Marianela tinha 45 anos, era casada desde muito jovem com Marcos, o amor da adolescência dela, e tinha com ele três filhos lindos. Para quem os conhecia, eles eram a família perfeita. Pareciam felizes, os filhos eram bons e alegres, não tinha nada neles que não parecesse saído de um filme romântico. Maru, como todos chamavam Marianela, era a esposa ideal. Sempre colocou a família em primeiro lugar, e mesmo tendo uma carreira profissional como psicóloga, o trabalho dela sempre vinha depois da família. Desde muito nova, ela se acostumou a colocar os desejos do marido e dos filhos na frente dos próprios desejos, e se sentia bem com isso porque se convenceu de que era assim que devia ser. Mas, apesar de se sentir privilegiada com a vida dos sonhos, a casa grande com jardim, os filhos obedientes e o marido amoroso, no fundo ela se sentia entediada. A vida perfeita a entediava, e ela sentia uma culpa insuportável toda vez que esse pensamento passava pela cabeça. Não podia se permitir sentir isso, sentia a pressão de achar que a vida dela era imbatível, como todo mundo ao redor pensava. Dia após dia, ela ouvia histórias excitantes e emocionantes que aconteciam com os pacientes dela e se imaginava vivendo tudo na pele. Amantes, viajantes solitários, projetos, mudanças de vida… Tudo coisas que ela já tinha deixado de lado há muitos anos. Apesar de ser uma mulher muito gostosa, que jovens e coroas viravam para olhar, ela se sentia cada vez mais velha. Uma manhã, Maru acordou muito excitada sem saber exatamente por quê, e acordou Marcos de mansinho, esperando começar o dia com uma boa trepada. Na fantasia dela, o sexo era melhor do que na realidade. Fazia muito tempo que Marianela e Marcos tinham se acostumado com o sexo de casados, tinham perdido a vontade de brincar, de experimentar coisas novas. Mesmo nunca tendo sido um casal muito fogoso ou criativo na cama, com o tempo a coisa foi esfriando de vez. Cada vez mais. Eles transavam muito esporadicamente, e quando rolavam, era monótono e rápido. Se tivesse sorte, a Maru conseguia gozar depois que ele terminava, e logo em seguida dormiam. Naquela manhã, Maru acordou o marido, que não mostrou muito entusiasmo, mas mesmo assim, ao sentir o toque dela, ficou de pau duro. Ele beijou ela enquanto levava a mão até a buceta dela, tocou por um tempo, e depois tirou a calcinha que ela estava usando. Sem que ninguém dissesse uma palavra, ele tirou a cueca cinza, subiu em cima dela e meteu. Ele bateu por uns minutos e depois gozou dentro dela. Ela não gozou naquela manhã, e ele nem se importou com isso. Marcos se levantou e foi tomar banho pra depois ir trabalhar, enquanto Maru limpava os restos de porra, frustrada, pensando que aquele seria o tipo de foda que ela teria pra sempre. Naquela manhã, ela não tinha pacientes, o marido trabalhava e os filhos estavam na escola. Ela estava sentada na cozinha, fantasiando sobre ter um sexo selvagem, jovem, que a fizesse se sentir desejada e bem puta. Coisas que ela nunca sentiria naquela vida de conto de fadas que levava. De repente, sentiu uma vontade de mudar isso, de ter alguém que a tirasse por um tempo da vida de mulher perfeita, de mãe perfeita, de tédio e rotina, e a fizesse sentir tesão como há muitos anos não sentia. No meio desses pensamentos, ela lembrou do Rubén. Rubén era um eletricista que vinha sempre que tinha algum problema elétrico pra resolver em casa. Era um cara de uns 35 anos, alto e fortão, que sempre dava em cima dela. Maru sempre gostou dessa cantada, talvez porque poucos flertavam com ela na sua vida monótona. Todo mundo já a conhecia como a mãe de família que era, e, exceto por algum desconhecido que tentava seduzi-la em algum lugar onde ela ia anonimamente, não era algo frequente. Mas Rubén sempre fazia comentários sobre como ele a convidaria pra jantar se ela não fosse casada, ou que tomara que existissem mulheres como ela disponíveis. Talvez ele sentisse tesão em seduzir uma mulher casada e não gostasse dela de verdade, talvez só estivesse brincando porque sabia que era impossível. Marianela de repente