Depois de ouvir a conversa entre o Sérgio e meu pai, decidi voltar pro meu quarto. O que rolou na noite anterior e a ressaca que eu tava me deixaram completamente atordoado. Fiquei o dia inteiro trancado lá, com a desculpa de que tava estudando. Praticamente só saí pra comer. Lá pelo meio da tarde, ouvi o Sérgio entrar em casa umas duas vezes, pegar cerveja pra ele e pro pai dele, como de costume, e a última coisa que eu queria era trombar com ele de novo. Naquela noite, mal dormi, remoendo o que tinha acontecido no carro na noite anterior. Não sabia o que fazer: se falava com meu pai, se falava com o Sérgio ou se simplesmente tentava esquecer, me convencendo de que nada daquilo tinha rolado. No sábado, acordamos cedo. Meus pais queriam ir fazer compras em Cuéllar. Fomos no supermercado, no açougue, e foi na hora de sair do tabacão que a gente esbarrou no Carlos e no Víctor, acompanhados de um cara mais novo que eles, mais ou menos da minha idade. Assim que nos viram, vieram logo cumprimentar: "E aí, Mário? Beleza? Como é que cê tá, mano?" — perguntou o insuportável do Carlos. "O bagulho da outra noite foi foda, hein? A gente se acabou na putaria" — disse o Víctor, sorrindo e olhando descaradamente pra minha mãe. "E a senhora, como vai?" — perguntou o Carlos de novo. Não deixei minha mãe responder. Já tava sacando onde esses filhos da puta queriam chegar... Respondi na hora que a gente tava fazendo umas compras e que tava com pressa. Comecei a andar quando de repente ouvi meu pai: "Vocês não são filhos do Jonas? Têm a cara dele..." "Sim" — respondeu o Víctor — "Eu sou o Víctor e esse aqui é meu irmão Jesus, o caçula. Então o senhor conhece nosso pai..." "Sim, cara, quando éramos pequenos éramos bem amigos. Manda um abraço pra ele da minha parte, do Joaquim, filho do seu Alberto" — meu falecido avô. "E o que vocês tão fazendo por aqui? Fazendo compras, né? Porque no povoado não tem nada... Viemos comprar umas paradas pra fantasiar. Semana que vem tem festa e a gente tá preparando uma 'ZOADA'. Esperamos que seja bombástica... Bom, a gente vai nessa. Como eu disse, manda lembranças. Os 10 km de volta pra cidade, meu pai passou falando do tal de Jonás. Que era um coitado infeliz de quem todo mundo sempre ria quando eram pequenos, que no fundo era um bonzão e que todo mundo se aproveitava dele... Que os filhos dele tinham essa mesma cara de BONZÕES... Um olho clínico danado o do meu pai, pelo que eu descobriria mais tarde... Quando chegamos em casa, o Sergio e o pai dele estavam começando a guardar as coisas. Como era sábado, só trabalhavam de manhã. Meu pai comentou com o Manuel sobre os filhos do Jonás e começaram a lembrar histórias de quando eram pequenos. O Sergio logo se meteu e perguntou se já tinham comprado as fantasias, que estavam preparando um show de strip para as festas da cidade, que eram daqui a duas semanas. Meu pai disse que sim, que tinha visto eles com umas coisas e perguntou se ele também ia participar. O Sergio respondeu: "Claro, Joaquim. Fui eu que organizei tudo... jejeje. Vai ser uma puta bagunça." "Como vocês são, esses jovens de hoje! E você vai se fantasiar de quê?" "Eu não vou gastar grana, Joaquim. Pego o terno que tenho pra casamento, uns óculos escuros e pronto, de executivo..." "Pô, então espera que vou te emprestar minha maleta" – disse meu pai. "Seria foda, Joaquim. Vou levar pro ensaio hoje à tarde... Marquei com esses caras e com a Laura, irmã do Carlos, e a amiga dela às 6." "Então pega, que tá aqui no carro e na cidade não preciso. Então vocês vão ter plateia feminina, hein?" "Não pensa mal, Joaquim. É pra elas darem uma mão, que entendem mais dessas coisas... Foram num show desses, numa despedida que tiveram em Pucela." "Isso tá na moda agora, a Ana também foi num desses outro dia. Né, amor?" "Sim" – respondeu minha mãe – "Ano passado umas amigas insistiram no dia das Águedas." "Legal, então passa lá e ajuda a gente também. É às seis no frontão. Sabe onde é? Onde é que cê tá, né?" — perguntou Sergio com sarcasmo.
"Sei lá se é uma boa ideia..."
"Anda, mulher, não fica assim, ajuda os meninos. Vai lá e, quando cansar, volta" — disse meu pai.
"Bom, de tarde vou dar uma voltinha e, se pá, dou um pulo lá" — respondeu minha mãe.
Depois do almoço, umas 6 horas, bateram na porta. Sergio, Carlos, Víctor, Jesus e as duas minhas vieram buscar minha mãe. Meu pai falou pra ela ir ajudar, e ela, meio na dúvida, respondeu que tava beleza, que daqui a pouco aparecia dando um passeio. Aquilo não me desceu nada, fiquei boladão e peguei a bike pra dar uma volta. Tava pouco me fodendo pra saber mais do assunto.
Quando tava voltando pra cidade, nem sei quanto tempo passou, trombei com Jesus, Laura e Silvia, que tavam saindo do frontão. Falaram que iam pegar um CD que esqueceram pro número final. Disseram pra eu passar lá se quisesse ver o ensaio, que minha mãe tinha chegado fazia um tempinho. Fiquei puto e, vendo eles se afastando, resolvi dar uma espiada (só pelo corta-vento na entrada do frontão). Tava pouco me lixando pra aturar Sergio e os amigos dele de perto.
De lá, vejo uma espécie de palco que montaram perto da porta dos vestiários. Vejo o Víctor sentado do lado da minha mãe, e do outro lado o Sergio. O Carlos tá atuando. Tá vestido de uniforme de guarda civil e só tira ele devagar, até ficar de cueca, mostrando um corpo igual ou até mais musculoso que o do Sergio. É um puta gostosão de quase 1,90m, com uma cara de safado do caralho, que lembra pra caralho o Dani Martín, o cantor do Canto del Loco.
Quando termina, Sergio fala que ele é sem graça, igual o Víctor, e que tem que dar mais molejo na parada. Pelo menos tentar nos ensaios, mesmo que depois não façam. Pede a opinião da minha mãe, e ela fala que acha que tá bom assim, e que já tá lá há um tempinho, que é melhor ir dar uma volta. Sergio manda ela esperar um pouco, que é a vez dele. Vai pro vestiário e sai vestido de executivo. Com um terno escuro, óculos pretos e a maleta que meu pai tinha emprestado pra ele. O conjunto disfarça o filho da puta que existe dentro dele. A música começa a tocar. Parece que o desgraçado sabe fazer tudo direito. Que jeito de se mexer no ritmo dela! Dá pra ver que é fruto de horas e horas de balada, todas as que me faltam... Ele larga a maleta do meu pai, tira os óculos, passa um dedo sobre os lábios, requebra e... tchau, americana. Vira de costas e, é feio eu falar isso, mas que jeito de mexer o quadril e a bunda. Continua assim e vai desabotoando a camisa, começando a mostrar os ombros e as costas largas. De repente, a camisa vai pro chão, ele se vira e, se movendo do mesmo jeito, começa a passar uma das mãos pelos peitorais bem definidos, descendo pela barriga tanquinho até chegar na fivela do cinto. Depois de tirá-lo devagar, leva a mão ao botão da calça... parece que vai desabotoar, mas balança o dedo dizendo que não. Ele se aproxima dançando da minha mãe, puxa ela pelo braço e a obriga a sentar na cadeira que está na espécie de plataforma que montaram como palco. Fica de frente pra ela e agora, sim, começa a desabotoar a calça. Vira de frente pro Carlos e pro Víctor, onde vai estar o público, ficando de costas pra ela, e começa a abaixar a calça se inclinando em direção aos pés. Tira a calça, mostrando as coxas fortes e uma cueca vermelha que se ajusta perfeitamente ao pau duro escondido debaixo, que parece lutar pra sair dela. Começa a mexer o quadril e a bunda de novo. Vira pra minha mãe e, depois de acariciar a bochecha dela, finge que vai tirar a última peça, mostrando só os glúteos musculosos na direção do público, pra depois levantar a cueca de novo e balançar o dedo dizendo que não. Continua dançando até pegar uma espécie de lençol branco que estava bem ao lado. E coloca ele, se requebrando, em volta do quadril. Segura na cintura com uma das mãos e começa a abaixar a cueca atrás dela com a outra mão, até tirar ela de entre as pernas. Porra, que filho da puta, ficou pelado completo! Vejo ele levantar e balançar com a mão, e jogar no ar, quase acertando a minha mãe. Continua rebolando só com o lençol, e atrás dela dá pra ver um pedaço de pau do caralho a cada rebolada que ele dá. Não aguento ele, vendo ele ali se exibindo com aquele rabo enorme entre as pernas. Volto a prestar atenção e vejo que ele olha pro Carlos e pro Victor, que estão nas cadeiras. Depois de sorrir pra eles, vira pra minha mãe, que tá de frente pra eles e de costas pra ele. Na frente dela, abre os braços e, escondendo a bunda da gente com o lençol, mostra todo o tarugo pra minha mãe! Vejo ele se cobrir de novo, se virar e, com os rebolados, fazer minha mãe girar até ficar de perfil pra nós. Chega perto dela de novo, toca o queixo dela e, abrindo o pano de novo sem mostrar nada pra gente, envolve a cabeça da minha mãe com ele. Segura o pano com uma mão, a outra fica no ar, e começa a fazer movimentos de quadril. Meu coração bate a mil por hora... não sei o que tá rolando debaixo desse lençol, mas os quadris dele não param no vai e vem lento. De repente, vejo ele olhar pros amigos e, sorrindo, levantar o polegar da mão que tá no ar, como quem diz que tá tudo bem... olha pra eles com uma cara de tesão do caralho e a cadência dos quadris não para de aumentar... o filho da puta, entre risadas, deixa o pano cair e aí eu vejo minha mãe agarrada na vara enorme dele, lutando pra enfiar tudo na boca. Fico perplexo vendo aquilo, tenho que evitar que aconteça algo como na outra noite. Não sei o que fazer, quando de repente sinto uma mão no meu ombro que me assusta de vez. Antes que eu possa me virar, ouço Jesus sussurrar no meu ouvido: Uffa, achei que não ia chegar, mano. Quase perdi o show por causa daquelas duas. Já tava achando que não ia me livrar delas. Porra, como sua mãe chupa... Putona do caralho que ela é. Nem pense em entrar pra estragar tudo, hein? Você aqui comigo e caladinho, ela me diz abrindo o canivete que tira do bolso e levando pro meu lado. Essa tarde a gente vai se divertir pra CARALHO, mano. Temos entrada de graça pra um show de primeira e pelo que me falaram a atriz é uma profissional completa, que se entrega de verdade... você vai virar fã número um dela. Então nem se mexe, se não quiser que sua mãe descubra que você tá aqui vendo a apresentação dela. Só olha como ela faz bem... Desvio o olhar pra eles de novo e vejo o que eu temia. O Sergio tá segurando a cabeça da minha mãe com as duas mãos. O filho da puta guia ela num boquete incrível e faz ela engolir a cada estocada cada vez mais pau. Quando acaba a música que tava tocando, começo a ouvir os gemidos do Sergio e os comentários dos outros dois: Porra, isso sim é chupar. Assim que se faz... Continua assim, vê se consegue broxar esse filho da puta, hahaha. Cê gosta de pau grande, hein putinha? Com esse corpanzil certeza que já chupou mais de um, hahaha. Que cara de tesão que você faz. Tá