Autor: claudiomarried Como Mudou Minha Vida
Capítulo 1 O início da mudança
Naquela manhã quente do verão austral, acordei meio triste, pois ia deixar para trás a casa onde vivi a vida inteira; além dos meus dois únicos amigos, e também minha escola, que não sentiria falta, e quase tudo que conhecia ou me era familiar. Logo começaria uma nova fase na minha vida. Na verdade, iria para uma casa nova, um bairro novo, uma escola nova do outro lado da cidade, onde descobriria uma parte da família que era quase totalmente desconhecida pra mim. Isso mesmo, iria para a casa de onde minha mãe foi expulsa há muitos anos e nunca mais voltou. Nessa casa, reencontraria parentes que eu sabia que existiam, mas não via há muitos anos — uns dez, talvez? Não me lembrava direito, só tinha certeza de que viveria na antiga casa de uns avós falecidos que nunca conheci, e onde agora morava a irmã da minha mãe, que eu nem sabia se conseguiria chamar de tia um dia, já que não lembrava nem do rosto dela.
Essa grande mudança na minha vida foi consequência da burrice do meu pai, que de um dia pro outro nos abandonou, fugindo com a nova secretária e todo o dinheiro da empresa da família — a mesma que ele tinha construído com o apoio e o trabalho da minha mãe —, deixando ela e nós, os três filhos de um casamento aparentemente feliz, pra trás. Como ele pôde nos deixar sem nem dar um tchau? Já fazia um ano que a única notícia que tivemos dele é que estava num paraíso fiscal no Caribe, sem tratado de extradição, aproveitando a pequena fortuna que levou, longe da justiça e das obrigações de família, sem pagar nem a pensão dos próprios filhos, muito menos devolver o dinheiro da empresa.
O desastre foi tão grande que Júlia, minha mãe, teve que assumir a direção da empresa — a mesma que ajudou a construir e que tinha deixado anos atrás pra cuidar da gente. única forma que minha mãe via pra evitar a falência iminente e conseguir lidar com o que significava ter o Juan, o filho mais velho dela, estudando na Escola Militar, a Isabel, a filha do meio, cursando Medicina na Universidade, e eu, Claudio, o caçula de todos, ainda no ensino médio. Apesar de todo o esforço dela, a situação em que a família se viu de um dia pro outro era precária demais. Minha mãe teve que vender todos os carros, menos o familiar, também o apartamento na praia e agora a casa da família. Do contrário, era impossível pagar toda a bagunça causada pela loucura ou será que foi "tesão" do meu pai? Todos nós sentimos o baque na queda do padrão de vida que a gente tinha conquistado com tanto suor, a antiga família feliz, mas essa grande mudança era a única saída pra seguir em frente. Como o tempo passa sem piedade e já que o comprador da casa queria tomar posse dela, a gente tinha que sair pra morar de favor na casa da nossa tia Daniela, ou Dani como a mamãe chamava, numa casa alheia, mesmo que essa casa fosse parte dos nossos direitos de herança, já que tinha sido a casa dos meus avós. Segundo a mamãe, a Dani era uma pessoa muito boa, carinhosa e extrovertida, então a gente ia se sentir em família rapidinho. Mas eu achava estranho que em tantos anos, morando na mesma cidade, o contato tivesse sido quase nenhum. Minha mãe tinha explicado que esse distanciamento foi culpa dos pais dela, meus avós, e do marido dela, meu pai, forçado em grande parte pela gravidez dela com apenas 17 anos, de que nasceu o Juan. Meus avós, em vez de protegerem ela, botaram ela pra fora de casa, deixando o jovem casal sem apoio de nenhum adulto. Vale dizer que meu pai era órfão desde criança e tinha só 18 anos na época. Mesmo assim, o casal conseguiu superar a situação precária e viver cada vez melhor, até que apareceu "a gostosa da nova secretária", como a mamãe chamava. Pelos Comentários de todo mundo que nos conhecia: a Foxy era jovem e bonita, mas isso não tirava o fato de que era uma puta destruidora de lares sem nome. Agora minha mãe voltaria a morar com a irmã e a família dela, na casa de onde foi expulsa anos atrás. Meus avós tinham morrido alguns anos antes num acidente de carro, e o funeral deles foi a única vez que lembro de ter visto minha tia e primos, por isso não tenho uma visão clara deles. Só me lembrava que meus parentes quase desconhecidos eram tão loiros quanto minha mãe, com os genes germânicos dos avós falecidos predominando neles. Se minhas contas não falham e como eu disse, já faziam dez anos daquilo, mas pra mim, sendo o mais novo de todos os primos, meus parentes eram totalmente estranhos. Não tinha nenhuma lembrança vívida com eles, ou seja, nenhum vínculo além de um dos meus sobrenomes.
Um grito me tirou dos meus devaneios. Era minha mãe me apressando. Fechei minha mochila com as últimas coisas que ia levar, saí do meu antigo quarto e fui pra saída da minha ex-casa pra começar a aventura de viver uma vida nova. — Cláudio, por que você demora tanto? Sua irmã já tá sentada — me repreendeu minha mãe, se referindo à Isabel, que já estava no carro velho e lotado que a gente ainda tinha. — Tô terminando minha mochila e me despedindo da casa — falei pra Julia, minha mãe. — Vamos, bobinho, que a tia e os primos tão esperando a gente pra almoçar — disse minha irmã Isabel, bem séria. — Não vão estar todos os primos, porque a Florença tá viajando e o Francisco, igual ao seu irmão, tá na Escola Militar — disse Julia. — Melhor, menos estranhos pra aturar — falei, meio de mau humor. — Você vai conhecê-los — disse Isabel. — Além disso, segundo o que o Juan me escreveu, ele encontrou o Francisco e eles viraram bons amigos — completou a mãe dela. — Então não vejo motivo pro seu comentário.
O resto da viagem pra atravessar a cidade durou quase uma hora em silêncio. Eu ficava pensando no que talvez todo mundo Tava pensando no que a gente deixou pra trás; tentava imaginar como seria minha vida futura, e de quebra me perguntava se a gente algum dia ia voltar a ser uma família normal, com casa própria perto dos amigos que deixamos pra trás. Quando chegamos, tava nos esperando minha tia Dani e minha prima Ana Maria, ou como logo descobri, Ani, como ela gostava de ser chamada. Os cumprimentos foram bem carinhosos entre as mulheres que foram na frente, enquanto eu tirava a bagagem do carro e fechava ele. Nisso, Ani chegou perto de mim e, me dando um beijo na bochecha, falou: "Mas como você tá alto e forte, tio, como você cresceu", disse minha prima com toda animação, me dando um segundo beijão na outra bochecha. "É, e muito bonitão", completou minha tia Dani, me dando mais dois beijos efusivos junto com um abraço apertado, algo que eu nunca esperava receber. "Ani, vejo que você se lembra do Cláudio", disse Isabel. "É, era o menininho que me seguia pra todo lado quando a gente se encontrou pela primeira vez", disse ela sorrindo. "Não lembrava disso", respondi. "Eu lembro, você não mudou muito", respondeu Ani. "Vamos pra dentro pra vocês deixarem a bagagem nos quartos e depois almoçar, porque tô com uma fome danada; aí a gente se atualiza", disse minha tia com um sorrisão. "Vamos sim", falaram todos. Apesar da minha atitude meio antissocial e um pouco de mau humor, desde o momento do meu cumprimento com a Ani, fiquei mudo de emoção, senti um frio na barriga, junto com todo tipo de sensação que nunca tinha sentido antes, não entendia o que tava rolando comigo, que sensação mais estranha e excitante! Lá dentro, minha tia Dani explicou a distribuição dos quartos da casa, que mesmo parecendo bem cuidada e sendo bem espaçosa, ficava pequena pra abrigar tanta gente nova. O quarto principal com banheiro suíte continuaria sendo da tia Dani, que dormia sozinha desde o divórcio há cinco anos; o quarto seguinte, na frente do anterior, era pras duas moças novas; lá dentro, a Ani compartilharia com a Isabel. Esse quarto tinha sido do Dani e da Julia quando eram jovens e agora seria das respectivas filhas deles, já estava equipado com duas camas, era bem iluminado e também tinha um banheiro privativo confortável; depois tinha o do Francisco, que agora seria o meu enquanto ele estivesse na escola militar, depois a gente via como iam nos acomodar, esse quarto dividia um banheiro com o quarto de visitas e que agora abrigaria minha mãe Julia, pra depois dividir com a Florença que estava viajando, esses dois últimos quartos dividiam um banheiro que só dava pra acessar por portas que davam pra cada quarto. Alguns podem criticar a distribuição, mas foi assim que as mais velhas pensaram, tentando que nos primeiros dias a gente ficasse o mais confortável possível, além disso, até a gente comprar móveis adequados, tinha que usar o que tinha disponível. Como vocês podem ver, essa nova família, cujos integrantes quase não se conheciam entre si, era formada por mim, Claudio, de 15 anos prestes a fazer 16, posso dizer que sou um garoto normal, de cabelo escuro e olhos claros como o resto dos meus irmãos, alto pra minha idade, meço aproximadamente 1,82 metro, acho que depois vou alcançar e talvez passar meu irmão Juan de altura; ele que é meu quase herói; bem forte e ágil, tudo isso por causa da prática de artes marciais mistas, que nosso pai pagou pra gente desde o ensino médio, porque por algum motivo tanto eu quanto Juan sofremos bullying por sermos os mais novos nas nossas respectivas turmas, esse bullying eu atribuo a que, por motivos de trabalho, nossos pais nos matricularam cedo na escola, ajudados pela amizade com o diretor e pela nossa altura elevada. Por causa disso, todos os nossos colegas eram pelo menos um ano a um ano e meio mais velhos que a gente, e no meu caso, somando minha timidez, isso significou isolamento, agressões e gozações, então especialmente eu, não tive uma passagem feliz pela escola, por isso passei parte da minha infância infeliz em brigas constantes, tanto nos Tatames do ginásio, como no pátio da escola. Foi ali que forjei um caráter meio introvertido e fechado, que beirava entre sério e talvez mal-humorado. Tudo isso não me deixava socializar fácil, na real só consegui ter dois amigos: um do bairro e outro no Dojo, onde nunca mais voltei a treinar por ser longe pra caralho. Obviamente, não tinha namorada nem uma amiga sequer, então não sabia lidar com mulheres que não fossem minha mãe ou minha irmã. Como vocês já sabem, minha mãe é a Júlia. Também já sabem que ela é separada do meu pai, e atualmente é diretora e gerente da empresa da família, que sobreviveu na base do sufoco depois da merda que o marido fugitivo causou. Ela trabalha de segunda a sexta o dia inteiro. Mamãe é uma mulher séria, de personalidade forte, porque tem que ser chefe na empresa e ao mesmo tempo fazer papel de mãe e pai de adolescentes. Ela é uma beleza de 38 anos, tem ascendência germânica, loira dos olhos azuis, bem alta, com 1,71m de altura, um corpo espetacular, mas não gosta de se exibir pra parecer mais séria diante das pessoas e dos funcionários. Tudo nela é voluptuoso: 94-64-93, com destaque pros peitos, copa 36E. Ela tem um pouco de sobrepeso — é daquelas mulheres que, com dois ou três quilos a menos, seria uma deusa, mas não pode fazer nada porque chega exausta em casa. Daniela, ou pra todo mundo Dani, é minha tia, irmã da mamãe. É a dona da casa que nos acolheu. Atualmente tem uma loja de roupas no centro, onde trabalha todo dia desde cedo até o fim da tarde, inclusive sábado de manhã. A separação dela, embora não tenha sido traumática, não foi nada amigável, especialmente porque corriam boatos de que o marido tinha uma vida dupla, sendo o que hoje chamam de bissexual, mas na época era chamado simplesmente de viado. O marido dela, depois do divórcio, foi trabalhar no exterior, mas diferente do meu pai, ele mantém um vínculo permanente com os filhos. Inclusive, hoje a filha dele, minha prima, Florencia o visita nas festas de fim de ano. Dani também é uma bela e voluptuosa Valquíria como a irmã, só que um pouco menor, já que tem apenas 1,65m. Ela tem um corpo que pede pra ser admirado, mesmo não gostando de mostrá-lo fora de casa — isso pra manter uma aparência séria na loja dela. As medidas são 98-58-92, claramente de uma mulher exuberante. O peito dela é ainda maior que o da irmã, chegando a uns extraordinários e apetitosos 36G, difícil de esconder. Ela ainda mantém o corpo tonificado, herança da época em que jogava hóquei na grama, esporte pelo qual chegou a representar o país. Continua fanática por esportes e se preocupa em ficar em boa forma, ajudada por uma máquina de exercícios.
Juan é meu irmão mais velho, como já disse, meu quase herói. Ele é cadete do segundo ano da Escola Militar e passa a maior parte do tempo na capital, onde fica a sede da tal escola de oficiais. É um rapaz bonito de 20 anos, cabelos escuros, olhos azuis, bem alto com seus 1,91m, forte como um touro, pesa mais de 100 quilos, por isso joga como Pilar no time de rugby da escola. Atualmente está namorando Montserrat, uma linda universitária que conheceu num dos jogos dele há um tempo.
Depois vem Isabel, ou Isa, de 19 anos, 11 meses mais nova que Juan. Essa beleza de mulher poderia passar fácil por uma Elfa de uma floresta encantada, claro que sem as orelhas pontudas. Todo mundo acha que ela poderia ser modelo se fosse um pouco mais alta que seus 1,72m e tivesse uma personalidade menos séria e tímida. Ela tem cabelo escuro, os olhos azuis da família, e um corpo sinuoso com medidas de 90-61-88, invejadas por muitas garotas da idade dela. O peito é adornado por um apetitoso 34C, que, mesmo não sendo grande como eu gosto, junto com o olhar azul, é um dos atributos mais marcantes que ela tem. Ela gosta de praticar... vôlei e faz parte do time da universidade, o que mantém ela tonificada e sempre estilosa. Não gosta de ficar se exibindo, se veste de forma recatada ou, na minha opinião, sem graça. Atualmente não tem namorado e já praticamente terminou o segundo ano de medicina. Ela sempre sonha e diz que espera encontrar o príncipe encantado antes de se entregar pra alguém; só conheceram dois namorados bem passageiros, então acho que ainda é virgem. Francisco é meu primo loiro de 19 anos recém-completados, é forte, bem alto com seus 1,83 metros, cadete militar que cursa o primeiro ano; por acaso descobriu o primo João na tal escola, virando amigos inseparáveis ao jogar também rugby no mesmo time, ambos participam das várias atividades e aventuras que vivem na milícia; pelo que me contaram, é meio infantil mas simpático, não tem namorada, pois prefere "o sortido" como a Ani diz, sempre quebrando algum coração por aí. Depois vem Ana Maria ou Ani, de 17 anos lindos, essa outra valquíria da casa; também é loira de olhos verdes como a mãe, corpo chamativo, embora não tão voluptuoso quanto a progenitora, é a mais alta das mulheres com seus 1,74 metros; tem uma personalidade avassaladora e borbulhante, vive fazendo piadas e sempre tem o riso na ponta dos lábios, ano que vem vai cursar o mesmo ano que eu, tem medidas de sonho 92-62-91, parecidas com a Isa mas com mais peito, ostentando um apetitoso sutiã 34D; tem uma vitalidade incrível, pratica ginástica artística e dança. Também não tem namorado, porque geralmente zoa os colegas ou os caras que chegam nela, que acha sem graça, pouco carinhosos, achando que a única coisa que querem é transar com ela, e ela não se presta a ser comida por qualquer um, segundo as próprias palavras dela. Por algum motivo que ainda não entendo, ela me causa emoções inexplicáveis, me deixando nervoso e perturbado toda vez que a vejo, como nunca antes tinha acontecido. Fiquei impressionado com uma mulher. A última integrante dessa nova família era Florencia, ou Flo, que eu ainda não tinha visto porque estava viajando — é a mais nova de todas as mulheres, mas nem por isso menos gostosa, pelas fotos. Tem 16 anos, cabelo loiro e olhos verdes, e o corpo dela é o que mais se aproxima do da tia Dani, sendo um pouco mais alta que a mãe, com 1,68m. As medidas são uma loucura: 92-60-94, com uns peitos que devem ser copa 36E, comparáveis aos da mãe, e até parecem maiores que os da irmã Ani. Elas brincam que foi leite de elefante que criou essas tetas. Agora que cheguei nessa família, deixei de ser o mais novo por um mês, mesmo estando um ano à frente de Ani e de Flo na escola. Ela não é muito estudiosa, prefere se divertir com as amigas e adora se vestir de forma provocante, igual a Ani. Quando a gente chegou, ela estava viajando, visitando o pai no exterior, e só volta depois das festas de Ano Novo — aí a gente vai ver como vamos nos acomodar na nova casa.
