Como vocês lembram, meu nome é Mário e, junto com meus pais, Ana e Joaquim, eu estava passando as férias na vila do meu pai quando aconteceram os fatos que conto na minha história. Até este verão, a gente tinha ido pra lá poucas vezes, e espero de coração que não tenha uma próxima volta. Depois do que rolou na segunda parte do meu relato (Minha mãe é comida na vila 2), decidi focar nos estudos. Tentava manter a mente ocupada com meus exercícios de física e matemática e, pra ser sincero, por uns dias consegui. Passava a maior parte do dia trancado no meu quarto, o que dava uma baita satisfação pro meu pai, que via eu me matando de estudar. Ele esperava que, depois das provas de setembro, eu passasse pro segundo ano de Arquitetura sem nenhuma matéria pendente. Passou assim, acho, um pouco mais de uma semana, durante a qual não tive contato nenhum com o Sergio (o pedreiro que tava consertando o telhado) e muito menos com os amigos dele (Carlos e Victor). Isso ajudou a não pensar mais no encontro que presenciei entre eles e minha mãe. Chegaram as tão esperadas festas pra uns e nem tanto pra outros (ou seja, eu). Depois de tudo que aconteceu, a última coisa que eu queria era comemorar algo naquela vila, e muito menos com alguma daquelas pessoas... Aconteceu o tão aguardado show de strip (que eu falei no relato anterior), que virou a vila inteira de cabeça pra baixo e que, claro, eu não fui, embora meus pais tenham ido. Não sei se nesse tempo todo teve algum outro encontro entre o Sergio ou um dos dois amigos dele e minha mãe. As festas duravam três dias e foi justamente no último deles que meu pai insistiu pra eu acompanhar ele e minha mãe no baile que tinha à noite na praça, dizendo que não era bom eu estudar tanto. Como eu falei, não tava a fim nem um pouco, mas aceitei pra evitar uma possível briga. Vou me arrepender pra sempre de ter ido com eles naquela noite... O baile começava às 12. Durante No jantar, meu pai comentou como tava morrendo de vontade de sair naquela noite. Como era começo de agosto e época de festa, na vila tinha muita gente de fora e era uma oportunidade pra ele reencontrar uns conhecidos velhos da infância. Ele tava todo animado com a ideia, e insistiu pra minha mãe se vestir de um jeito especial. Queria, segundo ele, "DESFILAR DE ESPOSA" e esperava que minha mãe ofuscasse todo mundo. Ela obedeceu e os primeiros surpresos fomos eu e meu pai. Quando ela saiu do quarto vestida daquele jeito, me toquei do perigo que teria naquela noite e decidi que não ia perder de vista nem o Sergio nem os dois amigos dele, por via das dúvidas. Ela tava com um vestido verde de tecido fino que se ajustava delicadamente a cada curva do corpo dela. Realçava especialmente o quadril e os peitões generosos, cuja forma dava pra adivinhar fácil por baixo da gaze que os cobria e que acabava amarrada no pescoço da minha mãe. O comprimento ficava acima dos joelhos, mostrando só o começo das coxas torneadas dela. Tudo isso completava com os inseparáveis sapatos pretos de salto altíssimo, a bolsa e um conjunto de colar e brincos de pérola que meu pai deu pra ela no aniversário de casamento anterior. A gente tava indo pra praça quando, no meio do caminho, alguém nos chamou. Era o Manuel, pai do Sergio, e a mulher dele. Eles tavam saindo de casa pra ir pro baile também. Eu até então não sabia nem onde eles moravam. Eles, ao nos ver, insistiram pra gente entrar pra tomar alguma coisa e depois ir todo mundo junto pra praça. Mal a gente entrou, a mãe do Sergio insistiu em mostrar a casa. Os dois tavam visivelmente orgulhosos do lugar onde moravam. Manuel comentou que tinham construído ela entre ele e o Sergio fazia só uns dois anos. Era enorme. Primeiro mostraram o térreo, onde se destacava uma sala de pelo menos 30m², e depois subimos pra ver o resto. Tinha umas seis portas ao longo do corredor. A primeira era do quarto do ambos, com closet e banheiro inclusos, e uma decoração meio brega. As próximas, para quartos ainda sem mobília e um lavabo. A última, segundo a mãe dele nos disse antes de abrir a porta, era o quarto do Sergio. Por um instante, fiquei curioso pra saber como era. Talvez aquela fosse a chance de saber um pouco mais sobre aquele babaca, que tava comendo a minha mãe e fazendo aflorar nela os instintos mais baixos. Assim que a mãe dele abriu a porta do quarto, minha curiosidade foi saciada. Era exatamente o que eu imaginava, um verdadeiro PORCO, um PORCO em letras maiúsculas. Aquele era um quarto enorme, com uma cama de casal desarrumada e roupa jogada por todo lado. Tinha até uma cueca no chão, aos pés da cama, e em cima de uma das mesinhas de cabeceira, uma caixa de camisinhas, que ele nem se deu ao trabalho de esconder. Mas o pior não era isso, e sim uma das paredes. O porco tinha ela completamente forrada com pôsteres de minas peladas, todas com algo em comum: umas tetas enormes, até diria desproporcionais. A mãe dele logo se desculpou, comentando com a minha algo como "Você sabe como esses garotos são, Ana. Não tem quem os aguente, né?". Naquele momento, outra porta que dava pro quarto dele se abriu. O Sergio apareceu quase pelado, coberto só por uma toalha na cintura. Aquele era o banheiro do quarto dele. De novo, pude ver o corpaço que aquele filho da puta tinha. Nele, não tinha um músculo que passasse despercebido. Ele nem se incomodou ao nos ver, até diria que achou graça na situação. Vi como ele olhou pra minha mãe sem nenhum pudor, com aquele sorriso que me irritava tanto. Comentou que tava tomando banho "pra sair pra caçar" naquela noite e, virando pro meu pai, disse rindo: "Viu que decoração, Joaquim? Kkkk... As peitudas são a melhor parte do quarto, né?" "Que sem-vergonha você é, malandro." – respondeu meu pai. "Você não sabe o quanto. Tem que aproveitar enquanto é jovem e pode, kkkk" – ele disse. na frente dos pais dela, sem vergonha nenhuma. Minha mãe tava tipo viajando. Não tirava os olhos do torso daquele cretino ou, na falta disso, daqueles pôsteres. A mãe do Sérgio foi a primeira a começar a sair do quarto. Seguiram o marido dela, meu pai, eu e, por último, minha mãe. Enquanto saía, pude ouvir claramente o Sérgio dizendo pra ela: "Olhar pra elas é como ver você, linda, só que as suas são melhores. Essas aí bem que queriam ter as suas tetonas..." — "Cala a boca!" — ouvi minha mãe responder. Queria vazar dali. Tiveram que passar mais uns minutos até que os pais dele e os meus decidiram ir pra praça. Na hora, me apressei pra sair com eles de lá. No caminho pra lá, paramos em 3 ou 4 bares onde nos convidaram pra limonada. Eu só bebi num deles, mas meus pais e os deles beberam em todos. Assim que chegamos na praça, meu pai começou a cumprimentar um monte de gente. A maioria era pessoal que ele não via há décadas. Nem preciso dizer que ele se exibia apresentando minha mãe. Depois de um tempo, meus pais estavam falando com umas 15 ou 20 pessoas. A noite prometia ser a mais chata pra mim... Devia ter umas 250 ou 300 pessoas ali, a maioria velhos ou da idade dos meus pais. Jovens, quase nenhum. Daí meu pai decidiu convidar uns casais com quem tava conversando pra tomar algo no balcão do bar que tava montado no fundo da praça. Quando fomos pra lá, vi que o Sérgio tava ali com dois caras que eu não conhecia. Por que aquele cretino tinha que vir encher o saco aqui? Com um puta ódio, decidi não tirar os olhos dele a noite toda. Ficamos um tempão naquele balcão, o suficiente pra eu descobrir que os outros dois eram uns amigos que o Sérgio tinha em Medina del Campo e com quem ele devia ter se divertido pra caralho. Pelo que ouvi, eram primos entre si. O primeiro era um moleque de 26 anos, vestindo um short xadrez, um tênis e uma camiseta verde de uma marca famosa, com uma margarida gigante na costas. O que mais me surpreendeu nele era que tinha a mesma cara do Villa, o jogador do Valência, mas o corpo era bem mais troncudo. O outro, o primo dele, era mais velho que o resto. Devia ter uns 32, moreno e bem bombado também, com uns 1,90m de altura, barba por fazer de dois dias e um visual muito mais cuidado. Vestia uma calça jeans escura, cinto branco e uma camisa também branca, com as mangas arregaçadas e meio justa, que marcava uns peitorais tão duros quanto os do