
- Muito, além disso posso ver a “mercadoria” que vou comer.
- É sua… por dois dias, toda sua.
- Tudo é tudo?…
- Entendo que sim, é o pagamento.
Displicentemente, peladinha vem ao encontro… esfrega a bochecha na cerveja gelada.
- Hmm, que acalorada eu tô. (toca a buceta) também aqui tô acalorada. Você tem um jeito de tirar esse calor de mim?
Ela botou “toda a carne no fogo” (jogou tudo pra vencer), pegar ela pela cintura, sentir o corpo dela, sentar ela na mesa, observar bem de perto os peitos dela, principalmente a entreperna, pelinhos enrolados, morenos com o cheiro da sexualidade dela a mil. Palmas segurando os “peitinhos” dela, fricciono os bicos, os primeiros gemidos escapam dos lábios dela.
Aproximei minha boca, até esfregar nos pelinhos, me embriagar com o cheiro da buceta, bêbado de luxúria abri os lábios maiores, apoiando nos sucos perfumados, a língua ativa, os dedos booty-borando pra ativar todas as zonas erógenas dela. Os gemidos intensos me empurram a ser mais contundente, levar ela ao topo da onda, agitar a espuma do prazer e deixar ela cair no vazio do abandono. Subir ela de novo e levar ao delírio, os ofegos e gemidos atordoam meus sentidos, as coxas dela sobre meus ombros apertam minhas orelhas, só consigo sentir pulsar a vida no sexo dela, latejar a luxúria nas entranhas dela, ofegar até se perder no turbilhão de um orgasmo agitado e gritado.
Ela pensou que tudo tinha acabado, no meio do delírio sequestrei o clitóris na minha boca, lambendo, assediando a cereja madura do desejo, volto a subi-la pela espiral de sensações, prolongar e intensificar o orgasmo até esgotar suas reservas, deliciosamente exausta pela intensidade das sensações, ela se deixou ficar no turbilhão da tempestade, segura pela cintura, debruçada sobre mim. - Nossa, gata, que jeito de gozar, que rápido. Não parece que você acabou de transar. - É que eu não transei, ele fez sexo, foi uma rapidinha, nem sempre ele me espera, eu tava começando a esquentar quando ele já gozou dentro de mim. Daquele momento de sexo no carro, só trouxe a porra dele dentro e a tesão que você fez explodir pelos ares. - Valeu, adorei sentir você assim, é o que mais curto, ser o artífice do prazer da mulher. Terminamos a cerveja, pedimos uma pizza no delivery, de novo cerveja, erotismo, jogos e carícias. - Tenho um filme pornô, você teria interesse em ver? Sei que as mulheres não curtem tanto. - Eu não sou todas, procura aí e a gente vê, talvez a gente aprenda algo... Ela sabe jogar as cartas dela, palavras certas, gestos adequados, maneja a sedução e o desafio. O filme típico pornô, lugares comuns, só reparou numa cena onde um negro, um cara comum, mas com um pau bem grosso, transava com a loira, ela por cima dele, de frente pro espectador, se deixava penetrar por aquela ferramenta grossa, os olhos arregalados, os da protagonista e os da Cristina, pelo tamanho do que ela tava engolindo. Aquela cena vira motivo de comentários, ela manifesta que também curte sexo anal, os dois homens dela não gostam de fazer, sente falta quando fazia com um amigo. - Você tá diante de um fanático por anal. Coloquei ela sobre meus joelhos enquanto vemos o filme, despertado o desejo de fazer na hora, no colo e levei ela pra cama. Como de costume, comecei chupando a boca dela, me lambuzar com os peitos, chupar os moranguinhos até fazê-la vibrar, mergulhar no vale dos desejos, entre os lábios da buceta e lamber, lamber e lamber, até deixar ela louquinha, apertar os peitos dela. Inquieta, nervosa, sem se segurar, respira ofegante, entrecortado, sofre a agonia da espera pela carne masculina. Ele ainda estava vestido, num instante voaram camisa, calça, cueca e sapatos num movimento só, pelado, de quatro me aproximo do