Acordei na manhã seguinte do lado da Meli. Fiquei olhando praquele rostão lindo dela antes de levantar o lençol e admirar o corpo pelado. Ela tava de bruços, e os peitos dela escapavam pelos lados. A bunda dela parecia uma montanha perfeita.
—Bom dia — ela me disse, acordando, ainda sonolenta.
—Espero que esteja curtindo a vista.
—Só tô tentando ver o que meus amigos viram ontem — falei, sorrindo.
—Ai, cala a boca, idiota — ela disse, virando-se, deixando à mostra os peitos perfeitos e a fina tira de pelos em forma de V que cobria inteiramente a buceta dela.
-Desculpa se te incomodei. Sempre cresci sendo um dos caras e sei que se eu der uma flertada com eles é mais fácil me dar bem. Por isso usei aquela malha tão apertada, queria quebrar o gelo e cair na graça deles.
—Entendo, amor, mas tem que ter um limite — falei, já ficando mais sério.
-Óbvio. Tava pensando a mesma coisa. Não quero que pensem que você me trouxe pra ser um brinquedo sexual. São seus melhores amigos e já viram meus peitos. Fica tranquilo, vou dar uma segurada hoje.
—Perfeito —eu disse— Sabe de uma coisa?
- O quê?
—Te amo.
Derretida, se jogou na cama e me abraçou, pra depois roçar os lábios dela nos meus num gesto romântico que me deu uma sensação gostosa na alma.
—Eu mais—ela sussurrou. —Mas não espera que eu mude meu jeito de ser, sempre vou ser provocante e não vou mudar isso. Quero me divertir e que todo mundo se divirta. Além disso, qualquer coisa te conto quando a gente voltar pra cama hoje à noite e você gozar sem me tocar.
-Isso muda agora - falei, rindo, e parti pro ataque. A gente transou, de boa, se olhando nos olhos. Foi muito doce. Depois nos vestimos (ela com um biquíni bem ousado e eu com uma sunga e uma camiseta do Banfield).
Descemos e encontramos o Kylian na cozinha, fazendo uns ovos mexidos pra todo mundo enquanto o Marcos e o Andrés jogavam Xbox na sala. Claro, todos deram uma boa olhada na Meli quando ela apareceu.
—Ai, meu herói, o cozinheiro! — disse Meli quando viu Kylian cozinhando, e veio trotando até ele. Abraçou ele por trás, apertando os peitos contra as costas dele. Ele ficou vermelho e gaguejou um “bom dia”.
—Bem desconstruído, cozinhando — ela brincou.
Eu servi uma xícara de café e fui pra sala de jantar com o Marcos e o Andy, olhando de longe minha mina e o Kylian. Ela tava com uma mão no peito e com a outra passava levemente a parte visível da pele entre o umbigo e a borda da sunga dele.
—Rss, só tô cozinhando uma coisa bem básica, nada mais que isso — respondeu meu amigo, claramente curtindo o contato.
—Tá com boa pinta—. Vi a Meli acariciando mais um pouco a borda até que enfiou devagar os dedos por baixo do elástico da sunga. Claramente não alcançava pra pegar o pau dele, mas eu tinha quase certeza de que ela tava roçando um pouco os pelinhos pubianos dele. O volume dele cresceu visivelmente e era óbvio que tinha endurecido, mas não me preocupei. A Meli queria dar uma flertada, e eu queria dar a chance dela me mostrar que conseguia fazer isso sem passar dos limites.
Nós três saímos da sala de jantar pra cozinha como quem vai tomar café, e a Meli se separou do meu amigo. Jogamos umas cartas pra ver quem ia servir e lavar, e deu a minha mina.
Colocamos e sentamos na mesa, que tinha só 4 cadeiras. A Meli serviu os ovos pra todo mundo e ficou ali parada com o prato dela, sem saber onde sentar.
—Kylian, você escolheu onde eu sento, você cozinhou.
Corado, ele puxou um pouco a cadeira pra trás.
—Pode sentar em cima de mim. Digo, se quiser, não quero te deixar sem graça.
—Valeu! Primeiro tu cozinha e depois aguenta eu sentar essa minha bunda gorda em cima de você — exclamou, enquanto se sentava em cima dele, com a pussy bem em cima da rola dele. Mas mal sentou, escorregou um pouco. —Me segura senão eu caio — falou pra ele, agarrando o braço dele e colocando a mão dele exatamente no mesmo lugar onde ela tinha acariciado antes. Pra mim a mensagem foi clara, ela queria que ele retribuísse o favor. Kylian não perdeu tempo e começou a acariciar ela por cima do biquíni. Embora os outros, por sorte, não parecessem ter notado essa pequena interação.
Batemos um papo entre todos sobre os planos do dia. Combinamos de ir pra praia, ficar de boa lá, ler, fumar e tomar cerveja. Depois de alguns minutos, olhei pra Meli e vi que a mão do Kylian já tava acariciando os pelinhos da buceta dela por baixo do biquíni, igual ela tinha feito antes. Levantei uma sobrancelha pra ela, mas ela me disse em silêncio pra ficar tranquilo.
Depois de um tempo, levantei pra ir ao banheiro e Marcos foi junto pro banheiro do quarto dele (o principal tem banheiro privativo). Abri a porta e de repente lembrei que tinha deixado Kylian e Meli sozinhos com Andy. Confiava totalmente nela, mas fiquei curioso pra saber se meu amigo ia querer avançar, já que tinha rolado um clima entre eles durante o café da manhã. Silenciosamente, contornei a casa e fiquei do lado da janela da cozinha, de onde tinha uma vista perfeita. Os três ainda estavam comendo, Kylian passando a mão de leve bem na beirada do biquíni dela. Olhando com atenção, dava pra ver o volume da piroca do meu amigo (nada surpreendente, já que ele tava encarando uma deusa) e os biquinhos dos peitos dela meio durinhos por baixo do biquíni. Passaram uns segundos e Andy se levantou, avisando que ia vestir uma sunga. Uma sensaçãozinha de adrenalina percorreu meu corpo, na expectativa.
Assim que Andrés saiu da cozinha, o Kylian baixou um pouco a mão, mas logo, pra minha alegria, a Meli colocou de volta onde tava. Mas ele não ia desistir fácil e deu um selinho no pescoço da minha mina. Ela não falou nada, e ele aproveitou pra dar, devagar, uns beijinhos na nuca e nas laterais do pescoço. A Meli ria, dizendo que tava fazendo cócegas. Aos poucos, vi a mão do meu amigo descendo cada vez mais dentro do biquíni da minha namorada, até que num momento tava quase toda pra dentro. Não tava enfiando os dedos, mas claramente tava em contato. Eu fiquei tipo paralisado. Minha mente falava pra eu intervir na hora, mas minha pica tava dura pra caralho. Não conseguia me mexer.
—Hmmm… O que você tá fazendo? — disse minha namorada, de olhos fechados, enquanto ele continuava com seus beijinhos no pescoço e o toque suave.
Nada. Por quê?" respondeu Kylian, sorrindo.
—Não vai enfiar nada aí, isso é só pro meu namorado — mandou a Meli
Kylian tirou a mão da buceta da minha namorada e levou até o peito direito dela. Agarrou por cima do biquíni, o que fez ela soltar um gemido suave, levantando a cabeça com os olhos fechados. Até aquele momento eu não tinha notado, mas claramente tinha uma certa fricção lá embaixo, com os dois mexendo a cintura de leve. Quanto a mim, sem nem me tocar, já tava quase gozando dentro da sunga.
Depois de uns 5 minutos assim, meu amigo enfiou a mão por baixo do biquíni, mas minha namorada tirou de novo. Vi a cara de decepção do meu amigo, que pegou a Meli de leve pelo queixo, fazendo ela virar a cabeça pra olhar nos olhos dele. Eu sabia o que vinha, mas só de expectativa já comecei a gozar. Consegui levantar o olhar de novo pra ver meu amigo aproximar a boca da da minha namorada e beijá-la. Foi intenso pra caralho, com língua, selvagem. Mas só durou uns 10 segundos. Minha namorada se afastou e, sorrindo, explicou que aquilo era coisa só do namorado dela. Levantou e foi pro nosso quarto, deixando o Kylian com uma ereção do caralho, sentado na cadeira, como se estivesse em transe.
Por uns minutos fiquei ali, parado, sem saber como me sentir sobre aquilo. Tava puto e confuso ao mesmo tempo. Não dava pra negar que tinha me excitado. Depois de pensar, falei comigo mesmo que era melhor esperar um pouco pra ver se a Meli conseguia traçar os próprios limites e aí ver se eu ficava de boa ou se merecia uma conversa séria pra traçar eles juntos. De repente, ouvi vozes vindo de dentro, me liguei e entrei na casa como se nada tivesse acontecido. O Marcos, a Andy, a Melina e o Kylian estavam pegando umas cadeiras de praia pra sair.
—Tá pronto pra ir pra praia? — me perguntou a Meli.
—Sim, vai fundo —respondi.
