As Putas da Casa 2: Fim!!

Finalmente minha mãe não aguentou a vontade e entrou no quarto do Nico. Dona Cristina disse: "Já chegou a dona putinha pra levar pirocada". Nico caiu na gargalhada e respondeu: "Dona Cristina, a gente já trepou a tarde inteira, na sala, na cozinha, no chuveiro, até no quarto do Luís. Pelo amor de Deus, me deixa dormir, senhora.


Aí minha mãe respondeu: "Já te falei que quero mais". Depois disso, começaram a se ouvir beijos e respirações ofegantes, até no meu quarto dava pra ouvir as nádegas da dona Cristina batendo e quicando na pica do Nico. O Nico falava pra minha mãe não fazer tanto barulho. Minha pica ficou duríssima quando comecei a ouvir todos aqueles sons. Depois, começaram a se ouvir uns gemidos mais suaves. Na hora, reconheci a voz da Zaira, minha irmãzinha, que estava se masturbando no quarto dela. Au, au, au, au, ela gemia e gemia, a putinha da Zaira.


enquanto ela dizia quero uma pica, quero uma pica dura entre minhas pernas, ela falava sozinha como se estivesse implorando e soluçando, nico vem meter a pica em mim, nico vem meter a pica em mim, dizia Zaira, cada vez num tom mais alto como se quisesse ser ouvida, eu não aguentei mais e naquele momento saí do meu quarto, me aproximei do quarto de Zaira,




A porta do quarto dela estava aberta e ela estava lá deitada na cama, gemendo com as pernas totalmente abertas e levantadas no ar, com todos os dedos dos pés encolhidos e um desodorante enfiado na buceta, além de estar vestindo a roupa de empregada que o Nico tinha pedido pra ela usar. Entrei e fechei a porta, quase bati com força.


Zaira ficou me olhando meio assustada, mas com o olhar perdido de tesão e o rosto vermelho de tanta excitação. Tirei a cueca, tirei o desodorante da buceta dela e comecei a chupar aquela ppk. Tava toda molhada, encharcada, todo o líquido vaginal escorrendo pelos meus lábios. Minha irmã tava viajando, enquanto com as duas mãos me empurrava entre as pernas dela pra eu não parar de chupar bem a buceta dela. De repente, ela se levantou: "Agora deixa eu chupar seu pau pra você, irmãozinho", disse a putinha.


Fizemos um 69 por um bom tempo, eu não conseguia evitar gemer de prazer e meu pau ficava cada vez mais duro. De vez em quando, ouvia os gritos da minha mãe do outro quarto. Gozei várias vezes na boca da Zaira, que não tirava o pau da boca nem por um momento. Só de vez em quando ela pegava um pouco de ar e depois continuava me chupando. De repente, ela se virou e colocou as mãos nos meus ombros: "Agora vou montar nesse pau, irmãozinho", disse enquanto ia enfiando devagar. E começou com movimentos suaves para frente e para trás, me olhava e dizia: "Ai, que gostoso, ai, que gostoso, que pau tão gostoso". Depois, seus movimentos lentos mudaram para rápidos e finalmente começou a sentar com força: "Mete tudo, mete tudo, assim, assim, assim". As nádegas dela batiam em mim e meu pau atravessava ela. Várias vezes se ouviu o grito da dona Cristina do outro quarto: "Vou gozar, Nico, vou gozar que nem uma puta". Depois do grito da minha mãe, minha irmã Zaira gritou: "Vou gozar, Luís, vou gozar que nem uma puta". Joguei todo o leite dentro dela, mas ela não parava de se mexer, como se estivesse espremendo meu pau com força.



Nós quatro terminamos do mesmo jeito, ela se jogou do meu lado, e eu, exausto, fiquei imóvel olhando pra cima. Depois de alguns minutos, ouvi uma porta se abrir — eu tinha fechado a porta, mas minha mãe abriu e espiou. Dona Cristina estava totalmente pelada e nos via, eu e a Zaira. A luz do abajur iluminava a gente perfeitamente. Eu fiquei parado naquele instante enquanto minha mãe nos observava em silêncio, até que fechou a porta e foi embora. Logo depois, eu dormi. No dia seguinte, acordei e fui trabalhar. Zaira ainda estava nua em cima da cama. No trabalho, fiquei pensando em tudo que tinha acontecido, até achei que tinha sido um sonho. Tava quase voltando pra casa quando recebi uma ligação do Nico. Ele queria que a gente se encontrasse. Combinamos de ir num sinuca perto dali. Pensei que ele ia me pedir dinheiro ou talvez me ameaçar de contar tudo. Imaginei mil coisas, mas não era pra isso que ele queria me ver. O Nico veio com uma mala e me avisou que precisava ir embora. Disse que há um tempão tinha se candidatado pra um trampo no Canadá e que parecia que tinha conseguido. Só falou que agradecia minha ajuda, mas que ia embora, e foi isso. Ele se mandou e não comentou mais nada. Assim era ele: um ingrato.


