Férias de verão, hostel, caí com um amigo e reservei um quarto numa cidade no interior do país. Cheguei e tava no refeitório vendo quem tava no lugar pra sentir o clima. Do nada, chega uma ruiva, gostosa pra caralho!, vestido curto, umas pernas do caralho, uma bunda perfeita XXL, peitos lindos naturais, e um olhar fixo tipo (me come com força). A gente começou a conversar sem parar de se olhar nos olhos, eu de regata do Ricotero, ela bota os Redondos pra tocar, mó clima foda. Sem tirar o olho dela, me fiz de interessante, falamos de tudo um pouco e a mina super interessada, maaaaas... Chega um cara que agarra ela pela cintura e fala "oi meu amor" dá um beijo na boca dela e obviamente, ela tava namorando. Meio que fodi pra isso, e bem safado, convidei ele pra fumar um baseado. O cara topou e me fiz de amigão. Vi que ele era meio grandão, meio armário, e aí chamei ele pra ir fazer um treino e fumar. Fomos pro treino, nós 4, meu amigo, a mina com o namorado e eu. Beleza (eu me considero bem atlético e aguento esportes extremos assim), levei eles tipo guia e cansei eles o máximo que pude, fizemos de tudo, escalar, nadar, fumar, pegar, tudo tudo. Enquanto isso, a mina se fazia de gostosa o tempo todo, olhava pro meu volume de propósito, escalava com a bunda parada na minha frente, quando o namorado virava as costas, ela se tocava na buceta tipo me olha, pegava as coisas igual gatinha na minha frente com uma fio dental preta e a melhor bunda que já vi. Eu com o pau bem duro me fazia de puto, mas com muita discrição. Beleza, depois de toda a tragédia, voltamos pro hostel. E meu plano tava se concretizando perfeitamente, o namorado dela já cansado (ele sofreu pra caralho em tudo) tomou banho e dormiu na cama. Eu, por minha vez, tava no quarto, quando ela passa pelo meu quarto e entra. Pergunto o que ela quer, e ela fala "meu namorado dormiu e não consigo entrar no quarto, quero tomar banho e não tenho toalha". Me aproximo e falo "não se preocupa, Tenho uma pra você que vai te alcançar." Ela olha pra minha pica, e olha nos meus olhos, na hora eu quebro a boca dela num beijo e começamos a pegar. Beijo o pescoço dela pra esquentar mais e ela, pá, me pega no volume. Ela fala: "De tanto escalar, você me fez sentir vertigem." Eu, inocente, falo: "Ah, é?" E ela, literalmente: "Na bunda você me faz sentir vertigem, com essa pica que você tem." Bom, verdade que nunca tinha sido tão jogado assim. Fingimos que nada, fomos pro banheiro do hostel. Entramos e continuamos ali, vamos tirando a roupa, coloco ela contra a parede, abaixo o vestido dela e com a bunda empinada ela fala: "Olha minha tatuagem." Tinha uma bala na bunda, ela disse: "Esvazia o cartucho pra mim." Eu, imaginem, fiquei mais duro que o Vidal depois de uma batida de pó, ficou bem dura e chupativa. Literalmente queria arrebentar aquele rabo, além de que era uma loucura aquela bunda. Ela cuspiu na boceta pra chupar e de repente: pá! Batem na porta. O namorado, fala: "Eu, falta muito?" A gente queria morrer. Ela vai pro chuveiro e liga, e eu com outra voz grito: "Acabei de entrar!" "Desculpa!", o corno falou, hahaha. Nisso, eu tava com as costas encostadas na porta e ela abaixa minha calça, deixa minha pica de fora, dá uma chupada e pendura uma toalha na minha pica. Eu não aguentava mais. O corno volta, bate e pergunta: "Ei, desculpa, não viu minha namorada?" Ela faz sinal que ela saiu, eu falo: "Olha, acho que ela foi embora." O cara fala de novo: "Ah, desculpa, valeu." Nisso, ela fica no chuveiro com a bunda empinada, rebolando a raba. E eu com a pica dura que nem pedra e a toalha pendurada. Quando escuto o cara indo embora, vou pro chuveiro, molho um pouco a pica, agarro ela pelo pescoço, coloco contra os azulejos e falo: "O que vou fazer com você não me dá culpa porque você é uma puta." Começo a enfiar a cabeça e tapo a boca dela. Ela começa a esfregar a bunda na minha pica e eu começo a colocar até a metade, mas começa a doer nela. Me diz: "O corno do meu namorado não consegue ficar duro há 2 meses, tava morrendo de vontade de alguém arrebentar minha buceta, você é um filho da puta tão duro que não tem como aguentar". Falo no ouvido dela: "Putas não falam, só gemem". Comecei a enfiar minha pica, passando da metade onde ela alarga, e meto e tiro. Ela fica toda putinha e me arranha forte os braços. Falo: "Para, putinha, que falta o resto. Se me arranha assim só na metade, o que vai fazer quando eu enterrar tudo?" Ela fica muito excitada e me diz: "PAPAI, FAZ O QUE QUISER COMIGO? ARREBENTA BEM MINHA BUCETA, ADORO QUE VOCÊ DÊ NO MEU RABO". E o diálogo foi assim:
Ela: Adoro, papai, arrebenta meu rabo.
