Festa do primo da minha gostosa peituda

   Boa noite, gente linda. Perdão pela demora pra quem tava esperando ansioso pela continuação do relato anterior; mas por questões pessoais (nada sexual, então não tem relevância xD) fiquei ausente um tempo. Mas tô de volta, e recarregado com um relato de uma dinâmica diferente, então espero que seja do agrado e tesão de vocês!

Pra quem vai me ler pela primeira vez, conto que esse relato é a continuação de uma pequena saga de relatos sobre minha namorada peituda e meu tesão já bem marcado de ver ela dando ou ser desejada por outro; então se quiserem entender melhor ou pra deixar o tesão mais forte, recomendo que antes de ler esse relato, leiam os anteriores, que deixo os links abaixo:



http://www.poringa.net/posts/relatos/3825420/Mi-novia-tetona-y-una-fantasia-recurrente.html



http://www.poringa.net/posts/relatos/3967529/Mi-novia-tetona-su-hermano-y-su-primo.html



http://www.poringa.net/posts/relatos/4074673/Mi-novia-y-la-pija-de-su-hermano-Preludio.html

 
  
Sem mais enrolação, vamos direto ao que interessa:
  
Como todo mundo sabe daquela noite MEMORÁVEL na casa do meu cunhado, e daquela bebedeira cósmica que fez minha ''ainda'' namorada, que eu achava que era uma santinha peituda, mostrar aqueles atributos enormes, com o golpe final do primo dela gozando nos peitos dela enquanto ela dormia; não conseguia tirar isso da cabeça de jeito nenhum, e, sem sacanagem, não me deixava dormir, trabalhar, ver TV, nem nada; tinha que bater uma toda vez que pensava nisso, e era praticamente o tempo todo.

Claro que o tesão já tava superando minha própria dignidade, e agora eu tava morrendo de vontade de ver o Marcos ou o primo dele comendo a Paula; mas não queria que fosse tão na cara. Tipo, pelo que ela disse do irmão dela, o filho da puta ainda manda mensagem pra ver se ela morde a isca, e a Paula ainda bate uma pensando naquele pauzão, ou seja, chance do que eu queria acontecer não faltava, o problema é que eu não queria o confronto cara a cara de falar com ela; aquele momento super estranho e desconfortável me deixava com muito medo; então pensei que, além de evitar o papo, podia armar uma armadilha pra ver o quanto minha namorada era fiel e o quanto era puta, assim alimentando muito mais o tesão que tava corrompendo meu ser, e botando todo aquele tabu pra fora, que mesmo me dando umas punhetas maravilhosas; sabia que com isso podiam vir muitas melhores no futuro, até sexo a três; e principalmente isso, a parada do tabu e do tesão, o fato de pensar que ela, tão puritana, é capaz de quebrar essa monotonia de namorada certinha, e se deixar levar pelos instintos animais, já tava me levando a níveis máximos de tesão. Então comecei o plano.


  
A ideia de querer deixar ela seguir o fluxo surgiu quando, uma semana depois de tudo (que ainda não era só a conversa, mas a exibição dos peitos dela ainda tava fresca), chegou uma mensagem inesperada de alguém que, claro, ainda não tinha ido embora de Buenos Aires porque ainda faltava o prato principal da estadia dela, e com isso me refiro ao primo Nicolás, que ficava até o fim do mês pra comemorar a festa de 18 anos dele. A mensagem foi:Festa do primo da minha gostosa peituda