Sérgio. Enquanto meus pais conversavam com aqueles casais, eu comecei a cumprir minha missão. Posicionado atrás da minha mãe e a poucos metros deles, tentava não perder eles de vista naquela barra de bar improvisada onde estávamos. Meu pai e os outros falavam de como se divertiam quando eram crianças, das brincadeiras que faziam na escola e de como se acabavam no totó que tinha no antigo bar da vila. Mas não demorou pra eu ouvir outros comentários paralelos que, sem dúvida, vinham do Sérgio e dos dois amigos dele. Enquanto ouvia o Manuel, pai do Sérgio, falar do maldito totó, escutei claramente o cara da camiseta comentando sobre os peitos da minha mãe: Caralho, como a coroa é gostosa. Tô te falando... — respondeu o primo. O corpo é de arrasar, mas os peitos são um absurdo, hein? Meu Deus, não acreditava que aquilo ia acontecer de novo, igual no primeiro dia. Será que eu tava imaginando? Mas não, comecei a ouvir claramente o resto dos cochichos deles: Assim que eu gosto, com dois melões enormes. Que trepada que a gata tem, né Sérgio? O que vocês tão me contando... Se é dela que eu falei... Não fode, é essa mesmo, filho da puta... — perguntou o da camisa, espantado. As palavras do Sérgio se misturavam com as do pai dele, que explicava ao meu que aquele maldito totó tava na garagem da casa dele, porque mandaram jogar fora quando reformaram o bar da vila anos atrás. De novo, eu podia ouvir os Comentários daqueles três: "A mesma de sempre, de vestido e legging" – respondeu Sérgio, orgulhoso e se gabando de ter comido minha mãe. "Pergunta pro Carlos e pro Victor se quiser, que deixei eles provarem ela esses dias e eles piraram... Porra, cara, tô ficando doidão só de pensar" – disse o cara da camiseta – "com esses peitões que ela tem. Se você visse, ia alucinar... Sorte que esse velho tem de poder aproveitar ela todo dia, mesmo não fazendo, hehehe" – respondeu Sérgio. "Pra isso que você serve, né, filho da puta? Pra aproveitar os vacilos dela e fazer a mulher dele gozar..." – disse o cara da camisa branca, rindo. "Fala sério, cara. Ela teve que vir pra cidade do marido pra saber o que é bom. Mas pode crer, vai sair daqui bem ensinada e completamente satisfeita, hahaha."
Ficava alucinado que o Sérgio falasse daquele jeito com os pais dele ali, e pior, o meu, a poucos metros. Não sabia nem pra onde olhar de tão nervoso que tava. Tentava desviar o olhar, mas de vez em quando confesso que via aqueles dois babando enquanto despiam minha mãe com os olhos... Eu tentava fingir que não tava entendendo nada, mas não perdia uma palavra do que diziam. Não ia deixar aquela história se repetir de novo, e apoiado no balcão do bar, continuei ouvindo:
"Ela tem uma cara de safada que não se aguenta. Curte umas putaria?" – perguntou o cara da margarita, que tava claramente tarado. "Tem que trabalhar bem pra esquentar ela, mas quando engrena, não tem quem pare, cara... puro vício." "Não fode, seu filho da puta..." – disse o da camisa. "Quando ela perde a linha, você não tem noção como ela curte aquela bucetinha safada dela." "E o velho? Não desconfia que você tá comendo ela?" "Qual nada, é um bocó que não saca de nada..." "E o moleque também não?" – perguntou o outro. "Só te digo que na primeira vez eu comi ela na frente desse otário aqui" – disse Sérgio, se referindo a mim. "Acho que curti mais por causa disso. Você não tem noção do tesão que era ver ele ali. olhando como ele comia os melões dela e abria a buceta da mãe dela sem ela dizer um "ai".... Aproveitei pra meter duas vezes ali com ele, "mamado", vendo tudo e sem poder fazer nada. Cala a boca que eles tão vindo — ouvi um deles falar. A verdade é que eu tava tão focado em tentar escutar eles que nem percebi que meus pais e o resto tinham ido dançar e tavam voltando pra onde a gente tava. Quando passaram na frente do Sergio e dos amigos dele, os pais deles e os meus pararam pra conversar. Depois de se cumprimentarem, o arrombado da camiseta fala pro meu pai que o Sergio já tinha contado sobre o carro que a gente tem e que minha mãe deixou ele dar uma volta uma noite. O primo dele olhava pro Sergio e ria, enquanto o inocente do meu pai, sem desconfiar que o outro tava se referindo ao corpo da minha mãe o tempo todo, respondia orgulhoso que quando ele quisesse, podia dar uma volta também. Nem preciso dizer que o Sergio e o outro tavam se acabando de rir enquanto o outro respondia pro meu pai que ia esperar ansioso pelo momento e que faria com prazer, que o Sergio tinha falado maravilhas dele... E ficou por isso... Enquanto isso, o da camisa aproveitou pra comentar com minha mãe que tinha visto ela dançar e que ela dançava muito bem. Que ele não podia recusar aquela dança. Pra meu sofrimento, vejo minha mãe, com a permissão do meu pai, aceitar e eles saírem pra dançar. Não tiro os olhos deles. Dançam uma, duas, e na terceira eu vejo que o arrombado começa a passar a mão na bunda da minha mãe. Depois vejo ele levar a mão das costas dela, pela lateral, até o peito dela. Me aproximo e falo: Troca de par! — O amigo do Sergio me encara com ódio... Tento manter tudo sob controle. É claro que esses caras são um perigo danado, tanto ou mais que o amigo Sergio. A dança termina e minha mãe fala pra gente ir pro balcão do bar onde meu pai tá com o resto, mas o Sergio chega e não dá chance. Ele me fala: Moleque, Pal" bar amadurecido. Que eu tenho que dançar com sua mãe... Que filho da puta!. Vejo como ele agarra ela e não tiro os olhos de cima. O amigo dele, o da camisa, vem e comenta como minha mãe dança bem: Dá gosto ver como ela se mexe... - Ele me diz. Me afasto dele e me aproximo da Sérgio e da minha mãe, mas me fazendo de desentendido. Não vou tirar os olhos deles nem por um segundo. Ouço ele comentar que ela está irresistível e vejo que ele tenta passar a mão na bunda da minha mãe, mas ela, percebendo minha presença, segura as mãos dele. Capto 1 ou 2 olhares do Sérgio que me fulminam. Tô ferrando todos os planos dele... Quando a música acaba, sou eu quem tira minha mãe pra dançar de novo, mas no meio Sérgio pede outra troca de par. Minha mãe ri e diz que tudo bem, mas que esse é o último, que depois vai pro bar com meu pai. Fico observando eles de longe, até que os amiguinhos dele se aproximam. O da camiseta me diz: Cê parece nervoso, moleque, o que que tem? São uns imbecis!. Respondo, olhando nos olhos deles, que não tem nada comigo. Quando me viro, algo me surpreende. Perdi minha mãe e o Sérgio de vista. Tento me acalmar. Foram só uns segundos, então eles têm que estar aqui. Olho a praça de um lado pro outro e não vejo eles. O que que foi, molecão? Tô te vendo agitado mesmo... - Me diz com ironia, sorrindo, o da camiseta. Cara, cê não parece com seu pai. Olha ele ali, tão sossegado, curtindo a noite e deixando os outros curtirem, diferente de você... - Me diz o outro. Dou um olhar de ódio pra eles e não perco meu tempo. Se não estão ali, não podem estar longe. Não passou nem um minuto desde que perdi eles de vista. Atravesso a praça do palco até o fundo e não vejo nada. Vou pra um lado e nada. Vou pro outro e numa das ruas que saem dela, a mais estreita e escura, consigo ver 2 silhuetas no alpendre da entrada de uma das casas. Me aproximo com cuidado, mas com determinação. Não vou permitir. Nada. Vejo uma silhueta masculina de costas e alguém agachado na frente dele. Conforme me aproximo, confirmo minhas suspeitas. É um boquete. Minha mãe deve estar chupando a pica daquele filho da puta! Mas que porra tá acontecendo com ela desde que chegamos aqui? Acelero o passo e, quando estou a uns metros, me tranquilizo. Vejo que não são eles, mas sim o Carlos, o amigo do Sergio que dias atrás comeu o cu da minha mãe. Ele tá de calça no tornozelo e uma mina de no máximo 16 ou 17 anos tá fazendo um boquete espetacular nele. Volto atrás. Cadê a porra da pussy que eles se meteram? Vou chegar de novo na praça quando, na mesma rua, vejo outro casal num carro. Me aproximo e vejo no banco de trás o Victor, o outro amigo do Sergio da vez passada, metendo a pica em outra novinha. Mas que porra tava acontecendo com os cretinos dessa vila? Eles não pensam em outra coisa senão foder as mães, filhas ou irmãs de alguém? Caralho, que arrombados! Mas pelo menos posso respirar