Como Minha Vida Mudou: Capítulo 17

Fiquei sentado um tempo na sala pensando no que estava rolando entre a Flo e eu. Nunca tinha me deparado com uma mina que não caísse na hora nos meus assédios sexuais. Pensei por um instante em tentar tomar ela à força, mas sabia que isso não daria certo. Ela tinha uma firmeza que eu nunca tinha visto antes, e só de tentar podia acabar levando um fora na cara. Além disso, eu tava pensando mais com o pau do que com a cabeça, então precisava dar um jeito de esfriar a barra de outro jeito. Minha mente tava cheia de ideias eróticas, parecia um turbilhão de tesão. No fim, cheguei à conclusão de que só tinha duas alternativas: a primeira era voltar às práticas antigas de me satisfazer sozinho, ou simplesmente segurar a onda e esperar alguma das minhas parentes chegar, se é que alguma ia aparecer.

Por sorte, dei sorte. Alguns minutos depois, a Ani entrou e falou: "O que você tá fazendo tão sozinho na sala?"

Claudio: "Nada demais, na real. Mas já que você chegou, pode ser que dê pra fazer muita coisa, hehehe."

Ani: "Ahhh… Tá com tesão?… De novo a Flo te deixou fervendo, né?… E a malvada depois disso foi embora, hahaha."

Claudio: "É verdade, mas a gente avançou um pouco, mesmo que não o suficiente."

Ani: "Hahaha, não acredito, mas vendo como você tá, e antes que me viole! Me conta, o que vocês fizeram?" – disse ela, sentando do meu lado.

Claudio: "Bom, a gente se beijou muito e eu pude pegar nos peitos dela nus. Ela também ficou com tesão e começou um boquete que ficou pela metade, porque eu queria enfiar meu pau… mas só consegui deixar ela na posição."

Ani: "Sério?"

Claudio: "Sim, mas quando comecei a esfregar a cabeça do meu pau na buceta dela por cima da calcinha, e tentei puxar ela pra baixo, ela me parou e disse que ainda não tava pronta."

Ani: "Ela falou isso quando já tava com a xotinha à mostra?"

Claudio: "É, no começo, como eu tava esfregando por cima da calcinha, achei que ela tava pronta pra me receber… e quando puxei a calcinha, ela se assustou."

