Acampada safada com minha namorada tímida, parte 5, final.

Acampada safada com minha namorada tímida, parte 5, final.O grande final do acampamento tarado e o desfecho dos nossos protagonistas, aproveitem.
Acordei atordoado. Virei e não ver minha linda namorada deitada do meu lado me bateu com a realidade escandalosa e desastrosa, lembrava como ela disse que continuaria fodendo com ele quando voltássemos e não me contaria, será que nossa relação tinha ido pro saco? Sou um idiota, quis chorar. Já tinha luz suficiente pra saber que era bem tarde da manhã. Não soube se saía, vê-los juntos por aí me faria sentir um lixo, o que era pra eu fazer?

Pensei em mil possibilidades enquanto passava talvez uma hora, saí, tinha que fazer alguma coisa. Lá no fundo via Fausto e Laura bebendo um refrigerante sentados nos bancos rústicos feitos de tocos, procurei bem com o olhar tentando não ser descoberto pelo casal, não vi Randal nem minha namorada em lugar nenhum, deviam estar na barraca, decidi ir ver.

O coração batia mais forte do que nunca enquanto me aproximava da barraca do Randal, ouvi ela rir, uma risada safada, de cumplicidade, ela obviamente já não estava bêbada, minha última esperança de que ela reagisse e acordasse pra realidade me abandonava. Ela ria um pouco mais e me deu uma raiva doida, ouvir aquela risada meiga que antes eu amava agora me enfurecia como nada na vida, chamei ela em voz alta.

Eu: Alejandra – falei com autoridade e forte.

A risada delicada dela parou na hora, ouvi movimento, o zíper abriu devagar, vi Randal deitado virando pra porta com toda naturalidade, ela estava sentada abrindo o zíper, parecia atordoada, de ressaca, recém-acordada, de algum jeito isso me consolou, parece que pelo menos não tinham fodido hoje, ainda. Ela estava com os peitos de fora, e o biquíni vestido, me olhava com medo ou tristeza, não soube distinguir direito, não dizia nada.

Eu: pre-precisamos conversar.

Falei o melhor que pude tentando manter minha dignidade, ela virou pra olhar ele, ele deu de ombros, ela se levantou. Devagar, ela colocou o sutiã daquele bikini amarelo horrível e saiu. Randal se deitou completamente. Dei dois passos e ela me seguiu, com os braços cruzados, evitando meu olhar. Uma muralha de linguagem corporal entre nós. Eu não sabia por onde começar. Quase quis ir embora e mandar ela pro caralho, mas talvez ainda não fosse tarde demais, né?

Eu: eu… Eu te amo – falei docemente, implorando por uma resposta boa. Ela olhava pro chão.

Alejandra: eu também… – disse fracamente, erguendo o olhar. Os braços cruzados na frente dela ainda marcavam uma muralha entre nós.

Eu: Tá tudo bem entre nós? – não sabia o que dizer, só falava sem pensar, do coração pra boca sem passar pelo cérebro. Tava sendo completamente honesto.

Alejandra: é que… – ela tentou começar, virou pro acampamento, respirou fundo – é que não sei se a gente tá bem ou mal, ou se devia terminar ou buscar uma solução ou não fazer nada e deixar o tempo falar – ela voltou o olhar pros meus olhos, parecia tão confusa e sobrecarregada quanto eu – não sei, Franco, eu… não sei – parecia desesperada, parecia buscar minha ajuda com um olhar suplicante.

Eu: O que você quer? – perguntei, mas sei que soou como um pedido. Ela virou o olhar pro chão – ele… Cê gosta dele de verdade ou só…? – deixei as palavras no ar.

Alejandra: ele não pode me gustar de verdade – disse sem tirar os olhos do chão – ele… Ele só me atrai e pronto – falou escolhendo as palavras, com certeza queria dizer coisas mais pesadas, mas se segurou por piedade.

Eu: então não é tão grave – falei com tom alegre – todo mundo sente atração por alguém, tipo, todo mundo se sente atraído por outras pessoas, mas você e eu nos amamos, isso é o que importa – disse tocando o braço dela e procurando o rosto dela. Ela se afastou do meu toque e do meu olhar.

Alejandra: sabe que não é tão simples assim… – disse me olhando nos olhos e torcendo a boca tristemente – Franco… Não sei… – ela virou de novo pro nada – talvez a gente seja jovem demais, né? Eu nunca tinha me Deitado com outra pessoa, você já sabe… Talvez não sei… Seja bom experimentar e tudo mais – ela dizia, mexendo uma pedrinha com o pé e olhando para ela – talvez você também devesse experimentar com outras pessoas, sei lá – o discursinho conciliador dela me deixava furioso, mas eu me segurava o máximo que podia.

Eu: ha – exclamei ironicamente, agora eu olhando para o nada e ela me encarando – Então você quer minha permissão pra dar a buceta à vontade? – soou mal, eu sei, acreditem, eu realmente me segurei.

Alejandra: não preciso da sua permissão pra porra nenhuma – ela disse irritada, mas sem explodir também.

Eu: mas você quer que eu concorde, que aceite, mesmo que não "precise" – fiz aspas no ar – da minha permissão, você quer me avisar – falei no mesmo tom de raiva contida.

Alejandra: nós dois poderíamos fazer isso, pensa bem, não é uma ideia tão louca, tem milhões de casais abertos! – ela dizia tentando encontrar meu olhar, não acreditava na cara de pau dela de literalmente me pedir isso, antes se eu ao menos insinuasse, ela teria surtado.

Eu: ha – exclamei de novo com ironia, olhei nos olhos dela, ela esperava – Então você não se importa que eu transe com outras se assim você puder fazer com ele…

Alejandra: não ia adorar… – disse torcendo a boca, o fato de ela sentir ciúmes pelo menos me aliviava um pouco – … mas seria justo – completou me olhando nos olhos, eu não disse nada, ela continuou – além disso, não precisaria ser necessariamente com outras mulheres – falou escolhendo as palavras, delicadamente, tentando não me fazer explodir.

Eu: O quê?! – gritei histérico.