se lambendo de prazer, hein? Vejo o Sergio olhando pra eles com os olhos quase virados. Mesmo assim, ele faz um sinal com uma das mãos e o Carlos e o Victor levantam na hora. Num piscar de olhos, o Carlos tá atrás da minha mãe, que continua sentada na cadeira chupando sem vergonha nenhuma o Sergio. Parece que o pauzão dele hipnotiza ela. Volto a prestar atenção no Carlos e vejo ele enfiar as mãos por baixo da blusa da minha mãe por trás. Ele tá tocando, melhor dizendo, apalpando os peitos dela pra caralho. Vejo ele olhar pro Sergio enquanto apalpa e falar "que peitão que essa mina tem". Fico alucinado quando vejo ele tirar as mãos de dentro da blusa carregando o sutiã preto da minha mãe. O filho da puta deve ter experiência em tirar sutiã porque fez isso em menos de um minuto e sem a ajuda dela. Ele Vejo ele levantar e, balançando no ar como se fosse um troféu, chama o Víctor pra ver o que tem nas mãos. Viro a cabeça procurando ele, que não sei pra onde foi, e vejo que tá tirando o colchão da parte de trás da Citroën Berlingo e colocando no chão no meio da quadra. Deus, isso tá ficando feio. Jesus me diz rindo que não me preocupe, que o irmão dele tá cuidando de tudo pra minha mãe ficar mais confortável. Víctor, ao ver o Carlos agitando e jogando no ar o sutiã da minha mãe, começa a sorrir, o filho da puta. Volto a prestar atenção nela e vejo que o Carlos tem de novo as mãos enormes debaixo da blusa dela. — Que melões, cara! E que bicos mais duros e tesudos! Dá pra ver que essa putinha tá com tesão — diz Carlos olhando pro Sergio. — Já te falei, mano. Na quinta, quando vi, quase arranquei eles no dente. Que mulher, cara, que mulher! E olha como ela chupa... — responde Sergio enquanto acelera o vai e vem dos quadris. Vejo que Carlos continua com a sarração. O filho da puta tá apalpando cada centímetro dos peitos da minha mãe com as mãos enormes. Vejo ele torcer os bicos dela por baixo da blusa e minha mãe geme sem parar de mamar. Víctor chega até eles e ouço ele dizer que já deixou o colchão pronto e, entre ele e Sergio, levantam minha mãe no ar, segurando pelos ombros, e a levam até lá. Mamãe diz que eles são loucos, que tudo foi longe demais e que foi um erro. Eles deitam ela e, rindo, respondem que fique tranquila, que não vai acontecer nada que ela não queira. Sergio começa a beijar a boca dela, lambe o pescoço e começa a sussurrar no ouvido: — Confia em mim. Você não se divertiu na outra noite? — Siiim... — ouvi minha mãe dizer. — Então agora vai ser melhor. Você não quer continuar com essa bucetinha de novinha pra sempre, quer? Deixa eu arrebentar ela de novo... Quero que quando você for embora da cidade, vá com sua bucetinha completamente aberta. Comigo você vai aprender a curtir uma boa piroca. Você não deseja isso? — Devo estar louca. mas é verdade. Embora aqui, com eles na minha frente... Deixa eles olharem e aproveitarem. E se você quiser e desejar, pode ter três picas jovens só pra você. Meu cu fica latejando só de imaginar você tão puta como na outra noite, mas com os três ao mesmo tempo... seria foda pra caralho. Sérgio, volta a beijar minha mãe de novo. Vejo esse filho da puta enfiando a língua até as amígdalas dela, mexendo dentro da boca dela. É uma tortura pra mim. Ele tira aquela língua enorme e enche os lábios da mamãe de baba depois de beijá-la. Agora passa ela pelo pescoço dela, até chegar no lóbulo da orelha esquerda. Sussurra algo no ouvido dela enquanto os outros dois filhos da puta aproveitam pra levantar a camiseta dela até o pescoço. Nunca tinha visto os peitos da minha mãe. Na quinta, enquanto o Sérgio fodia ela, só intuía eles na penumbra. Agora posso vê-los em todo o esplendor. Não acredito nas tetas que minha mãe tem! Elas são redondas e incrivelmente duras pro tamanho enorme, com umas auréolas grandes, meio escuras mas não muito, e coroadas por uns bicos totalmente duros e empinados. Nunca vi uns bicos tão duros assim. Devem ter pelo menos 3cm e olham desafiadores pra cima, como se quisessem alcançar o teto do frontão. Pelo jeito que estão, acho que ela tá com tesão, a desgraçada. Carlos e Victor estão ajoelhados no colchão, um de cada lado da minha mãe. Se olham sorrindo e cada um parte pra sua respectiva porção de peito. Isso já não tem mais quem pare, parecem uns lobos famintos de verdade, lambendo e mordiscando os bicos da minha mãe. Jesus me deixa doente dizendo que esses peitos não são normais, que nem as atrizes pornô têm assim. Que parecem feitos pra provocar vontade de mamar neles... Sérgio está ajoelhado ao lado dela, fazendo ela chupar a pica enorme dele. Minha mãe parece fora de si, não entendo o que pode passar pela cabeça dela pra se comportar assim e perder o controle desse jeito. Carlos continua mordiscando o mamilo dela e apalpando cada centímetro daquela ração de peito, e vejo o Victor começando a baixar a saia dela. Escuto minha mãe mandando ele parar, sem tirar a rola do Sergio da boca. Quando dá pra entender ela, o Victor já começou a puxar a calcinha preta dela pra baixo e logo vejo que ele já tá com ela na mão, começando a cheirar. Escuto ele dizer que aquele é o cheiro de uma mulher de verdade. Ele parte pra lamber a buceta da minha mãe enquanto ela continua engolindo a pica. O Carlos continua chupando, mas agora não um, e sim os dois mamilos dela, como se quisesse arrancá-los. Quero ir embora, mas o Jesus me segura firme pelos ombros por trás, me impedindo. Também não me deixa virar pra parar de ver o que tá rolando. Ele me manda me comportar, igual minha mãe tá fazendo... e olhar e curtir o espetáculo, que com certeza um otário como eu aprende muito com o que vou ver... Depois de um tempo, o Victor levanta e vai até o carro. Respiro aliviado, parece que pelo menos ele já se cansou de brincar assim com minha mãe. Agora só espero que os outros dois façam o mesmo e deixem ela ir. Escuto o Carlos chamar o Victor: "Aonde cê vai, viado? Já cansou? Essa é muita mulher pra você, hein?... hahaha. Já sabia..." Quase caio de susto quando vejo ele sair da Berlingo com uma caixa de camisinha na mão e escuto ele dizer: "Cê acha que eu traria isso se tivesse cansado? Não iam achar que eu ia embora sem provar essa gostosa, né? Tá tudo prontinho pra começar a curtir..." Não acredito que vão abusar da minha mãe de novo nessa merda de cidade. O Jesus me fala todo excitado como o irmão dele é um filho da puta, que tinha dito que hoje não dormia sem provar os peitões da minha mãe e que, se pudesse, também comia ela. Ele sussurra no meu ouvido: "Meu irmão tá me falando desde quinta à noite que tem que foder ela. Sua mãe é uma puta, cara. Com esse corpo e esses peitos, sai por aí... pedindo guerra... Olha como ela tá gostosa... Vai ver que logo se acalma quando meu irmão meter a pica nela... Que filhos da puta! Mas o que que dá nesses arrombados que não pensam em outra coisa senão foder minha mãe? Parece que nunca viram uma buceta na vida. Caralho, vejo o Victor tirando a camiseta e começando a baixar a calça! Ele, igual aos outros dois, tem um corpaço do caralho. Me lembra pra caralho o Sergio Ramos, aquele do Madrid, antes de operar a rola. Ele tira uma pica de bom tamanho da cueca, não igual a do Sergio (o da cidade), mas que não deve ter menos de 20cm. Começa a desenrolar uma camisinha na pica dele e fica de joelhos na frente da minha mãe. O que ele vai fazer? Vejo ele pegar minha mãe pela cintura e puxar ela pra perto, colocando as pernas dela de cada lado da cintura dele. Começa a apontar a pica dele pra buceta dela quando o Sergio fala: - Para, viado. Cê não vai foder a mulher do amigo do meu pai, né? Sergio é um arrombado, mas agradeci ele ter falado isso. Parecia que ele entendia que aquilo tava indo longe demais. Esperava que tudo terminasse ali, mas, ingênuo que sou, ouço o Victor falando rindo: - Não seja chato, filho da puta, isso não te importou na quinta-feira enquanto você tava fodendo ela. A buceta dela tá no ponto e tô doido pra provar... - ele disse enquanto eu via ele começar a pressionar e enfiar o pistão dele na xota da minha mãe. - Cê não liga, Ana, né? Fica tranquila que depois você vai provar a minha de novo... - ouvi o arrombado do Sergio falar sorrindo. Mmmmm. Porra! Que coisa mais apertada! Tô tendo um trabalho do caralho pra enfiar inteira. Nem quando perdi a virgindade da Lore! Caralho, que buceta essa mina tem! E aí, entrou o manubrio aqui, filho da puta? - ele perguntou pro Sergio. - Quinta-feira à noite inteirinha, pergunta pra Ana. E ontem à tarde na cozinha da casa dela porque não deu tempo, mas já tinha meia estaca dentro quando o marido dela chamou a gente do quintal, pedindo mais cerveja - respondeu o Sergio rindo. Fiquei alucinado com o que acabei de ouvir. Ontem ele tentou comer ela de novo enquanto eu estudava. Qual é, mano, que pussy, ele tava enfiando a vara de novo na minha casa quando meu pai interrompeu. Jesus falava no meu ouvido que minha mãe era uma puta de verdade e começou a agitar as mãos tentando chamar a atenção do irmão dele e dos outros dois. O filho da puta queria que os outros soubessem que eu tava ali. Victor quando nos viu sorriu e continuou falando enquanto começava a montar na mamãe me encarando bem nos olhos, igual o Sergio fez na outra noite. Porra, que cone, garoto. Que coisa mais apertada. Se em casa não sabem, vamos ter que arrebentar você aqui, querida. Você tá precisando de pica e a gente vai resolver isso hoje, gostosa... Cê gosta de me sentir dentro, né? Cê gosta, sim? Sente como eu tô metendo?... — perguntava pra minha mãe sem desviar o olhar de mim. Aaahhhhhh — Não acreditei que minha mãe começou a gemer. Não me fala mais nada, querida, já sabia que você tava gostando. Mas isso é só o aquecimento, deixa eu entrar tudo em você — e com uma pancada forte de quadril, vi como ele enterrava a pica até os ovos na buceta da minha mãe. Mmmmmm....Aaahhhhhh, tô gozando... Deus, minha mãe começou a gozar e Jesus continuava me atormentando com os comentários dele. Sua mãe é uma puta, mano, ele fala. Olha ela como goza com a pica do meu irmão. Que lapada que ele tá dando. Olha como a safada goza... Ao mesmo tempo ouço o irmão dele: Ah, é, puta? Cê gosta, hein? Isso aqui não te fazem em casa, né? Isso eu chamo de ESTOCADA ATÉ OS OVOS. Cê gosta de sentir aí, tão fundo, o calor da minha rola? Sinto sua buceta pulsando... A safada tá gozando — ouvi Carlos falar olhando pro Sergio, enquanto Victor virava minha mãe, colocava ela de quatro no colchão e me olhava sorrindo... Jesus fala no meu ouvido: "De quatro, mano, agora de quatro igual puta. Isso é foda. Que mulher sua mãe...". As palavras dos dois irmãos. Isso é ainda mais tortura pra mim do que as imagens que meus olhos captam. O Víctor também não para de falar: "O que vem agora é o que eu mais gosto de ensinar pras coroas como você... Uma coisa é o que vocês fazem em casa, acho que chamam de consumar