aliviado porque dessa vez não é minha mãe que tão comendo. Cadê o arrombado do Sergio? E pior, o que ele tá fazendo com a minha mãe? Paro de novo e olho pro centro da praça e pros quatro lados. Quatro? Falei quatro? Como fui ser tão burro. Só olhei pros três lados livres e, da última vez que vi, eles tavam dançando perto do palco. Sem dúvida, devem estar atrás do palco que montaram pros músicos. Vou pra lá e, de fato, encontro eles... Chegando, vejo que o Sergio tem minha mãe sentada no capô de um carro, entre o palco e a van dos músicos. Fico atrás da van, a uns meros um metro ou um metro e meio deles. Não consigo ouvir por causa da música horrível que tá tocando, mas pelo menos posso vigiar o que rola. Vejo minha mãe sentada no capô e o Sergio na frente dela, entre as pernas dela, de pé e fumando. Ele passa uma das mãos na coxa da minha mãe e, entre uma tragada e outra, tenta beijar ela. Minha mãe Ela se esquiva rindo e ele passa o cigarro pra ela fumar um trago. Vejo as mãos dele voltarem pras coxas da mamãe. Não demora pra sumirem debaixo do pano do vestido dela, até que minha mãe parece tentar impedir a subida ansiosa dele. Segura as mãos dele até conseguir tirá-las de entre as coxas, enquanto ele rouba o primeiro beijo dela, afastando o cigarro e depois devolvendo. Agora as mãos ávidas dele pousam nos peitos da mamãe, tentando agarrá-los inteiros. As mãos nervosas dele não param de tentar dominar completamente os seios da minha mãe, e de novo, ele rouba outro beijo, mas dessa vez tentando explorar a boca dela inteira com a língua. Me surpreende ver que minha mãe coloca as mãos no torso dele, como se quisesse se agarrar aos peitorais duros dele. É óbvio que ela parece estar começando a gostar do jogo, coisa que ele deve perceber e, aproveitando, leva as mãos até o pescoço dela. Sem que a mamãe note, vejo ele desfazer o nó do vestido dela, que desliza pra baixo até a cintura. Esse filho da puta aumenta a intensidade do beijo na minha mãe enquanto começa um apalpamento frenético nos peitos dela por cima do sutiã... Vejo ele dar um passo pra trás, como se quisesse ampliar o campo de visão, e logo em seguida abaixa com as mãos as taças do sutiã da minha mãe, tirando os peitos durinhos dela pra fora, sem precisar tirar o sutiã. É errado eu dizer isso, mas volto a pensar que os peitos da mamãe são incríveis... Vejo ele levar de novo as mãos ávidas pra eles e começar a apalpar centímetro por centímetro cada um daqueles peitos admirados. Ele os amassa, aperta, espreme, puxa os bicos, enquanto babando com a língua na boca e nos lábios da minha mãe, pra em seguida se jogar neles... Vejo ele levar os lábios e os dentes até aqueles bicos protuberantes, começar a beijá-los, lamber, chupar, mordiscar, sugar, até deixar os peitos da minha mãe toda brilhando por causa da baba dele... Ele se aproxima dela de novo. Beija ela, acaricia o pescoço dela, as costas dela... Que filho da puta!. Desce a mão de novo e leva ela entre as pernas dela... Minha mãe tenta afastar a mão mas não consegue e ele continua beijando ela. Vendo aquilo, não sei o que fazer, se chego perto deles pra impedir que as coisas vão mais longe ou se viro as costas e aviso meu pai do que tá rolando, pra ele finalmente agir sabendo o que acontece. Confesso que chegar perto da minha mãe nessa situação me mataria de vergonha e acho que com ela seria a mesma coisa se eu fizesse isso. Quando paro de pensar nas minhas opções, vejo que o Sergio já tem com uma das mãos a calcinha da mamãe no meio das coxas dela e com a outra guia os movimentos de uma das mãos da mamãe por cima do volume dele. Antes que eu consiga processar o que tô vendo, observo as calças dele caírem e com uma das mãos ele se prepara pra fazer o mesmo com a cueca vermelha que ele tá usando. Esse filho da puta não perde tempo mesmo e se eu descuidar, ele vai foder a mamãe de novo. Tenho que agir agora... Saio dali. Não posso permitir que aconteça nada de novo. Vou em direção aonde meu pai e os amigos de infância dele ainda estão, mas no meio do caminho, vejo os dois priminhos me olhando e um deles, o da camiseta, sai correndo pra trás do palco. O outro me encara fixamente quando cruzo com ele no caminho pro balcão do bar e coloca o dedo indicador nos lábios, como se mandando eu calar a boca e não falar nada. Quando chego onde meu pai está, me viro pra trás e vejo de novo o Sergio dançando com minha mãe perto dos músicos. Parece que o filho da puta tinha os amigos dele controlando tudo. Suspiro, pelo menos. As coisas, graças a Deus, não foram mais longe. Quando a dança acaba, o Sergio traz minha mãe, que vem claramente envergonhada pelo que rolou. Vejo os outros se aproximando sorrindo e comentando coisas baixinho. Quando chegam perto de mim, ouço claramente o cara da Uma camiseta diz pro outro: Porra, que baita filho da puta que ele é. Ela já tava sem calcinha e com os dois peitões de fora... "Não fode" — disse o primo — "Se você visse que peras ela tem, cara... Alucinantes... Que mulherão!" E o Sergio lá, com o pauzão pra fora, o filho da puta, a ponto de meter, hehehe. Que puta vagabunda. Meu pai, que não percebeu nada, continuava lá com os pais do Sergio e mais dois casais. Quando a minha mãe chegou, comentaram que decidiram ir pra casa do Manuel, o pai do Sergio, relembrar os velhos tempos. Parecem uns moleques quando ouço eles dizerem que querem jogar na porra do totó que ficaram falando a noite toda. As mulheres reclamam. As dos outros dois decidem ficar sozinhas no baile, e a mãe do Sergio comenta que vai pra casa, igual à minha mãe, o que me alegra ouvir. Resumindo, vamos eu, meus pais, os pais do Sergio e os outros dois amigos do meu pai pra casa do tal. Quando chegamos, a mãe do Sergio fica na porta se despedindo da minha mãe, enquanto o Manuel abre pelo lado de fora a porta da garagem. Depois de acender a luz, manda a gente entrar e mostra orgulhoso o "famoso" totó que ele guarda lá. Tava lá, num dos lados da garagem imensa, perto da porta que dava pra dentro da casa. Ele, meu pai e os outros dois já se preparam pra começar a primeira partida. Parecem uns moleques. Eu sento num sofá velho que tem lá e fico observando. Logo depois, espio pela porta e vejo que minha mãe e a do Sergio continuam lá conversando. Não entendo como minha mãe tem coragem de falar com aquela mulher quando, poucos minutos antes, tava disposta a dar pra filho dela. Não entendo o que passa pela cabeça dela nesse verão pra ela agir assim. Volto pra dentro e sento de novo. Penso de novo que parecem uns moleques, principalmente meu pai, que eu nunca vi agir assim. Sem dúvida, ele tá se divertindo como fazia anos atrás aqui. na vila dele. O barulho da porta da casa se fechando me tira dos meus pensamentos. Parece que minha mãe e a da Sérgio já se cansaram da conversa. Ia sair pra verificar quando ouço de novo, ao longe, a voz e as risadas da mamãe. Devia estar enganado. Depois de um tempo, ouço a porta de novo e dessa vez eu saio. Esperava encontrar a mamãe indo pra nossa casa e, em vez disso, fico sem graça ao ver os dois priminhos amigos do Sérgio na porta da garagem, prestes a entrar. Ao me verem, dizem: "E aí, muleque, você por aqui?" "O que vocês estão fazendo aqui?" — pergunto. "Viemos ver como esses aqui jogam e, se der, jogar um pouco também, né?" — fala o da camisa, olhando pro primo. "Verdade" — responde o da camiseta — "acho que hoje à noite todo mundo tá a fim de brincar, hahaha". Entro pra dentro e os dois me seguem. Cumprimentam todo mundo e sentam do meu lado no sofá velho. O pai do Sérgio pergunta pelo filho, e eles respondem que ele tava meio mal e veio pra casa descansar um pouco. Que vão esperar aqui até ele melhorar. Não entendo nada do que tá rolando. Fico pensando no que acontece, uma e outra vez, e nada faz sentido. Vejo esses dois arrombados não pararem de se olhar, sem parar de sorrir. Tem algo rolando e eu não sei o que é. A gente vê eles jogando. Poucos minutos depois, o da camisa tira a carteira do bolso e começa a brincar com ela, abrindo e fechando. De repente, caem duas camisinhas no sofá, que ele pega me olhando. Ele me diz, rindo: "Que peitões os da sua mãe, muleque", esperava gastar elas com ela. Não consigo evitar de chamar ele de otário e me viro de