Alejandra: é… Ahm, tipo, você sabe, né? Tipo, ahm, outros caras, então – ela falava devagar, tentando me fazer parar, mas eu não parei, quando viu minha cara ofendida, desviou o olhar para o chão.

Eu: Então quer dizer que eu coma outros caras?! O que isso significa?! – falei realmente ofendido.

Alejandra: tipo, ahm, é que – ela hesitou, me olhou – ontem… Bem, ontem você chupou o pau dele, eu vi e tipo – eu me virei, fingindo que não era comigo. indignado, mas eu estava extremamente humilhado, envergonhado, ela me pegou pelo braço e procurava meu rosto, eu, diferente dela, deixei – Tá tudo bem! – ela dizia tentando conciliar com o olhar – todo mundo tem curiosidades, ok? Eu gostei, foi ahm divertido, tipo, foi legal se você quiser experimentar, tudo bem – ela falava sorrindo, eu me sentia tão patético que minha própria namorada insinuasse o que insinuava

Eu: não quero transar com homens, não sou gay! – falei com autoridade e irritado

Alejandra: ok ok, foi só uma curiosidade, tá tudo bem – ela dizia conciliando com um olhar alegre.

Eu baixava a guarda, ela se aproximou e me beijou docemente, me entreguei por completo.

Alejandra: eu gostei… – ela dizia entre um beijo e outro

Eu: do quê?

Alejandra: de te ver ahm sabe mmm chupando ele – ela me beijava mais

Eu: sério? – perguntei genuinamente admirado, ela ria um pouco

Alejandra: não sei kkk só foi ahm gostoso? – ela dizia enquanto continuava me beijando – mas não consegui ver direito, tinha que ficar toda torta kkk – ela falava me beijando e até eu ria, a gente se beijava e alguns minutos passavam, me sentia no controle de novo, abraçando ela e não sendo rejeitado

Eu: vamos resolver as coisas… – falei entre um beijo e outro

Alejandra: sim, vamos conversar – disse, mas notei como ela adicionou essa última palavra, ela não ia tirar o dedo da ferida.

Eu peguei ela e avancei em direção ao acampamento, ela nem se despediu do Randal e isso me fez sentir bem, quando chegamos Fausto e Laura nos deram o mais estranho e forçado cumprimento de toda a história, eles tinham visto na noite anterior como ela entrava para dormir com ele, e obviamente ouviram todos os barulhos sexuais. Foi tão estranho o silêncio e a tensão que até preferia que eles fizessem piadas sobre isso, mas não fizeram, então a gente só ficou ali, dois casais cada um na sua, conversando em voz tão baixa que pareciam sussurros. Passei a mão na buceta dela por cima do biquíni e ela deu um pequeno salto.

Alejandra: tá doendo um pouco haha – falou quase que instintivamente, pela cara dela acho que se arrependeu de ter dito

Eu: de noite ele te comeu pra caralho, hein – falei meio sarcástico, mas sem raiva

Alejandra: sim... cê acha que eles ouviram? – perguntou nervosa, indicando disfarçadamente com os olhos na direção do Fausto e da Laura

Eu: sim... – falei seco

Alejandra: que vergonha de puta... – dizia enquanto bebia fundo o suco dela.

Enquanto a gente conversava, desci a mão pela perna dela e senti a caixa da pílula do dia seguinte

Eu: por que não joga fora? – falei sem interesse, ela parecia não entender a pergunta

Alejandra: ué, porque ainda não sei que horas tomar – me respondeu confusa

Eu: ainda não tomou? – falei quase quebrando o tom baixo das nossas vozes

Alejandra: não... – disse com culpa – o efeito dura 72 horas, hoje faria só 48 horas... – falou tímida enquanto Fausto e Laura iam embora

Eu: e você quer aproveitar o máximo possível com ele... – falei meio decepcionado, voltando pra nossa realidade horrível, ela não respondeu.

O Randal chegou, só percebi quando ele tava perto demais pra eu tirar a Alejandra dali sem parecer um idiota. Ele chegou e deu um tapa na bunda linda e redonda dela, firme, sem machucar, mas sem vergonha nenhuma. Ela deu um pulinho e não falou nada.

Randal: é o último dia, a gente devia ir pra clareira que fica a meia hora daqui – falou confiante, pegando uma cerveja e bebendo quase tudo de uma vez

Alejandra: parece bom – falou animada na hora

Eu: sim... – falei fraco, apertando a mão da minha mina, não queria ir, mas nunca ia deixar eles irem sozinhos, pelo menos eu teria minha recompensa torta de voyeur

Randal: vamos fazer algo muito divertido, você vai gostar – falou pra mim com um sorriso maldoso

Alejandra: não tenho tanta certeza disso – falou na hora, parecia quase assustada

Eu: que coisa? – perguntei histérico

Randal: já vai ver—

Alejandra: nada – falou ela interrompendo ele na hora

Randal: vão pegar as coisas de vocês, eu diria pra gente passar a tarde toda lá e depois voltar pra cidade

Eu: ok – falei firme, olhei pra ela e ela concordou, caminhamos até nossa barraca.

Desmontávamos minha barraca em silêncio e arrumávamos as malas, Gabriela passou por perto e nos viu, eu cumprimentei ela educadamente, pude ver que minha namorada ficou com a mão no meio do cumprimento, se arrependendo pela cara de raiva dela.

Gabriela: você é uma sem-vergonha e você um otário – falou pra cada um e seguiu o caminho, nos deixou paralisados

Eu: vamos conversar – falei seco, largando o que tava fazendo

Alejandra: sim, assim que voltarmos a gente conversa com um café e muita paciência – falou continuando o que fazia

Eu: não, agora – falei firme, mas educado, ela largou uma vareta no chão e se levantou – O que a gente vai fazer com isso?