rosto dela, ela pega no meu pau, apalpa a textura, principalmente a rigidez e a grossura, gosta, não consegue envolver com uma mão, com as duas segura e agita, descobre a cabeça, se encanta com o brilho e se distrai com o olho que ameaça as primeiras gotas de energia. — Nossa, que pedaço! Talvez não seja igual ao do filme, mas é bem grosso, nunca estive com um assim. — Como é o delas? — Meu marido solta mas é fino, a do patrão é normalzinha, nem tão comprida nem tão fina. Mas a sua é bem grossa, deve sentir dentro... O tesão aperta, levantei as pernas dela, ela segura as coxas pra oferecer o alvo peludo por inteiro, limpo e pronto pra receber o choque de planetas. Separei os lábios, me aproximei pra encaixar bem, deslizando no caminho suculento, atravessar o vestíbulo, abrindo caminho até o fundo da caverna. A batida da entrada fez ela gemer, conheço o efeito e o gosto de sentir algo bem grosso abrindo espaço, devagar mas sem parar, vou até enfiar tudo. No fundo, os lábios dela apertam o intruso, é hora de começar a bombar, debruçado sobre o corpo dela, as pernas tão dobradas que quase encostam nos ombros, a contorção do corpo dela favorece a penetração bem fundo. Me jogo nela, as mãos sustentam boa parte do meu peso, o pistoneio da rola, intenso e ritmado, provoca os ofegos pelo esforço físico, os gemidos são só a forma de expressar. Entramos na voragem do contato genital por inteiro, metida intensa. As sensações se multiplicam, os ofegos agônicos, o orgasmo tá na crista da onda, me mexer rápido é o jeito de levar ela ao delírio. — Vai, vai! Não para, não para, me dá, me dá, mais rápido, Mais rápido. Mete essa pica gorda, quero sentir ela soltar o leite, quero pica... A agonia de estar à beira de gozar, comove ela, perde a noção de proporção e sanidade, o tesão do sexo altera os sentidos, a emoção do orgasmo alucina, até o coração para, um instante supremo, a calma que precede o tsunami. O estouro atroz, não consegue falar, é só um momento de agonia, de ser e não ser, de perder o sentido, entrar num instante onde tudo é prazer e loucura. Queda livre, no abismo insondável das paixões desenfreadas, parar a pouco do choque com o chão, subir de novo e cair outra vez no vazio. Só tento colocar em palavras o que transmitiam seus gestos, voz ininteligível, tensão, apertando os peitos como se neles estivesse a contenção. Não há pausa para sua deliciosa agonia, o bombear contínuo renova e prolonga a agonia do orgasmo. A pausa traz paz e cansaço à sua humanidade maltratada, vencida, se deixa fazer pelo homem, incentivá-lo e exigir ser preenchida pela energia vital do seu macho. - Vamos, meu macho, me dá, me dá seu leite, tô esperando. Não precisava esperar muito, o orgasmo dela me fez gozar pra caralho, agora sentia liberdade pra expressar meu tesão, bombeei forte e sem parar. Depois o golpe final, fundo, o berro do macho no esforço supremo de consolidar sua virilidade, o primeiro jato de porra, grosso e quente, jorra das minhas entranhas pra encher as dela. Saí do estojo, a ereção brilha pela porra arrastada na saída, mantém a ereção e a firmeza, se inclina pra ver de perto, entende que deve limpar, passa a língua pra pegar o leite, abre bem a boca pra dar lugar à cabeça, chupa e lambe, mexe o prepúcio, o "olhinho" chora uma última gota de porra, corre pra pegar com a ponta da língua. Deitados, de mãos dadas, em silêncio, cada um curte aquele instante de paz que vem no clímax, as batidas do orgasmo se dissolvem em... Ondas de amor e paz. Já! A toalha colocada a tempo recolhe o fluido masculino injetado na buceta dela. Deixa ela entre as pernas pra continuar escorrendo. O descanso recupera as energias, ela por cima começa um novo round, Cristina mostra seus