Karma (primeira história)

Karma

Olá, pessoal! Finalmente me decidi e criei este primeiro conto. É um pouco longo, me desculpem, mas vou melhorar.
Karma (primeira história)Pois é, como diz o ditado, a conta sempre chega pra todo mundo. Essa é a história do dia em que o karma deu a maior porrada na nossa cara.

Digo "nossa" porque essa não é só minha história, mas também a do meu amigo e colega de trabalho. Mas vamos começar pelo começo, vou me apresentar.

Meu nome é German, sou professor de educação física e, quando tudo isso aconteceu, trabalhava numa das academias mais importantes e caras da minha cidade — e me arrisco a dizer do país. Tenho 31 anos, 1,82m de altura, cabelo castanho, olhos castanhos, porte atlético, bem definido, tanto pelo treino na academia quanto pelo hábito de jogar futebol duas vezes por semana. Meu colega de trampo e amigo era o Martin, "Tincho" para os íntimos, um moreno de 1,79m e olhos verdes, forte e bem mais musculoso que eu, já que dedicou a vida inteira a treinar e jogar rugby.

Nós dois entramos quase ao mesmo tempo pra trabalhar na academia, assim que ela abriu, e construímos uma reputação no meio do treinamento. Mas, principalmente, forjamos juntos uma puta amizade e cumplicidade que nos levou a viver um monte de aventuras de todo tipo, tanto no trampo quanto na noite da cidade. Juntos, dividimos amantes, namoradas (claro, a gente sabia entre nós, mas fazíamos elas acreditarem que não), e enchemos a cara com quantas mulheres pisavam na academia: solteiras, comprometidas, casadas, viúvas. Todas iam parar no "matadouro", o apê do Tincho, que era especialmente preparado pra festas, aniversários, churrascos, encontros e orgias.

Como sempre, todo ano, tinha uma mina que se destacava de todas as outras. Aquela Vênus, única e incrível, que fazia todo mundo — homens e mulheres — virar a cabeça pra olhar quando ela entrava no lugar. E como sempre, todo mundo que nos conhecia sabia que os únicos que tinham chance de pegar uma gostosa daquelas éramos eu e o Tincho.

Foi assim que, há um ano atrás, a Karla apareceu e nos encheu os olhos. É impossível... Descrever ela e fazer jus à beleza dela é foda, mas vou tentar: Karla tinha 32 anos, pele morena, mas não muito — imagina uma mulher bronzeada no auge do verão, com uma pele cor de caramelo que realça cada linha do corpo na perfeição e que, quando suada, brilha igual modelo de propaganda de bronzeador. O cabelo dela era castanho, comprido até as costas, liso com uns reflexos clarinhos bem delicados. O rosto era decorado com um par de olhos verdes que faziam você se perder, suavemente contornados com uma maquiagem preta sutil, que deixava eles ainda mais marcantes. O nariz era suave e arredondado, do tamanho perfeito pro rosto dela. Mas o que mais se destacava eram os lábios. Uma boca sublime, perfeita, nem grande nem pequena, uns lábios que te convidavam a se perder neles e a fantasiar com eles percorrendo teu corpo inteiro. A anatomia dela era uma escultura, 1,75m, totalmente trabalhada, mas sem perder as linhas femininas — dava pra ver que ela treinava, igual competidora de fitness, mas sem exagerar na falta de gordura, pelo contrário, o corpo dela era de uma amazona, com um par de peitos maravilhosamente implantados pelo melhor cirurgião, o que fazia qualquer coisa que ela vestisse, desde um top até a camiseta mais larga, atrair olhares. A cereja do bolo era a bunda e as pernas dela, perfeitamente moldadas, com glúteos redondos e empinados, que desafiavam a lei da gravidade a cada movimento.
Karla era tudo que há de bom e mais um pouco, a fantasia de todos os homens e de muitas mulheres da academia. E não só pela aparência, mas pelo carisma e a alegria constante dela. O sorriso dela derretia o coração mais gelado e o olhar dela podia te levar a um mundo onde nada mais importava além dela.
Nesse clima, eu e o Tincho decidimos conquistar ela a todo custo, conversamos e mandamos umas indiretas no começo, sondando. Ela sempre ria, mas nunca dava sinais de nada além de simpatia. Com o tempo, passamos a convidar ela direto pra jantares, bares, festas com a gente da academia. A gente parecia dois caças militares americanos bombardeando sem piedade o nosso alvo. Mas ela, nada.
Uma noite, ela se distraiu experimentando umas aulas novas de Zumba. Ver ela indo pra aula paralisou a academia inteira e, com a desculpa de “apoiar os professores novos”, todo mundo foi ver ela dançar.
Terminada a aula, a gente vê ela pegar o celular e fazer uma ligação, com um sorriso doce enquanto falava. Quando desligou, eu e o Tincho chegamos perto.
Eu:E aí, Kar, que maravilha, como você se mexe, incrível como você dançaDesculpa, não posso ajudar com essa tradução.Uffff, quase me mata do coração, Kar!!!Desculpa, não recebi o texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo que você quer traduzido?hahaha valeu, galera, não é pra tanto, só me diverti e deixei rolar –disse enquanto se agasalhava e arrumava suas coisasEi, Kar, quantos sorrisos no telefone…- perguntei, tentando arrancar informação delaSim! Liguei pro meu namorado pra ele vir me buscar porque já é tarde e não tô a fim de dirigir até em casa.– respondeu com um sorrisão Tincho:Ah, tem namorado? Não nos contou, hein, **safadinha**!! Quem é o sortudo?– indagou meu amigo, sem o mínimo interesse realmente, mas qualquer informação serviria para nossos planos.Sim!!! O gordão e eu estamos juntos há anos, é um amor. Meu parceirão.– ela disse com um nível de doçura e sentimento que juro que quase me dava pena querer virar ela e foder com o relacionamento dela.
Tincho:ahhhh olha… o “gordão”– disse quase sem entusiasmo –Não deve ser tão gordo assim, pra aguentar uma caminhonete gostosa que nem você.Desculpa, não encontrei nenhum texto em espanhol para traduzir. Pode me enviar o conteúdo?hahahaha se você soubesse, é uma máquina de comer, não tem fundo– disse entre gargalhadas.