novo pra ver o jogo continuar, enquanto os dois caem na gargalhada. Eles me falam: "Não fica bolado com a gente, muleque, que você tem coisa pior pra se preocupar..." Na hora, penso que devem estar falando do Sérgio. Olho pra eles, dando a entender que não saco do que tão falando, e o da camiseta, sorrindo, aponta pra a porta que dá pra casa. Sem pensar, levanto e vou até ela. Tá meio aberta e vejo que dá pro hall de entrada da casa. Empurro ela e logo ouço as risadinhas da mamãe e as do Sergio. Já entendi tudo. A primeira vez que ouvi a porta da casa fechar, sem dúvida era a mãe do Sergio que devia ter entrado, e a segunda devia ter sido ele com a minha mãe. Vi que tinha luz na sala e que as risadinhas vinham de lá. Da porta, vejo os dois sentados num dos sofás. O Sergio tenta de todo jeito meter a mão na mamãe toda hora, o que faz ela achar graça e, rindo, fica dizendo que tem que ir embora, que o papai e eu estamos ali do lado e que ela não pode ficar ali com ele. Ele insiste e alterna o amasso que tava dando com dar um gole pra mamãe da garrafa que tá em cima da mesa ou uma tragada no baseado dele, que chega a feder, aliás. Tudo aquilo me horroriza e volto pra garagem. Sento de novo entre aqueles dois, e o da camiseta não demora a me perguntar rindo: "Já abriu as pernas, moleque? Que foda que o Sergio vai dar na sua mãe enquanto o papai joga aqui. É que sua mãe é muita mulher pra ele. Isso sim, com o Sergio ela tá bem servida, hehehe." "Já te digo" – responde o da camisa, rindo também – "Vou voltar pra dentro. Tenho que evitar que aconteça a mesma coisa de novo." Quando chego na sala, fico gelado. Eles não tão lá. Ouço barulhos lá em cima, mas quando vou subir, é o Sergio que desce a escada. Quando chega embaixo, ele me diz: – "Vai pra garagem e não faz escândalo, senão minha mãe acorda e a gente se ferra. E fica tranquilo que não rolou nada. Subi sua mãe pra cima porque o baseado caiu mal, mas assim que passar, a gente tira ela daqui e leva pra sua casa sem seu pai saber de nada..." Entramos na garagem, eu e o Sergio... Meu pai pergunta como ela tá, e o Sergio responde que tá bem. "Não vai mais meter?" – os amigos perguntam rindo – "Não sejam... Seus cuzões, temos visitas... e temos que atendê-las - ele responde. Meu pai e os amigos dele terminam uma partida, e o Sergio entra na próxima. Sento no sofá, junto com os dois priminhos, amigos do Sergio, que não param de cochichar. Daqui a pouco, o cara da camisa levanta, chega perto, fica entre o Sergio e meu pai, e diz: Com sua licença, parceiro, vou "PRA DENTRO" dar uma cochilada no sofá, que tô acabado. É que tô me sentindo meio mal e com certeza não demoro pra botar tudo pra fora... Não seja cuzão, fica aqui que já já te deixo jogar... - Responde o Sergio. Se ele tá mal, deixa ele ENTRAR - fala o pai do Sergio. Anda, entra e relaxa um pouco aí, seu cuzão - diz o primo dele, o da camiseta, do sofá onde nós dois estamos. Tô te garantindo que tô muito mal... - Ele responde. Não me considero uma pessoa ruim, mas confesso que fico feliz em ouvir ele dizer que tá mal. Quando ele vai sair pela porta que dá pra casa, ele me encara fixamente, com o mesmo sorriso no rosto que o Sergio costuma usar quando me olha. Isso me deixa desconfiado, e é aí que vejo que ele tá segurando uma das camisinhas na mão. Não entendo o que tá rolando. No meio da gritaria dos que tão jogando, não paro de pensar no que aconteceu e tô cada vez mais encucado. Não sei se por intuição ou por quê, mas levanto e vou pra dentro da casa também. O primo dele, o da camiseta, me diz rindo: Moleque, vem aqui ver teu pai jogar, que aí não tem "nada" pra ver... Não ligo e, sentindo meu coração batendo forte no peito, vou pra dentro. Na sala, não tá como eu imaginava, e começo a subir os primeiros degraus da escada em direção ao quarto do Sergio. Tô com medo do pior... Chego lá em cima e vou até o fundo do corredor. Vejo luz. Mal me aproximo da porta e vejo minha mãe meio sonolenta na cama do Sergio, num estado de semi-inconsciência. O cara da camisa não perde tempo. Vejo ele se aproximar dela e desatar o nó do vestido da minha mãe. Ouço ele dizer: VOCÊ ME DEIXA MALUCO, NENA..." "PRECISO VER ELAS..." e ele começa a deixar os peitos da mamãe de fora, abaixando as taças do sutiã até deixá-las por baixo, igual o Sergio tinha feito antes nos bastidores. Começa a apalpar eles, dizendo "Uff, que par de peitões". Escuto ele falar "Acorda, NENA, que a gente tem pouco tempo..." e vejo ele se jogar em cima dela e começar a passar a língua sem controle pelos mamilos e pelas auréolas dos peitos da mamãe. De repente, ele se afasta um pouco de novo e escuto ele dizer "você tem que ser boazinha e se comportar", enquanto sobe com as mãos o vestido da minha mãe até a cintura dela. Ele se abaixa entre as coxas torneadas dela e, vendo ele afastar a calcinha dela para o lado, escuto: Mmmmm, olha só o que você tem aqui, gatinha... depiladinha do jeito que eu gosto. O cara não hesita em enfiar a cabeça entre as coxas da mamãe. Ele abre as pernas dela enquanto lambe a buceta dela, afastando a calcinha. Deus, vejo ele enfiar a língua nojenta dele na buceta da minha mãe e depois começar a colocar um dos dedos. Minha mãe solta um gemido leve, sem nem abrir os olhos. Ele se afasta e, se levantando um pouco, leva as mãos até o quadril da minha mãe para começar a puxar a calcinha preta dela para baixo. Escuto ele dizer: MAMÃE, AS COROAS GOSTOSAS COMO VOCÊ ME DEIXAM LOUCO... Não consigo evitar de xingar ele e, entre os dentes, chamo ele de viado... Parece que ele me ouve e me olha, mas, sem se intimidar, leva a calcinha da minha mãe até o rosto dele para cheirar e, com a outra mão, enfia de novo não um, mas dois dedos na buceta da mamãe. Minha mãe parece meio sonolenta, mas solta outro gemido. O filho da puta sussurra baixinho enquanto me olha: Fala se você tá gostando, nena. Fala... Siim - ela diz, e ele me olha sorrindo e responde. Já sabia. Você tá bem molhadinha, hein?... Sabe, o Sergio queria se divertir com você, mas não conseguiu subir... seu marido chegou e tá lá embaixo jogando com ele. O quêêê? Que se você tá a fim? Brincar também? O quêêê? Tá perguntando se cê quer se divertir? Quero que cê se comporte e não seja ruim... Não, não sou... Já sabia, "mami". Quero que cê seja boazinha comigo. - Fala enquanto se levanta, joga na minha cara a calcinha da mamãe (que ainda segurava na mão) e abaixa a calça até o tornozelo. Vejo ele começar a abrir a embalagem da camisinha e tirar da cueca um pistão quase do calibre do amigo dele. Enquanto coloca, me fala com toda a cara de pau: Vai lá, fica de boa, que vou fazer ela se divertir... O quêêê...? - Pergunta minha mãe Pssssssh, meu amor. Fica tranquila que não tem problema. Só aproveita. Fala enquanto coloca as pernas da minha mãe nos ombros dele e começa a apontar o pistão na bucetinha dela. O que foi? Psssshhhh, nada meu amor. Vamos passar uma noite de putaria, eu e você. - Essa noite cê não esquece, sua safada. - Fala enquanto começa a enfiar no sexo dela sem tirar os olhos de mim Minha mãe solta um gemido e ele, me olhando, diz. Isso aí, se comporta e aproveita um bom pau... Deus, não sei o que fazer. Todos meus esforços no fim foram em vão. Eu tinha impedido o Sérgio de comer ela de novo, mas lá estava o amigo dele começando a foder minha mãe no quarto sujo dele, rodeado daqueles pôsteres. Pelo estado dela, vejo que encheram ela de droga, igual fizeram comigo na primeira noite. Ela parece não perceber nada... Porra, que buceta, que apertadinha que cê tem... Porra, que coisa mais gostosa. Que delícia. Cê gosta, hein? Não sei o que fazer. Como é que eu desço e falo pro meu pai que a mamãe tá lá em cima, meio drogada ou bêbada, e com um porco em cima dela enfiando o pau? Deus, o que eu faço? De repente, as vozes lá de baixo me tiram dos pensamentos. É meu pai gritando de baixo: Porra, moleque, cê não quer que eles ganhem da gente? Mete mais gana, porra. Com vontade... Quando ouço isso, volto a olhar pro babaca do amigo e pra minha pobre mãe. Fico paralisado. Ele tá comendo ela. Ritmo frenético dentro da minha mãe. Dá pra ver que as penetrações são realmente profundas e, enquanto come ela, o filho da puta responde pro meu pai: "Já tô