dotes de mulher, conhece os segredos de se virar como uma amazona, a vagina dela sabe apertar o pau, tirar proveito da grossura, se mexer com ele dentro, ondulando a barriga, balançando os quadris, saboreia os mel do erotismo gerado por ela, transmitido pelo testemunho de carne. Com tanta atividade e mobilidade não demorou muito pra chegar ao orgasmo, menos intenso que os anteriores, grita enquanto sobe e desce, até esgotar a energia. O clímax chegou com ela empalada, pausa bem curta e virou de costas, sem tirar, um "missionário" clássico, trocamos a posição de puta, recebe a primeira estocada do pau, o cu apertado e rosado é a tentação em si, penetrado e brincando com o dedo no rabo, insiste em furar ele, carícias e mimos distraem, apoiei o pau no cu. - Não, nãooo, não... se atreve... - Não era que você gostava tanto de dar o cu? - Sim, mas isso foi antes de ver ele, tô apertada... você tem ele tão grosso... - Prometo que... - Para de encher o saco, quando enfiam, não param até gozar. Me assusta, é muito grosso. A tentação de foder o cu dela é forte, a carne é fraca e o pau muito duro, meter no rabo é a obsessão. Empurro, ele se franze e agita, antes que reaja enfio, forçando o esfíncter, ela tenta escapar pra frente, travei as pernas dela, segurando pelos cabelos com força evito a fuga. - Tira, filho da puta!, não seja mau... - Faz parte do acordo, paguei por sexo. - Mas não pra arrebentar meu cu. - Você aceitou o acordo. Seu cu tá pago. Ignorei as reclamações dela, nos debatemos pra evitar a fuga, enterrado nela, apertada e forçada, tentativas vãs de sair, acabou se deixando sodomizar. A luta deixa a penetração brusca, o sexo anal foi tempestuoso e agitado, nos movendo no ritmo nossas emoções, ela pra se livrar, eu pra dominar ela. Pede, insiste pra eu terminar, pra gozar de uma vez, o desejo me domina, não resisto a vontade de gozar, segurando pelos cabelos com força e dando tapas na bunda pra dominar ela. Gritei alto, anunciando a gozada, ela fechou o cu, bem apertado, divino penetrar um buraco tão justo, gozar, uma experiência única. Derramei todo o sêmen na bunda dela, o esfíncter continuava apertadinho quando saí de dentro, parecia que estava destampando uma garrafa, o cu demorou pra fechar, dilatado, cuspindo bolhas de sêmen. Ela ficou deitada, rendida pela luta selvagem de comer o cu dela. As desculpas não acalmaram a raiva dela, pelo resto da noite não me deixou tocar no cu dela. Nem sei como, mas de manhã nos encontramos de conchinha, ela atrás, a mão dela segurando minha pica.
- Te odeio, você arrebentou minha bunda
- Mas você tava gostando
- Não tão grossa
- Nunca mais?
- Bom... nunca mais é muito, né? Você vai ter que fazer muitos méritos pra eu te perdoar, e muitos mais pra você tentar de novo. Te odeio, ainda tá pulsando, ainda dói.
- Então antes de ir trabalhar, nada de nada. Não me deixa assim, tô com tesão.
- Bom, bom... um boquete serve pra não te deixar assim, com a pica dura?
- Hmmmm... bom... se não tem outro jeito... aceito.
- A gente se lava e eu chupo você
- Com final feliz
- Claro, não vou deixar meu gozo se perder.
Tomei banho primeiro, de cueca, o café com gozo e torradas com requeijão esperavam a Cristina, coberta pelo roupão, ela compartilha a gratificante recepção matinal.
- O senhor tá fazendo bonito, a ameaça de não ter mais essa bundinha minúscula surtiu efeito, maltratada e dolorida vai ser sua se continuar fazendo méritos.
- Minha vida por ser o rei da sua bundinha minúscula
- Gosto do seu bom humor, hmmm parece que você vai continuar ativo, mas... só se não for tão selvagem como ontem à noite. Se me machucar, eu não curto, e você não quer isso, né?
- Totalmente de acordo, hoje à noite você vai ter uma surpresa.