o casamento. E outra bem diferente é o que eu chamo de UMA BOA FODIDA. Me diz o que você acha, gata..." – Ele disse enquanto eu via ele agarrar minha mãe pela cintura e, sorrindo pra mim, começar a bombar num ritmo animal dentro da buceta dela... "Vou gozar, vou gozaaaaar... me deixem, pelo amor..." – Minha mãe começou a falar. "Mas será que você não gosta? Aguenta que já tô quase lá, querida. Cê não curte as investidas de uma pica jovem...? Hoje você vai embora pra casa BEM FODIDA. Caralho, que boceta gostosa você tem. Você deu sorte de encontrar a gente, que vamos resolver seus problemas conjugais... Queria que seu marido nos visse assim, no pelo. Aposto que aprendia alguma coisa. Ou melhor, seu filho... pra ele ver que pedaço de mãe que tem..." "Por que vocês tão fazendo isso comigo? Eu não sou assim... Eu sou uma senhora... Meu Deus, você vai fazer eu gozar de novo... Termina logo, viado, que eu também quero comer ela." – Ouvi o Carlos falar. "Não tão rápido que o próximo a montar nela sou eu. Cê não tem noção como me excita ver ela fora de si enquanto esse aí come ela. Olha como ela revira os olhos enquanto goza de novo. Encontramos uma verdadeira Promíscua" – Disse o putão do Sergio rindo e olhando pra onde a gente tava. "Isso, querida. Goza e aproveita como você não faz em casa. Goza com minha pica dentro. Já tô perto, amor, você tá prestes a ORDENHAR UM BELO RABO com sua buceta de safada... Aahhhh, não aguento esse prazer... Tira ela, tira ela... Não vai gozar dentro..." "Cê não quer ter mais filhos?" – disse o Víctor me olhando – "Fica tranquila, que tô de camisinha. Eu também não quero ser pai tão novo... Já tô perto, amor, já tô perto... Aaahhhh, que bucetinha do caralho você tem. Aahhhhh, que gostoso. Aaaahhhhh, aaahhhhhh, aaaaaaaaaahhhhhhh......" Eu vejo. O rosto transtornado do Victor, que não para de me olhar enquanto dá as últimas e mais fortes estocadas na buceta da minha mãe. Deve estar gozando uma quantidade absurda de porra, pelos grunhidos que solta. Enquanto isso, ele cai com o peito nas costas da minha mãe e sussurra no ouvido dela: "Que puta gostosa seu marido tem em casa. Comigo você pariria a cada 9 meses, sua vagabunda... Vai ver o que eu joguei pra dentro." Ele tira o pau da buceta da minha mãe, se levanta, tira a camisinha e mostra pros outros, orgulhoso do troféu, e depois se vira como se estivesse mostrando pra mim. Ouço ele dizer: "Olha o que a mamãe tirou de mim com essa buceta viciosa dela, nunca gozei tanto antes." Jesus me fala: "Que barriga ela ia ter que fazer com isso na minha mãe." Quando volto a prestar atenção nos outros, o Sergio já tá deitado de costas no colchão. O Carlos agarra minha mãe pelos ombros, levanta ela e coloca em cima do Sergio, que diz: "Vem cá, meu amor, que eu também quero te ensinar uma coisa nova. Com o Joaquim você não faz isso, né? Com ele você nunca monta, né? Você vai aprender com um potro selvagem, vê o que acha... Não façam isso comigo. Me deixem ir... Para, seu filho da puta. Coloca uma camisinha pra eu fazer mais tranquila, não vê como eu tô tensa?" – Disse o Victor. "Outro dia não precisou, mas traz aqui. Espera um pouco, amor, que eu vou colocar rapidinho pra você poder galopar à vontade o quanto quiser." O Sergio pega a camisinha e tenta desenrolar no pauzão dele, mas não consegue. Começa a reclamar e de repente diz: "Seu filho da puta! Comprou do seu tamanho. Já estourei ela enquanto desenrolava. Não tem nenhuma XL aí no porta-luvas do carro?" Hahaha, ouço a risada dos outros dois e o Victor dizendo que não tem de outro tamanho. "Se vira com essas ou então é no pelo ou vai pra casa sem molhar o biscoito." Entre soluços, ouço minha mãe dizer pra deixarem pra outro dia, e que sem camisinha de novo nem pense, que ela podia engravidar. Nojo... Hoje vou te foder de qualquer jeito. Traz outro pra cá, seu otário. Você tá ferrado se acha que vou embora sem molhar o biscoito, seu filho da puta..." - disse Sergio, fodendo o novo preservativo e começando a desenrolá-lo com cuidado no pau descomunal dele. Quando já tinha metade enfiada, vejo que rasga em cima, mas o filho da puta, mesmo vendo, continua como se nada e diz: "Tão vendo, galera? Já tô pronto pra molhar. Fica tranquila, Ana, que assim não tem perigo, nada, nada. Agora é só cavalgar..." - os outros me olham e sorriem. Mas o que esse filho da puta tá querendo? Ele sabe que minha mãe toma pílula, mas também sabe, como eu, que não é 100% confiável. E se ela engravidar? Ou se pegar alguma doença que ele arranjou por aí? Como é que a mãe ia explicar pro meu pai? Não entendo nada. Nem o que passa na cabeça dele pra fazer isso, nem na da minha mãe, que começa a enfiar a vara dele assim que Carlos solta ela dos braços. Sergio, pra piorar, parece que tá incentivando: "Vai, Anita, você consegue. Desce mais. Quero sentir ela todinha dentro, igual na outra noite. Uffa, gatinha! Já tô sentindo o fogo da sua buceta no meu taludo. Tá pegando fogo, hein? Desce mais um pouco, que eu sei que você gosta... Vamos ver se hoje a gente dá uma esticada..." Que filho da puta! A imagem que tô vendo já tá me deixando mal, mas os comentários dele são piores. Minha mãe já enfiou a cabeçona do pau dele inteira e começa a descer devagar, como se tivesse procurando a base... "Mmmmm, isso, Anita! Que quente que tá!... Você não imagina o que é entrar em você... Desce mais, desce mais e vê como você vai gostar. Quero que você enfie sozinha todo o meu pistão nessa bucetinha apertada que você tem. Hoje a gente vai alargar mais um pouco. E assim, de pouco em pouco. Cada dia um pouco mais, querida... Assim você vai aproveitar muito mais. Acredita em mim. Você não quer aproveitar ele como na quinta-feira...?" Devo estar louca, mas sim. Nunca tinha gozado naquele dia. Mmmm, sinto você me preenchendo e isso me deixa doida... Disse Claro, amor, continua e começa a gozar. Sei que você vai conseguir enfiar ela toda, sozinha. Quero que quando você for embora da cidade, vá com a buceta digna de uma coroa com filhos como você, e não com essa xerequinha de adolescente que você tem... Assim, se o Joaquim animar de usar de novo um dia, que ele veja que você não perdeu tempo e que lá fora encontra o que ele não te dá em casa, meu bem. Que ele note bem usada e preparada pro tamanho de pau que uma mulher como você precisa. Mmmmmmmmm, assim minha rainha, você tem ela quase toda dentro. Que tesão que você tá, meu amor... Ufff, já começou a gemer, hein? Você tá uma verdadeira putinha... – disse Sérgio olhando pros outros que, por sua vez, olhavam pra Jesus e pra mim, curtindo a situação. Aaahhhhhhh, só você chega tão fundo. Não me fala essas coisas que eu tô quase gozando... – ouvi minha mãe dizer. Então goza, que é pra isso mesmo. E agora, cavalga... Assim que ele fala isso, puxa os quadris da minha mãe pra baixo e enfia ela até a base. O gemido que minha mãe dá me perturba e logo começo a ouvir Jesus sussurrando no meu ouvido de novo: Olha ela ali, que safada. Com a buceta toda arrombada e cavalgando, pedindo mais e mais... Te excita ver ela assim tão gostosa, hein? Quando me falaram que iam comer ela, não imaginava que fosse ser tão puta... Porra, como ela é boa... Que gostosona que você tem de mãe, e ainda dá pra ver que ela tá com vontade de pau. Olha como ela goza. Ela tá gozando. Mulher assim a gente não vê na cidade, e quando aparece, a gente não deixa escapar... Porra, como ela enfia a vara do Sérgio até os ovos... Que putona. Olha como ela revira os olhos enquanto goza. Que pedaço de vagabunda... Quando olho, vejo o Carlos, que era o único que ainda tava de cueca, tirando ela rapidinho. Diante dos olhos de todo mundo, aparece um pau completamente duro, uns 18cm, mais fino que os outros dois. Forma um ângulo perfeito de 90 graus. com os abdominais dele e totalmente reta, sem nenhum desvio pra qualquer lado. O filho da puta se levanta, junto com o Sergio e na frente da minha mãe, de um jeito que a pica dele fica na altura da boca dela. Ouço ele dizer: "Prova isso, querida, que cê vai ver como com dois você se diverte ainda mais..." Se o da outra noite foi humilhante, isso é muito pior. Não consigo acreditar que minha mãe pega aquela pica com uma das mãos e começa a chupar que nem uma possessa enquanto não para de cavalgar. "Jujujú, o que cê acha disso, amigão? Putona do caralho. O que eu tava te dizendo. Nem com uma descomunal ela se satisfaz. Agora precisa de dois... e olha a chupada que ela dá. Porra, como ela chupa. Sorte do teu pai, mano, de ter uma puta dessas na cama dele. Deve deixar ele exausto toda noite. Ainda bem que agora ele vai poder descansar, já que esses caras tão cuidando dela... e pelo visto ela tá adorando a troca. Certeza que teu pai não dá tanta porrada nela. Sabe se eles transam muito, me diz... ele come ela toda noite?" — pergunta Jesus no meu ouvido. "Cê é doente, mano, como é que eu vou saber?" — respondo. "Tô te falando que tua mãe é daquelas que precisa de pica todo dia e, se não tem em casa, sai pra procurar. É só olhar. Olha, olha, ela teve que parar de chupar porque tá gozando de novo... Que delícia ver ela foder. Que espetáculo. Já vi putas, mas assim, nunca na vida... Porra, o Sergio, que filho da puta. Esse não perde uma. E cuidado, porque uma de Zaragoza ele engravidou há dois verões... Vai ver cê vai ganhar um irmãozinho... Com essa mangueira que ele tem, o risco de barriga existe, não acha? Hehehe. "Não seja filho da puta, minha mãe não ia permitir isso." "Não é questão de permitir ou não, é que numa fodida dessas ele pode deixar ela grávida sem mais nem menos. Olha que filho da puta, como aproveita enquanto ela goza pra mexer na bunda dela com o dedo. Se descuidar um pouco, ele mete no cu... Cê não acredita nem em você mesmo, pedaço de... Cabrão. Minha mãe não faz essas coisas. E seu irmão e os amigos dele são filhos da puta que estão estuprando ela. Cê acha? Pois quem diria, vendo ela gozar assim. Pelo jeito que ela tá gozando, não me parece... E ver como ela adora sentir aquele dedo na bunda dela me confirma que ela tá adorando a experiência. Olha, olha, já enfiou dois. Acho que você vai ver como vão comer o cu da sua queridíssima mãe... Tenho certeza de que ela vai gostar... Tá vendo? Lá vai o Carlos... Que sanduíche que vão fazer com ela... Carlos empurra minha mãe pelos ombros até ela encostar o peito no torso do Sergio. Ele se deita sobre ela, me olha, e começa a apontar o pau dele pro cu da mamãe. Antes de penetrar, sussurra no ouvido dela. Fica tranquila, querida, que eu sei que você vai gostar. Vai ver como você goza com dois paus dentro. Se sua bucetinha é deliciosa, seu rabo com certeza é muito mais. O que você vai fazer? Nem pense... — pergunta a mamãe. Por acaso você não gosta por trás? Você vai amar. Vou ser tão cuidadoso quanto seu maridinho, já vai ver... Com ele eu não faço essas coisas... Mmmm, não me diga