Erica, minha irmã gostosa XIV

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Tenho bastante material, assim que arrumar um tempinho, vou publicando. Tem novas histórias chegando no horizonte: "A Decisão", "Maxine" e a terceira parte de "Minha Prima, Mara". Essa última ainda não tem título oficial.

Erica, minha meia-irmã.

ADIANTAMENTO CAPÍTULO 1 (SEGUNDA EXTENSÃO)

Buenos Aires, pleno verão.
Meu velho veio morar um tempo com a outra parceira dele e a filha dela, num bairro nobre da Cidade.
Fazia tempo que ele tinha se separado da minha mãe e formou outra família, em Córdoba.
Não era afastado dele, mas não via ele com muita frequência desde que casou de novo.
Aliás, nunca tive a chance de conhecer sequer a nova filha dele, ou seja, minha meia-irmã.
Erica, esse é o nome dela, tem a minha idade. 20 anos.
É inacreditável que eu nunca tenha conhecido ela, ainda mais porque a mãe dela já tava com meu
velho, Carlos, há quase 10 anos.
Nem nos seguíamos no Instagram ou no Facebook.
Ela nunca se envolveu comigo, nem eu com ela.
Enfim, por questões de trabalho, uma oportunidade profissional muito importante do meu pai, eles vinham
pra cá.
Quem sabe por quanto tempo.
A mãe dela, Sandra, eu conhecia e gostava bastante dela.
Nas duas ou três vezes que vi ela, foi muito atenciosa comigo.
Minha mãe, Laura, também tinha refeito a vida dela, então a relação com meu velho não era nada ruim.
Tanto que ele comentou com minha mãe que a enteada dele não tava muito feliz em voltar pra Buenos
Aires.
E é compreensível, já que voltar pra San Isidro, onde nasceu, depois de ter construído a vida em outra
província, era algo não muito legal.
Uma tarde, a gente tava tomando uns mates com minha mãe. Eu tava curtindo umas férias da
faculdade.
MA: Então Julián, você vai conhecer sua irmã!
EU: Parece que sim, depois de quase 10 anos kkk, mas ela não é minha irmã
MA: Não seja chato, filho... ela é filha do seu pai
EU: Política...
MA: Por quê? Por que você tá tão relutante?
EU: Não, só tô dizendo... não conheço ela, nunca quis me conhecer também... por que eu ia ficar animado?
MÃE: Coisas da vida. Acontece. Além disso, segundo seu pai, ela é muito boa.
EU: Vamos ver, haha.
MÃE: Ele me manda fotos, às vezes. É uma bonequinha.
Era verdade.
De vez em quando, a curiosidade me levava a ver as redes dela.
Não tinha muita coisa, já que eu não seguia ela nem tinha ela como amiga, mas dava pra ver que era bonita.
Olhos verdes e parecia alta nas fotos.
Tinha cara de ser bem na dela.
Daquelas minas que passam andando do seu lado e nem te notam.
Nas imagens que vi, tinha cabelo castanho, meio avermelhado.
Usava franjinha.
No fim, era como minha mãe dizia. Era uma bonequinha.
Mentiria se dissesse que não tava nervoso pra conhecê-la.
Imaginava ela com uma personalidade forte. Não sei por quê.
Tanto que, dias depois, quando minha mãe ia recebê-los em casa, acordei com uma dorzinha de estômago.
Tomei banho e me troquei pra ocasião.

