Sábado foi aniversário da minha filha e fizemos uma festa. Minha cunhada estava me ajudando na cozinha e, entre um gole e outro, eu já tava meio bêbada porque tinha começado a beber cedo. Bom, a festa foi animando e eu continuei bebendo. Meu cunhado é argentino, era o único estrangeiro, já que todo mundo tem parceiro paraguaio e quem veio pra festa também era paraguaio. Eu, já bem bêbada, comecei a olhar pro meu cunhado, porque ele é realmente gostoso. Não é muito alto, 1,70m, mas tem um corpo muito bonito, já que passa horas na academia. Comecei a provocar ele, zoar com ele.
Eu tava de bota longa, calça jeans e uma camiseta bem justa que marcava meus peitos, que são bem grandes. "Vem, cunhado, me acompanha na cozinha", falei, e fomos os dois pra ele me ajudar a pegar mais cervejas. Abri o freezer e me abaixei, mostrando o tamanho da minha bunda pra ele ver. Pegamos as cervejas e voltamos pra festa.
Ficamos todo mundo bebendo até de madrugada. Já todo mundo tava indo dormir, porque minha casa é grande e a maioria ia ficar pra continuar no dia seguinte. O único que tava sóbrio era meu cunhado, que começou a me ajudar a arrumar as coisas. "Onde a gente coloca isso?", ele perguntou, mostrando um saco cheio de latas de cerveja. "No porão, cunhado", respondi, com a língua enrolada de tão bêbada. Ele desceu as coisas e voltou pra me ajudar. Eu me abaixava mostrando minha bunda, que parecia que ia rasgar a calça, porque sou bem bunduda. Quando terminamos, perguntei se ele queria tomar a última cerveja comigo, depois que a gente levasse tudo pro porão. Depois de duas viagens, ele me esperou lá embaixo e eu fui com uma garrafa de cerveja e um copo. Ele serviu e começamos a beber. "Cunhado, minha concunhada me disse que você tá afim de ficar comigo de novo", falei rindo. "Não enche o saco, Lis", ele respondeu, servindo mais um copo de cerveja. Ele: "Fala, cunhada", falei passando minha mão por cima da calça dele, sentindo o pau dele e eu continuei insistindo e tocando no pau dele, até que sinto que ele estava ficando duro.
Eu, entre brincadeira e brincadeira, fui me ajoelhando na frente dele e comecei a desabotoar a calça dele, devagar, vendo como ele ficava mais duro e, abrindo minha boca, comecei a chupar ele, enchia minha boca, eu chupava tudo, até me fazer engasgar de tão fundo que ele chegava, lambia desde as bolas até a cabeça que parecia uma ameixa, como eu estava chupando o pau do meu cunhado, ele dava suspiros de prazer, fazendo com que entrasse e saísse da minha boca como se estivesse comendo ela.
Assim ajoelhada como estava, comecei a desabotoar minha calça, me levantei e a baixei até os joelhos, virando de costas e me abaixando para que ele pudesse meter, ele encaixou na entrada da minha buceta que estava molhada, fazendo força eu sentia ele entrando, sentia como entrava até que ele meteu tudo, que prazer sentir um pau desse dentro, encostei minha bunda na pélvis dele e comecei a mexer meus quadris, aproveitando como meu cunhado me comia, nós dois nos movíamos fazendo com que entrasse e saísse, aproveitando, gozando, ele levantou minha camiseta e, tirando meus peitos para fora, começou a acariciá-los, forte, apalpava eles à vontade enquanto me comia. Apoiou uma mão nas minhas costas fazendo com que eu me abaixasse mais, e tirou, lambeu a mão e passou na minha bunda para lubrificar, eu me abaixei mais e abri minhas nádegas, sabendo por onde ele queria meter, eu já tinha comido muito pau pelo cu, sinto quando ele encosta a cabeça na entrada do buraco do meu cu e começa a fazer força e o pau dele começa a entrar em mim.
Meu cunhado já tinha metido tudo pelo meu cu, sentia minha bunda aberta ao máximo, doía, mas eu gostava da sensação de ter aquele pau comendo meu cu, eu me mexia devagar, queria aproveitar, desci minha mão até meu clitóris e comecei a me tocar, me Notei ela bem molhada. “Continua, cunhado, continua fodendo meu cu assim, tô adorando”, eu dizia com os olhos fechados de prazer. “Você gosta, gostosa?”, ele perguntava enquanto amassava meus peitos. “Sim, cunhado, gosto muito”, eu respondia sentindo minhas pernas doerem por causa da posição. “Cunhado, deixa eu ficar de quatro, minhas pernas tão doendo”, falei.
Fiquei de quatro, passei a mão no meu clitóris pra lubrificar minha bunda com meus fluidos e, quando passei os dedos no meu cu, soltei um suspiro de espanto pelo tamanho que tava. Nunca tinham deixado minha buceta assim tão aberta. Ele se colocou atrás de mim e enfiou tudo de novo sem dificuldade nenhuma. Eu soltei um gemido de prazer ao sentir aquela pica de novo no meu cu. Meus peitos balançavam no ritmo das estocadas que meu cunhado me dava, até que senti que tava gozando e falei pra ele. Queria terminar com ele, os dois juntos. “Cunhado, tô gozando, vai, goza dentro do meu cu, vai, cunhado, que eu tô gozando”, eu dizia tendo um orgasmo tremendo e, poucos segundos depois, senti meu cunhado enchendo minha raba de porra. Que sensação maravilhosa sentir a porra do meu cunhado preenchendo meu cu, sentia os jatos fortes dele, a porra quente, explodindo de prazer. Que foda que meu cunhado me deu.