Ani: "Não tá mal o progresso… acho que quando você conseguir baixar a calcinha dela de novo, você consegue. Enfim, eu estou pronta, vamos começar? disse finalmente a Ani. Em silêncio, enquanto nos despíamos no sofá da sala, começamos a nos beijar. Agora penso que a Ani não estava tão excitada quanto eu naquele momento! Mas minha garota gentilmente estava disposta a me ajudar a aliviar a tensão; então aproveitei sua entrega gentil e, depois de desfrutar de um longo prelúdio de carícias sem parar, ela estava no ponto. Me coloquei na frente dela para enfiá-la pela buceta, quando de repente apareceram as parentes adultas que haviam chegado sem sentirmos e nos disseram: Dani: Mmmmm, vejo que estão passando por dificuldades. Mamãe Julia: É, e não esperaram por nós, hehehe, completou rindo. Ani: Ah, que susto… Não sejam maliciosas, eu só estou aliviando o Claudito, que ficou muito excitado com a Flo, hehehe. Mamãe Julia: Mas essa garota ainda não te deu? hehehe. Claudio: Não, mas estou avançando nisso; ela me disse que ainda não tem certeza, então não quis forçá-la. Dani: Isso é muito bom, não quero minha garota traumatizada, só desvirginada, hehehe. Mamãe Julia: Bom, meus filhos, continuem no que estavam, eu estou exausta. Dani: Eu também, vou me deitar sozinha, mas vocês se divirtam. Muito tempo depois, soube que em um canto do corredor, uma presença passou despercebida: era a Flo, que silenciosamente observava toda a cena e o diálogo que sua mãe, sua tia e sua irmã mantinham comigo, tentando entender o que estava acontecendo em sua casa. Pareceu-lhe horrível e inacreditável, mas, conforme me confessou, não foi capaz de fugir ou nos confrontar devido à nossa moralidade questionável. Isso aconteceu quando minha linda prima havia se levantado com a intenção de falar com sua mãe; ao senti-la chegar, queria sua opinião sobre o que estava acontecendo comigo, mas, em vez disso, deparou-se com a surpresa de que eu estava fazendo amor com sua irmã e que tudo isso era apoiado tanto por sua mãe quanto por sua tia. Eu, por minha parte, vi minha mãe e sua irmã irem embora, deixando-me com a Ani entre beijos e carícias, que foram substituídas por cenas ainda mais picantes, como... São umas lambidas de buceta e chupadas de pau de deixar qualquer um maluco. De fato, a Flo viu quando fizemos um sessenta e nove perfeito, que nos levou inexoravelmente a um orgasmo grandioso, alcançado entre gemidos abafados e suspiros profundos. Eu gozei tanto que a Ani mal conseguia engolir toda a minha porra, enquanto eu bebia os fluxos incontroláveis da sua buceta. Minha "namorada oficial" ficou completamente derretida depois da sua já habitual sequência de orgasmos que a invadiram... que delícia!... já sem forças, a Ani tirou da boca o meu pau ainda latejante, e ainda suspirava quando, ao enxergar de relance uma figura nas sombras do corredor nos observando, primeiro pensou que fosse a mãe dela ou talvez a tia Julia que tinham voltado mais cedo da farra, mas não era. Ela focou para ver quem era a bisbilhoteira e percebeu que era a irmã. Sentiu-se surpresa e cheia de vergonha, mas manteve o olhar fixo no corredor. A Flo não se fez de rogada e ficaram trocando olhares por um bom tempo, sem que eu percebesse. Ao ver a irmã sustentar o olhar, isso provocou na Ani sentimentos conflitantes, mas, de qualquer forma, muito tesão, misturados com luxúria e vergonha. Sem desviar o olhar da irmã, a Ani me pegou pela cabeça e me induziu a chupar seus peitos, prolongando de alguma forma as sensações que havia sentido no seu recente orgasmo. Depois, quando finalmente fiquei sabendo de tudo, ela me contou que por um bom tempo se dedicou a curtir a própria gozada e o jeito que eu chupava seus peitos, enquanto eu, ignorante do que acontecia, era usado para demonstrar o controle dela sobre a situação. Como estávamos tão excitados, eu meti a mão na sua buceta e comecei a amassar, sentindo como ela suspirava e gemia quando minha mão passava pelo grelinho inchado do seu monte de Vênus. Nisso, ela fechou os olhos sem conseguir evitar, pela prazerosa descarga que novamente a invadia; quando os abriu de novo, percebeu que sua irmãzinha ainda estava nos observando, com a grande diferença de que tinha uma mão na sua xotinha e a outra apertando um mamilo duro. Depois ela me confessou que nela... surgiu um sentimento de triunfo imenso, que foi muito superior à impressão de ter sido descoberta. Em nenhum momento ele disse algo, apenas desabou sobre mim, fazendo com que eu exalasse ao sentir quase todo o seu peso no meu corpo, então eu disse: Coração, você está me esmagando. Ani: Perdão… aguenta um pouco, eu saio quando puder,… Sem saber de nada, senti de repente que ela se levantava um pouco e direcionou a voz para o corredor que liga os quartos à sala e… disse: …Vem, Flo,… não fique aí, disse para sua irmãzinha Flo: …Po… posso? Ani: Sim, claro, disse com ternura, esse gostoso dá conta de todas. Flo: Você faz isso com todas? me disse com lágrimas nos olhos. Claudio: Não quero mentir para você,… sim, tento fazer todas felizes. Flo: Mas você me ama?… nem que seja um pouco?… disse com tristeza. Claudio: Mais do que um pouco, desde que te vi eu te amei e na medida em que te conheci, perdi a razão por você, mas você deve entender que também devo algo a elas. Flo: Estou tentando entender… é algo que nunca pude imaginar, mas o que realmente importa é que você me ame… você realmente me ama? Claudio: Sim, eu te amo!