Fomos pra praia mais próxima, pequenininha mas bem isolada das outras propriedades que rodeavam o lago. Não dava pra ver mais ninguém, então a gente tava gostosamente sozinho ali.
—Valeu por me receber tão bem, galera — disse Meli, jogando uma toalha na areia. — Fico mal de me intrometer nas férias de vocês, mas vocês realmente me fizeram sentir como uma de vocês.
Kylian e Andy sorriram pra ela, mas antes que pudessem falar algo, Marcos disse: "Você ainda não é uma da gente".
—Do que você tá falando? — perguntou Meli, meio surpresa.
- Bom, estamos todos sem camisa - ele disse. - Mas você tá usando sutiã.
—Já já, muito engraçado, otário — falei, sarcasticamente.
—Ninguém tá usando roupa de cima — respondeu meu amigo, dando de ombros.
— Não vai tirar… — comecei a falar, mas a Meli me interrompeu.
—Então cê quer que eu faça isso? — ela disse. Virou-se de costas pra gente. Alcançou o fecho do biquíni nas costas e desamarrou, soltando os peitos dela. Os caras vibraram e ela corou na hora. Olhei pra ela, sem saber como reagir. Meli cobriu os bicos com um braço e se virou, jogando o biquíni pro Marcos.
—Não sabia que você tava tão afim de usar meu biquíni, Marquitos. Podia ter me pedido antes — ela disse, arrancando risadas de todo mundo enquanto ele guardava o biquíni no bolso.
—Pode usar um biquíni de areia se quiser — Andy jogou pra ela.
—O que é isso? — respondeu minha mina.
—Aparece nas revistas o tempo todo. Você molha as tetas e coloca na areia. Elas cobrem bem e você não precisa usar um biquíni.
—Gostei! Vou me molhar toda.
Ela foi andando até a beira da água, abaixou o braço que a cobria e entrou no rio. Meus três amigos disseram que iam ajudá-la e foram se meter na água. Eu ficava olhando da toalha enquanto meus amigos batiam um papo com ela por um tempo, até que resolveram sair. A Meli saiu com uma mão cobrindo cada peito. Ela andou um pouco, abaixou as mãos (deixando meus amigos verem os peitos dela por alguns segundos) e se jogou de bruços, apoiando eles na areia. Quando ela se levantou, vimos que claramente o plano tinha funcionado. A areia cobria totalmente a região dos bicos dos peitos, embora, claro, fosse mais revelador que um biquíni. "Pelo menos é melhor que nada", pensei.
Elas se aproximaram das toalhas e a Meli se jogou de bruços pra pegar sol, depois de me pedir pra passar protetor nas costas dela. Eu tava lendo e de vez em quando olhava pros meus amigos, que estavam em pé batendo papo a uns 6 metros, encarando sem vergonha a bunda da minha mina. Depois de um tempo, ela virou. Metade da areia que formava o "biquíni" dela tinha caído e agora dava pra ver um pouco os bicos dos peitos. Ela pegou o pote de protetor solar e começou a passar nas pernas dela. As tetas dela balançavam de um jeito delicioso.
Sob o olhar atento dos meus amigos e o meu, ela começou a passar protetor na barriga. As mãos dela roçavam nos peitos e faziam eles tremerem ainda mais. Eu tava ficando dura de ver meus amigos olhando pra ela com tanta intensidade. Quando terminou, levantou a cabeça e, vendo meus amigos vidrados nela, rapidamente me olhou.
Quanta areia caiu das meninas" — ele me disse, tocando elas um pouco. "Quero passar protetor, não quero que fiquem marcas em mim.
—Bem—eu disse.
—Os caras vão ver meus peitos, hein. Não quero que você fique bravo — ela respondeu.
Eu não queria, mas a real é que meus amigos já tinham visto elas pra caralho, então topei.
-Então você tá de acordo. Entende que de vez em quando seus amigos vão ver minhas tetas, mas não é um problema porque somos todos adultos e às vezes adultos se veem pelados-. Em seguida, ela limpou a areia das tetas, enquanto todo mundo olhava ela fazer isso. Os bicos dos peitos dela estavam bem duros, apesar do calor que tava fazendo.
Ia ia responder algo, mas na hora não saíram as palavras. Ela tinha começado a passar protetor solar nos peitos. Era uma das coisas mais sexys que eu já vi na vida. Nós quatro estávamos olhando pra ela, quase em transe.
O show durou uns 15 minutos, com os últimos 5 sendo praticamente a Meli se esfregando as tetas.
-Pronto!- exclamou, levantando as mãos, com o protetor finalmente passado. -Hora de um novo biquíni de areia-.
Ela parou e se deitou do lado da toalha, colocando um pouco de areia nos bicos dos peitos e só. Quando viu que eu olhei com cara de reprovação, me soltou: “falei que não quero um bronzeado desregulado”.
Ficamos mais um tempinho na praia, até bater a fome e voltamos pra casa. Quando chegamos na porta, o Marcos insistiu pra Meli não entrar com areia na casa dele, então ela tirou a areia lá fora e ficou de topless de novo.
Subimos pro quarto e ela se jogou na cama em cima de mim na hora.
—Quero que você me coma com força agora mesmo. Mas não quero que os caras ouçam. Depois sim, me promete.
—Eu te prometo — respondi.
—Bom, vou tomar um banho — ela disse, se levantando e saindo do quarto.
Fiquei de bobeira, mas levantei quando ouvi vozes no corredor. Espiei e vi a Meli, ainda sem blusa, batendo papo com meus três amigos, que não tiravam os olhos dela. Mas minha mina logo despachou eles, falando que precisava ir tomar banho. Voltei pro quarto, mas saí de novo quando ouvi risadas, dessa vez vindo do banheiro.
Fui rápida mas silenciosa até a porta do banheiro e espiei. Meus três amigos de sunga estavam de pé, olhando pra porta do chuveiro, onde dava pra ver meio borrada a figura pelada da minha mina. A parte de baixo do biquíni dela tava jogada do lado de fora. Será que ela tinha tirado na frente dos caras?
—Bom, tô terminando. Quem entra agora? — disse a Meli.
—Ei! —gritou Andy.
—Quer que eu deixe a água correndo? — perguntou ela. — Mas só se você estiver pronto pra entrar rápido, pra não gastar água.
Andy imediatamente baixou a sunga, deixando à mostra pra todo mundo o pau meio duro dele.
—Pega uma toalha pra mim — ela disse.
Andy pegou uma do armário e abriu a porta de repente. Por um breve momento, meus amigos e eu curtimos a testa completamente nua dele enquanto a Meli pegava a toalha. Ela abriu enquanto olhava pela primeira vez o corpo pelado do Andy. Os olhos dela pararam por uns segundos na piroca dele. Era mais ou menos do mesmo tamanho que a minha, talvez um pouco mais grossa.
—Ah, beleza Andy —ela disse, passando por ele ao sair do chuveiro. —Que pequenininha, hein!—. Todo mundo começou a rir. Andy entrou rapidinho no chuveiro e fechou a porta.
Segui ela e, quando chegamos no quarto e fechei a porta, tava puto pra caralho. A gente tinha combinado que ia ter mais limites naquela manhã mesmo, e a Meli não fez nada além de quebrar todos. Mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela se colocou na frente do espelho, completamente pelada, e a visão do corpo dela destruiu minha linha de pensamento.
—Meu Deus, bebê — ela disse, olhando pra minha virilha. Eu também olhei e vi minha ereção e uma mancha de líquido pré-seminal no meu short. Cobri com as mãos enquanto meu rosto ficava vermelho que nem um tomate. A Meli se aproximou, tirou minhas mãos e agarrou meu pau por cima do short.
—Não precisa esconder isso de mim, querido — ela me disse. —Adoro te ver assim, pronto pra explodir.
—Você foi longe demais hoje —consegui dizer, mal conseguindo pensar direito enquanto a via esfregar meu pau. —Combinamos de flertar um pouco esta manhã, não de ficar pelada na frente deles nem de sentar em cima deles pra esquentar.
—Me perdoa, bebê —ele disse, enfiando minha mão dentro da minha calcinha e finalmente começando a bater uma pra mim. —Não achei que iam me seguir até o chuveiro. Quando entraram, pensei que iam só dar uma olhada na minha bunda nua por um segundo, tipo aquelas vezes que a gente se vê pelado por acaso e ninguém liga. Mas eles ficaram e me viram tomando banho. E enquanto eu me lavava basicamente na frente deles, pensei que se fizesse um escândalo por estarem me olhando, ia ficar tudo muito estranho. Tipo, passei as últimas 24 horas deixando eles olharem meus peitos e minha bunda. E agora vou ficar puta porque querem me ver no chuveiro? Se eu fizesse eles se sentirem envergonhados por estarem um pouco excitados comigo depois de ter meus peitos à mostra a manhã toda, eles iam achar que sou uma hipócrita que quer fazer eles se sentirem uns tarados. E pensei que, pra ser um dos caras, tinha que agir como tal e seguir a brincadeira. Então inventei essa história de não desperdiçar água pra que o Andy entrasse depois e a gente pudesse zoar e aliviar essa tensão sexual que tava no banheiro, porque eu sou uma mulher e eles uns caras excitados.