se pegou fantasiando com o eletricista, com um sexo violento, agressivo, forte, daquele que ela nunca mais teria com ninguém, e muito menos com Marcos. Ela tava cansada de se limitar a ser mãe e esposa, precisava ser outra coisa. Num impulso, pegou o celular e mandou uma mensagem. "Bom dia, Rubén. Sou a Marianela, da rua Espanha. Tô tendo uns problemas com umas instalações elétricas e queria saber quando você tá disponível pra vir dar uma olhada". Hesitou antes de enviar, esperando que uma onda de lucidez e maturidade a segurasse, mas no fim apertou ENVIAR. Ficou na cozinha com o olhar quase fixo no aparelho, esperando ele tocar com a resposta do eletricista. Uns 15 minutos depois, recebeu a resposta. "Oi, Maru. Quanto tempo! Tô terminando um trampo perto da sua casa. Serve se eu passar daqui a uma hora?". Marianela tremeu. O que ela tava fazendo? O que diria pro cara quando ele chegasse e visse que não tinha nada pra consertar? Releu a mensagem. Ele chamava ela de "Maru" e isso já a deixava excitada. Respondeu: "Daqui a uma hora fica perfeito. Te espero". Foi pro quarto, tomou um banho, e se vestiu bonita mas informal, tinha que parecer casual. Colocou uma calcinha fio dental preta de renda e uma calça jeans que valorizava ela, marcando as pernas lindas e a bunda firme, que tinha se mantido muito bem com o passar dos anos. Na parte de cima, vestiu uma camiseta simples de algodão branca, mas num ato de provocação, colocou sem sutiã. Quase na mesma hora a campainha tocou. Ela duvidou que fosse o Rubén porque ainda não tinha passado uma hora. Calçou os sapatos rápido e foi olhar pelo olho mágico da porta. Era ele. De repente se sentiu nervosa igual uma adolescente inexperiente. Ele abriu a porta e lá estava ela. Quando ele abriu, ele se aproximou sorrindo e cumprimentou ela com um beijo na bochecha. — Maru, como você está? Com licença. — Oi, Rubén, você chegou cedo. Eu estava terminando de me vestir. — É, terminei o trabalho anterior antes do previsto. — disse ele, e não conseguiu evitar olhar ela sutilmente de cima a baixo. Ele vestia uns jeans sujos e uma camiseta cinza que deixava ver os braços trabalhados e o peito firme. De repente, Marianela sentiu um calor tomar conta dela. Ele estava melhor do que ela lembrava, ou talvez já estivesse muito excitada com ele depois de tanto fantasiar. Nas mãos, ele trazia uma caixa de ferramentas. — Quer tomar alguma coisa? — Um copo d'água já resolve. Maru serviu um copo d'água e entregou a ele. — Valeu. Então, me conta qual é o problema. Ela não soube o que dizer. Fez um silêncio prolongado. Rubén olhou pra ela, tentando entender o que estava rolando. — Olha, não sei como explicar essa situação. Na verdade, não tem nenhum problema com as instalações. — Não entendi. Então pra que você precisa de mim? — Pra nada. Na verdade… como te falo… — ela começou a ficar nervosa, não sabia bem o que fazer ou dizer. — Maru, não tô entendendo nada. — Olha. Vou te explicar. Fiquei pensando em você hoje de manhã, e tava com vontade de te ver. A história do conserto era a desculpa. Rubén sorriu com malícia, incrédulo. — Então você tava pensando em mim? Não me diga que você se divorciou finalmente… — disse rindo. — Não, não me divorciei. Mas fiquei pensando em coisas da minha vida, do meu casamento… bom, não quero te entediar com isso. — Me entediar? Você que tá entediada. — Como assim? — Você tá entediada com o Marcos. É isso, né? — Pode ser. Um pouco. — Bom, não quero que a gente fale dele. Me diz o que eu posso fazer por você… — disse sedutor, se aproximando dela. — Ehhh… bom. Não sei, na verdade… — Marianela. O que você quer? Junta coragem e se joga. Me pede o que você quiser. — Quero ser sua putinha. Os olhos de Rubén se arregalaram. Ele não esperava por essa resposta, e muito menos vindo dela. — O que foi? Te deixei mudo? Ouviu direito? beleza. Quero que me trate como sua putinha. Que faça o que quiser comigo. Que esqueça quem eu sou. Não quero ser a Marianela, a mãe de família. Quero ser sua putinha. Ia continuar falando, mas o Rubén se aproximou dela, olhando nos olhos