Alejandra: não sei… – falou com aquele olhar sobrecarregado e atormentado que não largava ela

Eu: não me adianta, não adianta pra gente isso – falei firme, ela torceu a boca tristemente – eu… eu vou aceitar isso, ok? – falei resignado, tava realmente resignado, não sei o quanto queria daquilo, mas com certeza nada podia ser pior do que ficar nesse meio-termo e brigando pra sempre, pelo menos eu tinha que assumir

Alejandra: sério…? – perguntou confusa, levantando o olhar do chão

Eu: sim, é nosso relacionamento, a gente faz o que der na telha – falei tentando soar convincente, ela me olhava atenta – mas eu preciso e quero saber tudo, tudo – falei firme

Alejandra: ok – falou concordando, parecia aliviada

Eu: você vai continuar transando com ele quando a gente voltar… – falei como uma pergunta que já se respondia sozinha

Alejandra: sim… Acho que sim – falou cruzando os braços – E você…? – perguntou sem terminar

Eu: não vou transar com outras – falei firme e honestamente

Alejandra: Por quê?! – perguntou quase irritada, culpada

Eu: porque não tenho interesse – falei rápido, ela virou o rosto, uma lágrima escorreu Alejandra: é que isso significa que você me ama muito mais do que eu amo você, ou que sou uma merda, ou que… Não faz isso só porque sente que é na marra, não quero te destruir – dizia histérica, quase brava comigo

Eu: adoro ver como ele te come, quero que ele continue fazendo isso – falei sem pensar, foi como soltar uma bomba, pelos dias anteriores já estava claro, mas verbalizar de um jeito tão devastadoramente honesto a calou, me aproximei, ela me olhou confusa, beijei ela apaixonadamente – quero que você seja a putinha dele – falei quase sussurrando enquanto nos beijávamos

Alejandra: já sou a putinha dele – disse toda safada acariciando minha rola

Eu: quero que você sempre seja – falei enquanto as carícias subiam pra um nível quase pornográfico no meio do acampamento na vista de todo mundo – que ele te use como brinquedo sexual quando quiser

Alejandra: ele ia fazer de qualquer jeito, não ia te contar nada – disse cruelmente acariciando minha ereção firme – vou dar meu cu pra ele quando ele quiser porque adoro a piroca grossa dele – falava e esfregava a buceta no meu pau de um jeito quase cômico – ele me come muito melhor que você e ontem eu falei isso pra ele quando ele metia em mim na barraca.

Ela dizia sadicamente me olhando nos olhos, era óbvio que era verdade, tava claro pra mim, mas aquele ataque de honestidade brutal que tivemos um com o outro completamente sóbrios pareceu mais real que os gemidos histéricos e bêbados da noite anterior.

Eu: já sei – falei beijando ela

Alejandra: te amo – dizia apaixonada enquanto eu segurava a bundinha gostosa dela com as duas mãos

Eu: eu também.

Passou nossa onda de adrenalina e sadismo, terminamos de arrumar as coisas alegremente e fomos até o carro do Randal, ele esperava.

Randal: sobe – falou tranquilamente, eu entrei no banco de trás, brincando, aceitando e curtindo a situação, ela ria um pouco e entrou no banco do carona – ainda bem que você vai lá atrás, porque quem senta aqui – apontou pro banco do carona – leva me dar boquetes enquanto dirijo – os 3 riamos

Eu: bom, sem dúvida ela vai te fazer feliz – falei contente e ela me olhou sorrindo e me beijou docemente, agradecendo que eu aceitasse tudo

Randal: já contou pra ele o que vou fazer com você – falava pra minha namorada acariciando a perna dela

Alejandra: não vai rolar, tava bêbada, o que a gente fala bêbado não vale – dizia rindo

Eu: O quê? – perguntei de novo ansioso

Randal: já vai ver, já vai ver… – falava rindo e começava a dirigir.

Fausto me mandava uma mensagem perguntando onde eu tava e dizendo que não via minhas coisas, ignorei. Seguimos por estradas esburacadas por uns 20 minutos enquanto falávamos qualquer merda.

Randal: E onde vocês moram? – perguntou de repente

Alejandra: num daqueles apartamentos perto da faculdade – falou naturalmente, depois me deu uma olhadinha – você vai conhecer logo, ela já me deu permissão pra te comer quando eu quiser – disse de forma sádica me lançando um olhar cruel, ele me olhava pelo retrovisor sorrindo

Randal: era questão de tempo – falou e os 3 riamos.

Chegamos num lago pequeno e cristalino, um jardim enorme, mas com certeza mais selvagem e "brabo" que onde estávamos.

Eu: Por que não acampamos aqui? É foda – falei vendo o lugar enquanto ele parava

Randal: porque o Carlitos queria chalés – disse sarcástico

Eu: mesmo assim você comeu a porra da namorada dele, a Tiffany de rabão – falei cruelmente, um comentário que veio do nada e não levava a lugar nenhum, os 3 riamos

Randal: e olha que eu comi mesmo… - os 3 riamos mais – mas sua namorada dá uns boquetes melhores e tem a buceta mais apertada – ela batia no ombro dele rindo histérica.

Descemos do carro e colocamos uma caixa térmica e uma toalha na grama do jardim, não quisemos colocar mais nada, era domingo, tínhamos que voltar naquele dia pra realidade chata, só ficaríamos umas horas ali. Sentamos na toalha deixando ela de propósito no meio de nós dois, a situação era tão morbosa.

Eles começaram a se beijar e eu curtia observar os dois, já não me importava mais, ia aproveitar sem culpa. Ele tirou o sutiã dela e depois o biquíni.

Randal: traz um lubrificante da minha mochila – falou calmamente, eu levantei na hora, ela puxava meu short

Alejandra: Não! – disse rindo nervosa e olhando pra ele

Randal: você traz.

Falou sorrindo, me soltei do agarre fraco dela enquanto ria nervosa, fui até o carro, procurei na mala, não foi difícil, um pote enorme e transparente cheio daquele líquido aquoso típico, voltei e ele ainda estava sentado e ela com a cara enfiada na virilha dele. Curtia a visão da minha namorada chupando ele de boca e entreguei o pote, ela percebeu e levantou a cara.

Alejandra: não vai rolar – disse rindo e voltando na hora a chupar ele

Randal: a gente vê – ria enquanto empurrava a cabeça da minha namorada.