Minha mãe olhava pra mim e ria.
Mas não queria causar uma má impressão logo de cara. Principalmente porque eu sempre andava muito largado em casa.
Mas como não conseguia controlar meu gênio, fiquei horas pra me decidir.
Finalmente, coloquei uma camiseta preta com o desenho de "DE VOLTA PARA O FUTURO" e o DeLorean com fogo. Na parte de baixo, uma jeans.
Que fosse o que Deus quisesse.
Imaginava ela chegando toda mal vestida.
Mas fazer o quê, também não ia me fantasiar de algo que não sou, né.
Quando a campainha tocou, senti como se fosse um sino do inferno.
Os nervos que vinham eram mais fortes do que os que senti naquela vez que perdi a virgindade.
Mas por quê?
Minha mãe foi recebê-los.
Como eu disse, tinha uma relação muito boa com eles.
Quando ela abriu a porta, entrou uma luz parecida com a da entrada do paraíso.
Nem vi meu pai e a esposa dele.
Vi ela.
Parecia um anjo.
Fiquei parado, estático.
Era alta, com um olhar luciferino.
Muito gostosa. Pra ser sincero. chamava a atenção de qualquer um.
Até a minha.
Por que eu sentia isso?
MA: Eiii, não vai cumprimentar? – Ela me disse.
Eu tava completamente bestificado.
A Erica estava na entrada, com as mãos juntas na frente.
EU: Ah... sim... Oi! – Falei, saindo do transe.
Fazia um tempão que não via meu velho e quase nem reparei nele.
Que idiota.
Não conseguia parar de olhar pra ela feito um otário.
Era minha meia-irmã, Erica.
Mas, como um ímã, minha atenção não largava ela.
Cumprimentei meu pai e a Sandra.
Depois, virei o olhar pra ela.
Acho que ela percebeu que eu tava olhando igual um retardado.
Porque ela me examinou de cima a baixo com uma cara estranha.
Cumprimentei ela com um beijo na bochecha.
"Oi" – ela disse.
Um sorriso saiu do fundo da minha alma quando a cumprimentei.
O que tava rolando comigo?
Ela riu de leve por causa disso.
Deve ter pensado "nossa, mas que otário esse cara".
EU: Tudo bem?
ERI: Gostei da sua camiseta. – Falou e continuou andando, olhando a casa.
Claro que fiquei parado ali feito uma estátua.
Pelo menos não tinha vacilado na camiseta.
Nunca tinha ficado tão nervoso.
Até minha mãe percebeu.
A atitude dela, meio rebelde, pelo menos de primeira, parecia ser do jeito que eu imaginava.
Não me deu muita bola.
Ela tava vestida normal também, tanto drama que eu fiz.

Uma calça jeans com um vestidinho curto por cima.
O cabelo dela era bem vermelho. Mais do que na foto.
Tinha umas sardas no rosto.
Sim, eu reparei pra caralho.
Uma vibe Bella Thorne ou Jennifer Lawrence com a franjinha, mas mais gostosa, hehe.
Com certeza, ela me impactou.
MA: Vai ficar aí? – Ela falou, rindo.
Eu ainda tava parado na porta de entrada feito um idiota.
Avancei com eles.
Minha mãe conversava com a Sandra e meu pai comigo.
A Erica ia na frente.
Tinha cara de "O que eu tô fazendo aqui?"
Mais ou menos eu me atualizava com ele, apesar de a gente se falar por telefone.
Enquanto eu ouvia, olhava pra ela e pra calça jeans apertada dela.
Parecia ter umas pernas muito bonitas.
Eu sabia que tinha que parar de Olhar. Mas eu fazia isso no automático.
Era filha do meu velho e eu não podia ter esse tipo de pensamento.
Bom, por afinidade, mas filha dele no fim das contas.
Em um momento, ela falou com a minha mãe e por pouco não me pegou com os olhos na bunda dela.
Se eu não sou um imbecil.
Safei por um microssegundo.
Mas parecia ter um rabo bonito.
É inacreditável, continuo falando dela desse jeito.
Deus.
Andamos pela casa como se fosse um museu.
Não era uma mansão, mas era bem grande. Além de que a cada 2 metros elas paravam
contando coisas da vida e não acabavam mais.
A cara da Erica dizia tudo.
Ela não ia ser mal-educada, mas a cara de poucos amigos dava pra notar.
Quando eu olhava pra ela pra incluir na conversa com meu velho, ela desviava o olhar e continuava
na dela.
Isso ia ser difícil.
Ficava me perguntando se ela tinha namorado.
Com certeza sim, já que era tão gostosa.
Aliás, era provável que parte da frustração dela de estar em Bs As fosse por causa disso.
Mas eu tava viajando. Não sabia se era verdade.
Só tentava decifrar ela.
Outro atributo que me chamava muita atenção era a frente dela.
Soa punheteiro, mas o corpo dela era um imã de verdade.
Eu me sentia o pior. Tentava consolar minha punhetagem me convencendo de que ela não era
minha irmã de sangue.
Mas não deixava de ser errado.
Sei lá.
Também não ia ficar me julgando.
Era uma mina que chamava muita atenção e quem estiver livre de pecado...
Lá no fundo (a gente tem uma casa grande), ela se aproximou de mim.
Acho que depois de tudo, ela ia falar comigo.
Juro que ver ela andando na minha direção me intimidava.
1,70m ela tinha com certeza.
Ela me olhou com uma cara como se eu tivesse cometido um homicídio e disse:
ERI: Cê gosta muito do meu jeans, né? – E levantou uma sobrancelha.

