Uns anos atrás, eu morava num prédio de apartamentos que não tinha elevador. O quinto andar era onde eu morava, e quase sempre os outros três apartamentos estavam vazios porque ninguém queria morar lá e subir as escadas todo santo dia. A real é que o preço daquele andar era mais baixo por causa disso. Como eu tava dizendo, eu era o único que morava naquele andar. Aí, num domingo à tarde, saí pra dar uma distraída, e foi quando notei que tinha um caminhão de mudança. Não dei bola, e quando voltei já de noite, vi que o apartamento bem na frente do meu tava com as luzes acesas.
Passaram uns dias e eu ainda não tinha visto os novos inquilinos, mas nem tava ligando. Numa tarde, voltando do trampo, comprei umas cervejas e ia ver um filme, quando no primeiro andar do prédio me deparei com uma mulher baixinha, de quadril largo e pernas grossas, um rabão enorme. Difícil não reparar, mesmo com a distância entre a porta onde eu tava e as escadas que ela começou a subir. Não demorei nem metade da escada pra alcançar ela, mas eu não tava com pressa, tinha um espetáculo inteiro na minha frente. Só que ela tava carregando um galão de água de 20 litros. Foi aí que me ofereci pra ajudar.
— Oi, acho que não tinha te visto por aqui. Sou... mas me chamam de Mac, prazer. Quer ajuda?
— Oi, vizinho, sou Vanesa, prazer. E não, obrigada, mal te conheço e moro no quinto andar.
Que chata, pensei, mas já tinha me oferecido.
— Relaxa — falei —, você pega minhas cervejas e eu levo a água.
Subimos as escadas batendo um papo qualquer. Enquanto isso, percebi que ela não tinha só uma bunda enorme, mas também uns peitões do caralho. Ela tava com uma blusa sem decote que, mesmo cobrindo a pele, não escondia o tamanhão dos peitos. Enfim, chegamos no andar, ela me agradeceu e me ofereceu um café, além de convidar pra entrar no apartamento dela. Recusei, com a desculpa de que tava cansado. Ela ficou sem graça porque eu tinha carregado a água, mas falei que não foi nada. O problema é que tinha sido um prazer e tive a oportunidade de conhecê-la, não fui até o apartamento dela porque não tinha descoberto se ela era casada e não queria arrumar confusão com os vizinhos que tinham acabado de chegar. Claro, agradeci a oferta e convidei ela pra tomar uma cerveja no meu apê, ela recusou sem dar muita explicação e nós dois entramos nas nossas respectivas casas. Minha mente, claro, já imaginava aqueles peitões enormes com a pele morena clara dela, ela também tinha uns olhos grandes cor de mel e uns lábios grandes e grossos, uma verdadeira gostosa cheinha. A televisão estava ligada e eu com uma cerveja na mão, mas meus pensamentos já tinham começado a fazer meu pau crescer quando bateram na porta. — Oi, Vanessa, como você tá? O que você precisa? — Boa noite, vizinho, desculpa te interromper, mas depois de desfazer as malas, tô meio cansada e com calor, pensei em aceitar aquela cerveja que você me ofereceu. — Claro, vizinha, pode entrar à vontade, senta aí enquanto vou pegar a cerveja. — Sua esposa não vai ficar brava? — Que esposa? — perguntei. — Sou solteiro e moro sozinho, se te incomodar, podemos deixar a porta aberta, não quero que seu marido fique bravo. — Ela sorriu e comentou: — Não, não incomoda, ele nunca está aqui. Pra mim, aquilo foi o convite pra tentar comer aquela mulher voluptuosa. As cervejas voaram e sugeri ir buscar mais, mas ela não quis, em vez disso, ofereceu trazer uma garrafa de vinho da casa dela. Demorou uns 15 ou 20 minutos e voltou de pijama, bem folgado e de tecido bem fino, dava pra ver que não tava usando sutiã e os bicos dos peitos apareciam no tecido. Já tinha uma taça, um copo e uma garrafa de uísque na mesa pra quando ela voltasse. Ela sentou no sofá individual e eu no duplo, aí ela se ofereceu pra servir as bebidas. Levantou de novo, mas dessa vez se inclinou em direção à mesa sem dobrar os joelhos e eu pude ver os peitões enormes dela, dava pra notar a pele com leves traços de suor. Me deixou com tesão e meu pau ficou marcando no tecido da minha calça, nem tentei esconder, queria que ela visse. notou que eu tava excitado por ela e, com sorte, talvez ela também