Comece seu treino (no Restaurante)

Comece seu treinamento (pt???) Com motivos 24/7, vou publicar essa parte já que é o momento que mais curti relatar pra vocês e, acima de tudo, da minha vida e da minha submissa. Já era de manhã cedo, então decidimos ir comer algo no restaurante dentro da vila; pra isso, tínhamos que estar apresentáveis pra ocasião, já que não é um restaurante muito tradicional (é temático). Não demoramos nem 5 minutos pra chegar e já dava pra sentir a ansiedade que transbordava da entreperna da minha submissa. Já dentro do estacionamento, fomos recebidos e pegaram as chaves do carro. Nesse momento, ela tava encharcando o lugar onde estava, porque antes coloquei uma máscara facial completa que impedia ela de ver e cobria todo o rosto dela, além de um plug inserido no cuzinho e várias balas vibratórias dentro da buceta, todas ligadas em potências diferentes. Ela já estava de quatro no lado do passageiro, com braços e pernas amarrados nas alças internas da cabine. — Muito bem, putinha, chegamos. Encosta o pescoço pra colocar a coleira. Afinal, todas as cachorras têm que estar sempre de guia. Ela se aproximou pra colocar a coleira no pescoço (é uma coleira de treinamento pra cachorro de raça grande). Percebo como ela começa a se molhar ainda mais por ter seu distintivo, a ponto de mandar uma lembrancinha pro marido dela (Raul). Eu desci do carro e entreguei as chaves pro serviço, deixando instruções pra darem uma limpeza total e, ao terminar, entregarem na minha mesa. Entrei no restaurante, um lugar elegante e cheio de corpos nus vindos de diferentes partes do mundo: amos, amas, submissas e submissos. Num mesmo espaço, cheio de atos protocolares, mas cada dominante fazia o que bem entendia com sua propriedade. Numa mesa, uma mulher negra de 1,90m com um simples arnês de couro preto e botas combinando estava sentada sobre os ombros de dois homens bem musculosos. Eles usavam uma máscara de isolamento e mantinham o rosto virado para o chão, sendo a única peça que cobria algo do corpo umas calcinhas bem pequenas e coladas ao corpo. A marca daquela dominadora estava em ambos os mamilos daqueles sujeitos, já que estavam perfurados com peças bem femininas. Em outra mesa perto do canto, havia vários homens e mulheres vestidos combinando com ternos de duas peças na cor preta e camisas de um tom vermelho-sangue. Tinha dois na frente da sua mesa com seus respectivos submissos e submissas na posição de seiza (de joelhos com os glúteos encostados na planta do pé), carregando no colo umas tabuletas de pedra bem curiosas e com as mãos sobre elas, com as palmas viradas para o teto. Demorei para chegar ao meu lugar porque estava me deliciando com a diversidade e os detalhes altos do ambiente, já que no teto havia várias gaiolas penduradas que criavam uma atmosfera única. Cheguei ao meu assento e ela estava sobre a mesa na posição de quatro, com a bunda apontando para o ar e os braços esticados e amarrados com correia sobre a mesa, usava pezinhos pretos e tinha uma faixa da mesma cor sobre a buceta e o cu. Continuava usando o colar e ele estava preso na mesma mesa. — Tá vendo que seguiram bem as instruções, te deixaram bem apresentável, putinha (sussurrando no ouvido). Passados alguns minutos dentro do local, tocaram um sino e tudo escureceu. O pessoal do serviço rapidamente levantou os pratos da mesa e colocou panos como divisórias para privacidade (se assim quisessem). &: Senhoras e Senhores, (levantando-se de uma das mesas, uma mulher branca de 50 anos bem cuidada se dirige a todos os presentes) Estamos aqui não só para comer, mas também para sermos comidos. Dentro destas paredes, vocês poderão liberar seus impulsos mais obscuros. As regras são simples: se um dominante e seu par tiverem a cortina aberta, poderão se aproximar para interagir com eles, se eles quiserem. Permitem, se a cortina está fechada, não tão interessados em interagir com outras pessoas. Pode abrir e fechar quantas vezes quiser. Sem mais, aproveitem o evento. [24/7 3:43 a. m.] .: Tinham passado poucos segundos quando o som de gemidos diferentes começa a ecoar na sala, acompanhado por palmadas no corpo. E aos poucos, dava pra ver a participação dos outros casais com outros membros dentro do salão; tudo virou uma grande orgia. Me afastei da mesa pra desamarrar minha submissa e levá-la pra dar uma volta no salão, pra ver onde seria divertido interagir. E encontramos o lugar ideal no grupo daquela mulher negra acompanhada daqueles caras musculosos. Nos apresentamos pra ela. E começou a divisão. Ela e eu começamos a nos beijar apaixonadamente enquanto ela continuava sentada em cima dos submissos dela. Dei um assobio leve e, guiando em direção àquela buceta preta, coloquei o rosto da minha submissa e abri a máscara dela pra ela chupar a buceta. :Te ofereço a boca da minha putinha. Ela começou a me despir e a tocar na minha pica, que já tava quase explodindo naquele ponto. &:Melhor enfia tua pica em mim. Ela falou com a voz trêmula de tesão que minha submissa tava dando ao chupar a buceta dela, e focava no clitóris com tanta habilidade que ela gozou uma primeira vez antes de eu penetrá-la. Comecei a penetrar ela pela vagina e a brincar com os peitos dela, torcendo os bicos. Parte 1 de 2 (capítulo final?)

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