Esta história tem várias partes e segue num ritmo tranquilo. Só avisando pra quem espera ação imediata e pesada não ficar decepcionado.
AVISO: Esta série contém incesto, então se você é contra ou não curte esse tipo de conteúdo, não recomendo a história.
Dito isso, espero que vocês curtam.
--------------
Mariano observava sentado na arquibancada como a jovem gostosa girava e se contorcia em volta das barras de metal, com a concentração estampada em cada milímetro do rosto e os músculos se contraindo no esforço de manter a rotina. Ela abriu as pernas, girou e se soltou, caindo sobre os pés com os joelhos flexionados, num equilíbrio perfeito.
O cara quase nem reparou no sorriso vitorioso no rosto da mina. Os olhos dele estavam grudados no collant, que apertava o corpo dela. O material parecia quase pele líquida, deixando pouco pra imaginação de Mariano, que já tava criativo naquele momento. Ele começou a bater palmas, se juntando ao resto da plateia, apreciando a performance dela.
Ele parou pra pensar um pouco sobre os benefícios de ter uma filha na ginástica competitiva. No começo, era só a esposa dele, a Tamara, que incentivava a menina. Quando a Iris era menor, ele não tava nem aí. Mas depois que ela conseguiu o emprego dos sonhos (advogada numa firma que defendia os direitos humanos pelo país inteiro), ele foi obrigado a dar atenção. Não tinha curtido nada.
Tamara era uma gostosa. Tinha cabelo comprido, castanho, que caía até os ombros. Era magra, com uns 1,65 metro e um rosto realmente lindo. Os peitos dela eram bem grandes, mas sem exageros, e a bunda ainda continuava firme aos 40 anos. Eles se amavam pra caralho e o casamento funcionava bem, mesmo não podendo transar muito, porque o trabalho dela exigia que passasse uma semana em algum lugar onde a empresa tinha uma filial (Jujuy, Mendoza, Rosario, Neuquén, entre outros) e depois passava uma semana em casa.
Voltando ao assunto, tudo começou a mudar quando Iris fez 17 anos. Ela passou a competir com garotas mais velhas, da idade dela até os 23. Aos poucos, Mariano começou a perceber que tinha algo nessa história de ginástica. As longas horas assistindo competições, treinos, levando a filha pelo país inteiro, aguentando as lesões e o choro dela, tudo valia a pena quando Iris ganhava. Mas quando ela não ganhava, pelo menos ele encontrava consolo no fato de que essas horas eram suportáveis porque permitiam que ele observasse atentamente os corpos de jovens gostosas e atléticas que contorciam seus corpos em posições incríveis, fazendo ele pensar em coisas indecentes.
Iris, com 18 anos recém-completados, olhou pra garota que tinha ido antes dela. A apresentação dela foi quase sem erros. Ela tinha que fazer igual se quisesse ter alguma chance de ganhar. Não quis olhar pra pontuação porque não queria se colocar mais pressão.
Colocou o sorriso de competição, levantou o braço direito e começou a rotina, se concentrando ao máximo.
O pai dela observou com atenção enquanto Iris corria em direção à barra de metal, contraindo seus músculos treinados das pernas e balançando sua juba castanha. Chegou ao trampolim, deu um giro no ar e aterrissou no aparelho estreito. O homem soltou um suspiro de alívio com a aterrissagem perfeita. Iris completou a rotina de forma espetacular, mas na última aterrissagem, um pé escorregou e quase a fez cair. Mariano sabia que a viagem de volta para casa seria tensa. Não tinha chance de ela ganhar, e isso significava que ela ia ficar de mau humor e triste por dias. O descanso dele, quando a rotina da filha terminou, ia ser bem curto.
O medo do mau humor dela foi substituído por preocupação quando ele viu a filha sair da pista mancando de leve.
—Porra, que cagada que eu fiz! —declarou Iris quando encontrou o pai depois da competição. Tava tão puta que nem se deu ao trabalho de tomar banho. Jogou o collant na bolsa, tirou a fio dental e vestiu a calça de moletom.