—Ser um dos caras? — perguntei. — Os caras não ficam pelados na frente dos outros, os caras não se masturbam olhando os corpos dos outros, nem se dão uns amassos entre si como você com o Kylian.
Quando ouviu isso, os olhos dela se arregalaram e ela começou a me masturbar mais forte.
— Tá dizendo que eles batem punheta pensando em mim? — ela disse. — Qual dos teus amigos você diz que tem a maior piroca?
— Não quero pensar nisso — respondi, tirando a mão dela da minha calcinha e me levantando. Meli fez uma cara de frustração.
—Tá, tô só zoando — ela disse, fazendo cara de coitadinha. — Não tava perguntando por mim. Só tava pensando que seria mó tesão se alguma das picas dela te agradasse.
—Tirando a pica do Andy uns minutos atrás, nunca vi as rolas dos meus amigos — falei. — Nem quero.
—Vamos pra piscina —ela me falou. Eu não tava a fim, tava morrendo de sono, mas claramente não queria que ela fosse sozinha com meus amigos, então falei que sim.
Depois de comer umas batatas como almoço improvisado, passamos o resto da tarde relaxando na piscina e nos arredores. A Meli ficou a maior parte do tempo sentada numa espreguiçadeira, tomando sol. Ela soltava a parte de cima do biquíni quando estava de bruços, mas por sorte amarrava de novo quando virava.
O Marcos fez um churrasco quando o sol foi baixando, e a gente começou a beber mais. Tava mó legal, fumando um baseado e tomando fernet com coca, nosso drink favorito. Claro que todos meus amigos tavam flertando com a Meli e ela com eles, mas tudo tinha um ar de inocência, ela sentada no meu colo, fazendo carinho no meu cabelo.
Depois que jantamos, nossa bebedeira nos fez achar que fazer uma competição de mergulhos na piscina era uma boa ideia. Andy colocou música e o Kylian foi o primeiro. Tomou impulso, foi até o trampolim e se jogou feito uma bolinha. Todo mundo aplaudiu.
Andy foi depois. Fez uma pose de fisiculturista no salto antes de cair na água, e arrancou aplausos do resto de nós. Marcos foi depois. Pulou e mandou a pose do Magic Mike (stripper), mas sem se pelar.
Meli foi atrás e, enquanto subia, todos os meus amigos gritaram pra ela. Fiquei preocupado por um segundo, mas aí lembrei que ela tinha se comportado a tarde inteira, então me acalmei. Uma nova música tocou e ela sentiu na hora, rebolando a bunda enquanto chegava no final do trampolim. Ela olhou pra gente por cima do ombro e piscou um olho.
Ela pegou a parte de baixo do biquíni e puxou pra baixo. Os caras aplaudiram ainda mais enquanto ela rebolava a bunda, agora nua. O sol já tinha descido, então também não dava pra ver muito. A dancinha dela durou só um instante, depois do qual ela se jogou de costas.
Eu fiz meu pulo na hora que a Meli tava nadando até a parte rasa onde os caras estavam. Tava tão bêbado que só no último segundo percebi que o biquíni dela ainda tava no trampolim. Peguei e joguei pra ela. Ela, que tava rindo com os caras na parte rasa, pegou e vestiu rapidinho. Não sei o quanto meus amigos conseguiram ver, mas espero que não muito.
Sabia que qualquer coisa que eu fizesse agora ia ser um baita anticlímax depois de ter arrancado o biquíni, então resolvi acelerar logo. Fingi que era um cowboy, gritando enquanto chegava no final do trampolim. Dei um salto de canhão, que foi um erro enorme. A água bateu na minha cabeça e o impacto, junto com a maconha e o álcool que eu tinha consumido, fez minha cabeça girar mil vezes quando eu subi à superfície. Consegui nadar até a parte rasa, mas os outros perceberam que eu tava mal.
Meli me pegou pela mão e me levou até as escadas, enquanto Marcos pedia pra eu não vomitar na piscina dos pais dele. Saí da piscina e me sentei numa espreguiçadeira, enquanto minha mina me trazia uma garrafa d'água. Tava tendo dificuldade pra ficar acordado. O pior já tinha passado, mas quando ela anunciou que a competição continuava e que eu ia assistir da espreguiçadeira, me liguei um pouco.
Andy começou a segunda rodada e eu vi que, antes de pular, ele adotou a nova moda imposta pela Meli: ficar pelado. Foi até a ponta do trampolim, tirou a sunga e jogou numa cadeira. Ouvi os gritos de incentivo da Meli, junto com o resto dos meus amigos. Mesmo assim, a iluminação não deixava ver muita coisa. Ele pulou e depois nadou até a parte rasa, sem nem pensar em pegar a sunga.
Depois foi a vez da Meli. Eu pensava e esperava que ela não se despisse dessa vez. Mas rapidamente fui decepcionado. Assim que subiu no trampolim, tirou a parte de cima do biquíni.
O cansaço tava me vencendo e eu tava entrando e saindo do sono. Lembro do Kylian tirando a sunga, depois do Marcos fazendo o mesmo. Outra coisa que acho que lembro é ver o Marcos e a Meli pelados parados no trampolim juntos enquanto os caras riam na piscina. Também tenho uma vaga lembrança de todo mundo, pelado, parado na minha frente, vendo se eu tava bem e acordado.
Finalmente acordei ouvindo o que parecia um grito da Meli. Abri os olhos e me espantei ao escutar minha namorada repetindo "Meu Deus" várias vezes. Quando consegui focar direito, olhei na direção dos barulhos, que era a jacuzzi. Os caras estavam sentados nas bordas externas com os pés na água e a Meli no centro. Igual ao dia anterior. A única diferença é que agora todos estavam pelados. Completamente. Troquei olhares com a Melina e notei uma expressão de medo por um breve instante. Não durou muito, porque rapidamente ela mergulhou na água.
Me levantei como pude e vi minha sunga jogada do meu lado. Só quando coloquei é que percebi que não era minha sunga, era a parte de baixo do biquíni da minha namorada. Pensei em procurar minha sunga, mas o jardim tava muito escuro e eu muito bêbado pra essa tarefa, então fui andando até a jacuzzi com o biquíni vestido. Quando cheguei, a Meli tava apoiada numa grade com o corpo submerso. Os peitões dela passavam da linha d'água e se erguiam orgulhosos, bem à mostra. Os caras, sentados na borda, estavam com as pernas abertas e dava pra ver de boa as picas deles.
— Tá se sentindo melhor, bebê? — me perguntou a Meli, sorrindo ao ver meu pacote mal contido pela biquíni dela.
— Tá usando fio dental? — perguntou Andy, rindo junto com os outros caras e a Meli.
—Não, coloquei o biquíni porque não achei minha sunga — falei, sem muito saco pra brincadeira. — Dá pra ir pra cama, amor?
—Vamos —respondeu Meli. A água escorreu do corpo dela quando se levantou, nua, na frente dos meus amigos, igualmente nus. Os olhos deles foram rapidamente pra buceta dela, que exibia um arbusto bem aparado. Suponho que, a essa altura, todo mundo já tinha visto, pensei.
-Já que você insiste tanto em usar minhas roupas, me traz uma toalha- falou minha mina.
Passei a toalha pra ela, ansioso pra que cobrisse o corpo. Ela, sem pressa, primeiro secou o cabelo, ignorando que os caras estavam olhando descaradamente pra ela. Eu aproveitei pra olhar pra eles. Não sei por quê, mas fiquei curioso pra ver como eram os paus deles, pra comparar o tamanho com o meu. Kylian e Andy pareciam ter o mesmo tamanho que o meu (médio), embora fosse difícil de notar porque os paus deles estavam moles. As cabeças pareciam meio roxas, mas nem pensei duas vezes, também não sou nenhum especialista em paus.
Aí eu olhei pro Marcos. Ele não tava mole nem de tamanho médio. O pau dele tava durasso e vazando líquido pré-gozo da ponta. Não só era absurdamente comprido, mas também provavelmente tão grosso quanto meu pulso. Minha boca se abriu de surpresa. Por sorte, ele não me viu, mas infelizmente a Meli viu. Ela escolheu exatamente aquele momento pra abaixar a toalha da cabeça e me viu olhando de boca aberta pro pauzão do Marcos. Ela sorriu com cara de malvada enquanto secava os peitos.
Ela saiu da jacuzzi enquanto terminava de se secar, dando pros meus amigos uma última olhada no corpo nu dela inteiro em toda sua glória. Eventualmente, terminou de se secar e jogou a toalha, virando pros meus amigos e brincando que eles não ficassem acordados até tarde. Depois, finalmente, o show acabou e ela foi andando pra dentro, e eu fui atrás dela. Assim que entramos no nosso quarto e fechamos a porta, ela me jogou na cama e subiu em cima de mim.
—Meu deus, amor, tô tão feliz que você acordou na hora de ver a pica do Marcos — ela me disse, toda sorridente. —Aquela parada é gigante, viu?