fazendo, véio, já tô fazendo. TÔ COMENDO ELA E METENDO COM TODA VONTADE". Enquanto fala isso, vejo ele cravar o olhar em mim e, meio sorrindo, diz: "E pode crer que tô metendo com vontade". Ouço de novo as vozes lá de baixo. Tem uma gritaria enorme em volta do pebolim. De novo a voz do meu pai se destaca: "Forte, moleque, dá forte... manda ela pro fundo...". Caralho, foi ouvir isso e ver as estocadas do amigo na minha mãe na mesma hora... O filho da puta olhava pra mim e dizia: "Até o fundo do poço...! E não consigo mais forte...! Que delícia quando alguém te incentiva... e se for o marido, melhor ainda, hahaha... E aí, MAMÃE, tá gostando?" — perguntou ao ouvir um gemido leve da minha mãe... Fiquei paralisado ao ouvi-la dizer: "Sergio... Sergio, maaaais...". "Calma, querida, o Sergio não pode, mas eu vou te foder mais... Você vai ter toda a pica que quiser. Você tem uma buceta incrível. Me fala se você gosta. Me fala...". "Sim..." — disse minha mãe de olhos fechados e gemendo, sem nem saber quem tava comendo ela... Eu já sabia... "Abre as pernas um pouco mais, querida." — disse pra minha mãe me olhando — "Adoro sua buceta... Sem falar nas suas tetas..." — falou enquanto se deitava completamente em cima dela pra começar a mordiscar os mamilos de novo enquanto continuava fodendo ela... Caralho, cada estocada dele era como uma martelada na minha cabeça e no meu coração, que até umas semanas atrás pensava na minha mãe de outro jeito e nunca como agora... Ouço de novo as vozes lá de baixo: "Isso aí, moleque, empurra, assim de novo, quase..., de novo contra-ataca, atira forte... GGGGOOOOOOLLLLLLL". As vozes vêm de baixo, mas também de cima. Me viro de novo e consigo ver o amigo nos últimos golpes... As vozes de cima são dele. Ele diz "GOOOOLLLL...", cravando os olhos brancos nos meus. GOOOOOOOOOOL...", DANDO OS ÚLTIMOS ESPASMOS dentro da minha mãe. "GOOOOOOOOOOL...", vendo minha mãe gozando também... Na hora vejo ele tirar a pica enorme da buceta da minha mãe, levantar e falando "gooool", me mostra balançando a camisinha cheia de porra, com um sorriso de orelha a orelha... Chegando perto da porta onde eu tô, ele fala: Vamos, moleque, desce "pra baixo"... Nem penso. Saio e ele vem atrás de mim. Chegando lá embaixo, o primo dele tá perto da escada, e ele mostra a camisinha cheia de leite rindo e fala na minha frente: Porra, como sua "MAMÃE" se comportou, moleque. Nunca tinha comido uma mina assim. Umas tetas do caralho as da sua mãe e uma bucetinha de puro vício. Parece uma menininha, moleque — fala me dando um tapinha no ombro e entra com o outro pra garagem ver o resto jogando enquanto ele ajeita o pacote. Não sei o que fazer. Espio e vejo meu pai lá, feito um moleque, grudado nos manetes do totó, se divertindo pra caralho enquanto aquele cuzão também se divertiu pra cacete comendo a mulher dele, sem ele saber de nada. Entro pra onde tão todos. O cuzão da camisa chega perto do meu pai e pergunta: E aí, Joaquim? Tá se divertindo jogando com esses? Pô, claro, moleque, tô me divertindo como não fazia há tempo. Que golaço o teu amigo fez. Então tem que treinar mais, homem — ele responde rindo — Porque a gente, fazer gol, ninguém ganha da gente... eu também sei meter bem, pode crer, JOAQUIM. Já ganhei uns troféus. Deixa, deixa que eu te mostro. Como você tá se sentindo? — perguntou meu pai. Novo em folha, Joaquim, botei tudo pra fora ali dentro e agora tô que nem deus — meu pai, sem dúvida, achou que ele tinha vomitado, sem desconfiar do que realmente tinha rolado. Deixa comigo, Sérgio, e descansa um pouco, campeão. Vou te substituir... Não dava pra acreditar, lá estava meu pai de novo sem sacar nada dos comentários daqueles caras. Me afasto um pouco. Pouco depois de eu me jogar no sofá, já escuto o tal do Sérgio com o amigo dele cochichando: "Como é que esse cara foi?" — pergunta o Sérgio. "Porra, de puta mãe. Que vadiazona. Parece que o baseado caiu bem, hehehe. Ela não criou nenhuma dificuldade pra abrir as pernas lá em cima, com o marido e o filho aqui, hehehe. Já sabia. Essa mina me deixa louco..." O Sérgio, depois de falar isso, vai em direção à porta, e o amigo dele me diz: "Olha, olha, cara! Parece que o Sérgio vai se animar de novo... O otário do teu pai não faz ideia da rola que esse cara vai dar na gostosa da mulher dele. E aí, Sérgio, seu filho da puta, não nos abandona..." "Não sejam cuzões, que eu não aguento mais. Vou lá pra cima dar uma amassada no colchão, hehehe." — respondeu o Sérgio. "É, dá uma deitada igual eu, que depois você volta novinho em folha..." — responde o amigo, que já está brincando com meu pobre pai. "Ah, rapaziada, como vocês aguentam pouco hoje em dia" — meu pai fala, ignorando tudo o que aconteceu e o que estava prestes a rolar de novo lá em cima... O Sérgio começou a subir a escada. Naquele momento, eu soube que a noite ia ser muito longa com o Sérgio e os amigos dele ali, e minha mãe lá em cima. O que eu não sabia na época era que o pior ainda estava por vir. Infelizmente, depois do que aconteceu naquela noite, nada mais seria igual... Naquela noite, aqueles filhos da puta, com meu pai e eu ali, passaram de todos os limites com minha pobre mãe. O pior ainda estava por vir.
Ficava alucinado que o Sérgio falasse daquele jeito com os pais dele ali, e pior, o meu, a poucos metros. Não sabia nem pra onde olhar de tão nervoso que tava. Tentava desviar o olhar, mas de vez em quando confesso que via aqueles dois babando enquanto despiam minha mãe com os olhos... Eu tentava fingir que não tava entendendo nada, mas não perdia uma palavra do que diziam. Não ia deixar aquela história se repetir de novo, e apoiado no balcão do bar, continuei ouvindo:
"Ela tem uma cara de safada que não se aguenta. Curte umas putaria?" – perguntou o cara da margarita, que tava claramente tarado. "Tem que trabalhar bem pra esquentar ela, mas quando engrena, não tem quem pare, cara... puro vício." "Não fode, seu filho da puta..." – disse o da camisa. "Quando ela perde a linha, você não tem noção como ela curte aquela bucetinha safada dela." "E o velho? Não desconfia que você tá comendo ela?" "Qual nada, é um bocó que não saca de nada..." "E o moleque também não?" – perguntou o outro. "Só te digo que na primeira vez eu comi ela na frente desse otário aqui" – disse Sérgio, se referindo a mim. "Acho que curti mais por causa disso. Você não tem noção do tesão que era ver ele ali. olhando como ele comia os melões dela e abria a buceta da mãe dela sem ela dizer um "ai".... Aproveitei pra meter duas vezes ali com ele, "mamado", vendo tudo e sem poder fazer nada. Cala a boca que eles tão vindo — ouvi um deles falar. A verdade é que eu tava tão focado em tentar escutar eles que nem percebi que meus pais e o resto tinham ido dançar e tavam voltando pra onde a gente tava. Quando passaram na frente do Sergio e dos amigos dele, os pais deles e os meus pararam pra conversar. Depois de se cumprimentarem, o arrombado da camiseta fala pro meu pai que o Sergio já tinha contado sobre o carro que a gente tem e que minha mãe deixou ele dar uma volta uma noite. O primo dele olhava pro Sergio e ria, enquanto o inocente do meu pai, sem desconfiar que o outro tava se referindo ao corpo da minha mãe o tempo todo, respondia orgulhoso que quando ele quisesse, podia dar uma volta também. Nem preciso dizer que o Sergio e o outro tavam se acabando de rir enquanto o outro respondia pro meu pai que ia esperar ansioso pelo momento e que faria com prazer, que o Sergio tinha falado maravilhas dele... E ficou por isso... Enquanto isso, o da camisa aproveitou pra comentar com minha mãe que tinha visto ela dançar e que ela dançava muito bem. Que ele não podia recusar aquela dança. Pra meu sofrimento, vejo minha mãe, com a permissão do meu pai, aceitar e eles saírem pra dançar. Não tiro os olhos deles. Dançam uma, duas, e na terceira eu vejo que o arrombado começa a passar a mão na bunda da minha mãe. Depois vejo ele levar a mão das costas dela, pela lateral, até o peito dela. Me aproximo e falo: Troca de par! — O amigo do Sergio me encara com ódio... Tento manter tudo sob controle. É claro que esses caras são um perigo danado, tanto ou mais que o amigo Sergio. A dança termina e minha mãe fala pra gente ir pro balcão do bar