La vida de juli. Parte 2

Já tínhamos todos levantado, tomado café da manhã, e o olhar intenso do Braian era bem evidente. Eu só fazia olhinhos pra ele e sorria.
Minha mãe: que porra tá rolando entre vocês dois?. - ela me olha.
- nada, mãe... - ri
Conversamos mais um pouco, e de repente vejo o Braian levantar e começar a se despedir.
- foi bom te ver depois de tantos anos.
Enquanto deixava a mão dele pousar no meu ombro, e com a outra brincava com minha bochecha.
- igualmente, Braian.
Eu amava aquela sensação que percorria meu corpo ao observá-lo. A personalidade dupla dele, tranquilo, calmo, super sociável e um nível de inocência no jeito de falar, no humor. Era um profissional em esconder todo o tesão e a luxúria, e isso me deixava fascinada.
- bom, gente linda, já vou.
Começo a notar que não tinha mais ninguém no lugar, e eu já estava pronta pra voltar pra casa.
No caminho, passei na farmácia e comprei as pílulas, porque lembrei que o Braian tinha gozado dentro de mim e, se não queria "surpresas", melhor tomar obedientemente.
Comprei as pílulas e uma garrafa d'água, tomei e fui pra casa.
Abri a porta e entrei, quando fui me virar, sinto alguém tampar meus olhos.
- ahh?. - falei confusa.
A resposta foi um "shhhh"
Ele tirou as mãos e quando viro pra ver.
Era o Braian.
- oiiii, beeee... - me joguei nos braços dele.
Braian: oi, minha princesa.
- como você sabia que eu moro aqui? - perguntei, sentando no sofá.
- aproveitei que seu pai tava bêbado e tirei a info. Já tava com saudade de você.
Eu olhei pra ele e abri um pouco as pernas, deixando à mostra minha calcinha, igual no jantar de ontem.
- tava com saudade. - falei. - Ou tava com saudade de a gente transar? - ri safada
Braian: pode-se dizer que os dois. - riu e os olhos dele caíram na minha buceta.
- vem cá, pequeno. - ri
Ele se levantou e me beijou. - seu cheiro é delicioso.
- Umm, exatamente de quê? - falei enquanto olhava os lábios dele e tocava no peito dele.
Braian: de que você vai ser minha. - disse Seguro. Juntamos nossos lábios num beijo desesperado. — Sou toda sua, Bra — gemeu quando senti as mãos dele acariciando meus peitos e fechei os olhos pra aproveitar. Num instante a roupa deixou de atrapalhar, minha calcinha se perdeu em algum canto da casa, que eu nem sei, nem tava afim de saber. Do mesmo jeito que a jeans dele tava perdida no meio do nada, me deixando ver a ereção. Braian: pronta? — sorriu com arrogância. — Quando você quiser, meu amo. Abri as pernas na escrivaninha onde ele tinha me colocado e chamei ele com o dedo. Ele lambeu os lábios e chegou mais perto de mim. Me penetrou de uma só estocada enquanto dizia: — Você é minha. Rosnou, as cadeiras dele se moviam forte entre minhas pernas. Naquela sala, o som dos nossos corpos se chocando era muito excitante, nossas gotinhas de suor escorriam pelas testas. — Meu amo — gemeu quando ele parou. Vi ele se afastando, como se tivesse procurando algo. Braian: Fica aí, escrava, não se mexe. — Abriu minhas pernas. Fiquei parada, mas minha mão foi pro amigo dele. Aí ele respondeu: — Isso é perigoso. — Ajoelha pro amo, escrava minha. Ajoelhei e ele colocou no meu pescoço o cinto dele como coleira. Apertando, mas ainda dava pra respirar. — Faz um boquete, slut — sorriu safado. — Seu amo precisa relaxar. — Puxou o cinto de uma vez só. Me aproximei do pau dele e lambi a ponta. Mas ele podia me manejar do jeito que quisesse, então ele enfiou metade do pau na minha boca e depois inteiro, o que me fazia ofegar um pouco. Depois comecei a chupar e passar minha mão no pau dele, do começo ao fim, rápido e firme. Braian: ahhh — gemeu. — Você me deixa louco. Enquanto eu continuava e olhava pra ele, ele parecia estar curtindo muito, já que tava noutro mundo, por assim dizer, mas tinha um problema: a vontade de me tocar ou de ser tocada tava crescendo. Braian agarrou meu cabelo com força, e metia e tirava o pau mais rápido enquanto apertava mais o cinto. no meu pescoço. Comecei a tossir um pouco, tava me sufocando. Ele me levantou e me jogou de uma vez só contra a parede. Segurou minhas mãos na parede e começou a se enfiar de novo, entrou sem nenhum cuidado, e da minha boca saiu um grito desgarrador.
Braian: Assim, continua, grita pra mim. — Mordeu meu lóbulo da orelha.
O dedo dele desceu pro meu clitóris, mexendo sem cuidado nenhum, de forma brusca.
— Meu amorrr. — Gemi e me arqueei.
Minhas pernas começaram a tremer e um fio de saliva escorreu da minha boca. Eu cheguei no tão falado orgasmo.
Braian me virou e a boca dele reclamou a minha. Enfiou dois dedos junto com o pau dele. E isso fez minhas pálpebras começarem a tremer, meu corpo ficou pesado e minhas unhas se cravaram nas costas dele.
— Você me encanta. — Gemi.
Braian: Você a mim, sua puta. — gemeu enquanto gozava.
Nós dois estávamos muito quentes e nossa tensão era indescritível.
— Vamos dormir um pouco?
Braian: Claro. — Me tirou da escrivaninha e minhas pernas tremiam tanto que eu nem entendia.
Ele riu e me deu um apertão na bunda. — Te ajudo.
— Por favor. — Falei.
Ele me carregou no ombro e enfiou a mão na minha buceta.
— Ahh. — Meu gemido de dor apareceu.
Braian: Como você é apertada. — Disse lambendo os lábios.
Me deixou na minha cama e ele se deitou do meu lado. Nós deitamos pra descansar, meu corpo pedia por isso aos gritos.
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ESPERO QUE VOCÊS TENHAM GOSTADOO..
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VOU ESCREVER A 3ª PARTE.
Até mais, viciados em sexo.

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