Irmãs: fio dental e calcinha XV

Esclarecimento: esta história não é de minha autoria, foi escrita há muitos anos por outro usuário do Poringa chamado Nick Bendt, mas como ele não está mais no P! e suas histórias foram deletadas, quis reenviá-las para que essa excelente história não se perca. Desde já, aproveitem.
Esclarecimento 2: todos os personagens representados nesta história SÃO MAIORES DE IDADE.
Capítulo XIX: Adeus, barreirasAgustina tava com a cabeça uma bagunça. Tava preocupada e com muito medo de engravidar. Tava de saco cheio do namorado dela. Tinha adorado transar com o irmãozinho dela, mas aquilo era proibido, e era errado. A mente dela tava um nó.

Martim se sentia o cara mais feliz do mundo. Tinha transado com a irmã mais velha… ele tinha bem claro que não ia rolar de novo, mas já tinha valido a pena.

Desde ontem à noite que a Agustina tinha contado pra irmã dela que tinha dado pro Martim, a Florcha não parava de fazer perguntas.

“Como foi? Você gostou? Ninguém viu vocês? Como é a sensação?”

A Agus respondia, e tudo positivo. A Florencia começava a ficar com vontade de experimentar também, mas ainda não tava preparada. Esse era um passo muito grande. Além disso, sabia que não podia transar com o irmão dela. Tava morrendo de vontade de ter um namorado pra transar… por um lado, queria, o irmãozinho dela quase tinha metido nela no banheiro da tia, e ela tinha adorado… além do que a irmã falava, de como tinha sido bom dar pro Martim. Mas por outro lado, ainda tinha muito medo de perder a virgindade e de alguém entrar nela pela primeira vez.

Naquela noite, uma amiga da Agustina convidou ela pra sair pra dançar. Ela topou. Queria arejar a cabeça de tanta confusão. Perguntou pra irmã se ela queria ir, mas a Florcha tava terminando a menstruação e ainda não se sentia muito bem. Então a mais velha saiu à noite com a amiga.

Elas entraram numa das baladas preferidas dela. Mal entraram, a Agustina recebeu uma mensagem no celular. Era o namorado dela. Perguntava onde ela tava e o que tava fazendo. Ela nem respondeu.

Dez minutos depois, o namorado ligou pra Agus. Ela atendeu, e disse que tava na balada com uma amiga. Ele perguntou se ela queria que ele fosse pra lá… Agustina não sabia o que dizer, não queria nem ver ele, mas não tinha coragem de falar. Depois de umas idas e vindas, o namorado apareceu no lugar.

Ele encontrou a Agus e a Cumprimentou com um beijo na boca, e cumprimentou a amiga dela. Depois, foi cumprimentar uns amigos. Agustina começou a beber álcool, qualquer bebida, tava muito confusa.

Enquanto falava com a amiga, via o namorado olhando pra outras minas. Até começou a falar 'bem coladinho' com uma. Isso acabou de desesperar ela. Depois de um tempo, já tava meio tonta por causa do álcool. Passou mais um tempo com a amiga, até que outro cara, mais velho, se aproximou e tentou dar em cima da Agustina. Se algo não faltava pra ela, era homem por perto.

Ela não recusou, pra fazer ciúme no namorado. O cara, todo musculoso, metido a besta, começou a pedir drinks pros dois, ele pagava.

Enquanto falavam qualquer besteira, Agustina ia na onda da conversa, sem se interessar, enquanto tomava um gole atrás do outro. Em algum momento, o namorado da mina viu o que tava rolando e se meteu. Trocou umas palavras com o cara que tava tentando pegar a namorada dele, pra deixar as coisas claras.

No fim, depois de toda essa situação, o namorado disse que já deu, e falou pra Agustina que ia levar ela pra casa. Ela, já cansada de tanta palhaçada naquela noite, aceitou.

O namorado ajudou ela a subir no carro, porque ela tava meio tonta. Mas não levou ela pra casa dela. Levou ela pra casa dele.

- Pra que você me trouxe aqui? - Perguntou Agustina.
- Hoje meus pais não estão. - Respondeu o namorado.
- ..Quero ir pra minha casa! - Exclamou a mina.

O cara desligou o motor e saiu do carro. Abriu a porta da casa dele e carregou a namorada no colo pra dentro. Colocou ela na cama dele e começou a tirar a roupa dela.

Agustina não tava com vontade de transar, mas fazer o quê. O namorado tirou a roupa dela, deixando ela de calcinha e sutiã. Pegou uma camisinha, já tava de pau duro, e colocou no pênis dele.

Subiu em cima da Agustina, puxou a calcinha fio dental dela e, na posição 'papai e mamãe', meteu, sem mais nem menos.

- Aia.. tá doendo, seu idiota! - Disse Agus, que não tava nem um pouco excitada. lubrificada.

O cara nem ouviu ela, continuou se movendo por cima, enfiando a rola na buceta dela. Depois de uns minutos, a mina começou a ficar molhada.

Depois de 5 ou 10 minutos, quando a Agus tava começando a esquentar, o namorado dela começou a bufar, e gozou, acabou dentro da camisinha, enquanto comia ela. Deitou em cima dela, já cansado, depois de gozar.

A Agustina tirou ele de cima, empurrando pro lado. Ela tava só começando a ficar excitada, e o namorado já tinha terminado.

Ela se tocou forte no clitóris, se masturbando sozinha, enquanto perguntava pro namorado se ele ia meter outra.

- Vai continuar ou vai dormir como sempre? - Ela perguntou.

O cara nem respondeu. Fechou os olhos, pelado, ainda com a camisinha, já dormindo. A adolescente levantou da cama, e deixou o namorado pra lá, dando a relação por encerrada.

- ACABOU, IMBECIL. VOCÊ É UM IDIOTA, TCHAU!! - Disse a Agustina gritando com ele, puta da vida e excitada, de raiva e tesão.