—Deixa que eu carrego a bolsa — ofereceu o pai dela, sabendo por experiência que não tinha praticamente nada que pudesse dizer pra melhorar a situação. Nem mesmo o fato de ter conseguido o segundo lugar na competição conseguia animar ela.
—Obrigada —murmurou ela, subindo no banco do carona da caminhonete.
O caminho pra casa foi tranquilo. A Iris não queria falar e o pai dela não queria deixar ela puta. Mas ele não conseguiu dirigir até em casa sem perguntar como ela tava.
—Não pude deixar de notar que você tava mancando um pouco quando terminou. Tá bem?
Iris suspirou. Ter um pai fisioterapeuta era uma faca de dois gumes. Por um lado, ela tinha um monte de tratamento físico de graça que as outras minas tinham que pagar. Mas, por outro lado, o pai dela sempre parecia perceber quando ela tinha uma lesão ou um desconfortozinho. Pra uma ginasta, lesões faziam parte da vida. Iris não lembrava da última vez que tinha saído de uma competição sem alguma parte do corpo dolorida. Sabia que muitas minas tomavam injeções pra não sentir dor e continuar competindo, mas ela não conseguia fazer isso. O pai dela sempre dizia que a carreira dela seria mais longa e mais foda se ela seguisse os conselhos dele sobre o físico. Ela sabia que era verdade, mas isso não significava que às vezes ela não queria simplesmente sair e detonar todo mundo que aparecesse na frente, sem se importar com uma lesão ou um incômodo que estivesse carregando.
—Tô bem — ela disse, olhando fixamente pra frente.
—Depois a gente confere em casa — ele ofereceu.
—Tá bom—ela disse.
----------------------
- Bom, onde é que tá doendo? - perguntou Mariano, um pouco mais tarde.
Aqui" —disse ele, indicando a coxa dela, perto da buceta.
Tá bom" — respondeu o pai dela, meio nervoso. — "Por que você não deita e a gente vê o quão ruim é?
Ela suspirou e subiu na cama de massagem que o pai dela tinha no quarto vago da casa.
—Você tem que tirar isso — indicou o pai, apontando para o moletom dela.
—Merda. Espera aí que vou trocar de roupa rápido —disse Iris, corando, antes de sair correndo pro quarto. Mariano ficou se perguntando. "O que será que ela tava usando que eu não podia ver? Ou será que não tava usando nada?" Balançou a cabeça, sem querer se meter em pensamentos indecentes.
O retorno da filha dele o tirou do seu devaneio. Ela subiu na cama, com movimentos lentos, e deitou seu corpo leve de barriga pra cima, ficando com as mãos apoiadas na barriga, olhando pro pai.
—Levanta a perna — ele indicou.
-Iris ergueu a perna direita até ficar na vertical, apontando direto pro teto. O pai dela colocou a mão esquerda na panturrilha, guiando os movimentos. Acompanhou ela numa série de posições, com a mão direita apoiada na virilha, sentindo o movimento do músculo machucado.
A jovem fechou os olhos enquanto o pai a guiava. A mão dele, quente, movia a perna dela com suavidade. Com certeza era uma das vantagens de o pai ser fisioterapeuta. Ela nunca precisava se preocupar com as mãos dele indo pra algum lugar que não deviam. "Que sorte", pensou, "já que ele fica tão perto da minha buceta".
Não tinha certeza do que colocou aquele pensamento na cabeça dela. Abriu os olhos e se surpreendeu ao ver o pai dela com o olhar fixo no lugar mais íntimo dela...
Não, para. Você tá olhando pra minha virilha, onde tá a lesão" ela percebeu, quase rindo de si mesma.
Descobriu que a mente dela parecia não querer fechar aquela porta de novo depois de aberta. "O que eu faria se um dos dedos do papai roçasse na minha buceta?", pensou.