—É absurda, isso sim — falei enquanto ela se esfregava na minha pica. — Pensei que não ia mais ficar pelada com eles.
—Já sei —respondeu ela. —Mas a competição de gole foi pra aquela direção e eu não queria ser a estraga-prazeres, porque sabia que se eles tirassem a roupa iam querer que eu fizesse o mesmo. Senão, iam me considerar pra sempre a namorada chata do Brian e eu nunca ia conseguir ser amiga deles. Me senti muito livre hoje exibindo meu corpo e sem ter frescura de ser vista. Me diverti pra caralho e fiquei à vontade — ela disse, e eu sorri de leve. Adoro ver ela feliz. Ela olhou pro meu pau, completamente mole (não aguentou a quantidade de álcool que tinha bebido) e franziu a testa.
—Acho que hoje não, bebê — falei pra ela.
— Te incomoda se eu cuidar de mim mesma? — ela me perguntou. — Vou te contar o que rolou enquanto você tava dormindo.
-Sim, por favor- eu disse, enquanto nos posicionávamos na cama, de lado, nos olhando cara a cara. Ela começou a roçar a buceta.
- Do que você lembra?
— Lembro de você ficando pelada. Depois tive uns sonhos estranhos e acordei quando ouvi você gritar na banheira de hidromassagem.
—Ah, isso —disse ela, corando. —Sei que provavelmente você não gostou de acordar e me ver pelada na banheira assim, e tenho mais umas coisinhas pra confessar, mas acho que você vai concordar que não é tão grave assim.
—Vamos, me conta —falei. Ela parecia adorar me contar essas coisas, mesmo sabendo que eu ia ficar puto. Tava decidido a fazer ela me contar tudo, e tenho quase certeza que era o plano dela também. Não curtia estar fazendo o que ela queria, implorando pra ela me contar o quanto foi safada, mas não via outra saída. Precisava saber o que tinha rolado.
—Bom, a segunda rodada da competição terminou com todo mundo pelado — começou, se tocando. — Foi engraçado ficar pelado assim. Na real, ninguém conseguia ver nada, tava tudo muito escuro. Tipo, dava pra ver que eu tinha um pouco de pelo e uma bunda, e eu via que eles tinham pica e rabetão, mas nada além disso.
Chegando nesse ponto, meu pau, que eu nem tinha percebido crescer, começou a empurrar a mão da Meli que tava acariciando o clitóris dela. Ela agarrou meu membro e começou a me masturbar devagar, enquanto atingia a dureza máxima.
- Meu Deus, bebê. Você adora que eu me exiba-. Eu abri a boca pra responder algo, mas ela colocou rapidinho o dedo que tava se tocando na minha boca e eu chupei ele.
—Enfim —ela continuou—, os caras fizeram a terceira rodada. Quando chegou minha vez, pensei em me tocar um pouco de brincadeira, como um show. Tava meio preocupada se ia ser sacanagem demais pra fazer na frente dos seus amigos, mas sabia que eles não iam conseguir ver nada por causa do escuro, então não era tão grave. Mas foi aí que o Marcos me surpreendeu.
—O que ela fez? — consegui perguntar. A Meli agora tava me punhetando com as duas mãos. Os peitos dela balançavam enquanto fazia isso.
— Saiu da piscina enquanto eu me preparava. Eu não tinha visto ele, então foi uma surpresa. Eu tava meio curvada e ele, do nada, me agarrou e pulou na piscina. O pau dele ficou colado na minha perna. Aquela coisa me assustou.
Eu não sabia o que dizer. Tava excitadíssimo, contra a minha vontade.
- Aí saímos pra ver qual é a sua. Sabia que tinha muito mais luz naquela parte do quintal, então no começo fiquei de costas pra eles. Nesse ponto, não tava nem aí se olhavam minha bunda, mas não queria que vissem minha buceta também. Mas enquanto a gente tentava te acordar, percebi que todos tinham mudado de lugar. Primeiro pensei que era pra ver meus peitos enquanto eu te sacudia pra acordar, então não me preocupei, já me viram mil vezes. Mas depois percebi que eles tinham uma vista perfeita da minha buceta. Fiquei envergonhada, esses são seus melhores amigos e já tinham me visto pelada. Além disso, meu clitóris tava bem inchado, imagina. Esperei meses pra me sentir confortável o suficiente pra mostrar pra você e eles viram assim, na maior cara de pau. Mas depois, enquanto eles olhavam minha buceta, me relaxei, sabendo que não tinha nada pra esconder.
Mordi meus lábios e fechei os olhos. Isso era demais. Ela já tinha me visto toda. Quase gozei na hora. Meli sentiu que eu ia gozar e parou de me tocar, me deixando sem chegar ao orgasmo.
—Tá bem, bebê? — ela me perguntou. Eu concordei com a cabeça, então ela continuou. — Depois disso, fomos pra hidromassagem. Eu entrei e os caras sentaram nas bordas. Queria esconder um pouco minha buceta pra eles não perceberem o quanto eu tava molhada, só de imaginar o quanto você ia ficar com tesão quando ouvisse isso. Me assustou um pouco me ver cercada por três paus durões pra caralho, mas, fazer o quê? Me senti realmente feliz por eles terem a confiança de se mostrar tão vulneráveis assim pra mim. Marcos disse que, se eu ia ficar olhando pros paus deles o dia inteiro, o mínimo que eu podia fazer era definir uma aposta.
Ele disse que o Kylian e o Andy insistiam que, mesmo o pau dele sendo maior que o deles, eles conseguiam deixar o deles mais duro, então a diferença de tamanho não importava. Ele achava que conseguia deixar o dele tão duro quanto os outros dois, mas precisavam de um juiz imparcial pra decidir. Eu comecei a ficar preocupada.
—Como é que vocês esperavam que eu fizesse isso?
— Estavam sendo meio bobos — ela me disse. — Falei pra eles que já tinha sentido um pouco das ereções deles quando fizemos a competição de mergulho na piscina, mas insistiram que eu tinha que sentir com a mão.
-Obviamente falei que não. Era só uma desculpa pra eles me tocarem. Kylian e Andy admitiram que era tudo o que queriam, mas Marcos contou pra gente todos os problemas que os caras com pica gigante têm. Tipo, não entrava em nenhuma mina. Ele também disse que o boato de que pica grande não sobe é uma mentira que fere os sentimentos. Então tive pena e aceitei ser jurada. Falei pra eles que, se achavam que iam ganhar uma punheta, estavam muito enganados.
— O Marcos foi primeiro. Eu me ajoelhei e, com ele na minha frente, me senti muito puta. Mas ele me olhou e passou confiança. Então peguei ele e fui pra frente e pra trás umas vezes. Falei que ele era pelo menos tão duro quanto qualquer pau que eu já tinha sentido.
Peguei as picas do Andy e do Kylian, uma em cada mão ao mesmo tempo e repeti o mesmo esquema que fiz com o Marcos. Falei pra eles que pareciam iguais e eles disseram que tinha que ter um desempate. Começaram a discutir e… não fica brava.
— Por quê? — perguntei, preocupado.
—Bom, só tô te falando que foi um acidente. Respirou fundo. —Enquanto eles discutiam, eu deixei minhas mãos nos paus deles. Não sei por quê, nem tava pensando nisso. E também nem percebi que, enquanto eles brigavam, eu tava passando bem de leve meus polegares nas cabeças dos paus deles. Tavam soltando muito líquido pré-gozo. Claro que esqueci do que podia rolar.
Engoli com dificuldade. Já sabia o que podia rolar, mas esperava estar enganado.
-Então, enquanto os dois estavam parados ali, foi demais pro Kylian e, do nada, eu ouvi ele soltar um gritinho e, na sequência, o pau dele jorrou porra e encheu tudo as minhas tetas. O Andy olhou e a visão deve ter sido muito forte, porque ele gozou na hora também, dessa vez na minha cara.
Com isso, eu estava prestes a gozar. Meli percebeu e subiu em mim, enfiando meu pau na buceta dela. Foi demais e eu gozei muito forte dentro dela.
—Isso te fez… deus— gemeu ela, com o corpo inteiro tremendo enquanto gozava. Foi muito intenso e, depois de alguns instantes, se jogou ao meu lado.
—Me diz que você exagerou, pelo amor de Deus — falei, sabendo muito bem que não tinha. Já tinha visto os paus deles moles e roxos, e fazia sentido. Eles tinham acabado de gozar. Gozaram nos peitos da minha mina.
-Desculpa, amor- ele disse suavemente. -Foi um acidente. Foi muito chocante e me fez sentir muito puta. Que mina se coloca numa situação onde levam gozada na cara por acidente? Ainda mais depois que você acordou e eu me senti super culpado-.
Agora que tinha acabado, minha energia e clareza mental escaparam rapidinho do meu corpo.
—Marcos tava puto —ela continuou, enquanto sentia minha cabeça se afastar. —Ele disse que eu tava devendo uma punheta pra ele porque tinha feito pros caras, mas foi quando você acordou, então não precisei discutir. Por favor, não fica brava, foi um acidente.
—Tá bom —consegui falar, sem ter muita consciência do que tava dizendo.
