Erica, minha meia-irmã XV - Laura 3

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Porque tô sem tempo por causa da facul e do trampo, tô postando pouco, mas tem avanços de todas as histórias e projetos novos. Também sequências, tanto pagas quanto gratuitas. Vou ficar avisando!


"Minha prima, Mara: O caminho da tentação". (só no meu site)

INFO

. Abrange todo o segundo arco da história, desde o final do capítulo 28 da primeira parte.
. Tem 10 capítulos extras.
. Conteúdo adicional em todos os capítulos, que foram reescritos 100%
. Finais repensados e personagens aprofundados.
. Todo o arco contado como uma história única.
. Conteúdo estendido em todos os capítulos.
. 42 capítulos e 650 páginas.


Conteúdo depois de "repercussões".
Com final imperdível.


Histórias disponíveis

- Minha prima, Mara. 28 caps. 493 págs.
- Erica, minha irmastra. 15 caps.
- Minha tia jovem. 13 caps. 182 págs.
- Minha prima, Mara: O caminho da tentação. 42 caps. 650 págs

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Laura, a mãe do meu amigo: Parte III


Nunca senti tanto medo na minha vida.
Meu pelo arrepiou tanto que parecia um frango assustado.
Quando ouvi os passos dela cada vez mais perto da porta, soube que era meu fim.
Não tinha o que fazer.
O que eu podia fazer?
Sair correndo?
Não fazia sentido.
A única coisa que consegui fazer foi sair do caminho.
Me movi rápido pro lado, ficando sentado contra a parede, a um metro de distância.
Comecei a pensar no que ia rolar daqui pra frente.
O quão pesado ia ser meu castigo…
Fiquei imóvel, durinho e sentado contra a parede.
Quase meu coração parou quando a porta do quarto dela se abriu.
Acho que nunca tinha rezado na vida. Bom, essa talvez foi a primeira vez.
Laura saiu andando, mas na direção contrária de onde eu tava largado.
Ela tava com o celular na mão e continuava falando.
O mais incrível, além De não me ver, foi que ela saiu assim, nua e com a fio dental na mão.
Não podia ser mais sensual e gostosa…Erica, minha meia-irmã XV - Laura 3Nunca antes tinha visto uma mulher pelada pessoalmente.
Como ela mexia a bunda enquanto andava… Gostosa…
Por que na mão?
Deus…
Apesar do medo que me dominava, ainda dava tempo de ficar excitado.
Como as luzes do corredor estavam apagadas, não dava pra ver em detalhes. Mas foi o suficiente pra contemplar aquela bunda do caralho que todo mundo comentava.
As pernas, a cintura…
Acho que foi o melhor momento da minha vida…
O que eu não daria pra comer aquela raba, pensei.
Esperei ela entrar no banheiro pra vazar dali antes que me visse.
Mas por um instante, vi ela de perfil e pareceu que os bicos dos peitos estavam bem durinhos, empinados.
Deus…
O que eu tinha acabado de testemunhar…
Todo manco, por causa da puta ereção que eu tava, voltei pra sala.
Claro que me movi na surdina.
Não ia conseguir dormir. Com certeza não.
Minha vontade de bater uma era enorme. Nunca ia esquecer aquela bunda rebolando de um lado pro outro.
Perfeita…
E mais ainda!, era óbvio que o que eu tinha visto merecia uma bela punheta.
Levantei do sofá e fui pro banheiro do térreo.
Tava com uma puta vontade de esvaziar tudo que vinha acumulando…
Entrei no banheiro e sentei no vaso.
Quando baixei a calça, meu pau duro emergiu igual um submarino vindo à tona.
Ficou enorme.
Mentiria se dissesse que não imaginei a mãe gostosa do meu amigo sentando em cima de mim.