… tanto te amo, que hoje eu estava disposto a esperar por você o tempo todo até que você estivesse pronta… Se é que você quer que eu seja o escolhido para a sua primeira vez. Flo: Ainda não estou, preciso pensar em tudo isso que vi e ouvi, disse entre lágrimas, ainda muito triste. Claudio: Não sei como explicar tudo e acalmar seu coração. Ani: Irmãzinha, não fique triste, Claudio é o melhor cara que conheço e também amo. Mais que isso, ele é tão maravilhoso que eu estive disposta a compartilhá-lo, e só posso dizer que ele tem tratado bem todas nós. Flo: Mas tudo isso é, no mínimo, estranho de dizer e é incesto e é pecado… Ani: Olha, irmãzinha, você precisa entender que ele só nos satisfaz em algo que queremos, e eu sei que você também vai querer quando for sua hora, não acho que seja pecado. Flo: Mas é que eu pensei que ele só me amava e eu seria a namorada dele e agora me Percebo que ele é o amante de toda a família e não sei se consigo suportar isso. Além disso, quando estiver pronta, quero que minha primeira vez seja com alguém que me ame. Ani: Ele te ama, assim como sei que me ama também, e também ama elas… eu já me entreguei a ele como as outras, porque sei que ele nos ama a todas igualmente,… não tenho dúvidas de que ele te ama muito também, eu vi e testemunhei, ele te esperou todo esse tempo e sei que continuará esperando. Flo: Tudo isso é tão repentino e surpreendente que ainda não consigo entender, só sei que gosto dele e o quero só para mim… Talvez isso não seja possível e eu tenha que compartilhá-lo ou esquecê-lo;… Não sei!… Claudio, Ani, quando tiver essa clareza e estiver segura, farei vocês saberem minha decisão; Flo: De qualquer forma, continuem com o que estavam fazendo, só quero observar como fazem e ver se consigo suportar como tinha feito até agora. Ani: Tem certeza? Flo: Sim, vou tentar, façam bem feito – disse finalmente, sentando-se em uma poltrona próxima, soltando uma risadinha leve tentando aliviar a situação. Todo esse diálogo cheio de angústia esfriou não só nosso corpo, mas também nosso ânimo, mas não queríamos decepcionar a Flo, por isso retomamos as carícias com suavidade e profundo carinho, como querendo demonstrar que o que havíamos conversado era totalmente sincero; em nenhum momento cedemos à fogosidade acelerada impressa anteriormente. Depois de um tempo de carícias, finalmente enfiei toda minha pica na Ani, que suspirou e gemeu baixinho, iniciando uma metida e tirada onde as demonstrações de carinho e amor não cessaram, alternamos as carícias nos peitos e chupadas nos mamilos com apertões na bunda que renovaram nossa paixão, depois de um tempo nossa intensidade revelava que já estávamos entregues ao prazer do sexo sem interrupções. A muda testemunha da paixão que nos dominava começou a se masturbar. Flo colocou uma mão no seu clitóris e outra em um peito, sem parar de nos olhar em nenhum momento, eu a observava de relance, percebendo O olhar dela estava cheio de desejo, isso me deixava a mil com tanto tesão que rolava entre a Ani e eu. Naquela hora, minha luxúria aflorou sem controle e comecei a aprofundar e acelerar a penetração na bucetinha apertada da minha Ani, buscando o segundo orgasmo dela. Naquele minuto, não existia mais ninguém no mundo pra mim. De repente, senti a Flo se levantar e se sentar do nosso lado, começando timidamente a acariciar meu rosto. Olhei pra ela e ainda vi algumas lágrimas na bochecha. Ela pediu que eu a acariciasse, e isso me comoveu tanto quanto à Ani. Mantendo o ritmo do vai e vem com a Ani, beijei a Flo com ternura, deixando uma mão nos peitos da Ani pra, com a outra, acariciar os melões da Flo. Ela, por sua vez, colocou uma das mãos nos peitos da Ani, e nós nos revezávamos amassando as tetas da irmã dela. Estávamos delirando de tesão. Agora, a Flo deixou a timidez de lado e não parava de acariciar a irmã e a mim: uma mão nas tetas e com a outra acariciava meu pescoço e meu cabelo. Essa situação nova e tarada me excitou ainda mais, se é que era possível. Eu não conseguia acreditar, mas não quis desperdiçar o tesão da Flo. Por isso, desci minha mão dos peitos dela para, com delicadeza, amassar a sua xoxota. Ela soltou um suspiro profundo. Minha excitação estava sem limites, e logo comecei a gozar dentro da Ani, que, sentindo as mãos da irmãzinha e as minhas massageando seus peitos, estava prestes a explodir. Ela chegou ao clímax assim que sentiu minha porra dentro dela, alcançando o segundo orgasmo tão desejado, mais suave que o anterior, mas sem dúvida prazeroso. Já a Flo, sem demonstrar muito, sentiu minhas carícias que percorriam seu Monte de Vênus volumoso, onde eu, com a máxima ternura possível, tentava levá-la ao ápice do prazer. Em nenhum momento percebi que ela estava prestes a gozar, só senti que ela gemeu quase silenciosamente até molhar minha mão com seus fluidos vaginais, e se agarrou em mim para não cair em cima da Mana, eu não tinha certeza se você tinha gozado como a Ani e eu.
Ani: Como você está, Flo?
Flo: Beeem,… ahhh… como você viu, eu consegui ver vocês como amantes e também tocar vocês enquanto faziam… Ainda é estranho para mim, mas acho que é um primeiro passo para aceitar a situação, respondeu ainda com lágrimas nos olhos.
Claudio: Você precisa que a gente faça carinho para você gozar?
Flo: Não,… já gozei… e foi… mmm muito gostoso, obrigada pelas carícias.
Ani: Acho que devemos ir para a cama, disse sem mais delongas.
Claudio: É, devemos ir dormir.