  
Depois dessa mensagem e de pensar muito, minha cabeça acabou girando 180° e minha ideia era muito perigosa, porque não só podia acabar incluindo o Marcos e o primo, mas também sair do controle e incluir mais alguém; mas o plano era excelente e valia o risco. Foi aí que inventei pra Paulita que o Nicolás ia oferecer um fim de semana na casa do Marcos, uma festa à fantasia pros 18 anos dele, e nós dois estávamos convidados. Ela achou estranho que o "masturbador" do primo só quisesse fazer uma festa à fantasia pros 18, estando em Buenos Aires. Eu falei pra ela não comentar isso com o Marcos porque inventei que ia ser surpresa, e que o primo podia ler as mensagens dela, blá blá blá, qualquer besteira pra ela não foder meu plano; e foi assim, a Paula ficou quieta. No dia da festa, sugeri que ela se vestisse de colegial sexy, que aproveitasse a fantasia que comprei uma vez pras nossas putarias, e eu ia de professor. Ela não gostou muito da ideia por dois motivos: Um porque aquele vestido eu tinha comprado anos atrás, quando ela era mais magra e tinha menos de 120 de peito, então agora as tetas quase transbordavam do decote, o que só de contar já me deixou de pau duro; e dois, porque por causa disso e de ser tão provocante, ela tinha medo de que tudo pudesse acabar como da última vez, que quase saiu do controle. Eu falei pra ela relaxar, tentar não beber tanto, que da última vez o problema tinha sido o álcool, e bom, como ela também não tinha outra fantasia, meio que aceitou sem vontade. Qual era a ideia? Bom, aqui vai o plano: A ideia era que um pouco antes de sair, eu tentasse comer a Paula com preliminares e tudo, e quando ela estivesse toda molhada, antes de meter, eu recebesse uma mensagem de um amigo, e dissesse que justamente tava faltando um jogador pra final de um torneio de futebol e eu era praticamente obrigado a ir, deixando ela ir sozinha, toda excitada e sem ser comida. Fodida, fantasiada de colegialinha gostosa pra uma festa de 18 anos cheia de homem só atrás de puta, incluindo exclusivamente o irmão que sempre comeu ela, e o primo que quer meter nela. Eu já tinha combinado com um amigo pra me mandar uma mensagem desse tipo, pra quem eu tinha dito que não queria ir na casa dos meus sogros (pra não ficar de corno manso), se ele me ajudasse a dar esse migué pra eu poder escapar. Sem mais, foi assim que tudo rolou.
*Sábado 21h*

—Ai, para, boludo, que a gente vai se atrasar! —dizia a Pau enquanto eu afundava a cabeça entre os peitos dela e, com uma mão, massageava os lábios da buceta por cima da calcinha fio dental. Ela também tava adorando.
—Nham— eu comecei a chupar os mamilos dela— Quem liga pra hora numa festa à fantasia? —e, enquanto começava a tirar a parte de cima dela e chupar os peitos, já enfiava dois dedos na buceta que começava a ficar molhada. Ela me masturbava por cima da calça e semicerrava os olhos enquanto gemia. Comecei a beijar o pescoço dela, e fui deitando ela cada vez mais no sofá, dedando já com uma mão, e com a outra apalpando os peitos. Comecei a descer com a boca pelo peito e barriga até chegar na buceta e lamber o clitóris dela com tudo, enquanto enfiava dois dedos. Ela não segurava os gritos e pedia mais. Nisso, chegou uma mensagem no meu celular. Pau falou: "Vê quem é", e eu respondi pra esperar, e, tirando a pica dura pra fora da calça, já comecei a roçar na buceta dela. Paulita tava louca, e eu comecei a brincar, esfregando a cabeça da pica nos lábios dela, entrava um pouquinho, tirava, chupava os peitos. Tava no auge, pronta pra foder. Dava pra ver que Pauli tava com vontade; parecia que toda aquela história de se vestir de lingerie num sábado à noite tinha deixado ela bem excitada. Num certo momento, eu tava por cima dela com a pica dura roçando no púbis, ela pegou firme e, com intenção de enfiar na buceta, do pior jeito, eu levantei de repente e gritei de alegria: "Ai, a puta mãe, é MINHA chance!" Paula não tinha percebido que, enquanto a gente brincava, eu tinha pego o celular pra ver a mensagem. Deixei ela deitada, com os peitos babados transbordando do sutiã, a calcinha fio dental de lado, a buceta molhada e o batom todo borrado na boca, enquanto ela me olhava estranha eu digitando que nem um louco. Uma mensagem de resposta. ''E aí, amor?'' Ela disse, cheia de surpresa.