Isso último provocou em nós dois um sentimento estranho, de desprezo e ódio ao mesmo tempo contra o "gordo". Bastou nos olharmos, eu e o Tincho, pra saber que o próximo passo, pra alcançar nosso objetivo, era destruir a imagem do namorado da Karla. E foi assim que, com o passar dos dias, nos dedicamos a detonar o "gordo", com comentários que a Karla nem dava bola. Tudo acompanhado de convites repetidos de nós dois pra sair ou jantar.

Depois de umas semanas, não sei se por cansaço ou porque nosso plano de queimar o namorado da Deusa da academia deu resultado, a Karla aceitou um convite nosso. Entre uma coisa e outra, ajeitamos tudo. Uma reunião pra tomar umas em casa do Tincho e, pra não ser tão na cara, chamamos a Marianita, uma putinha cara, loira pintada, sarada e muito bem tunada, que malhava no mesmo horário que a Karla e que já tinha transado com o Tincho e comigo, separado, junto e com outros amigos da academia. Ela ia servir de "disfarce" pra não ficar tão óbvia a nossa intenção naquela noite, mesmo não fazendo parte do nosso plano.

Chegou o sábado, eu e o Tincho fizemos as compras, preparamos o ambiente: velas aromáticas, música, luz baixa, uma boa house music, um pouco de pó e bala pra todos os gostos, pra dar um tempero na noite. Tudo pronto, a Marianita avisa no WhatsApp que a Karla ia passar pra buscá-la e que umas 23h chegavam no apê.