Quando cheguei em casa, minha mãe estava trancada no quarto dela e a Zaira no dela. Descobri porque, quando abri a porta, as duas saíram correndo dos quartos. Tinham passado a noite chorando. "O que houve com vocês?", perguntei. Elas nem tinham chorado assim quando o pai morreu. Minha mãe me abraçou e disse que amava o Nico, e ele tinha partido o coração dela. Zaira também chorava, dizendo que eles se amavam, mas que a mãe era uma ladra de namorados. Fiquei puta da vida com as duas. Larguei minhas coisas na sala, agarrei elas pelo cabelo: "Olha aqui, vocês duas, venham pra cá, já encheram o saco, suas putas". Puxei elas pelo cabelo e levei pro quarto da minha mãe. Joguei elas em cima da cama e tranquei a porta. Elas ficaram me olhando de olhos bem abertos, ainda com lágrimas escorrendo pelas bochechas. Ordenei: "Tirem a roupa". Elas se entreolharam, e minha mãe foi a primeira a levantar o vestido. Não estava de sutiã, então os peitos dela ficaram à mostra.


Depois, a Zaira tirou a blusa e o sutiã, tirou a tanga e ficou completamente nua. A mamãe, ao ver a Zaira, também tirou a calcinha. Gritei de novo para as duas ficarem de joelhos. Aí eu tirei a pica e bati na cara das duas. Minha pica tocava as bochechas delas, ainda molhadas de lágrimas, e isso me deixava mais duro. Foi a Zaira quem abriu a boca primeiro, de olhos fechados. Eu enfiei na boca dela, e ela começou a chupar. A mamãe segurava o cabelo dela e passava a mão nos peitos. Depois, a Zaira tirou a pica da boca e ofereceu pra mamãe: "Prova, tem um gostinho gostoso, mamãe". A mamãe também chupou, e a Zaira acariciava. As duas, de joelhos, saboreavam minha pica e trocavam ela entre as bocas enquanto se esfregavam a buceta. A Zaira começou a empurrar a mamãe na minha direção. "Afoga ela, Luís, afoga ela com sua pica, sua puta", a Zaira dizia enquanto a mamãe se arqueava. "Essa puta gosta assim". Eu enfiava com tudo, até as bolas, e as lágrimas dela voltaram a sair, mas dessa vez era por causa da pica na garganta. A mamãe engasgava com minha pica, mas não fechava a boca, só ofegava mais, igual uma puta.




Zaira subiu na cama e abriu minhas pernas. "Me arrebenta igual ontem à noite, Luis." Peguei dona Cristina e coloquei a cara dela na buceta da Zaira. "Limpa ela pra mim, dona puta." Mamãe chupava e lambia que nem uma desvairada. "É isso que você gosta, né? Ser humilhada, sua porca." Falei pra dona Cristina, que já tava viajando naquele momento. Vi a bucetinha da Zaira escorrendo e enfiei de uma vez. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e minhas mãos começaram a puxar os braços dela, isso me dava total controle sobre ela. Mamãe subiu na cama e sentou na cara dela, esfregava o clitóris na boca da minha irmã, que gemia que nem uma puta. "Assim, assim, assim... me fode, Luis, me fode mais forte." Os gritos dela se afogavam quando mamãe colocava a bunda de novo na cara dela. A gente tava metendo com tudo. Eu mantinha meu ritmo, mas depois mudei pra enfiadas mais fortes e pausadas. Sentia os lábios dela apertando todo o tronco da minha pica ao atravessar. "Continua você, dona puta." Falei pra minha mãe, que sorriu e concordou, ficando de quatro. Montei nela que nem uma égua e naquele momento senti a bunda enorme dela engolindo minha pica. Comecei a dar tapas na bunda dela. "Assim, come, come ela. Isso é por ser uma puta, uma porca, uma vagabunda." Falava enquanto dava tapas e metia de quatro. Zaira abria as nádegas dela. "Isso, fode ela por ser puta. Essa senhora gosta assim." Não aguentei mais e no último bombeio soltei toda a porra dentro. Zaira percebeu que eu tava gozando e falou: "Não, dá pra mim, dá na minha boquinha, Luis." Então tirou a pica da bunda da mãe dela e enfiou na boca. Dona Cristina se jogou de bruços na cama, totalmente cansada de tantas metidas que eu tinha dado, e Zaira limpava minha pica com puras lambidas. E foi assim que, desde aquele momento até hoje, as duas são as putas da minha casa e faço o que quero com elas, e puderam esquecer o Nico.


FIM

1 comentários - As Putas da Casa 2: Fim!!

Alfin otro relato de este crack. Seguí escribiendo que me encanta leerte