Ela se vestiu como deu, e saiu da casa do namorado, andando com dificuldade. Chamou um táxi, entrou, e pediu pra levarem ela pra casa. No caminho todo até a casa dela, ficou pensando no que ia fazer agora. Tava muito puta, e muito com tesão... tava excitada. Já tinha se cansado de não aproveitar o sexo, de não ter orgasmos enquanto transava... tava cansada de ser comida mal. Algo que com o irmão dela, tinha aproveitado de verdade.

Pagou o táxi e entrou em casa. Custou a enfiar a chave na fechadura. Depois, largou a bolsa na mesa da sala, tirou os sapatos, e andou pelo corredor. Ia pro quarto dela se masturbar na cama e dormir, mas quando passou pela porta do quarto do irmão, pensou uns segundos, e abriu.

Tava com muita vontade de rola. De ter uma rola dura e grande dentro da buceta. De sentir muito prazer. Tava decidida a quebrar todas as regras do incesto.

Andou até cama, acendeu a luz do criado-mudo e, sem fazer barulho, tocou no ombro do irmão, chamando ele baixinho pra acordar. Já tava quase amanhecendo.

O garoto foi abrindo os olhos, sem entender o que tava rolando. A primeira coisa que viu foi a irmã tirando a camiseta e levantando a saia, mostrando a raba pra ele, parada do lado da cama dele, inclinada. Ela tava de sutiã e com a saia curta.

Martín viu aquilo e o coração disparou… Agus se inclinou mais, ainda de pé, quase ficando de quatro, com a saia toda levantada. O irmãozinho via a raba inteira dela e as coxas, ela tava de fio-dental preto.

- Quer me comer, mano? - Perguntou Agustina, com a buceta toda quente.

O garoto achou que era brincadeira ou algo assim. Levantou da cama num pulo, sem saber o que fazer. Tava quase sem roupa, só de cueca, com o pau duro fazendo pressão no tecido. Ficou de pé, olhando a raba da irmã.

- É… sério, Agus?… O que rolou?... Por que agora?... Que horas são? - Perguntou Martín, sem entender o que a irmã tava pedindo.
- Ah… depois te explico, maninho… agora preciso que você me coma… por favor… - Disse Agus baixinho, quase implorando.

Agustina foi descendo o fio-dental devagar, pra esquentar ainda mais o irmão, enquanto tirava, um fiozinho de melado ficou pendurado entre os lábios da buceta e o tecido preto do fio-dental. Tirou até os pés, deixando no chão.

Se abaixou e pegou o fio-dental, virou agora olhando de frente pro irmãozinho, colocou o fio-dental molhado na boca e mordeu ele, olhando pra ele. Jogou no chão e se ajoelhou na cama do irmão, na beirada, ficando de quatro, pra ser comida.

Martín olhava estupefato, Agustina já tava de quatro igual uma cachorrinha, ajoelhada na beirada da cama, abrindo as perninhas, esperando receber pica feito uma puta.

- Vai me comer ou não? - Perguntou Agus, que já tava pronta.
- Mas… o Incesto… é errado… a sociedade… a lei… — Disse Martín, lembrando a Agus das palavras que ela sempre dizia.
— Tô nem aí!.. Foda-se a sociedade, foda-se se é errado!.. Me ouviu? Só quero que você me coma todinha, mano! — Respondeu Agustina.
— E se nos descobrirem?… Você disse que a gente podia ter problemas sérios…
— Não faz barulho! A mamãe e a Florcha tão dormindo, se a gente não fizer barulho, não dá nada, maninho… vai, que eu já tô molhada!

Martín não disse mais nada, convencido pela irmã gostosa. Ela tava desesperada e precisava de pica, e ele tinha que dar. Tirou a cueca, ficando peladão, com a pica apontando pra frente.

Chegou bem atrás dela. A buceta brilhava de tão molhada. Era uma loucura ver a irmã naquela posição. O garoto passou um pouco de cuspe na ponta da pica e encostou na buceta. Colocou as mãos nas cadeiras da irmã e empurrou pra dentro, metendo tudo, abrindo os lábios rosadinhos e inchados, cheios de lubrificação.

— Mmmm… isso… me come como eu te ensinei, maninho…

Agora Martín tinha quase toda a pica enfiada dentro da Agus. A garota sentiu a buceta cheia de novo, repleta de carne… que gostoso.

O adolescente foi tirando e depois enterrou de novo, sentindo aquela buceta envolvendo e apertando a pica, dando prazer.

Os dois tentavam não fazer o menor barulho, do outro lado tava o quarto das meninas, e mais atrás o quarto da mãe, então tinham que transar em silêncio.

Agus fechava os olhos enquanto finalmente curtia uma boa pica entrando nela. O garoto se esforçava pra fazer o melhor possível, enquanto segurava as cadeiras dela, aumentou o ritmo, comendo ela mais rápido.

— Ohhh… assim, maninho… assim… mais… me dá mais forte… — Sussurrava Agustina bem baixinho.

A garota apoiou a cabeça no colchão. Ao ouvir o que a irmã pedia, Martín se concentrou pra agarrar bem ela. Agora aumentava o ritmo, cada vez que metia, as pernas do garoto batiam na bunda da Agus, e os ovos batiam na buceta, perto do clitóris, dando ainda mais prazer pra mina.

Agustina tava perto do orgasmo, com a cara enfiada na cama, olhos fechados e boca aberta, curtindo o irmãozinho metendo nela toda.

A rola entrava e saía sem problema, tava toda molhadinha, aqueles lábios rosados inchadinhos, enquanto o moleque não parava de se mexer, pra trás e pra frente, comendo a irmã.

A porta do quarto tinha ficado meio aberta, se a mãe por algum motivo levantasse e passasse por ali, ia ver os filhos transando!

O garoto já tava metendo bem forte, fazia barulho cada vez que o púbis batia na bunda da Agus. Ela já tava a ponto de gozar, levou uma mão na virilha, e com dois dedos no clitóris, se masturbava enquanto o irmão metia sem parar.

- Au… ahhh… ah… que bem que tu come, seu merdinha…

Na hora, Agustina gozou, enquanto Martín continuava penetrando ela, ela teve o primeiro orgasmo, apertando a buceta e espremendo o pau do irmãozinho.