estivesse. passaram uns drinks e a conversa continuava boba, ela servindo as bebidas e eu olhando pros peitos dela com o pau quase estourando. aí foi quando eu levantei e pedi desculpa, falei que precisava ir no banheiro. quando voltei, ela pediu licença pra ir também. voltou com o rosto lavado, a água tinha escorrido pra pijama fina dela e o tecido grudava na pele. eu tava desesperado, mas não sabia se dava o primeiro passo ou esperava mais um pouco. — vizinho, molhei minha blusa, te incomoda? — claro que não, vizinha, mas posso te emprestar uma toalha pra secar, vai pegar frio. com um sorriso, ela disse: — percebeu meus mamilos duros, mas não é de frio, eles ficam assim quando bebo. foi aí que, sem mais conversa, sem avisar, ela tirou a blusa, se jogou em cima de mim e falou: — vai, vizinho, bem que você tá de olho nos meus peitos, não tira os olhos deles. o álcool tinha soltado minha vizinha e eu aproveitei. minha boca grudou no peito dela feito um recém-nascido, a mão dela acariciava meu pau por cima da calça. — vizinho, que pau duro, dava pra ver que era de bom tamanho. soltou ele da minha calça com maestria e começou a me masturbar. ela gemia só com minha língua nos mamilos e minhas mãos nos peitos dela. já tava tão excitado que não me importei se ela tinha marido ou não, nem sabia, nem perguntei. em minutos, a gente já tava pelado igual o tesão deixou. ela de joelhos no chão, dando um boquete foda no meu pau, e eu tentando segurar pra não gozar. avisei que ia gozar logo e ela parou. levantou, tirou a calça que ainda tinha uma perna presa, subiu os dois pés no sofá, de cada lado da minha cintura, e sem mais sentou no meu pau duro. tava como hipnotizada, não falava nada, só gemia, e eu tentando segurar a gozada. ela subia tanto que quase tirava meu pau da buceta dela, aí sentava de novo. com maestria, fazia isso toda Cada vez mais rápido, eu indiquei de novo que não aguentava mais e aumentei a velocidade. A buceta dela apertava cada vez mais. Peguei ela por baixo, segurando as nádegas com as duas mãos, e tentei levantá-la para não gozar dentro, mas ela impediu, deixando o corpo cair e, com aquela penetração profunda, resultado do movimento dela, eu gozei o mais fundo possível dentro dela. Jorros e jorros de sêmen saíram do meu pau, e eu tive um orgasmo muito intenso. Ela também soltou um grito de prazer, e a buceta dela se contraía, espremendo cada gota de porra de mim.
Explicações vieram e foram, mas no fim ela era a amante de um empresário, que pagava tudo pra ela e a via cada vez menos, comia ela cada vez menos, e ela tinha necessidades — que eu estava disposto a satisfazer. E foi o que fiz, por uns 8 meses. Mas dois meses depois da primeira vez que a gente comeu — e a gente comia praticamente todo dia —, ela me deu a notícia enquanto estava montada em mim e tinha acabado de tirar mais uma porrada de leite dentro de mim: "Meu rei, tô grávida." 😱 Claro, a notícia me pegou de surpresa, mesmo sendo esperado, porque a gente já tava comendo há meses e nunca, nem uma vez, usou camisinha. Ela tinha dito que se cuidava e que era impossível engravidar. Ela continuou: "Não se preocupa, meu rei, a gente vai continuar comendo, mas todo dia, porque eu tô mais gostosa do que nunca e preciso do seu pau e da sua porra cada vez mais. Mas tinha que te dar a notícia: tô com 3 meses de gravidez."
Mil coisas passavam pela minha cabeça. Ainda tinha meu pau dentro dela, com a sensação do orgasmo, quando — "Peraí! Três meses? Se faz dois que a gente começou a comer?" Foi assim que descobri que não era meu. Além disso, foi por isso que o pai do filho dela a levou pra morar lá: pra família dele não descobrir. Ele perdeu o interesse nela, mas não deixou de sustentá-la, e até hoje faz isso. Ela e eu continuamos comendo durante toda a gravidez dela. Posso até dizer que um dia antes de ela entrar em trabalho de parto, a gente tava transando. fodendo como uns loucos e, embora ela tenha pedido meu gozo no cu dela, eu gozei na buceta dela, no final, mais grávida do que já estava não podia ficar. Se vocês gostaram do relato, posso contar mais experiências que tive com ela. Valeu por lerem.