que você tem ele intacto, querida. Mas como te deixam assim em casa? Você não sabe tudo o que perdeu até agora. Esse seu maridinho devia ser morto por não saber satisfazer uma mulher como você. A única coisa que você precisa fazer é relaxar o cu e vai ver que logo tá no paraíso. Você vai ver como goza com um bom anal. Vou te levar ao céu e, com outro pau como o que você tem na bucetinha, o prazer vai ser bestial. Você vai gozar como nunca. Diz que você quer experimentar e, se não gostar, a gente para. Diz que sim, meu amor... — fala o filho da puta, sorrindo pra mim. Não sei, nunca fiz isso. Tenho medo... Que medo o quê, porra! Você vai ver que gostoso. Vai ver o que você tem perdido... Você não sabe o que é que eu não como um cu assim há tempos. Caso você não saiba, o seu é um cu de respeito, isso sim. Deixa eu ser o primeiro a entrar nele, Ana. Que gostoso vai ser arrombar ele. Sempre quis isso. provar o cu de uma coroa gostosa como você. Relaxa a bunda que lá vou eu. Deixa eu empurrar... Mmmm, você tá me machucando. É impossível entrar. Me deixa. Não quero mais... Psssshhh, paciência que daqui a pouco começa a parte boa. Tá vendo?, já tá cedendo... - ele disse me olhando com uma cara de tarado que não dava pra aguentar No meio de um grito, vejo o Carlos enterrar a cabeça da pica no cu da minha mãe. Ela tá com a cara totalmente desfigurada e o Carlos fica parado dentro dela enquanto sussurra pra ela se acalmar, que o pior já passou e que o melhor ainda tá por vir. Enquanto isso, o Sergio começa de novo um vai e vem lento dentro da mamãe, que parece fazer ela relaxar. Ele para de novo e o Carlos aproveita pra começar a pressionar de novo... Mmmm, tá vendo?. Já tá começando a entrar, querida... Mais devagar...você vai arrebentar eu Assim, assim, suave e devagar. Você tá gostando? Sim, tá começando a me agradar... Eu sabia... Você é divina, adoro como você é apertadinha. Já comi um monte de bundas mas nunca tinha estreado uma, nem mesmo a da minha ex-namorada. É uma maravilha como é apertadinha e quentinha. Já tá com metade dentro, princesa... Ah sim, eu tô gostando. Tava há tempos querendo provar isso mas nunca tive coragem de confessar pro Joaquim. Continua... Pois ele não sabe o que tá perdendo, você tem um cu divino e vou ser eu quem vai te abrir. Então você tava com vontade de experimentar anal, hein? Deixa eu meter um pouco mais... - ele disse sorrindo de novo pra mim Ohh, devagar... Sim querida, aproveita, que já tá quase toda dentro de você Não acredito que vocês tão fazendo isso comigo, tenho duas picas dentro de mim... Pois acredita porque é verdade, e porque agora eu tô completamente dentro. Agora começa a parte boa, né Sergio? Que mulher... Tô alucinando. Não acredito que nada do que tô vendo é real. A voz do Jesus de novo no meu ouvido me traz de volta à realidade. Falei ou não falei?. Sua mãe é uma puta ninfomaníaca. Olha ela aí com duas picas dentro e começando a gozar. Que enrabada Vai dar pra Carlos. Hoje ela vai saber o que é levar no cu de verdade, com o pauzão do Sergio na buceta dela. Que espetáculo. Vou ter que bater uma vendo a cadela da sua mãe em ação... Olha, olha como eles curtem os buracos dela. Que filhos da puta, tão se divertindo que nem puta, e me desculpa pelo comentário, he he he. Ah sim, cara, sinto seu pau dentro junto com o meu, e eu não sei você, mas não vou parar até arrebentar ela... – ouvi o Sergio falar. E eu até não molhar o cu dela de porra pela primeira vez... Essa mina é uma gostosa e parece mentira que não comam ela direito em casa. Não acredito que o marido dela deixou essa bunda pra mim... É divino – respondeu o Carlos sem tirar os olhos de mim. Porra, já tinha te comido, Anita, mas não pensei que você fosse tão putinha – disse o Sergio pra minha mãe. Se eu soubesse, tinha estreado você eu mesmo. Nunca imaginei que você ia gostar tanto de ter dois paus dentro. Viu, já tá gozando de novo. Que gemidos do caralho. Vão ouvir até na cidade... Não se preocupem, que se ela gosta tanto de dois, com três vai se divertir mais. Vou encher a boca dela com meu pau pra não ouvirem tanto ela (completou o Victor, se levantando no colchão e oferecendo o membro descomunal, já duro de novo, pra eu começar a chupar). Não aguento mais, o cu dela é tão apertado que vou gozar a qualquer momento. Pois eu na buceta dela aguento mais um pouco... Mas ainda tá incrivelmente apertada... Ahhh, como entra agora, como entra. Tô gozando... Vou encher ela de porra pela primeira vez. Ahhh, é divino... e acho que ela também gosta. Porra, os espasmos que ela dá, olha como ela goza... – falou o Carlos enquanto começava a molhar o cu da minha mãe e me olhava, sorrindo. Tô sentindo eles na buceta dela... Que espasmos, cara – disse o Sergio. Pois ela pode estar gozando, mas continua me mamando como se nada. Essa mina a gente vai ter que continuar comendo – respondeu o Victor. Quero ir embora, mas Jesus me segura, impedindo, e me ameaça de me meter pra dentro e minha mãe me descobrir ali, naquela situação tão violenta pra ela e mais ainda pra mim. Jesus me diz: "Olha ela aí, no auge". Tão comendo ela em todos os buracos. Nunca vi coisa igual. Que puta sem-vergonha que você tem por mãe, cara. Essa não tem pau suficiente nem aqui na cidade, nem no estado inteiro. Tinha que se dedicar a isso, cara. Com ela, você e seu pai se enchiam de grana. Com dois clientes por dia, já bancava seu pai... e viviam como marqueses. Com esse corpo e essas tetas, ia achar em qualquer lugar. Te garanto que metade da cidade pagaria pra montar nela assim. Que gostosa do caralho que ela é, e o mais excitante é ver como ela curte, parece uma cadela no cio. Enquanto isso, vejo o Carlos tirar o pau do cu da minha mãe, e ela se levanta um pouco pra continuar montando no Sergio. Ele aproveitava pra beliscar e torcer os mamilos dela, fazendo minha mãe gozar pela enésima vez. Ouço o Sergio: "Agora sim, mamãe, agora sim você tá bem aberta. Tem a buceta mais foda que já comi na vida. Ah, sim, que prazer meter tudo de novo dentro dela, até o útero. Aproveita meu pauzão e continua gozando... Não aguento mais, você me mata de prazer... Sim, mamãe, curte minha vara. Vou te dar o que você precisa. Que tetas do caralho você tem... nunca vi outras iguais. Sempre quis foder e engravidar uma mina como você. Vou te fazer uma barriga enorme." Já sabe o que vem agora, né? Não. O que vem? Não aguento mais... Agora é quando eu vou gozar... Você tá prestes a ordenhar meu pau, tigresa... Você colocou camisinha, né? Sim, fica tranquila e não se preocupa. Confia em mim... Aguenta, cara, que eu não aguento mais. Chupa, Ana, chupa. Aproveita minha porra quentinha, ahhhhh, aaaaahhhhh. Vejo o filho da puta do Victor segurar a cabeça da minha mãe com as mãos, impedindo ela de tirar a boca enquanto começa a gozar. Minha mãe tenta se debater, mas logo vejo que ela desiste e começa a engolir a porra que o Victor deposita na boca dela. Ele dá uns bufidos que metem medo. "Engole, Ana, engole", ouço ele dizer, me olhando a cada estocada que dá. Logo, pelo canto dos lábios da minha mãe, escorre parte da porra que ele vai depositando na boca dela. "Porra, que puta", ouço ele dizer enquanto tira o pau da boca dela. "Me deixou seco. Engoliu até a última gota. As vitaminas que te dei, Ana, hein? Parece que você gosta de porra recém-ordenhada, kkk. Vai, Sérgio, termina de foder ela que a gente tem que ir. Já faz quase uma hora e meia que a gente tá aqui." "Vou gozar, Ana, vou gozar. Você vai ordenhar minha XXL de novo. Lá vou eu. Toma minha porra... Aaahh... Você não colocou camisinha?" "Coloquei, mas acho que estourou." "Não se preocupa que não vai dar nada. Você só curte minha porra. Mmmnn, que jatos eu sinto, tô gozando..." "Sim, tigresa, curte, aaaahhhh. Que prazer danado te encher a bucetinha. Toma minha porra, aaahhhh Deus, não aguento mais, sinto a buceta toda cheia." "Sim, amor, quero te engravidar. Que gostoso. Não paro de imaginar essas tetas cheias de porra. Umas tetonas... Quero que você pare de tomar essa merda que toma, que não se cuide e que diga pro Joaquim que quer ter outro filho. Vai ver que bonito que sai o irmãozinho que a gente vai dar pro Mário. Quero que você vá embora da vila grávida e com a buceta pronta pra parir..." "Porra, que barriga que ele vai fazer na sua mãe. Eu no seu lugar ia pra casa pedir um irmãozinho pro seu pai pra ele se mexer e não ser pego de surpresa, kkkkk", me diz Jesus enquanto me solta pra começar a bater uma porque ele já não aguenta mais... Saio chorando e correndo de lá, deixando minha mãe pelada no meio daqueles energúmenos caipiras. Decidi não pensar mais naquilo, mas na segunda, quando acordei e fui pro jardim, vi de novo o Manuel e o Sérgio, que conversava com o ingênuo do meu pai. Parecia que a história se repetia de novo... Meu pai perguntava como foi o sábado. no ensaio. Cheguei de novo até eles quando o Sérgio respondeu, como sempre, com um sorriso debochado na cara: Sua puta MÃE, Joaquim. A Ana não te contou? Ainda bem que ela deu uma passada por aqui, no meio do ensaio. Sem ela, te garanto que a gente não teria conseguido fazer.... Que filho da puta! Ele tava respondendo com segundas intenções de novo, igual uns dias atrás. Olhava pro meu pai e principalmente pra mim, com aquele brilho nos olhos, com aquele sorriso debochado, que mostrava que ele tava adorando as próprias palavras... "Sem ela a gente não teria conseguido fazer", que cuzão. E o meu pai, inocente, dando corda de novo pra ele zoar às custas dele, sem nem perceber: Ela me disse que mal precisou falar nada, que vocês sabiam mais do assunto do que ela. Que vocês mandavam muito bem. Ela falou isso mesmo? A verdade é que ela pareceu gostar, ou pelo menos foi o que ela disse, hehehe. Mas não deixa ela ser modesta, fala que ELA SE ENTREGOU POR INTEIRO, Joaquim. Ela ofereceu a ajuda dela sem hesitar. Principalmente com o Carlos, com ele ela teve que fazer um ESFORÇO ESPECIAL... Ele faz um número difícil, com uma entrada lenta POR TRÁS, e vai avançando pelo palco aos poucos ATÉ PEGAR UM RITMO INCRÍVEL. O resultado foi foda porque a gente não achava que ele ia conseguir fazer. Ficamos todos muito impressionados... embora eu ache que a Ana foi a que mais... Tipo, vocês já dominam o bagulho, né? Claro, Joaquim. Disso não tem dúvida. A verdade é que a gente tá MUITO SATISFEITO com como as coisas rolaram. O número final, com os três ao mesmo tempo, surpreende qualquer um. Mas a gente precisa ensaiar mais umas vezes, trocando as posições e incluindo alguma variação... hehehe. A bagunça que vocês vão fazer na cidade... Aqui, que se escandalizam por qualquer merda... Claro, Joaquim, claro. COMO A GENTE VAI ARMAR NA CIDADE ESSA SEMANA, A GENTE VAI ARMAR PESADO... e espera só pra ver, que pode ter uma surpresINHA no final, a gente tá nessa... — respondeu ele, olhando pra gente e sorrindo de novo.