Antes de sair, ela sentou no sofá e me deu um boquete magistral. mamada. Ela tem experiência em chupar e engolir, não parou de me olhar nos olhos, controlando e curtindo meu tesão. A porra matinal costuma ser um alimento nutritivo, foi assim que ela me fez saber. — Nossa, tanta porra, adorei. Enquanto lambia os restos, tomou o último gole de café. Levá-la ao trabalho fazia parte de fazer boa figura. Na volta, à tarde, fomos comprar umas roupinhas sexy para os dias que restam, ela deixou em casa, disse que voltaria para continuar pagando as dívidas. O jantar num restaurante e a noite de luxúria a todo vapor. Ela cumpriu o pagamento, agora estou esperando ela voltar para dar uso às roupinhas sexy que ficaram esperando por ela. Um ato de infidelidade finalmente louvável, ela sabe cumprir suas dívidas, o crédito está aberto, esperando por ela para ter aquele bum super apertado.
— Beleza, me diz quanto você precisa? — ela falou o valor
— Pode vir amanhã à tarde lá em casa buscar.
— Valeu, primo.
Ela apareceu na minha casa no horário combinado. Como a tarde tava quente, oferecer uma cerveja gelada parecia o mais certo. O brinde e a cordialidade deixaram ela à vontade pra contar a história, mas eu coloquei o dedo na boca dela pra evitar o assunto.
— Não preciso de explicações, só quero resolver sua emergência financeira. Quando puder, me paga de volta. Não preciso saber da intimidade da sua cama. Acho que seu patrão bem que podia ter a gentileza de te tirar dessa.
— Ele fez isso umas duas vezes, e foi exatamente por isso que começou a cobrar do jeito que você imagina.
— Com o tanto que você é gostosa, ele devia ser generoso. Olha esses peitão… que frente e que rabão. Com esses atributos, você podia… bom, isso aí.
— É, mas ele não é tão generoso assim. Além disso, a esposa trabalha com ele, controla ele pra caralho. Dá pra imaginar como é.
Passaram mais de dois meses, recebi uma ligação da Cristina, se desculpando por não ter conseguido pagar a dívida. Respondi que não tinha pressa. — Não esquenta, quando puder tá tranquilo.
Mais uns dois meses, ela ligou de novo com o mesmo papo, e eu respondi a mesma coisa. Ela disse que precisava falar pessoalmente. — Vem aqui, a gente toma uma cerveja e você me conta.
Sem muita enrolação, foi direta. Queria propor uma solução pra dívida, tava agradecida por eu ter tirado ela da enrascada.
— Olha, primo… não me falta vontade de pagar, só me falta grana. Eu te proponho, se você não se opuser, pagar a dívida com isso. — passando a mão na bunda.
— Não sei o que dizer… não tinha pensado nisso.
— Cê não gosta de mim?
— Pelo contrário, gosto pra caralho. Você é muito gostosa, claro… mas… não sei como seria…
— Fácil, eu me entrego e você se cobra.
— Assim, simples? — ela acena que sim — Bom, se você coloca nesses termos, é tipo um acordo comercial. — ela sorri com a virada e o humor da resposta. — Vamos ver como? Em quantas vezes? encontros, você saldaria a dívida?. - Quantos você acha que vale? Um? -nego com um gesto - Dois? -negação. - Três e é minha última oferta! - Então de que jeito seria ou melhor, quando? - Teria que ser quando meu marido estiver trabalhando. Ele está esperando ser chamado - Vamos ver… estou pensando em algo que não sei, mas talvez a gente mate dois coelhos com uma cajadada só, arrumamos um trabalho temporário pra ele, tirando ele da cidade, e aproveitamos pra… você pagar a dívida. O que acha? -ela sorri, acena. Já imagino como fazer, amanhã te ligo - Dois dias depois liguei pra Cristina pra dizer que no dia seguinte chamassem o marido dela pra oferecer um trabalho de acompanhante de caminhoneiro, a tarefa vai ser ir numa viagem pra Mendoza, ida e volta, por uns… três, ou talvez quatro dias, e que se ele gostar pode até pegar como efetivo. - Que bom, depois me diz quando e onde quer que a gente se encontre. Tinha um amigo que tem uma empresa de logística e sempre precisa de pessoal, dessa vez arrumei trabalho pra um parente por uma “boa” causa. - Oi primo, meu marido viaja hoje à noite, então até segunda acho que não volta, quando você quer cobrar a dívida? - Pode vir aqui em casa? amanhã quando sair do trabalho - Tô lá, dívida é dívida Chegou na hora combinada, ansioso, a perspectiva de ter ela pra mim me excita pra caralho, enquanto isso eu tinha bolado a estratégia de propor ou exigir, se necessário, que os três encontros fossem três noites que ela ficasse na minha casa pra garantir o pagamento. O jeito que as coisas rolaram superou minhas maiores expectativas, quando eu exigi que os encontros fossem noites inteiras não foi recusado, ela finge fazer de má vontade, mas foi só um charme. A proposta era simples, ficar comigo, ela tentou um último truque pra escapar, que se o marido ligasse ela não estaria em casa pra atender o telefone e então... - Simples, você liga do celular e diz que o telefone fixo não Funciona, sim. Se ligar, manda ligar pro celular.