Passaram uns dias e eu ainda não tinha visto os novos inquilinos, mas nem tava ligando. Numa tarde, voltando do trampo, comprei umas cervejas e ia ver um filme, quando no primeiro andar do prédio me deparei com uma mulher baixinha, de quadril largo e pernas grossas, um rabão enorme. Difícil não reparar, mesmo com a distância entre a porta onde eu tava e as escadas que ela começou a subir. Não demorei nem metade da escada pra alcançar ela, mas eu não tava com pressa, tinha um espetáculo inteiro na minha frente. Só que ela tava carregando um galão de água de 20 litros. Foi aí que me ofereci pra ajudar.
— Oi, acho que não tinha te visto por aqui. Sou... mas me chamam de Mac, prazer. Quer ajuda?
— Oi, vizinho, sou Vanesa, prazer. E não, obrigada, mal te conheço e moro no quinto andar.
Que chata, pensei, mas já tinha me oferecido.
— Relaxa — falei —, você pega minhas cervejas e eu levo a água.
Subimos as escadas batendo um papo qualquer. Enquanto isso, percebi que ela não tinha só uma bunda enorme, mas também uns peitões do caralho. Ela tava com uma blusa sem decote que, mesmo cobrindo a pele, não escondia o tamanhão dos peitos. Enfim, chegamos no andar, ela me agradeceu e me ofereceu um café, além de convidar pra entrar no apartamento dela. Recusei, com a desculpa de que tava cansado. Ela ficou sem graça porque eu tinha carregado a água, mas falei que não foi nada. O problema é que tinha sido um prazer e tive a oportunidade de conhecê-la, não fui até o apartamento dela porque não tinha descoberto se ela era casada e não queria arrumar confusão com os vizinhos que tinham acabado de chegar. Claro, agradeci a oferta e convidei ela pra tomar uma cerveja no meu apê, ela recusou sem dar muita explicação e nós dois entramos nas nossas respectivas casas. Minha mente, claro, já imaginava aqueles peitões enormes com a pele morena clara dela, ela também tinha uns olhos grandes cor de mel e uns lábios grandes e grossos, uma verdadeira gostosa cheinha. A televisão estava ligada e eu com uma cerveja na mão, mas meus pensamentos já tinham começado a fazer meu pau crescer quando bateram na porta. — Oi, Vanessa, como você tá? O que você precisa? — Boa noite, vizinho, desculpa te interromper, mas depois de desfazer as malas, tô meio cansada e com calor, pensei em aceitar aquela cerveja que você me ofereceu. — Claro, vizinha, pode entrar à vontade, senta aí enquanto vou pegar a cerveja. — Sua esposa não vai ficar brava? — Que esposa? — perguntei. — Sou solteiro e moro sozinho, se te incomodar, podemos deixar a porta aberta, não quero que seu marido fique bravo. — Ela sorriu e comentou: — Não, não incomoda, ele nunca está aqui. Pra mim, aquilo foi o convite pra tentar comer aquela mulher voluptuosa. As cervejas voaram e sugeri ir buscar mais, mas ela não quis, em vez disso, ofereceu trazer uma garrafa de vinho da casa dela. Demorou uns 15 ou 20 minutos e voltou de pijama, bem folgado e de tecido bem fino, dava pra ver que não tava usando sutiã e os bicos dos peitos apareciam no tecido. Já tinha uma taça, um copo e uma garrafa de uísque na mesa pra quando ela voltasse. Ela sentou no sofá individual e eu no duplo, aí ela se ofereceu pra servir as bebidas. Levantou de novo, mas dessa vez se inclinou em direção à mesa sem dobrar os joelhos e eu pude ver os peitões enormes dela, dava pra notar a pele com leves traços de suor. Me deixou com tesão e meu pau ficou marcando no tecido da minha calça, nem tentei esconder, queria que ela visse. notou que eu tava excitado por ela e, com sorte, talvez ela também estivesse. passaram uns drinks e a conversa continuava boba, ela servindo as bebidas e eu olhando pros peitos dela com o pau quase estourando. aí foi quando eu levantei e pedi desculpa, falei que precisava ir no banheiro. quando voltei, ela pediu licença pra ir também. voltou com o rosto lavado, a água tinha escorrido pra