Sentei pra ver como ela o satisfazia, tirei a pica e me masturbei sem vergonha, adorava ver como ela realmente se esforçava indo até o fundo na pica dele, ver como ela abria a boca exageradamente e aquele pedaço enorme de carne escura ocupava a boca inteira da minha namorada era incrível. Ele gemia e chamava ela de "slutty", ela engasgava e a saliva escorria escandalosamente.

Ele se levantou, eu estava sentado, colocou ela de quatro com a carinha linda apontando pra mim, ela abriu os braços me deixando no meio e eu me acomodei pronto pra curtir o espetáculo enquanto ele se ajoelhava atrás dela e separava as bundinhas lindas dela, olhando sujo pra bucetinha pequena e rosada dela.

Randal: não se ofende, mas esse é o seu melhor ângulo – falou e nós três rimos.

Era incrível como tudo tinha mudado naqueles poucos dias, basicamente um desconhecido tinha minha namorada pelada de quatro e literalmente dizia que ela ficava melhor de quatro do que de frente e a gente levava como elogio. Ela me olhava intensamente enquanto Randal chupava o cu dela obsessivamente, ver a cara dela... enterrada por completo naquele bundão lindo e pequeno dela era incrível.
Eu: te amo – falei intensamente
Alejandra: eu também.
A gente se beijava apaixonadamente enquanto ela se contorcia um pouco por causa da língua do Randal lambendo entre aquelas nádegas preciosas dela, ele levantava a cara e a gente se separava sabendo que vinha o evento principal. Ele começava a foder ela de 0 a 100 sem dó e ela afundava a cara perdendo completamente o controle, ficando do lado da minha pica dura, gemendo que nem uma putinha histérica com os sons escandalosos das penetrações furiosas dele.
Randal: que bundão gostoso você me deu – ele falava me olhando nos olhos e sorrindo, com a voz quebrada pelo prazer que a buceta apertada da minha mina dava pra ele, segurava ela firme pela cintura e metia sem piedade – ela é bem molhadinha, sem sua ajuda eu nunca teria conseguido comer ela – ele falava e um arrepio passava por mim, eu sabia que era verdade – quando vi ela, adorei a bunda dela, mas sinceramente nunca pensei que ia conseguir comer ela – ele dizia e cravava a pica sem dó, ela gemia que nem uma puta e apertava minha coxa com força, ele esfregava o púbis contra aquele cuzinho lindo dela, ela se contorcia que nem minhoca – e agora a bunda dela é minha, mesmo que você não queira
Eu: eu quero sim – falei rápido, ela levantou o olhar, me sorriu e me beijou apaixonadamente
Randal: mais vale.
Ele falou e continuou fodendo minha mina a toda velocidade sem falar mais nada, só barulhos sexuais dos dois, penetrações escandalosas, gritos desesperados dela, tapas na bunda do caralho…
Eu: ela disse que quer ser sua puta – falei com tesão vendo ele bombar sem piedade minha mina, ele pegava ela pelo cabelo cruelmente e levantava a cabeça dela
Randal: Você quer ser minha puta?! – ele falou histérico sem parar de meter
Alejandra: Sim, por favor! – ela disse histérica entre os gemidos sem abrir os olhos
Randal: Fala!
Alejandra: Quero ser sua puta!
Ela disse desesperada e ele cravou a pica inteira pra gozar dentro dela gemendo barulhentamente. Eles recuperavam o fôlego, ele não tirava a pica dela e se esfregava contra as nádegas lindas dela, aproveitando os últimos segundos do orgasmo pulsante dentro dela.

Alejandra: você me come muito melhor que ele – dizia pra ele, mas sorria cruelmente pra mim

Randal: eu sei – falava beijando ela – você tem a buceta tão apertada que parece nova – nós 3 ríamos.

Ele tirava a pica dela devagar e ela escorria, ela me olhou com maldade.

Eu: não vou engolir a porra deles não – falei rindo, eles também riram

Alejandra: cala a boca e tira a pica – falava sorrindo.

Tirei a pica, ela se levantou escorrendo a porra do Randal pela coxa e sentou em cima de mim pra me montar. Segurei ela firme pela bunda e me ajeitei pra foder ela bem sentado, ela sorria debochando enquanto começava a me foder, ela não fazia barulho, não torcia a cara histérica gemendo igual louca, só me olhava sorrindo.

Randal: Deixei o quarto muito grande pra você? – perguntava cruelmente, nós 3 ríamos

Eu: enorme – falei e ela ria mais, era verdade, a buceta dela tava gigantesca

Alejandra: juro que quase não sinto a pica dele – falava e parecia genuinamente surpresa enquanto pulava na minha pica

Randal: depois de alguns meses assim vai ficar larga – falava quase sério, me preocupou que ele tivesse razão.

Minha namorada tomou o controle, me segurava pelos ombros e pulava rápida e fundo na minha pica que entrava sem problema nenhum inteira nela, ela me olhava sorrindo com aquele sorriso debochado, se sentia a Rainha do mundo e era óbvio, quando tive meu orgasmo tímido ela esfregava a bunda linda nas minhas bolas me deixando gozar dentro dela com a pica toda enfiada. Sorria pra mim, me beijava e se levantava com a buceta toda bagunçada e espumosa, pegava a toalha de mesa e se limpava.

Ficávamos nus os 3 conversando e zoando, fazíamos piadas cruéis e safadas.

"Pode dormir aqui Quando você quiser no apê, ele dormir no sofá hahaha" — dizia ela, cruelmente.

"Vai ter vezes que vou levar ela pra minha casa pra foder o fim de semana inteiro e você não vai estar convidado" — dizia ele, quase sério.

"Acho que ela já não vai mais fazer barulho comigo" — falei em algum momento, tarado, com ciúmes e genuinamente preocupado.

Eles começaram a se beijar de novo "daquele jeito" e eu vi a pica do Randal crescer de novo.

Randal: E agora o evento principal — disse ele, brincando, pegando o lubrificante.

Alejandra: Não! Caralho, não! — disse ela, rindo nervosa.

Eu: Fala logo, porra — falei ansioso, com minha ereção também crescendo.