Valeu, amor", ela disse, se aninhando contra mim. "Você é o melhor, te amo.
—Bom dia — ela me disse, acordando, ainda sonolenta.
—Espero que esteja curtindo a vista.
—Só tô tentando ver o que meus amigos viram ontem — falei, sorrindo.
—Ai, cala a boca, idiota — ela disse, virando-se, deixando à mostra os peitos perfeitos e a fina tira de pelos em forma de V que cobria inteiramente a buceta dela.
-Desculpa se te incomodei. Sempre cresci sendo um dos caras e sei que se eu der uma flertada com eles é mais fácil me dar bem. Por isso usei aquela malha tão apertada, queria quebrar o gelo e cair na graça deles.
—Entendo, amor, mas tem que ter um limite — falei, já ficando mais sério.
-Óbvio. Tava pensando a mesma coisa. Não quero que pensem que você me trouxe pra ser um brinquedo sexual. São seus melhores amigos e já viram meus peitos. Fica tranquilo, vou dar uma segurada hoje.
—Perfeito —eu disse— Sabe de uma coisa?
- O quê?
—Te amo.
Derretida, se jogou na cama e me abraçou, pra depois roçar os lábios dela nos meus num gesto romântico que me deu uma sensação gostosa na alma.
—Eu mais—ela sussurrou. —Mas não espera que eu mude meu jeito de ser, sempre vou ser provocante e não vou mudar isso. Quero me divertir e que todo mundo se divirta. Além disso, qualquer coisa te conto quando a gente voltar pra cama hoje à noite e você gozar sem me tocar.
-Isso muda agora - falei, rindo, e parti pro ataque. A gente transou, de boa, se olhando nos olhos. Foi muito doce. Depois nos vestimos (ela com um biquíni bem ousado e eu com uma sunga e uma camiseta do Banfield).
Descemos e encontramos o Kylian na cozinha, fazendo uns ovos mexidos pra todo mundo enquanto o Marcos e o Andrés jogavam Xbox na sala. Claro, todos deram uma boa olhada na Meli quando ela apareceu.
—Ai, meu herói, o cozinheiro! — disse Meli quando viu Kylian cozinhando, e veio trotando até ele. Abraçou ele por trás, apertando os peitos contra as costas dele. Ele ficou vermelho e gaguejou um “bom dia”.
—Bem desconstruído, cozinhando — ela brincou.
Eu servi uma xícara de café e fui pra sala de jantar com o Marcos e o Andy, olhando de longe minha mina e o Kylian. Ela tava com uma mão no peito e com a outra passava levemente a parte visível da pele entre o umbigo e a borda da sunga dele.
—Rss, só tô cozinhando uma coisa bem básica, nada mais que isso — respondeu meu amigo, claramente curtindo o contato.
—Tá com boa pinta—. Vi a Meli acariciando mais um pouco a borda até que enfiou devagar os dedos por baixo do elástico da sunga. Claramente não alcançava pra pegar o pau dele, mas eu tinha quase certeza de que ela tava roçando um pouco os pelinhos pubianos dele. O volume dele cresceu visivelmente e era óbvio que tinha endurecido, mas não me preocupei. A Meli queria dar uma flertada, e eu queria dar a chance dela me mostrar que conseguia fazer isso sem passar dos limites.
Nós três saímos da sala de jantar pra cozinha como quem vai tomar café, e a Meli se separou do meu amigo. Jogamos umas cartas pra ver quem ia servir e lavar, e deu a minha mina.
Colocamos e sentamos na mesa, que tinha só 4 cadeiras. A Meli serviu os ovos pra todo mundo e ficou ali parada com o prato dela, sem saber onde sentar.
—Kylian, você escolheu onde eu sento, você cozinhou.
Corado, ele puxou um pouco a cadeira pra trás.
—Pode sentar em cima de mim. Digo, se quiser, não quero te deixar sem graça.
—Valeu! Primeiro tu cozinha e depois aguenta eu sentar essa minha bunda gorda em cima de você — exclamou, enquanto se sentava em cima dele, com a pussy bem em cima da rola dele. Mas mal sentou, escorregou um pouco. —Me segura senão eu caio — falou pra ele, agarrando o braço dele e colocando a mão dele exatamente no mesmo lugar onde ela tinha acariciado antes. Pra mim a mensagem foi clara, ela queria que ele retribuísse o favor. Kylian não perdeu tempo e começou a acariciar ela por cima do biquíni. Embora os outros, por sorte, não parecessem ter notado essa pequena interação.
Batemos um papo entre todos sobre os planos do dia. Combinamos de ir pra praia, ficar de boa lá, ler, fumar e tomar cerveja. Depois de alguns minutos, olhei pra Meli e vi que a mão do Kylian já tava acariciando os pelinhos da buceta dela por baixo do biquíni, igual ela tinha feito antes. Levantei uma sobrancelha pra ela, mas ela me disse em silêncio pra ficar tranquilo.
Depois de um tempo, levantei pra ir ao banheiro e Marcos foi junto pro banheiro do quarto dele (o principal tem banheiro privativo). Abri a porta e de repente lembrei que tinha deixado Kylian e Meli sozinhos com Andy. Confiava totalmente nela, mas fiquei curioso pra saber se meu amigo ia querer avançar, já que tinha rolado um clima entre eles durante o café da manhã. Silenciosamente, contornei a casa e fiquei do lado da janela da cozinha, de onde tinha uma vista perfeita. Os três ainda estavam comendo, Kylian passando a mão de leve bem na beirada do biquíni dela. Olhando com atenção, dava pra ver o volume da piroca do meu amigo (nada surpreendente, já que ele tava encarando uma deusa) e os biquinhos dos peitos dela meio durinhos por baixo do biquíni. Passaram uns segundos e Andy se levantou, avisando que ia vestir uma sunga. Uma sensaçãozinha de adrenalina percorreu meu corpo, na expectativa.
Assim que Andrés saiu da cozinha, o Kylian baixou um pouco a mão, mas logo, pra minha alegria, a Meli colocou de volta onde tava. Mas ele não ia desistir fácil e deu um selinho no pescoço da minha mina. Ela não falou nada, e ele aproveitou pra dar, devagar, uns beijinhos na nuca e nas laterais do pescoço. A Meli ria, dizendo que tava fazendo cócegas. Aos poucos, vi a mão do meu amigo descendo cada vez mais dentro do biquíni da minha namorada, até que num momento tava quase toda pra dentro. Não tava enfiando os dedos, mas claramente tava em contato. Eu fiquei tipo paralisado. Minha mente falava pra eu intervir na hora, mas minha pica tava dura pra caralho. Não conseguia me mexer.
—Hmmm… O que você tá fazendo? — disse minha namorada, de olhos fechados, enquanto ele continuava com seus beijinhos no pescoço e o toque suave.
Nada. Por quê?" respondeu Kylian, sorrindo.
—Não vai enfiar nada aí, isso é só pro meu namorado — mandou a Meli
Kylian tirou a mão da buceta da minha namorada e levou até o peito direito dela. Agarrou por cima do biquíni, o que fez ela soltar um gemido suave, levantando a cabeça com os olhos fechados. Até aquele momento eu não tinha notado, mas claramente tinha uma certa fricção lá embaixo, com os dois mexendo a cintura de leve. Quanto a mim, sem nem me tocar, já tava quase gozando dentro da sunga.
Depois de uns 5 minutos assim, meu amigo enfiou a mão por baixo do biquíni, mas minha namorada tirou de novo. Vi a cara de decepção do meu amigo, que pegou a Meli de leve pelo queixo, fazendo ela virar a cabeça pra olhar nos olhos dele. Eu sabia o que vinha, mas só de expectativa já comecei a gozar. Consegui levantar o olhar de novo pra ver meu amigo aproximar a boca da da minha namorada e beijá-la. Foi intenso pra caralho, com língua, selvagem. Mas só durou uns 10 segundos. Minha namorada se afastou e, sorrindo, explicou que aquilo era coisa só do namorado dela. Levantou e foi pro nosso quarto, deixando o Kylian com uma ereção do caralho, sentado na cadeira, como se estivesse em transe.
Por uns minutos fiquei ali, parado, sem saber como me sentir sobre aquilo. Tava puto e confuso ao mesmo tempo. Não dava pra negar que tinha me excitado. Depois de pensar, falei comigo mesmo que era melhor esperar um pouco pra ver se a Meli conseguia traçar os próprios limites e aí ver se eu ficava de boa ou se merecia uma conversa séria pra traçar eles juntos. De repente, ouvi vozes vindo de dentro, me liguei e entrei na casa como se nada tivesse acontecido. O Marcos, a Andy, a Melina e o Kylian estavam pegando umas cadeiras de praia pra sair.
—Tá pronto pra ir pra praia? — me perguntou a Meli.
—Sim, vai fundo —respondi.
Fomos pra praia mais próxima, pequenininha mas bem isolada das outras propriedades que rodeavam o lago. Não dava pra ver mais ninguém, então a gente tava gostosamente sozinho ali.