onde meu pai tá com o resto, mas o Sergio chega e não dá chance. Ele me fala: Moleque, Pal" bar amadurecido. Que eu tenho que dançar com sua mãe... Que filho da puta!. Vejo como ele agarra ela e não tiro os olhos de cima. O amigo dele, o da camisa, vem e comenta como minha mãe dança bem: Dá gosto ver como ela se mexe... - Ele me diz. Me afasto dele e me aproximo da Sérgio e da minha mãe, mas me fazendo de desentendido. Não vou tirar os olhos deles nem por um segundo. Ouço ele comentar que ela está irresistível e vejo que ele tenta passar a mão na bunda da minha mãe, mas ela, percebendo minha presença, segura as mãos dele. Capto 1 ou 2 olhares do Sérgio que me fulminam. Tô ferrando todos os planos dele... Quando a música acaba, sou eu quem tira minha mãe pra dançar de novo, mas no meio Sérgio pede outra troca de par. Minha mãe ri e diz que tudo bem, mas que esse é o último, que depois vai pro bar com meu pai. Fico observando eles de longe, até que os amiguinhos dele se aproximam. O da camiseta me diz: Cê parece nervoso, moleque, o que que tem? São uns imbecis!. Respondo, olhando nos olhos deles, que não tem nada comigo. Quando me viro, algo me surpreende. Perdi minha mãe e o Sérgio de vista. Tento me acalmar. Foram só uns segundos, então eles têm que estar aqui. Olho a praça de um lado pro outro e não vejo eles. O que que foi, molecão? Tô te vendo agitado mesmo... - Me diz com ironia, sorrindo, o da camiseta. Cara, cê não parece com seu pai. Olha ele ali, tão sossegado, curtindo a noite e deixando os outros curtirem, diferente de você... - Me diz o outro. Dou um olhar de ódio pra eles e não perco meu tempo. Se não estão ali, não podem estar longe. Não passou nem um minuto desde que perdi eles de vista. Atravesso a praça do palco até o fundo e não vejo nada. Vou pra um lado e nada. Vou pro outro e numa das ruas que saem dela, a mais estreita e escura, consigo ver 2 silhuetas no alpendre da entrada de uma das casas. Me aproximo com cuidado, mas com determinação. Não vou permitir. Nada. Vejo uma silhueta masculina de costas e alguém agachado na frente dele. Conforme me aproximo, confirmo minhas suspeitas. É um boquete. Minha mãe deve estar chupando a pica daquele filho da puta! Mas que porra tá acontecendo com ela desde que chegamos aqui? Acelero o passo e, quando estou a uns metros, me tranquilizo. Vejo que não são eles, mas sim o Carlos, o amigo do Sergio que dias atrás comeu o cu da minha mãe. Ele tá de calça no tornozelo e uma mina de no máximo 16 ou 17 anos tá fazendo um boquete espetacular nele. Volto atrás. Cadê a porra da pussy que eles se meteram? Vou chegar de novo na praça quando, na mesma rua, vejo outro casal num carro. Me aproximo e vejo no banco de trás o Victor, o outro amigo do Sergio da vez passada, metendo a pica em outra novinha. Mas que porra tava acontecendo com os cretinos dessa vila? Eles não pensam em outra coisa senão foder as mães, filhas ou irmãs de alguém? Caralho, que arrombados! Mas pelo menos posso respirar aliviado porque dessa vez não é minha mãe que tão comendo. Cadê o arrombado do Sergio? E pior, o que ele tá fazendo com a minha mãe? Paro de novo e olho pro centro da praça e pros quatro lados. Quatro? Falei quatro? Como fui ser tão burro. Só olhei pros três lados livres e, da última vez que vi, eles tavam dançando perto do palco. Sem dúvida, devem estar atrás do palco que montaram pros músicos. Vou pra lá e, de fato, encontro eles... Chegando, vejo que o Sergio tem minha mãe sentada no capô de um carro, entre o palco e a van dos músicos. Fico atrás da van, a uns meros um metro ou um metro e meio deles. Não consigo ouvir por causa da música horrível que tá tocando, mas pelo menos posso vigiar o que rola. Vejo minha mãe sentada no capô e o Sergio na frente dela, entre as pernas dela, de pé e fumando. Ele passa uma das mãos na coxa da minha mãe e, entre uma tragada e outra, tenta beijar ela. Minha mãe Ela se esquiva rindo e ele passa o cigarro pra ela fumar um trago. Vejo as mãos dele voltarem pras coxas da mamãe. Não demora pra sumirem debaixo do pano do vestido dela, até que minha mãe parece tentar impedir a subida ansiosa dele. Segura as mãos dele até conseguir tirá-las de entre as coxas, enquanto ele rouba o primeiro beijo dela, afastando o cigarro e depois devolvendo. Agora as mãos ávidas dele pousam nos peitos da mamãe, tentando agarrá-los inteiros. As mãos nervosas dele não param de tentar dominar completamente os seios da minha mãe, e de novo, ele rouba outro beijo, mas dessa vez tentando explorar a boca dela inteira com a língua. Me surpreende ver que minha mãe coloca as mãos no torso dele, como se quisesse se agarrar aos peitorais duros dele. É óbvio que ela parece estar começando a gostar do jogo, coisa que ele deve perceber e, aproveitando, leva as mãos até o pescoço dela. Sem que a mamãe note, vejo ele desfazer o nó do vestido dela, que desliza pra baixo até a cintura. Esse filho da puta aumenta a intensidade do beijo na minha mãe enquanto começa um apalpamento frenético nos peitos dela por cima do sutiã... Vejo ele dar um passo pra trás, como se quisesse ampliar o campo de visão, e logo em seguida abaixa com as mãos as taças do sutiã da minha mãe, tirando os peitos durinhos dela pra fora, sem precisar tirar o sutiã. É errado eu dizer isso, mas volto a pensar que os peitos da mamãe são incríveis... Vejo ele levar de novo as mãos ávidas pra eles e começar a apalpar centímetro por centímetro cada um daqueles peitos admirados. Ele os amassa, aperta, espreme, puxa os bicos, enquanto babando com a língua na boca e nos lábios da minha mãe, pra em seguida se jogar neles... Vejo ele levar os lábios e os dentes até aqueles bicos protuberantes, começar a beijá-los, lamber, chupar, mordiscar, sugar, até deixar os peitos da minha mãe toda brilhando por causa da baba dele... Ele se aproxima dela de novo. Beija ela, acaricia o pescoço dela, as costas dela... Que filho da puta!. Desce a mão de novo e leva ela entre as pernas dela... Minha mãe tenta afastar a mão mas não consegue e ele continua beijando ela. Vendo aquilo, não sei o que fazer, se chego perto deles pra impedir que as coisas vão mais longe ou se viro as costas e aviso meu pai do que tá rolando, pra ele finalmente agir sabendo o que acontece. Confesso que chegar perto da minha mãe nessa situação me mataria de vergonha e acho que com ela seria a mesma coisa se eu fizesse isso. Quando paro de pensar nas minhas opções, vejo que o Sergio já tem com uma das mãos a calcinha da mamãe no meio das coxas dela e com a outra guia os movimentos de uma das mãos da mamãe por cima do volume dele. Antes que eu consiga processar o que tô vendo, observo as calças dele caírem e com uma das mãos ele se prepara pra fazer o mesmo com a cueca vermelha que ele tá usando. Esse filho da puta não perde tempo mesmo e se eu descuidar, ele vai foder a mamãe de novo. Tenho que agir agora... Saio dali. Não posso permitir que aconteça nada de novo. Vou em direção aonde meu pai e os amigos de infância dele ainda estão, mas no meio do caminho, vejo os dois priminhos me olhando e um deles, o da camiseta, sai correndo pra trás do palco. O outro me encara fixamente quando cruzo com ele no caminho pro balcão do bar e coloca o dedo indicador nos lábios, como se mandando eu calar a boca e não falar nada. Quando chego onde meu pai está, me viro pra trás e vejo de novo o Sergio dançando com minha mãe perto dos músicos. Parece que o filho da puta tinha os amigos dele controlando tudo. Suspiro, pelo menos. As coisas, graças a Deus, não foram mais longe. Quando a dança acaba, o Sergio traz minha mãe, que vem claramente envergonhada pelo que rolou. Vejo os outros se aproximando sorrindo e comentando coisas baixinho. Quando chegam perto de mim, ouço claramente o cara da Uma camiseta diz pro outro: Porra, que baita filho da puta que ele é. Ela já tava sem calcinha e com os dois peitões de fora... "Não fode" — disse o primo — "Se você visse que peras ela tem, cara... Alucinantes... Que mulherão!" E o Sergio lá, com o pauzão pra fora, o filho da puta, a ponto de meter, hehehe. Que puta vagabunda. Meu pai, que não percebeu nada, continuava lá com os pais do Sergio e mais dois casais. Quando a minha mãe chegou, comentaram que decidiram