pijama fina dela e o tecido grudava na pele. eu tava desesperado, mas não sabia se dava o primeiro passo ou esperava mais um pouco. — vizinho, molhei minha blusa, te incomoda? — claro que não, vizinha, mas posso te emprestar uma toalha pra secar, vai pegar frio. com um sorriso, ela disse: — percebeu meus mamilos duros, mas não é de frio, eles ficam assim quando bebo. foi aí que, sem mais conversa, sem avisar, ela tirou a blusa, se jogou em cima de mim e falou: — vai, vizinho, bem que você tá de olho nos meus peitos, não tira os olhos deles. o álcool tinha soltado minha vizinha e eu aproveitei. minha boca grudou no peito dela feito um recém-nascido, a mão dela acariciava meu pau por cima da calça. — vizinho, que pau duro, dava pra ver que era de bom tamanho. soltou ele da minha calça com maestria e começou a me masturbar. ela gemia só com minha língua nos mamilos e minhas mãos nos peitos dela. já tava tão excitado que não me importei se ela tinha marido ou não, nem sabia, nem perguntei. em minutos, a gente já tava pelado igual o tesão deixou. ela de joelhos no chão, dando um boquete foda no meu pau, e eu tentando segurar pra não gozar. avisei que ia gozar logo e ela parou. levantou, tirou a calça que ainda tinha uma perna presa, subiu os dois pés no sofá, de cada lado da minha cintura, e sem mais sentou no meu pau duro. tava como hipnotizada, não falava nada, só gemia, e eu tentando segurar a gozada. ela subia tanto que quase tirava meu pau da buceta dela, aí sentava de novo. com maestria, fazia isso toda Cada vez mais rápido, eu indiquei de novo que não aguentava mais e aumentei a velocidade. A buceta dela apertava cada vez mais. Peguei ela por baixo, segurando as nádegas com as duas mãos, e tentei levantá-la para não gozar dentro, mas ela impediu, deixando o corpo cair e, com aquela penetração profunda, resultado do movimento dela, eu gozei o mais fundo possível dentro dela. Jorros e jorros de sêmen saíram do meu pau, e eu tive um orgasmo muito intenso. Ela também soltou um grito de prazer, e a buceta dela se contraía, espremendo cada gota de porra de mim.
Explicações vieram e foram, mas no fim ela era a amante de um empresário, que pagava tudo pra ela e a via cada vez menos, comia ela cada vez menos, e ela tinha necessidades — que eu estava disposto a satisfazer. E foi o que fiz, por uns 8 meses. Mas dois meses depois da primeira vez que a gente comeu — e a gente comia praticamente todo dia —, ela me deu a notícia enquanto estava montada em mim e tinha acabado de tirar mais uma porrada de leite dentro de mim: "Meu rei, tô grávida." 😱 Claro, a notícia me pegou de surpresa, mesmo sendo esperado, porque a gente já tava comendo há meses e nunca, nem uma vez, usou camisinha. Ela tinha dito que se cuidava e que era impossível engravidar. Ela continuou: "Não se preocupa, meu rei, a gente vai continuar comendo, mas todo dia, porque eu tô mais gostosa do que nunca e preciso do seu pau e da sua porra cada vez mais. Mas tinha que te dar a notícia: tô com 3 meses de gravidez."
Mil coisas passavam pela minha cabeça. Ainda tinha meu pau dentro dela, com a sensação do orgasmo, quando — "Peraí! Três meses? Se faz dois que a gente começou a comer?" Foi assim que descobri que não era meu. Além disso, foi por isso que o pai do filho dela a levou pra morar lá: pra família dele não descobrir. Ele perdeu o interesse nela, mas não deixou de sustentá-la, e até hoje faz isso. Ela e eu continuamos comendo durante toda a gravidez dela. Posso até dizer que um dia antes de ela entrar em trabalho de parto, a gente tava transando. fodendo como uns loucos e, embora ela tenha pedido meu gozo no cu dela, eu gozei na buceta dela, no final, mais grávida do que já estava não podia ficar. Se vocês gostaram do relato, posso contar mais experiências que tive com ela. Valeu por lerem.
4 comentários - Como assim, você tá grávida!!??