—Valeu por me receber tão bem, galera — disse Meli, jogando uma toalha na areia. — Fico mal de me intrometer nas férias de vocês, mas vocês realmente me fizeram sentir como uma de vocês.
Kylian e Andy sorriram pra ela, mas antes que pudessem falar algo, Marcos disse: "Você ainda não é uma da gente".
—Do que você tá falando? — perguntou Meli, meio surpresa.
- Bom, estamos todos sem camisa - ele disse. - Mas você tá usando sutiã.
—Já já, muito engraçado, otário — falei, sarcasticamente.
—Ninguém tá usando roupa de cima — respondeu meu amigo, dando de ombros.
— Não vai tirar… — comecei a falar, mas a Meli me interrompeu.
—Então cê quer que eu faça isso? — ela disse. Virou-se de costas pra gente. Alcançou o fecho do biquíni nas costas e desamarrou, soltando os peitos dela. Os caras vibraram e ela corou na hora. Olhei pra ela, sem saber como reagir. Meli cobriu os bicos com um braço e se virou, jogando o biquíni pro Marcos.
—Não sabia que você tava tão afim de usar meu biquíni, Marquitos. Podia ter me pedido antes — ela disse, arrancando risadas de todo mundo enquanto ele guardava o biquíni no bolso.
—Pode usar um biquíni de areia se quiser — Andy jogou pra ela.
—O que é isso? — respondeu minha mina.
—Aparece nas revistas o tempo todo. Você molha as tetas e coloca na areia. Elas cobrem bem e você não precisa usar um biquíni.
—Gostei! Vou me molhar toda.
Ela foi andando até a beira da água, abaixou o braço que a cobria e entrou no rio. Meus três amigos disseram que iam ajudá-la e foram se meter na água. Eu ficava olhando da toalha enquanto meus amigos batiam um papo com ela por um tempo, até que resolveram sair. A Meli saiu com uma mão cobrindo cada peito. Ela andou um pouco, abaixou as mãos (deixando meus amigos verem os peitos dela por alguns segundos) e se jogou de bruços, apoiando eles na areia. Quando ela se levantou, vimos que claramente o plano tinha funcionado. A areia cobria totalmente a região dos bicos dos peitos, embora, claro, fosse mais revelador que um biquíni. "Pelo menos é melhor que nada", pensei.
Elas se aproximaram das toalhas e a Meli se jogou de bruços pra pegar sol, depois de me pedir pra passar protetor nas costas dela. Eu tava lendo e de vez em quando olhava pros meus amigos, que estavam em pé batendo papo a uns 6 metros, encarando sem vergonha a bunda da minha mina. Depois de um tempo, ela virou. Metade da areia que formava o "biquíni" dela tinha caído e agora dava pra ver um pouco os bicos dos peitos. Ela pegou o pote de protetor solar e começou a passar nas pernas dela. As tetas dela balançavam de um jeito delicioso.
Sob o olhar atento dos meus amigos e o meu, ela começou a passar protetor na barriga. As mãos dela roçavam nos peitos e faziam eles tremerem ainda mais. Eu tava ficando dura de ver meus amigos olhando pra ela com tanta intensidade. Quando terminou, levantou a cabeça e, vendo meus amigos vidrados nela, rapidamente me olhou.
Quanta areia caiu das meninas" — ele me disse, tocando elas um pouco. "Quero passar protetor, não quero que fiquem marcas em mim.
—Bem—eu disse.
—Os caras vão ver meus peitos, hein. Não quero que você fique bravo — ela respondeu.
Eu não queria, mas a real é que meus amigos já tinham visto elas pra caralho, então topei.
-Então você tá de acordo. Entende que de vez em quando seus amigos vão ver minhas tetas, mas não é um problema porque somos todos adultos e às vezes adultos se veem pelados-. Em seguida, ela limpou a areia das tetas, enquanto todo mundo olhava ela fazer isso. Os bicos dos peitos dela estavam bem duros, apesar do calor que tava fazendo.
Ia ia responder algo, mas na hora não saíram as palavras. Ela tinha começado a passar protetor solar nos peitos. Era uma das coisas mais sexys que eu já vi na vida. Nós quatro estávamos olhando pra ela, quase em transe.
O show durou uns 15 minutos, com os últimos 5 sendo praticamente a Meli se esfregando as tetas.
-Pronto!- exclamou, levantando as mãos, com o protetor finalmente passado. -Hora de um novo biquíni de areia-.
Ela parou e se deitou do lado da toalha, colocando um pouco de areia nos bicos dos peitos e só. Quando viu que eu olhei com cara de reprovação, me soltou: “falei que não quero um bronzeado desregulado”.
Ficamos mais um tempinho na praia, até bater a fome e voltamos pra casa. Quando chegamos na porta, o Marcos insistiu pra Meli não entrar com areia na casa dele, então ela tirou a areia lá fora e ficou de topless de novo.
Subimos pro quarto e ela se jogou na cama em cima de mim na hora.
—Quero que você me coma com força agora mesmo. Mas não quero que os caras ouçam. Depois sim, me promete.
—Eu te prometo — respondi.
—Bom, vou tomar um banho — ela disse, se levantando e saindo do quarto.
Fiquei de bobeira, mas levantei quando ouvi vozes no corredor. Espiei e vi a Meli, ainda sem blusa, batendo papo com meus três amigos, que não tiravam os olhos dela. Mas minha mina logo despachou eles, falando que precisava ir tomar banho. Voltei pro quarto, mas saí de novo quando ouvi risadas, dessa vez vindo do banheiro.
Fui rápida mas silenciosa até a porta do banheiro e espiei. Meus três amigos de sunga estavam de pé, olhando pra porta do chuveiro, onde dava pra ver meio borrada a figura pelada da minha mina. A parte de baixo do biquíni dela tava jogada do lado de fora. Será que ela tinha tirado na frente dos caras?
—Bom, tô terminando. Quem entra agora? — disse a Meli.
—Ei! —gritou Andy.
—Quer que eu deixe a água correndo? — perguntou ela. — Mas só se você estiver pronto pra entrar rápido, pra não gastar água.
Andy imediatamente baixou a sunga, deixando à mostra pra todo mundo o pau meio duro dele.
—Pega uma toalha pra mim — ela disse.
Andy pegou uma do armário e abriu a porta de repente. Por um breve momento, meus amigos e eu curtimos a testa completamente nua dele enquanto a Meli pegava a toalha. Ela abriu enquanto olhava pela primeira vez o corpo pelado do Andy. Os olhos dela pararam por uns segundos na piroca dele. Era mais ou menos do mesmo tamanho que a minha, talvez um pouco mais grossa.
—Ah, beleza Andy —ela disse, passando por ele ao sair do chuveiro. —Que pequenininha, hein!—. Todo mundo começou a rir. Andy entrou rapidinho no chuveiro e fechou a porta.
Segui ela e, quando chegamos no quarto e fechei a porta, tava puto pra caralho. A gente tinha combinado que ia ter mais limites naquela manhã mesmo, e a Meli não fez nada além de quebrar todos. Mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela se colocou na frente do espelho, completamente pelada, e a visão do corpo dela destruiu minha linha de pensamento.
—Meu Deus, bebê — ela disse, olhando pra minha virilha. Eu também olhei e vi minha ereção e uma mancha de líquido pré-seminal no meu short. Cobri com as mãos enquanto meu rosto ficava vermelho que nem um tomate. A Meli se aproximou, tirou minhas mãos e agarrou meu pau por cima do short.
—Não precisa esconder isso de mim, querido — ela me disse. —Adoro te ver assim, pronto pra explodir.
—Você foi longe demais hoje —consegui dizer, mal conseguindo pensar direito enquanto a via esfregar meu pau. —Combinamos de flertar um pouco esta manhã, não de ficar pelada na frente deles nem de sentar em cima deles pra esquentar.
—Me perdoa, bebê —ele disse, enfiando minha mão dentro da minha calcinha e finalmente começando a bater uma pra mim. —Não achei que iam me seguir até o chuveiro. Quando entraram, pensei que iam só dar uma olhada na minha bunda nua por um segundo, tipo aquelas vezes que a gente se vê pelado por acaso e ninguém liga. Mas eles ficaram e me viram tomando banho. E enquanto eu me lavava basicamente na frente deles, pensei que se fizesse um escândalo por estarem me olhando, ia ficar tudo muito estranho. Tipo, passei as últimas 24 horas deixando eles olharem meus peitos e minha bunda. E agora vou ficar puta porque querem me ver no chuveiro? Se eu fizesse eles se sentirem envergonhados por estarem um pouco excitados comigo depois de ter meus peitos à mostra a manhã toda, eles iam achar que sou uma hipócrita que quer fazer eles se sentirem uns tarados. E pensei que, pra ser um dos caras, tinha que agir como tal e seguir a brincadeira. Então inventei essa história de não desperdiçar água pra que o Andy entrasse depois e a gente pudesse zoar e aliviar essa tensão sexual que tava no banheiro, porque eu sou uma mulher e eles uns caras excitados.