O esforço que o moleque tava fazendo dava pra notar, ele já ia terminar também, então tirou a rola de uma vez da buceta, enquanto ela se recuperava do orgasmo foda.

O garoto ficou olhando pra ela, a irmã mais velha tava com a buceta meio aberta, toda rosada e brilhosa, e ele tinha o pau cheio de fluido também. Respirou fundo.

- Mete de novo… vai, irmãozinho… - implorava Agustina.
- Aí vou meter, Agus… vou meter tudo…
- Mmmmhhhh… - ela gemia.

Martín segurou o pau com dois dedos, se aproximou de novo, e meteu tudo na buceta. A mina suspirou, o irmão agarrou a cintura dela de novo, e começou a comer ela forte.

Era prazer demais ter a irmã de quatro. A cama dela… Agustina já estava com a buceta bem aberta, enquanto aquela pica toda entrava nela, tava ficando vermelhinha.

Ela segurava com força o lençol da cama, enquanto o irmãozinho dela comia ela, já dava pra ouvir o barulho das pernas e da virilha batendo na bunda da Agus…

Plaf, plaf, plaf…

Tavam fazendo barulho, mas ninguém ligava.

- Aii sim.. assim.. assim que eu gosto de ser comida…

A cama também começava a chiar, a madeira e o colchão se mexiam com os movimentos fortes, e isso fazia um barulhinho que devia dar pra ouvir dos outros quartos.

- Uhh… uhhh… uhhh…- Ela gemia.
- Ohhh… já vou gozar irmãzinha… oh…
- Não… goza dentro de mim não… ohhhh… por favor..
- …¿Você quer tomar o leite Agus?!
- Mmmm… vai dar na minha boca?
- Sim.

Martín, já sentindo o orgasmo chegando, se moveu pra trás, tirando a pica da bocetinha molhada da irmã, deixando ela bem aberta.

Agustina se virou rapidinho, sentando na cama, na beirada, de frente pra ele.

Abriu a boca e colocou a língua pra fora. O irmãozinho se aproximou e enfiou o pau na boca dela, ela fechou, e com os lábios lindos apertou toda a haste… na hora o moleque não aguentou mais, e todo o leite começou a jorrar, enquanto Agus engolia tudinho, um gozinho atrás do outro.

Martín gozava dentro da boca da irmã, enquanto ela olhava pra ele, com a boca cheia de pica, engolindo todo o leite quente.

Quando acabou, a garota sorriu, e ele tirou o pau da boca dela… tava cheio de baba e porra… Agus passou a língua por toda a haste e pela cabeça, limpando tudo.

Ele tinha dado uma fodida da porra na irmã.

Ficaram os dois assim, parados… respirando, se olhando. Agustina tinha um pouco de leite escorrendo pelos lábios. Tava muito feliz. Finalmente tinha sido bem comida.

O pau de Martín já começava a murchar. Agus se mexeu um pouco na cama, pegou a travesseiro e apoiou a cabeça nele, deitou-se de barriga pra cima e abriu as pernas na frente dele.

- Vai me dar outra foda, irmãozinho? Quero mais!

O menino sentiu uma descarga de adrenalina. Era a irmã dele, era a cama dela, era tão erótico e proibido, era tão quente, que o pau do Martín já tava endurecendo de novo, na hora.

- Sobe na cama, guri... vem. - Disse a Agus.

O garoto obedeceu, subiu na cama e se ajoelhou entre as pernas abertas da irmã. Já tava quase dura de vez.

Agustina levou uma mão na virilha depilada e começou a se acariciar o clitóris. Depois, abriu a buceta com os dedos, tava bem molhada e excitada, inchadinha.

- Cê gosta da minha xota?
- Muito... gosto muito, Agus!
- Quer meter teu pinto de novo?

Martín concordou balançando a cabeça. Agustina pegou o pau dele com os dedos e ela mesma colocou na entrada da buceta. Martín só empurrou pra dentro, enfiando meio pau, já bem duro.

Agora ele notava que a abertura daquela vagina tava mais larga, e tentou se mexer de novo dentro dela.

Agora sentia o pau muito mais sensível, depois da primeira gozada. Naquela posição de "missionário", dava pra ver a cara toda excitada da irmã, percebia ela meio suada, e os peitões enormes debaixo daquele sutiã preto, pareciam tão sexy...

Já tava se movendo, dessa vez mais devagar, comendo a irmãzinha na cama dela, metendo e tirando o pau duro daquela buceta rosa deliciosa. Cada roçada dentro daquelas paredes vaginais quentes era uma maravilha.

Enfiava tudo, e deixava uns segundos inteiro enfiado. Agustina adorava aquilo. Gostava muito de se sentir cheia de pau, ter ele todo dentro.

- Ahhh... adoro teu pinto... adoro como ele é grande... - Dizia a garota em voz baixa.

Cada vez que ele metia até o fundo e batia nela, os peitos balançavam debaixo do sutiã.

Agustina esticou a mão até O corpo do irmão dela, com a palma da mão aberta, acariciava o peito dela… apesar da pouca idade, ele já tinha um peitoral definido… desceu e acariciou o abdômen, dava pra sentir levemente os gominhos… ela nunca tinha reparado direito. Ela ficou ainda mais excitada ao perceber isso.

Agora o garoto começou a se mover mais forte, quase como antes, tentando comer a irmã direito. Ela já suspirava muito. Estava perto de outro orgasmo. Enquanto estavam transando, ela o parou.

- Para um minuto, mano… para.

O garoto parou, tirando a pica da buceta. Agustina levantou as pernas e colocou nos ombros do irmão.

- Me segura pelas perninhas, maninho… vou colocar elas nos teus ombros…

Já com as pernas da garota levantadas, apoiadas nos ombros do irmão, o garoto segurou elas.

- Agora você vai sentir minha buceta mais apertadinha… vai gostar!

O rapaz estranhou aquela posição diferente, mas não pensou muito. Com as pernas enormes da irmã nos ombros, ele encostou a cabecinha vermelha e inchada da pica nos lábios vaginais da Agus, que agora estavam bem fechadinhos.