Ela deu uma olhada no pai dela, avaliando ele com o olhar. Era gato. Pra um homem mais velho, mesmo não sendo o George Clooney, tava longe de ser feio. Além disso, era bem definido fisicamente. Entre a comida saudável e o exercício diário, o corpo dele continuava bem musculoso. Os pensamentos da garota estavam meio influenciados por conversas passadas com a amiga meio doida, a Giselle, que um dia depois de ver "Beleza Americana" juntas classificou o pai dela como o único que ela dava de todos os pais das amigas.
Ai!" — ela exclamou, quando o pai esticou ela um pouquinho demais.
—Desculpa, filha — respondeu ele, lançando um olhar cheio de preocupação para a perna.
Mariano apalpou suavemente a virilha da moça, tentando localizar exatamente a fonte da dor. Ele estava ciente de quão perto seus dedos estavam da borda da calcinha dela, e se viu forçando os olhos a desviar o olhar dali uma e outra vez. Mas a curiosidade continuava puxando-os, especialmente porque começou a se perguntar o quanto sua filha se depilava lá embaixo. O tecido parecia bem justo contra a pele dela e ele não tinha notado nenhum sinal de pelo.
—Aqui? —perguntou ele.
—Um pouquinho mais pra baixo — ela murmurou.
Os dedos de Mariano estavam quase tocando a calcinha. O homem engoliu em seco, nervoso, desviando o olhar para o rosto da filha pra se distrair. Viu que ela tava usando uma regata branca, curta e justa, que colava no tronco malhado e deixava a barriga de fora. A distração não adiantou nada. Entre o abdômen durinho e o fato dos mamilos estarem meio durinhos visíveis pela regata, ele se viu pior do que antes. Quando chegou no rosto dela e se olharam nos olhos, Mariano se sentiu corando e desviou o olhar rapidão.
Iris viu o pai desviar o olhar, mesmo que por alguns momentos, para os peitos dela. Sabia que os mamilos estavam durinhos. Estavam assim desde que começou a pensar no pai tocando nela. Sabia que não era algo que deveria excitá-la, mas por alguma razão inexplicável, isso estava acontecendo. Não tinha se preocupado em usar sutiã. Embora não fossem muito grandes, os peitos dela tinham um tamanho bonito, talvez até um pouco maiores do que ela gostaria para fazer ginástica.
Normalmente, a Iris batia uma punheta quando voltava de uma competição. Tinha alguma coisa na competição que parecia deixá-la a mil. Mas hoje ela tinha ficado puta demais com o que aconteceu pra fazer isso, e a falta de alívio parecia ter ajudado a deixá-la com tesão.
—Aí! —disse ela ao pai, surpresa por sentir a voz meio trêmula, quando os dedos dele acharam o lugar da lesão.
Mariano parou a mão, meio surpreso com a voz trêmula da filha.
—Aqui, segura? —ele perguntou, tocando ela de novo e percebendo que a filha tava reagindo meio diferente do que reagia normalmente às lesões dele.
—Sim, bem aí — ela disse pra ele.
Mariano pegou a garrafa de óleo que estava por perto e passou um pouco nas mãos. Automaticamente, começou a fazer o mesmo procedimento de sempre. Massageou a virilha, com os olhos fixos no ferimento.
Iris fechou os olhos. Sempre tinha curtido essa parte do tratamento, em que o pai dela a massageava. Normalmente, ela se aproveitava de ter ele por perto, dizendo que os ombros ou as panturrilhas estavam doendo pra ganhar uma massagem. Dessa vez, porém, percebeu que seus pensamentos iam pra lugares que não deviam e o corpo dela sentiu. Sentiu a buceta reagindo e notou que uma umidade crescente começava a molhar a calcinha dela. Isso não ajudou em nada a acalmar seus pensamentos.
Mariano observava atentamente, seus dedos trabalhando ao redor do ferimento. Por acaso, roçou com eles o tecido na borda da calcinha rosa da filha. Não havia motivo pra considerar aquilo algo erótico, mas o pau dele ficou duro na hora.
O homem olhou rapidamente pro rosto da filha, ficando vermelho que nem um tomate pela reação que o pau dele tinha mostrado. Por sorte, ela tava de olhos fechados. Aí ele olhou pra calcinha dela, sem conseguir resistir. Segurou um suspiro quando viu o começo de uma mancha de umidade bem no meio da virilha dela. A pressão na calça dele aumentou ainda mais.