- Você não sabe, Pau, o que eu tava esperando há um tempão vai se realizar hoje, não acredito, ainda mais nesta noite - falei como se estivesse amaldiçoando a situação inoportuna.
- Mas o que foi, gordo? - ela insistia, ainda deitada, enquanto eu continuava trocando mensagens.
- Amor - falei com cara de cachorro molhado - não me mata, e já tô te pedindo mil perdões de antemão; mas tenho que ir.
- O quê? Pra onde, porra? - ela já falava brava com tanto mistério.
- Pro torneio do Reconquista! - falei com cara de feliz aniversário enquanto ela bufava e fazia a pior cara de bunda olhando pro teto - amor... - falei me aproximando sentado no chão na altura do rosto dela, que ainda tava no sofá - juro que vou compensar você; mas tava faltando o 9, e esperei o ano inteiro pra poder jogar a final. Joaco me avisou que se o Santi faltasse, eu substituiria ele; e foi isso! Não me odeia, te peço por favor; mas isso é muito mais importante pra mim do que os 18 do seu primo. Você pode ir sozinha - falei bem assim pra ver o que ela dizia.
- O quê? Cê tá doido? Nem louca - ela disse já como se fosse se trocar.
- Não, amor - falei com ares de compromisso - é seu primo, seu irmão, nos convidaram, seria muito falta de educação se nenhum de nós dois for. Por favor, me apoia nessa, gorda! - e completei - Além disso, o jogo não dura nem 2 horas; assim que terminar, vou pra lá na hora, tomo um banho rápido no clube e vou disfarçado de jogador, você podia ser minha chuteira - falei bem bestamente e ela me olhou como se mudasse a atitude e respondeu:
- Tá bom... mas assim não vou vestida nem louca sozinha.
- Fala sério, não se faz de santinha, como você vai então? - falei tentando convencer ela
- Sei lá... Por que eu tenho que ir de puta? - ela disse com muita sensatez.
- É uma festa de 18, amor. Tem que dar um tempero - falei querendo me achar o descolado.
- Cê quer que meu primo me queira comer? Assim vou deixar ele louco de tesão, ainda mais com tudo que rolou da outra vez.


  
Minha namorada parecia uma santa de verdade, parecia ter uma moral tão alta que batia de frente com minha abordagem tarada do relacionamento, e já tava me dando raiva não conseguir botar em prática o plano que eu tinha na minha mente doentia nem tirar ela do sério, mas isso só aumentava mais o tesão se algo rolasse. "Vou me trocar", ela disse enquanto eu via ela levantar do sofá com os peitões gigantes balançando e quicando, e ainda se esfregando, com a buceta molhada, respondeu: "Não vou esquecer que você me deixou com tesão, otário. Da próxima vez que quiser foder, vai bater uma punheta." E foi pro quarto. Isso... isso me agradou. Algo tava dando certo, e mesmo sem ter levado a fantasia, ela vestiu uma saia de couro colada no corpo, uma regata superdecotada e umas botas altas estilo pirata. Fora isso, tava super provocante, e isso me deixou a mil. Eu já tava de shorts e coturno. Dei um beijo nela, pedi desculpas, falei pra ela me esperar e fui embora. Ela foi pro lado dela, deixando um rastro de perfume.

  
Eu tinha ido pra um bar e meu corpo inteiro tava tremendo. Desliguei o celular pra evitar ligações ou mensagens da Paula assim que ela chegasse na festa e percebesse tudo, é que... isso também me deixava super nervoso; primeiro de tudo porque se nada saísse como eu queria, que desculpa eu ia dar? O que eu ia falar quando minha namorada percebesse, ao chegar na festa, que eu menti sobre as fantasias de casal? Ou o irmão e o primo, que quando a vissem chegar não iam entender nada, nem por que ela tinha ido, nem por que eu tinha mentido. Enfim, tava super nervoso, e também não sabia o que ia fazer depois. Será que eu ia? Ia me esconder em algum canto pra espionar? Porque entrar pela porta da frente ia exigir culhão pra explicar por que menti pra todo mundo. Enfim, eu tava no balcão tomando cerveja e vendo TV, com o nervosismo tomando conta de mim, tipo, eu tinha planejado tudo, mas estupidamente e quase como óbvio, não tinha planejado o que fazer depois. Quase uma hora depois, decidi voltar pra casa, e vi que o carro da Paula não tava na porta, ou seja, mesmo ela tendo chegado e percebido tudo, não tinha voltado... isso era bom. Entrei em casa, e me deitei super nervoso com o pau duro imaginando qualquer coisa. Não sabia o que fazer, e decidi que "ir espionar" só dá certo em filme; então só esperei ela chegar toda arrombada, talvez? E me contar tudo, ou que chegassem mensagens no celular como uma espécie de relato minuto a minuto. Enfim, só decidi fazer o que a gente costuma fazer quando a cabeça tá explodindo... deitar e esperar tudo passar. Foi assim que, depois de horas, eu dormi de vez em quando, e decidi ligar o celular pra ver se realmente tinha alguma coisa.