Ele apoiou e empurrou pra dentro, a pica foi abrindo caminho entre os lábios rosadinhos da irmã… ela estava bem apertada agora.

- Uffff… caralho! – exclamou o garoto, quando conseguiu enfiar a pica inteira pra dentro.

Agora ele metia e tirava com mais dificuldade, nessa posição a buceta da irmã estava bem fechadinha… tava dando muito prazer. Agus sentia ela toda quentinha por dentro e morria de prazer sentindo a pica dura do irmão mais novo abrindo toda a buceta dela.

Martín se mexeu mais rápido, agora tava comendo ela com força, a irmã não parava de gemer baixinho feito uma putinha. A cama fazia barulho, o garoto segurava firme as pernas dela enquanto metia, dando prazer pra ela.

Agustina enfiou a mão entre as pernas, se tocando no clitóris, e a garota chegou a outro… orgasmo.
- MMMMMhhhh…
- Shhhhhh.

A adolescente não conseguiu evitar gemer alto, com a boca fechada, ao explodir em outro orgasmo maravilhoso… avisou o irmãozinho pra parar de comê-la, porque a buceta dela já tava muito sensível.

Martín tirou o pau de dentro dela e baixou as pernas dela dos ombros. Agustina ficou descansando uns segundos de pernas abertas na cama, com a buceta aberta e molhada… O garoto ainda tava muito excitado, quase gozando de novo.

Logo ela se recuperou, olhando pro irmão.

- Quer gozar, garoto?
- Sim.
- Já que você foi tão bom comigo… e me comeu tão bem… vou te dar um presente…

Agustina empurrou o irmão, fazendo ele deitar de barriga pra cima. A piroca apontava pro teto.

Ela se inclinou sobre ele, apoiando os peitos na piroca, sem tirar o sutiã.

Martín suspirou quando o pauzinho dele roçou nos peitões da irmã… santo deus.

A garota pegou a piroca dura com a mão e, enquanto olhava nos olhos dele, colocou entre os peitos, no meio… ela mexia o pau do irmãozinho, batendo nos peitos, no sutiã… enfiando no meio dos dois…

- Ohhh…

Martín já tava tremendo…

- Quer sujar meus peitos com seu gozo?
- Ahhhh… sim… querooo…
- Mmm… então goza nos meus peitos, porquinho..

Agustina bateu a piroca entre os peitos duas vezes mais, e o garoto começou a derramar gozo quente… ela continuava segurando, deixou entre os peitos, enquanto o sêmen escorria entre os seios e no sutiã… alguns jatos entravam no meio.

- Quanto gozo, garoto… - Disse Agus, passando a piroca pelos peitos, se lambuzando toda de sêmen.

Martín quase não conseguia respirar. Não imaginava sentir tanto prazer. Agus soltou a piroca, que caiu já mole sobre o púbis dele.

A garota se levantou da cama, completamente satisfeita, com os peitos cheios de gozo do irmão. Pegou a calcinha fio dental, vestiu. pôs, e olhou pro relógio.

- Uhh já vai ser 6:30! Vamo que a mãe já vai acordar!!!

Martín se assustou. A mãe dele sempre colocava o despertador naquela hora pra acordar e ir trabalhar. O garoto pegou a cueca e vestiu. Depois, se cobriu com o lençol.

- Até amanhã, irmãozinho!
- Até amanhã, Agus.

A irmã dele saiu assim, com a saia já arrumada de novo, só de sutiã, com o peito e as tetas cheias de porra. Foi até o banheiro, pegou uns lenços de papel, e enquanto se olhava no espelho, limpava as tetas. Ficou pensando em como o irmãozinho tinha comido ela gostoso… sorriu, já com os peitos limpos, e escovou os dentes.

Assim que saiu do banheiro, já andando pelo corredor, deu de cara com a mãe, que tinha acabado de levantar! Não conseguiu evitar ficar nervosa.

- Foi você que fez esses barulhos, filha? - Perguntou a mãe, que tinha acordado ouvindo os barulhos da cama enquanto eles transavam.
- ..Ahh.. sim… é que eu bati na mesa… tô meio tonta - Mentiu Agustina.
- Ai, ai, ai… não gosto que você beba tanto, filha.

Agustina se enfiou no quarto dela… nem tinha percebido que fez tanto barulho. Mas não tava nem aí. Deitou na cama, feliz, super satisfeita, e bem comida.

Tinha quebrado todas as barreiras do incesto… agora não tinha mais volta.

::::::

Depois de várias horas de sono, Florencia foi a primeira a acordar, e foi quem preparou a comida no dia seguinte. Agustina acordou com um monte de mensagens no celular, do agora ex-namorado dela. Quase nem leu, não queria saber mais nada com ele. Acordou muito alegre, com um pouco de culpa, mas feliz.

Tomou um banho rápido, saiu do banheiro de roupa íntima e cumprimentou a Flor.

- Por que você tá tão sorridente? - Perguntou Florencia.

Almoçou com a irmã, e lá contou como o Martín comeu ela ontem à noite, quando chegou da festa, e como tinha largado o ex.

Terminaram de comer e ficaram conversando as duas. duas no sofá da sala, enquanto Agustina contava todos os detalhes de como o irmãozinho dela tinha comido ela gostoso.

- Sabe, Florencia.. isso.. pra ninguém!!! - Disse Agustina.
- Já sei, boba!... me conta mais, como você tava?
- Assim, olha..

Agustina se virou e se ajoelhou no sofá, se colocando toda putinha.

- Tá vendo, Flor?.. Eu fiquei assim na cama.
- E ele tava aqui atrás, né? - Disse Florencia, sentada do lado dela, apoiando uma mão na bunda da Agus.
- Sim!.

Agustina estava só de calcinha e sutiã, a Florcha pegou a calcinha da irmã e puxou um pouco pra baixo.

- Ele meteu na sua buceta? - Perguntou Florencia.

Agustina respondeu que sim com a cabeça, enquanto a irmã ficou atrás dela e olhava a buceta. Passou o dedo de leve, sentindo ela levemente molhada.