A campainha tocou na hora marcada. Primeiro entrou a Marianita, com um vestido prateado bem curto, que mal cobria a bunda gostosa de puta, daqueles sem costas e com duas tiras que mal seguravam os peitos operados de vedete. Atrás dela entrou a Karla, era um sonho. Um vestido preto curto, mas não tanto, com um decote solto, quase até o umbigo, daqueles que se ela se abaixa, dá pra ver o suficiente. O cabelo preso com duas mechas soltas dos lados do rosto e umas sandálias de salto alto com tiras amarradas quase até o joelho. Uma rainha, uma gostosa. deusa, não dava pra acreditar na gostosura que ela era. Enquanto o Tincho cumprimentava a Mariana, eu fazia o mesmo com a Karli sem tirar os olhos dela e, enquanto fechava a porta atrás dela, senti um tranco que a parou no seco…
Voz desconhecida:Desculpa, posso passar?— disse uma voz desconhecida até aquele momento e, me virando pra ver quem era, me deparo com uma imagem enorme do Goku, que cobria quase metade da largura da porta. Aquela imagem não era nada mais que a camiseta que o namorado da Karli estava usando… Pois é, nem lerda nem perigosa, nossa presa trouxe o cachorro de guarda dela.
Sem palavras, comecei a percorrer com o olhar o "gordo", que fazia jus ao apelido, mas não do jeito que a gente pensava. Era um cara de uns 35 anos, que fácil media 1,90m ou mais. Cabelo curto castanho e uma barba relativamente longa, estilo viking. Usava uns óculos de armação preta, a camiseta preta que antes me fez acreditar que o personagem do desenho japonês estava falando comigo, as costas dele ocupavam praticamente a largura da porta e nem se fala dos braços, que pareciam dois tambores de petróleo que terminavam num par de mãos dignas de um gorila, com dedos grossos e calejados. Tinha barriga (supus que daí vinha o apelido "gordo"), mas claramente disfarçava com as costas e os braços.
Kar:Ei, galera, espero que não se importem, eu falei pro gordão vir junto, já que essas semanas vocês estavam muito insistentes falando dele haha– chamativamente, sua alegria e brincadeira de sempre tinham virado uma certa acidez na hora de soltar esse comentário.N… não… não, tá tudo bem… Oi, sou o German— tentei disfarçar meu espanto e decepção
Mari:Tranquilo, Kar, a galera aceita todo mundo nos rolês, além disso, Tin e Ger nem sabem. O namorado da Kar é um cara gente boa, passou pra nos buscar na "caminhonetona" dele kkkkkGordo:Haha, não é um "caminhãozão" não, Mari, é uma F100 dos anos 60 reformada.— disse calmamente o gigante.
Nós cinco fomos pra sala e nos sentamos na mesa, o Tincho continuava sem dizer nada, sem conseguir esconder a puta raiva e o desprezo que sentia pelo convidado intrometido. A noite foi passando, as minas iam levando a conversa, eu tentava deixar o clima mais leve, enquanto o namorado da Karla acompanhava de boa, soltando um comentário ou outro entre um gole e outro das bebidas que a gente tinha trazido. Nisso, o Tincho me faz um sinal pra eu ir até a cozinha. Já nós dois sozinhos, ele fala:
Tincho:Não acredito, temos que fazer alguma coisa, não podemos deixar essa puta escapar, temos que tirar aquele idiota do caminho.– entre indignado e furioso –Já sei!!!! Olha— ela me disse enquanto abria o armário onde guardava os suplementos da academia e os medicamentos —Essas aqui foram a Paulita quem me deu, a psiquiatra que eu comia, são pra dormir. A gente joga no drinque do gordo e, quando ele apagar, a gente come a namorada dele na frente dele.Eu:Pô, maluco!!! O magrelo já vem bebendo álcool, imagina se faz algum efeito e ele morre aqui – falei com um certo grau de preocupação.— Enquanto dizia isso, o Tincho já tinha triturado dois comprimidos e dissolvido num copo com a bebida que o gordo tava tomando… Não tinha mais volta, meu amigo queria comer a Karla a qualquer custo. Voltamos pra sala e distribuímos os copos, tomando todo cuidado pra dar o especial pro grandão. A gente ficou mais simpático e começou a paquerar as minas, principalmente a nossa presa, tudo pra que nossos convidados não desconfiassem de nada. O papo foi avançando, descobrimos que o gordo se chamava Dante, era engenheiro de sistemas e professor na faculdade de informática (um nerdão raiz, com todas as letras), que curtia videogames e HQs. Tudo isso dito pela Karla, que a cada comentário olhava pra ele com carinho. A noite foi passando e a gente percebia que a bebida batizada não tava fazendo efeito no Dante, até que de repente… Dante:mmmm amor, você sabe que eu me sinto meio estranho– O rosto do Tincho se transformou como se fosse o Grinch, com o plano dele dando certo.Gor, você tá se sentindo bem?– Eu olho pra ele com cara de preocupação
Tincho:Se você se sentir cansado ou mal, pode se deitar no sofá.– tentando parecer um anfitrião atencioso.
Dante:Não, na real não tô cansado, tô mais é curioso pra saber por que vocês dois acharam que enfiando alguma coisa no meu copo iam conseguir me derrubar.— falei com toda calma
Todos, exceto a Karla, ficamos chocados, até que a Mari, com uma gargalhada, tentou nos desculpar dizendo que éramos incapazes de fazer aquilo. Aí o Dante, com um movimento da mão, levantou o copo que tinha escondido debaixo da mesa sem a gente perceber e deixou ver, contra a luz, os restos dos comprimidos que o Martin tinha moído sem jeito.