Eu: Metia bem forte, sentindo toda a carne, veia por veia.
Ela: Adoro, papai, adoro sua pica, adoro que você arrebente meu rabo, sou sua putinha.
Eu: O que você é?
Ela: Sua putinha.
Eu: Como? Não ouvi?
Ela: (gritando) SUA PUTINHA, PAPAI, SUA PUTINHA.
Eu pego ela pelo cabelo, meto uns dedos na boceta, esfrego com muita força — "Minhas putas abrem o rabo até o fundo do talo, senão não são minhas putas."
Ela, com as duas mãos, abre o rabo, faz um esforço enorme e enfia tudo até com lágrimas e me diz: "Acho que você nunca comeu uma bunda assim na sua vida, ENCHE ELA DE PORRA, FILHO DA PUTA."
Eu tapo a boca dela e repito bem calmo: "Putas não falam, só gemem. Vai doer se eu meter os 7cm que faltam."
Ela mexendo a bunda como se quisesse enfiar.
Eu: Avisou. (E enterro tudo, senti como se estivesse desvirginando alguém.)
Ela me morde a mão e esmaga a cara no azulejo e diz: "Para, você arrebentou meu rabo de verdade."
Eu comecei a meter mais forte e, mesmo ela querendo parar, eu esmagava ela contra a parede. De repente, toc, toc! A porta, o namorado de novo.
Eu: Ocupado.
Ela tira a pica e começa a chupar.
O namorado: Desculpa, achei que você tinha terminado.
Eu: Falta um pouco, já tô acabando.
Ela me chupava cada vez mais forte e enfiava até onde dava, mas com uma vontade que merecia um Nobel de pica enfiada. Ela continua me chupando a pica intensamente até que eu desisto, pego ela pelo cabelo, enfio o máximo que consigo e estupro a boca dela. Ela me diz: "goza, quero seu gozo". E aí, despejei um depósito de leite condensado na garganta dela. Fingimos demência e depois cada um saiu disfarçadamente do banheiro. Muito tempo depois, fiquei sabendo que no mesmo dia o corno ficou exausto da escalada no morro e fez um esforço danado pra se levantar e levar ela a um restaurante pra pedir ela em casamento e irem morar juntos. Mas é, ela queria que a gente morasse junto, mas minhas bolas no nariz dela enquanto ela engolia minha pica dura e potente. Ela queria uma toalha e comeu um puta rolo. Coisas que acontecem.
Ela: Adoro, papai, arrebenta meu rabo.
Eu: Metia bem forte, sentindo toda a carne, veia por veia.
Ela: Adoro, papai, adoro sua pica, adoro que você arrebente meu rabo, sou sua putinha.
Eu: O que você é?
Ela: Sua putinha.
Eu: Como? Não ouvi?
Ela: (gritando) SUA PUTINHA, PAPAI, SUA PUTINHA.
Eu pego ela pelo cabelo, meto uns dedos na boceta, esfrego com muita força — "Minhas putas abrem o rabo até o fundo do talo, senão não são minhas putas."
Ela, com as duas mãos, abre o rabo, faz um esforço enorme e enfia tudo até com lágrimas e me diz: "Acho que você nunca comeu uma bunda assim na sua vida, ENCHE ELA DE PORRA, FILHO DA PUTA."
Eu tapo a boca dela e repito bem calmo: "Putas não falam, só gemem. Vai doer se eu meter os 7cm que faltam."
Ela mexendo a bunda como se quisesse enfiar.
Eu: Avisou. (E enterro tudo, senti como se estivesse desvirginando alguém.)
Ela me morde a mão e esmaga a cara no azulejo e diz: "Para, você arrebentou meu rabo de verdade."
Eu comecei a meter mais forte e, mesmo ela querendo parar, eu esmagava ela contra a parede. De repente, toc, toc! A porta, o namorado de novo.
Eu: Ocupado.
Ela tira a pica e começa a chupar.
O namorado: Desculpa, achei que você tinha terminado.
Eu: Falta um pouco, já tô acabando.
Ela me chupava cada vez mais forte e enfiava até onde dava, mas com uma vontade que merecia um Nobel de pica enfiada. Ela continua me chupando a pica intensamente até que eu desisto, pego ela pelo cabelo, enfio o máximo que consigo e estupro a boca dela. Ela me diz: "goza, quero seu gozo". E aí, despejei um depósito de leite condensado na garganta dela. Fingimos demência e depois cada um saiu disfarçadamente do banheiro. Muito tempo depois, fiquei sabendo que no mesmo dia o corno ficou exausto da escalada no morro e fez um esforço danado pra se levantar e levar ela a um restaurante pra pedir ela em casamento e irem morar juntos. Mas é, ela queria que a gente morasse junto, mas minhas bolas no nariz dela enquanto ela engolia minha pica dura e potente. Ela queria uma toalha e comeu um puta rolo. Coisas que acontecem.
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