Apesar da noite agitada, dormi relativamente bem. Ao amanhecer, acordei tentando entender meu futuro e o da família. As horas passaram sem parar de pensar em tudo que aconteceu, até que me levantei para um café da manhã tardio.

Quando cheguei na cozinha, toda a família, com exceção da Isa que só voltaria praticamente no anoitecer, estava conversando animadamente, contando suas aventuras. Foi quando a Florencia disse:
Mamãe, tia, já sei um pouco do que acontece nessa família, e quero saber a verdade completa.
Mamãe Julia: O quê?…
Dani: Não tem nada de mais, meu amor, disse fingindo ignorância.
Flo: Não quero mais mentiras, porque ontem à noite eu vi vocês conversando com a Ani e o Claudio enquanto eles transavam.
Dani: Ai, minha filha, não queríamos mentir para você, só pensávamos em contar tudo quando fosse… adequado…
Flo: E quando seria "adequado"? Quando já tivesse entregado minha virgindade ao Claudio?
Dani: Não,… não é isso, só quando… conseguiu dizer.
Flo: Ai, mãe! Já sei que todas transam com ele, o que eu quero saber é qual é o acordo para eu saber no que estou me metendo.
Mamãe Julia: Olha, Florencia, já que você está sabendo que todas somos amantes do Claudio, acho que está bom você saber todo o nosso acordo. Mas você tem que nos prometer uma coisa, independente de você participar ou não.
Flo: Qual é o acordo…?
Julia: O acordo é muito simples: todas compartilhamos o Claudio em turnos para ele satisfazer nosso tesão e deixar a gente feliz… como estamos agora.
Ani: Em geral… De segunda a sexta, nós, as parentes, nos revezamos, e a menos que haja um acordo entre nós para mudar os turnos, a ordem é: primeiro tia Julia, depois Mamãe, em seguida Isabel e finalmente eu. Sempre imaginamos que você ficaria com as sextas e as outras... quando puderem nos fins de semana.
Flo: Quais outras? – disse com cara de espanto.
Dani: Suas outras amantes...
Ani: As outras são Montserrat, a ex-namorada do Juan, a mãe dela que tem o mesmo nome, além da Biocha, quase ex do Francisco, e a mãe dela, chamada Verônica, sem contar outras putinhas como a Rosalinda, funcionária do Las Tanas, e a outra Verônica, que trabalha numa loja de lingerie e maiôs.
Flo: Todas essas?!... Como é que o safado dá conta?! – exclamou horrorizada.
Dani: Nosso Claudio é uma raridade da natureza, que ganhou a capacidade de um garanhão capaz de satisfazer todas as suas mulheres.
Flo: Então eu seria a que completaria o time de futebol – ou o harém – do senhorinho – disse com horror e um pouco de mau humor.
Claudio: Se você fala assim, fica feio, mas seria isso mesmo – ousei intervir.
Flo: E quem você vai foder hoje? – disse com certa amargura.
Claudio: Não pensei nisso – respondi com um ar de inocência.
Mamãe Julia: De qualquer forma, quem ele pegar vai ser feliz, ele é incrível.
Ani: Além disso, todas elas são boas pessoas. Mamãe, tia Julia, acho melhor apresentá-las para ela ver como são gente boa.
Flo: Vocês acham que se me apresentarem elas eu vou ficar feliz?!
Dani: Pelo menos você vai saber como são, talvez fique mais tranquila... Esperamos que você veja que assim somos felizes.
Dani: É uma boa ideia, vou chamá-las – disse –, assim, quando a Isa voltar, a apresentamos e estaremos todas juntas.
Mamãe Julia: Mas se convidar todas de uma vez, a gente mata ele... faz aos poucos, hehe.
Dani: Tem razão... primeiro o grupo das amigas, depois as duas putinhas, hehe.
O almoço foi silencioso, já que ninguém se atreveu a falar com a Flo presente, então as poucas palavras trocadas foram trivialidades ou pedidos de algo que estava fora do alcance na mesa. De tarde tirei um cochilo esperando que as horas passassem o mais rápido possível, dormi tão fundo que nem percebi o que aconteceu com meus parentes. Depois fiquei sabendo que naquela mesma manhã tia Dani tinha convidado todas para jantar, com exceção de Rosalinda e Verónica, a atendente, seguindo o conselho da Mamãe, já que se incluíssemos as duas a situação ficaria impossível de controlar, além do mais