Delícia perder a virgindade com uma mulher daquelas.
Não ia precisar de muita inspiração, depois do momento anterior, então comecei.
Tava batendo uma gostoso, quando de repente alguém bateu na porta do banheiro.
“toc toc”.
Uma sensação de vertigem me atravessou de lado a lado.
Um cagaço…
EU: Oi?.- Falei me fazendo de besta.
Talvez meu amigo tinha acordado.
Mas não, pra minha surpresa, a voz da Laura veio do outro lado.
LAU: Joa!.- Ela disse.
EU: Sim sim, já vou!.- Respondi com o coração na garganta.
E agora?
Não tinha jeito, era só se fazer de Idiota.
Guardei meu pau de novo, dei descarga e lavei as mãos.
Uma gota de suor escorria pelo meu rosto.
Será que ela me viu? Ou ouviu?
Tava ferrado se fosse o caso…
Saí do banheiro tremendo de nervoso.
Laura estava parada ali com um roupão, fechado.
Eu sabia muito bem que ela tava pelada por baixo.
Senti um tesão sem igual.
EU: Precisa de algo, Lau? – falei todo trêmulo.
LAU: Sim… Vem aqui um segundo – falou meio séria.
“Já era”, ela me viu, pensei. Sou um otário.
Subiu um calor da ponta dos pés até o cérebro.
LAU: Me segue!
Ela foi na minha frente.
Parecia que tava me levando direto pra minha penitência.
Pra onde ela ia?
Mesmo assim, eu não parava de olhar pra ela.
Aquela buceta foda era uma loucura. Uma maçã divina.
Começou a subir as escadas.
A primeira coisa que pensei foi que ela queria me encher de porrada. Longe, pra filho dela não ouvir.
Já tava bolando as possíveis respostas.
Tava pronto!
LAU: Talvez você consiga! – falou com um tom amigável.
Que porra é essa? me perguntei.
EU: Aconteceu algo?
LAU: Sim, o flutuador do banheiro travou e não consigo encaixar… Você me ajuda, gatinho? – falou virando a cabeça pra trás.
Vocês não imaginam o alívio que senti quando ela soltou essas palavras.
Fuuu…
Passou tudo…
Achei que ela tinha me visto olhando feito um tarado.
EU: Ahh, sim, claro… – respondi gaguejando.
Como eu tinha escapado.
Que loucura…
Ela me levou até o banheiro dela e dava pra ouvir a água circulando na caixa da privada.
A tampa tava fora, mostrando que ela tinha tentado resolver sozinha.
LAU: Não consigo encaixar com essas unhas! – falou rindo, como se nada.
Que gostosa, pensei.
O roupão apertado fazia os peitos dela se destacarem.
EU: Deixa eu ver… – me fiz de sabido.
Era um sistema simples. Desde que não tivesse nada quebrado, dava pra arrumar, supus.
Comecei a meter a mão enquanto a mãe do meu amigo falava comigo.
LAU: Não acordei o Mauri porque ele não tem jeito pra essas coisas… – conversava.
EU: Aqui, achei o ganchinho… Laura se aproximou e colocou a cabeça pra olhar.
LAU: Claro, esse… Mas não consegui encaixar, ele escorrega kkk
Fiquei vermelho quando ela chegou tão perto assim…
Ela me intimidou pra caralho.
E ainda por cima, ela parecia ainda mais gostosa de perto.
Uf…
Fiquei tão nervoso que não conseguia encaixar a mola.
Ficava de pau duro olhando pra ela.
Me fazendo de concentrado. Ela tava com o robe fechado, mas aquelas tetas pareciam mais que imponentes na minha frente.
LAU: Vai lá, você consegue! – Ela me incentivava.
Eu ria que nem um idiota.
LAU: Depois eu te compenso!
Uhhh… Quando ela disse isso, senti que meu amigo começava a me trair.
Sim, a pica começou a endurecer na frente dela.
Claro, ela falou com as melhores intenções.
