❤️❤️FOLLE BIIEN gostosa A MINHA cunhada💜💜 Jessica, minha cunhada, é 12 anos mais velha que eu. Meu irmão, que tinha se casado com ela 3 anos antes, sempre a levava pra casa, e naturalmente a gente criou uma boa relação. Eu via ela da minha janela chegando com meu irmão e pensava: "que sorte ele tem de ter encontrado uma mina tão gostosa". Ela era jovem, de pele branca, magrinha, com uma bunda bem empinada e redonda, e uns peitos que, mesmo não sendo enormes, eram bem suculentos e firmes. Às vezes dava pra ver um pouco no decote. Ela pintava o cabelo de ruivo, outras vezes de loiro — e por sinal, minha mãe sempre dizia pro meu irmão que essa mina tinha cara de séria. Na época em que a gente se envolveu, ela tinha 35 e eu 21. Isso foi em 2009, e lembro que meu irmão, o marido da Jessica, teve que viajar pra fora da cidade porque a empresa de construção onde ele trabalhava mandou ele fazer um treinamento na capital, Cidade do México, deixando a Jessica e meu sobrinho sozinhos por 4 meses. Já tinham passado 2 meses desde que meu irmão foi embora, estávamos no começo de dezembro. A família toda decidiu visitar ela e o menino direto pra eles não se sentirem sozinhos. Eu acostumei a ir quase todo fim de semana buscar meu sobrinho na casa dela, pra ele não sentir tanta falta do pai e conviver com os tios e avós. Ia sexta ou sábado buscar ele. Numa sexta, eu voltava da faculdade depois de pagar umas provas que ia fazer, e pensei: "vou passar pra visitar minha cunhada e meu sobrinho", já que a casa deles ficava no caminho da faculdade pra minha casa. E foi assim: cheguei no destino, bati na porta, e minha cunhada abriu. — E aí, cunhado? Veio buscar o menino agora sem me avisar? Podia ter me ligado, e se eu tivesse saído? — Não, é que fui na faculdade e, como você sabe, sua casa fica no caminho, então pensei em passar pra visitar vocês. — Que bom, porque quando você vem, o Santiago, o menino, fica doido de alegria. E foi assim. Quando meu sobrinho me viu, ficou super feliz, porque eu sempre brincava muito com ele. Passamos a tarde toda jogando videogame e brincando de carrinho. Chegou a noite, minha cunhada me chamou pra jantar, e depois que terminamos de comer, eu falei: — Já vou indo, que tal se eu levar o menino? Vou deixar ele na casa da minha mãe pra ficar com os avós amanhã e trago ele de volta no domingo. Ela respondeu: — É que me sinto muito sozinha sem ele, e com a situação do seu irmão, ele quase não liga, deve estar por aí aprontando. Aí ela disse: — Por que você não fica pra dormir aqui? Aí de manhã cedo você leva o menino pra sua casa e ele fica com os avós. Meu sobrinho já emendou: — Isso, tio, por favor! Assim a gente pode jogar a noite toda. — Tá bom então, vou ficar pra dormir. Não ia recusar, vendo a cara de alegria do meu sobrinho, até porque não tinha nada importante pra fazer no fim de semana, e tinha terminado com minha namorada uma semana antes. Depois de uma longa noite brincando com meu sobrinho, ele acabou dormindo, já era umas 1h da manhã, e eu tava muito cansado de tanto jogar com ele. Falei pra minha cunhada: — Ei, onde é que vou dormir, Jessi? — No quarto do menino, e ele fica aqui comigo. — Beleza, Jessi, boa noite, tô com muito sono, vou subir pra deitar. — Boa noite, cunhado, eu ainda vou tomar banho e depois vou dormir. Subi pro quarto, fechei a porta, mas não totalmente, deixei meio encostada. Deitei e peguei o controle da TV pra assistir um pouco e bater o sono. Fiquei passando pelos canais e encontrei um filme erótico daqueles que passam na TV aberta, no canal 22. Comecei a ver e fui me excitando um pouco. Depois de quase uma hora de filme, o sono bateu forte. Desliguei a TV, me ajeitei bem na cama, me cobri. Alguns minutos depois, Jessica bateu na porta. — Posso entrar, cunhado? — Pode, entra. Me cobri bem porque tava só de camiseta e cueca, que é como costumo dormir. Ela entrou, acendeu a luz e... Ela me disse: — Vim pegar o hidratante. — Ah, beleza. Ela estava vestindo um roupão, porque tinha acabado de sair do banho. — Desculpa, te acordei, né? — Não, acabei de desligar a TV. — Que bom, que você tava acordado e eu não te incomodei ao entrar. Aí ela saiu do quarto, fechou a porta e foi pro dela, passaram uns 2 ou 3 minutos e então eu ouvi: — Brother in law, posso entrar de novo? — Claro, ainda não dormi. Ela entrou e não acendeu a luz, eu falei: — Se quiser, acende