Olá, meu nome é Lucas e o que vou contar pra vocês é a melhor coisa que já me aconteceu na vida.
Minha família é composta pela minha mãe Carolina e minha irmã Camila, não tivemos a oportunidade de conhecer meu pai, mas não reclamamos, estamos bem.
Vou me descrever: sou um cara comum, 18 anos, 1,75m, cabelo castanho escuro, físico normal, tranquilo, com uma barriguinha. Acho que nos padrões de beleza sou um 8, mas onde eu realmente me destaco é na lábia. Basicamente, ganho mais no papo.
Tudo começou em março de 2020, minha mãe tava visitando minha avó em Córdoba. Era uma sexta de manhã, e normalmente nos meses de férias eu durmo até meio-dia, mas naquela manhã meu celular não parava de tocar. Levantei xingando pra ver quem era e vi que tinha 3 chamadas perdidas da minha mãe. Na hora pensei: "Ah, que encheção de saco, o que essa mulher quer?" Retornei a ligação.
Eu: maaaa, o que você precisava? Tava dormindo, desculpa.
Mamãe: tem grana, pelo amor de Deus! Olha que horas são.
Eu: então mãe, ontem saí com meus amigos e cheguei cansado.
Mamãe: tá bom, beleza, cê viu as notícias?
Eu: não, véi, o que rolou?
Mamãe: o presidente deu um comunicado, estamos em quarentena, vou ter que ficar na casa da sua avó por um tempo, até que tudo isso acabe.
Eu: é sério? Tipo, não podemos sair de casa? Que merda.
Mamãe: se não der, fala pra Cami também não sair, vão fazer uma compra grande no mercado e fiquem em casa.
Eu: beleza mãe, qualquer coisa te aviso.
Mamãe: bom, manda um beijo pra Cami, tchau.
Eu: falou, mãe.
A notícia da porra da quarentena tava ferrando meu dia, não conseguia acreditar, eram as férias que eu mais tava saindo à noite e agora ia cortar tudo. Terminei de me levantar e fui pro quarto da Cami, bati na porta:
Eu: camiii, a mãe falou que vai ficar na casa da vó por mais um tempo por causa da situação.
Cami: que situação?
Eu: olha as notícias, vagabunda
Cami: não acredito, quarentena? Não vou poder sair?
Eu: Viu kkk mamãe falou pra não sairmos, tão dando multa, só pode ir no mercado e farmácia.
Cami: tá bom tá bom, me deixa dormir mais, já tô de mau humor.
Minha irmã, que é 5 anos mais velha, era a típica gatinha que tinha milhares de seguidores no Instagram e se achava influencer, loira, branquela de 1,65, era baixinha, tem um bom par de peitos, mas o que mais se destaca nela é a rabuda grande, com a cinturinha fina dela, o bundão que ela carregava ficava ainda mais evidente.

No colégio ou no bairro, nunca faltavam os comentários dos meus amigos sobre a bunda dela, tipo "meu sonho é comer a bunda da sua irmã" e "será que nunca deram pra ela?". No começo, esses comentários me irritavam, mas depois chegou um ponto que eu nem ligava mais pro que falavam, e ao mesmo tempo eu também ficava fantasiando com aquela gostosa.
Capítulo 2 "Começos
Era uma sexta-feira, acordei todo suado, um calor infernal. Fui na cozinha pegar um copo d'água, voltei pro quarto e comecei a separar a roupa suja pra lavar. Com tudo separado, fui pro tanque, abri a porta e do susto que levei quase derrubei o cesto inteiro. Não acreditei, meu coração batia a mil. Era a Cami, com uma camisetinha preta curta, uma fio dental branca e meia-calça.

Fiquei admirando aquela buceta gostosa por uns minutos, ela ainda não tinha notado minha presença, era um presente de Deus aquela visão.
Tentei retomar minha compostura e fingir que estava tranquilo.
Eu: cami haha, bota uma calça, gata
Cami: haha, não me enche, tá um calor infernal e o ar condicionado não funciona.
Eu: também, gata kkk não pode andar de fio dental pela casa toda
Cami: fala sério lucas, só tem nós dois aqui, para de encher o saco. Com esse calorão, não tenho problema nenhum de você andar de cueca pela casa, somos irmãos, que maluquice é essa.
Eu: tá bom, beleza, te entendo, também tô meio sobrecarregado.
Cami: já foi, fica à vontade, porque vamos ter que nos acostumar já que não podem vir consertar o ar-condicionado por causa dessa porra de pandemia haha.
Eu: bom haha termina de vestir tuas roupas aí, que eu venho depois.
Fui direto pro meu quarto, com a imagem perfeita gravada na minha cabeça, me tranquei e bati umas das melhores punhetas da minha vida, tantas vezes que imaginei a Cami de fio dental e hoje finalmente pude ver, tava transbordando de felicidade.
Os dias foram passando e já era comum ver a Cami andando pela casa só de fio dental, eu tava bobão, ficava de olho nela escondido ou sentava pra jogar videogame na sala enquanto via ela cozinhar.