Desculpa a intromissão, mas aqui vai uma pausa explicativa: Quero que vocês saibam que, por mais empolgados que estejam pra ver os peitos da Paula, o que vão ver a seguir são modificações fictícias que incluem a atriz pornô americana Codi Vore interpretando a Paula. Mesmo assim, acho que vão curtir do mesmo jeito 😉, até porque os corpos delas são parecidos.

Como eu tava dizendo, quando liguei o celular, aconteceu o que eu já imaginava que podia rolar: não parava de chover mensagens atrasadas que tinham entrado enquanto ele ainda tava desligado. E aí, meu coração começou a bater forte, e o suor já começava a escorrer... A primeira era de se esperar... da Paula, quando eu ainda devia estar no bar:
amador


Depois, o mais picante e excitante que já tinha aproveitado na minha vida sexual cinzenta. O que vocês vão ver a seguir é uma série de prints de conversas do WhatsApp que eu nunca imaginaria vivenciar, e agora reviravam meu estômago com espasmos frios que percorriam meu corpo todo... pensei que o que eu ia testemunhar nos próximos chats vindos de DOIS CONHECIDOS ia finalmente me transformar num corno... minhas mãos suavam, minha cabeça fervia, e eu tinha a pica doendo de tanto tesão só de pensar no que podia ver naquelas conversas, que pelo visto continham imagens e vídeos.
Tudo que encontrei foi isso:


peitoes


festa


namorada


casal


trio


peitoes


incesto


pauzao


chifres


Festa do primo da minha gostosa peitudaIsso era uma loucura, minha mente ainda não processava; mas meu pau ia na frente nessas questões, sempre, e não parava de gozar batendo punheta vendo as fotos e os vídeos; o que eu tava vivendo, as sensações e o sentimento, nunca tinha vivido igual, e não me arrependia nem por um segundo do que acabava de criar... e claro que não podia faltar o Marcos, porque apesar de não ter sido um ''ménage'', já que a ideia era o primo estrear sozinho, alguém quis ser, claro, o próximo na fila, ou melhor, o prato PRINCIPAL:

amador


peitoes


festa


namorada


casal


trio
Claro que não dormi no resto da noite. Devia ter ficado cego de tanto bater punheta. Me sentia completamente realizado, embora ficasse um pouco assustado com a reação que a Paula poderia ter depois de tudo isso, quer dizer; tomara que ela não reagisse de um jeito muito doido e quisesse me mandar pra puta que pariu por ser mentiroso e manipulador, já que no fim das contas tudo estava ficando muito mais interessante na relação.

Mas por sorte nada disso aconteceu, e no próximo relato, vocês vão saber a minha reação e a da Paula na manhã seguinte. Então, por sorte, vai ter muito mais disso! É isso, galera; o que mais posso contar? Acho que esse relato ficou mais visual, sem precisar de tantas palavras... mas curti pra caramba, assim como espero que vocês também tenham curtido!
Pra fechar, preciso deixar claro que todo esse nó na história só deixa várias portas abertas pra mais diversão! Então, espero conseguir ter mais regularidade nos contos e continuar com um que, como vocês podem ver nas últimas mensagens do Marcos, vai ter muita parada de swing e incesto!
Bom fim de semana! Qualquer coisa, me mandem mensagem! Um abraço grande!

5 comentários - Festa do primo da minha gostosa peituda

Muy buena serie. tu fantasía loco es genial, anímate a hacerla yo ya la hice y es lo más, recorda que solo sos cornudo si ella te engaña si vos lo sabes y lo consentís no son cuernos, ya que no hay infidelidad.
yo empecé a escribir mi historia la misma se remonta a unos cuantos años atrás, le puse condimentos para hacer más atractivo el relato, pero el fondo es absolutamente real.
te dejo. los datos de mi primer post.

http://www.poringa.net/posts/relatos/4154354/Nueva-relacion-comence-con-el-morbo-de-exhibir-a-mi-novia.html
Gracias por el apoyo!! Voy a leer ése relato!!
Segui contando como sigue esto. Y que te dijo cuando llego y te vio, creo que nada lindo para vos. Ojo con jugar a ser cornudo consentido. Van puntitos
Seguí con la historia por favor!!! Quiero ver cómo el primo se sigue cogiendo a la tetona de Paula
Lastima que sea ficción, pero me gustaron los relatos.
Espero ver más