- Tá excitada, Agus?
- Tô… fiquei com tesão te contando tudo!
- Eu também me molhei.. - Disse Flor.

Florencia continuou acariciando ela, passando a ponta do dedo pelos lábios da buceta.

- Ai, me deu vontade de chupar sua buceta! - Disse Flor.
- Humm, é?
- Sim.. posso?
- Pode.. vai!

Florencia ficou atrás da irmã, puxou a calcinha dela até os joelhos, colocou as mãos nas pernas dela e enfiou a cara na bunda da irmã. Botou a língua pra fora e passou na buceta dela, bem na parte do buraquinho.

- Uhhhmmmm - Gemeu Agus.

Enquanto a Florcha chupava a buceta da irmã mais velha, o Martín acordou. Foi até a cozinha só de cueca, viu o prato de macarrão e colocou no micro-ondas. Ouviu uns barulhos na sala, chegou perto e ficou totalmente surpreso com o que viu. As irmãs dele brincando no sofá… na hora a Agus viu ele e sorriu.

O garoto esqueceu da comida e se aproximou, até sentar no sofá do lado delas. Florencia tinha a cara enfiada entre as pernas e a bunda da Irmã, enquanto ela colocava a língua pra fora e passava ela por toda a... usa a palavra: buceta da Agustina.

O garoto olhava, com o volume intumescido, vendo aquela imagem tão excitante... ele também queria provar a... usa a palavra: buceta da Agus!

- Você gosta que façam isso em você? - Perguntou o garoto, meio surpreso.
- Muito, irmãozinho!... Quer provar? - Perguntou Agustina.
- Sim.

Martín observou mais algumas vezes como a Flor passava a língua, e agora era a vez dele. Florencia saiu de entre as pernas da irmã, e o garoto entrou. Colocou as mãos nas nádegas da Agustina, e começou a lamber toda a... usa a palavra: buceta da irmã, que já estava molhadinha pela babinha da Flor.

O adolescente agora curtia lamber aquela buceta rosada linda que na noite anterior já tinha comido... passava a língua por todos os lábios, enquanto a Agus suspirava, com as mãos apoiadas no encosto do sofá, totalmente excitada.

Florcha pediu licença, o irmão se moveu um pouco, e a mais nova voltou a se posicionar pra lamber de novo aquela área.

- Coloca a língua pra dentro... mmm!
Florcha obedeceu, e tentou enfiar a ponta da língua quente pra dentro do buraquinho da... usa a palavra: buceta... enfiou um pouco, e tirou de novo. Agustina já tava muito quente... tava gemendo muito.

- Assim, irmãzinha? - Perguntou Flor, enquanto enfiava e tirava a língua da... usa a palavra: buceta.
- Siim... mmmm mais Flor... mais pra dentro enfia...

Florencia fez um esforço pra enfiar ainda mais a língua pra dentro da... usa a palavra: buceta da irmã... enfiou até a metade! A Agus tava com a buceta super excitada e molhada... Florcha cansou um pouco, e descansou, tirando o rosto de entre as pernas da irmã. A... usa a palavra: buceta ficou escorrendo babinha pra baixo.

Martín viu aquilo e foi impossível resistir. Tirou a cueca até os pés, se livrou dela, ficando completamente nu, com o pau duro apontando pra aquela... buceta babada. Ele se aproximou dela, e passou a ponta pela... usa a palavra: buceta...

- Mmm já quer enfiar de novo, porquinho...
- Quero te foder toda, Agus!...
- Ahhh... adoro como você tá dura!

Martim, sob o olhar da Florcha, passava a pica pelos lábios da buceta da Agustina, sentindo tudo bem molhado... a garota fechava os olhos, já com muita vontade de ter ela bem dentro.

- Vai, me fode, cara... - Disse Agustina suspirando.

O garoto apontou bem na entrada da buceta, e já ia enfiar.

- Vai foder sem camisinha? - Perguntou Florcha.
- Sim... adoro assim!... Enquanto eu não gozar dentro da... usa a palavra: buceta... não dá nada...
- Agus.. se quiser.. a gente pode usar...
- Não! Gosto assim, só não goza dentro de mim, cara! Entendeu?
- Sim!

Enquanto Florcha olhava e se tocava sozinha, Martim empurrou pra frente e foi enfiando a pica bem dura dentro da buceta molhada da irmã... deslizando completamente sem problemas.

Agustina adorou se sentir cheia daquela pica de novo... entrando no fundo dela, tão quente, tão dura... agora ela queria ser penetrada como ontem à noite. De novo ela estava se deixando foder pelo irmão.

O adolescente enfiou ela toda, até bater as pernas contra as dela, e tirou um pouco, pra enfiar de novo, e assim começar a foder ela.

Enquanto apoiava as mãos na cintura da garota, ele comia a irmã mais velha que estava de quatro, ajoelhada no sofá, gemendo e se movendo pra trás e pra frente.

Cada vez que ele enfiava, a buceta se abria engolindo a pica toda, ficando cada vez mais aberta. Martim suspirava de tanto prazer, tava gostando muito. Florencia olhava como o pau do irmão entrava e saía da molhada... usa a palavra: buceta... da Agus.. parecia tão lindo, tão excitante, que ela se tocava no clitóris enquanto olhava, se molhando toda.

- Ahhhhhh... mmmmm... assim.. assim, irmãozinho... - Gemia Agus.
- Ohh..!!

Enquanto fodiam, o O celular da Agustina começou a tocar. O garoto parou os movimentos, deixando a pica bem enfiada na buceta, mas parado. Agustina olhou pro telefone, viu que era o ex-namorado dela ligando, fez uma careta de irritação e atendeu. Colocou o telefone no ouvido, enquanto ficava de quatro, com a pica do irmão enterrada na buceta.

- Alô..?
- Oi, meu amor, a gente precisa conversar! - Disse o ex.
- Não temos nada pra conversar, não quero mais! - Respondeu Agustina.

Martín só esperava, com o pau bem quentinho dentro da irmã... ele começou a se mexer de novo, mas agora bem devagar e lento... tirando e colocando a pica naqueles lábios rosadinhos e inchados, cheios de fluido. Agustina tocava ele com a outra mão, e pedia pra ele parar um minuto.