"Sei lá se é uma boa ideia..."
"Anda, mulher, não fica assim, ajuda os meninos. Vai lá e, quando cansar, volta" — disse meu pai.
"Bom, de tarde vou dar uma voltinha e, se pá, dou um pulo lá" — respondeu minha mãe.
Depois do almoço, umas 6 horas, bateram na porta. Sergio, Carlos, Víctor, Jesus e as duas minhas vieram buscar minha mãe. Meu pai falou pra ela ir ajudar, e ela, meio na dúvida, respondeu que tava beleza, que daqui a pouco aparecia dando um passeio. Aquilo não me desceu nada, fiquei boladão e peguei a bike pra dar uma volta. Tava pouco me fodendo pra saber mais do assunto.
Quando tava voltando pra cidade, nem sei quanto tempo passou, trombei com Jesus, Laura e Silvia, que tavam saindo do frontão. Falaram que iam pegar um CD que esqueceram pro número final. Disseram pra eu passar lá se quisesse ver o ensaio, que minha mãe tinha chegado fazia um tempinho. Fiquei puto e, vendo eles se afastando, resolvi dar uma espiada (só pelo corta-vento na entrada do frontão). Tava pouco me lixando pra aturar Sergio e os amigos dele de perto.
De lá, vejo uma espécie de palco que montaram perto da porta dos vestiários. Vejo o Víctor sentado do lado da minha mãe, e do outro lado o Sergio. O Carlos tá atuando. Tá vestido de uniforme de guarda civil e só tira ele devagar, até ficar de cueca, mostrando um corpo igual ou até mais musculoso que o do Sergio. É um puta gostosão de quase 1,90m, com uma cara de safado do caralho, que lembra pra caralho o Dani Martín, o cantor do Canto del Loco.
Quando termina, Sergio fala que ele é sem graça, igual o Víctor, e que tem que dar mais molejo na parada. Pelo menos tentar nos ensaios, mesmo que depois não façam. Pede a opinião da minha mãe, e ela fala que acha que tá bom assim, e que já tá lá há um tempinho, que é melhor ir dar uma volta. Sergio manda ela esperar um pouco, que é a vez dele. Vai pro vestiário e sai vestido de executivo. Com um terno escuro, óculos pretos e a maleta que meu pai tinha emprestado pra ele. O conjunto disfarça o filho da puta que existe dentro dele. A música começa a tocar. Parece que o desgraçado sabe fazer tudo direito. Que jeito de se mexer no ritmo dela! Dá pra ver que é fruto de horas e horas de balada, todas as que me faltam... Ele larga a maleta do meu pai, tira os óculos, passa um dedo sobre os lábios, requebra e... tchau, americana. Vira de costas e, é feio eu falar isso, mas que jeito de mexer o quadril e a bunda. Continua assim e vai desabotoando a camisa, começando a mostrar os ombros e as costas largas. De repente, a camisa vai pro chão, ele se vira e, se movendo do mesmo jeito, começa a passar uma das mãos pelos peitorais bem definidos, descendo pela barriga tanquinho até chegar na fivela do cinto. Depois de tirá-lo devagar, leva a mão ao botão da calça... parece que vai desabotoar, mas balança o dedo dizendo que não. Ele se aproxima dançando da minha mãe, puxa ela pelo braço e a obriga a sentar na cadeira que está na espécie de plataforma que montaram como palco. Fica de frente pra ela e agora, sim, começa a desabotoar a calça. Vira de frente pro Carlos e pro Víctor, onde vai estar o público, ficando de costas pra ela, e começa a abaixar a calça se inclinando em direção aos pés. Tira a calça, mostrando as coxas fortes e uma cueca vermelha que se ajusta perfeitamente ao pau duro escondido debaixo, que parece lutar pra sair dela. Começa a mexer o quadril e a bunda de novo. Vira pra minha mãe e, depois de acariciar a bochecha dela, finge que vai tirar a última peça, mostrando só os glúteos musculosos na direção do público, pra depois levantar a cueca de novo e balançar o dedo dizendo que não. Continua dançando até pegar uma espécie de lençol branco que estava bem ao lado. E coloca ele, se requebrando, em volta do quadril. Segura na cintura com uma das mãos e começa a abaixar a cueca atrás dela com a outra mão, até tirar ela de entre as pernas. Porra, que filho da puta, ficou pelado completo! Vejo ele levantar e balançar com a mão, e jogar no ar, quase acertando a minha mãe. Continua rebolando só com o lençol, e atrás dela dá pra ver um pedaço de pau do caralho a cada rebolada que ele dá. Não aguento ele, vendo ele ali se exibindo com aquele rabo enorme entre as pernas. Volto a prestar atenção e vejo que ele olha pro Carlos e pro Victor, que estão nas cadeiras. Depois de sorrir pra eles, vira pra minha mãe, que tá de frente pra eles e de costas pra ele. Na frente dela, abre os braços e, escondendo a bunda da gente com o lençol, mostra todo o tarugo pra minha mãe! Vejo ele se cobrir de novo, se virar e, com os rebolados, fazer minha mãe girar até ficar de perfil pra nós. Chega perto dela de novo, toca o queixo dela e, abrindo o pano de novo sem mostrar nada pra gente, envolve a cabeça da minha mãe com ele. Segura o pano com uma mão, a outra fica no ar, e começa a fazer movimentos de quadril. Meu coração bate a mil por hora... não sei o que tá rolando debaixo desse lençol, mas os quadris dele não param no vai e vem lento. De repente, vejo ele olhar pros amigos e, sorrindo, levantar o polegar da mão que tá no ar, como quem diz que tá tudo bem... olha pra eles com uma cara de tesão do caralho e a cadência dos quadris não para de aumentar... o filho da puta, entre risadas, deixa o pano cair e aí eu vejo minha mãe agarrada na vara enorme dele, lutando pra enfiar tudo na boca. Fico perplexo vendo aquilo, tenho que evitar que aconteça algo como na outra noite. Não sei o que fazer, quando de repente sinto uma mão no meu ombro que me assusta de vez. Antes que eu possa me virar, ouço Jesus sussurrar no meu ouvido: Uffa, achei que não ia chegar, mano. Quase perdi o show por causa daquelas duas. Já tava achando que não ia me livrar delas. Porra, como sua mãe chupa... Putona do caralho que ela é. Nem pense em entrar pra estragar tudo, hein? Você aqui comigo e caladinho, ela me diz abrindo o canivete que tira do bolso e levando pro meu lado. Essa tarde a gente vai se divertir pra CARALHO, mano. Temos entrada de graça pra um show de primeira e pelo que me falaram a atriz é uma profissional completa, que se entrega de verdade... você vai virar fã número um dela. Então nem se mexe, se não quiser que sua mãe descubra que você tá aqui vendo a apresentação dela. Só olha como ela faz bem... Desvio o olhar pra eles de novo e vejo o que eu temia. O Sergio tá segurando a cabeça da minha mãe com as duas mãos. O filho da puta guia ela num boquete incrível e faz ela engolir a cada estocada cada vez mais pau. Quando acaba a música que tava tocando, começo a ouvir os gemidos do Sergio e os comentários dos outros dois: Porra, isso sim é chupar. Assim que se faz... Continua assim, vê se consegue broxar esse filho da puta, hahaha. Cê gosta de pau grande, hein putinha? Com esse corpanzil certeza que já chupou mais de um, hahaha. Que cara de tesão que você faz. Tá se lambendo de prazer, hein? Vejo o Sergio olhando pra eles com os olhos quase virados. Mesmo assim, ele faz um sinal com uma das mãos e o Carlos e o Victor levantam na hora. Num piscar de olhos, o Carlos tá atrás da minha mãe, que continua sentada na cadeira chupando sem vergonha nenhuma o Sergio. Parece que o pauzão dele hipnotiza ela. Volto a prestar atenção no Carlos e vejo ele enfiar as mãos por baixo da blusa da minha mãe por trás. Ele tá tocando, melhor dizendo, apalpando os peitos dela pra caralho. Vejo ele olhar pro Sergio enquanto apalpa e falar "que peitão que essa mina tem". Fico alucinado quando vejo ele tirar as mãos de dentro da blusa carregando o sutiã preto da minha mãe. O filho da puta deve ter experiência em tirar sutiã porque fez isso em menos de um minuto e sem a ajuda dela. Ele Vejo ele levantar e, balançando no ar como se fosse um troféu, chama o Víctor pra ver o que tem nas mãos. Viro a cabeça procurando ele, que não sei pra onde foi, e vejo que tá tirando o colchão da parte de trás da Citroën Berlingo e colocando no chão no meio da quadra. Deus, isso tá ficando feio. Jesus me diz rindo que não me preocupe, que o irmão dele tá cuidando de tudo pra minha mãe ficar mais confortável. Víctor, ao ver o Carlos agitando e jogando no ar o sutiã da minha mãe, começa a sorrir, o filho da puta. Volto a prestar atenção nela e vejo que o Carlos tem de novo as mãos enormes debaixo da blusa dela. — Que melões, cara! E que bicos mais duros e tesudos! Dá pra ver que essa putinha tá com tesão — diz Carlos olhando pro Sergio. — Já te falei, mano. Na quinta, quando vi, quase arranquei eles no dente. Que mulher, cara, que mulher! E olha como ela chupa... — responde Sergio enquanto acelera o vai e vem dos quadris. Vejo que Carlos continua com a sarração. O filho da puta tá apalpando cada centímetro dos peitos da minha mãe com as mãos enormes. Vejo ele torcer os bicos dela por baixo da blusa e minha mãe geme sem parar de mamar. Víctor chega até eles e ouço ele dizer que já deixou o colchão pronto e, entre ele e Sergio, levantam minha mãe no ar, segurando pelos ombros, e a levam até lá. Mamãe diz que eles são loucos, que tudo foi longe demais e que foi um erro. Eles deitam ela e, rindo, respondem que fique tranquila, que não vai acontecer nada que ela não queira. Sergio começa a beijar a boca dela, lambe o pescoço e começa a sussurrar no ouvido: — Confia em mim. Você não se divertiu na outra noite? — Siiim... — ouvi minha mãe dizer. — Então agora vai ser melhor. Você não quer continuar com essa bucetinha de novinha pra sempre, quer? Deixa eu arrebentar ela de novo... Quero que quando você for embora da cidade, vá com sua bucetinha completamente aberta. Comigo você vai aprender a curtir uma boa piroca. Você não deseja isso? — Devo estar louca. mas é verdade. Embora aqui, com eles na minha frente... Deixa eles olharem e aproveitarem. E se você quiser e desejar, pode ter três picas jovens só pra você. Meu cu fica latejando só de imaginar você tão puta como na outra noite, mas