— Tinha pensado em tudo, né?
— Qual é o problema? No amor e na guerra vale tudo.
— Mas isso não é amor.
— Foi só uma expressão. É sexo, e o afeto de parentes distantes.
— Agora nem tão distantes assim, estamos bem pertinho.
— Na cama vamos estar ainda mais.
A risada solta dá lugar à brincadeira, ao jogo erótico da sedução verbal, abre os caminhos pro sexo divertido, sem tensão. Assim, a chifrada não tem gosto de culpa.
Da risada pro jogo, do jogo pro apalpamento, daí pro abraço que vira safadeza na mão, o tesão sobe ao máximo. Os peitos voluptuosos convidam à cobiça e à pilhagem. Ela não usa sutiã, os bicos eriçados ameaçam furar o tecido fino do vestido.
Detalhes que seduzem, pressagiam momentos de luxúria. As alças do vestido se soltam, me aposso dos peitinhos dela, cobrindo com a palma da mão o bico pronto pra ser esfregado e lambido. No primeiro contato com meus lábios, brotam os gemidos e o abraço — sinal de largada, o encontro começou!
O vestido cai aos pés dela, libera a carne pra ser devorada pelo ogro. Os beijos marcam a rota de saliva, buscando o sul, entrando na zona quente do monte de vênus, procurando o tesouro escondido na caverna.
— Para, para. Melhor, espera que eu vou lavar.
— Gosto assim, tem o sabor da mulher.
— Sim, mas... é que não tá tão limpa... tem... bom... o chefe me trouxe no carro dele, e como ele tava sem tempo e bem tarado, você sabe como os homens resolvem essa urgência...
— Ele te comeu no carro.
— Sim, claro. Como a mulher dele controla ele demais, muitas vezes quando ele me traz pra casa, para num lugar mais vazio e eu faço sexo oral nele ou ele me come. Faz um tempo ele me comeu e gozou dentro, por isso quero limpar. Depois, tudo o que você quiser.
— Ele sempre goza dentro, sem camisinha?
— Sim, o senhor da sapataria não gosta de usar. Por isso ele pagou um DIU pra mim, pra fazer no pelo, em casa. Claro que não sabe que eu tenho.
- Então posso ir natural?
- Totalmente, quero provar você. Me dá um minuto pra lavar a porra e deixo você chupar tudo. Eu adoraria, nenhum de nós dois tem vontade, só quando eu exijo, e eu gosto, gosto muito, você topa?
- Siiim, quero chupar você todinha.
Ela passou pelo bidê e pelo chuveiro, voltou enfiada no meu roupão de banho, as cervejas geladas nos esperavam, o primeiro ato está prestes a começar…
- Nossa, como você tá gostosa, não sente calor?
- Aberta é melhor?
- Muito, além disso posso ver a “mercadoria” que vou comer.
- É sua… por dois dias, toda sua.
- Tudo é tudo?…
- Entendo que sim, é o pagamento.
Displicentemente, peladinha vem ao encontro… esfrega a bochecha na cerveja gelada.
- Hmm, que acalorada eu tô. (toca a buceta) também aqui tô acalorada. Você tem um jeito de tirar esse calor de mim?
Ela botou “toda a carne no fogo” (jogou tudo pra vencer), pegar ela pela cintura, sentir o corpo dela, sentar ela na mesa, observar bem de perto os peitos dela, principalmente a entreperna, pelinhos enrolados, morenos com o cheiro da sexualidade dela a mil. Palmas segurando os “peitinhos” dela, fricciono os bicos, os primeiros gemidos escapam dos lábios dela.