elas não faziam parte do comitê que a Ani tinha idealizado um tempo atrás. Quando as convidadas perguntavam o motivo do convite, minha tia alegava que era um encontro de mulheres para fortalecer a amizade que agora as unia, já que as garotas eram muito amigas há bastante tempo; motivo suficiente para que Verónica e Montserrat aceitassem e conseguissem se livrar dos maridos sem problemas. As filhas delas ficaram felizes por serem incluídas no convite, já que eu tinha meio que esquecido delas. À tarde, Isabel chegou da sua competição de vôlei e, quando Ani e Mamãe contaram o que tinha acontecido, ela veio falar comigo no meu quarto. Sem nem perguntar, entrou e sentou do meu lado, começou a acariciar meu rosto e disse que esperava que tudo ficasse bem. Abri os olhos, me levantei um pouco e a beijei, ela retribuiu o beijo, deitou-se ao meu lado e me abraçou, dando vários beijos no meu rosto, e continuamos nos acariciando com ternura. Incrivelmente, ficamos juntas sem sermos interrompidas por ninguém, até pouco antes do encontro e do jantar. As convidadas foram super pontuais, tanto que chegaram quase ao mesmo tempo; nós estávamos todas prontas esperando por elas, com a Ani fazendo as apresentações para a Flo, que cumprimentava todas educadamente, mas com um olhar desconfiado. O encontro foi animadíssimo, conversamos sobre tudo, menos sobre a situação sexual tão peculiar que nosso grupo vivia. Isso foi o que aconteceu até que, na hora da sobremesa, tia Dani se levantou e disse com solenidade: Queridas amigas e parentes, estamos reunidas para que minha filha saiba... Florencia, ou Flo para os mais íntimos, como nós amamos o nosso garanhão Claudio aqui presente. Todas olharam para minha tia com uma expressão entre susto e espanto por suas palavras sem filtro ou reserva alguma. Claudio: Tia, acho que você está exagerando um pouco, dizer que sou o garanhão de todas me parece exagero, falei com certa modéstia e um pouco de vergonha. Verônica: É verdade, você conseguiu fazer sexo com todas, dando a cada uma o que queria até nos deixar satisfeitas… dou fé das palavras da sua tia. Mãe Júlia: E com vontade de mais ou estou errada? hehehe, disse se dirigindo a todas com um orgulho de mãe mal disfarçado. Todas: Se olhavam entre si como se o que foi dito não as tocasse, algumas negaram como se houvesse um erro; até mesmo uns risinhos nerviosos surgiram entre elas, da mesma forma que alguns olhares se cruzaram…. Dani: Bom, além disso, reuni vocês para que o comitê de seleção de candidatas a putinhas ou, como minha filha Ani chama, “COSECANZO”, veja se aceita uma nova candidata, que não é outra senão minha filha Florencia aqui presente, hehehe. Verônica: Outra mais?… você vai conseguir sobreviver a tantas mulheres…? disse se dirigindo a mim com um risinho suave, hehehe Claudio: Espero que sim, hehehe Flo: Existe esse comitê? Perguntou surpresa Ani: Sim, mesmo que tenha nascido meio de brincadeira, acabamos usando para regular um pouco a coisa Flo: Sério que precisa fazer isso? Ani: É a única forma de poder compartilhá-lo sem invejas, ciúmes ou brigas. Dani: Para demonstrar à nova candidata ao Harém do Claudio quanto de verdade há nas minhas palavras, vou pedir a cada uma de vocês que levante a mão caso a aceite: Todas: Sim, nós a aceitamos… sim, que seja uma de nós, hahaha. Dani: Bem aceita, então como iniciante ela terá que fazer um strip-tease para todos…. Flo: Mas mãe, que vergonha….. Dani: Aqui não há espaço para vergonhas, e para provar vou pedir ao grupo que faça um strip-tease no nosso macho. Flo: Todas? Dani: Sim… caso uma decida não fazer, será considerada fora do grupo e perderá todos os direitos sobre ele. Todas: Sim, vamos nos despir, disseram sem qualquer hesitação. Dani: Para começar o show, vou começar eu. Foi assim que o que começou como uma refeição ou jantar de confraternização das minhas mulheres, se transformou em um show privado para mim, eu estava mudo de espanto, quase em êxtase. De repente, todas ficaram