com os três ao mesmo tempo... seria foda pra caralho. Sérgio, volta a beijar minha mãe de novo. Vejo esse filho da puta enfiando a língua até as amígdalas dela, mexendo dentro da boca dela. É uma tortura pra mim. Ele tira aquela língua enorme e enche os lábios da mamãe de baba depois de beijá-la. Agora passa ela pelo pescoço dela, até chegar no lóbulo da orelha esquerda. Sussurra algo no ouvido dela enquanto os outros dois filhos da puta aproveitam pra levantar a camiseta dela até o pescoço. Nunca tinha visto os peitos da minha mãe. Na quinta, enquanto o Sérgio fodia ela, só intuía eles na penumbra. Agora posso vê-los em todo o esplendor. Não acredito nas tetas que minha mãe tem! Elas são redondas e incrivelmente duras pro tamanho enorme, com umas auréolas grandes, meio escuras mas não muito, e coroadas por uns bicos totalmente duros e empinados. Nunca vi uns bicos tão duros assim. Devem ter pelo menos 3cm e olham desafiadores pra cima, como se quisessem alcançar o teto do frontão. Pelo jeito que estão, acho que ela tá com tesão, a desgraçada. Carlos e Victor estão ajoelhados no colchão, um de cada lado da minha mãe. Se olham sorrindo e cada um parte pra sua respectiva porção de peito. Isso já não tem mais quem pare, parecem uns lobos famintos de verdade, lambendo e mordiscando os bicos da minha mãe. Jesus me deixa doente dizendo que esses peitos não são normais, que nem as atrizes pornô têm assim. Que parecem feitos pra provocar vontade de mamar neles... Sérgio está ajoelhado ao lado dela, fazendo ela chupar a pica enorme dele. Minha mãe parece fora de si, não entendo o que pode passar pela cabeça dela pra se comportar assim e perder o controle desse jeito. Carlos continua mordiscando o mamilo dela e apalpando cada centímetro daquela ração de peito, e vejo o Victor começando a baixar a saia dela. Escuto minha mãe mandando ele parar, sem tirar a rola do Sergio da boca. Quando dá pra entender ela, o Victor já começou a puxar a calcinha preta dela pra baixo e logo vejo que ele já tá com ela na mão, começando a cheirar. Escuto ele dizer que aquele é o cheiro de uma mulher de verdade. Ele parte pra lamber a buceta da minha mãe enquanto ela continua engolindo a pica. O Carlos continua chupando, mas agora não um, e sim os dois mamilos dela, como se quisesse arrancá-los. Quero ir embora, mas o Jesus me segura firme pelos ombros por trás, me impedindo. Também não me deixa virar pra parar de ver o que tá rolando. Ele me manda me comportar, igual minha mãe tá fazendo... e olhar e curtir o espetáculo, que com certeza um otário como eu aprende muito com o que vou ver... Depois de um tempo, o Victor levanta e vai até o carro. Respiro aliviado, parece que pelo menos ele já se cansou de brincar assim com minha mãe. Agora só espero que os outros dois façam o mesmo e deixem ela ir. Escuto o Carlos chamar o Victor: "Aonde cê vai, viado? Já cansou? Essa é muita mulher pra você, hein?... hahaha. Já sabia..." Quase caio de susto quando vejo ele sair da Berlingo com uma caixa de camisinha na mão e escuto ele dizer: "Cê acha que eu traria isso se tivesse cansado? Não iam achar que eu ia embora sem provar essa gostosa, né? Tá tudo prontinho pra começar a curtir..." Não acredito que vão abusar da minha mãe de novo nessa merda de cidade. O Jesus me fala todo excitado como o irmão dele é um filho da puta, que tinha dito que hoje não dormia sem provar os peitões da minha mãe e que, se pudesse, também comia ela. Ele sussurra no meu ouvido: "Meu irmão tá me falando desde quinta à noite que tem que foder ela. Sua mãe é uma puta, cara. Com esse corpo e esses peitos, sai por aí... pedindo guerra... Olha como ela tá gostosa... Vai ver que logo se acalma quando meu irmão meter a pica nela... Que filhos da puta! Mas o que que dá nesses arrombados que não pensam em outra coisa senão foder minha mãe? Parece que nunca viram uma buceta na vida. Caralho, vejo o Victor tirando a camiseta e começando a baixar a calça! Ele, igual aos outros dois, tem um corpaço do caralho. Me lembra pra caralho o Sergio Ramos, aquele do Madrid, antes de operar a rola. Ele tira uma pica de bom tamanho da cueca, não igual a do Sergio (o da cidade), mas que não deve ter menos de 20cm. Começa a desenrolar uma camisinha na pica dele e fica de joelhos na frente da minha mãe. O que ele vai fazer? Vejo ele pegar minha mãe pela cintura e puxar ela pra perto, colocando as pernas dela de cada lado da cintura dele. Começa a apontar a pica dele pra buceta dela quando o Sergio fala: - Para, viado. Cê não vai foder a mulher do amigo do meu pai, né? Sergio é um arrombado, mas agradeci ele ter falado isso. Parecia que ele entendia que aquilo tava indo longe demais. Esperava que tudo terminasse ali, mas, ingênuo que sou, ouço o Victor falando rindo: - Não seja chato, filho da puta, isso não te importou na quinta-feira enquanto você tava fodendo ela. A buceta dela tá no ponto e tô doido pra provar... - ele disse enquanto eu via ele começar a pressionar e enfiar o pistão dele na xota da minha mãe. - Cê não liga, Ana, né? Fica tranquila que depois você vai provar a minha de novo... - ouvi o arrombado do Sergio falar sorrindo. Mmmmm. Porra! Que coisa mais apertada! Tô tendo um trabalho do caralho pra enfiar inteira. Nem quando perdi a virgindade da Lore! Caralho, que buceta essa mina tem! E aí, entrou o manubrio aqui, filho da puta? - ele perguntou pro Sergio. - Quinta-feira à noite inteirinha, pergunta pra Ana. E ontem à tarde na cozinha da casa dela porque não deu tempo, mas já tinha meia estaca dentro quando o marido dela chamou a gente do quintal, pedindo mais cerveja - respondeu o Sergio rindo. Fiquei alucinado com o que acabei de ouvir. Ontem ele tentou comer ela de novo enquanto eu estudava. Qual é, mano, que pussy, ele tava enfiando a vara de novo na minha casa quando meu pai interrompeu. Jesus falava no meu ouvido que minha mãe era uma puta de verdade e começou a agitar as mãos tentando chamar a atenção do irmão dele e dos outros dois. O filho da puta queria que os outros soubessem que eu tava ali. Victor quando nos viu sorriu e continuou falando enquanto começava a montar na mamãe me encarando bem nos olhos, igual o Sergio fez na outra noite. Porra, que cone, garoto. Que coisa mais apertada. Se em casa não sabem, vamos ter que arrebentar você aqui, querida. Você tá precisando de pica e a gente vai resolver isso hoje, gostosa... Cê gosta de me sentir dentro, né? Cê gosta, sim? Sente como eu tô metendo?... — perguntava pra minha mãe sem desviar o olhar de mim. Aaahhhhhh — Não acreditei que minha mãe começou a gemer. Não me fala mais nada, querida, já sabia que você tava gostando. Mas isso é só o aquecimento, deixa eu entrar tudo em você — e com uma pancada forte de quadril, vi como ele enterrava a pica até os ovos na buceta da minha mãe. Mmmmmm....Aaahhhhhh, tô gozando... Deus, minha mãe começou a gozar e Jesus continuava me atormentando com os comentários dele. Sua mãe é uma puta, mano, ele fala. Olha ela como goza com a pica do meu irmão. Que lapada que ele tá dando. Olha como a safada goza... Ao mesmo tempo ouço o irmão dele: Ah, é, puta? Cê gosta, hein? Isso aqui não te fazem em casa, né? Isso eu chamo de ESTOCADA ATÉ OS OVOS. Cê gosta de sentir aí, tão fundo, o calor da minha rola? Sinto sua buceta pulsando... A safada tá gozando — ouvi Carlos falar olhando pro Sergio, enquanto Victor virava minha mãe, colocava ela de quatro no colchão e me olhava sorrindo... Jesus fala no meu ouvido: "De quatro, mano, agora de quatro igual puta. Isso é foda. Que mulher sua mãe...". As palavras dos dois irmãos. Isso é ainda mais tortura pra mim do que as imagens que meus olhos captam. O Víctor também não para de falar: "O que vem agora é o que eu mais gosto de ensinar pras coroas como você... Uma coisa é o que vocês fazem em casa, acho que chamam de consumar o casamento. E outra bem diferente é o que eu chamo de UMA BOA FODIDA. Me diz o que você acha, gata..." – Ele disse enquanto eu via ele agarrar minha mãe pela cintura e, sorrindo pra mim, começar a bombar num ritmo animal dentro da buceta dela... "Vou gozar, vou gozaaaaar... me deixem, pelo amor..." – Minha mãe começou a falar. "Mas será que você não gosta? Aguenta que já tô quase lá, querida. Cê não curte as investidas de uma pica jovem...? Hoje você vai embora pra casa BEM FODIDA. Caralho, que boceta gostosa você tem. Você deu sorte de encontrar a gente, que vamos resolver seus problemas conjugais... Queria que seu marido nos visse assim, no pelo. Aposto que aprendia alguma coisa. Ou melhor, seu filho... pra ele ver que pedaço de mãe que tem..." "Por que vocês tão fazendo isso comigo? Eu não sou assim... Eu sou uma senhora... Meu Deus, você vai fazer eu gozar de novo... Termina logo, viado, que eu também quero comer ela." – Ouvi o Carlos falar. "Não tão rápido que o próximo a montar nela sou eu. Cê não tem noção como me excita ver ela fora de si enquanto esse aí come ela. Olha como ela revira os olhos enquanto goza de novo. Encontramos uma verdadeira Promíscua" – Disse o putão do Sergio rindo e olhando pra onde a gente tava. "Isso, querida. Goza e aproveita como você não faz em casa. Goza com minha pica dentro. Já tô perto, amor, você tá prestes a ORDENHAR UM BELO RABO com sua buceta de safada... Aahhhh, não aguento esse prazer... Tira ela, tira ela... Não vai gozar dentro..." "Cê não quer ter mais filhos?" – disse o Víctor me olhando – "Fica tranquila, que tô de camisinha. Eu também não quero ser pai tão novo... Já tô perto, amor, já tô perto... Aaahhhh, que bucetinha do caralho você tem. Aahhhhh, que gostoso. Aaaahhhhh, aaahhhhhh, aaaaaaaaaahhhhhhh......" Eu vejo. O rosto transtornado do Victor, que não para de me olhar enquanto dá as últimas e mais fortes estocadas na buceta da minha mãe. Deve estar gozando uma quantidade absurda de porra, pelos grunhidos que solta. Enquanto isso, ele cai com