ir pra casa do Manuel, o pai do Sergio, relembrar os velhos tempos. Parecem uns moleques quando ouço eles dizerem que querem jogar na porra do totó que ficaram falando a noite toda. As mulheres reclamam. As dos outros dois decidem ficar sozinhas no baile, e a mãe do Sergio comenta que vai pra casa, igual à minha mãe, o que me alegra ouvir. Resumindo, vamos eu, meus pais, os pais do Sergio e os outros dois amigos do meu pai pra casa do tal. Quando chegamos, a mãe do Sergio fica na porta se despedindo da minha mãe, enquanto o Manuel abre pelo lado de fora a porta da garagem. Depois de acender a luz, manda a gente entrar e mostra orgulhoso o "famoso" totó que ele guarda lá. Tava lá, num dos lados da garagem imensa, perto da porta que dava pra dentro da casa. Ele, meu pai e os outros dois já se preparam pra começar a primeira partida. Parecem uns moleques. Eu sento num sofá velho que tem lá e fico observando. Logo depois, espio pela porta e vejo que minha mãe e a do Sergio continuam lá conversando. Não entendo como minha mãe tem coragem de falar com aquela mulher quando, poucos minutos antes, tava disposta a dar pra filho dela. Não entendo o que passa pela cabeça dela nesse verão pra ela agir assim. Volto pra dentro e sento de novo. Penso de novo que parecem uns moleques, principalmente meu pai, que eu nunca vi agir assim. Sem dúvida, ele tá se divertindo como fazia anos atrás aqui. na vila dele. O barulho da porta da casa se fechando me tira dos meus pensamentos. Parece que minha mãe e a da Sérgio já se cansaram da conversa. Ia sair pra verificar quando ouço de novo, ao longe, a voz e as risadas da mamãe. Devia estar enganado. Depois de um tempo, ouço a porta de novo e dessa vez eu saio. Esperava encontrar a mamãe indo pra nossa casa e, em vez disso, fico sem graça ao ver os dois priminhos amigos do Sérgio na porta da garagem, prestes a entrar. Ao me verem, dizem: "E aí, muleque, você por aqui?" "O que vocês estão fazendo aqui?" — pergunto. "Viemos ver como esses aqui jogam e, se der, jogar um pouco também, né?" — fala o da camisa, olhando pro primo. "Verdade" — responde o da camiseta — "acho que hoje à noite todo mundo tá a fim de brincar, hahaha". Entro pra dentro e os dois me seguem. Cumprimentam todo mundo e sentam do meu lado no sofá velho. O pai do Sérgio pergunta pelo filho, e eles respondem que ele tava meio mal e veio pra casa descansar um pouco. Que vão esperar aqui até ele melhorar. Não entendo nada do que tá rolando. Fico pensando no que acontece, uma e outra vez, e nada faz sentido. Vejo esses dois arrombados não pararem de se olhar, sem parar de sorrir. Tem algo rolando e eu não sei o que é. A gente vê eles jogando. Poucos minutos depois, o da camisa tira a carteira do bolso e começa a brincar com ela, abrindo e fechando. De repente, caem duas camisinhas no sofá, que ele pega me olhando. Ele me diz, rindo: "Que peitões os da sua mãe, muleque", esperava gastar elas com ela. Não consigo evitar de chamar ele de otário e me viro de novo pra ver o jogo continuar, enquanto os dois caem na gargalhada. Eles me falam: "Não fica bolado com a gente, muleque, que você tem coisa pior pra se preocupar..." Na hora, penso que devem estar falando do Sérgio. Olho pra eles, dando a entender que não saco do que tão falando, e o da camiseta, sorrindo, aponta pra a porta que dá pra casa. Sem pensar, levanto e vou até ela. Tá meio aberta e vejo que dá pro hall de entrada da casa. Empurro ela e logo ouço as risadinhas da mamãe e as do Sergio. Já entendi tudo. A primeira vez que ouvi a porta da casa fechar, sem dúvida era a mãe do Sergio que devia ter entrado, e a segunda devia ter sido ele com a minha mãe. Vi que tinha luz na sala e que as risadinhas vinham de lá. Da porta, vejo os dois sentados num dos sofás. O Sergio tenta de todo jeito meter a mão na mamãe toda hora, o que faz ela achar graça e, rindo, fica dizendo que tem que ir embora, que o papai e eu estamos ali do lado e que ela não pode ficar ali com ele. Ele insiste e alterna o amasso que tava dando com dar um gole pra mamãe da garrafa que tá em cima da mesa ou uma tragada no baseado dele, que chega a feder, aliás. Tudo aquilo me horroriza e volto pra garagem. Sento de novo entre aqueles dois, e o da camiseta não demora a me perguntar rindo: "Já abriu as pernas, moleque? Que foda que o Sergio vai dar na sua mãe enquanto o papai joga aqui. É que sua mãe é muita mulher pra ele. Isso sim, com o Sergio ela tá bem servida, hehehe." "Já te digo" – responde o da camisa, rindo também – "Vou voltar pra dentro. Tenho que evitar que aconteça a mesma coisa de novo." Quando chego na sala, fico gelado. Eles não tão lá. Ouço barulhos lá em cima, mas quando vou subir, é o Sergio que desce a escada. Quando chega embaixo, ele me diz: – "Vai pra garagem e não faz escândalo, senão minha mãe acorda e a gente se ferra. E fica tranquilo que não rolou nada. Subi sua mãe pra cima porque o baseado caiu mal, mas assim que passar, a gente tira ela daqui e leva pra sua casa sem seu pai saber de nada..." Entramos na garagem, eu e o Sergio... Meu pai pergunta como ela tá, e o Sergio responde que tá bem. "Não vai mais meter?" – os amigos perguntam rindo – "Não sejam... Seus cuzões, temos visitas... e temos que atendê-las - ele responde. Meu pai e os amigos dele terminam uma partida, e o Sergio entra na próxima. Sento no sofá, junto com os dois priminhos, amigos do Sergio, que não param de cochichar. Daqui a pouco, o cara da camisa levanta, chega perto, fica entre o Sergio e meu pai, e diz: Com sua licença, parceiro, vou "PRA DENTRO" dar uma cochilada no sofá, que tô acabado. É que tô me sentindo meio mal e com certeza não demoro pra botar tudo pra fora... Não seja cuzão, fica aqui que já já te deixo jogar... - Responde o Sergio. Se ele tá mal, deixa ele ENTRAR - fala o pai do Sergio. Anda, entra e relaxa um pouco aí, seu cuzão - diz o primo dele, o da camiseta, do sofá onde nós dois estamos. Tô te garantindo que tô muito mal... - Ele responde. Não me considero uma pessoa ruim, mas confesso que fico feliz em ouvir ele dizer que tá mal. Quando ele vai sair pela porta que dá pra casa, ele me encara fixamente, com o mesmo sorriso no rosto que o Sergio costuma usar quando me olha. Isso me deixa desconfiado, e é aí que vejo que ele tá segurando uma das camisinhas na mão. Não entendo o que tá rolando. No meio da gritaria dos que tão jogando, não paro de pensar no que aconteceu e tô cada vez mais encucado. Não sei se por intuição ou por quê, mas levanto e vou pra dentro da casa também. O primo dele, o da camiseta, me diz rindo: Moleque, vem aqui ver teu pai jogar, que aí não tem "nada" pra ver... Não ligo e, sentindo meu coração batendo forte no peito, vou pra dentro. Na sala, não tá como eu imaginava, e começo a subir os primeiros degraus da escada em direção ao quarto do Sergio. Tô com medo do pior... Chego lá em cima e vou até o fundo do corredor. Vejo luz. Mal me aproximo da porta e vejo minha mãe meio sonolenta na cama do Sergio, num estado de semi-inconsciência. O cara da camisa não perde tempo. Vejo ele se aproximar dela e desatar o nó do vestido da minha mãe. Ouço ele dizer: VOCÊ ME DEIXA MALUCO, NENA..." "PRECISO VER ELAS..." e ele começa a deixar os peitos da mamãe de fora, abaixando as taças do sutiã até deixá-las por baixo, igual o Sergio tinha feito antes nos bastidores. Começa a apalpar eles, dizendo "Uff, que par de peitões". Escuto ele falar "Acorda, NENA, que a gente tem pouco tempo..." e vejo ele se jogar em cima dela e começar a passar a língua sem controle pelos mamilos e pelas auréolas dos peitos da mamãe. De repente, ele se afasta um pouco de novo e escuto ele dizer "você tem que ser boazinha e se comportar", enquanto sobe com as mãos o vestido da minha mãe até a cintura dela. Ele se abaixa entre as coxas torneadas dela e, vendo ele afastar a calcinha dela para o lado, escuto: Mmmmm, olha só o que você tem aqui, gatinha... depiladinha do jeito que eu gosto. O cara não hesita em enfiar a cabeça entre as coxas da mamãe. Ele abre as pernas dela enquanto lambe a buceta dela, afastando a calcinha. Deus, vejo ele enfiar a língua nojenta dele na buceta da minha mãe e depois começar a colocar um dos dedos. Minha mãe solta um gemido leve, sem nem abrir