Randal: Vou estrear o cu da sua mina — meu sangue gelou — ela me prometeu o cu virgem ontem — disse ele, tarado, abrindo o pote, e ela baixou o olhar envergonhada, sabia que era um assunto entre nós.

Em mais de 5 anos juntos, ela nunca me deixou nem tentar, sempre recusava, desconfortável e irritada. Tentei convencê-la na putaria do momento, ou com o corpo frio fora da cama em conversas longas e gentis, prometendo que seria cuidadoso, que podia tentar primeiro com o dedo mindinho, tentei pedir de Dia dos Namorados, Natal ou aniversário. Nas últimas vezes, ela ficava furiosa, dizendo que nunca ia rolar e pedindo pra eu parar de insistir.

Alejandra: Tava bêbada — disse ela, envergonhada, e me lançou um olhar conciliador.

Eu: Comigo, nem bêbada você prometeu isso — não sei se tava mais tarado, com ciúmes ou envergonhado.

Alejandra: Não vai rolar, mano, isso não — disse ela, calma, pra Randal, fazendo ele entender.

Eu: Se quiser minha permissão... faz — falei rápido. Ele me olhou sério, ela confusa.

Alejandra: Não, Franco, tipo, é foda, sério — disse ela, tranquilamente — mas nah, isso não. Eu sabia que ela tentava me acalmar.

Eu: Você vai fazer — falei firme — uma hora você vai dar o cu. Eles me olharam — Ele te deixa mais tarada em uns dias do que eu nunca consegui em todos esses anos. Você vai dar o cu pra ele, puta ou cachorra, uma noite depois de foder três vezes, ou como algum tipo de presente... - ela não dizia não - você sabe o que vai acontecer... Quero ver - falei firmemente

Alejandra: ... - ela me encarava - você nunca pode me jogar isso na cara - caiu como um balde de água fria, ela sabia que eu estava certo e ela admitir foi avassalador

Eu: você quer ser a putinha dele, não quer? - falei sorrindo, ela sorriu fraco.

Randal a colocou de quatro na hora e eu tomei meu lugar sentado na frente dela entre os braços dela. Ele abria completamente as bundinhas lindas da minha namorada e afundava a cara na bunda preciosa dela, ver como ele tinha o rosto contra as nádegas lindas dela com só o nariz aparecendo e a boca bem enfiada entre as bundas dela era incrível, ela se contorcia um pouco e me encarava.

Alejandra: juro, você nunca pode ficar bravo com isso - falava com cara de safada

Eu: nunca - ela me beijava docemente.

Randal tirava a boca do cuzinho lindo da minha namorada e se ajoelhava atrás dela, abria o pote e colocava um monte daquele líquido escorregadio entre as bundinhas preciosas dela, ela se contorcia um pouco por causa do líquido frio, ele passava tanto daquilo na pica que escorria até as bolas. Pegava o quadril dela, ela me olhava tão fundo que eu sentia que podia ver minha alma, eu respirava acelerado.

Randal: diferente da buceta, o cu não recupera todo o tônus muscular... nem com o tempo - falava se posicionando atrás dela - então literalmente o cu dela nunca vai ser tão apertado quanto agora... Desculpa - falava sorrindo maldosamente pra mim, ele ia pegar todo aquele prazer e levar pra sempre, não importava se eu fizesse depois, nunca seria igual.

Me deu um arrepio e ele baixava o olhar procurando o buraquinho apertado novo da minha namorada linda e delicada. Ela me olhou nos olhos pela última vez. Ele colocava a pica na entrada, segurava o quadril dela com as duas mãos e começava a entrar devagar, ela afundava a cara na hora e bufava. com dor.
Alejandra: não não não, melhor não mano, que porra é essa não!

Ela dizia afastando a bunda linda do Randal, ele puxava o rabo dela de volta na hora, ela não resistia de verdade. Ele começava a entrar devagar nela de novo.

Alejandra: Caralho, caralho, caralho, caralho!

Ela falava histérica em velocidade máxima se contorcendo enquanto ele só olhava fixo pra bunda linda dela sem soltar o quadril. Levantei a vista tentando ver desesperado e dava pra ver claramente como ele mal tava entrando nela.

Randal: nada como uma buceta nova – ele falava com a voz trêmula sem parar de olhar as nádegas lindas, pequenas e redondas da minha mina

Alejandra: mano, tá queimando pra caralho… que porr-ai caralho! – ela falava e endireitava as costas na hora, ficava paralisada naquela posição histérica e firme – Mano! – ela bufava com dificuldade e fechava os olhos

Randal: calma calma – ele falava com a voz acelerada sem tirar os olhos do alvo gostoso e acariciando as costas dela, levantei a vista de novo e vi como ele mal tava chegando na metade do caminho do pau dele

Alejandra: Mano!! É-é que-puta que pariu!! – não era comum ela falar palavrão no sexo, meu sangue gelou

Randal: caralho… SEMPRE é melhor pelo cu.

Ele falava enfatizando a palavra “sempre” com a voz trêmula, parecia outro, não aquele garanhão no controle total da situação com o sorriso de canto enquanto comia minha mina sem pena em velocidade máxima, parecia perdido no prazer. Enterrava mais o pau dele, devagar, mas firme, e minha mina linda levantava a cara histérica e soltava um barulho que eu nunca tinha ouvido ela fazer, histérico, desesperado, com dor, um tipo de som gutural feito com a garganta e não com a boca, rasgando a garganta de forma violenta, ele ia mais fundo e nunca vou esquecer o olhar histérico que ela me deu, boca aberta, dentes apertados, o olhar parecia furioso e ela não parava de fazer aqueles sons parecidos com gemidos desesperados sem separar os dentes.

Eu: Você gosta? – perguntei timidamente acariciando o rosto dela, tentando consolá-la

Alejandra: Não! – dizia histérica e abaixava o rosto, se contorcia violentamente, bufava, forçava, fazia aquele barulho na garganta de novo

Eu: Você só faz pra agradar ele… – falei fraco

Alejandra: S-sim! – dizia alto, não quis falar naquele volume, a pica do Randal entrando na bunda apertada e linda dela a obrigou a quase gritar.