o peito nas costas da minha mãe e sussurra no ouvido dela: "Que puta gostosa seu marido tem em casa. Comigo você pariria a cada 9 meses, sua vagabunda... Vai ver o que eu joguei pra dentro." Ele tira o pau da buceta da minha mãe, se levanta, tira a camisinha e mostra pros outros, orgulhoso do troféu, e depois se vira como se estivesse mostrando pra mim. Ouço ele dizer: "Olha o que a mamãe tirou de mim com essa buceta viciosa dela, nunca gozei tanto antes." Jesus me fala: "Que barriga ela ia ter que fazer com isso na minha mãe." Quando volto a prestar atenção nos outros, o Sergio já tá deitado de costas no colchão. O Carlos agarra minha mãe pelos ombros, levanta ela e coloca em cima do Sergio, que diz: "Vem cá, meu amor, que eu também quero te ensinar uma coisa nova. Com o Joaquim você não faz isso, né? Com ele você nunca monta, né? Você vai aprender com um potro selvagem, vê o que acha... Não façam isso comigo. Me deixem ir... Para, seu filho da puta. Coloca uma camisinha pra eu fazer mais tranquila, não vê como eu tô tensa?" – Disse o Victor. "Outro dia não precisou, mas traz aqui. Espera um pouco, amor, que eu vou colocar rapidinho pra você poder galopar à vontade o quanto quiser." O Sergio pega a camisinha e tenta desenrolar no pauzão dele, mas não consegue. Começa a reclamar e de repente diz: "Seu filho da puta! Comprou do seu tamanho. Já estourei ela enquanto desenrolava. Não tem nenhuma XL aí no porta-luvas do carro?" Hahaha, ouço a risada dos outros dois e o Victor dizendo que não tem de outro tamanho. "Se vira com essas ou então é no pelo ou vai pra casa sem molhar o biscoito." Entre soluços, ouço minha mãe dizer pra deixarem pra outro dia, e que sem camisinha de novo nem pense, que ela podia engravidar. Nojo... Hoje vou te foder de qualquer jeito. Traz outro pra cá, seu otário. Você tá ferrado se acha que vou embora sem molhar o biscoito, seu filho da puta..." - disse Sergio, fodendo o novo preservativo e começando a desenrolá-lo com cuidado no pau descomunal dele. Quando já tinha metade enfiada, vejo que rasga em cima, mas o filho da puta, mesmo vendo, continua como se nada e diz: "Tão vendo, galera? Já tô pronto pra molhar. Fica tranquila, Ana, que assim não tem perigo, nada, nada. Agora é só cavalgar..." - os outros me olham e sorriem. Mas o que esse filho da puta tá querendo? Ele sabe que minha mãe toma pílula, mas também sabe, como eu, que não é 100% confiável. E se ela engravidar? Ou se pegar alguma doença que ele arranjou por aí? Como é que a mãe ia explicar pro meu pai? Não entendo nada. Nem o que passa na cabeça dele pra fazer isso, nem na da minha mãe, que começa a enfiar a vara dele assim que Carlos solta ela dos braços. Sergio, pra piorar, parece que tá incentivando: "Vai, Anita, você consegue. Desce mais. Quero sentir ela todinha dentro, igual na outra noite. Uffa, gatinha! Já tô sentindo o fogo da sua buceta no meu taludo. Tá pegando fogo, hein? Desce mais um pouco, que eu sei que você gosta... Vamos ver se hoje a gente dá uma esticada..." Que filho da puta! A imagem que tô vendo já tá me deixando mal, mas os comentários dele são piores. Minha mãe já enfiou a cabeçona do pau dele inteira e começa a descer devagar, como se tivesse procurando a base... "Mmmmm, isso, Anita! Que quente que tá!... Você não imagina o que é entrar em você... Desce mais, desce mais e vê como você vai gostar. Quero que você enfie sozinha todo o meu pistão nessa bucetinha apertada que você tem. Hoje a gente vai alargar mais um pouco. E assim, de pouco em pouco. Cada dia um pouco mais, querida... Assim você vai aproveitar muito mais. Acredita em mim. Você não quer aproveitar ele como na quinta-feira...?" Devo estar louca, mas sim. Nunca tinha gozado naquele dia. Mmmm, sinto você me preenchendo e isso me deixa doida... Disse Claro, amor, continua e começa a gozar. Sei que você vai conseguir enfiar ela toda, sozinha. Quero que quando você for embora da cidade, vá com a buceta digna de uma coroa com filhos como você, e não com essa xerequinha de adolescente que você tem... Assim, se o Joaquim animar de usar de novo um dia, que ele veja que você não perdeu tempo e que lá fora encontra o que ele não te dá em casa, meu bem. Que ele note bem usada e preparada pro tamanho de pau que uma mulher como você precisa. Mmmmmmmmm, assim minha rainha, você tem ela quase toda dentro. Que tesão que você tá, meu amor... Ufff, já começou a gemer, hein? Você tá uma verdadeira putinha... – disse Sérgio olhando pros outros que, por sua vez, olhavam pra Jesus e pra mim, curtindo a situação. Aaahhhhhhh, só você chega tão fundo. Não me fala essas coisas que eu tô quase gozando... – ouvi minha mãe dizer. Então goza, que é pra isso mesmo. E agora, cavalga... Assim que ele fala isso, puxa os quadris da minha mãe pra baixo e enfia ela até a base. O gemido que minha mãe dá me perturba e logo começo a ouvir Jesus sussurrando no meu ouvido de novo: Olha ela ali, que safada. Com a buceta toda arrombada e cavalgando, pedindo mais e mais... Te excita ver ela assim tão gostosa, hein? Quando me falaram que iam comer ela, não imaginava que fosse ser tão puta... Porra, como ela é boa... Que gostosona que você tem de mãe, e ainda dá pra ver que ela tá com vontade de pau. Olha como ela goza. Ela tá gozando. Mulher assim a gente não vê na cidade, e quando aparece, a gente não deixa escapar... Porra, como ela enfia a vara do Sérgio até os ovos... Que putona. Olha como ela revira os olhos enquanto goza. Que pedaço de vagabunda... Quando olho, vejo o Carlos, que era o único que ainda tava de cueca, tirando ela rapidinho. Diante dos olhos de todo mundo, aparece um pau completamente duro, uns 18cm, mais fino que os outros dois. Forma um ângulo perfeito de 90 graus. com os abdominais dele e totalmente reta, sem nenhum desvio pra qualquer lado. O filho da puta se levanta, junto com o Sergio e na frente da minha mãe, de um jeito que a pica dele fica na altura da boca dela. Ouço ele dizer: "Prova isso, querida, que cê vai ver como com dois você se diverte ainda mais..." Se o da outra noite foi humilhante, isso é muito pior. Não consigo acreditar que minha mãe pega aquela pica com uma das mãos e começa a chupar que nem uma possessa enquanto não para de cavalgar. "Jujujú, o que cê acha disso, amigão? Putona do caralho. O que eu tava te dizendo. Nem com uma descomunal ela se satisfaz. Agora precisa de dois... e olha a chupada que ela dá. Porra, como ela chupa. Sorte do teu pai, mano, de ter uma puta dessas na cama dele. Deve deixar ele exausto toda noite. Ainda bem que agora ele vai poder descansar, já que esses caras tão cuidando dela... e pelo visto ela tá adorando a troca. Certeza que teu pai não dá tanta porrada nela. Sabe se eles transam muito, me diz... ele come ela toda noite?" — pergunta Jesus no meu ouvido. "Cê é doente, mano, como é que eu vou saber?" — respondo. "Tô te falando que tua mãe é daquelas que precisa de pica todo dia e, se não tem em casa, sai pra procurar. É só olhar. Olha, olha, ela teve que parar de chupar porque tá gozando de novo... Que delícia ver ela foder. Que espetáculo. Já vi putas, mas assim, nunca na vida... Porra, o Sergio, que filho da puta. Esse não perde uma. E cuidado, porque uma de Zaragoza ele engravidou há dois verões... Vai ver cê vai ganhar um irmãozinho... Com essa mangueira que ele tem, o risco de barriga existe, não acha? Hehehe. "Não seja filho da puta, minha mãe não ia permitir isso." "Não é questão de permitir ou não, é que numa fodida dessas ele pode deixar ela grávida sem mais nem menos. Olha que filho da puta, como aproveita enquanto ela goza pra mexer na bunda dela com o dedo. Se descuidar um pouco, ele mete no cu... Cê não acredita nem em você mesmo, pedaço de... Cabrão. Minha mãe não faz essas coisas. E seu irmão e os amigos dele são filhos da puta que estão estuprando ela. Cê acha? Pois quem diria, vendo ela gozar assim. Pelo jeito que ela tá gozando, não me parece... E ver como ela adora sentir aquele dedo na bunda dela me confirma que ela tá adorando a experiência. Olha, olha, já enfiou dois. Acho que você vai ver como vão comer o cu da sua queridíssima mãe... Tenho certeza de que ela vai gostar... Tá vendo? Lá vai o Carlos... Que sanduíche que vão fazer com ela... Carlos empurra minha mãe pelos ombros até ela encostar o peito no torso do Sergio. Ele se deita sobre ela, me olha, e começa a apontar o pau dele pro cu da mamãe. Antes de penetrar, sussurra no ouvido dela. Fica tranquila, querida, que eu sei que você vai gostar. Vai ver como você goza com dois paus dentro. Se sua bucetinha é deliciosa, seu rabo com certeza é muito mais. O que você vai fazer? Nem pense... — pergunta a mamãe. Por acaso você não gosta por trás? Você vai amar. Vou ser tão cuidadoso quanto seu maridinho, já vai ver... Com ele eu não faço essas coisas... Mmmm, não me diga que você tem ele intacto, querida. Mas como te deixam assim em casa? Você não sabe tudo o que perdeu até agora. Esse seu maridinho devia ser morto por não saber satisfazer uma mulher como você. A única coisa que você precisa fazer é relaxar o cu e vai ver que logo tá no paraíso. Você vai ver como goza com um bom anal. Vou te levar ao céu e, com outro pau como o que você tem na bucetinha, o prazer vai ser bestial. Você vai gozar como nunca. Diz que você quer experimentar e, se não gostar, a gente para. Diz que sim, meu amor... — fala o filho da puta, sorrindo pra mim. Não sei, nunca fiz isso. Tenho medo... Que medo o quê, porra! Você vai ver que gostoso. Vai ver o que você tem perdido... Você não sabe o que é que eu não como um cu assim há tempos. Caso você não saiba, o seu é um cu de respeito, isso sim. Deixa eu ser o primeiro a entrar nele, Ana. Que gostoso vai ser arrombar ele. Sempre quis isso. provar o cu de uma coroa gostosa como você. Relaxa a bunda que lá vou eu. Deixa eu empurrar... Mmmm, você tá me machucando. É