- A gente pode se acertar, não seja assim...
- Não, não dá!

O garoto não queria parar, então enquanto Agustina continuava falando com o ex-namorado no telefone, ele continuou comendo ela, metendo a pica na buceta transbordando de prazer.

- Por que você não quer mais, Agu? O que eu fiz de errado? Me fala, por favor... - Dizia o ex.
- Porque você age que nem um imbecil!

Cada vez que ele metia até o fundo, as pernas dele batiam na raba da irmã, fazendo barulhinho. Agora ele metia mais rápido, enquanto a Agus tentava não gemer, mas tava difícil.

- Vou aí na sua casa, quero resolver isso! - Disse o ex-namorado.

Agustina ia responder, quando Martín enfiou tudo e ela não conseguiu evitar um gemido.

- Ahhhh... Não, não vem, não quero falar com você! - Respondeu depois do gemido.

Martín se mexia muito rápido e comia ela com mais força, a garota se balançava toda tentando segurar o telefone no ouvido, e não conseguia parar de gemer. Ele tava comendo a própria irmã enquanto ela falava no telefone com o ex-namorado.

- Ohh... ahhmm... ayy...

O namorado do outro lado do celular tava ouvindo os gemidos.

- Tá acontecendo alguma coisa, meu amor?

Agustina já tava morrendo de vontade de falar pra ela que tavam comendo ela como ele nunca tinha feito!

- Uhh... não... nada!

O irmão dela já tava quase gozando, tava metendo naquela buceta delicada do jeito que ela gostava, e claro, a Agus também tava chegando lá.

A Agustina desligou na cara do ex, largou o celular no sofá e levou os dedos até o clitóris, enquanto gozava com o pau do irmãozinho dentro dela.

- Ahhh!... uhhhh... vai, gato, me come mais... me come! - implorava a Agustina com voz de menininha.

Isso foi o suficiente pro moleque, que arrebentou a buceta dela com duas ou três metidas bem fortes, tirou o pau, bateu uma punheta no cu da irmã, enquanto todo o leite caía nas bochechas da mina, que se contorcia toda no orgasmo...

O Martín terminou de sacudir o membro, apertando até sair todo o leite em cima da raba da Agus, e ela terminou de tremer depois do orgasmo.

A Agustina passou a mão na própria raba, sentindo todo o semen quentinho do irmão.

- Uff... e olha que acabei de tomar banho... agora vou ter que tomar de novo. - comentou a Agustina entre risadas.

O Martín vestiu a roupa de novo. A Florcha tava toda excitada com tudo que tinha visto! Sentia a xota molhadona, os biquinhos bem duros, a calcinha encharcada... ela também já queria dar como os irmãos!

- Eu também quero dar! - exclamou a Flor.

A Agustina e o Martín ficaram olhando pra ela...

- Não pode, irmãzinha... - disse a Agustina.
- Por que não, Agus? Não é justo vocês comerem e eu não!
- Porque você é muito novinha ainda...
- Não sou novinha! Tenho 19!!
- E daí!... ainda é muito menina pra dar, irmãzinha..
- Mas você já dava pra caramba antes... você é muito sacana.
- Bom, por isso!.. Sua primeira vez tem que ser com o cara certo, com quem for seu primeiro namorado... não com seu irmão!

A Florencia decidiu não continuar a discussão. Sem dúvida, ela queria dar logo, precisava também ser penetrada... Deu vontade de falar pra Agustina: “Bem que você deixou nosso irmãozinho perder a virgindade com você, sua puta!”.

Agustina foi tomar banho… a buceta dela tinha ficado toda vermelha e muito sensível! O irmão tinha comido ela várias vezes em pouco tempo, ela tava super satisfeita e feliz. Limpou toda a porra da bunda enquanto tomava banho, depois se secou e vestiu um biquíni, a Flor também, e as duas foram pro quintal pegar sol.

Depois, naquela noite, a menstruação de Agustina desceu, confirmando finalmente que ela não tava grávida. Nunca tinha ficado tão feliz de ter ficado menstruada.

::::

No dia seguinte, tudo parecia normal. Quando Martín acordou, levantou com vontade de comer a irmã. Só de pensar, o pau já ficou bem duro… ele ficou pensativo na cama, antes de levantar. “Já sou um homem… agora fuck you!.. Já tô comendo!” Ainda não conseguia acreditar como tinha esperado tanto tempo por esses momentos, tanta punheta vendo pornô, na Internet ou em revistas, ou imaginando as colegas da escola… agora ele comia! E ainda comia a lindeza da irmã mais velha… Levantou da cama super feliz, passou no chuveiro, e depois sentou pra almoçar com a Florcha. Os dois estavam sentados na mesa da cozinha, comendo.

- A Agus não vai vir comer? - Perguntou Martín.
- Ela não tá se sentindo bem... - Respondeu Florcha.
- Que.. ela agora tá…?
- Sim, bobinho! - Respondeu Florcha rindo.

Martín também riu, embora não gostasse muito que a irmã mais velha estivesse menstruada! Tava com muita vontade de comer, mas não ia ser possível, pelo menos naquele dia…

E ainda por cima a Florcha tava super tarada, com muita vontade de transar, não aguentava ser a última em tudo… de vez em quando se fazia de boba e olhava com luxúria pro irmãozinho, ou virava pra mostrar a bunda.

- Que dia lindo, quero aproveitar pra pegar sol, irmãozinho. - Disse Florcha, enquanto lavava a louça.
- É, tem muito sol…

Florencia foi embora. Até o quarto dela, ela ia colocar um biquíni, mas não tinha certeza qual usar. Teve uma ideia pra esquentar o irmão dela. Vestiu um biquíni e levou outro até a cozinha, onde o Martín tava vendo TV.

- Ei, mano… não sei qual biquíni vestir!

O Martín olhou pra ela, a Florcha tava de biquíni, era azul com bolinhas brancas… tava uma gostosa.