Iris abriu os olhos e olhou pro pai. Ficou se perguntando há quanto tempo ele não transava. Não sabia muito da vida sexual dos pais, mas não devia ser fácil com a mãe passando metade do mês fora, às vezes até mais. O olhar dela desceu e foi ela agora quem teve que segurar um suspiro quando viu uma prova clara de que o pai tava de pau duro.
—Como você sente a lesão? — perguntou o pai dele.
—Hmm, acho que precisa de um pouco mais — Iris respondeu automaticamente. Ela sempre pedia um pouco mais. Afinal, a massagem era a melhor parte.
Mariano engoliu seco e continuou. Sabia que não devia estar pensando em enfiar um dedo por baixo da calcinha dela, mas era a única coisa na cabeça dele naquele momento.
Iris alternava o olhar entre o rosto do pai e a ereção que ele carregava entre as pernas. Ela se viu movendo a mão da barriga para o lado do corpo, se aproximando devagar, quase imperceptivelmente, de Mariano.
O que ela faria se tocasse nele?" Ela se perguntou.
O que eu faria se tocasse nela?" Ele se perguntou.
Coincidência? Talvez. Iris sentiu os dedos do pai trabalhando bem na junção entre a perna e a virilha dela. Cobertos de óleo, deslizavam pela pele e escorregaram alguns milímetros por baixo do tecido da calcinha, bem perto da buceta dela.
Ambos pularam, sem perceber.
Foi mal" —disse ele, tirando a mão na hora. "Terminamos por aqui." Em seguida, o pai dele passou uma toalha rapidinho pra limpar o óleo dela e vazou, sem falar nada.
Iris sentiu um frio na barriga. Não tinha como negar o que sentiu e viu. O pai dela ficou excitado. ELA fez o pau do pai ficar duro, e isso despertou sensações e ideias novas que começaram a crescer dentro dela com a rapidez de um vírus.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
AVISO: Esta série contém incesto, então se você é contra ou não curte esse tipo de conteúdo, não recomendo a história.
Dito isso, espero que vocês curtam.
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Mariano observava sentado na arquibancada como a jovem gostosa girava e se contorcia em volta das barras de metal, com a concentração estampada em cada milímetro do rosto e os músculos se contraindo no esforço de manter a rotina. Ela abriu as pernas, girou e se soltou, caindo sobre os pés com os joelhos flexionados, num equilíbrio perfeito.
O cara quase nem reparou no sorriso vitorioso no rosto da mina. Os olhos dele estavam grudados no collant, que apertava o corpo dela. O material parecia quase pele líquida, deixando pouco pra imaginação de Mariano, que já tava criativo naquele momento. Ele começou a bater palmas, se juntando ao resto da plateia, apreciando a performance dela.
Ele parou pra pensar um pouco sobre os benefícios de ter uma filha na ginástica competitiva. No começo, era só a esposa dele, a Tamara, que incentivava a menina. Quando a Iris era menor, ele não tava nem aí. Mas depois que ela conseguiu o emprego dos sonhos (advogada numa firma que defendia os direitos humanos pelo país inteiro), ele foi obrigado a dar atenção. Não tinha curtido nada.
Tamara era uma gostosa. Tinha cabelo comprido, castanho, que caía até os ombros. Era magra, com uns 1,65 metro e um rosto realmente lindo. Os peitos dela eram bem grandes, mas sem exageros, e a bunda ainda continuava firme aos 40 anos. Eles se amavam pra caralho e o casamento funcionava bem, mesmo não podendo transar muito, porque o trabalho dela exigia que passasse uma semana em algum lugar onde a empresa tinha uma filial (Jujuy, Mendoza, Rosario, Neuquén, entre outros) e depois passava uma semana em casa.