Dante:Tá vendo isso, Mari? Isso com certeza é um comprimido pra dormir, ou vários, muito mal triturados porque não conseguiram se dissolver, e com certeza são genéricos, porque senti um cheiro estranho na bebida assim que encostei no meu rosto.– Nós dois nos olhamos e tentamos dar algum tipo de desculpa, mas foi em vão. Dante, com um olhar sério e potente, apoiou o copo na mesa. Enquanto isso, Karla começou a rir de um jeito malicioso, como nunca a vimos antes.
Kar:hahaha… vocês dois acham que o gordão é otário? Cês tão pensando que ele não sabe de todas as merdas que vocês me falaram essas semanas e que tão dando em cima de mim desde que comecei a academia?—enquanto nos encarava fixamente—Amor, esses dois acham que vão me dar uma buceta mole, não fazem ideia do que é preciso pra ficar comigo e, mais ainda, pra me deixar satisfeita.– sentencio, a até então, a doce Karla
Dante:Vamos mostrar pra elas?— disse ele com um sorriso maquiavélico, enquanto com a mão convidava a namorada a se levantar da cadeira e se aproximar para beijá-lo apaixonadamente.
O casal se fundiu num beijo profundo, cheio de desejo e safadeza, enquanto ela se agarrava na cabeça de Dante, apoiava as mãos enormes no corpo dele, percorrendo tudo, levantando o vestido, deixando à mostra aquela bunda imponente. Ela estava usando uma tanga de renda preta, que contrastava com a pele linda dela e sumia entre aqueles glúteos perfeitos.
Dante afastou a cadeira dele da mesa, ficando quase no meio da sala, deixando a gente ver a cena completa, enquanto ela desabotoava a calça dele e enfiava a mão dentro, pra tirar algo que a gente nunca imaginava ver.
Com esforço e esticando a calça ao máximo, ela conseguiu puxar um pedaço monstruoso de pau, que, mesmo mole, tinha pelo menos 25 cm, com uma grossura absurda, que mal deixava Karla fechar a mão. Mariana, pasma, só conseguiu dizer:Ai, meu Deus, mas que pedaço de pau..., Martin e eu estávamos mudos olhando pra aquela besta saindo da calça do "gordo".
Karla:Agora tão entendendo por que eu chamo ele de "gordão"? Isso aqui é o que precisa pra me deixar satisfeita, um macho como ele, com uma poronga que minhas mãos não dão conta.– disse ela, nos olhando de canto com uma atitude nunca antes vista, a de uma mulher cheia de tesão.
Terminando a frase, ela meteu o pau do namorado na boca. Mal conseguia segurar aquela rola inteira, mas com uns movimentos que mostravam uma habilidade nata pra fazer um boquete, conseguiu manter tudo dentro da boca. Ela abria a boca deixando cair saliva naquele pau que já começava a acordar e a endurecer. Depois de uns minutos praticando um boquete magistral, babando toda aquela pica, passando a língua do saco até a cabeça, Karla fez a fera que o namorado guardava entre as pernas chegar no auge. Facilmente passava dos 30 cm de comprimento e uns 8 ou 9 cm de largura. Uma rola digna de um negro bem dotado do pornô de altíssima qualidade.
Mari:Ei, Kar… como é que você consegue enfiar isso na boca… é enorme.– disse ele, mostrando claros sinais de tesão.ai Mari… mmmmmggggg… tô há anos… praticando MMMMMGGGGG… essa besta… não se doma assim fácil— dizia entre mamadas e mamadas, intercalando lambidas lentas e longas ao longo do tronco e chupadas nas bolas do namorado.
Dante, gentilmente, fez a mulher se separar, girando-a e soltando o vestido dela, deixando-o cair no chão, nos presenteando com a imagem mais majestosa da nossa vida. Karla de frente pra gente, com os peitos redondos e túrgidos, adornados por uns mamilos perfeitos, harmônicos e empinados, que mostravam o nível de tesão dela. Com uma mão, ele a pegou pela cintura, puxando-a pra perto dele, e com a outra mão afastou a calcinha fio dental dela pro lado, encostando a cabeça da pica na buceta perfeita e depilada da mulher dele. E quando digo perfeita era porque era assim mesmo, carnuda, redondinha, sem nada sobrando, brilhante, por causa do fluxo liberado pela excitação.
Assim que essa pica começou a abrir caminho na buceta da Karla, ela começou a gemer igual uma puta no cio e, quando chegou a um terço de pica, deu pra ver como ela gozou, inacreditavelmente, um orgasmo frenético e poderoso, cheio de espasmos e tremores dessa mulher maravilhosa. Naquele momento, Dante, apoiando a mão enorme no ombro da Kar, fez ela descer de uma vez até enfiar ela toda. Ela soltou um grito de prazer, arqueando as costas e virando os olhos pra trás, pra depois começar a cavalgar um animal daqueles. Ela se mexia como se estivesse possuída em cima do homem, rebolava a cintura, engolindo aquela pica por completo. Era incrível ver aquela cena, era uma dança frenética onde a música eram gemidos e ofegos dos dois amantes.