Resumindo, posso dizer que fiquei alucinado com minha prima Ani, não conseguia olhar pra mais ninguém. Mesmo a tia Dani sendo uma mulher impressionante, por algum motivo estranho, comecei a comparar as mulheres da família que nos acolheu com as da minha. No fim, todas eram gostosas. Depois de escolhermos os quartos, fomos almoçar e passamos a tarde toda nos instalando de vez nos nossos aposentos, matando o resto do dia com uma atividade frenética pra nos adaptar à nova vida.
Na hora do jantar, pude ver minha prima, que já tinha me deixado maluco. Fiquei de olho no decote espetacular dela, mostrando um vale que separava uns peitos que pareciam tão enormes quanto os da tia. Enquanto as mulheres conversavam animadas, eu viajava na minha, imaginando aqueles corpos nus. Pela primeira vez, incluí minha mãe e minha irmã nesses pensamentos, nas minhas fantasias, as Eu idealizava elas como deusas gregas, achando que todas eram desejáveis, gostosas e cheias de tesão. Com tanto estímulo feminino, meu pau começou a agir por conta própria, coisa que nunca tinha acontecido. Quando fui me deitar, percebi que a ereção tinha passado, mas eu ainda tava muito tarado, então resolvi ir no banheiro bater uma pra aliviar a ansiedade. Assim que entrei, vi minha mãe de sutiã e calcinha escovando os dentes. Não consegui evitar de reparar como os peitões dela balançavam no ritmo da escova.
Minha mãe sentiu a porta abrir, me olhou sem parar de escovar, tirou a escova da boca e falou com um sorriso: "Já vou sair do banheiro, mas pode ficar aqui enquanto eu termino." Continuou escovando, e quando umas gotas de saliva e pasta caíram num dos peitos dela, ela limpou com o dedo e chupou, sem dar a menor importância. "Valeu, mãe", respondi, sem tirar os olhos dos peitos dela balançando no reflexo do espelho, enquanto pegava minha pasta e escova pra imitar ela. "Nunca imaginei que ia dividir o banheiro com meu filhote", ela disse com um sorriso. "Eu também nunca pensei nisso, mãe."
O fato de ela ter deixado cair saliva e pasta nos peitos e depois chupado o dedo me deixou ainda mais excitado, e meu pau endureceu de novo. Tentei esconder, encostando o corpo na pia. Não sei o que tava rolando comigo, mas minha libido tava no talo. Quando ela terminou, se abaixou pra enxaguar a boca com água, me mostrando um ângulo novo daquele rabo apetitoso dela, que eu nunca tinha admirado daquele jeito antes. "Deixo o banheiro pra você fazer o que quiser", ela falou. "Obrigado, mãe", consegui responder com a escova na boca.
Depois que ela saiu, sentei no vaso e comecei a bater uma, lembrando das cenas recentes da minha mãe e do decote da minha prima. Que tesão do caralho naquela hora! Tanto que nem pensei em trancar a porta que dava pro corredor. quarto da mamãe, fechando meus olhos e pegando na minha pica quente, que já estava esticada ao máximo, uns nada desprezíveis 18 centímetros, comecei um movimento suave e ritmado para prolongar meu prazer ao máximo; quando, de repente, senti a porta se abrir de par em par e ouvi: Desculpa, Claudinho, esqueci meu… mas o que você tá fazendo!, exclamou minha mãe, que entrava no banheiro porque tinha esquecido o creme corporal. Não… nada… só tava me coçando, respondi, perturbado pela entrada surpresa da mamãe. Tá bom, continua, só vou pegar meu creme, ela disse, tentando minimizar o fato de ter visto o filho se masturbando. Ok…, falei num sussurro, cheio de vergonha, enquanto me dobrava no vaso pra esconder minha pica. Mamãe Júlia pegou o creme e saiu do banheiro, fechando a porta atrás de si, ainda corada e nervosa com o espetáculo que acabara de ver, acho que ficou pensando no que podia fazer pelo filho, ou seja, por mim, também notei, com um pouco de estranheza, que ela saiu sem parar de olhar e reparar no duro da minha pica, tempo depois ela me disse que era grande, talvez do tamanho da do ex-marido dela; embora não soubesse o quanto essa confissão era verdadeira, já que ela não tinha muita experiência no assunto, pois só tinha ficado com ele, mesmo assim ela achou realmente grande pra ser só um garoto, sim, muito grande. Nessa confissão, mamãe se abriu, dizendo que começou a divagar e pensar na última vez que transou com o ex-marido antes de ele fugir, e como sentia falta dos orgasmos que ele arrancava dela, que agora eram só uma lembrança na vida dela. Naquela ocasião, ela começou a passar o creme corporal, tirou a calcinha, massageando os peitos e a buceta com paixão, se excitando como não fazia há muito tempo, os pensamentos dela voavam pro que viveu com o ex-marido, mesmo odiando ele agora, mas por breves segundos a visão dela voltava pra pica grande do filho, ou seja, eu, ela não conseguia evitar me excitando, continuando com as próprias carícias, então não demorei a gemer baixinho enquanto me masturbava e explodia num grande orgasmo. Eu, por minha vez, estava envergonhado, então parei minha masturbação e fiquei angustiado, pensando que iam me castigar pelo que fiz; criei vários cenários na cabeça tentando achar uma saída praquela confusão. Foi aí que decidi que tinha que pedir desculpas pra minha mãe, mas o que eu diria? Levantei a calça do pijama e fui até a porta do quarto dela, quando ouvi um gemido leve. Achei que minha mãe estava chorando, então me abaixei e olhei por uma treliça de madeira que tinha na parte de baixo da porta do banheiro; fiquei paralisado ao ver minha mãe sentada na cama com uma mão no púbis e a outra massageando uma das suas tetas enormes; era uma visão que nunca imaginei ver. As tetas da mamãe eram mais lindas do que eu tinha imaginado, meu espanto foi rapidamente superado por um tesão inimaginável e incontrolável. Sem pensar muito, me deitei no chão do banheiro, tirei o pau do pijama, ele começou a acordar de novo, e comecei a bater punheta com frenesi. Naquela confissão, mamãe Júlia, sem saber que estava sendo observada, continuava com a masturbação, usando dois dedos para se tocar no clitóris, quando de repente! Numa avalanche de prazer, dada por um orgasmo quase silencioso, soltou um: —Claudio! — imaginando que estava sendo penetrada por mim, foi o que eu deduzi. Ela me confessou que ficou tão surpresa com o próprio pensamento quanto com o gritinho de orgasmo, pois numa bagunça de lembranças e sentimentos quase esquecidos, nunca imaginou tal situação. Percebendo o quão incestuosa foi sua reação, soltou um soluço silencioso, quase imperceptível, tentando com isso expiar sua reação pecaminosa e se arrependendo dos seus desejos libidinosos, mesmo assim ficou cheia de culpa e remorso. Depois de um tempo e um pouco mais calma, começou a vestir o pijama para dormir. Eu, por minha vez, ao ver e ouvir o que minha mãe fez... Mãe, eu interrompi minha punheta, ficando atônito e triste ao mesmo tempo; surpreso pela masturbação da minha mãe, nunca pensei que ela pudesse se satisfazer sozinha e não tenho palavras pra descrever o quanto fiquei chocado ao ouvir meu nome; quanto à tristeza, foi por causa do choro que presenciei. Quando minha ereção já estava murchando, levantei do chão e fui me deitar, sem parar de pensar em tudo que tinha visto; relembrando vividamente minha mãe nua se masturbando enquanto pensava em mim. Com esse pensamento e já na minha cama nova, meu pau voltou a todo vapor, retomando minha punheta febril, até chegar a um orgasmo monumental, que sujou meu pijama e lambuzou minha mão com uma porrada de porra. Depois, vencido pelo sono, dormi até o dia seguinte, quando ouvi minha mãe no chuveiro. Levantei quase sem pensar, querendo reviver o dia anterior, me deitei no chão tentando olhar pela fresta da porta, mas não dava pra ver dentro do banheiro, o sistema não era reversível. Tentei abrir a porta devagar, mas percebi que era muito provável que me pegassem e meu castigo seria ainda maior, porque eu não poderia negar nada e isso com certeza pioraria minha situação. Um tempo depois, ainda com meu pijama sujo, fui pra cozinha tomar café, me encontrando com minha mãe Júlia, tia Dani e minha prima Ani. Cumprimentei elas meio sem vontade, por causa do cansaço da minha primeira noite na casa nova, mas minha atitude mudou rápido ao ver como elas eram gostosas, agora que percebi que são mulheres tão normais quanto qualquer outra. Pensei que ia observá-las com o máximo de respeito e sempre com admiração. As duas primeiras estavam se arrumando pra ir trabalhar, enquanto minha prima, assim como eu, estava num pijama charmoso, o dela era rosa quase infantil, mas deixava adivinhar suas curvas excitantes; foi nesse momento que minha mãe, enquanto me dava um beijo na bochecha Ele me disse em voz baixa: Claudio, quando eu voltar, a gente precisa conversar. Tá bom, mãe, bom trabalho, respondi, ficando ainda mais preocupado e nervoso, pensando que iam me castigar bem pesado. Tentei imaginar qual seria o castigo, mas só me via sendo expulso de casa ou mandado pra um colégio militar. Tchau, tia, disse Ani, e depois virou pra mim: Claudio, quer ir nadar na piscina do clube aqui perto? Fala que sim, priminho! Não sei se posso, já chamou a Isa?, respondi, tentando de um jeito idiota me livrar do convite. Por que não poderia?, ela rebateu, pede permissão pra sua mãe antes dela ir. E sobre a Isabel, ela disse que ia treinar vôlei com as amigas da faculdade. Mãe, será que...?, consegui falar, me virando pra ela. Vai, a mãe se adiantou, acho que vai te fazer bem, se distrai e gasta essa energia. Tchau, Claudinho, já tô atrasada e vou pegar um engarrafamento, falou, se referindo ao monte de carro nas ruas. Beleza, então a gente se vê daqui a uma hora, prontos pra sair. Você tem que levar toalha, touca de banho e tudo que precisar pro banho, Ani me disse. Claro, não é a primeira vez que vou num clube, respondi meio irritado, porque ela tava me tratando como criança. Tchau, crianças, eu também vou. Aqui tem dinheiro pro Claudio pagar a entrada e comprar um sorvete, disse tia Dani pra filha dela. Tchau e obrigado, tia, consegui falar, mesmo me tratando como moleque. Mas esse moleque não parava de admirar a tia Dani, que hoje tava com um vestido de verão que destacava os atributos enormes dela. Aí pensei: como é que eu não vou ficar excitado o dia inteiro com essas parentes? Virei o olhar pra Ani, reparando no vale entre os peitos dela pelo pijama de menina boazinha que tava usando. Na hora marcada, eu já tava esperando a Ani, quando vi minha irmã Isa vestida com o uniforme de vôlei. Ela tava de tirar o fôlego, não consegui evitar dar uma olhada nela dos pés à cabeça. cabeça, pensando que era uma deusa do Olimpo que tinha descido à terra, com aqueles peitos empinados, quadris sinuosos e aquela bunda empinada e durinha, tudo realçado pela roupa sexy, como ela era gostosa!, quando uma voz me disse. "O que você está olhando tanto, otário? Tem alguma coisa errada comigo?", disse Isa. "Nada, só me surpreende ver você de uniforme de vôlei nas férias." "É que combinamos com minhas amigas treinar para não perder o nível do jogo e ficar bonitas para a praia", respondeu com uma risadinha, que mostrava seu bom humor. "Vamos, Cláudio, já estou pronta para sair. Tchau, Isa, a gente se vê", chegou dizendo Ani. "Tchau, Ani, cuida do meu otário", disse Isa, continuando com suas provocações para mim. "Tchau", dissemos em uníssono Ani e eu, enquanto saíam em direção ao clube próximo. Uma vez no local, Ani me mostrou as instalações e depois foi para os vestiários, cuja entrada era a mesma que a minha, mas depois se dividia em feminino e masculino, combinando de nos encontrar na entrada para ir à piscina juntos. Me troquei sem problemas, deixando minhas roupas e o que não ia usar na piscina em um armário, pedi as chaves ao responsável, que custei a encontrar, pois estava varrendo no fundo dos vestiários, que eram bem grandes. Comecei a esperar a Ani olhando os cartazes do local, onde se liam as regras de uso das instalações, recomendações e precauções que os usuários deviam ter, quando de repente ouço o nome dela: "Cláudio, vem aqui que preciso de ajuda", disse Ani em voz baixa, mas alta o suficiente para ser ouvida por mim. "O que foi?" "Vem que preciso da sua ajuda", disse Ani enquanto colocava a cabeça para fora da porta do vestiário feminino. "No que posso ajudar, Ani?" "Entra que eu te mostro", disse Ani. "Mas é o vestiário das mulheres", retruquei. "Já sei, mas não tem ninguém para me ajudar", pontuou a prima. Entrei hesitante, olhando para todos os lados, então Ani me pegou pela mão e me arrastou até um vestiário. Olhei para ela meio assustado. caso fôssemos descobertos, ela estava coberta por uma túnica de banho que a cobria por completo, que depois eu saberia que se chamava pareô e era de origem taitiana, ela estava linda, saí do meu devaneio quando ela fecha a porta e me olha dizendo. Me ajuda. Qual é o teu problema? Não consigo amarrar direito o sutiã do biquíni, me disse Ani enquanto tirava o pareô. Ficando a poucos centímetros de mim, de costas. Bom, o que eu faço? falei enquanto olhava o pescoço e as costas da minha prima. Pega as tirinhas que estou te passando e amarra com um lacinho atrás da minha nuca, me disse Ani. Mmmmmfff... Não é fácil, são muito curtas, falei, enquanto olhava para Ani pelo espelho na parede do vestiário, notando que minha prima tinha o braço esquerdo tampando os peitos e com a mão direita me passava um par de tiras. Espera, vou esticar o máximo que der, disse Ani, tirando o braço esquerdo e pegando uma tira com cada mão e levantando-as para mim, erguendo os peitos pesados dela. Mmmff... pegando as tiras, tentava dar o nó, mas eu estava besta olhando mais para o espelho do que para as tiras. Olha para as tiras e não para os meus peitos, disse Ani cravando os lindos olhos verdes no meu olhar. Ok, Claudio tentando