Mas o jeito que ela piscou o olho e sorriu pra mim fez eu imaginar uma coisa totalmente diferente.
Mas o que eu ia fazer? Eu era só um moleque.
Embora, já tinha visto o lado mais depravado dela.
Numa manobra de sorte, consegui resolver o problema da bóia.
Não era tão simples quanto parecia.
EU: Acho que consegui! – Falei todo corado.
LAU: Boa! Que gênio! Senão ia ter que cortar a água.
Não sei se foi o destino ou só um ato da natureza, mas quando ela levantou as mãos, como se comemorasse o que eu tinha feito, o decote do robe se abriu.
O que eu vi quase me fez desmaiar.
Abri os olhos do tamanho de uma bola de futebol número 5.
Comecei a ver toda a pele das tetas dela diante do meu olhar atento.
Eu tava olhando a poucos centímetros dela, ainda com a mão na mochila.
A pele das tetas dela me fez delirar.
O laço do sutiã afrouxou, então o tecido foi escorregando pros lados, cada vez mais.
Duro que eu tava.
Olhando fixo pros peitos dela cada vez mais descobertos.
Era iminente que eu visse os bicos.
Mas logo ela percebeu o que ia acontecer.
“Ups kkk” ela soltou, tentada, se cobrindo rápido.
A primeira coisa que fiz foi me fazer de desentendido.
Ela fechou o robe, enquanto meu coração batia a mil. mil.
Foi por pouco… Muito pouco…
LAU: Quase deu pra ver tudo! – Disse rindo como se nada.
EU: Como? – Falei fingindo.
Ela parou um instante e depois disse:
LAU: Não, nada, querido!
Mas algo no olhar dela não me convencia.
Era impossível que ela não tivesse visto minha cara de choque quando ela ia ficar pelada na minha frente. Eu sei!
Eu tremia inteiro.
E não acreditava no que tava rolando.
Ela amarrou bem o roupão, fazendo todas as curvas dela aparecerem pelo tecido.
Eu olhava feito um idiota.
LAU: Cê tá com sono, neném?
EU: Não, por quê? – Respondi no automático.
O que será que ela tramava?
LAU: Quer que eu faça um café com leite pra você, como agradecimento? – Exclamou sorrindo.
EU: Eh… eh… – Fiquei nervoso.
Por dentro eu pensava “siimm”, mas tava com vergonha.
Não sabia o que nem como falar.
LAU: Vai, não precisa ter vergonha! – Disse me dando um tapinha no ombro.
EU: Tá… tá bom… – Gaguejei.
LAU: Eu tô afim de algo gostoso… – Disse sorrindo.
As palavras que ela usava.
Pra uma milf, não tinha nada demais. Mas pra um moleque de 15 anos como eu, qualquer coisa virava duplo sentido.
Eu imaginava outros amigos no meu lugar e era certeza que iam ficar doidões.
Andei atrás dela até a cozinha.
O mais curioso é que Laura não se trocou nem nada. Ficou de roupão mesmo.
Não que fosse algo errado ou exibicionista, mas “ela estar de roupão” me deixava excitado.
Sentei na mesinha do café e a mãe do meu amigo começou a fazer o café com leite pros dois.
Eu me sentia como se fosse estrear. Nervoso, sem saber o que falar, fiquei sentadinho na cadeira enquanto Laura falava comigo.
LAU: Cê já vai fazer aniversário, né? – Disse puxando assunto.
EU: Sim, mês que vem.
LAU: Dezesseis?
EU: Sim, sim… E a senhora? – Acabei falando.
LAU: A senhora? haha – Ela riu.
LAU: Não me trata de senhora… Além disso, não se pergunta idade pra uma mulher. – Respondeu do mesmo jeito.
EU: É verdade, hehe, desculpa…
LAU: Não, é uma piada… Tenho trinta e nove.
EU: 39? — falei em voz alta
LAU: Sim, o quê, pareço mais velha? haha — servia nas xícaras.
EU: Não, não… Parece muito mais jovem
Ela me olhou.
LAU: Você é um amor…
EU: Me surpreendi porque o pai do Mauri parece mais velho haha