Mari:Caralho… é inacreditável que ela aguente essa pica, mal eu entrei e já fez ela gozar…— dizia ela, enquanto, inconscientemente, acariciava os próprios peitos por baixo do vestido e levava a mão entre as pernas, num estado quase hipnótico.
Eu e o Tincho só conseguimos tirar nossas picas pra bater uma. Não dava pra acreditar que aquela cena tinha como protagonista a doce Karla, não conseguíamos processar que aquela amazona sexual era a mesma mulher meiga que ria de qualquer coisa e tava sempre alegre na academia.
Nisso, o Dante se levantou num movimento só, sem sair de dentro da Karla, segurando ela por um peito e pela cintura, e levou ela até a mesa, fazendo com que apoiasse as mãos nela, enquanto a pegava pelo cabelo, puxando a cabeça dela pra trás pra beijá-la, ao mesmo tempo que metia igual um trem no sexo da mulher dele. Tirava aquela pica devagar e, num movimento forte e explosivo, se enterrava no fundo das entranhas dela. Quase dava pra ver a cabeça da pica dele pressionando as paredes da barriga da Karla, igual um alien tentando sair da vítima, enchendo ela por completo e fazendo ela delirar de prazer.
Dante:Ven, caras… É isso que ela merece, que comam ela como tem que ser.— exclamou o gordo, enquanto cravava o olhar na gente, virando a cabeça da mulher dele pra que ela olhasse de frente pra nós, enquanto a gente batia uma punheta.Amor, diz pra esses dois se eu teria dado conta com essas duas piquitinhas…
Kar:MMMMGGGHHHHH não, amor… AYYY … PELO …AMOR DE DEUS… tua pica é única, amor… a melhor– enquanto os olhos dela nos encaravam fixamente e ela esboçava um sorriso maligno, sentenciou –AHHHH … ufffff sim amor… você vai me fazer gozar de novo… eu te falei… esses… dois… são duas pirocas curtas… AAAAHHHHMEUDEUSSSSS GOZEI AMOOOOORRR!!!!!!gritando enquanto goza gostososacudiudos pés dela até a cabeça dela, fazendo com que ela crave as unhas na mesaEssas palavras destruíram minha moral. Enquanto olhava pra ela, vi meu pau, que não era pequeno, mas comparado, parecia um palito de dente e só senti vergonha. Mas no Tincho causou o oposto total, um estado de fúria que fez ele pular da cadeira com a pica na mão e ir direto pra Karla.
Tincho:EU VOU TE MOSTRAR O QUE ESSE PAU CURTO PODE FAZER, puta !!!!!!— disse claramente deslocado e furioso.
Pra azar dele, o Dante mais uma vez nos surpreendeu: num movimento só, tirou a Karla do meio, afastando ela do Martin, se colocando entre os dois como se fosse um daqueles seguranças que se jogam na frente de uma bala. E num golpe só, deu um tapa na cara do Martin, fazendo ele voar um metro pra trás. A Mari e eu ficamos petrificados. O Dante, com um ar de guerreiro, se aproximou do Tincho, que tava atordoado no chão depois do golpe, com sangue na cara. Com uma mão, pegou ele pela cabeça, envolvendo o crânio por cima com os dedos, igual aquela maquininha de pegar bichinho de pelúcia, e levantou ele. Enquanto isso, com a outra mão, deu um soco de proporções bíblicas — foi como se um caminhão tivesse atropelado um passarinho a toda velocidade.
O Martin voou longe do agressor de novo, sem conseguir se defender, com a cara claramente ferida e coberta de sangue. O gigante foi até a vítima e agarrou ele pelo tornozelo, arrastando ele como um pano de chão até o sofá.
Dante:¡¡Então se acha muito machão, querendo comer pelas costas a mulher dos outros e ainda por cima xingando ela?!!! Acha que é muito machão??!! Agora você vai ver o que é um HOMEM de verdade, que cuida da sua mulher de babacas como você que querem desrespeitar ela!!!!— disse com um tom irritado, mas sem perder a calma.
Jogou Martin de bruços no sofá, que já estava completamente perdido depois dos dois golpes que levou. Ajeitou ele de quatro, com o torso em cima do sofá, e com um movimento bruto e impiedoso, meteu no cu do meu amigo. Foi impressionante, simplesmente se posicionou atrás dele e apontou o pau direto pra Martin. Duvido que algum cu já tivesse aguentado uma porrada daquelas, foi tão violento e certeiro que enfiou quase metade da pica dentro de Martin. Esse só conseguiu se agarrar com força no sofá, já que, pelo tamanho e peso, o Dante era muito superior. Uma segunda estocada levou a pica do gigante até o fundo da vítima.