a luz. Ela demorou pra me responder, fechou a porta, mas não acendeu a luz. E qual foi minha grande surpresa quando virei pra ver o que tava rolando: a Jessica tava pelada, o roupão que ela tava usando tava no chão, e eu me tapei o rosto com as cobertas, foi minha reação diante daquela imagem. Ela se aproximou e disse: — Na primeira vez que entrei, vim decidida a fazer isso, mas não tive coragem. Mas nesses minutos em que saí do quarto, pensei: tô há dois meses morrendo de vontade de dar pra um homem e meu brother in law pode me ajudar com isso, não posso perder a chance. Ou você não quer me ajudar? Eu tava super nervoso com o que ela disse, não sabia exatamente como responder nem o que fazer, francamente naquele momento até pensei que tava sonhando. Aí ela sentou na beira da cama, do meu lado, e disse: — Não quero te incomodar, só quero saber se você quer e pode fazer isso por mim? Eu sei muito bem que desde que nos conhecemos, você olhava pro meu decote, te peguei mais de uma vez, e também sei que você falava de mim com alguns amigos do seu irmão, porque eu ouvi uma vez. Eu só conseguia ver a silhueta dela, que contrastava com a luz que entrava pela janela. Aos poucos, minha vista foi se acostumando com aquela escuridão suave e eu olhei pra cara dela e falei: — Mas você é esposa do meu irmão, e eu não quero problema com ele. Ela pegou, levantou a coberta e se meteu junto comigo, dizendo: — Sim, mas imagina como seu irmão ficaria se soubesse o que eu ouvi você conversando com os amigos dele, ou pior, o que ele faria. disse que você ficava olhando meu decote, eu só tava nervoso, não conseguia nem me mexer, ouvia meu coração batendo na cabeça. de repente, ela subiu em cima de mim, tava completamente pelada e me deu um beijo. pegou minhas mãos e colocou nas bundas dela, dizendo: "agora que você já me tem aqui, não vai fazer nada comigo?" naquele momento, o demônio tomou conta de mim. na minha mente passavam todas aquelas vezes que eu olhava pra minha cunhada com desejo, que olhava pra bunda dela naqueles leggings apertadinhos, que olhava o decote com um pedacinho de peito saindo, imaginando o resto, que cheguei a ver um pedaço da calcinha fio dental dela saindo da calça, até mesmo uma vez ter cheirado uma calcinha suja que peguei do cesto de roupa suja dela no banheiro — aquele aroma me excitava tanto. nisso, sem perceber, já estávamos nos beijando apaixonadamente, ela enfiava a língua na minha boca, eu apertava a bunda dela com as mãos, passando pelas costas até as pernas. ela começou a se mexer, esfregando a buceta dela na ponta do meu pau, que já tava explodindo de duro. sentia o calor, a umidade dela no máximo, ela não parava de me beijar. então, ela pegou um dos peitos dela e levou até minha boca, dizendo: "chupa, gostoso", enquanto com a outra mão brincava com o biquinho e massageava a teta linda dela, macia e firme. não dava pra ver direito no escuro, mas dava pra sentir e o gosto era delicioso. ficamos assim uns dois minutos até que ela desceu da cama. eu pensei: "é, já se arrependeu". mas qual não foi minha surpresa quando ela se virou e colocou a bunda na minha cara. foi tão rápido que, quase sem perceber, eu já tava com a buceta dela na boca e sentia ela chupando meu pau, babando tudo e enfiando até o fundo da garganta. eu só pensava: "nossa, que delícia", não acreditava. tava fazendo um 69 com minha cunhada, ela fazia igual uma profissional. senti que ia gozar na hora, então ela falou baixinho: "prova, coração, ou você nunca fez isso?" e era verdade, minha namorada não gostava disso e eu não tinha experiência chupando um 69. Só por causa dos filmes que eu tinha visto, falei: "vou ver como é". Ela apareceu. Eu disse se ela estava apreciando aquela bunda gostosa que ela tem. Naquele momento, comecei a meter minha língua no cuzinho dela — "hum, que delícia", eu falava. Tinha um gosto azedinho e salgado delicioso, um cheiro que tava deixando minha pica mais dura a cada vez. Eu metia e tirava minha língua como se fosse um pau, escorrendo saliva e buceta dela a jorros. Ela só gemia baixinho, dava pra ver que tentava não fazer barulho. De repente, minha língua encontrou o limite entre a buceta e o clitóris, e naquela hora decidi subir o nível e comecei a dar um beijo negro nela. Ela só gemia mais forte e falava: "hum, assim, assim, continua, meu amor, sim! Seu irmão nunca fez isso