Ele empurrava uma última vez, gemia e olhava a nuca da Alejandra com luxúria total, nunca tinha visto ele fazer aquela cara e ver a bunda linda da minha namorada completamente esfregada contra o púbis do Randal era incrível, não conseguia acreditar que aquela pica enorme cabia dentro do cuzinho dela. Ele pegava ela pelo cabelo e levantava o rosto dela pra me obrigar a olhar, ela tinha aquela expressão desesperada que nunca vou esquecer.

Randal: ontem eu falei pra ela que ia meter no cu dela e ela simplesmente disse que sim – falava tentando manter a pose de fodão, mas a bunda apertada da minha namorada realmente tava dificultando, ele mal conseguia falar – Né verdade? – dizia balançando a cabeça dela exigindo resposta

Alejandra: tava bêbada, tava bêbada – falava super rápido tentando com todas as forças falar sem aquele tom desesperado, não conseguia muito bem

Eu: você queria a pica dele no seu cu – fiz essa escolha de palavras morbidamente de propósito, ela desviava o olhar

Alejandra: não, tá doendo – dizia desesperada, ele ia pra trás e pra frente pela primeira vez, ele gemia fundo, ela forçava desesperada quando ele esfregava o púbis contra a bunda linda dela

Eu: mas você quer agradar ele e ser a putinha dele – falei exigindo resposta

Alejandra: Sim! – dizia firme, Randal pegava o quadril dela e começava a foder ela de verdade, devagar, firme, fundo.

Ela forçava, bufava, xingava, gemia e soltava aqueles barulhos escandalosos Guturais com a garganta. Ele só fodia ela devagar, sem parar de olhar pra bunda dela, indo devagar, mas enfiando tudo dentro dela e cada vez um pouco mais rápido. Ele pegava ela pelo cu e tentava ir a toda velocidade, cravou a pica nela sem piedade e eu pude ver talvez a primeira cara sincera de prazer total dele, nada de poses ou bancar o descolado, uma cara genuinamente distorcida de prazer absoluto, ele tirou e entrou de novo com violência…

Alejandra: Não, não fode! Espe-ay, filho da puta! Ra-Randal!

Dizia desesperada e tentando tirar aquelas nádegas preciosas dele, ele já tinha ela bem presa pelo cu, então foi inútil, aí ela levantou uma mão e fez o gesto pornô típico de parar o homem com a mão pra trás no peito ou na barriga, eu peguei as mãos dela instintivamente e plantei com firmeza no chão, deixando ela de quatro à mercê dele, ela me olhou surpresa.

Eu: quer ser a putinha dele, não é? – falei nervoso, ela me olhou nervosa e não disse nada.

Randal levantava a bacia e penetrava ela com força e toda a velocidade dele, como se fodesse a buceta dela como das outras vezes, ela fazia barulhos histéricos e gritava como uma puta, ele gemia mais escandalosamente do que nunca e não parava de olhar a bunda dela enquanto enfiava a pica toda dentro dela sem parar.

Randal: vou continuar comendo ela mesmo que você se arrependa depois – falava com a respiração ofegante sem parar de penetrar ela e me encarando, nada de sorrisos cruéis, só me olhava, enquanto distorcia a cara de prazer e gemia sem vergonha me encarando – todo mundo se arrepende meses depois – falava e cravava a pica com força, ela se reerguia violentamente e gemia fundo sem vergonha

Alejandra: Ai, sua pica do caralho! – quase gritava histérica e a pica dava um pulo

Randal: mas vou continuar comendo ela escondido, talvez destrua o relacionamento de vocês, mas não tô nem aí porque quero essa bunda pra mim – falava sadicamente e parou de me olhar, jogou a sentença dele e começou a foder a toda velocidade velocidade na minha mina.

Eu segurava as mãos da minha namorada e ela já não tentava se soltar, gritava histérica e ele metia nela com força, aqueles barulhos molhados das penetrações voltavam e me impressionava que agora fossem na bundinha linda e pequena dela.

Randal: sai daí.

Ele me dizia desesperado e eu saí na hora, ele deitou minha namorada de barriga pra baixo e se deitou sobre as costas dela metendo, ela gritou histérica enquanto ele se posicionava sobre as costas delicadas dela. Ver ele tão enorme e moreno em cima dela, tão pequena, branca, magra e delicada, era de fuder, só a carinha linda dela aparecia e o resto era o corpo obsceno e musculoso dele. Ele se apoiou nas costas delicadas dela enquanto ela fazia aqueles barulhos escandalosos que nunca vou esquecer, enroscou os braços por baixo dela, um rodeando os peitos dela e colocou a outra mão na garganta dela e sufocou um pouco, começou a mexer o quadril violentamente metendo nela e aqueles sons molhados escandalosos das penetrações eram quase tão altos quanto os gemidos e bufados desesperados dela, nunca tinha ouvido ele gemir assim, tão profundo, tão aliviado, tão sincero, tão gostoso e real, a bunda dela realmente era tão melhor que a buceta? Invejei pra caralho.

Randal: você sempre vai ser minha putinha – ele dizia desesperado sem parar de mexer o quadril castigando a bunda da minha mina com o pauzão dele

Alejandra: Sim! – ela dizia histérica entre os barulhos e gritos escandalosos.