- Você gosta desse que eu tô usando?.. ou prefere esse? - Falou a Florcha, apontando pro outro biquíni, que era vermelho total.
- …Sei lá…

A Florcha tirou o que tava vestindo, arrancou a parte de cima, ficando de peitos de fora, e depois tirou a parte de baixo… tava completamente pelada na frente do irmão! O Martín olhava pra aquela buceta escura e cheia de pelos… que excitante. Na hora a mina vestiu o outro biquíni vermelho.

- Esse eu gosto mais, Flor!

Sem mais, a Florencia deixou o azul no quarto, e depois de um tempo foi passar a tarde no quintal, tinha deixado o irmão de pau duro, se mostrando pelada de propósito…

Passou protetor solar, depois estendeu uma toalha na grama e deitou de barriga pra cima, no sol. Tava um calorão.

Depois de um tempo vendo TV, o Martín tomou um pouco de água, e foi pro quintal também, tava entediado. Arrumou uma espreguiçadeira e sentou nela. Só tava de sunga. Ficou do lado da irmã, mas na sombra que a casa fazia. Ficava olhando ela… depois de um tempo, ela virou, deitando de bruços. Agora ele via a tira do sutiã vermelho nas costas, e a calcinha fio dental no rabo… claramente tava meio pequena, porque entrava quase toda entre as bandas… vendo ela assim, o moleque esquentou muito, já tava com o pau durinho por baixo da sunga.

A Florencia virou o olhar e viu ele, sabendo que tava olhando. A mina desatou a tira do sutiã do biquíni, deixando as costas nuas. Depois de um tempo assim, pegou a calcinha fio dental do biquíni e puxou pra baixo, tirando e deixando de lado. Tava tomando sol pelada. - Cuidado que o vizinho pode te ver!
- Disse Martín.
- Que me veja!…
- Respondeu ela, sorrindo.

O muro que separava o quintal deles do quintal do vizinho não era tão alto. Se alguém tentasse espiar por cima, poderia ver Florcha pelada tomando sol, deitada… o vizinho já tinha seus anos, uns quarenta… Martín ficou surpreso com o quanto sua irmã estava sendo puta. Ele não aguentava mais, já vendo aquela bunda nua. O garoto desceu da espreguiçadeira e sentou na grama, do lado da irmãzinha.

- Imagina se ele tá no quintal dele, olha pra cá e te espia…
- Cê acha que o vizinho vai ficar de pau duro se me ver pelada?
- Perguntou Florcha, se fazendo de sonsa.
- Claro!... se ele ver essa bunda gostosa… você pelada… acho que ele pula o muro e te come!

Os dois riram. A garota passou um pouco de protetor solar na mão e espalhou por toda a bunda enorme, passou nas nádegas… enquanto isso, o irmão olhava.

- Cê gosta que eu te olhe, Flor?
- Perguntou Martín.
- Sim… cê não percebe que tirei o biquíni pra você?

Florcha queria provocar ele muito… ela tava muito excitada, estava prestes a deixar de ser virgem, queria transar, queria sentir o que a irmã contava, uma pica penetrando ela…

Martín se posicionou na altura da bunda da irmã. Agora estava no sol, começou a acariciar as nádegas gordas e excitantes, ainda molhadas pelo protetor solar.

Florencia, ainda deitada de bruços, levou as duas mãos pra bunda e, com ambas, abriu bem as nádegas. Martín agora via direitinho o cuzinho e os lábios da buceta fechadinhos.

- Olha aí, irmãozinho… cê gosta do que vê?
- Sim, Flor… gosto muito!
- E cê teria vontade de me comer?
- Óbvio, porra… adoraria!

Florencia adorava ouvir ele dizer isso… o garoto tava com a pica toda dura, doía de tão dura que tava! Já escorria muito líquido pré-seminal da cabeça. Enquanto ela mantinha a bunda aberta, ele colocou um dedo no buraquinho da bunda dela... passou por ali, e depois desceu até a buceta.

Ela se ajeitou um pouco, e colocou o rosto entre as nádegas da garota, esticou a língua pra fora, e lambeu a bunda dela.

- Mmmmm... – gemeu Florcha, com os olhos fechados.

Martín passou a língua várias vezes pelo orifício anal da irmãzinha, deixando tudo cheio de saliva...

- Agora não tem medo do vizinho te ver chupando a bunda da sua irmã? – disse Florencia.

O garoto riu... e continuou lambendo.

- O sol vai te fazer mal, irmãozinho, passa protetor, senão você vai se queimar!
- Não tem problema... é só um minuto.
- É que tá muito forte!

Depois de um tempo chupando a bunda dela, ele tirou o rosto dali e continuou com as carícias.

- Bom... acho que já deu de sol por hoje! – disse a garota.

Os dois se levantaram e voltaram pra dentro de casa. Tomaram alguma coisa enquanto a tarde avançava.

Florcha foi pro quarto, tirou o biquíni, e voltou pra cozinha pelada. No caminho, colocou um sutiã e uma camiseta. Enquanto o irmão olhava pra buceta dela, ela vestiu uma legging esportiva curta, sem nada por baixo. Depois, os tênis.

- Vai um pouco pra academia?
- Sim!
- Não vai colocar nada por baixo da legging?
- Não, é mais confortável assim, irmãozinho!
- Tá marcando muito a sua bunda, Flor!... vão ficar olhando pra caralho.

A verdade é que a irmã dele estava uma gostosa do caralho de legging... o jeito que a bunda dela marcava era impressionante! A garota deu um beijo na bochecha do irmãozinho e foi embora.

Quando chegou lá, ela percebeu na hora todos os olhares dos caras, tinha muita gente.

Ela começou a malhar, enquanto por dentro estava louca de tesão. Martín ficou limpando um pouco o quarto dele... ainda estava muito excitado, e não parava de imaginar o que a irmã podia estar fazendo com tantos caras por perto... sentou na cama, pegou o celular e mandou uma mensagem pra ela. Mensagem no WhatsApp pra Florcha.

“Tá passando despercebida? Ou tão te olhando?”

A mina, enquanto pedalava na bicicleta ergométrica, leu rindo.