prestar mais atenção nas tiras e pegar melhor as pontas delas, que Ani agora me passava com as duas mãos, quando, de repente, antes de eu pegá-las, ela solta. As tirinhas não muito elásticas saltaram como molas, impulsionadas pelo peso dos peitões de Ani, e os triangulinhos de pano que os cobriam também caíram, mostrando dois mamilos de um rosa um pouco mais escuro que o resto da pele clara das belas iguarias que se expunham à minha vista. O tempo que passou deve ter sido bem curto, mas para mim foi quase uma eternidade de prazer glorioso. Ani tapou os peitos com as mãos e me disse Ahhh... que que você está fazendo, idiota! tentando esconder os peitos com as mãos. Não foi minha culpa, não consegui pegar as tiras e você soltou, respondi ainda perturbado pela Visão gloriosa dos peitos da minha prima. "Faz alguma coisa", disse Ani, nervosa com a situação. "Espera, vou pegar as alças." Peguei as alças tentando cobrir os peitões da minha prima, cobertos pelas mãos que precisavam sair, então acabei roçando nelas. Isso fez minha ereção dar um pulo dentro da sunga. Ela tirou as mãos e ajeitou o sutiã de qualquer jeito, pegou o cabelo dela para desobstruir minha visão das alças, e depois continuou tapando parcialmente os peitos com um braço. Mas o braço dela atrapalhava o comprimento suficiente das alças, ainda mais se não tentássemos ajustar os fechos do sutiã. As alças estavam muito esticadas e meio curtas, então falei pra minha prima: "Agora, tira o braço pra eu poder amarrar." "Ok, mas não solta as alças", disse Ani. Ela começou a apertar as alças enquanto Ani, com cuidado, segurava os peitos com as mãos. Pra mim, a situação não podia ser mais erótica, então meu pau começou a reagir aos estímulos visuais. Enquanto Ani ajeitava os peitos, eu tava com um olho no nó e o outro na manobra de ajuste da minha prima. "Acho que já foi", falei, aproveitando pra passar o olho na bunda e nos peitos da minha prima. "É, obrigada, curtiu o espetáculo?", me disse minha prima com um tom de reprovação. "Não, só tava tentando te ajudar", respondi. "Não acredito em você", disse Ani. "Mas é a verdade, tô aqui porque você me pediu e não pra exibir seus peitos. Além disso, seu biquíni tá pequeno e isso não é culpa minha", me desculpei de novo. "Seu 'amiguinho' aí desmente isso", me disse Ani com um tom mais conciliador, depois de reparar na minha ereção. "Mas..." comecei a falar, quando Ani me interrompeu: "Desculpas só pioram a situação. Vamos esperar um pouco pra baixar essa sua euforia de estar num vestiário com uma gostosa como eu", disse Ani rindo enquanto colocava o pareô. "De qualquer forma, pode ser que você tenha razão, meu biquíni tá meio pequeno mesmo. Meus peitos cresceram um pouco, e não usava essa sunga desde o verão passado", finalizou enquanto colocava a cabeça pra fora. lá do vestiário pra ver se não tinha "mala na área". Saímos sem problemas e, uma vez na piscina, ficamos nadando umas braçadas, conversando sobre o colégio dela, que também seria o meu, já que íamos estudar no mesmo lugar e talvez fôssemos colegas de turma, porque estávamos na mesma série. Ela me disse que seria foda se a gente caísse na mesma sala, pra eu ajudar ela nas provas, já que ela não era muito boa em matemática. "E o que eu ganho com isso?", falei. "Meu carinho e eu contar pras minhas amigas como você é bom." "Mas elas nem vão me olhar, porque geralmente só dão bola pros caras mais velhos que tão na faculdade", alfinetei. "Olha aqui, Claudito, eu sou uma conselheira foda pras minhas amigas, e você, mesmo sendo novinho, tem um corpo que muitos caras iam querer, e pelo que eu tô vendo, seu 'amiguinho' aí também é de dar inveja", disse Ani rindo. "Bom, nesse caso, pode contar comigo... mas, desculpa, você acha mesmo que meu 'amiguinho', como você disse, é bonito? Como você sabe?", perguntei meio sem graça, mas curioso. "Bom, na verdade, não é que eu tenha visto algum, mas meus colegas já armaram uma 'barraca' mais de uma vez depois de ficar olhando pra mim e pras minhas amigas", comentou Ani. "Sério?!!", falei entre pergunta e exclamação. "Sim, e posso dizer que sua barraca era digna do circo 'Os Falcões Voadores'", disse ela rindo de novo. "Mas olha, você não pode ficar olhando pra minhas tetas e minha bunda, porque senão pode gastar", continuou no tom de brincadeira. "Vou tentar, mas você não pode usar biquínis que ficam pequenos em você", falei com um sorriso, seguindo o clima da conversa. Um pouco antes do almoço, decidimos ir embora do clube, então fomos nos trocar, combinando de esperar um pelo outro igual no começo. Depois de ficar pronto, esperei ela na saída, estava olhando os anúncios de novo quando senti que Ani me chamou. Olhei, e ela, com a cabecinha linda de fora, disse: "Preciso da sua ajuda de novo", com um tom entre vergonha e diversão. "Sério, não é brincadeira?", respondi. Espero que você seja bom com nós — disse Ani, me incentivando a entrar. — Que nó?... Esse que eu fiz em você tá de boa e fácil de desatar. — Já não tá mais, eu fiz cagada com os dois nós do meu sutiã. — Nunca vou te pedir pra amarrar meu tênis — falei. — Você já tá grandinho pra precisar que amarrem seus tênis — respondeu Ani. Olhei as costas da minha prima e vi que ela tinha dois nós cegos de tanto puxar os laços errado sem prestar atenção, causando o problema, então minha prima tava mesmo presa no biquíni molhado. — Não vai ser fácil, então tem paciência — falei. — Bom, desde que não tente olhar pras minhas tetas de novo — disse Ani com uma risadinha. — Acho que você faz isso pra eu realmente olhar pra elas. De qualquer forma, elas são dignas de serem olhadas, né? — Vou tirar o de cima primeiro, o outro você consegue tirar sozinha — falei sério, sem responder a última pergunta. Mesmo tendo dificuldade pra desatar o pano molhado, depois de um tempo consegui, aproveitando pra olhar minha prima se segurando e tapando os peitos com o braço enquanto com a outra mão pegava o cabelo pra não atrapalhar meu trabalho. — Seu "amiguinho" vai acordar se continuar me olhando assim — disse Ani, me olhando pelo espelho e me pegando de surpresa. Isso fez minha concentração ir embora e minha tesão voltar. — E você devia parar de fazer nós pra eu ter que vir te ajudar. — É que eu adoro quando meu herói e seu escudeiro vêm me salvar — disse com um sorriso doce, enquanto olhava pra minha barraca no shorts. — Pronto, olha se não tem "mouro na costa" — falei, me fazendo de desentendido sobre o comentário do escudeiro. — Pode sair, olhão... e acalma seu "amiguinho", porque ele já teve um dia agitado comigo — riu Ani. Capítulo 2: Descubro Minha Libido. Voltamos pra casa quase na hora que Isa chegava do jogo dela, então combinamos de almoçar juntos depois que Isa tomasse banho e se vestisse. No almoço, conversamos sobre o que cada um tinha feito, pulando a parte da exposição das tetas da Ani e outros detalhes como meu... Ereção. Combinamos que mais tarde tomaríamos sol no quintal perto da piscina de casa. Chegada a hora da piscina, nos juntamos no jardim e rolou o seguinte diálogo: "Isa, esse biquíni é de freira", soltou Ani. "Por que você diz isso? É super bom, nadava com ele na piscina da escola", disse Isa. "De escola, mas não pro verão e pra tomar sol e pegar aquele tom fascinante que é necessário pra conquistar um 'gostosão'." "Não tô atrás de 'gostosões'", rebateu Isa. "Não seja sem graça, mulher. Toda garota como a gente tem que saber mostrar como é linda, e o tom dourado vai realçar seus olhos azuis. Claudio, espera a gente aqui um pouco, tenho que arrumar sua irmãzinha." Fui a testemunha muda desse diálogo, fiquei intrigado sobre o que minha priminha planejava fazer, mas só conseguia pensar em como Ani estava linda, agora com outro biquíni que caía melhor, já que os peitos não tentavam escapar como no que ela usou de manhã, e que a irmã dela, embora estivesse bem coberta com o maiô de uma peça, não deixava de ser atraentemente gostosa. Daí a pouco as duas belezas voltaram, e Ani me disse: "Como a Isa fica com esse biquíni, não é verdade que cai melhor nela do que em mim?" "Sim, ela tá estupenda, digna de comercial de TV", falei ao ver que era o mesmo biquíni que Ani usou de manhã. "Cai melhor nela do que em mim, porque sua irmã tem um pouco menos de peito que eu", disse Ani rindo. "Valeu, mas acho que só vou usar aqui porque não tô acostumada e me dá um pouco de vergonha ficar mostrando tanta pele", disse Isa. "Eu acho que você tá muito bem", falei, bobão com as curvas da Isa. "Porque você é um bobalhão e suas hormonas se agitam só de ver uma vassoura de saia", disse minha irmã. "Claudio, pode passar protetor nas nossas costas? Porque nesse horário é perigoso se expor demais", disse Ani com um sorriso safado. Me ajoelhei ao lado da minha prima e comecei a espalhar o creme oleoso nas costas dela, dedicando uma parte importante do tempo nas laterais, roçando partes. partes importantes dos peitos da minha prima que, quando apertados, se destacavam. Não que eu fosse um tarado ou muito ousado, simplesmente desde que cheguei nessa casa minhas hormonas ferviam e eu tava permanentemente com tesão, ofuscando meu recato e anulando minha timidez. Ani só me olhou e fez um sorrisinho safado, e depois continuou de olhos fechados. Mas quando eu fui me levantar, Ani falou: O serviço é completo, não vai esperar que eu me levante pra passar creme nas minhas pernas e no resto. Tá bom, respondi, me movendo pra começar pelos pés da Ani e subir devagar pra cima, pensando como as pernas dela eram lindas e comecei a “ficar animado” ainda mais, se é que dava. Continua assim, Ani falou, me incentivando a passar o creme nela. Depois em mim, disse Isa, meio sonolenta. Comecei minha tarefa com muita dedicação, passando minhas mãos ao longo das pernas, até chegar no contorno da bunda da minha prima, minha barraca era totalmente visível e se antes eu sentia borboletas no estômago só de olhar pra ela, agora meus pensamentos estavam confusos e eu queria pegar ela, mas minha timidez venceu no último instante e parei o que tava fazendo. Falta o resto, disse Ani, com uma risadinha quase diabólica, me olhando de lado. Se você… diz! Falei com uma voz que mostrava meu nervosismo. Ao ser autorizado a continuar, coloquei mais creme em cada nádega da bunda gostosa, esperando alguma reação da minha prima, e como não recebi nenhuma reclamação, comecei a espalhar pelas partes descobertas da bunda, sentindo todo tipo de sensação e ficando mais excitado a cada momento, então meu pau ficou no vermelho vivo, e eu tive que ajeitar ele porque já tava doendo, levantando uma barraca considerável que Ani notou quando me olhou de novo, e fez um sorriso que escondeu com o braço; comecei a cada passada a subir um pouco mais o biquíni, mas de repente ela me fala. Acho que já tá pronto, obrigada Claudinho, impedindo que meu entusiasmo invadisse além da fronteira que era o biquíni. É minha vez, disse Isa, que continuava de bruços com os olhos fechados igual que a Ani. Beleza, vou pra lá, falei, começando minha tarefa gostosa em cima da Isa. Igual com a Ani, comecei pela parte de cima, dedicando um pouco de atenção pros lados da Isa, que, igual a Ani, ficavam saltados porque os peitos dela estavam espremidos, esperando alguma reação da Isa, fazia meu trabalho com cuidado e dedicação, pensando na desculpa caso ela reclamasse, mas não foi assim. Terminada a parte de cima, comecei pelas pernas até chegar no contorno da bundinha empinada dela, o que fez a Isa reagir, ela levantou a cabeça e antes que falasse qualquer coisa, eu disse: Tô te dando serviço completo igual à Ani. Sim, priminha, teu irmão tem mãos de anjo, comentou a Ani. A Isa se deixou fazer, mas sem deixar de ficar de olho no que eu tava fazendo, pensando até onde minhas mãos iam chegar, ela me confessou depois que isso a deixava meio excitada, porque nenhum homem tinha feito aquilo antes, também pensou no que faria se eu continuasse até a bunda dela, será que deixaria igual a Ani?; o que fazer?, notei que ela ficou tensa quando cheguei na fronteira entre as pernas e a bunda dela. Minhas mãos mornas e macias por causa do creme causavam nela não só inquietação, mas uma ardência que queimava a barriga dela, ela sentiu quando eu derramei creme nos dois glúteos dela, ainda tinha chance de me parar, mas não fez, pensei “preferiu o serviço completo”. Massageei a bunda dela começando a subir até chegar no tecido do biquíni, sentindo como eu empurrava pra pegar mais pele se desse. Valeu, Cláudio, consigo sozinha com o resto, falou finalmente. De nada, irmãzinha, quando precisar, respondi indo me deitar de bruços pra disfarçar minha ereção que não passava e não passou despercebida nem pela Isa nem pela Ani, que olharam de canto de olho disfarçadamente. Isa, a gente podia ir comprar biquínis amanhã de manhã, falou a Ani. Não posso, priminha, combinei com meu time de treinar amanhã nesse horário, talvez a gente pudesse ir à tarde, comentou a Isa. É que à Tarde prefiro pegar um sol e ficar de boa na beira da piscina, porque tá muito calor pra sair. Posso te acompanhar, disse Cláudio quase sem pensar. Aceito a companhia, você pode me dar sua opinião de homem sobre como ficou o que comprei, disse Ani. O resto da tarde a gente brincou na piscina de Marco Polo e de tontinho, o que fez com que eu aproveitasse qualquer situação pra roçar ou tocar nas minhas parentes. Ele tava realmente tarado, nunca pensei que eu pudesse agir assim, mas com a cumplicidade silenciosa delas, eu tocava um pouco de peito aqui, um pouco de bunda ali, como se diz, me deliciei com elas, sem que elas dissessem nada. De noite, depois que Júlia e Dani chegaram, todos sentamos pra jantar, pedindo as respectivas permissões pra ir ao centro