LAU: Ele tem 45, mas sempre teve cabelos brancos…
EU: Ahh…
Tudo ia bem, até que lembrei na minha cabeça, como ela se masturbava na cama dela.
Porra…
Foi quase na hora que a pica ficou dura que nem pedra.
E ainda por cima, que ela fazia isso enquanto falava ao telefone — e com uma mina!
Eu tinha esquecido com toda a história de quase ser descoberto… Mas, que tesão que me deu.
Ela me trouxe a xícara.
Ambas tinham creme por cima.
LAU: Você gosta assim?
EU: Sim, sim… Muito obrigado
LAU: Eu adoro com creminho… — falou enquanto se sentava.
Eu fiquei duro.
O jeito que ela disse, me pareceu muito sugestivo.
Será?
Uff…
Mas não fez nenhum gesto nem nada. No meu sistema, essa frase causou um rebuliço.
Eu tava encoxado debaixo da mesa.
EU: E o que você fazia? Não conseguia dormir? — perguntei criando coragem.
Aos poucos, eu tava gostando dessa sequência.
LAU: Não, via um filme… Chato. — fez gestos revirando os olhos
Mentia…
EU: Acho que não fizemos bagunça, mas se incomodamos, peço desculpas. — falei me fazendo de bonzinho.
LAU: Não, querido, de jeito nenhum… Até porque, eu tava entretida haha — e fez uma careta de lado que dizia tudo.
Quase cuspi todo o café.
Claro que tava entretida… Mas não vendo filme.
EU: Ah é? E que filme você via? — fui mais fundo.
Quando perguntei isso, ela me olhou enquanto tomava da xícara.
O que ela ia me responder? Se era mentira.
LAU: Um filme de ação, mas meio adulto. — exclamou sorrindo de lado.
EU: Aaahh, devia ser bom haha
LAU: Verdade… Muito foda. — falava olhando pra outro lado.
No fundo da mente dela, falava da puta masturbação que tinha feito.
Revia cada instante, com certeza.
Que loucura!
Que vontade de chupar ela toda que me deu daban.
EU: Mas tinha partes... pesadas? - Me animei a perguntar. Talvez ela dissesse alguma outra coisa que me fizesse viajar.
LAU: Sim... Demais pra um garoto de 15 anos.
EU: Quase 16! haha
Ela me olhou surpresa, tentada.
LAU: Perdão? Você é um moleque... Não devia estar perguntando essas coisas. - Ela ria.
EU: Não me trate de senhor hahaha. - Falei num gesto cúmplice.
Ela percebeu na hora.
EU: Além disso, como se nunca tivesse visto filme de adulto...
Ela arregalou os olhos tipo "opa".
LAU: Ah é? E seus pais sabem?
EU: Hahaha não!
LAU: Mmmm
EU: Imagino que não vai contar nada pra eles...
LAU: Joaquim... Deus haha... Que cara! - Não acreditava como eu falava com ela.
EU: Depois que fui tão bonzinho e ajudei ela. - Continuei no jogo feito um campeão.
LAU: Ai, não acredito em você!
EU: Hahaha só tô zoando... Você é muito gente boa!
LAU: Cada vez mais atrevidos esses caras... - Exclamou revirando os olhos.
EU: Hahaha
LAU: Me fez rir... Então você vê filme de adulto, hein?
Adorei essa pergunta.
EU: De vez em quando...
LAU: E o que você assiste? - Disse me encarando.
Que gostoso era tudo aquilo. Único e impagável.
EU: Não posso te contar...
Ela arregalou os olhos feito uma boceta.
LAU: Não me diga que... Aaaaa... - Gritou como se estivesse horrorizada, de brincadeira. Claro que eu tava me referindo a isso.
Pra piorar, eu só ria.
LAU: Você é terrível, hein... E meu filho...?
EU: Não, não... Eu falo por mim...
LAU: Então temos uma má influência por aqui...
EU: Haha não... Nada disso... Tenho as melhores notas da turma... - Respondi com altivez.
LAU: E isso importa se você é um...? - Ela parou.