—Ser um dos caras? — perguntei. — Os caras não ficam pelados na frente dos outros, os caras não se masturbam olhando os corpos dos outros, nem se dão uns amassos entre si como você com o Kylian.
Quando ouviu isso, os olhos dela se arregalaram e ela começou a me masturbar mais forte.
— Tá dizendo que eles batem punheta pensando em mim? — ela disse. — Qual dos teus amigos você diz que tem a maior piroca?
— Não quero pensar nisso — respondi, tirando a mão dela da minha calcinha e me levantando. Meli fez uma cara de frustração.
—Tá, tô só zoando — ela disse, fazendo cara de coitadinha. — Não tava perguntando por mim. Só tava pensando que seria mó tesão se alguma das picas dela te agradasse.
—Tirando a pica do Andy uns minutos atrás, nunca vi as rolas dos meus amigos — falei. — Nem quero.
—Vamos pra piscina —ela me falou. Eu não tava a fim, tava morrendo de sono, mas claramente não queria que ela fosse sozinha com meus amigos, então falei que sim.
Depois de comer umas batatas como almoço improvisado, passamos o resto da tarde relaxando na piscina e nos arredores. A Meli ficou a maior parte do tempo sentada numa espreguiçadeira, tomando sol. Ela soltava a parte de cima do biquíni quando estava de bruços, mas por sorte amarrava de novo quando virava.
O Marcos fez um churrasco quando o sol foi baixando, e a gente começou a beber mais. Tava mó legal, fumando um baseado e tomando fernet com coca, nosso drink favorito. Claro que todos meus amigos tavam flertando com a Meli e ela com eles, mas tudo tinha um ar de inocência, ela sentada no meu colo, fazendo carinho no meu cabelo.
Depois que jantamos, nossa bebedeira nos fez achar que fazer uma competição de mergulhos na piscina era uma boa ideia. Andy colocou música e o Kylian foi o primeiro. Tomou impulso, foi até o trampolim e se jogou feito uma bolinha. Todo mundo aplaudiu.
Andy foi depois. Fez uma pose de fisiculturista no salto antes de cair na água, e arrancou aplausos do resto de nós. Marcos foi depois. Pulou e mandou a pose do Magic Mike (stripper), mas sem se pelar.
Meli foi atrás e, enquanto subia, todos os meus amigos gritaram pra ela. Fiquei preocupado por um segundo, mas aí lembrei que ela tinha se comportado a tarde inteira, então me acalmei. Uma nova música tocou e ela sentiu na hora, rebolando a bunda enquanto chegava no final do trampolim. Ela olhou pra gente por cima do ombro e piscou um olho.
Ela pegou a parte de baixo do biquíni e puxou pra baixo. Os caras aplaudiram ainda mais enquanto ela rebolava a bunda, agora nua. O sol já tinha descido, então também não dava pra ver muito. A dancinha dela durou só um instante, depois do qual ela se jogou de costas.
Eu fiz meu pulo na hora que a Meli tava nadando até a parte rasa onde os caras estavam. Tava tão bêbado que só no último segundo percebi que o biquíni dela ainda tava no trampolim. Peguei e joguei pra ela. Ela, que tava rindo com os caras na parte rasa, pegou e vestiu rapidinho. Não sei o quanto meus amigos conseguiram ver, mas espero que não muito.
Sabia que qualquer coisa que eu fizesse agora ia ser um baita anticlímax depois de ter arrancado o biquíni, então resolvi acelerar logo. Fingi que era um cowboy, gritando enquanto chegava no final do trampolim. Dei um salto de canhão, que foi um erro enorme. A água bateu na minha cabeça e o impacto, junto com a maconha e o álcool que eu tinha consumido, fez minha cabeça girar mil vezes quando eu subi à superfície. Consegui nadar até a parte rasa, mas os outros perceberam que eu tava mal.
Meli me pegou pela mão e me levou até as escadas, enquanto Marcos pedia pra eu não vomitar na piscina dos pais dele. Saí da piscina e me sentei numa espreguiçadeira, enquanto minha mina me trazia uma garrafa d'água. Tava tendo dificuldade pra ficar acordado. O pior já tinha passado, mas quando ela anunciou que a competição continuava e que eu ia assistir da espreguiçadeira, me liguei um pouco.
Andy começou a segunda rodada e eu vi que, antes de pular, ele adotou a nova moda imposta pela Meli: ficar pelado. Foi até a ponta do trampolim, tirou a sunga e jogou numa cadeira. Ouvi os gritos de incentivo da Meli, junto com o resto dos meus amigos. Mesmo assim, a iluminação não deixava ver muita coisa. Ele pulou e depois nadou até a parte rasa, sem nem pensar em pegar a sunga.
Depois foi a vez da Meli. Eu pensava e esperava que ela não se despisse dessa vez. Mas rapidamente fui decepcionado. Assim que subiu no trampolim, tirou a parte de cima do biquíni.
O cansaço tava me vencendo e eu tava entrando e saindo do sono. Lembro do Kylian tirando a sunga, depois do Marcos fazendo o mesmo. Outra coisa que acho que lembro é ver o Marcos e a Meli pelados parados no trampolim juntos enquanto os caras riam na piscina. Também tenho uma vaga lembrança de todo mundo, pelado, parado na minha frente, vendo se eu tava bem e acordado.
Finalmente acordei ouvindo o que parecia um grito da Meli. Abri os olhos e me espantei ao escutar minha namorada repetindo "Meu Deus" várias vezes. Quando consegui focar direito, olhei na direção dos barulhos, que era a jacuzzi. Os caras estavam sentados nas bordas externas com os pés na água e a Meli no centro. Igual ao dia anterior. A única diferença é que agora todos estavam pelados. Completamente. Troquei olhares com a Melina e notei uma expressão de medo por um breve instante. Não durou muito, porque rapidamente ela mergulhou na água.
Me levantei como pude e vi minha sunga jogada do meu lado. Só quando coloquei é que percebi que não era minha sunga, era a parte de baixo do biquíni da minha namorada. Pensei em procurar minha sunga, mas o jardim tava muito escuro e eu muito bêbado pra essa tarefa, então fui andando até a jacuzzi com o biquíni vestido. Quando cheguei, a Meli tava apoiada numa grade com o corpo submerso. Os peitões dela passavam da linha d'água e se erguiam orgulhosos, bem à mostra. Os caras, sentados na borda, estavam com as pernas abertas e dava pra ver de boa as picas deles.
— Tá se sentindo melhor, bebê? — me perguntou a Meli, sorrindo ao ver meu pacote mal contido pela biquíni dela.
— Tá usando fio dental? — perguntou Andy, rindo junto com os outros caras e a Meli.
—Não, coloquei o biquíni porque não achei minha sunga — falei, sem muito saco pra brincadeira. — Dá pra ir pra cama, amor?
—Vamos —respondeu Meli. A água escorreu do corpo dela quando se levantou, nua, na frente dos meus amigos, igualmente nus. Os olhos deles foram rapidamente pra buceta dela, que exibia um arbusto bem aparado. Suponho que, a essa altura, todo mundo já tinha visto, pensei.
-Já que você insiste tanto em usar minhas roupas, me traz uma toalha- falou minha mina.
Passei a toalha pra ela, ansioso pra que cobrisse o corpo. Ela, sem pressa, primeiro secou o cabelo, ignorando que os caras estavam olhando descaradamente pra ela. Eu aproveitei pra olhar pra eles. Não sei por quê, mas fiquei curioso pra ver como eram os paus deles, pra comparar o tamanho com o meu. Kylian e Andy pareciam ter o mesmo tamanho que o meu (médio), embora fosse difícil de notar porque os paus deles estavam moles. As cabeças pareciam meio roxas, mas nem pensei duas vezes, também não sou nenhum especialista em paus.
Aí eu olhei pro Marcos. Ele não tava mole nem de tamanho médio. O pau dele tava durasso e vazando líquido pré-gozo da ponta. Não só era absurdamente comprido, mas também provavelmente tão grosso quanto meu pulso. Minha boca se abriu de surpresa. Por sorte, ele não me viu, mas infelizmente a Meli viu. Ela escolheu exatamente aquele momento pra abaixar a toalha da cabeça e me viu olhando de boca aberta pro pauzão do Marcos. Ela sorriu com cara de malvada enquanto secava os peitos.
Ela saiu da jacuzzi enquanto terminava de se secar, dando pros meus amigos uma última olhada no corpo nu dela inteiro em toda sua glória. Eventualmente, terminou de se secar e jogou a toalha, virando pros meus amigos e brincando que eles não ficassem acordados até tarde. Depois, finalmente, o show acabou e ela foi andando pra dentro, e eu fui atrás dela. Assim que entramos no nosso quarto e fechamos a porta, ela me jogou na cama e subiu em cima de mim.
—Meu deus, amor, tô tão feliz que você acordou na hora de ver a pica do Marcos — ela me disse, toda sorridente. —Aquela parada é gigante, viu?
—É absurda, isso sim — falei enquanto ela se esfregava na minha pica. — Pensei que não ia mais ficar pelada com eles.