comprar, o que fez com que ambas as mães e irmãs ficassem felizes com a boa química que estava rolando, especialmente entre Ani e eu. Você tem dinheiro pra ir comprar? me perguntou mamãe. Sim, mãe, tenho umas economias pra poder comprar presentes pras festas e aniversários que estão por vir. Mas agora somos mais na família, pega esse dinheirinho, pra você não ficar quebrado. Me passando algumas notas. Obrigado, mãe. E você, Ani, tem dinheiro? perguntou a mãe dela. Sim, mas um pouco a mais cairia bem, porque quero comprar uns biquínis pra essa temporada, os antigos já não me servem mais. É verdade, você se desenvolveu muito ultimamente, já tem quase as minhas medidas, disse Dani. Não, ainda não, mãe, ninguém que eu conheço tem as suas medidas, a única que poderia chegar perto é a Flo, que talvez volte de visitar o pai. Um pouco mais tarde, todos se recolheram pros nossos quartos pra dormir. Eu tinha tido um dia excitante. Esperei minha mãe entrar no banheiro pra colocar o pijama e, quando senti que ela tinha saído e batido na porta, entrei no banheiro vendo que estava vazio. Pensei que mamãe já estaria de pijama, então me deitei no chão e, olhando pela fresta, vi que mamãe Ela estava tirando a roupa, mas ainda não tinha terminado. Peguei no meu pau, que já começava a ficar duro como ferro, e comecei uma punheta ritmada. Como minha mãe era linda, que peitos e bunda ela tinha. Quando ela terminou de vestir o pijama, levantei só por precaução, caso ela voltasse ao banheiro, mas os segundos passaram e continuei a punheta em pé na frente do espelho do banheiro, perto da porta, já mais relaxado, pensando que ela estaria na cama. De repente, a porta se abre no exato momento em que eu estava tendo um grande orgasmo. De susto, me virei para o barulho e meu leite saiu disparado em direção à minha mãe, que estava entrando no banheiro: "Ei... O que é isso? Cláudio, o que você está fazendo?", gritou a mãe dele. "Mãe...", consegui dizer enquanto meu sêmen atingia o pijama dela. "Olha como você me deixou com seu... seu porra nojenta!", disse a mãe dele com raiva, ela que nunca o tinha insultado antes. "Desculpa, mãe, não sabia que você ia entrar", me desculpei. "Você não pode ficar fazendo isso todo dia e devia ter o cuidado de trancar a porta, pra não acontecer de novo", disse a mãe enquanto tentava secar todo o leite que tinha caído nela. "Agora vou ter que trocar de pijama por causa das suas porcarias." "Desculpa...", murmurei. "Ok... Tá bom, se lava e vai dormir." Quase chorando, fui me deitar depois de me lavar. Pouco depois, a mãe dele entrou com um pijama diferente do anterior, este era um pouco mais revelador, porque era de seda, composto por um shortinho e uma blusinha que destacavam suas curvas e, em especial, os mamilos eretos. Ainda envergonhado, não parei de olhar para minha mãe, ela era uma gostosa, meu pau se manifestou de novo em toda sua extensão, mas ela não fez nenhum comentário. "Desculpa, meu filho, não devia ter gritado com você. Sei que você está crescendo e que os homens têm essas necessidades", disse minha mãe. "Me perdoa você também, mãe, sei que não devia fazer essas coisas, mas minha vontade é mais forte que eu." "Filho, na sua idade, os hormônios estão fervendo e os homens passam por isso, não conseguem se controlar, não me Peça mais desculpas, acho que temos que fazer algo pra evitar que o que aconteceu se repita, porque senão eu posso me acostumar mal, disse Júlia tentando fazer uma piada sem graça pra tirar a importância do assunto. Mãe, não sei o que tá rolando comigo, tô todo revolucionado, desculpa... Calma, acho que o melhor é sua irmã te dar umas aulas de educação sexual, talvez te ajude a superar essa "Revolução Hormonal", terminou de falar e me deu o beijinho de sempre nos lábios, dizendo boa noite. Mamãe foi se deitar sem parar de pensar no que tinha rolado nessas duas noites seguidas, meu tesão contagiou ela e a mente dela vagou entre os deveres de mãe, até o arrepio de perceber o tamanho do meu pau e a porra que eu tinha espalhado no pijama dela. Por mim, dormi pensando em como minha mãe era gostosa e deliciosa, imaginando como seria maravilhoso transar com ela, sem deixar de reservar uns minutos pra minha prima e minha irmãzinha, que rabos mais gostosos eu tinha apalpado do meu jeito! No café da manhã, cheguei ainda de pijama, enquanto mamãe já tava sentada na mesa com Dani e Ani, só faltando Isa, que chegou uns minutos depois e, igual a mim, de pijama. Oi Isa, bom dia, disse Dani. Bom dia, mesmo que eu preferisse continuar dormindo, mas a Ani acordou cedo e me encheu o saco, comentou Isa como se a aludida não estivesse presente. Eu não tenho culpa se você é uma coruja e eu uma cotovia, se não tivesse ficado lendo até tarde, agora não estaria com sono, disse Ani alegremente. Isa, se você tá acordada, me escuta, porque quero que me faça um grande favor, disse Júlia, a mãe delas. Sim, mãe, já tô acordada, fala, respondeu Isa. Preciso que você dê umas aulas de educação sexual pro Cláudio, já que você entende do assunto porque tá estudando medicina e eu não manjo dos detalhes. Mas mãe, como é que vou dar aula pra esse bocó?, reclamou Isa. Olha Isa, eu não tenho tempo e seu irmão precisa ser bem educado, por favor, não me faz dar mais explicações, respondeu. Sério, Júlia. Sim, e você podia ensinar a Ani também! Já que eu nunca conversei sobre abelhinhas e flores com ela, acho que um olhar científico sempre é bom nesses casos — disse tia Dani com um sorriso. Mãe, já não sou mais uma criancinha pra Isa ficar me ensinando sobre sexo — rebateu Ani. Ani, não estou pedindo pra você, estou pedindo pra Isa. Pode ser que ela seja adolescente, mas não sabe tudo, e conhecimento não ocupa espaço nem faz mal, então se Isa puder dar as aulas, você vai participar — ordenou a mãe dela. Beleza, vou dar as aulas pros dois, e não se preocupa, Ani, sou uma professora foda — respondeu Isa. Bom, já que estamos de acordo, temos que marcar data e hora, como meu pai dizia — falou a mãe Júlia. Hoje de manhã eles vão fazer compras e eu vou pro treino, então pode ser depois do almoço e antes da piscina — disse Isa. Combinado? — Sim — respondemos Ani e eu. Mais tarde, todo mundo saiu conforme o combinado, e Ani e eu fomos pro centro da cidade, numa loja de departamentos que tava com liquidação de biquínis e outras coisas de verão. Eu segui ela enquanto ela procurava alguns biquínis pra provar, de vez em quando admirava como ela era linda com aqueles shorts curtos e o top de verão, me deixando bobão. Que mina mais gostosa. Não vai pegar nada pros seus presentes de Natal e aniversário? — perguntou Ani. Aqui é difícil, não sei os tamanhos de maiô que elas usam — respondi. Então compra algo quase universal, tipo biquínis e fio-dental — disse Ani com um sorriso. Pode pedir ajuda pra uma das vendedoras — finalizou. Mas os parentes não são tão universais — retruquei. Nisso você tem razão, mas se forem biquínis, é só prestar atenção nas medidas do quadril e do busto, e pelo que vi, Isa é muito parecida comigo, um pouco menor como eu era ano passado, e sua mãe parece com a minha nas medidas. Então você tem que pedir os seguintes tamanhos pra elas: pra sua mãe, manequim 36 E, pra A minha, 34F igual à da Flo, pra sua irmã 36C e pra mim 34D, sempre dá pra trocar se você guardar a nota, beleza?, perguntou a Ani. Sim, vou dar uma olhada por aqui. Respondi. Seguindo o conselho da Ani, fui até uma vendedora de meia-idade que me olhou divertida quando falei os tamanhos, mas mesmo assim me atendeu super bem, apesar de ter soltado um comentário que me chamou a atenção: "Suas parentes são bem voluptuosas, nunca vi tantas mulheres com essas medidas, vou ver o que posso te mostrar, porque nesses tamanhos não tem muita variedade", ela disse. Obrigado, respondi seco. "Olha, aqui temos biquínis como o que você procura, dá pra combinar ou escolher uma cor que curtir, nesse outro cesto tem umas tangas brasileiras, que tão super na moda, mas não sei se vão agradar suas parentes ou se vão ficar bem nelas, de qualquer forma, as brasileiras são bem voluptuosas, mas talvez você possa pedir pra sua namorada experimentar algumas e ver como fica, ela também é bem dotada", disse se referindo à Ani. Claro, valeu pela ajuda, respondi sem corrigir o engano da vendedora. Selecionei algumas peças, pegando umas tangas que achei bonitas apesar do tamanho reduzido, o que me fez duvidar que minha mãe e minha irmã fossem vestir algo assim, e não sabia se minhas "parentes" iam gostar de algo tão ousado, então fui até a Ani, que tava indo pro provador. "Como foi?", perguntou a Ani, que levava vários biquínis. "Acho que bem, peguei alguns pra você dar sua opinião e experimentar pra ver se vão ficar bem." "Tem algum pra mim?", perguntou a Ani. "Sim, mas não vou te dizer qual." "Beleza, passa eles pra cá e vamos ver como a gente se sai." A Ani entrou no provador e depois de um tempo me chamou pra dar minha opinião, a visão que tive foi de parar meu coração, ela tava assustadoramente sensual e gostosa. "Cláudio, como é que fica esse biquíni preto em mim?", disse se virando pra mostrar todos os ângulos. Perfeito, consegui balbuciando enquanto admirava o quanto minha prima era gostosa. Ele continuou com outro vermelho, depois um azul, até que eu não conseguia mais controlar meu tesão, tentando disfarçar minha ereção me cobrindo com a bolsa que a Ani tinha me dado pra guardar. Agora vou experimentar os que você me passou, disse Ani fechando a cortina de novo. Beleza, tô ligado. Vem aqui pra você ver como fica a tanga brasileira que você me deu, não tenho coragem de sair lá fora, disse Ani colocando a cabeça pra fora do provador. Mas podem nos ver, respondi nervoso. Acho que não, tem muita gente e se nos verem, o que vão dizer? falou Ani sem preocupação. Ok, entrei rapidamente e fiquei de boca aberta de tão impressionado ao ver Ani. O que você acha? disse Ani me olhando nos olhos. Não acha que é muito ousada? perguntou de novo sem receber resposta minha, ainda paralisado. E…? fala alguma coisa. Bom… é… é… revelador, digamos assim, mas você tá de outro mundo. Respondi sincero. Sabe que você tá com a mesma cara de quando olhou pra minhas tetas, e também a mesma barraca, vai lá, sou sua prima! hahahaha ela disse sem vergonha nenhuma. Eu não conseguia entender a Ani, ela não tinha coragem de sair pra mostrar uma das tangas que experimentou, mas tinha total cara de pau pra rir das minhas reações. Vale dizer que as tangas não cobriam quase nada, minha ereção era evidente, minha cara também, ainda mais se pensar que as tetas da Ani mal cabiam nos triângulos de pano, cobrindo só as aréolas e os bicos, e pra falar da bunda, tava toda amostra, enquanto a tirinha de trás entrava no meio das nádegas, ajudando a tampar só a monte de Vênus onde destacava a rachinha da buceta, enquanto ela se requebrava e se admirava no espelho, me disse. Você tem razão, acho muito revelador, mas acho que seu "amiguinho" gostou bastante, reparando na barraca enorme que eu tava montada na virilha. Ei… não… não consegui falar mais nada. Não fica nervoso, é um Um biquíni meio ousado pra ir pra praia, mas dá pra usar em casa, o que já conta como presente", me disse Ani. "Acho que meus parentes não usariam se eu desse uma parada dessas, e não sei se as suas", se referindo às outras mulheres da casa, "usariam também. Você não faz ideia do que as mulheres são capazes de fazer pra pegar um gostosão", disse Ani. "Compra esses biquínis que é sucesso garantido." "Você acha?" "Sim, hahaha, não agora, mas se você levar a sério, hahaha, elas vão vestir", afirmou Ani com um sorriso safado. "Sai pra eu me trocar e a gente pagar", me disse Ani. Saí disfarçado do provador com minha barraca murchando de nervoso, quando a vendedora se aproxima e me pergunta com uma risadinha libidinosa, tipo uma foxy gostosa, pelo menos foi assim que interpretei. "Sua namorada gostou das tangas?" "Sim, ela disse que são meio ousadas, mas servem pra tomar sol em particular." "Então ela vai levar?", perguntou a vendedora. "Sim, vamos levar", interrompeu Ani, que tinha testemunhado a conversa. "Beleza, vamos pro caixa", disse a vendedora. "Meu namorado paga as tangas, e a gente quer as cinco embaladas separadamente pra presente", disse Ani, mantendo o erro da vendedora. "Deixei um vale-troca caso você ou seu namorado se arrependam", falou a vendedora, sorrindo maliciosamente. "Acho que não, mas obrigada", virando-se pra me dar um selinho e falar "Valeu, meu amor!" "De nada", respondi, vermelho que nem um tomate. De volta pra casa, nervoso e excitado, escondi os presentes no armário do meu quarto e me preparei pra almoçar com Isa e Ani. "Como foram nas compras?", perguntou Isa. "Bem, compramos vários presentes do Claudio e dois biquínis pra mim", respondeu Ani com malícia. "Vão me mostrar?", disse Isa. "De tarde te mostro, porque você vai estrear um deles na piscina. Os presentes não posso, porque são surpresa e, como são parecidos, você quebraria o encanto", respondi me adiantando ao pedido, ainda na dúvida se daria os presentes. Durante o almoço, Ani me olhava e fazia gestos. E risadinhas, pensando no bocó que era o primo dela e como era engraçado me fazer corar por qualquer coisinha; e mais engraçado ainda era me manter sempre com o tesão a mil. Embora depois eu soubesse que a Ani era virgem, ela já tinha tido uns dois namorados com quem tinha se esfregado, sendo pra muitos uma provocadora de paus, mas pra ela isso era indiferente, não ia se entregar pro primeiro otário que aparecesse, ela esperaria pelo príncipe encantado, se é que existia. Daqui a meia hora as aulas começam, disse Isa interrompendo os pensamentos dela. Ok, responderam Ani e Cláudio. Continua...