EU: O quê? - Respondi sabendo exatamente qual era a resposta.
Ela ficou meio vermelha.
Talvez, se deixou levar e quase me xingou.
Eu, tava encantado...
LAU: Nada, nada... Olha só você...
EU: Mas de vez em quando... Não sempre... Não pense mal de mim haha
LAU: Sei, sei haha
EU: Só tava te falando pra você saber que não sou mais um menininho...
Nessa hora ela me olhou com cara de quem não acreditou no que ouviu. Tipo "cê tá É sério que eu tô falando com esse garoto sobre isso?"
LAU: Como? — Disse espantada.
EU: Quero dizer… Que já sei como funciona… E que já vi filmes, também.
Ela tapou a boca com a mão.
Mas não segurou o riso e caiu na gargalhada.
LAU: Não acredito no que tô ouvindo… — Ela tava morrendo de rir.
EU: Por isso que tô falando… Não precisa se preocupar em me contar o que tava vendo… Não é nada que eu já não tenha visto antes…
Ela apoiou a xícara na mesa e me olhou nos olhos.
Eu não conseguia decifrar o que ela pensava.
LAU: Cê acha certo me falar essas coisas todas, muleque?
EU: Desculpa se te ofendi com alguma coisa…
LAU: Não, não… Mas me chama muita atenção a naturalidade com que você fala… Cê é um sem-vergonha, sabia? Tô chocada, haha
EU: Hahaha
LAU: E me diz… cê tem namorada?
EU: Não…
LAU: Mas já…?
Será que ela tava perguntando se eu já tinha ficado com uma mina? Tô morto…
Minha cara deve ter sido tal que ela logo continuou.
LAU: Não, isso eu quero acreditar que não… Tô falando de outra coisa… Nossa! Olha só o que te pergunto! Cê é um baita dum tagarela…
EU: Hahaha não, isso aí eu não fiz. — Falei vermelho, mas corajoso.
Foi incrível, mas a mãe do meu amigo tinha me perguntado se eu já tinha perdido a virgindade ou, pelo menos, a pergunta dela acabou nisso.
LAU: Olha só o Joaquim! Achava que você era mais bonzinho, haha. — Continuava rindo.
EU: Eu sou! Haha
LAU: É, mas bem… safadinho… Haha
EU: Então… O que tava rolando no filme? — Perguntei de volta na mesma linha.
Algo no rosto dela me matou.
Ela ouviu o que eu disse e sorriu de um jeito estranho, como se tramasse alguma coisa.
Eu só fazia ela rir com meus versos, mas no fundo, queria continuar gerando aquele tesão divino.
LAU: Era sobre uma garota…
Tentei lembrar se a televisão tava ligada na hora que eu vi, mas não me parecia que sim.
EU: Tipo um biopic?
O rosto dela continuava passando algo estranho. Talvez ela gostasse de mentir e isso desse algum tipo de prazer.
LAU: Não, na verdade não… O que ela fazia era o centro do filme.
Os olhos dela tinham ficado profundos, como se tava lembrando de algo.
EU: O que era alguém da sua idade?
LAU: É… Pode ser…
EU: E o que ela fazia?
E foi aí que ela disse algo totalmente inesperado.
Nada de outro mundo. Nada estranho, mas sim tremendo e impensado, que ecoou em todos os cantos da minha cabeça.
Com uma vozinha bem peculiar, exclamou:
LAU: Você sabe o que é masturbação?

5 comentários - Erica, minha meia-irmã XV - Laura 3

Extrañando ando a Marita
Se viene algo grande…
Toca esperar entonces 🤦🏽‍♂️🤣
Ufff promete bastante está historia (laura) amigo..van 10pts
Si este episodio lo hubieran protagonizado un señor de 39 años y una niña de 15, 'casi 16', ya te estarían criticando, hasta de lo que te vas a morir!! Jajaja así es la sociedad... Suciedad!
De eso se trata esta historia… Pero si lees con atención, no hay nada fuera de lo normal, solo esa extraña pregunta del final… Hasta ahora.