Aproximei minha boca, até esfregar nos pelinhos, me embriagar com o cheiro da buceta, bêbado de luxúria abri os lábios maiores, apoiando nos sucos perfumados, a língua ativa, os dedos booty-borando pra ativar todas as zonas erógenas dela. Os gemidos intensos me empurram a ser mais contundente, levar ela ao topo da onda, agitar a espuma do prazer e deixar ela cair no vazio do abandono. Subir ela de novo e levar ao delírio, os ofegos e gemidos atordoam meus sentidos, as coxas dela sobre meus ombros apertam minhas orelhas, só consigo sentir pulsar a vida no sexo dela, latejar a luxúria nas entranhas dela, ofegar até se perder no turbilhão de um orgasmo agitado e gritado.
Ela pensou que tudo tinha acabado, no meio do delírio sequestrei o clitóris na minha boca, lambendo, assediando a cereja madura do desejo, volto a subi-la pela espiral de sensações, prolongar e intensificar o orgasmo até esgotar suas reservas, deliciosamente exausta pela intensidade das sensações, ela se deixou ficar no turbilhão da tempestade, segura pela cintura, debruçada sobre mim. - Nossa, gata, que jeito de gozar, que rápido. Não parece que você acabou de transar. - É que eu não transei, ele fez sexo, foi uma rapidinha, nem sempre ele me espera, eu tava começando a esquentar quando ele já gozou dentro de mim. Daquele momento de sexo no carro, só trouxe a porra dele dentro e a tesão que você fez explodir pelos ares. - Valeu, adorei sentir você assim, é o que mais curto, ser o artífice do prazer da mulher. Terminamos a cerveja, pedimos uma pizza no delivery, de novo cerveja, erotismo, jogos e carícias. - Tenho um filme pornô, você teria interesse em ver? Sei que as mulheres não curtem tanto. - Eu não sou todas, procura aí e a gente vê, talvez a gente aprenda algo... Ela sabe jogar as cartas dela, palavras certas, gestos adequados, maneja a sedução e o desafio. O filme típico pornô, lugares comuns, só reparou numa cena onde um negro, um cara comum, mas com um pau bem grosso, transava com a loira, ela por cima dele, de frente pro espectador, se deixava penetrar por aquela ferramenta grossa, os olhos arregalados, os da protagonista e os da Cristina, pelo tamanho do que ela tava engolindo. Aquela cena vira motivo de comentários, ela manifesta que também curte sexo anal, os dois homens dela não gostam de fazer, sente falta quando fazia com um amigo. - Você tá diante de um fanático por anal. Coloquei ela sobre meus joelhos enquanto vemos o filme, despertado o desejo de fazer na hora, no colo e levei ela pra cama. Como de costume, comecei chupando a boca dela, me lambuzar com os peitos, chupar os moranguinhos até fazê-la vibrar, mergulhar no vale dos desejos, entre os lábios da buceta e lamber, lamber e lamber, até deixar ela louquinha, apertar os peitos dela. Inquieta, nervosa, sem se segurar, respira ofegante, entrecortado, sofre a agonia da espera pela carne masculina. Ele ainda estava vestido, num instante voaram camisa, calça, cueca e sapatos num movimento só, pelado, de quatro me aproximo do rosto dela, ela pega no meu pau, apalpa a textura, principalmente a rigidez e a grossura, gosta, não consegue envolver com uma mão, com as duas segura e agita, descobre a cabeça, se encanta com o brilho e se distrai com o olho que ameaça as primeiras gotas de energia. — Nossa, que pedaço! Talvez não seja igual ao do filme, mas é bem grosso, nunca estive com um assim. — Como é o delas? — Meu marido solta mas é fino, a do patrão é normalzinha, nem tão comprida nem tão fina. Mas a sua é bem grossa, deve sentir dentro... O tesão aperta, levantei as pernas dela, ela segura as coxas pra oferecer o alvo peludo por inteiro, limpo e pronto pra receber o choque de planetas. Separei os lábios, me aproximei pra encaixar bem, deslizando no caminho suculento, atravessar o vestíbulo, abrindo