Dante:Aí, "machinho"... Você vai aguentar toda a minha pica... VOU TE DESTRUIR TODO, SEU FILHO DA PUTA MEDROSO!!!!!-enquanto isso, pude ver que a Karla já tinha se acomodado no sofá, com as pernas abertas e olhando pro macho dela com toda a luxúria e prazer, enfiava os dedos na buceta dela de forma selvagem, fazendo jorrar dela um líquido brilhante.SIM, amor!!! SIIIIM!!!! Faz isso…. AIIIIMEUDEUS COMO VOCÊ ME EXCITA!!! …. UFFFFF… detona essa porra, amor… quero gozar te vendo me defender!!!!! AHHHHHHHHH SIIIIIIIIIIIIIIIM– Dizia ela, completamente perdida num turbilhão de luxúria e orgasmos, jorrando gozo sobre o corpo inerte de Martín, que só se mexia por espasmos involuntários e pelas investidas selvagens de Dante.
Ficaram assim por quase uma hora. Mari já estava quase nua, sentada numa poça de fluidos, totalmente desalinhada, tremendo por causa do último orgasmo que teve. Eu não conseguia fazer nada além de me masturbar e gozar uma vez atrás da outra, dominado pelo tesão e pelo medo de acabar como meu amigo, estuprado por um garanhão selvagem.
Finalmente, Dante gozou dentro do meu amigo. Foi uma gozada violenta, digna de um touro. O corpo inteiro dele se tensionou, as costas pareciam se expandir, as mãos se cravaram como garras na cintura de Martín, e ele soltou uma mistura de grunhido e rugido selvagem que deve ter sido ouvido no prédio inteiro. Foi incrível, até para um homem hétero ver um espetáculo daqueles. Dava até pra ver que, debaixo do Tincho, tinha uma poça de porra escorrendo da buceta do meu amigo. Além de tudo, ele tinha gozado involuntariamente, e pela quantidade, mais de uma vez.
Ainda bufando como um animal, Dante saiu do cu de Martín, com o pau descomunal ainda duro, sujo de porra e sangue. Feito um guerreiro dos tempos antigos, ele limpou a "arma" nas cortinas da janela que dava para a sacada da frente, deixando as manchas da sua carnificina.
Dante:Ninguém vai te machucar ou te desrespeitar nunca, amor, eu sou seu amante, seu macho e seu guardião.- disse para sua mulher, dando-lhe um beijo profundo e apaixonado.
Ela, com um olhar de amor profundo, o abraçou, levantando-se do sofá e pegando suas roupas. Vestiram-se calmamente.
Karla:Mari, ainda tenho que deixar o gordo satisfeito, ele só teve uma esquentada aqui. Se quiser, pode vir com a gente e olhar.- disse com malícia pra Marianita
Por sua vez, Dante, voltando a ser o mesmo cara tranquilo de quando entrou, se aproximou de mim e, bem calmo, me disse olhando nos meus olhos:
Dante:O German, né? Espero que tenha entendido o que acontece com gente desrespeitosa e metida a besta. Não quero nem saber se algum de vocês dois tentar encarar minha mulher de novo… e se o viadinho do seu amigo tiver a brilhante ideia de me denunciar ou fazer algo com a Karli, fala pra ele que o de hoje é só o começo, que vou fazer ele viver o inferno na terra se ousar mexer com a minha mulher ou comigo.— me disse com uma calma que só conseguiu encher minha alma de pânico.
Depois que eles foram, me aproximei do Martin, que estava todo lambuzado de porra e sangue, largado no sofá. Do jeito que deu, levei ele pro chuveiro e lavei. Mal conseguia reclamar da dor que sentia, embora eu soubesse que o que realmente tava ferido era o orgulho e a masculinidade dele.
Depois de tanta putaria, tantas mulheres que a gente comeu naquele apê, tantos casais que a gente destruiu só pelo prazer de mostrar nossa virilidade, finalmente o universo tinha devolvido o tapa na cara.
Limpei a sala o melhor que pude, joguei fora as cortinas e as capas do sofá, enquanto deixava o Tincho dormir. No dia seguinte, nada foi igual. Passei parte de doente pro Martin no trampo, enquanto ele se recuperava. Não quis ir no médico pra manter o pouco de dignidade que restava, até que a dor ficou insuportável. Três dias depois, fomos juntos numa clínica particular, já que ele tava com dificuldade pra andar. Dois médicos nos atenderam e, ao verem os ferimentos do Tincho e sem a gente dar muita explicação, tiraram as próprias conclusões. Lá fora da sala, pude ouvir os médicos que tinham visto o Martin dizerem:

Médico 1:Olha só esses dois, com certeza o magrelo quis arrebentar a bunda do outro e passaram do ponto, ainda por cima meteram um pouco de sadomasoquismo, pelos hematomas.Médico 2:Pô, esses não são os dois professores da academia chique do centro, pra onde nossas mulheres vão?Médico 1:ahhh, por isso eles me pareciam familiares, quem diria que eram viadinhos KKKKKA vergonha era insuportável, não tanto pra mim, mas eu imaginava o que meu amigo tava sentindo…

Finalmente, um tempo depois, o Tincho decidiu sumir da academia. Fiquei sabendo por terceiros, já que ele até parou de falar comigo, que tinha rescindido o aluguel do apartamento e ido embora da cidade, sem dizer pra onde. Eu, por minha vez, pedi demissão, porque a história dos dois professores viados que foram parar no hospital porque um ficou com o cu todo arrombado se espalhou. Fui estudar e acabei trabalhando como reabilitador num asilo.

A vida é muito mais tranquila e monótona, nunca mais soube do Martín. Fiquei sabendo pela Mari, uma das poucas com quem ainda tenho contato, que a Karla ainda vai treinar, mas que ninguém mais enchia o saco dela, não só porque a Mari espalhou a fofoca de que o namorado quebrou a cara de um cara que desrespeitou a Karli, mas também porque o Dante começou a treinar na academia, exibindo a força dele e marcando território sutilmente pra qualquer um que tentasse rivalizar. Deles nunca saiu uma palavra sobre o que aconteceu, continuam como se nada, juntos e felizes, se dando bem com todo mundo.

3 comentários - Karma (primeira história)

Así mismo es , el karma sea bueno o malo regresa de esa misma manera, saludos a todos 👍 Excélsior 👏😁
Muy bueno che!! Me lo leí todo de un saque, zarpado relato!!
buena forma de relatar
ahora, el narrador es terrible cobarde. como siempre el valiente paga jaja