Voltando ao assunto, tudo começou a mudar quando Iris fez 17 anos. Ela passou a competir com garotas mais velhas, da idade dela até os 23. Aos poucos, Mariano começou a perceber que tinha algo nessa história de ginástica. As longas horas assistindo competições, treinos, levando a filha pelo país inteiro, aguentando as lesões e o choro dela, tudo valia a pena quando Iris ganhava. Mas quando ela não ganhava, pelo menos ele encontrava consolo no fato de que essas horas eram suportáveis porque permitiam que ele observasse atentamente os corpos de jovens gostosas e atléticas que contorciam seus corpos em posições incríveis, fazendo ele pensar em coisas indecentes.
Iris, com 18 anos recém-completados, olhou pra garota que tinha ido antes dela. A apresentação dela foi quase sem erros. Ela tinha que fazer igual se quisesse ter alguma chance de ganhar. Não quis olhar pra pontuação porque não queria se colocar mais pressão.
Colocou o sorriso de competição, levantou o braço direito e começou a rotina, se concentrando ao máximo.
O pai dela observou com atenção enquanto Iris corria em direção à barra de metal, contraindo seus músculos treinados das pernas e balançando sua juba castanha. Chegou ao trampolim, deu um giro no ar e aterrissou no aparelho estreito. O homem soltou um suspiro de alívio com a aterrissagem perfeita. Iris completou a rotina de forma espetacular, mas na última aterrissagem, um pé escorregou e quase a fez cair. Mariano sabia que a viagem de volta para casa seria tensa. Não tinha chance de ela ganhar, e isso significava que ela ia ficar de mau humor e triste por dias. O descanso dele, quando a rotina da filha terminou, ia ser bem curto.
O medo do mau humor dela foi substituído por preocupação quando ele viu a filha sair da pista mancando de leve.
—Porra, que cagada que eu fiz! —declarou Iris quando encontrou o pai depois da competição. Tava tão puta que nem se deu ao trabalho de tomar banho. Jogou o collant na bolsa, tirou a fio dental e vestiu a calça de moletom.
—Deixa que eu carrego a bolsa — ofereceu o pai dela, sabendo por experiência que não tinha praticamente nada que pudesse dizer pra melhorar a situação. Nem mesmo o fato de ter conseguido o segundo lugar na competição conseguia animar ela.
—Obrigada —murmurou ela, subindo no banco do carona da caminhonete.
O caminho pra casa foi tranquilo. A Iris não queria falar e o pai dela não queria deixar ela puta. Mas ele não conseguiu dirigir até em casa sem perguntar como ela tava.
—Não pude deixar de notar que você tava mancando um pouco quando terminou. Tá bem?
Iris suspirou. Ter um pai fisioterapeuta era uma faca de dois gumes. Por um lado, ela tinha um monte de tratamento físico de graça que as outras minas tinham que pagar. Mas, por outro lado, o pai dela sempre parecia perceber quando ela tinha uma lesão ou um desconfortozinho. Pra uma ginasta, lesões faziam parte da vida. Iris não lembrava da última vez que tinha saído de uma competição sem alguma parte do corpo dolorida. Sabia que muitas minas tomavam injeções pra não sentir dor e continuar competindo, mas ela não conseguia fazer isso. O pai dela sempre dizia que a carreira dela seria mais longa e mais foda se ela seguisse os conselhos dele sobre o físico. Ela sabia que era verdade, mas isso não significava que às vezes ela não queria simplesmente sair e detonar todo mundo que aparecesse na frente, sem se importar com uma lesão ou um incômodo que estivesse carregando.
—Tô bem — ela disse, olhando fixamente pra frente.
—Depois a gente confere em casa — ele ofereceu.
—Tá bom—ela disse.
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- Bom, onde é que tá doendo? - perguntou Mariano, um pouco mais tarde.
Aqui" —disse ele, indicando a coxa dela, perto da buceta.
Tá bom" — respondeu o pai dela, meio nervoso. — "Por que você não deita e a gente vê o quão ruim é?
Ela suspirou e subiu na cama de massagem que o pai dela tinha no quarto vago da casa.
—Você tem que tirar isso — indicou o pai, apontando para o moletom dela.