Capítulo 1 O início da mudança
Naquela manhã quente do verão austral, acordei meio triste, pois ia deixar para trás a casa onde vivi a vida inteira; além dos meus dois únicos amigos, e também minha escola, que não sentiria falta, e quase tudo que conhecia ou me era familiar. Logo começaria uma nova fase na minha vida. Na verdade, iria para uma casa nova, um bairro novo, uma escola nova do outro lado da cidade, onde descobriria uma parte da família que era quase totalmente desconhecida pra mim. Isso mesmo, iria para a casa de onde minha mãe foi expulsa há muitos anos e nunca mais voltou. Nessa casa, reencontraria parentes que eu sabia que existiam, mas não via há muitos anos — uns dez, talvez? Não me lembrava direito, só tinha certeza de que viveria na antiga casa de uns avós falecidos que nunca conheci, e onde agora morava a irmã da minha mãe, que eu nem sabia se conseguiria chamar de tia um dia, já que não lembrava nem do rosto dela.
Essa grande mudança na minha vida foi consequência da burrice do meu pai, que de um dia pro outro nos abandonou, fugindo com a nova secretária e todo o dinheiro da empresa da família — a mesma que ele tinha construído com o apoio e o trabalho da minha mãe —, deixando ela e nós, os três filhos de um casamento aparentemente feliz, pra trás. Como ele pôde nos deixar sem nem dar um tchau? Já fazia um ano que a única notícia que tivemos dele é que estava num paraíso fiscal no Caribe, sem tratado de extradição, aproveitando a pequena fortuna que levou, longe da justiça e das obrigações de família, sem pagar nem a pensão dos próprios filhos, muito menos devolver o dinheiro da empresa.
O desastre foi tão grande que Júlia, minha mãe, teve que assumir a direção da empresa — a mesma que ajudou a construir e que tinha deixado anos atrás pra cuidar da gente. única forma que minha mãe via pra evitar a falência iminente e conseguir lidar com o que significava ter o Juan, o filho mais velho dela, estudando na Escola Militar, a Isabel, a filha do meio, cursando Medicina na Universidade, e eu, Claudio, o caçula de todos, ainda no ensino médio. Apesar de todo o esforço dela, a situação em que a família se viu de um dia pro outro era precária demais. Minha mãe teve que vender todos os carros, menos o familiar, também o apartamento na praia e agora a casa da família. Do contrário, era impossível pagar toda a bagunça causada pela loucura ou será que foi "tesão" do meu pai? Todos nós sentimos o baque na queda do padrão de vida que a gente tinha conquistado com tanto suor, a antiga família feliz, mas essa grande mudança era a única saída pra seguir em frente. Como o tempo passa sem piedade e já que o comprador da casa queria tomar posse dela, a gente tinha que sair pra morar de favor na casa da nossa tia Daniela, ou Dani como a mamãe chamava, numa casa alheia, mesmo que essa casa fosse parte dos nossos direitos de herança, já que tinha sido a casa dos meus avós. Segundo a mamãe, a Dani era uma pessoa muito boa, carinhosa e extrovertida, então a gente ia se sentir em família rapidinho. Mas eu achava estranho que em tantos anos, morando na mesma cidade, o contato tivesse sido quase nenhum. Minha mãe tinha explicado que esse distanciamento foi culpa dos pais dela, meus avós, e do marido dela, meu pai, forçado em grande parte pela gravidez dela com apenas 17 anos, de que nasceu o Juan. Meus avós, em vez de protegerem ela, botaram ela pra fora de casa, deixando o jovem casal sem apoio de nenhum adulto. Vale dizer que meu pai era órfão desde criança e tinha só 18 anos na época. Mesmo assim, o casal conseguiu superar a situação precária e viver cada vez melhor, até que apareceu "a gostosa da nova secretária", como a mamãe chamava. Pelos Comentários de todo mundo que nos conhecia: a Foxy era jovem e bonita, mas isso não tirava o fato de que era uma puta destruidora de lares sem nome. Agora minha mãe voltaria a morar com a irmã e a família dela, na casa de onde foi expulsa anos atrás. Meus avós tinham morrido alguns anos antes num acidente de carro, e o funeral deles foi a única vez que lembro de ter visto minha tia e primos, por isso não tenho uma visão clara deles. Só me lembrava que meus parentes quase desconhecidos eram tão loiros quanto minha mãe, com os genes germânicos dos avós falecidos predominando neles. Se minhas contas não falham e como eu disse, já faziam dez anos daquilo, mas pra mim, sendo o mais novo de todos os primos, meus parentes eram totalmente estranhos. Não tinha nenhuma lembrança vívida com eles, ou seja, nenhum vínculo além de um dos meus sobrenomes.
Um grito me tirou dos meus devaneios. Era minha mãe me apressando. Fechei minha mochila com as últimas coisas que ia levar, saí do meu antigo quarto e fui pra saída da minha ex-casa pra começar a aventura de viver uma vida nova. — Cláudio, por que você demora tanto? Sua irmã já tá sentada — me repreendeu minha mãe, se referindo à Isabel, que já estava no carro velho e lotado que a gente ainda tinha. — Tô terminando minha mochila e me despedindo da casa — falei pra Julia, minha mãe. — Vamos, bobinho, que a tia e os primos tão esperando a gente pra almoçar — disse minha irmã Isabel, bem séria. — Não vão estar todos os primos, porque a Florença tá viajando e o Francisco, igual ao seu irmão, tá na Escola Militar — disse Julia. — Melhor, menos estranhos pra aturar — falei, meio de mau humor. — Você vai conhecê-los — disse Isabel. — Além disso, segundo o que o Juan me escreveu, ele encontrou o Francisco e eles viraram bons amigos — completou a mãe dela. — Então não vejo motivo pro seu comentário.
O resto da viagem pra atravessar a cidade durou quase uma hora em silêncio. Eu ficava pensando no que talvez todo mundo Tava pensando no que a gente deixou pra trás; tentava imaginar como seria minha vida futura, e de quebra me perguntava se a gente algum dia ia voltar a ser uma família normal, com casa própria perto dos amigos que deixamos pra trás. Quando chegamos, tava nos esperando minha tia Dani e minha prima Ana Maria, ou como logo descobri, Ani, como ela gostava de ser chamada. Os cumprimentos foram bem carinhosos entre as mulheres que foram na frente, enquanto eu tirava a bagagem do carro e fechava ele. Nisso, Ani chegou perto de mim e, me dando um beijo na bochecha, falou: "Mas como você tá alto e forte, tio, como você cresceu", disse minha prima com toda animação, me dando um segundo beijão na outra bochecha. "É, e muito bonitão", completou minha tia Dani, me dando mais dois beijos efusivos junto com um abraço apertado, algo que eu nunca esperava receber. "Ani, vejo que você se lembra do Cláudio", disse Isabel. "É, era o menininho que me seguia pra todo lado quando a gente se encontrou pela primeira vez", disse ela sorrindo. "Não lembrava disso", respondi. "Eu lembro, você não mudou muito", respondeu Ani. "Vamos pra dentro pra vocês deixarem a bagagem nos quartos e depois almoçar, porque tô com uma fome danada; aí a gente se atualiza", disse minha tia com um sorrisão. "Vamos sim", falaram todos. Apesar da minha atitude meio antissocial e um pouco de mau humor, desde o momento do meu cumprimento com a Ani, fiquei mudo de emoção, senti um frio na barriga, junto com todo tipo de sensação que nunca tinha sentido antes, não entendia o que tava rolando comigo, que sensação mais estranha e excitante! Lá dentro, minha tia Dani explicou a distribuição dos quartos da casa, que mesmo parecendo bem cuidada e sendo bem espaçosa, ficava pequena pra abrigar tanta gente nova. O quarto principal com banheiro suíte continuaria sendo da tia Dani, que dormia sozinha desde o divórcio há cinco anos; o quarto seguinte, na frente do anterior, era pras duas moças novas; lá dentro, a Ani compartilharia com a Isabel. Esse quarto tinha sido do Dani e da Julia quando eram jovens e agora seria das respectivas filhas deles, já estava equipado com duas camas, era bem iluminado e também tinha um banheiro privativo confortável; depois tinha o do Francisco, que agora seria o meu enquanto ele estivesse na escola militar, depois a gente via como iam nos acomodar, esse quarto dividia um banheiro com o quarto de visitas e que agora abrigaria minha mãe Julia, pra depois dividir com a Florença que estava viajando, esses dois últimos quartos dividiam um banheiro que só dava pra acessar por portas que davam pra cada quarto. Alguns podem criticar a distribuição, mas foi assim que as mais velhas pensaram, tentando que nos primeiros dias a gente ficasse o mais confortável possível, além disso, até a gente comprar móveis adequados, tinha que usar o que tinha disponível. Como vocês podem ver, essa nova família, cujos integrantes quase não se conheciam entre si, era formada por mim, Claudio, de 15 anos prestes a fazer 16, posso dizer que sou um garoto normal, de cabelo escuro e olhos claros como o resto dos meus irmãos, alto pra minha idade, meço aproximadamente 1,82 metro, acho que depois vou alcançar e talvez passar meu irmão Juan de altura; ele que é meu quase herói; bem forte e ágil, tudo isso por causa da prática de artes marciais mistas, que nosso pai pagou pra gente desde o ensino médio, porque por algum motivo tanto eu quanto Juan sofremos bullying por sermos os mais novos nas nossas respectivas turmas, esse bullying eu atribuo a que, por motivos de trabalho, nossos pais nos matricularam cedo na escola, ajudados pela amizade com o diretor e pela nossa altura elevada. Por causa disso, todos os nossos colegas eram pelo menos um ano a um ano e meio mais velhos que a gente, e no meu caso, somando minha timidez, isso significou isolamento, agressões e gozações, então especialmente eu, não tive uma passagem feliz pela escola, por isso passei parte da minha infância infeliz em brigas constantes, tanto nos Tatames do ginásio, como no pátio da escola. Foi ali que forjei um caráter meio introvertido e fechado, que beirava entre sério e talvez mal-humorado. Tudo isso não me deixava socializar fácil, na real só consegui ter dois amigos: um do bairro e outro no Dojo, onde nunca mais voltei a treinar por ser longe pra caralho. Obviamente, não tinha namorada nem uma amiga sequer, então não sabia lidar com mulheres que não fossem minha mãe ou minha irmã. Como vocês já sabem, minha mãe é a Júlia. Também já sabem que ela é separada do meu pai, e atualmente é diretora e gerente da empresa da família, que sobreviveu na base do sufoco depois da merda que o marido fugitivo causou. Ela trabalha de segunda a sexta o dia inteiro. Mamãe é uma mulher séria, de personalidade forte, porque tem que ser chefe na empresa e ao mesmo tempo fazer papel de mãe e pai de adolescentes. Ela é uma beleza de 38 anos, tem ascendência germânica, loira dos olhos azuis, bem alta, com 1,71m de altura, um corpo espetacular, mas não gosta de se exibir pra parecer mais séria diante das pessoas e dos funcionários. Tudo nela é voluptuoso: 94-64-93, com destaque pros peitos, copa 36E. Ela tem um pouco de sobrepeso — é daquelas mulheres que, com dois ou três quilos a menos, seria uma deusa, mas não pode fazer nada porque chega exausta em casa. Daniela, ou pra todo mundo Dani, é minha tia, irmã da mamãe. É a dona da casa que nos acolheu. Atualmente tem uma loja de roupas no centro, onde trabalha todo dia desde cedo até o fim da tarde, inclusive sábado de manhã. A separação dela, embora não tenha sido traumática, não foi nada amigável, especialmente porque corriam boatos de que o marido tinha uma vida dupla, sendo o que hoje chamam de bissexual, mas na época era chamado simplesmente de viado. O marido dela, depois do divórcio, foi trabalhar no exterior, mas diferente do meu pai, ele mantém um vínculo permanente com os filhos. Inclusive, hoje a filha dele, minha prima, Florencia o visita nas festas de fim de ano. Dani também é uma bela e voluptuosa Valquíria como a irmã, só que um pouco menor, já que tem apenas 1,65m. Ela tem um corpo que pede pra ser admirado, mesmo não gostando de mostrá-lo fora de casa — isso pra manter uma aparência séria na loja dela. As medidas são 98-58-92, claramente de uma mulher exuberante. O peito dela é ainda maior que o da irmã, chegando a uns extraordinários e apetitosos 36G, difícil de esconder. Ela ainda mantém o corpo tonificado, herança da época em que jogava hóquei na grama, esporte pelo qual chegou a representar o país. Continua fanática por esportes e se preocupa em ficar em boa forma, ajudada por uma máquina de exercícios.
Juan é meu irmão mais velho, como já disse, meu quase herói. Ele é cadete do segundo ano da Escola Militar e passa a maior parte do tempo na capital, onde fica a sede da tal escola de oficiais. É um rapaz bonito de 20 anos, cabelos escuros, olhos azuis, bem alto com seus 1,91m, forte como um touro, pesa mais de 100 quilos, por isso joga como Pilar no time de rugby da escola. Atualmente está namorando Montserrat, uma linda universitária que conheceu num dos jogos dele há um tempo.
Depois vem Isabel, ou Isa, de 19 anos, 11 meses mais nova que Juan. Essa beleza de mulher poderia passar fácil por uma Elfa de uma floresta encantada, claro que sem as orelhas pontudas. Todo mundo acha que ela poderia ser modelo se fosse um pouco mais alta que seus 1,72m e tivesse uma personalidade menos séria e tímida. Ela tem cabelo escuro, os olhos azuis da família, e um corpo sinuoso com medidas de 90-61-88, invejadas por muitas garotas da idade dela. O peito é adornado por um apetitoso 34C, que, mesmo não sendo grande como eu gosto, junto com o olhar azul, é um dos atributos mais marcantes que ela tem. Ela gosta de praticar... vôlei e faz parte do time da universidade, o que mantém ela tonificada e sempre estilosa. Não gosta de ficar se exibindo, se veste de forma recatada ou, na minha opinião, sem graça. Atualmente não tem namorado e já praticamente terminou o segundo ano de medicina. Ela sempre sonha e diz que espera encontrar o príncipe encantado antes de se entregar pra alguém; só conheceram dois namorados bem passageiros, então acho que ainda é virgem. Francisco é meu primo loiro de 19 anos recém-completados, é forte, bem alto com seus 1,83 metros, cadete militar que cursa o primeiro ano; por acaso descobriu o primo João na tal escola, virando amigos inseparáveis ao jogar também rugby no mesmo time, ambos participam das várias atividades e aventuras que vivem na milícia; pelo que me contaram, é meio infantil mas simpático, não tem namorada, pois prefere "o sortido" como a Ani diz, sempre quebrando algum coração por aí. Depois vem Ana Maria ou Ani, de 17 anos lindos, essa outra valquíria da casa; também é loira de olhos verdes como a mãe, corpo chamativo, embora não tão voluptuoso quanto a progenitora, é a mais alta das mulheres com seus 1,74 metros; tem uma personalidade avassaladora e borbulhante, vive fazendo piadas e sempre tem o riso na ponta dos lábios, ano que vem vai cursar o mesmo ano que eu, tem medidas de sonho 92-62-91, parecidas com a Isa mas com mais peito, ostentando um apetitoso sutiã 34D; tem uma vitalidade incrível, pratica ginástica artística e dança. Também não tem namorado, porque geralmente zoa os colegas ou os caras que chegam nela, que acha sem graça, pouco carinhosos, achando que a única coisa que querem é transar com ela, e ela não se presta a ser comida por qualquer um, segundo as próprias palavras dela. Por algum motivo que ainda não entendo, ela me causa emoções inexplicáveis, me deixando nervoso e perturbado toda vez que a vejo, como nunca antes tinha acontecido. Fiquei impressionado com uma mulher. A última integrante dessa nova família era Florencia, ou Flo, que eu ainda não tinha visto porque estava viajando — é a mais nova de todas as mulheres, mas nem por isso menos gostosa, pelas fotos. Tem 16 anos, cabelo loiro e olhos verdes, e o corpo dela é o que mais se aproxima do da tia Dani, sendo um pouco mais alta que a mãe, com 1,68m. As medidas são uma loucura: 92-60-94, com uns peitos que devem ser copa 36E, comparáveis aos da mãe, e até parecem maiores que os da irmã Ani. Elas brincam que foi leite de elefante que criou essas tetas. Agora que cheguei nessa família, deixei de ser o mais novo por um mês, mesmo estando um ano à frente de Ani e de Flo na escola. Ela não é muito estudiosa, prefere se divertir com as amigas e adora se vestir de forma provocante, igual a Ani. Quando a gente chegou, ela estava viajando, visitando o pai no exterior, e só volta depois das festas de Ano Novo — aí a gente vai ver como vamos nos acomodar na nova casa.