Eu tava de bota longa, calça jeans e uma camiseta bem justa que marcava meus peitos, que são bem grandes. "Vem, cunhado, me acompanha na cozinha", falei, e fomos os dois pra ele me ajudar a pegar mais cervejas. Abri o freezer e me abaixei, mostrando o tamanho da minha bunda pra ele ver. Pegamos as cervejas e voltamos pra festa.
Ficamos todo mundo bebendo até de madrugada. Já todo mundo tava indo dormir, porque minha casa é grande e a maioria ia ficar pra continuar no dia seguinte. O único que tava sóbrio era meu cunhado, que começou a me ajudar a arrumar as coisas. "Onde a gente coloca isso?", ele perguntou, mostrando um saco cheio de latas de cerveja. "No porão, cunhado", respondi, com a língua enrolada de tão bêbada. Ele desceu as coisas e voltou pra me ajudar. Eu me abaixava mostrando minha bunda, que parecia que ia rasgar a calça, porque sou bem bunduda. Quando terminamos, perguntei se ele queria tomar a última cerveja comigo, depois que a gente levasse tudo pro porão. Depois de duas viagens, ele me esperou lá embaixo e eu fui com uma garrafa de cerveja e um copo. Ele serviu e começamos a beber. "Cunhado, minha concunhada me disse que você tá afim de ficar comigo de novo", falei rindo. "Não enche o saco, Lis", ele respondeu, servindo mais um copo de cerveja. Ele: "Fala, cunhada", falei passando minha mão por cima da calça dele, sentindo o pau dele e eu continuei insistindo e tocando no pau dele, até que sinto que ele estava ficando duro.
Eu, entre brincadeira e brincadeira, fui me ajoelhando na frente dele e comecei a desabotoar a calça dele, devagar, vendo como ele ficava mais duro e, abrindo minha boca, comecei a chupar ele, enchia minha boca, eu chupava tudo, até me fazer engasgar de tão fundo que ele chegava, lambia desde as bolas até a cabeça que parecia uma ameixa, como eu estava chupando o pau do meu cunhado, ele dava suspiros de prazer, fazendo com que entrasse e saísse da minha boca como se estivesse comendo ela.
Assim ajoelhada como estava, comecei a desabotoar minha calça, me levantei e a baixei até os joelhos, virando de costas e me abaixando para que ele pudesse meter, ele encaixou na entrada da minha buceta que estava molhada, fazendo força eu sentia ele entrando, sentia como entrava até que ele meteu tudo, que prazer sentir um pau desse dentro, encostei minha bunda na pélvis dele e comecei a mexer meus quadris, aproveitando como meu cunhado me comia, nós dois nos movíamos fazendo com que entrasse e saísse, aproveitando, gozando, ele levantou minha camiseta e, tirando meus peitos para fora, começou a acariciá-los, forte, apalpava eles à vontade enquanto me comia. Apoiou uma mão nas minhas costas fazendo com que eu me abaixasse mais, e tirou, lambeu a mão e passou na minha bunda para lubrificar, eu me abaixei mais e abri minhas nádegas, sabendo por onde ele queria meter, eu já tinha comido muito pau pelo cu, sinto quando ele encosta a cabeça na entrada do buraco do meu cu e começa a fazer força e o pau dele começa a entrar em mim.
Meu cunhado já tinha metido tudo pelo meu cu, sentia minha bunda aberta ao máximo, doía, mas eu gostava da sensação de ter aquele pau comendo meu cu, eu me mexia devagar, queria aproveitar, desci minha mão até meu clitóris e comecei a me tocar, me Notei ela bem molhada. “Continua, cunhado, continua fodendo meu cu assim, tô adorando”, eu dizia com os olhos fechados de prazer. “Você gosta, gostosa?”, ele perguntava enquanto amassava meus peitos. “Sim, cunhado, gosto muito”, eu respondia sentindo minhas pernas doerem por causa da posição. “Cunhado, deixa eu ficar de quatro, minhas pernas tão doendo”, falei.
Fiquei de quatro, passei a mão no meu clitóris pra lubrificar minha bunda com meus fluidos e, quando passei os dedos no meu cu, soltei um suspiro de espanto pelo tamanho que tava. Nunca tinham deixado minha buceta assim tão aberta. Ele se colocou atrás de mim e enfiou tudo de novo sem dificuldade nenhuma. Eu soltei um gemido de prazer ao sentir aquela pica de novo no meu cu. Meus peitos balançavam no ritmo das estocadas que meu cunhado me dava, até que senti que tava gozando e falei pra ele. Queria terminar com ele, os dois juntos. “Cunhado, tô gozando, vai, goza dentro do meu cu, vai, cunhado, que eu tô gozando”, eu dizia tendo um orgasmo tremendo e, poucos segundos depois, senti meu cunhado enchendo minha raba de porra. Que sensação maravilhosa sentir a porra do meu cunhado preenchendo meu cu, sentia os jatos fortes dele, a porra quente, explodindo de prazer. Que foda que meu cunhado me deu.
7 comentários - mi cuñado me hizo la cola
que se haga poringuera!!