Ele se perdeu no tesão, como se só precisasse dessa confirmação dela pra continuar, metia tão forte que eu tive medo real de machucar ela, ele só gemia e chamava ela de putinha, rabuda, bunda fácil, ela só fazia barulhos desesperados e escandalosos que qualquer um que só ouvisse juraria que era fingido e exagerado. Ele só comeu ela sem parar por tantos minutos que pareceu uma eternidade, embora talvez tenham sido só 10 ou 15, até que ele desabou em cima das costas dela e se esfregava se contorcendo como minhoca em cima dela.
Randal: que puta gostosa – dizia derrotado, deixando claro que gozava dentro do cu apertado da minha namorada
Alejandra: caralho, tira logo – dizia respirando com dificuldade e com um alívio genuíno.
Randal levantava meio corpo dela e tirava o pau devagar, olhando fixamente pra bunda linda dela. Eu via, hipnotizado, o pau saindo lentamente, completamente preso pela bunda gostosa da minha mina, e ficava obcecado em ver como a pele do cu dela quase sugava o pau dele, não deixando escapar. Ele tirava o pau e desabava ao lado dela. Ela recuperava o fôlego sem se mexer, e eu ficava abismado vendo o cu dela completamente escancarado e enorme.
A gente conversava, e quando recebi outra mensagem do Fausto dizendo que iam embora, perguntando se eu tinha deixado algo, decidimos que era melhor ir. Tava ficando tarde, já deviam ser umas 7 da noite e começava a escurecer. Randal guardava as poucas coisas que a gente tinha tirado, e ela procurava o sutiã, que não aparecia em lugar nenhum. Ela andava engraçado, era evidente, mas nem ele nem eu comentamos nada desconfortável sobre isso. Ela parecia me evitar.
Eu: tá ali – falei, apontando pro pedaço de pano amarelo perto da clareira d'água
Alejandra: é, valeu – dizia sem me olhar, pegando o sutiã e colocando. Eu me aproximei e toquei na bunda gostosa dela. Ela deu um pulinho.
Eu: tá doendo, gostosa? – falei safado, me aproximando pra beijar ela. Ela evitou o beijo e me encarou.
Alejandra: você me odeia, né? Não finge – dizia culpada, sem desviar o olhar
Eu: te amo – falei docemente. Os sentimentos confusos tinham virado nosso pão de cada dia naqueles tempos, não me surpreendia que ela estivesse perdida.
Alejandra: você sempre quis isso… – dizia envergonhada, me abraçando docemente
Eu: não importa – falei sincero e beijei ela
Alejandra: não vou te largar por ele – dizia com segurança
Eu: mas se der Você vai continuar dando essa sua bunda linda" – falei rindo um pouco, ela também ria.

Alejandra: Só se você quiser – ela disse, me encarando firme.

Eu: Eu quero que você seja a putinha dele – falei honestamente e a beijei com paixão.

Randal nos chamou e fomos para o carro. Nós três parecíamos cansados, e não dizíamos nada. Ela foi sentada na frente com ele, e em alguns momentos eu quase dormia com a brisa no meu rosto. Acordei ao ver minha namorada dar um boquete no Randal enquanto ele dirigia, e curti o pequeno show até ele gozar de novo sem avisar. Ela se afundou sozinha para engolir, sem a mão dele na cabeça dela, com nojo, fazendo caretas de desgosto e engolindo com dificuldade, mas sem reclamar e sem que Randal "a forçasse" apertando a cabeça dela. Depois, conversávamos como bons amigos, sem nem mencionar o boquete, como se fosse algo completamente natural. Se alguém nos visse papeando, não adivinharia nossa relação torta e pervertida.

Chegamos no nosso apartamentinho e ele se ofereceu para ajudar a descer nossas coisas. Quando estávamos lá dentro, ele fazia comentários cômicos e sádicos.

"Então essa é a cama onde vou foder sua namorada"

"Vocês só têm uma cama? Onde você vai dormir quando eu ficar aqui pra atender a buceta da Alejandra?"

"Bom, já sei onde vir quando precisar de uma bunda"

A gente ria, e embora a conversa ficasse sexual, ele não ficou. A bunda apertada e gostosa da minha namorada deixou a pica dele nocauteada. Depois de 20 minutos, ele foi embora dando um beijo apaixonado na Alejandra e apalpando a bunda dela. Ela e eu fodemos incrivelmente duas vezes e fizemos amor uma vez antes de dormir. Dizendo desesperadamente um para o outro que nos amávamos, tentando nos reafirmar sentimentalmente.

Epílogo.

Randal veio no outro dia sem avisar. Nós dois estávamos lá. Ele não quis fingir e disse sem vergonha que foi porque "tô com uma ereção e preciso da Alejandra" e fodeu ela três vezes na minha frente, na sala, na cozinha e na nossa cama. No dia seguinte, de novo, e no outro dia também. Se tivesse ido um quarto dia, talvez eu tivesse dito algo, mas não rolou.

Uma semana depois, quando ela e eu já nem falávamos mais sobre ele, voltei pra casa às 9 da noite e, quando entrei, ouvi ela gemendo escandalosamente no nosso quarto. Entrei, e ela me olhou apavorada.

"Pe-perdão! Ele não me avisou, ia te falar agora por mensagem! Ele tá aqui há só 20 minutos, juro!" Ela falava apavorada, saindo de cima dele. Randal só me encarava.

Eu disse que não tinha problema e sentei pra assistir. Ela riu nervosa por um segundo, e 30 segundos depois já estavam trepando feito coelhos de novo.

Às vezes ele vinha de tarde, quando nós dois estávamos em casa, e comia ela sem piedade na minha frente. Às vezes eu chegava e eles estavam num 69 na nossa cama. Uma tarde, cheguei e ela tava de fantasia de colegial, e ele tava metendo no cu dela no sofá da sala com toda força. Uma noite, quando voltei da aula, eles estavam trepando no carro. Eles me viam chegar e nem paravam mais, me ignoravam e deixavam eu ver como ele usava minha namorada como um brinquedo sexual. Nunca tive coragem de pedir pra comer o cu dela, sabia que ela ia negar e isso ia causar briga.

Os meses passaram, e ela ia recusando educadamente transar comigo. Passamos de trepar 3 ou 4 vezes por semana pra uma vez por mês, enquanto ele continuava vindo, às vezes até 4 vezes por semana, e nunca levou um não dela, nem uma vez.

Ela começou a tomar pílula pra ele poder comer ela no pelo sempre. Às vezes ele dormia no nosso apê, ele comia ela até a gente cair no sono, os três na cama queen size que a gente tinha, ele gozando dentro dela, eu me masturbando que nem um idiota só olhando. Sempre acordava com os barulhos da minha namorada gemendo no meio da madrugada, via a silhueta dele em cima dela, metendo fundo, e eu fingia que não acordava enquanto me masturbava a centímetros deles.

As brigas começaram quando eu... pediava que a gente fodesse com mais insistência e ela recusava.