em silêncio, Ani colocou música no rádio da sala e assim começou a tia Dani com sua dança erótica, depois seguiu a Mãe Julia, as roupas voavam com algum grau de graça, mas nem todas tinham muito salero, depois foi a vez da Isabel, fechando a Ani pela parte da família. As convidadas estavam um pouco nervosas, tanto que passou uma música até que Verónica se decidiu, sendo seguida por sua filha Biocha, ambas "tanas" tinham graça e as curvas necessárias para me deixar quase louco de excitação, que me enlouquecia. Dona Montserrat, que olhava nervosa para todos, especialmente para sua filha, finalmente se levantou e começou a se despir, diante do que sua filha Montse a imitou com desempenho desigual, mas mais rápida; tanto que antes de terminar a música já estava nua. Foi a última das "fécuties", mas agiu com grande decisão, talvez sem muita graça, mas o fez. Os únicos na sala que ainda estávamos vestidos éramos Flo e eu. Tudo o que lhes narro foi diante dos atônitos olhos de Flo, que a essa altura começava a deixar a incredulidade para trás e estava queimando de tesão. Por minha parte, só posso dizer que eu estava voando de excitado com o desfile de belezas: já estava tentado a me levantar e morder cada curva que exibiam… quanta carne exposta!, mas já havia aprendido a ser paciente. Terminando o apoteótico espetáculo, Verónica disse: Dani, acho que sua menina deveria se despir assim como o Claudio, para ficarmos todos iguais. Dona Montserrat: Sim, e o Claudio deveria cumprir com seu dever, disse já sem medos e vergonhas, (como tinha mudado a séria MILF morena, pensei). Isabel: O que você diz, Flo? Topa? Flo: Acho que posso me despir se ele fizer o mesmo, uma peça ele, uma eu...
Claudio: Tá bom, aceito, hehehe. Tirei a camiseta que estava usando, deixando meu torso nu. Flo fez o mesmo, revelando um sutiã esportivo que conseguia conter seus peitões. Depois, tirei meus sapatos e calças, então Flo tirou a saia, ficando só de salto alto e calcinha — era como ver uma modelo de revista erótica! —, deixando à vista seus quadris sinuosos. Todos presentes começaram a incentivá-la a dançar e exibir sua bunda empinada, mas ela ficou vermelha de vergonha, quase paralisada. Tirei o pouco que ainda me cobria, mostrando meu pau duro e rígido para as presentes. Elas aplaudiram e assobiaram como se estivessem num circo ou espetáculo similar, então eu disse: "Vejo que as leoas estão famintas por pau... Flo, eu já tirei tudo, só falta o último pra você... Precisa de ajuda?"
Flo: Não... mas não é fácil...
Dani: Vamos, minha menina, falta quase nada.
Ani: É, Claudio, ajuda ela com o que falta.
Ajudei-a a tirar o sutiã, deixando seus magníficos melões ao ar, que ela cobriu com um braço, enquanto Ani puxava a calcinha molhada que estava grudada em sua boceta por causa do tanto de fluxo que escorria. Finalmente pude ver Flo completamente nua — estava vermelha como um tomate, mas nua. Por acaso, esfreguei minha rola na bunda dela, que, seguindo suas próprias ordens e graças a uma pílula azul que Isa me deu, não se dobrou diante de nenhum desafio. As risadas e provocações das outras mulheres presentes não paravam. (Pensei: mulheres em grupo são terríveis.) Então, mamãe Julia disse: "Agora que estamos todos nus, vou pedir que façamos um juramento solene."
Dona Montserrat: "Juramento?!... Qual seria?"
Julia: "Qual você acha que poderia ser, Dani?" — dirigindo-se à irmã em vez de responder.
Dani: "O de fidelidade ao pau gostoso do Claudio, hahaha."
Julia: "Sim, exatamente esse, hahaha."