os olhos. Ele se afasta e, se levantando um pouco, leva as mãos até o quadril da minha mãe para começar a puxar a calcinha preta dela para baixo. Escuto ele dizer: MAMÃE, AS COROAS GOSTOSAS COMO VOCÊ ME DEIXAM LOUCO... Não consigo evitar de xingar ele e, entre os dentes, chamo ele de viado... Parece que ele me ouve e me olha, mas, sem se intimidar, leva a calcinha da minha mãe até o rosto dele para cheirar e, com a outra mão, enfia de novo não um, mas dois dedos na buceta da mamãe. Minha mãe parece meio sonolenta, mas solta outro gemido. O filho da puta sussurra baixinho enquanto me olha: Fala se você tá gostando, nena. Fala... Siim - ela diz, e ele me olha sorrindo e responde. Já sabia. Você tá bem molhadinha, hein?... Sabe, o Sergio queria se divertir com você, mas não conseguiu subir... seu marido chegou e tá lá embaixo jogando com ele. O quêêê? Que se você tá a fim? Brincar também? O quêêê? Tá perguntando se cê quer se divertir? Quero que cê se comporte e não seja ruim... Não, não sou... Já sabia, "mami". Quero que cê seja boazinha comigo. - Fala enquanto se levanta, joga na minha cara a calcinha da mamãe (que ainda segurava na mão) e abaixa a calça até o tornozelo. Vejo ele começar a abrir a embalagem da camisinha e tirar da cueca um pistão quase do calibre do amigo dele. Enquanto coloca, me fala com toda a cara de pau: Vai lá, fica de boa, que vou fazer ela se divertir... O quêêê...? - Pergunta minha mãe Pssssssh, meu amor. Fica tranquila que não tem problema. Só aproveita. Fala enquanto coloca as pernas da minha mãe nos ombros dele e começa a apontar o pistão na bucetinha dela. O que foi? Psssshhhh, nada meu amor. Vamos passar uma noite de putaria, eu e você. - Essa noite cê não esquece, sua safada. - Fala enquanto começa a enfiar no sexo dela sem tirar os olhos de mim Minha mãe solta um gemido e ele, me olhando, diz. Isso aí, se comporta e aproveita um bom pau... Deus, não sei o que fazer. Todos meus esforços no fim foram em vão. Eu tinha impedido o Sérgio de comer ela de novo, mas lá estava o amigo dele começando a foder minha mãe no quarto sujo dele, rodeado daqueles pôsteres. Pelo estado dela, vejo que encheram ela de droga, igual fizeram comigo na primeira noite. Ela parece não perceber nada... Porra, que buceta, que apertadinha que cê tem... Porra, que coisa mais gostosa. Que delícia. Cê gosta, hein? Não sei o que fazer. Como é que eu desço e falo pro meu pai que a mamãe tá lá em cima, meio drogada ou bêbada, e com um porco em cima dela enfiando o pau? Deus, o que eu faço? De repente, as vozes lá de baixo me tiram dos pensamentos. É meu pai gritando de baixo: Porra, moleque, cê não quer que eles ganhem da gente? Mete mais gana, porra. Com vontade... Quando ouço isso, volto a olhar pro babaca do amigo e pra minha pobre mãe. Fico paralisado. Ele tá comendo ela. Ritmo frenético dentro da minha mãe. Dá pra ver que as penetrações são realmente profundas e, enquanto come ela, o filho da puta responde pro meu pai: "Já tô fazendo, véio, já tô fazendo. TÔ COMENDO ELA E METENDO COM TODA VONTADE". Enquanto fala isso, vejo ele cravar o olhar em mim e, meio sorrindo, diz: "E pode crer que tô metendo com vontade". Ouço de novo as vozes lá de baixo. Tem uma gritaria enorme em volta do pebolim. De novo a voz do meu pai se destaca: "Forte, moleque, dá forte... manda ela pro fundo...". Caralho, foi ouvir isso e ver as estocadas do amigo na minha mãe na mesma hora... O filho da puta olhava pra mim e dizia: "Até o fundo do poço...! E não consigo mais forte...! Que delícia quando alguém te incentiva... e se for o marido, melhor ainda, hahaha... E aí, MAMÃE, tá gostando?" — perguntou ao ouvir um gemido leve da minha mãe... Fiquei paralisado ao ouvi-la dizer: "Sergio... Sergio, maaaais...". "Calma, querida, o Sergio não pode, mas eu vou te foder mais... Você vai ter toda a pica que quiser. Você tem uma buceta incrível. Me fala se você gosta. Me fala...". "Sim..." — disse minha mãe de olhos fechados e gemendo, sem nem saber quem tava comendo ela... Eu já sabia... "Abre as pernas um pouco mais, querida." — disse pra minha mãe me olhando — "Adoro sua buceta... Sem falar nas suas tetas..." — falou enquanto se deitava completamente em cima dela pra começar a mordiscar os mamilos de novo enquanto continuava fodendo ela... Caralho, cada estocada dele era como uma martelada na minha cabeça e no meu coração, que até umas semanas atrás pensava na minha mãe de outro jeito e nunca como agora... Ouço de novo as vozes lá de baixo: "Isso aí, moleque, empurra, assim de novo, quase..., de novo contra-ataca, atira forte... GGGGOOOOOOLLLLLLL". As vozes vêm de baixo, mas também de cima. Me viro de novo e consigo ver o amigo nos últimos golpes... As vozes de cima são dele. Ele diz "GOOOOLLLL...", cravando os olhos brancos nos meus. GOOOOOOOOOOL...", DANDO OS ÚLTIMOS ESPASMOS dentro da minha mãe. "GOOOOOOOOOOL...", vendo minha mãe gozando também... Na hora vejo ele tirar a pica enorme da buceta da minha mãe, levantar e falando "gooool", me mostra balançando a camisinha cheia de porra, com um sorriso de orelha a orelha... Chegando perto da porta onde eu tô, ele fala: Vamos, moleque, desce "pra baixo"... Nem penso. Saio e ele vem atrás de mim. Chegando lá embaixo, o primo dele tá perto da escada, e ele mostra a camisinha cheia de leite rindo e fala na minha frente: Porra, como sua "MAMÃE" se comportou, moleque. Nunca tinha comido uma mina assim. Umas tetas do caralho as da sua mãe e uma bucetinha de puro vício. Parece uma menininha, moleque — fala me dando um tapinha no ombro e entra com o outro pra garagem ver o resto jogando enquanto ele ajeita o pacote. Não sei o que fazer. Espio e vejo meu pai lá, feito um moleque, grudado nos manetes do totó, se divertindo pra caralho enquanto aquele cuzão também se divertiu pra cacete comendo a mulher dele, sem ele saber de nada. Entro pra onde tão todos. O cuzão da camisa chega perto do meu pai e pergunta: E aí, Joaquim? Tá se divertindo jogando com esses? Pô, claro, moleque, tô me divertindo como não fazia há tempo. Que golaço o teu amigo fez. Então tem que treinar mais, homem — ele responde rindo — Porque a gente, fazer gol, ninguém ganha da gente... eu também sei meter bem, pode crer, JOAQUIM. Já ganhei uns troféus. Deixa, deixa que eu te mostro. Como você tá se sentindo? — perguntou meu pai. Novo em folha, Joaquim, botei tudo pra fora ali dentro e agora tô que nem deus — meu pai, sem dúvida, achou que ele tinha vomitado, sem desconfiar do que realmente tinha rolado. Deixa comigo, Sérgio, e descansa um pouco, campeão. Vou te substituir... Não dava pra acreditar, lá estava meu pai de novo sem sacar nada dos comentários daqueles caras. Me afasto um pouco. Pouco depois de eu me jogar no sofá, já escuto o tal do Sérgio com o amigo dele cochichando: "Como é que esse cara foi?" — pergunta o Sérgio. "Porra, de puta mãe. Que vadiazona. Parece que o baseado caiu bem, hehehe. Ela não criou nenhuma dificuldade pra abrir as pernas lá em cima, com o marido e o filho aqui, hehehe. Já sabia. Essa mina me deixa louco..." O Sérgio, depois de falar isso, vai em direção à porta, e o amigo dele me diz: "Olha, olha, cara! Parece que o Sérgio vai se animar de novo... O otário do teu pai não faz ideia da rola que esse cara vai dar na gostosa da mulher dele. E aí, Sérgio, seu filho da puta, não nos abandona..." "Não sejam cuzões, que eu não aguento mais. Vou lá pra cima dar uma amassada no colchão, hehehe." — respondeu o Sérgio. "É, dá uma deitada igual eu, que depois você volta novinho em folha..." — responde o amigo, que já está brincando com meu pobre pai. "Ah, rapaziada, como vocês aguentam pouco hoje em dia" — meu pai fala, ignorando tudo o que aconteceu e o que estava prestes a rolar de novo lá em cima... O Sérgio começou a subir a escada. Naquele momento, eu soube que a noite ia ser muito longa com o Sérgio e os amigos dele ali, e minha mãe lá em cima. O que eu não sabia na época era que o pior ainda estava por vir. Infelizmente, depois do que aconteceu naquela noite, nada mais seria igual... Naquela noite, aqueles filhos da puta, com meu pai e eu ali, passaram de todos os limites com minha pobre mãe. O pior ainda estava por vir.
1 comentários - Minha mãe é comida na vila (3)