caminho até o fundo da caverna. A batida da entrada fez ela gemer, conheço o efeito e o gosto de sentir algo bem grosso abrindo espaço, devagar mas sem parar, vou até enfiar tudo. No fundo, os lábios dela apertam o intruso, é hora de começar a bombar, debruçado sobre o corpo dela, as pernas tão dobradas que quase encostam nos ombros, a contorção do corpo dela favorece a penetração bem fundo. Me jogo nela, as mãos sustentam boa parte do meu peso, o pistoneio da rola, intenso e ritmado, provoca os ofegos pelo esforço físico, os gemidos são só a forma de expressar. Entramos na voragem do contato genital por inteiro, metida intensa. As sensações se multiplicam, os ofegos agônicos, o orgasmo tá na crista da onda, me mexer rápido é o jeito de levar ela ao delírio. — Vai, vai! Não para, não para, me dá, me dá, mais rápido, Mais rápido. Mete essa pica gorda, quero sentir ela soltar o leite, quero pica... A agonia de estar à beira de gozar, comove ela, perde a noção de proporção e sanidade, o tesão do sexo altera os sentidos, a emoção do orgasmo alucina, até o coração para, um instante supremo, a calma que precede o tsunami. O estouro atroz, não consegue falar, é só um momento de agonia, de ser e não ser, de perder o sentido, entrar num instante onde tudo é prazer e loucura. Queda livre, no abismo insondável das paixões desenfreadas, parar a pouco do choque com o chão, subir de novo e cair outra vez no vazio. Só tento colocar em palavras o que transmitiam seus gestos, voz ininteligível, tensão, apertando os peitos como se neles estivesse a contenção. Não há pausa para sua deliciosa agonia, o bombear contínuo renova e prolonga a agonia do orgasmo. A pausa traz paz e cansaço à sua humanidade maltratada, vencida, se deixa fazer pelo homem, incentivá-lo e exigir ser preenchida pela energia vital do seu macho. - Vamos, meu macho, me dá, me dá seu leite, tô esperando. Não precisava esperar muito, o orgasmo dela me fez gozar pra caralho, agora sentia liberdade pra expressar meu tesão, bombeei forte e sem parar. Depois o golpe final, fundo, o berro do macho no esforço supremo de consolidar sua virilidade, o primeiro jato de porra, grosso e quente, jorra das minhas entranhas pra encher as dela. Saí do estojo, a ereção brilha pela porra arrastada na saída, mantém a ereção e a firmeza, se inclina pra ver de perto, entende que deve limpar, passa a língua pra pegar o leite, abre bem a boca pra dar lugar à cabeça, chupa e lambe, mexe o prepúcio, o "olhinho" chora uma última gota de porra, corre pra pegar com a ponta da língua. Deitados, de mãos dadas, em silêncio, cada um curte aquele instante de paz que vem no clímax, as batidas do orgasmo se dissolvem em... Ondas de amor e paz. Já! A toalha colocada a tempo recolhe o fluido masculino injetado na buceta dela. Deixa ela entre as pernas pra continuar escorrendo. O descanso recupera as energias, ela por cima começa um novo round, Cristina mostra seus dotes de mulher, conhece os segredos de se virar como uma amazona, a vagina dela sabe apertar o pau, tirar proveito da grossura, se mexer com ele dentro, ondulando a barriga, balançando os quadris, saboreia os mel do erotismo gerado por ela, transmitido pelo testemunho de carne. Com tanta atividade e mobilidade não demorou muito pra chegar ao orgasmo, menos intenso que os anteriores, grita enquanto sobe e desce, até esgotar a energia. O clímax chegou com ela empalada, pausa bem curta e virou de costas, sem tirar, um "missionário" clássico, trocamos a posição de puta, recebe a primeira estocada do pau, o cu apertado e rosado é a tentação em si, penetrado e brincando com o dedo no rabo, insiste em furar ele, carícias e mimos distraem, apoiei o pau no cu. - Não, nãooo, não... se atreve... - Não era que você gostava tanto de dar o cu? - Sim, mas