Isabel: "Como fazemos?" — disse minha... irmã sempre tão prática e pé no chão. Julia: Cada uma vai chupar o pau por um minuto e vai jurar ser fiel ao pau do Cláudio. Claro que se alguma decidir sair do harém, poderá fazê-lo mantendo em segredo esta irmandade para sempre. Ani: Beleza, eu vou cronometrar o tempo de cada uma. Isa: Beleza, Ani, e eu vou cronometrar o seu. Biocha: Isso, assim todas vamos ficar seguras e aproveitando. Dani: Beleza, quem vai primeiro? Isabel: Eu – respondeu se ajoelhando na minha frente, já que eu tinha me sentado numa cadeira trazida da sala de jantar pela Ani. Minha irmãzinha pegou no meu pau, deu um beijinho na ponta e disse que jurava lealdade ao meu pau, começando a chupar como se o mundo fosse acabar. Eu, por minha vez, agarrei os peitos dela e fiquei apertando, parando especialmente nos mamilos. Tudo isso acontecia sob o olhar atento de todas, especialmente da Flo. Devo dizer que de repente calculei e caí na real: 11 garotas significavam 11 minutos de boquete, o que seria demais pra mim, considerando o nível de comprometimento demonstrado pelas que fizeram o juramento. Pensando nisso, pedi que fizessem só 30 segundos cada uma, o que foi aceito a contragosto por algumas das meninas. Antes da minha Isa se levantar para ceder o lugar, passei meu pau por todo o corpo dela: primeiro nas orelhas, depois nos olhos, passando pelos orifícios nasais e descendo pelos mamilos e pelos peitos inteiros, fazendo uma breve espanhola entre os deliciosos peitos da minha irmã. Eu estava muito excitado e só queria foder todas e cada uma das minhas amantes. Isa: Olha só, irmãozinho, e depois você reclama que a gente chupa demais. Dani: É, é injusto, você tem que fazer o mesmo com todas. Vendo minha atitude luxuriosa, dona Verónica botou água na fervura – nesse caso, passou um gelo no meu peito e brincou com meus mamilos; isso me acalmou um pouco, mas não muito. Depois continuou com a minha Ani, repetimos quase a mesma coisa e assim foi com o resto das minhas deusas do sexo, cada Uma delas desejava aprofundar seu boquete ao passar pela cerimônia ardente. O juramento continuou, se não me engano, foi a Montse quem retomou o assunto, e apesar de ser a mais tímida de todas, o fez com paixão (quase não havia falado desde que a conversa anterior revelou que sua mãe também era uma de minhas amantes); agora ela se ajoelhava serenamente diante de mim, mas antes de proceder a me chupar o pau, olhou para a mãe e me deu um beijo na ponta do meu amiguinho, para depois fazer o juramento. Terminado seu juramento, enfiou-o na boca sem parar de olhar para a mãe, poderia jurar que se me substituísse por um dildo, eu não teria notado, sua investida foi tão profunda que ela engasgou e tossiu um pouco. Resumindo um pouco, depois da Montse veio a Biocha, depois a Mamãe Julia, passando o testemunho para a Verónica, que o passou para a Montserrat, sendo finalizado pela tia Dani. Todas e cada uma delas juraram sem reclamar, até que só restou a Flo: Embora me tenham aceitado, eu ainda não sou sua amante e não tenho certeza se serei, disse nervosa. Dona Montserrat: Não estamos pedindo que seja, apenas que, caso algum dia queira, complete o juramento, mas acho que deve ser... agora. Flo: Mas se eu não me decidir... nunca. Ani: Vamos, irmãzinha, quer se junte a nós ou não, chupa o pau dele, você já fez isso antes, não acho que seja tão terrível assim. Flo: Tudo bem, eu faço, mas não me peçam para me entregar a ele hoje. Dani: Ninguém vai pedir isso. Flo se ajoelhou diante de mim e começou seu meio minuto de boquete, demonstrando que já havia aprendido bastante, me fazendo gozar como nunca. Como podem imaginar, eu estava à beira do delírio e de gozar, fiz um gesto para a Ani para que não interrompesse o boquete após os trinta segundos, ela sorriu e concordou. Todas observavam atentas o boquete da Flo, me olhavam cúmplices, algumas se aproximavam para acariciar seu cabelo e dizer para continuar, passando também a me beijar enquanto eu apertava os peitões magníficos da Flo com as duas mãos. Enquanto isso, minha priminha pegou meu pau com as duas mãos, alternando as carícias entre o tronco e minhas bolas, o que não só me deixava à beira do êxtase, como me enlouquecia. Continuamos além do tempo combinado, depois passamos do minuto, quase dois minutos sem que ninguém nos interrompesse, comecei a chegar ao orgasmo, dizendo para a Flo: Flo, eu vou gozar,… vou gozarrrr,… vouuuu,… soltando