comigo, você parece profissional". De repente, ela parou de chupar minha pica e colocou o corpo inteiro em cima da minha cara, sentou completamente na minha boca, se segurando na cabeceira da cama. Meu sobrinho começou a dar sentadas na minha língua, na minha boca, uma e outra vez. Eu deixava a língua dura e ela esfregava o clitóris nela, falando: "isso, isso, assim, neném, me dá gostoso". Aí senti que a parte íntima dela ficou mais quente, tava escorrendo. Eu já tinha engolido uns pelinhos, mas não liguei, tava com a buceta da minha cunhada na boca e via ela tendo um orgasmo com minha língua. Nisso, ela parou e ficou um momento assim, como se tivesse ouvido algum barulho. Achei que talvez tivesse ouvido meu sobrinho levantar. Ela saiu de cima de mim e foi até a porta. Disse: "achei que seu sobrinho tinha levantado". Espiou e falou: "tá dormindo". Saiu por um momento e voltou em dois segundos pro quarto. Eu tava suando, com os olhos semicerrados. Ela logo pegou e deitou do meu lado, virou meu rosto e disse: "quero que você me coma, sim? Quero ser sua hoje à noite e não pensar em mais nada". Eu só beijei ela de novo. Ela metia a língua na minha boca e pegava na minha pica, subindo e descendo, apertando as bolas, falava: "quero esse pau dentro de mim, sim". por favor, você vai meter esse gostoso dentro de mim, vai sim, né? Eu só dizia que sim, que sim. Tava como se tivesse sob um feitiço, minha consciência tinha sumido e me deixou só ali, aproveitando o que minha cunhada Jessica tava fazendo comigo. Aí eu agarrei, subi em cima dela sem parar de beijar e falei: quero ter você só pra mim. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela, esfregando um pouco naquela umidade, e de repente ela prendeu minhas pernas na cintura dela e disse: — já mete, mete em mim, neném, sim, por favor. Tava super quente, dava pra sentir o sonho dela com um calor e uma umidade que eu nunca tinha sentido. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela e comecei a meter devagarzinho. Ela só ficava de boca aberta e dizia: — haaaa haaaa que delíciaaaa haaaa assim, sim, assim, me dá, me dá gostoso. Com as pernas dela presas na minha cintura, comecei a enterrar tudo dentro dela. Flop flop flop, entrava e saía, flop flop flop, cada vez mais rápido e mais forte. Ela só gemia, olhava pra cima. Eu só chupava e agarrava os peitos deliciosos dela. Tava no paraíso, sinceramente. Fiquei assim uns 5 minutos, a verdade é que sentia que meu pau ia explodir de tanto leite. Aí falei: — já, Jessi, porque vou gozar. Ela respondeu: — ah, sim, então me dá mais forte. Falei: — não, não, porque já vou explodir, vou gozar, Jessi, chega. Ela prendeu minha cintura de novo com as pernas dela, e eu continuei metendo. Com os braços, ela se agarrou no meu pescoço e começou a dizer: — me dá duro, mete mais fundo, goza dentro. Ao ouvir essas palavras, a pouca consciência que restava em mim foi embora. E foi aí que senti ela também começar a tremer. Vi como ela arqueava as solas dos pés e gritou um pouco alto, e me puxou pra perto dela pra tampar a boca com um beijo, dizendo entrecortado: — tô gozando, meu amor, me dá, joga tudo dentro de mim. Eu não aguentei mais, só comecei a soltar meu leite dentro dela, como ela pediu. Não sei o que aconteceu, parece que perdi a consciência por uns segundos. Quando me recuperei, minha cabeça tava do lado dela e eu... Eu ainda continuava dentro dela, só sentia um poção enorme no lençol e a gente tava todo suado. Ela só ficava sussurrando no meu ouvido: "que gostoso, meu amor, que delícia", enquanto passava a mão na minha nuca. Ficamos assim uns 10 minutos até que eu me virei pro lado dela, todo enrolado no lençol. Ela não falou absolutamente nada, só levantou e foi embora. No dia seguinte, ela agia como se nada tivesse acontecido. Veio me acordar pra dizer que já era 11 e meia e que ia me levar pra tomar café. A verdade é que me deixou muito confuso ver aquela indiferença dela, mas na hora não liguei. Só quando coloquei o menino no carro, voltei pra me despedir dela, e ela só disse que aquilo nunca mais se repetiria, que a gente fingisse que nada aconteceu, nunca mais, ok. Eu só concordei com o olhar, mas na minha cabeça vai ficar pra sempre aquela fodida feroz que a gente deu. E quem sabe, talvez no futuro essa oportunidade apareça de novo.
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