Resumindo, posso dizer que fiquei alucinado com minha prima Ani, não conseguia olhar pra mais ninguém. Mesmo a tia Dani sendo uma mulher impressionante, por algum motivo estranho, comecei a comparar as mulheres da família que nos acolheu com as da minha. No fim, todas eram gostosas. Depois de escolhermos os quartos, fomos almoçar e passamos a tarde toda nos instalando de vez nos nossos aposentos, matando o resto do dia com uma atividade frenética pra nos adaptar à nova vida.
Na hora do jantar, pude ver minha prima, que já tinha me deixado maluco. Fiquei de olho no decote espetacular dela, mostrando um vale que separava uns peitos que pareciam tão enormes quanto os da tia. Enquanto as mulheres conversavam animadas, eu viajava na minha, imaginando aqueles corpos nus. Pela primeira vez, incluí minha mãe e minha irmã nesses pensamentos, nas minhas fantasias, as Eu idealizava elas como deusas gregas, achando que todas eram desejáveis, gostosas e cheias de tesão. Com tanto estímulo feminino, meu pau começou a agir por conta própria, coisa que nunca tinha acontecido. Quando fui me deitar, percebi que a ereção tinha passado, mas eu ainda tava muito tarado, então resolvi ir no banheiro bater uma pra aliviar a ansiedade. Assim que entrei, vi minha mãe de sutiã e calcinha escovando os dentes. Não consegui evitar de reparar como os peitões dela balançavam no ritmo da escova.
Minha mãe sentiu a porta abrir, me olhou sem parar de escovar, tirou a escova da boca e falou com um sorriso: "Já vou sair do banheiro, mas pode ficar aqui enquanto eu termino." Continuou escovando, e quando umas gotas de saliva e pasta caíram num dos peitos dela, ela limpou com o dedo e chupou, sem dar a menor importância. "Valeu, mãe", respondi, sem tirar os olhos dos peitos dela balançando no reflexo do espelho, enquanto pegava minha pasta e escova pra imitar ela. "Nunca imaginei que ia dividir o banheiro com meu filhote", ela disse com um sorriso. "Eu também nunca pensei nisso, mãe."
O fato de ela ter deixado cair saliva e pasta nos peitos e depois chupado o dedo me deixou ainda mais excitado, e meu pau endureceu de novo. Tentei esconder, encostando o corpo na pia. Não sei o que tava rolando comigo, mas minha libido tava no talo. Quando ela terminou, se abaixou pra enxaguar a boca com água, me mostrando um ângulo novo daquele rabo apetitoso dela, que eu nunca tinha admirado daquele jeito antes. "Deixo o banheiro pra você fazer o que quiser", ela falou. "Obrigado, mãe", consegui responder com a escova na boca.
Depois que ela saiu, sentei no vaso e comecei a bater uma, lembrando das cenas recentes da minha mãe e do decote da minha prima. Que tesão do caralho naquela hora! Tanto que nem pensei em trancar a porta que dava pro corredor. quarto da mamãe, fechando meus olhos e pegando na minha pica quente, que já estava esticada ao máximo, uns nada desprezíveis 18 centímetros, comecei um movimento suave e ritmado para prolongar meu prazer ao máximo; quando, de repente, senti a porta se abrir de par em par e ouvi: Desculpa, Claudinho, esqueci meu… mas o que você tá fazendo!, exclamou minha mãe, que entrava no banheiro porque tinha esquecido o creme corporal. Não… nada… só tava me coçando, respondi, perturbado pela entrada surpresa da mamãe. Tá bom, continua, só vou pegar meu creme, ela disse, tentando minimizar o fato de ter visto o filho se masturbando. Ok…, falei num sussurro, cheio de vergonha, enquanto me dobrava no vaso pra esconder minha pica. Mamãe Júlia pegou o creme e saiu do banheiro, fechando a porta atrás de si, ainda corada e nervosa com o espetáculo que acabara de ver, acho que ficou pensando no que podia fazer pelo filho, ou seja, por mim, também notei, com um pouco de estranheza, que ela saiu sem parar de olhar e reparar no duro da minha pica, tempo depois ela me disse que era grande, talvez do tamanho da do ex-marido dela; embora não soubesse o quanto essa confissão era verdadeira, já que ela não tinha muita experiência no assunto, pois só tinha ficado com ele, mesmo assim ela achou realmente grande pra ser só um garoto, sim, muito grande. Nessa confissão, mamãe se abriu, dizendo que começou a divagar e pensar na última vez que transou com o ex-marido antes de ele fugir, e como sentia falta dos orgasmos que ele arrancava dela, que agora eram só uma lembrança na vida dela. Naquela ocasião, ela começou a passar o creme corporal, tirou a calcinha, massageando os peitos e a buceta com paixão, se excitando como não fazia há muito tempo, os pensamentos dela voavam pro que viveu com o ex-marido, mesmo odiando ele agora, mas por breves segundos a visão dela voltava pra pica grande do filho, ou seja, eu, ela não conseguia evitar me excitando, continuando com as próprias carícias, então não demorei a gemer baixinho enquanto me masturbava e explodia num grande orgasmo. Eu, por minha vez, estava envergonhado, então parei minha masturbação e fiquei angustiado, pensando que iam me castigar pelo que fiz; criei vários cenários na cabeça tentando achar uma saída praquela confusão. Foi aí que decidi que tinha que pedir desculpas pra minha mãe, mas o que eu diria? Levantei a calça do pijama e fui até a porta do quarto dela, quando ouvi um gemido leve. Achei que minha mãe estava chorando, então me abaixei e olhei por uma treliça de madeira que tinha na parte de baixo da porta do banheiro; fiquei paralisado ao ver minha mãe sentada na cama com uma mão no púbis e a outra massageando uma das suas tetas enormes; era uma visão que nunca imaginei ver. As tetas da mamãe eram mais lindas do que eu tinha imaginado, meu espanto foi rapidamente superado por um tesão inimaginável e incontrolável. Sem pensar muito, me deitei no chão do banheiro, tirei o pau do pijama, ele começou a acordar de novo, e comecei a bater punheta com frenesi. Naquela confissão, mamãe Júlia, sem saber que estava sendo observada, continuava com a masturbação, usando dois dedos para se tocar no clitóris, quando de repente! Numa avalanche de prazer, dada por um orgasmo quase silencioso, soltou um: —Claudio! — imaginando que estava sendo penetrada por mim, foi o que eu deduzi. Ela me confessou que ficou tão surpresa com o próprio pensamento quanto com o gritinho de orgasmo, pois numa bagunça de lembranças e sentimentos quase esquecidos, nunca imaginou tal situação. Percebendo o quão incestuosa foi sua reação, soltou um soluço silencioso, quase imperceptível, tentando com isso expiar sua reação pecaminosa e se arrependendo dos seus desejos libidinosos, mesmo assim ficou cheia de culpa e remorso. Depois de um tempo e um pouco mais calma, começou a vestir o pijama para dormir. Eu, por minha vez, ao ver e ouvir o que minha mãe fez... Mãe, eu interrompi minha punheta, ficando atônito e triste ao mesmo tempo; surpreso pela masturbação da minha mãe, nunca pensei que ela pudesse se satisfazer sozinha e não tenho palavras pra descrever o quanto fiquei chocado ao ouvir meu nome; quanto à tristeza, foi por causa do choro que presenciei. Quando minha ereção já estava murchando, levantei do chão e fui me deitar, sem parar de pensar em tudo que tinha visto; relembrando vividamente minha mãe nua se masturbando enquanto pensava em mim. Com esse pensamento e já na minha cama nova, meu pau voltou a todo vapor, retomando minha punheta febril, até chegar a um orgasmo monumental, que sujou meu pijama e lambuzou minha mão com uma porrada de porra. Depois, vencido pelo sono, dormi até o dia seguinte, quando ouvi minha mãe no chuveiro. Levantei quase sem pensar, querendo reviver o dia anterior, me deitei no chão tentando olhar pela fresta da porta, mas não dava pra ver dentro do banheiro, o sistema não era reversível. Tentei abrir a porta devagar, mas percebi que era muito provável que me pegassem e meu castigo seria ainda maior, porque eu não poderia negar nada e isso com certeza pioraria minha situação. Um tempo depois, ainda com meu pijama sujo, fui pra cozinha tomar café, me encontrando com minha mãe Júlia, tia Dani e minha prima Ani. Cumprimentei elas meio sem vontade, por causa do cansaço da minha primeira noite na casa nova, mas minha atitude mudou rápido ao ver como elas eram gostosas, agora que percebi que são mulheres tão normais quanto qualquer outra. Pensei que ia observá-las com o máximo de respeito e sempre com admiração. As duas primeiras estavam se arrumando pra ir trabalhar, enquanto minha prima, assim como eu, estava num pijama charmoso, o dela era rosa quase infantil, mas deixava adivinhar suas curvas excitantes; foi nesse momento que minha mãe, enquanto me dava um beijo na bochecha Ele me disse em voz baixa: Claudio, quando eu voltar, a gente precisa conversar. Tá bom, mãe, bom trabalho, respondi, ficando ainda mais preocupado e nervoso, pensando que iam me castigar bem pesado. Tentei imaginar qual seria o castigo, mas só me via sendo expulso de casa ou mandado pra um colégio militar. Tchau, tia, disse Ani, e depois virou pra mim: Claudio, quer ir nadar na piscina do clube aqui perto? Fala que sim, priminho! Não sei se posso, já chamou a Isa?, respondi, tentando de um jeito idiota me livrar do convite. Por que não poderia?, ela rebateu, pede permissão pra sua mãe antes dela ir. E sobre a Isabel, ela disse que ia treinar vôlei com as amigas da faculdade. Mãe, será que...?, consegui falar, me virando pra ela. Vai, a mãe se adiantou, acho que vai te fazer bem, se distrai e gasta essa energia. Tchau, Claudinho, já tô atrasada e vou pegar um engarrafamento, falou, se referindo ao monte de carro nas ruas. Beleza, então a gente se vê daqui a uma hora, prontos pra sair. Você tem que levar toalha, touca de banho e tudo que precisar pro banho, Ani me disse. Claro, não é a primeira vez que vou num clube, respondi meio irritado, porque ela tava me tratando como criança. Tchau, crianças, eu também vou. Aqui tem dinheiro pro Claudio pagar a entrada e comprar um sorvete, disse tia Dani pra filha dela. Tchau e obrigado, tia, consegui falar, mesmo me tratando como moleque. Mas esse moleque não parava de admirar a tia Dani, que hoje tava com um vestido de verão que destacava os atributos enormes dela. Aí pensei: como é que eu não vou ficar excitado o dia inteiro com essas parentes? Virei o olhar pra Ani, reparando no vale entre os peitos dela pelo pijama de menina boazinha que tava usando. Na hora marcada, eu já tava esperando a Ani, quando vi minha irmã Isa vestida com o uniforme de vôlei. Ela tava de tirar o fôlego, não consegui evitar dar uma olhada nela dos pés à cabeça. cabeça, pensando que era uma deusa do Olimpo que tinha descido à terra, com aqueles peitos empinados, quadris sinuosos e aquela bunda empinada e durinha, tudo realçado pela roupa sexy, como ela era gostosa!, quando uma voz me disse. "O que você está olhando tanto, otário? Tem alguma coisa errada comigo?", disse Isa. "Nada, só me surpreende ver você de uniforme de vôlei nas férias." "É que combinamos com minhas amigas treinar para não perder o nível do jogo e ficar bonitas para a praia", respondeu com uma risadinha, que mostrava seu bom humor. "Vamos, Cláudio, já estou pronta para sair. Tchau, Isa, a gente se vê", chegou dizendo Ani. "Tchau, Ani, cuida do meu otário", disse Isa, continuando com suas provocações para mim. "Tchau", dissemos em uníssono Ani e eu, enquanto saíam em direção ao clube próximo. Uma vez no local, Ani me mostrou as instalações e depois foi para os vestiários, cuja entrada era a mesma que a minha, mas depois se dividia em feminino e masculino, combinando de nos encontrar na entrada para ir à piscina juntos. Me troquei sem problemas, deixando minhas roupas e o que não ia usar na piscina em um armário, pedi as chaves ao responsável, que custei a encontrar, pois estava varrendo no fundo dos vestiários, que eram bem grandes. Comecei a esperar a Ani olhando os cartazes do local, onde se liam as regras de uso das instalações, recomendações e precauções que os usuários deviam ter, quando de repente ouço o nome dela: "Cláudio, vem aqui que preciso de ajuda", disse Ani em voz baixa, mas alta o suficiente para ser ouvida por mim. "O que foi?" "Vem que preciso da sua ajuda", disse Ani enquanto colocava a cabeça para fora da porta do vestiário feminino. "No que posso ajudar, Ani?" "Entra que eu te mostro", disse Ani. "Mas é o vestiário das mulheres", retruquei. "Já sei, mas não tem ninguém para me ajudar", pontuou a prima. Entrei hesitante, olhando para todos os lados, então Ani me pegou pela mão e me arrastou até um vestiário. Olhei para ela meio assustado. caso fôssemos descobertos, ela estava coberta por uma túnica de banho que a cobria por completo, que depois eu saberia que se chamava pareô e era de origem taitiana, ela estava linda, saí do meu devaneio quando ela fecha a porta e me olha dizendo. Me ajuda. Qual é o teu problema? Não consigo amarrar direito o sutiã do biquíni, me disse Ani enquanto tirava o pareô. Ficando a poucos centímetros de mim, de costas. Bom, o que eu faço? falei enquanto olhava o pescoço e as costas da minha prima. Pega as tirinhas que estou te passando e amarra com um lacinho atrás da minha nuca, me disse Ani. Mmmmmfff... Não é fácil, são muito curtas, falei, enquanto olhava para Ani pelo espelho na parede do vestiário, notando que minha prima tinha o braço esquerdo tampando os peitos e com a mão direita me passava um par de tiras. Espera, vou esticar o máximo que der, disse Ani, tirando o braço esquerdo e pegando uma tira com cada mão e levantando-as para mim, erguendo os peitos pesados dela. Mmmff... pegando as tiras, tentava dar o nó, mas eu estava besta olhando mais para o espelho do que para as tiras. Olha para as tiras e não para os meus peitos, disse Ani cravando os lindos olhos verdes no meu olhar. Ok, Claudio tentando prestar mais atenção