dela, como se tivesse fúria nos dele. Uma fúria quente, sexual. Pegou ela com a mão enorme no pescoço, apertando forte enquanto olhava nos olhos dela. Olhou fixamente por uns instantes, enquanto a sufocava e via como ela custava pra respirar. A Marianela tava muito excitada, na expectativa. Queria saber o que ele ia fazer com ela. Tava disposta a tudo. De repente soltou o pescoço dela e com a mesma mão deu um tapa. Forte, firme, sonoro. A cabeça dela virou pro lado com o impacto. — Então quer ser minha putinha? Vai ser minha putinha. — disse e cuspiu na boca dela, que tava entreaberta. A Maru ficava louca quando ele tratava ela assim. Era o que ela queria. Se sentir suja, ser usada, ser desejada. — Vejo que me recebe sem sutiã — disse o Rubén enquanto apertava com força os peitos dela por cima da camiseta e falava na frente da boca dela, onde ela podia sentir o hálito quente dele. — Sim… — Não fala. Não quero que fale, a não ser que eu pergunte alguma coisa. Entendeu? A Marianela concordou com a cabeça, mesmo sendo uma pergunta e ela podia ter respondido. Adorava o papel de submissa dela. O Rubén apoiou a Marianela na bancada da cozinha, pegou ela pela nuca e beijou violentamente. Selvagemente. As mãos dele iam da nuca ao pescoço dela, às vezes puxavam o cabelo, depois desciam com ímpeto pelo corpo, amassando os peitos, a bunda dela. De repente deu um passo pra trás e contemplou ela. Ela olhava nos olhos dele, na expectativa, com uma sede descontrolada do corpo dele. — Tira a roupa. A Marianela tirou primeiro a camiseta enquanto os olhos do eletricista fitavam ela. Tirou os tênis e depois desabotoou a calça jeans. Tirou devagar. Por último, tirou a calcinha de renda. O Rubén estendeu a mão pra ela entregar. — Tá molhada. Quer que eu coma você? vadia. Você tá morrendo de vontade de sentir minha pica dura dentro de você. Ele se aproximou da Marianela e enfiou a calcinha fio dental amassada na boca dela. Depois, com um movimento só, virou ela de costas pra ele. Apoiou a pica dura, ainda coberta pela calça jeans, na bunda dela. — Olha como você me deixa. — Dizia enquanto se movia, roçando o volume nela. Levou a mão até a virilha dela e tocou. — Quantas vezes te imaginei pelada e assim tão molhada — falou e deu um tapa forte na bunda dela, pegando-a de surpresa. Ela continuava de costas, com a calcinha na boca. Ouviu ele abrir a calça e tirar. Também tirou a cueca. Roçou de novo a bunda da Maru com o pau, agora sem roupa. — Sente ele. Olha como tá. Bem duro, do jeito que você queria. Agarrou forte a nuca da Maru e, com um movimento brusco, abaixou as costas dela pra que levasse o tronco pra baixo, sobre a bancada, apontando a bunda pra ele. — Que bunda linda que você tem, de dar vontade de chupar o dia inteiro — dizia enquanto dava tapas com a palma da mão e passava a língua no cuzinho dela. Marianela respirava ofegante e soltava gemidos baixinhos. De repente, Rubén segurou ela pela cintura e, sem avisar, meteu na buceta da Marianela com um movimento certeiro, fundo. Maru gemia mais alto, embora a calcinha na boca abafasse um pouco o som. Ele tinha uma pica bem maior que a do marido dela, e ela sentiu a diferença na hora. — Era pra isso que você queria que eu viesse, filha de uma puta? Pra te comer do jeito que seu marido não te fode? Rubén começou a meter com velocidade e força. Marianela gritava apoiada na bancada enquanto ele segurava ela puxando o cabelo bem forte. De repente, enquanto penetrava ela, levou uma mão na bunda da Maru e começou a tocar o cu dela. Isso aumentou a excitação dela, que continuava gritando com o pedaço de pano no meio. Rubén acariciava o cu, chupava o dedo e voltava a acariciar. Assim até enfiar um dedo no cu dela, sem parar as metidas. vaginais. Maru sentia que em pouco tempo ia gozar. — Se toca. — disse o eletricista, e ela, obediente, começou a acariciar o clitóris. Ele tirou a peça da boca dela e disse: — Quero que você goze e que, quando gozar, diga meu nome. Continuou penetrando ela com rapidez e força, com o dedo entrando e saindo sem dificuldade do cu dela, enquanto ela se