—Merda. Espera aí que vou trocar de roupa rápido —disse Iris, corando, antes de sair correndo pro quarto. Mariano ficou se perguntando. "O que será que ela tava usando que eu não podia ver? Ou será que não tava usando nada?" Balançou a cabeça, sem querer se meter em pensamentos indecentes.
O retorno da filha dele o tirou do seu devaneio. Ela subiu na cama, com movimentos lentos, e deitou seu corpo leve de barriga pra cima, ficando com as mãos apoiadas na barriga, olhando pro pai.
—Levanta a perna — ele indicou.
-Iris ergueu a perna direita até ficar na vertical, apontando direto pro teto. O pai dela colocou a mão esquerda na panturrilha, guiando os movimentos. Acompanhou ela numa série de posições, com a mão direita apoiada na virilha, sentindo o movimento do músculo machucado.
A jovem fechou os olhos enquanto o pai a guiava. A mão dele, quente, movia a perna dela com suavidade. Com certeza era uma das vantagens de o pai ser fisioterapeuta. Ela nunca precisava se preocupar com as mãos dele indo pra algum lugar que não deviam. "Que sorte", pensou, "já que ele fica tão perto da minha buceta".
Não tinha certeza do que colocou aquele pensamento na cabeça dela. Abriu os olhos e se surpreendeu ao ver o pai dela com o olhar fixo no lugar mais íntimo dela...
Não, para. Você tá olhando pra minha virilha, onde tá a lesão" ela percebeu, quase rindo de si mesma.
Descobriu que a mente dela parecia não querer fechar aquela porta de novo depois de aberta. "O que eu faria se um dos dedos do papai roçasse na minha buceta?", pensou.
Ela deu uma olhada no pai dela, avaliando ele com o olhar. Era gato. Pra um homem mais velho, mesmo não sendo o George Clooney, tava longe de ser feio. Além disso, era bem definido fisicamente. Entre a comida saudável e o exercício diário, o corpo dele continuava bem musculoso. Os pensamentos da garota estavam meio influenciados por conversas passadas com a amiga meio doida, a Giselle, que um dia depois de ver "Beleza Americana" juntas classificou o pai dela como o único que ela dava de todos os pais das amigas.
Ai!" — ela exclamou, quando o pai esticou ela um pouquinho demais.
—Desculpa, filha — respondeu ele, lançando um olhar cheio de preocupação para a perna.
Mariano apalpou suavemente a virilha da moça, tentando localizar exatamente a fonte da dor. Ele estava ciente de quão perto seus dedos estavam da borda da calcinha dela, e se viu forçando os olhos a desviar o olhar dali uma e outra vez. Mas a curiosidade continuava puxando-os, especialmente porque começou a se perguntar o quanto sua filha se depilava lá embaixo. O tecido parecia bem justo contra a pele dela e ele não tinha notado nenhum sinal de pelo.
—Aqui? —perguntou ele.
—Um pouquinho mais pra baixo — ela murmurou.
Os dedos de Mariano estavam quase tocando a calcinha. O homem engoliu em seco, nervoso, desviando o olhar para o rosto da filha pra se distrair. Viu que ela tava usando uma regata branca, curta e justa, que colava no tronco malhado e deixava a barriga de fora. A distração não adiantou nada. Entre o abdômen durinho e o fato dos mamilos estarem meio durinhos visíveis pela regata, ele se viu pior do que antes. Quando chegou no rosto dela e se olharam nos olhos, Mariano se sentiu corando e desviou o olhar rapidão.
Iris viu o pai desviar o olhar, mesmo que por alguns momentos, para os peitos dela. Sabia que os mamilos estavam durinhos. Estavam assim desde que começou a pensar no pai tocando nela. Sabia que não era algo que deveria excitá-la, mas por alguma razão inexplicável, isso estava acontecendo. Não tinha se preocupado em usar sutiã. Embora não fossem muito grandes, os peitos dela tinham um tamanho bonito, talvez até um pouco maiores do que ela gostaria para fazer ginástica.