nas tiras e pegar melhor as pontas delas, que Ani agora me passava com as duas mãos, quando, de repente, antes de eu pegá-las, ela solta. As tirinhas não muito elásticas saltaram como molas, impulsionadas pelo peso dos peitões de Ani, e os triangulinhos de pano que os cobriam também caíram, mostrando dois mamilos de um rosa um pouco mais escuro que o resto da pele clara das belas iguarias que se expunham à minha vista. O tempo que passou deve ter sido bem curto, mas para mim foi quase uma eternidade de prazer glorioso. Ani tapou os peitos com as mãos e me disse Ahhh... que que você está fazendo, idiota! tentando esconder os peitos com as mãos. Não foi minha culpa, não consegui pegar as tiras e você soltou, respondi ainda perturbado pela Visão gloriosa dos peitos da minha prima. "Faz alguma coisa", disse Ani, nervosa com a situação. "Espera, vou pegar as alças." Peguei as alças tentando cobrir os peitões da minha prima, cobertos pelas mãos que precisavam sair, então acabei roçando nelas. Isso fez minha ereção dar um pulo dentro da sunga. Ela tirou as mãos e ajeitou o sutiã de qualquer jeito, pegou o cabelo dela para desobstruir minha visão das alças, e depois continuou tapando parcialmente os peitos com um braço. Mas o braço dela atrapalhava o comprimento suficiente das alças, ainda mais se não tentássemos ajustar os fechos do sutiã. As alças estavam muito esticadas e meio curtas, então falei pra minha prima: "Agora, tira o braço pra eu poder amarrar." "Ok, mas não solta as alças", disse Ani. Ela começou a apertar as alças enquanto Ani, com cuidado, segurava os peitos com as mãos. Pra mim, a situação não podia ser mais erótica, então meu pau começou a reagir aos estímulos visuais. Enquanto Ani ajeitava os peitos, eu tava com um olho no nó e o outro na manobra de ajuste da minha prima. "Acho que já foi", falei, aproveitando pra passar o olho na bunda e nos peitos da minha prima. "É, obrigada, curtiu o espetáculo?", me disse minha prima com um tom de reprovação. "Não, só tava tentando te ajudar", respondi. "Não acredito em você", disse Ani. "Mas é a verdade, tô aqui porque você me pediu e não pra exibir seus peitos. Além disso, seu biquíni tá pequeno e isso não é culpa minha", me desculpei de novo. "Seu 'amiguinho' aí desmente isso", me disse Ani com um tom mais conciliador, depois de reparar na minha ereção. "Mas..." comecei a falar, quando Ani me interrompeu: "Desculpas só pioram a situação. Vamos esperar um pouco pra baixar essa sua euforia de estar num vestiário com uma gostosa como eu", disse Ani rindo enquanto colocava o pareô. "De qualquer forma, pode ser que você tenha razão, meu biquíni tá meio pequeno mesmo. Meus peitos cresceram um pouco, e não usava essa sunga desde o verão passado", finalizou enquanto colocava a cabeça pra fora. lá do vestiário pra ver se não tinha "mala na área". Saímos sem problemas e, uma vez na piscina, ficamos nadando umas braçadas, conversando sobre o colégio dela, que também seria o meu, já que íamos estudar no mesmo lugar e talvez fôssemos colegas de turma, porque estávamos na mesma série. Ela me disse que seria foda se a gente caísse na mesma sala, pra eu ajudar ela nas provas, já que ela não era muito boa em matemática. "E o que eu ganho com isso?", falei. "Meu carinho e eu contar pras minhas amigas como você é bom." "Mas elas nem vão me olhar, porque geralmente só dão bola pros caras mais velhos que tão na faculdade", alfinetei. "Olha aqui, Claudito, eu sou uma conselheira foda pras minhas amigas, e você, mesmo sendo novinho, tem um corpo que muitos caras iam querer, e pelo que eu tô vendo, seu 'amiguinho' aí também é de dar inveja", disse Ani rindo. "Bom, nesse caso, pode contar comigo... mas, desculpa, você acha mesmo que meu 'amiguinho', como você disse, é bonito? Como você sabe?", perguntei meio sem graça, mas curioso. "Bom, na verdade, não é que eu tenha visto algum, mas meus colegas já armaram uma 'barraca' mais de uma vez depois de ficar olhando pra mim e pras minhas amigas", comentou Ani. "Sério?!!", falei entre pergunta e exclamação. "Sim, e posso dizer que sua barraca era digna do circo 'Os Falcões Voadores'", disse ela rindo de novo. "Mas olha, você não pode ficar olhando pra minhas tetas e minha bunda, porque senão pode gastar", continuou no tom de brincadeira. "Vou tentar, mas você não pode usar biquínis que ficam pequenos em você", falei com um sorriso, seguindo o clima da conversa. Um pouco antes do almoço, decidimos ir embora do clube, então fomos nos trocar, combinando de esperar um pelo outro igual no começo. Depois de ficar pronto, esperei ela na saída, estava olhando os anúncios de novo quando senti que Ani me chamou. Olhei, e ela, com a cabecinha linda de fora, disse: "Preciso da sua ajuda de novo", com um tom entre vergonha e diversão. "Sério, não é brincadeira?", respondi. Espero que você seja bom com nós — disse Ani, me incentivando a entrar. — Que nó?... Esse que eu fiz em você tá de boa e fácil de desatar. — Já não tá mais, eu fiz cagada com os dois nós do meu sutiã. — Nunca vou te pedir pra amarrar meu tênis — falei. — Você já tá grandinho pra precisar que amarrem seus tênis — respondeu Ani. Olhei as costas da minha prima e vi que ela tinha dois nós cegos de tanto puxar os laços errado sem prestar atenção, causando o problema, então minha prima tava mesmo presa no biquíni molhado. — Não vai ser fácil, então tem paciência — falei. — Bom, desde que não tente olhar pras minhas tetas de novo — disse Ani com uma risadinha. — Acho que você faz isso pra eu realmente olhar pra elas. De qualquer forma, elas são dignas de serem olhadas, né? — Vou tirar o de cima primeiro, o outro você consegue tirar sozinha — falei sério, sem responder a última pergunta. Mesmo tendo dificuldade pra desatar o pano molhado, depois de um tempo consegui, aproveitando pra olhar minha prima se segurando e tapando os peitos com o braço enquanto com a outra mão pegava o cabelo pra não atrapalhar meu trabalho. — Seu "amiguinho" vai acordar se continuar me olhando assim — disse Ani, me olhando pelo espelho e me pegando de surpresa. Isso fez minha concentração ir embora e minha tesão voltar. — E você devia parar de fazer nós pra eu ter que vir te ajudar. — É que eu adoro quando meu herói e seu escudeiro vêm me salvar — disse com um sorriso doce, enquanto olhava pra minha barraca no shorts. — Pronto, olha se não tem "mouro na costa" — falei, me fazendo de desentendido sobre o comentário do escudeiro. — Pode sair, olhão... e acalma seu "amiguinho", porque ele já teve um dia agitado comigo — riu Ani. Capítulo 2: Descubro Minha Libido. Voltamos pra casa quase na hora que Isa chegava do jogo dela, então combinamos de almoçar juntos depois que Isa tomasse banho e se vestisse. No almoço, conversamos sobre o que cada um tinha feito, pulando a parte da exposição das tetas da Ani e outros detalhes como meu... Ereção. Combinamos que mais tarde tomaríamos sol no quintal perto da piscina de casa. Chegada a hora da piscina, nos juntamos no jardim e rolou o seguinte diálogo: "Isa, esse biquíni é de freira", soltou Ani. "Por que você diz isso? É super bom, nadava com ele na piscina da escola", disse Isa. "De escola, mas não pro verão e pra tomar sol e pegar aquele tom fascinante que é necessário pra conquistar um 'gostosão'." "Não tô atrás de 'gostosões'", rebateu Isa. "Não seja sem graça, mulher. Toda garota como a gente tem que saber mostrar como é linda, e o tom dourado vai realçar seus olhos azuis. Claudio, espera a gente aqui um pouco, tenho que arrumar sua irmãzinha." Fui a testemunha muda desse diálogo, fiquei intrigado sobre o que minha priminha planejava fazer, mas só conseguia pensar em como Ani estava linda, agora com outro biquíni que caía melhor, já que os peitos não tentavam escapar como no que ela usou de manhã, e que a irmã dela, embora estivesse bem coberta com o maiô de uma peça, não deixava de ser atraentemente gostosa. Daí a pouco as duas belezas voltaram, e Ani me disse: "Como a Isa fica com esse biquíni, não é verdade que cai melhor nela do que em mim?" "Sim, ela tá estupenda, digna de comercial de TV", falei ao ver que era o mesmo biquíni que Ani usou de manhã. "Cai melhor nela do que em mim, porque sua irmã tem um pouco menos de peito que eu", disse Ani rindo. "Valeu, mas acho que só vou usar aqui porque não tô acostumada e me dá um pouco de vergonha ficar mostrando tanta pele", disse Isa. "Eu acho que você tá muito bem", falei, bobão com as curvas da Isa. "Porque você é um bobalhão e suas hormonas se agitam só de ver uma vassoura de saia", disse minha irmã. "Claudio, pode passar protetor nas nossas costas? Porque nesse horário é perigoso se expor demais", disse Ani com um sorriso safado. Me ajoelhei ao lado da minha prima e comecei a espalhar o creme oleoso nas costas dela, dedicando uma parte importante do tempo nas laterais, roçando partes. partes importantes dos peitos da minha prima que, quando apertados, se destacavam. Não que eu fosse um tarado ou muito ousado, simplesmente desde que cheguei nessa casa minhas hormonas ferviam e eu tava permanentemente com tesão, ofuscando meu recato e anulando minha timidez. Ani só me olhou e fez um sorrisinho safado, e depois continuou de olhos fechados. Mas quando eu fui me levantar, Ani falou: O serviço é completo, não vai esperar que eu me levante pra passar creme nas minhas pernas e no resto. Tá bom, respondi, me movendo pra começar pelos pés da Ani e subir devagar pra cima, pensando como as pernas dela eram lindas e comecei a “ficar animado” ainda mais, se é que dava. Continua assim, Ani falou, me incentivando a passar o creme nela. Depois em mim, disse Isa, meio sonolenta. Comecei minha tarefa com muita dedicação, passando minhas mãos ao longo das pernas, até chegar no contorno da bunda da minha prima, minha barraca era totalmente visível e se antes eu sentia borboletas no estômago só de olhar pra ela, agora meus pensamentos estavam confusos e eu queria pegar ela, mas minha timidez venceu no último instante e parei o que tava fazendo. Falta o resto, disse Ani, com uma risadinha quase diabólica, me olhando de lado. Se você… diz! Falei com uma voz que mostrava meu nervosismo. Ao ser autorizado a continuar, coloquei mais creme em cada nádega da bunda gostosa, esperando alguma reação da minha prima, e como não recebi nenhuma reclamação, comecei a espalhar pelas partes descobertas da bunda, sentindo todo tipo de sensação e ficando mais excitado a cada momento, então meu pau ficou no vermelho vivo, e eu tive que ajeitar ele porque já tava doendo, levantando uma barraca considerável que Ani notou quando me olhou de novo, e fez um sorriso que escondeu com o braço; comecei a cada passada a subir um pouco mais o biquíni, mas de repente ela me fala. Acho que já tá pronto, obrigada Claudinho, impedindo que meu entusiasmo invadisse além da fronteira que era o biquíni. É minha vez, disse Isa, que continuava de bruços com os olhos fechados igual que a Ani. Beleza, vou pra lá, falei, começando minha tarefa gostosa em cima da Isa. Igual com a Ani, comecei pela parte de cima, dedicando um pouco de atenção pros lados da Isa, que, igual a Ani, ficavam saltados porque os peitos dela estavam espremidos, esperando alguma reação da Isa, fazia meu trabalho com cuidado e dedicação, pensando na desculpa caso ela reclamasse, mas não foi assim. Terminada a parte de cima, comecei pelas pernas até chegar no contorno da bundinha empinada dela, o que fez a Isa reagir, ela levantou a cabeça e antes que falasse qualquer coisa, eu disse: Tô te dando serviço completo igual à Ani. Sim, priminha, teu irmão tem mãos de anjo, comentou a Ani. A Isa se deixou fazer, mas sem deixar de ficar de olho no que eu tava fazendo, pensando até onde minhas mãos iam chegar, ela me confessou depois que isso a deixava meio excitada, porque nenhum homem tinha feito aquilo antes, também pensou no que faria se eu continuasse até a bunda dela, será que deixaria igual a Ani?; o que fazer?, notei que ela ficou tensa quando cheguei na fronteira entre as pernas e a bunda dela. Minhas mãos mornas e macias por causa do creme causavam nela não só inquietação, mas uma ardência que queimava a barriga dela, ela sentiu quando eu derramei creme nos dois glúteos dela, ainda tinha chance de me parar, mas não fez, pensei “preferiu o serviço completo”. Massageei a bunda dela começando a subir até chegar no tecido do biquíni, sentindo como eu empurrava pra pegar mais pele se desse. Valeu, Cláudio, consigo sozinha com o resto, falou finalmente. De nada, irmãzinha, quando precisar, respondi indo me deitar de bruços pra disfarçar minha ereção que não passava e não passou despercebida nem pela Isa nem pela Ani, que olharam de canto de olho disfarçadamente. Isa, a gente podia ir comprar biquínis amanhã de manhã, falou a Ani. Não posso, priminha, combinei com meu time de treinar amanhã nesse horário, talvez a gente pudesse ir à tarde, comentou a Isa. É que à Tarde prefiro pegar um sol e ficar de boa na beira da piscina, porque tá muito calor pra sair. Posso te acompanhar, disse Cláudio quase sem pensar. Aceito a companhia, você pode me dar sua opinião de homem sobre como ficou o que comprei, disse Ani. O resto da tarde a gente brincou na piscina de Marco Polo e de tontinho, o que fez com que eu aproveitasse qualquer situação pra roçar ou tocar nas minhas parentes. Ele tava realmente tarado, nunca pensei que eu pudesse agir assim, mas com a cumplicidade silenciosa delas, eu tocava um pouco de peito aqui, um pouco de bunda ali, como se diz, me deliciei com elas, sem que elas dissessem nada. De noite, depois que Júlia e Dani chegaram, todos sentamos pra jantar, pedindo as respectivas permissões pra ir ao centro comprar, o que fez com que ambas as mães