Mesmo que você seja um casal liberal, Cuckold, Hotwife ou qualquer uma das variantes que a gente possa imaginar, o ser humano é infiel por natureza. Sempre tem alguém ou alguma coisa que faz uma das pessoas desse casal ser infiel, ou as duas, não importa a liberdade que elas tenham. Você pode ter carta branca pra ficar com quem quiser, pode ter a liberdade de falar pro seu parceiro que você gosta daquela pessoa e ficar com ela, mas tem algo na infidelidade que torna tudo atraente, não importa todas as liberdades do mundo.
Talvez seja aquele magrelo que você gosta e seu parceiro não quer que você fique, ou um ex que você não tem coragem de contar pro seu parceiro que quer ficar porque é justamente um ex. Não importa o motivo, sempre tem uma razão que faz você ser infiel, mesmo tendo todas as liberdades do mundo no bolso. Talvez seja a adrenalina do proibido ou a faísca de que é errado, não sei, mas isso se repete em cada canto do planeta, de um lado e do outro.
Como me disse um velho sábio: "Moleque, da morte e de chifre ninguém escapa" e acabou sendo uma verdade absoluta, Ninguém!!! Nem o mais gostoso/gostosa do mundo, nem os mais liberais, porque não é questão disso, de ser bonito ou feio, liberal ou conservador, é só sobre o próprio tesão da infidelidade, da traição em si, da situação de cumplicidade dos envolvidos nessa sacanagem, entre eles e com o ambiente ao redor, dos coadjuvantes daquele momento, dos lugares, etc.
Eu me considero uma das pessoas mais liberais do mundo e, mesmo assim, não escapei de ser enganado pela minha esposa, mais de uma vez. Na real, se eu parar pra pensar, acho que tá de boa, acho que é perfeito que a pessoa infiel tenha aquele momento de privacidade, de poder ficar com quem quiser sem ter que dar satisfação, contar como foi, tirar foto ou vídeo pra depois mostrar pro parceiro. Simplesmente um momento pra ela ou pra ele, pra ficar com quem quiser, do jeito que quiser, sem ter que dar explicações nem provas do que faz e de como faz.
Deveríamos considerar a infidelidade como um momento de privacidade de quem a comete, um momento só dela, sem precisar explicar por que fez, só quis fazer e pronto.
Infidelidade, assim como outras situações, são taras que a gente pode ter. São isso, taras, coisas que nos acendem, nos excitam e nos dão prazer. Por isso, a gente tem que poder fazer sem a culpa do que vão pensar depois.
Infidelidade é malvista porque nos dizem que é errado, assim como nos dizem que não vais desejar a mulher ou o homem de outro, também é supostamente errado compartilhar ou fazer outras coisas que a gente faz. A infidelidade não deixa de ser só mais um jogo entre tantos que nos excitam. E eu falo isso do lado de quem foi enganado, não de quem engana — a gente precisa entender que isso é um motor de excitação pra muita gente, e que não significa que essas mesmas pessoas não amam seus parceiros. A gente tem que conseguir separar o que é sexo dos sentimentos.
Talvez seja aquele magrelo que você gosta e seu parceiro não quer que você fique, ou um ex que você não tem coragem de contar pro seu parceiro que quer ficar porque é justamente um ex. Não importa o motivo, sempre tem uma razão que faz você ser infiel, mesmo tendo todas as liberdades do mundo no bolso. Talvez seja a adrenalina do proibido ou a faísca de que é errado, não sei, mas isso se repete em cada canto do planeta, de um lado e do outro.
Como me disse um velho sábio: "Moleque, da morte e de chifre ninguém escapa" e acabou sendo uma verdade absoluta, Ninguém!!! Nem o mais gostoso/gostosa do mundo, nem os mais liberais, porque não é questão disso, de ser bonito ou feio, liberal ou conservador, é só sobre o próprio tesão da infidelidade, da traição em si, da situação de cumplicidade dos envolvidos nessa sacanagem, entre eles e com o ambiente ao redor, dos coadjuvantes daquele momento, dos lugares, etc.
Eu me considero uma das pessoas mais liberais do mundo e, mesmo assim, não escapei de ser enganado pela minha esposa, mais de uma vez. Na real, se eu parar pra pensar, acho que tá de boa, acho que é perfeito que a pessoa infiel tenha aquele momento de privacidade, de poder ficar com quem quiser sem ter que dar satisfação, contar como foi, tirar foto ou vídeo pra depois mostrar pro parceiro. Simplesmente um momento pra ela ou pra ele, pra ficar com quem quiser, do jeito que quiser, sem ter que dar explicações nem provas do que faz e de como faz.
Deveríamos considerar a infidelidade como um momento de privacidade de quem a comete, um momento só dela, sem precisar explicar por que fez, só quis fazer e pronto.
Infidelidade, assim como outras situações, são taras que a gente pode ter. São isso, taras, coisas que nos acendem, nos excitam e nos dão prazer. Por isso, a gente tem que poder fazer sem a culpa do que vão pensar depois.
Infidelidade é malvista porque nos dizem que é errado, assim como nos dizem que não vais desejar a mulher ou o homem de outro, também é supostamente errado compartilhar ou fazer outras coisas que a gente faz. A infidelidade não deixa de ser só mais um jogo entre tantos que nos excitam. E eu falo isso do lado de quem foi enganado, não de quem engana — a gente precisa entender que isso é um motor de excitação pra muita gente, e que não significa que essas mesmas pessoas não amam seus parceiros. A gente tem que conseguir separar o que é sexo dos sentimentos.
7 comentários - O Morbo da Infidelidade
una genia Lore