impossível entrar. Me deixa. Não quero mais... Psssshhh, paciência que daqui a pouco começa a parte boa. Tá vendo?, já tá cedendo... - ele disse me olhando com uma cara de tarado que não dava pra aguentar No meio de um grito, vejo o Carlos enterrar a cabeça da pica no cu da minha mãe. Ela tá com a cara totalmente desfigurada e o Carlos fica parado dentro dela enquanto sussurra pra ela se acalmar, que o pior já passou e que o melhor ainda tá por vir. Enquanto isso, o Sergio começa de novo um vai e vem lento dentro da mamãe, que parece fazer ela relaxar. Ele para de novo e o Carlos aproveita pra começar a pressionar de novo... Mmmm, tá vendo?. Já tá começando a entrar, querida... Mais devagar...você vai arrebentar eu Assim, assim, suave e devagar. Você tá gostando? Sim, tá começando a me agradar... Eu sabia... Você é divina, adoro como você é apertadinha. Já comi um monte de bundas mas nunca tinha estreado uma, nem mesmo a da minha ex-namorada. É uma maravilha como é apertadinha e quentinha. Já tá com metade dentro, princesa... Ah sim, eu tô gostando. Tava há tempos querendo provar isso mas nunca tive coragem de confessar pro Joaquim. Continua... Pois ele não sabe o que tá perdendo, você tem um cu divino e vou ser eu quem vai te abrir. Então você tava com vontade de experimentar anal, hein? Deixa eu meter um pouco mais... - ele disse sorrindo de novo pra mim Ohh, devagar... Sim querida, aproveita, que já tá quase toda dentro de você Não acredito que vocês tão fazendo isso comigo, tenho duas picas dentro de mim... Pois acredita porque é verdade, e porque agora eu tô completamente dentro. Agora começa a parte boa, né Sergio? Que mulher... Tô alucinando. Não acredito que nada do que tô vendo é real. A voz do Jesus de novo no meu ouvido me traz de volta à realidade. Falei ou não falei?. Sua mãe é uma puta ninfomaníaca. Olha ela aí com duas picas dentro e começando a gozar. Que enrabada Vai dar pra Carlos. Hoje ela vai saber o que é levar no cu de verdade, com o pauzão do Sergio na buceta dela. Que espetáculo. Vou ter que bater uma vendo a cadela da sua mãe em ação... Olha, olha como eles curtem os buracos dela. Que filhos da puta, tão se divertindo que nem puta, e me desculpa pelo comentário, he he he. Ah sim, cara, sinto seu pau dentro junto com o meu, e eu não sei você, mas não vou parar até arrebentar ela... – ouvi o Sergio falar. E eu até não molhar o cu dela de porra pela primeira vez... Essa mina é uma gostosa e parece mentira que não comam ela direito em casa. Não acredito que o marido dela deixou essa bunda pra mim... É divino – respondeu o Carlos sem tirar os olhos de mim. Porra, já tinha te comido, Anita, mas não pensei que você fosse tão putinha – disse o Sergio pra minha mãe. Se eu soubesse, tinha estreado você eu mesmo. Nunca imaginei que você ia gostar tanto de ter dois paus dentro. Viu, já tá gozando de novo. Que gemidos do caralho. Vão ouvir até na cidade... Não se preocupem, que se ela gosta tanto de dois, com três vai se divertir mais. Vou encher a boca dela com meu pau pra não ouvirem tanto ela (completou o Victor, se levantando no colchão e oferecendo o membro descomunal, já duro de novo, pra eu começar a chupar). Não aguento mais, o cu dela é tão apertado que vou gozar a qualquer momento. Pois eu na buceta dela aguento mais um pouco... Mas ainda tá incrivelmente apertada... Ahhh, como entra agora, como entra. Tô gozando... Vou encher ela de porra pela primeira vez. Ahhh, é divino... e acho que ela também gosta. Porra, os espasmos que ela dá, olha como ela goza... – falou o Carlos enquanto começava a molhar o cu da minha mãe e me olhava, sorrindo. Tô sentindo eles na buceta dela... Que espasmos, cara – disse o Sergio. Pois ela pode estar gozando, mas continua me mamando como se nada. Essa mina a gente vai ter que continuar comendo – respondeu o Victor. Quero ir embora, mas Jesus me segura, impedindo, e me ameaça de me meter pra dentro e minha mãe me descobrir ali, naquela situação tão violenta pra ela e mais ainda pra mim. Jesus me diz: "Olha ela aí, no auge". Tão comendo ela em todos os buracos. Nunca vi coisa igual. Que puta sem-vergonha que você tem por mãe, cara. Essa não tem pau suficiente nem aqui na cidade, nem no estado inteiro. Tinha que se dedicar a isso, cara. Com ela, você e seu pai se enchiam de grana. Com dois clientes por dia, já bancava seu pai... e viviam como marqueses. Com esse corpo e essas tetas, ia achar em qualquer lugar. Te garanto que metade da cidade pagaria pra montar nela assim. Que gostosa do caralho que ela é, e o mais excitante é ver como ela curte, parece uma cadela no cio. Enquanto isso, vejo o Carlos tirar o pau do cu da minha mãe, e ela se levanta um pouco pra continuar montando no Sergio. Ele aproveitava pra beliscar e torcer os mamilos dela, fazendo minha mãe gozar pela enésima vez. Ouço o Sergio: "Agora sim, mamãe, agora sim você tá bem aberta. Tem a buceta mais foda que já comi na vida. Ah, sim, que prazer meter tudo de novo dentro dela, até o útero. Aproveita meu pauzão e continua gozando... Não aguento mais, você me mata de prazer... Sim, mamãe, curte minha vara. Vou te dar o que você precisa. Que tetas do caralho você tem... nunca vi outras iguais. Sempre quis foder e engravidar uma mina como você. Vou te fazer uma barriga enorme." Já sabe o que vem agora, né? Não. O que vem? Não aguento mais... Agora é quando eu vou gozar... Você tá prestes a ordenhar meu pau, tigresa... Você colocou camisinha, né? Sim, fica tranquila e não se preocupa. Confia em mim... Aguenta, cara, que eu não aguento mais. Chupa, Ana, chupa. Aproveita minha porra quentinha, ahhhhh, aaaaahhhhh. Vejo o filho da puta do Victor segurar a cabeça da minha mãe com as mãos, impedindo ela de tirar a boca enquanto começa a gozar. Minha mãe tenta se debater, mas logo vejo que ela desiste e começa a engolir a porra que o Victor deposita na boca dela. Ele dá uns bufidos que metem medo. "Engole, Ana, engole", ouço ele dizer, me olhando a cada estocada que dá. Logo, pelo canto dos lábios da minha mãe, escorre parte da porra que ele vai depositando na boca dela. "Porra, que puta", ouço ele dizer enquanto tira o pau da boca dela. "Me deixou seco. Engoliu até a última gota. As vitaminas que te dei, Ana, hein? Parece que você gosta de porra recém-ordenhada, kkk. Vai, Sérgio, termina de foder ela que a gente tem que ir. Já faz quase uma hora e meia que a gente tá aqui." "Vou gozar, Ana, vou gozar. Você vai ordenhar minha XXL de novo. Lá vou eu. Toma minha porra... Aaahh... Você não colocou camisinha?" "Coloquei, mas acho que estourou." "Não se preocupa que não vai dar nada. Você só curte minha porra. Mmmnn, que jatos eu sinto, tô gozando..." "Sim, tigresa, curte, aaaahhhh. Que prazer danado te encher a bucetinha. Toma minha porra, aaahhhh Deus, não aguento mais, sinto a buceta toda cheia." "Sim, amor, quero te engravidar. Que gostoso. Não paro de imaginar essas tetas cheias de porra. Umas tetonas... Quero que você pare de tomar essa merda que toma, que não se cuide e que diga pro Joaquim que quer ter outro filho. Vai ver que bonito que sai o irmãozinho que a gente vai dar pro Mário. Quero que você vá embora da vila grávida e com a buceta pronta pra parir..." "Porra, que barriga que ele vai fazer na sua mãe. Eu no seu lugar ia pra casa pedir um irmãozinho pro seu pai pra ele se mexer e não ser pego de surpresa, kkkkk", me diz Jesus enquanto me solta pra começar a bater uma porque ele já não aguenta mais... Saio chorando e correndo de lá, deixando minha mãe pelada no meio daqueles energúmenos caipiras. Decidi não pensar mais naquilo, mas na segunda, quando acordei e fui pro jardim, vi de novo o Manuel e o Sérgio, que conversava com o ingênuo do meu pai. Parecia que a história se repetia de novo... Meu pai perguntava como foi o sábado. no ensaio. Cheguei de novo até eles quando o Sérgio respondeu, como sempre, com um sorriso debochado na cara: Sua puta MÃE, Joaquim. A Ana não te contou? Ainda bem que ela deu uma passada por aqui, no meio do ensaio. Sem ela, te garanto que a gente não teria conseguido fazer.... Que filho da puta! Ele tava respondendo com segundas intenções de novo, igual uns dias atrás. Olhava pro meu pai e principalmente pra mim, com aquele brilho nos olhos, com aquele sorriso debochado, que mostrava que ele tava adorando as próprias palavras... "Sem ela a gente não teria conseguido fazer", que cuzão. E o meu pai, inocente, dando corda de novo pra ele zoar às custas dele, sem nem perceber: Ela me disse que mal precisou falar nada, que vocês sabiam mais do assunto do que ela. Que vocês mandavam muito bem. Ela falou isso mesmo? A verdade é que ela pareceu gostar, ou pelo menos foi o que ela disse, hehehe. Mas não deixa ela ser modesta, fala que ELA SE ENTREGOU POR INTEIRO, Joaquim. Ela ofereceu a ajuda dela sem hesitar. Principalmente com o Carlos, com ele ela teve que fazer um ESFORÇO ESPECIAL... Ele faz um número difícil, com uma entrada lenta POR TRÁS, e vai avançando pelo palco aos poucos ATÉ PEGAR UM RITMO INCRÍVEL. O resultado foi foda porque a gente não achava que ele ia conseguir fazer. Ficamos todos muito impressionados... embora eu ache que a Ana foi a que mais... Tipo, vocês já dominam o bagulho, né? Claro, Joaquim. Disso não tem dúvida. A verdade é que a gente tá MUITO SATISFEITO com como as coisas rolaram. O número final, com os três ao mesmo tempo, surpreende qualquer um. Mas a gente precisa ensaiar mais umas vezes, trocando as posições e incluindo alguma variação... hehehe. A bagunça que vocês vão fazer na cidade... Aqui, que se escandalizam por qualquer merda... Claro, Joaquim, claro. COMO A GENTE VAI ARMAR NA CIDADE ESSA SEMANA, A GENTE VAI ARMAR PESADO... e espera só pra ver, que pode ter uma surpresINHA no final, a gente tá nessa... — respondeu ele, olhando pra gente e sorrindo de novo.
0 comentários - Minha mãe é comida na vila (2)