Eu: Não é justo e você sabe disso! – dizia desesperado

Alejandra: Você não pode me forçar, não quero, desculpa! Te amo, mas hoje não, ok? Desculpa de verdade! – dizia culpada. Ele deixava ela completamente satisfeita, ela não precisava de mais ou, pior ainda, ela simplesmente não queria mais foder comigo, depois de provar caviar ninguém quer comer pizza de novo.

Aquela briga se repetiu tantas vezes exatamente do mesmo jeito que perdi a conta, cada vez fodíamos menos e nos afastávamos emocionalmente mais. Enquanto ele continuava vindo 3 ou até 4 vezes por semana e todas as vezes conseguia sexo, enquanto chamava ela de puta e gozava na cara dela, na boca, dentro do cu ou da buceta ou nos peitos. Sempre usando ela como um objeto sexual, sem se preocupar com o prazer dela e buscando o próprio orgasmo e prazer da maneira mais suja e explícita, dizendo que o cu dela era incrível, que a buceta dela era mais apertada que qualquer outra e que ela era "sua melhor puta".

Ela nunca comprou em nossos 5 anos de namoro tanta lingerie quanto com ele naqueles meses, incluindo fantasias sexuais. Eles começaram a sair sem mim, ela voltava de madrugada bêbada e dolorida da buceta ou só no dia seguinte sem dizer uma palavra.

Quando ele ficava várias vezes, me mandou "engraçadamente" dormir no sofá pra dormir à vontade sozinho com minha namorada, eu ouvia eles fodendo a noite toda e de manhã me acordavam com um barulhento sexo matinal e ela descia feliz completamente nua só usando chinelos pra preparar o café da manhã pra ele.

Ele tinha tomado conta do mundo traseiro da minha namorada e nos recusávamos a falar sobre isso.

Alejandra: Randal quer que eu realize uma certa fantasia... Não surta, ok? – dizia nervosa uma tarde enquanto comíamos depois de ficarmos 2 meses sem foder

Eu: Outra? – falei sarcástico e irritado, ele tinha fodido ela num parque completamente nua ao meio-dia, no cinema pelo cu, no carro em... uma rodovia

Alejandra: esquece – senti um balde de água fria cair em cima de mim

Eu: fala pra mim – falei fraco

Alejandra: é que… – ela demorava, desviando o olhar – ele vai convidar um amigo dele… – falava baixinho sem me encarar

Eu: Pra te comer?! – gritei histérico

Alejandra: sabia que você ia ficar puto – falava irritada como se a culpa fosse minha

Eu: Aqui?! – gritei histérico

Alejandra: Não não! A gente ia pra um motel… – falava num tom baixo

Eu: Então ia ser um menage? – exigi uma resposta

Alejandra: sim… – falou fraco

Eu: Você gosta disso? Quem porra é esse? – perguntei furioso

Alejandra: não, não gosto… é que não conheço ele, sei lá – ela tentou me acalmar, obviamente piorou

Eu: Então você vai fazer um menage com ele e um desconhecido? Legal – falei sarcástico e resignado, me levantando da mesa dramaticamente

Alejandra: Franco… – falou triste, tentando pegar minha mão

Eu: faz o que quiser – falei triste e me mandei pro quarto, ela foi embora 2 horas depois sem se despedir e só voltou no dia seguinte, nunca mais tocamos no assunto.

A partir daí paramos de dormir juntos, eu dormia no escritório num sofá-cama e ela no quarto, paramos de dizer que nos amávamos. Viramos uma espécie de roomies assexuados e tortos que mal se falavam. Randal continuava vindo, às vezes ele me ignorava e comia minha namorada de porta fechada e eu me masturbava ouvindo eles sem esforço do escritório, às vezes ele me convidava pra dormir com eles, me deixava ver tudo, mas se eu ousasse tocar na bunda preciosa dela, ela ficava furiosa.

Ela me falou de uma viagem que ia fazer com as amigas, não perguntei muito, não queria saber a verdade.

Alejandra: já vou – falou séria descendo com a mala enorme

Eu: Quer que eu te leve? – falei gentil olhando pra ela, tão linda, tão gostosa, tão doce, a bunda dela tão bonita e redonda naquela calça jeans

Alejandra: não… – falou sentando

Eu: Alejandra… Quando você voltar, vamos conversar, ainda dá pra resolver – ela me olhou com uma tristeza profunda, nunca vou esquecer aquele rostinho melancólico

Alejandra: não vou voltar, Franco – ela dizia tristemente, eu já esperava por isso, só não sabia quando ia acontecer, a mala dela era grande demais pra uma viagem de fim de semana

Eu: entendo – falei, virando as costas pra chorar sem que ela me visse

Alejandra: me desculpa… Você foi a pessoa mais importante da minha vida, isso também tá doendo em mim – ela falava chorando e soluçando – e-eu vou indo…

Não falei nada, ela fechou a porta e foi embora pra nunca mais voltar.

FIM.

Valeu por ter lido essa série que me deu um trabalhão, mas curti demais, não vai ter mais desses personagens, é o final definitivo. Agradeço pelos comentários e avaliações, desculpa pela demora. Se quiser ler as outras partes, tão no meu perfil. Agradeço os pontos e comentários, leio todos. Me segue no Twitter se quiser @Homelander_One

2 comentários - Acampada safada com minha namorada tímida, parte 5, final.

Porque repiten relatos, se borran?
@HomelanderTheOne Bueno siento decirte esto ; pero si lo leí aquí en esta página, ya hace un par de meses, disculpa ante todo, tenías que saber por eso preguntaba, ojo no está mal la historia, algo agridulce el final, cargada de sexo que es lo importante.
@DnIncubus chale, si no estás confundido, de pura casualidad tendrás el usuario para reportarlo? Sino ni modo
@HomelanderTheOne No que pena, como comenté fue ya hace unos meses atrás, por eso me llamó la atención volver a ver el relato 😓
Eres un tarruson invelsil de mierda leí este relato por pura casualidad nunca en mi vida e visto semejante pendejo 🤢 yo los uniera matado a los 2