toda a carga de porra na boca dela. Flo: Mmm ghhh ufffghh, não se entendeu nada até que ela tirou meu pau da boca ao sentir o sabor ocre do sêmen,… puaghhh que nojo… disse enquanto eu sujava seu rosto e seus peitos. Ani: Vejo que o Claudito gostou do seu boquete, disse com certo sarcasmo. Dani: Não gostou de toda a porra que o Claudito te deu? Claudio: Tudo bem? disse preocupado com seus engasgos. Flo: Estou bem… me sinto bem, só me deu nojo o gosto da sua porra, mamãe. Isa: Já tinha provado antes? Flo: Não, só tinha chupado o Claudio sem a porra. Isa: Mas foi muito ou pouco nojo? Reiterou a pergunta, pois eu tenho nojo de engolir a porra dele, mas aguento. Flo: Não,… não muito nojo, é um gosto estranho mas dá pra engolir, respondeu finalmente. Ani: Eu te ajudo, irmãzinha, disse recolhendo minha porra com a língua, passando-a pelo rosto e pelos peitos da irmã. Todas juntas aplaudiram a jovem dizendo que o juramento estava selado. O que posso dizer, todas as garotas se aproximaram de mim e me beijaram com grande efusividade, algumas como a Biocha e a Montse começaram a apalpar a Flo, enquanto outras começaram a pedir que eu as acariciasse e fizesse amor com elas, entre as mais insistentes pelas minhas carícias estavam Montse e Biocha, apesar de estarem importunando a Flo. Ani e Isa foram resgatar a Flo. Enquanto isso, Montse disse à mãe que ela deveria ser fodida antes, pois se sentia quase traída ao descobrir só agora das suas aventuras comigo, sua mãe envergonhada pediu perdão e concordou, finalmente todas começaram a pedir prioridade para serem fodidas por mim, diante do que não me restou alternativa que chamá-las à ordem, dizendo: Esperem um pouco, já que eu sou o disputado, deixem-me dar minha opinião. Ani: Mas os dias e prioridades estão definidos desde antes… Claudio: Hoje é um dia especial, além disso é fim de semana, e eu decido o que fazer.. Dona Montserrat: Mas é que todas queremos estar contigo! Claudio: Eu entendo, já que me parece que as visitas têm menos possibilidades de estar comigo, me parece justo começar por elas… por isso primeiro vou foder a Dona Montserrat, depois a dona Verônica, depois a Montse e finalmente a Biocha. Ani: Mas e a gente? disse referindo-se às da família. Claudio: Hoje à noite tarde eu fodi a mamãe e tia Dani, amanhã atendo o resto, para isso temos o dia todo, então tenham paciência. Flo: E eu? Vai fazer alguma coisa comigo? disse entrando no jogo do harém Claudio: Para ficar claro, amanhã primeiro Flo, depois Ani e finalmente Isa. Julia: Você vai ter um fim de semana bem ocupado, hahaha. Depois da minha declaração e pedindo permissão à minha tia Dani, pegando Dona Montserrat pela mão, fui ao quarto principal, sua filha Montse nos seguiu e sentou-se em uma das poltronas do quarto, não levei em conta apesar de quão nervosa sua mãe ficou. Eu adorava que Montse me visse fodendo sua mãe, por isso me dediquei a dar prazer à sua progenitora por todos os lados. Devo reconhecer que a famosa pílula azul dada pela minha previsora irmãzinha funcionou maravilhosamente, permitindo-me recuperar minha rigidez rapidamente, estava nos preliminares, quando notei que Dona Montserrat estava muito fria e rígida, percebi que a presença de sua filha a estava deixando mal, sem saber realmente como relaxá-la, disse a Montse para se juntar a nós. Montse, vem com a gente. Dona Montserrat: Você vai convidá-la para participar? Claudio: Sim, assim você vai ficar mais relaxada, confie em mim. Montse: Não sei, me dá… tipo… Claudio: Vamos, você quer que eu te foda ou não? Montse: Bom, claro que quero que me foda, você me tem deixado abandonada desde muito. Claudio: Montse vem aqui. Montse: Bom…. Continua.... Em 17.1

1 comentários - Como Minha Vida Mudou: Capítulo 17

Por fin me he pusto al día y he leído todos los relatos. Menudo semental ajjaja
Por otra parte parece que estos hechos ocurrieron hace como 20 años ya que no hay referencias a celulares a whatsapp o tiktok ajjajajajaj
Van diez puntos.