“Tão me olhando pra caralho! Tá cheio de boy”

Martín baixou a sunga, porque a cock já tava apertando demais.

“Como você gosta que olhem pra sua raba, irmãzinha! O que cê tá fazendo?”

“Siiim… tô na bicicleta”

“Ahh!… Enquanto pedala… levanta um pouco a raba pra eles verem bem… cê topa?”

“Kkkk que malvado! Claro que topo!”

Florcha se fez de sonsa, e enquanto pedalava, levantava um pouco a raba… assim aparecia mais, e quase todos os caras do lugar não perdiam detalhe, se fazendo de desligados…

Tava solta demais… os boys da academia, o vizinho, o irmão dela… tanto faz… queria chamar atenção dos homens.

“Já fiz, ainda olho eles no espelho e eles tão me encarando!”

O adolescente já tava batendo uma enquanto lia o que a irmã escrevia.

“Que puta que cê tá, Flor!… Quando voltar, vou chupar bem essa sua raba”

“Mmm quero!” Respondeu ela, se molhando toda na academia.

“Cê tá excitada?”

“Sim, pra caralho!”

“Então… toma cuidado irmãzinha… pra não dar nada na sua leggins porque cê tá sem calcinha! Imagina se rasga ou acontece algo”

“Ai, cê tá me assustando… é verdade! Um monte de boy ia ver minha buceta! Morro kkkk”

Depois de mais umas trocas, Florencia terminou a rotina e voltou pra casa… Martín tava muito tarado. Já era fim de tarde, assim que a mina chegou em casa, tava com vontade de mijar e entrou no banheiro. Depois, deu descarga, se limpou e subiu a leggins.

Agora tava em pé se olhando no espelho do banheiro, meio suada, bem quando o irmão mais novo entrou no banheiro. Se olharam, e o moleque imediatamente ficou atrás da irmã, e sem falar nada, pegou a leggins dela e puxou até o tornozelo.

Martín Ele se ajoelhou no chão, assim o rosto dele ficava na altura da bunda enorme da Florcha. Ele abriu um pouco e meteu a língua, começando a chupar a racha dela de novo… a garota continuava de pé, segurando na pia, enquanto a língua do irmãozinho brincava no cuzinho dela.

Ela afastou um pouco as pernas. O irmão passava a língua no cu dela de um jeito quase desesperado, Florcha derretia de prazer, adorava que chupassem a bunda dela.

Depois de várias lambidas, a adolescente estava completamente excitada… ela tinha esquentado tanto o irmão o dia inteiro, que também não aguentava mais… Martín desabotoou a sunga, tirando o pau pra fora.

- Ahhhh…mmmmmmmmmmmmmm
- Você gosta que eu chupe sua racha?
- Siiiim… uhhmmm sim.

O garoto continuava lambendo a bunda da irmã no banheiro, quando se levantou, apontou o pau e encostou ele no cu dela.

- Ohhhh… - gemeu a garota ao sentir ele tão duro na racha dela.

Florcha levou as mãozinhas até as nádegas e abriu bem a bunda, o irmão encostava o pau ali, o cuzinho estava todo cheio de saliva… toda vez que Martín apoiava e empurrava, o buraquinho da garota se abria ligeiramente… ele brincava com a ponta do pau empurrando naquela bunda que se abria de tesão…

Florencia sentia a buceta muito molhada, muito excitada… sentir aquele pau quentinho e duro na racha dela era demais…

- Mmmm… sua bunda abre toda, Florrrrr… - disse Martín, olhando como o cuzinho da irmã se abria aos poucos quando ele encostava a cabeça do pau.

Ele já não aguentava mais, queria meter no cu da irmã… ela continuava abrindo as nádegas, sentindo a ponta quase entrando.

- Abre porque eu tô muito excitada, irmãozinho… ahhh… a gente devia parar.. você vai meter!
- Quero te comer, Flor.. quero meter bem fundo na sua racha…
- Ai não, chega, cara!
- Você é uma putinha, irmãzinha..

Florencia ficou com muito mais tesão quando Ouviu o irmão chamar ela de puta... queria transar, mas ao mesmo tempo não se sentia pronta, também não achava a situação ideal.

O garoto empurrou mais pra dentro daquela bunda babada, percebeu que ela se abriu um pouco mais, e a pontinha da cabeça da pica entrou!

- Ahhhh!!! Ai, dói, maninho!!!

Martín não deu bola, tirou e encostou de novo, o buraquinho do cu da Florcha estava um pouco aberto, somado à saliva que tinha depois da chupada que o irmão deu, e do tesão que ela tava sentindo a pica dura ali...

- Paraaaa... sério, cara... ainda não tô pronta pra transar!
- Vou meter tudo nessa sua bunda, Flor... vou te comer!
- Nãaaaao!!! Por favor... minha primeira vez tem que ser com alguém especial - implorava Florcha.

O adolescente não ligou, tava tão tarado que só queria arrombar o cu da irmã virgem. Empurrou mais, e sentiu a cabeça inteira da pica entrar na bunda da Florcha!

- AHHHHHHHHHHHHHH DÓI!!! Tá doendo minha bunda!!!!!

Martín tinha a cabecinha gordinha e vermelha da pica enfiada no cu da irmã, abriu ele pela primeira vez! Tava arrombando a bundinha da irmã virgem de pé! E no banheiro.

Nisso, a mãe chegou em casa... quando entrou na sala e colocou as coisas na mesa, ouviu de leve o barulho do grito da Florencia quando o irmãozinho meteu na bunda dela, e foi ver o que tava rolando. Achou que o grito veio do banheiro, chegou perto da porta, que tava fechada, dava pra ver que a luz tava acesa lá dentro.

- Filha? Tá bem? - Perguntou a mãe atrás da porta.

Martín e Florcha ficaram parados feito estátuas na hora. Levaram um baita susto. O garoto tava com a pica enfiada no cu da irmã...

Continua...

3 comentários - Irmãs: fio dental e calcinha XV

Me acuerdo cuando los leía hace un par de años, y cuando los busqué no los encontraba... sos un héroe