—Já sei —respondeu ela. —Mas a competição de gole foi pra aquela direção e eu não queria ser a estraga-prazeres, porque sabia que se eles tirassem a roupa iam querer que eu fizesse o mesmo. Senão, iam me considerar pra sempre a namorada chata do Brian e eu nunca ia conseguir ser amiga deles. Me senti muito livre hoje exibindo meu corpo e sem ter frescura de ser vista. Me diverti pra caralho e fiquei à vontade — ela disse, e eu sorri de leve. Adoro ver ela feliz. Ela olhou pro meu pau, completamente mole (não aguentou a quantidade de álcool que tinha bebido) e franziu a testa.
—Acho que hoje não, bebê — falei pra ela.
— Te incomoda se eu cuidar de mim mesma? — ela me perguntou. — Vou te contar o que rolou enquanto você tava dormindo.
-Sim, por favor- eu disse, enquanto nos posicionávamos na cama, de lado, nos olhando cara a cara. Ela começou a roçar a buceta.
- Do que você lembra?
— Lembro de você ficando pelada. Depois tive uns sonhos estranhos e acordei quando ouvi você gritar na banheira de hidromassagem.
—Ah, isso —disse ela, corando. —Sei que provavelmente você não gostou de acordar e me ver pelada na banheira assim, e tenho mais umas coisinhas pra confessar, mas acho que você vai concordar que não é tão grave assim.
—Vamos, me conta —falei. Ela parecia adorar me contar essas coisas, mesmo sabendo que eu ia ficar puto. Tava decidido a fazer ela me contar tudo, e tenho quase certeza que era o plano dela também. Não curtia estar fazendo o que ela queria, implorando pra ela me contar o quanto foi safada, mas não via outra saída. Precisava saber o que tinha rolado.
—Bom, a segunda rodada da competição terminou com todo mundo pelado — começou, se tocando. — Foi engraçado ficar pelado assim. Na real, ninguém conseguia ver nada, tava tudo muito escuro. Tipo, dava pra ver que eu tinha um pouco de pelo e uma bunda, e eu via que eles tinham pica e rabetão, mas nada além disso.
Chegando nesse ponto, meu pau, que eu nem tinha percebido crescer, começou a empurrar a mão da Meli que tava acariciando o clitóris dela. Ela agarrou meu membro e começou a me masturbar devagar, enquanto atingia a dureza máxima.
- Meu Deus, bebê. Você adora que eu me exiba-. Eu abri a boca pra responder algo, mas ela colocou rapidinho o dedo que tava se tocando na minha boca e eu chupei ele.
—Enfim —ela continuou—, os caras fizeram a terceira rodada. Quando chegou minha vez, pensei em me tocar um pouco de brincadeira, como um show. Tava meio preocupada se ia ser sacanagem demais pra fazer na frente dos seus amigos, mas sabia que eles não iam conseguir ver nada por causa do escuro, então não era tão grave. Mas foi aí que o Marcos me surpreendeu.
—O que ela fez? — consegui perguntar. A Meli agora tava me punhetando com as duas mãos. Os peitos dela balançavam enquanto fazia isso.
— Saiu da piscina enquanto eu me preparava. Eu não tinha visto ele, então foi uma surpresa. Eu tava meio curvada e ele, do nada, me agarrou e pulou na piscina. O pau dele ficou colado na minha perna. Aquela coisa me assustou.
Eu não sabia o que dizer. Tava excitadíssimo, contra a minha vontade.
- Aí saímos pra ver qual é a sua. Sabia que tinha muito mais luz naquela parte do quintal, então no começo fiquei de costas pra eles. Nesse ponto, não tava nem aí se olhavam minha bunda, mas não queria que vissem minha buceta também. Mas enquanto a gente tentava te acordar, percebi que todos tinham mudado de lugar. Primeiro pensei que era pra ver meus peitos enquanto eu te sacudia pra acordar, então não me preocupei, já me viram mil vezes. Mas depois percebi que eles tinham uma vista perfeita da minha buceta. Fiquei envergonhada, esses são seus melhores amigos e já tinham me visto pelada. Além disso, meu clitóris tava bem inchado, imagina. Esperei meses pra me sentir confortável o suficiente pra mostrar pra você e eles viram assim, na maior cara de pau. Mas depois, enquanto eles olhavam minha buceta, me relaxei, sabendo que não tinha nada pra esconder.
Mordi meus lábios e fechei os olhos. Isso era demais. Ela já tinha me visto toda. Quase gozei na hora. Meli sentiu que eu ia gozar e parou de me tocar, me deixando sem chegar ao orgasmo.
—Tá bem, bebê? — ela me perguntou. Eu concordei com a cabeça, então ela continuou. — Depois disso, fomos pra hidromassagem. Eu entrei e os caras sentaram nas bordas. Queria esconder um pouco minha buceta pra eles não perceberem o quanto eu tava molhada, só de imaginar o quanto você ia ficar com tesão quando ouvisse isso. Me assustou um pouco me ver cercada por três paus durões pra caralho, mas, fazer o quê? Me senti realmente feliz por eles terem a confiança de se mostrar tão vulneráveis assim pra mim. Marcos disse que, se eu ia ficar olhando pros paus deles o dia inteiro, o mínimo que eu podia fazer era definir uma aposta.
Ele disse que o Kylian e o Andy insistiam que, mesmo o pau dele sendo maior que o deles, eles conseguiam deixar o deles mais duro, então a diferença de tamanho não importava. Ele achava que conseguia deixar o dele tão duro quanto os outros dois, mas precisavam de um juiz imparcial pra decidir. Eu comecei a ficar preocupada.
—Como é que vocês esperavam que eu fizesse isso?
— Estavam sendo meio bobos — ela me disse. — Falei pra eles que já tinha sentido um pouco das ereções deles quando fizemos a competição de mergulho na piscina, mas insistiram que eu tinha que sentir com a mão.
-Obviamente falei que não. Era só uma desculpa pra eles me tocarem. Kylian e Andy admitiram que era tudo o que queriam, mas Marcos contou pra gente todos os problemas que os caras com pica gigante têm. Tipo, não entrava em nenhuma mina. Ele também disse que o boato de que pica grande não sobe é uma mentira que fere os sentimentos. Então tive pena e aceitei ser jurada. Falei pra eles que, se achavam que iam ganhar uma punheta, estavam muito enganados.
— O Marcos foi primeiro. Eu me ajoelhei e, com ele na minha frente, me senti muito puta. Mas ele me olhou e passou confiança. Então peguei ele e fui pra frente e pra trás umas vezes. Falei que ele era pelo menos tão duro quanto qualquer pau que eu já tinha sentido.
Peguei as picas do Andy e do Kylian, uma em cada mão ao mesmo tempo e repeti o mesmo esquema que fiz com o Marcos. Falei pra eles que pareciam iguais e eles disseram que tinha que ter um desempate. Começaram a discutir e… não fica brava.
— Por quê? — perguntei, preocupado.
—Bom, só tô te falando que foi um acidente. Respirou fundo. —Enquanto eles discutiam, eu deixei minhas mãos nos paus deles. Não sei por quê, nem tava pensando nisso. E também nem percebi que, enquanto eles brigavam, eu tava passando bem de leve meus polegares nas cabeças dos paus deles. Tavam soltando muito líquido pré-gozo. Claro que esqueci do que podia rolar.
Engoli com dificuldade. Já sabia o que podia rolar, mas esperava estar enganado.
-Então, enquanto os dois estavam parados ali, foi demais pro Kylian e, do nada, eu ouvi ele soltar um gritinho e, na sequência, o pau dele jorrou porra e encheu tudo as minhas tetas. O Andy olhou e a visão deve ter sido muito forte, porque ele gozou na hora também, dessa vez na minha cara.
Com isso, eu estava prestes a gozar. Meli percebeu e subiu em mim, enfiando meu pau na buceta dela. Foi demais e eu gozei muito forte dentro dela.
—Isso te fez… deus— gemeu ela, com o corpo inteiro tremendo enquanto gozava. Foi muito intenso e, depois de alguns instantes, se jogou ao meu lado.
—Me diz que você exagerou, pelo amor de Deus — falei, sabendo muito bem que não tinha. Já tinha visto os paus deles moles e roxos, e fazia sentido. Eles tinham acabado de gozar. Gozaram nos peitos da minha mina.
-Desculpa, amor- ele disse suavemente. -Foi um acidente. Foi muito chocante e me fez sentir muito puta. Que mina se coloca numa situação onde levam gozada na cara por acidente? Ainda mais depois que você acordou e eu me senti super culpado-.
Agora que tinha acabado, minha energia e clareza mental escaparam rapidinho do meu corpo.
—Marcos tava puto —ela continuou, enquanto sentia minha cabeça se afastar. —Ele disse que eu tava devendo uma punheta pra ele porque tinha feito pros caras, mas foi quando você acordou, então não precisei discutir. Por favor, não fica brava, foi um acidente.
—Tá bom —consegui falar, sem ter muita consciência do que tava dizendo.
Valeu, amor", ela disse, se aninhando contra mim. "Você é o melhor, te amo.
8 comentários - Apresentando minha gostosa - Parte 2