masturbava no clitóris. Marianela não demorou muito pra sentir o orgasmo atravessando o corpo dela. Quando chegou no clímax, gritou o nome dele. Rubén tirou o pau ereto, prestes a explodir, de dentro dela, virou Marianela de frente pra ele e, segurando pelos ombros, fez força pra baixo indicando que ela se ajoelhasse. Depois de ajoelhada, segurou firme a cabeça dela e meteu na boca dela. Com as mãos na cabeça dela, começou a enfiar na boca com força, sufocando ela, ouvindo os engasgos quando batia na garganta. Ele gemia enquanto dizia: — Chupa bem, puta de merda. Você vai tomar todo meu leite. Continuou com os movimentos violentos dentro da boca da Maru. Até que, com um gemido gutural, gozou na boca dela, mantendo a cabeça dela bem apertada no pau dele. Maru, meio sufocada, conseguiu engolir todo o sêmen. Ele tirou o pau da boca dela e disse: — Feliz, puta? — Muito feliz — disse ela, ainda ajoelhada. Ele deu outro tapa na cara dela, que deixou a mão marcada no rosto. — Ainda não terminei. Levou ela até o sofá. — Fica de quatro. Que vou cuidar dessa bunda que tá pedindo meu pau pra dentro. Marianela tremeu, mas não disse nada. Fazia anos que não transava no cu. E esse cara ia meter selvagemente. Ela ficou de quatro. Ele começou a lamber o cu dela enquanto brincava com o buraco com um dedo. Ela começou a ficar excitada de novo. Rubén enfiava o dedo, depois a língua, cuspia dentro do cu dela. Cada vez o cu ficava mais molinho, então ele começou a meter dois dedos, até que, depois de um tempo de gemidos de prazer, os dois dedos entravam e saíam, babados. Com a outra mão, ele se masturbava, já tava com o pau novamente enorme e dura, pronta pra enfiar nessa bunda. Ele ficou atrás dela, tirou os dedos e começou a meter a cabeça, segurando ela pelos quadris. Maru gemia de prazer e de dor. Devagar, mas firme, o eletricista enfiava o pau no cu de Maru. Ela encharcava o sofá de tão excitada, e enquanto ele a penetrava, ela se masturbava na frente. - Uffa, como eu adoro te comer o cu, puta. - Dizia ele enquanto batia com raiva nas nádegas dela. Marianela já sentia o pau inteiro dentro do cu e não aguentava mais de prazer. - Você vai me fazer gozar de novo - disse ela. Ele puxou o cabelo dela agressivamente e, diante do grito de dor dela, disse: - Quem caralho te deu permissão pra falar? E depois de dizer isso, começou a penetrar o cu dela com mais força e aumentando o ritmo. Ela gritava, ele a segurava pelo cabelo e também gemia. De vez em quando, soltava o cabelo dela e agarrava com a palma da mão o pescoço de Maru, fazendo com que a asfixia a excitasse muito mais. Ela sentiu os espasmos do segundo orgasmo atravessando seu corpo e gritou mais alto. - Certeza que seu marido não te faz gozar como eu, né? Me fala. Me fala, puta. - Não, ele não me faz gozar como você - disse Marianela entre gemidos. Rubén continuou penetrando com violência, aumentando mais e mais o ritmo. Os gemidos dele começavam a ficar mais fortes. - Vou encher todo o teu cu de porra, sua puta insaciável. Continuou até soltar um rugido e começar a derramar sêmen dentro de Maru. Enquanto saía de dentro dela, bateu forte na bunda dela de novo. - Sua puta mãe, que rabo lindo pra comer. Passaria o dia inteiro arrombando ele. Marianela olhou o relógio e disse: - Você tem que ir. Meus filhos vão chegar da escola. Ele sorriu com sarcasmo. - De ser minha puta pra ser a mãe responsável, que versátil, Marianela. - disse enquanto agarrava o rosto dela com força e a beijava. Ela se levantou e se vestiu. Ele fez o mesmo, pegou suas ferramentas e foi até a porta. Antes de Maru abrir, ele disse: - Da próxima vez que você tiver Se tiver qualquer problema com as instalações, não hesita em me ligar. - Valeu pelo serviço, tô bem satisfeita. - respondeu Maru com um meio sorriso enquanto abria a porta. Bem na hora de abrir, viu os três filhos chegando da escola. Rubén saiu e eles entraram. - Quem era aquele cara, mãe? - O eletricista que veio arrumar umas paradas. - Ah, e o que tem pra comer? Tô cheio de lição de casa.
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