Normalmente, a Iris batia uma punheta quando voltava de uma competição. Tinha alguma coisa na competição que parecia deixá-la a mil. Mas hoje ela tinha ficado puta demais com o que aconteceu pra fazer isso, e a falta de alívio parecia ter ajudado a deixá-la com tesão.
—Aí! —disse ela ao pai, surpresa por sentir a voz meio trêmula, quando os dedos dele acharam o lugar da lesão.
Mariano parou a mão, meio surpreso com a voz trêmula da filha.
—Aqui, segura? —ele perguntou, tocando ela de novo e percebendo que a filha tava reagindo meio diferente do que reagia normalmente às lesões dele.
—Sim, bem aí — ela disse pra ele.
Mariano pegou a garrafa de óleo que estava por perto e passou um pouco nas mãos. Automaticamente, começou a fazer o mesmo procedimento de sempre. Massageou a virilha, com os olhos fixos no ferimento.
Iris fechou os olhos. Sempre tinha curtido essa parte do tratamento, em que o pai dela a massageava. Normalmente, ela se aproveitava de ter ele por perto, dizendo que os ombros ou as panturrilhas estavam doendo pra ganhar uma massagem. Dessa vez, porém, percebeu que seus pensamentos iam pra lugares que não deviam e o corpo dela sentiu. Sentiu a buceta reagindo e notou que uma umidade crescente começava a molhar a calcinha dela. Isso não ajudou em nada a acalmar seus pensamentos.
Mariano observava atentamente, seus dedos trabalhando ao redor do ferimento. Por acaso, roçou com eles o tecido na borda da calcinha rosa da filha. Não havia motivo pra considerar aquilo algo erótico, mas o pau dele ficou duro na hora.
O homem olhou rapidamente pro rosto da filha, ficando vermelho que nem um tomate pela reação que o pau dele tinha mostrado. Por sorte, ela tava de olhos fechados. Aí ele olhou pra calcinha dela, sem conseguir resistir. Segurou um suspiro quando viu o começo de uma mancha de umidade bem no meio da virilha dela. A pressão na calça dele aumentou ainda mais.
Iris abriu os olhos e olhou pro pai. Ficou se perguntando há quanto tempo ele não transava. Não sabia muito da vida sexual dos pais, mas não devia ser fácil com a mãe passando metade do mês fora, às vezes até mais. O olhar dela desceu e foi ela agora quem teve que segurar um suspiro quando viu uma prova clara de que o pai tava de pau duro.
—Como você sente a lesão? — perguntou o pai dele.
—Hmm, acho que precisa de um pouco mais — Iris respondeu automaticamente. Ela sempre pedia um pouco mais. Afinal, a massagem era a melhor parte.
Mariano engoliu seco e continuou. Sabia que não devia estar pensando em enfiar um dedo por baixo da calcinha dela, mas era a única coisa na cabeça dele naquele momento.
Iris alternava o olhar entre o rosto do pai e a ereção que ele carregava entre as pernas. Ela se viu movendo a mão da barriga para o lado do corpo, se aproximando devagar, quase imperceptivelmente, de Mariano.
O que ela faria se tocasse nele?" Ela se perguntou.
O que eu faria se tocasse nela?" Ele se perguntou.
Coincidência? Talvez. Iris sentiu os dedos do pai trabalhando bem na junção entre a perna e a virilha dela. Cobertos de óleo, deslizavam pela pele e escorregaram alguns milímetros por baixo do tecido da calcinha, bem perto da buceta dela.
Ambos pularam, sem perceber.
Foi mal" —disse ele, tirando a mão na hora. "Terminamos por aqui." Em seguida, o pai dele passou uma toalha rapidinho pra limpar o óleo dela e vazou, sem falar nada.
Iris sentiu um frio na barriga. Não tinha como negar o que sentiu e viu. O pai dela ficou excitado. ELA fez o pau do pai ficar duro, e isso despertou sensações e ideias novas que começaram a crescer dentro dela com a rapidez de um vírus.
Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
2 comentários - A ginasta gostosa do papai