Mas eram poucos minutos que eu via ela de canto de olho, não queria que ela me descobrisse ou que pensasse que eu era um virjão doente com os hormônios a mil, por isso tinha bolado um plano que era ir até a geladeira pra me refrescar com alguma bebida e de quebra aproveitar pra ver aquela bunda de frente. Na minha cabeça passava a ideia de ir lá e dar um tapão nela, mas isso seria o fim pra mim, então eu me contentava em olhar.
Continua...
Me apagaram o post, não faço ideia do porquê.
Esta é minha primeira história e eu agradeceria se vocês me dessem uns conselhos.
Minha família é composta pela minha mãe Carolina e minha irmã Camila, não tivemos a oportunidade de conhecer meu pai, mas não reclamamos, estamos bem.
Vou me descrever: sou um cara comum, 18 anos, 1,75m, cabelo castanho escuro, físico normal, tranquilo, com uma barriguinha. Acho que nos padrões de beleza sou um 8, mas onde eu realmente me destaco é na lábia. Basicamente, ganho mais no papo.
Tudo começou em março de 2020, minha mãe tava visitando minha avó em Córdoba. Era uma sexta de manhã, e normalmente nos meses de férias eu durmo até meio-dia, mas naquela manhã meu celular não parava de tocar. Levantei xingando pra ver quem era e vi que tinha 3 chamadas perdidas da minha mãe. Na hora pensei: "Ah, que encheção de saco, o que essa mulher quer?" Retornei a ligação.
Eu: maaaa, o que você precisava? Tava dormindo, desculpa.
Mamãe: tem grana, pelo amor de Deus! Olha que horas são.
Eu: então mãe, ontem saí com meus amigos e cheguei cansado.
Mamãe: tá bom, beleza, cê viu as notícias?
Eu: não, véi, o que rolou?
Mamãe: o presidente deu um comunicado, estamos em quarentena, vou ter que ficar na casa da sua avó por um tempo, até que tudo isso acabe.
Eu: é sério? Tipo, não podemos sair de casa? Que merda.
Mamãe: se não der, fala pra Cami também não sair, vão fazer uma compra grande no mercado e fiquem em casa.
Eu: beleza mãe, qualquer coisa te aviso.
Mamãe: bom, manda um beijo pra Cami, tchau.
Eu: falou, mãe.
A notícia da porra da quarentena tava ferrando meu dia, não conseguia acreditar, eram as férias que eu mais tava saindo à noite e agora ia cortar tudo. Terminei de me levantar e fui pro quarto da Cami, bati na porta:
Eu: camiii, a mãe falou que vai ficar na casa da vó por mais um tempo por causa da situação.
Cami: que situação?
Eu: olha as notícias, vagabunda
Cami: não acredito, quarentena? Não vou poder sair?
Eu: Viu kkk mamãe falou pra não sairmos, tão dando multa, só pode ir no mercado e farmácia.
Cami: tá bom tá bom, me deixa dormir mais, já tô de mau humor.
Minha irmã, que é 5 anos mais velha, era a típica gatinha que tinha milhares de seguidores no Instagram e se achava influencer, loira, branquela de 1,65, era baixinha, tem um bom par de peitos, mas o que mais se destaca nela é a rabuda grande, com a cinturinha fina dela, o bundão que ela carregava ficava ainda mais evidente.

No colégio ou no bairro, nunca faltavam os comentários dos meus amigos sobre a bunda dela, tipo "meu sonho é comer a bunda da sua irmã" e "será que nunca deram pra ela?". No começo, esses comentários me irritavam, mas depois chegou um ponto que eu nem ligava mais pro que falavam, e ao mesmo tempo eu também ficava fantasiando com aquela gostosa.
Capítulo 2 "Começos
Era uma sexta-feira, acordei todo suado, um calor infernal. Fui na cozinha pegar um copo d'água, voltei pro quarto e comecei a separar a roupa suja pra lavar. Com tudo separado, fui pro tanque, abri a porta e do susto que levei quase derrubei o cesto inteiro. Não acreditei, meu coração batia a mil. Era a Cami, com uma camisetinha preta curta, uma fio dental branca e meia-calça.

Fiquei admirando aquela buceta gostosa por uns minutos, ela ainda não tinha notado minha presença, era um presente de Deus aquela visão.
Tentei retomar minha compostura e fingir que estava tranquilo.
Eu: cami haha, bota uma calça, gata
Cami: haha, não me enche, tá um calor infernal e o ar condicionado não funciona.
Eu: também, gata kkk não pode andar de fio dental pela casa toda
Cami: fala sério lucas, só tem nós dois aqui, para de encher o saco. Com esse calorão, não tenho problema nenhum de você andar de cueca pela casa, somos irmãos, que maluquice é essa.
Eu: tá bom, beleza, te entendo, também tô meio sobrecarregado.
Cami: já foi, fica à vontade, porque vamos ter que nos acostumar já que não podem vir consertar o ar-condicionado por causa dessa porra de pandemia haha.
Eu: bom haha termina de vestir tuas roupas aí, que eu venho depois.
Fui direto pro meu quarto, com a imagem perfeita gravada na minha cabeça, me tranquei e bati umas das melhores punhetas da minha vida, tantas vezes que imaginei a Cami de fio dental e hoje finalmente pude ver, tava transbordando de felicidade.
Os dias foram passando e já era comum ver a Cami andando pela casa só de fio dental, eu tava bobão, ficava de olho nela escondido ou sentava pra jogar videogame na sala enquanto via ela cozinhar.

Mas eram poucos minutos que eu via ela de canto de olho, não queria que ela me descobrisse ou que pensasse que eu era um virjão doente com os hormônios a mil, por isso tinha bolado um plano que era ir até a geladeira pra me refrescar com alguma bebida e de quebra aproveitar pra ver aquela bunda de frente. Na minha cabeça passava a ideia de ir lá e dar um tapão nela, mas isso seria o fim pra mim, então eu me contentava em olhar.
Continua...
Me apagaram o post, não faço ideia do porquê.
Esta é minha primeira história e eu agradeceria se vocês me dessem uns conselhos.
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