e irmãs ficassem felizes com a boa química que estava rolando, especialmente entre Ani e eu. Você tem dinheiro pra ir comprar? me perguntou mamãe. Sim, mãe, tenho umas economias pra poder comprar presentes pras festas e aniversários que estão por vir. Mas agora somos mais na família, pega esse dinheirinho, pra você não ficar quebrado. Me passando algumas notas. Obrigado, mãe. E você, Ani, tem dinheiro? perguntou a mãe dela. Sim, mas um pouco a mais cairia bem, porque quero comprar uns biquínis pra essa temporada, os antigos já não me servem mais. É verdade, você se desenvolveu muito ultimamente, já tem quase as minhas medidas, disse Dani. Não, ainda não, mãe, ninguém que eu conheço tem as suas medidas, a única que poderia chegar perto é a Flo, que talvez volte de visitar o pai. Um pouco mais tarde, todos se recolheram pros nossos quartos pra dormir. Eu tinha tido um dia excitante. Esperei minha mãe entrar no banheiro pra colocar o pijama e, quando senti que ela tinha saído e batido na porta, entrei no banheiro vendo que estava vazio. Pensei que mamãe já estaria de pijama, então me deitei no chão e, olhando pela fresta, vi que mamãe Ela estava tirando a roupa, mas ainda não tinha terminado. Peguei no meu pau, que já começava a ficar duro como ferro, e comecei uma punheta ritmada. Como minha mãe era linda, que peitos e bunda ela tinha. Quando ela terminou de vestir o pijama, levantei só por precaução, caso ela voltasse ao banheiro, mas os segundos passaram e continuei a punheta em pé na frente do espelho do banheiro, perto da porta, já mais relaxado, pensando que ela estaria na cama. De repente, a porta se abre no exato momento em que eu estava tendo um grande orgasmo. De susto, me virei para o barulho e meu leite saiu disparado em direção à minha mãe, que estava entrando no banheiro: "Ei... O que é isso? Cláudio, o que você está fazendo?", gritou a mãe dele. "Mãe...", consegui dizer enquanto meu sêmen atingia o pijama dela. "Olha como você me deixou com seu... seu porra nojenta!", disse a mãe dele com raiva, ela que nunca o tinha insultado antes. "Desculpa, mãe, não sabia que você ia entrar", me desculpei. "Você não pode ficar fazendo isso todo dia e devia ter o cuidado de trancar a porta, pra não acontecer de novo", disse a mãe enquanto tentava secar todo o leite que tinha caído nela. "Agora vou ter que trocar de pijama por causa das suas porcarias." "Desculpa...", murmurei. "Ok... Tá bom, se lava e vai dormir." Quase chorando, fui me deitar depois de me lavar. Pouco depois, a mãe dele entrou com um pijama diferente do anterior, este era um pouco mais revelador, porque era de seda, composto por um shortinho e uma blusinha que destacavam suas curvas e, em especial, os mamilos eretos. Ainda envergonhado, não parei de olhar para minha mãe, ela era uma gostosa, meu pau se manifestou de novo em toda sua extensão, mas ela não fez nenhum comentário. "Desculpa, meu filho, não devia ter gritado com você. Sei que você está crescendo e que os homens têm essas necessidades", disse minha mãe. "Me perdoa você também, mãe, sei que não devia fazer essas coisas, mas minha vontade é mais forte que eu." "Filho, na sua idade, os hormônios estão fervendo e os homens passam por isso, não conseguem se controlar, não me Peça mais desculpas, acho que temos que fazer algo pra evitar que o que aconteceu se repita, porque senão eu posso me acostumar mal, disse Júlia tentando fazer uma piada sem graça pra tirar a importância do assunto. Mãe, não sei o que tá rolando comigo, tô todo revolucionado, desculpa... Calma, acho que o melhor é sua irmã te dar umas aulas de educação sexual, talvez te ajude a superar essa "Revolução Hormonal", terminou de falar e me deu o beijinho de sempre nos lábios, dizendo boa noite. Mamãe foi se deitar sem parar de pensar no que tinha rolado nessas duas noites seguidas, meu tesão contagiou ela e a mente dela vagou entre os deveres de mãe, até o arrepio de perceber o tamanho do meu pau e a porra que eu tinha espalhado no pijama dela. Por mim, dormi pensando em como minha mãe era gostosa e deliciosa, imaginando como seria maravilhoso transar com ela, sem deixar de reservar uns minutos pra minha prima e minha irmãzinha, que rabos mais gostosos eu tinha apalpado do meu jeito! No café da manhã, cheguei ainda de pijama, enquanto mamãe já tava sentada na mesa com Dani e Ani, só faltando Isa, que chegou uns minutos depois e, igual a mim, de pijama. Oi Isa, bom dia, disse Dani. Bom dia, mesmo que eu preferisse continuar dormindo, mas a Ani acordou cedo e me encheu o saco, comentou Isa como se a aludida não estivesse presente. Eu não tenho culpa se você é uma coruja e eu uma cotovia, se não tivesse ficado lendo até tarde, agora não estaria com sono, disse Ani alegremente. Isa, se você tá acordada, me escuta, porque quero que me faça um grande favor, disse Júlia, a mãe delas. Sim, mãe, já tô acordada, fala, respondeu Isa. Preciso que você dê umas aulas de educação sexual pro Cláudio, já que você entende do assunto porque tá estudando medicina e eu não manjo dos detalhes. Mas mãe, como é que vou dar aula pra esse bocó?, reclamou Isa. Olha Isa, eu não tenho tempo e seu irmão precisa ser bem educado, por favor, não me faz dar mais explicações, respondeu. Sério, Júlia. Sim, e você podia ensinar a Ani também! Já que eu nunca conversei sobre abelhinhas e flores com ela, acho que um olhar científico sempre é bom nesses casos — disse tia Dani com um sorriso. Mãe, já não sou mais uma criancinha pra Isa ficar me ensinando sobre sexo — rebateu Ani. Ani, não estou pedindo pra você, estou pedindo pra Isa. Pode ser que ela seja adolescente, mas não sabe tudo, e conhecimento não ocupa espaço nem faz mal, então se Isa puder dar as aulas, você vai participar — ordenou a mãe dela. Beleza, vou dar as aulas pros dois, e não se preocupa, Ani, sou uma professora foda — respondeu Isa. Bom, já que estamos de acordo, temos que marcar data e hora, como meu pai dizia — falou a mãe Júlia. Hoje de manhã eles vão fazer compras e eu vou pro treino, então pode ser depois do almoço e antes da piscina — disse Isa. Combinado? — Sim — respondemos Ani e eu. Mais tarde, todo mundo saiu conforme o combinado, e Ani e eu fomos pro centro da cidade, numa loja de departamentos que tava com liquidação de biquínis e outras coisas de verão. Eu segui ela enquanto ela procurava alguns biquínis pra provar, de vez em quando admirava como ela era linda com aqueles shorts curtos e o top de verão, me deixando bobão. Que mina mais gostosa. Não vai pegar nada pros seus presentes de Natal e aniversário? — perguntou Ani. Aqui é difícil, não sei os tamanhos de maiô que elas usam — respondi. Então compra algo quase universal, tipo biquínis e fio-dental — disse Ani com um sorriso. Pode pedir ajuda pra uma das vendedoras — finalizou. Mas os parentes não são tão universais — retruquei. Nisso você tem razão, mas se forem biquínis, é só prestar atenção nas medidas do quadril e do busto, e pelo que vi, Isa é muito parecida comigo, um pouco menor como eu era ano passado, e sua mãe parece com a minha nas medidas. Então você tem que pedir os seguintes tamanhos pra elas: pra sua mãe, manequim 36 E, pra A minha, 34F igual à da Flo, pra sua irmã 36C e pra mim 34D, sempre dá pra trocar se você guardar a nota, beleza?, perguntou a Ani. Sim, vou dar uma olhada por aqui. Respondi. Seguindo o conselho da Ani, fui até uma vendedora de meia-idade que me olhou divertida quando falei os tamanhos, mas mesmo assim me atendeu super bem, apesar de ter soltado um comentário que me chamou a atenção: "Suas parentes são bem voluptuosas, nunca vi tantas mulheres com essas medidas, vou ver o que posso te mostrar, porque nesses tamanhos não tem muita variedade", ela disse. Obrigado, respondi seco. "Olha, aqui temos biquínis como o que você procura, dá pra combinar ou escolher uma cor que curtir, nesse outro cesto tem umas tangas brasileiras, que tão super na moda, mas não sei se vão agradar suas parentes ou se vão ficar bem nelas, de qualquer forma, as brasileiras são bem voluptuosas, mas talvez você possa pedir pra sua namorada experimentar algumas e ver como fica, ela também é bem dotada", disse se referindo à Ani. Claro, valeu pela ajuda, respondi sem corrigir o engano da vendedora. Selecionei algumas peças, pegando umas tangas que achei bonitas apesar do tamanho reduzido, o que me fez duvidar que minha mãe e minha irmã fossem vestir algo assim, e não sabia se minhas "parentes" iam gostar de algo tão ousado, então fui até a Ani, que tava indo pro provador. "Como foi?", perguntou a Ani, que levava vários biquínis. "Acho que bem, peguei alguns pra você dar sua opinião e experimentar pra ver se vão ficar bem." "Tem algum pra mim?", perguntou a Ani. "Sim, mas não vou te dizer qual." "Beleza, passa eles pra cá e vamos ver como a gente se sai." A Ani entrou no provador e depois de um tempo me chamou pra dar minha opinião, a visão que tive foi de parar meu coração, ela tava assustadoramente sensual e gostosa. "Cláudio, como é que fica esse biquíni preto em mim?", disse se virando pra mostrar todos os ângulos. Perfeito, consegui balbuciando enquanto admirava o quanto minha prima era gostosa. Ele continuou com outro vermelho, depois um azul, até que eu não conseguia mais controlar meu tesão, tentando disfarçar minha ereção me cobrindo com a bolsa que a Ani tinha me dado pra guardar. Agora vou experimentar os que você me passou, disse Ani fechando a cortina de novo. Beleza, tô ligado. Vem aqui pra você ver como fica a tanga brasileira que você me deu, não tenho coragem de sair lá fora, disse Ani colocando a cabeça pra fora do provador. Mas podem nos ver, respondi nervoso. Acho que não, tem muita gente e se nos verem, o que vão dizer? falou Ani sem preocupação. Ok, entrei rapidamente e fiquei de boca aberta de tão impressionado ao ver Ani. O que você acha? disse Ani me olhando nos olhos. Não acha que é muito ousada? perguntou de novo sem receber resposta minha, ainda paralisado. E…? fala alguma coisa. Bom… é… é… revelador, digamos assim, mas você tá de outro mundo. Respondi sincero. Sabe que você tá com a mesma cara de quando olhou pra minhas tetas, e também a mesma barraca, vai lá, sou sua prima! hahahaha ela disse sem vergonha nenhuma. Eu não conseguia entender a Ani, ela não tinha coragem de sair pra mostrar uma das tangas que experimentou, mas tinha total cara de pau pra rir das minhas reações. Vale dizer que as tangas não cobriam quase nada, minha ereção era evidente, minha cara também, ainda mais se pensar que as tetas da Ani mal cabiam nos triângulos de pano, cobrindo só as aréolas e os bicos, e pra falar da bunda, tava toda amostra, enquanto a tirinha de trás entrava no meio das nádegas, ajudando a tampar só a monte de Vênus onde destacava a rachinha da buceta, enquanto ela se requebrava e se admirava no espelho, me disse. Você tem razão, acho muito revelador, mas acho que seu "amiguinho" gostou bastante, reparando na barraca enorme que eu tava montada na virilha. Ei… não… não consegui falar mais nada. Não fica nervoso, é um Um biquíni meio ousado pra ir pra praia, mas dá pra usar em casa, o que já conta como presente", me disse Ani. "Acho que meus parentes não usariam se eu desse uma parada dessas, e não sei se as suas", se referindo às outras mulheres da casa, "usariam também. Você não faz ideia do que as mulheres são capazes de fazer pra pegar um gostosão", disse Ani. "Compra esses biquínis que é sucesso garantido." "Você acha?" "Sim, hahaha, não agora, mas se você levar a sério, hahaha, elas vão vestir", afirmou Ani com um sorriso safado. "Sai pra eu me trocar e a gente pagar", me disse Ani. Saí disfarçado do provador com minha barraca murchando de nervoso, quando a vendedora se aproxima e me pergunta com uma risadinha libidinosa, tipo uma foxy gostosa, pelo menos foi assim que interpretei. "Sua namorada gostou das tangas?" "Sim, ela disse que são meio ousadas, mas servem pra tomar sol em particular." "Então ela vai levar?", perguntou a vendedora. "Sim, vamos levar", interrompeu Ani, que tinha testemunhado a conversa. "Beleza, vamos pro caixa", disse a vendedora. "Meu namorado paga as tangas, e a gente quer as cinco embaladas separadamente pra presente", disse Ani, mantendo o erro da vendedora. "Deixei um vale-troca caso você ou seu namorado se arrependam", falou a vendedora, sorrindo maliciosamente. "Acho que não, mas obrigada", virando-se pra me dar um selinho e falar "Valeu, meu amor!" "De nada", respondi, vermelho que nem um tomate. De volta pra casa, nervoso e excitado, escondi os presentes no armário do meu quarto e me preparei pra almoçar com Isa e Ani. "Como foram nas compras?", perguntou Isa. "Bem, compramos vários presentes do Claudio e dois biquínis pra mim", respondeu Ani com malícia. "Vão me mostrar?", disse Isa. "De tarde te mostro, porque você vai estrear um deles na piscina. Os presentes não posso, porque são surpresa e, como são parecidos, você quebraria o encanto", respondi me adiantando ao pedido, ainda na dúvida se daria os presentes. Durante o almoço, Ani me olhava e fazia gestos. E risadinhas, pensando no bocó que era o primo dela e como era engraçado me fazer corar por qualquer coisinha; e mais engraçado ainda era me manter sempre com o tesão a mil. Embora depois eu soubesse que a Ani era virgem, ela já tinha tido uns dois namorados com quem tinha se esfregado, sendo pra muitos uma provocadora de paus, mas pra ela isso era indiferente, não ia se entregar pro primeiro otário que aparecesse, ela esperaria pelo príncipe encantado, se é que existia. Daqui a meia hora as aulas começam, disse Isa interrompendo os pensamentos dela. Ok, responderam Ani e Cláudio. Continua...
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