isso foi antes de ver ele, tô apertada... você tem ele tão grosso... - Prometo que... - Para de encher o saco, quando enfiam, não param até gozar. Me assusta, é muito grosso. A tentação de foder o cu dela é forte, a carne é fraca e o pau muito duro, meter no rabo é a obsessão. Empurro, ele se franze e agita, antes que reaja enfio, forçando o esfíncter, ela tenta escapar pra frente, travei as pernas dela, segurando pelos cabelos com força evito a fuga. - Tira, filho da puta!, não seja mau... - Faz parte do acordo, paguei por sexo. - Mas não pra arrebentar meu cu. - Você aceitou o acordo. Seu cu tá pago. Ignorei as reclamações dela, nos debatemos pra evitar a fuga, enterrado nela, apertada e forçada, tentativas vãs de sair, acabou se deixando sodomizar. A luta deixa a penetração brusca, o sexo anal foi tempestuoso e agitado, nos movendo no ritmo nossas emoções, ela pra se livrar, eu pra dominar ela. Pede, insiste pra eu terminar, pra gozar de uma vez, o desejo me domina, não resisto a vontade de gozar, segurando pelos cabelos com força e dando tapas na bunda pra dominar ela. Gritei alto, anunciando a gozada, ela fechou o cu, bem apertado, divino penetrar um buraco tão justo, gozar, uma experiência única. Derramei todo o sêmen na bunda dela, o esfíncter continuava apertadinho quando saí de dentro, parecia que estava destampando uma garrafa, o cu demorou pra fechar, dilatado, cuspindo bolhas de sêmen. Ela ficou deitada, rendida pela luta selvagem de comer o cu dela. As desculpas não acalmaram a raiva dela, pelo resto da noite não me deixou tocar no cu dela. Nem sei como, mas de manhã nos encontramos de conchinha, ela atrás, a mão dela segurando minha pica.
- Te odeio, você arrebentou minha bunda
- Mas você tava gostando
- Não tão grossa
- Nunca mais?
- Bom... nunca mais é muito, né? Você vai ter que fazer muitos méritos pra eu te perdoar, e muitos mais pra você tentar de novo. Te odeio, ainda tá pulsando, ainda dói.
- Então antes de ir trabalhar, nada de nada. Não me deixa assim, tô com tesão.
- Bom, bom... um boquete serve pra não te deixar assim, com a pica dura?
- Hmmmm... bom... se não tem outro jeito... aceito.
- A gente se lava e eu chupo você
- Com final feliz
- Claro, não vou deixar meu gozo se perder.
Tomei banho primeiro, de cueca, o café com gozo e torradas com requeijão esperavam a Cristina, coberta pelo roupão, ela compartilha a gratificante recepção matinal.
- O senhor tá fazendo bonito, a ameaça de não ter mais essa bundinha minúscula surtiu efeito, maltratada e dolorida vai ser sua se continuar fazendo méritos.
- Minha vida por ser o rei da sua bundinha minúscula
- Gosto do seu bom humor, hmmm parece que você vai continuar ativo, mas... só se não for tão selvagem como ontem à noite. Se me machucar, eu não curto, e você não quer isso, né?
- Totalmente de acordo, hoje à noite você vai ter uma surpresa.
Antes de sair, ela sentou no sofá e me deu um boquete magistral. mamada. Ela tem experiência em chupar e engolir, não parou de me olhar nos olhos, controlando e curtindo meu tesão. A porra matinal costuma ser um alimento nutritivo, foi assim que ela me fez saber. — Nossa, tanta porra, adorei. Enquanto lambia os restos, tomou o último gole de café. Levá-la ao trabalho fazia parte de fazer boa figura. Na volta, à tarde, fomos comprar umas roupinhas sexy para os dias que restam, ela deixou em casa, disse que voltaria para continuar pagando as dívidas. O jantar num restaurante e a noite de luxúria a todo vapor. Ela cumpriu o pagamento, agora estou esperando ela voltar para dar uso às roupinhas sexy que ficaram esperando por ela. Um ato de infidelidade finalmente louvável, ela sabe cumprir suas dívidas, o crédito está aberto, esperando por ela para ter aquele bum super apertado.
2 comentários - Minha cunhada paga as contas