A puta da mãe.
Ela percebeu que eu tinha olhado.
E agora, o que eu faço? Do que eu me disfarço?
Senti que tudo podia ir pro caralho. Que ela ia me acusar e a vergonha que ia dar.
ERI: Cê acha certo ficar olhando O cu da sua irmã postiça?? – Ela falou de forma veemente, mas baixinho.
EU: Ei... não... que isso, do nada! – Soltei pra ela
Fiquei a mil graus de temperatura.
Tinha que me livrar daquela de qualquer jeito.
ERI: Que sem noção, cara!!
EU: Juro que não tem nada a ver...
Já tava ferrado.
Ela ficou uns 5 segundos em silêncio, me olhando com cara de incredulidade.
Que jeito de me apresentar pra ela.
Aí, finalmente, ela falou.
ERI: É brincadeira, muleque... que cara que a gente fez, hein... – Exclamou dando um sorrisinho e indo embora
feliz da vida com a maldade dela.
Era uma brincadeira o que ela tava fazendo?
Que maldita.
Entrei que nem um cavalo.
Comi feio.
Já me via saindo de casa, igual o Chaves quando chamaram ele de ladrão.
Filha da puta.
Como ela me zuou!
Mas bom, isso quer dizer que ela não percebeu quando eu olhei pra ela, hehe.
Respirei aliviado pra caralho.
Meu Deus.
Caminhei até onde todo mundo tava. Quando cheguei, a Erica me olhou com cara de "que descanso que te dei" e tava rindo baixinho.
Claro que eu também.
Além do mais, depois de tudo, ela tinha gastado um tempinho dela pra me pregar uma peça.
Me senti importante por um segundo.
Conversamos todos juntos por um tempo. A Erica não tava me dando muita bola. De vez em quando me olhava e ria do que tinha feito.
Eu tentava puxar assunto, mas ela se fazia de importante.
O personagem de rebelde caía perfeitamente nela.
Mas alguém resolveu quebrar esse gelo.
MA: Gente, por que vocês não vão ali na padaria comprar uns pães doces, de quebra você mostra um pouco do bairro
A Erica pulou na hora.
ERI: Também não faz tanto tempo que fui embora pra não conhecer, haha. – Respondeu sincera e educada.
Parecia que não queria de jeito nenhum me acompanhar.
Foi aí que a Sandra entrou.
SAN: Vai, filha... de quebra você conhece um pouco mais o Julião.
Ela se virou e olhou com cara de "é necessário?"
Meu velho fez sinal pra ela ir.
Nunca me senti tão rejeitado na vida.
Mas no fim, ela cedeu.
ERI: Tá bom... – Só falou isso
Eu, bem na Desconfortável com a situação, me levantei e fui andando.
Ela, com uma cara de meio puta, ou pelo menos parecia, veio atrás de mim.
Não tava nervoso, mas meio desconfortável.

Parecia que ela tava me aturando por obrigação.
Ao cruzar a porta da frente, comentei:
EU: Cê não precisa vir se não quiser. Vou eu comprar.
Deixei bem claro que a irritação dela com a situação, eu tinha captado na hora.
ERI: Também não tenho nada melhor pra fazer... vamos! – Falou. E começou a andar pra rua.
Beleza, valeu!, pensei com ironia.

Não sabia se puxava assunto ou não.
Pensei em tentar só uma vez. Também não ia ficar aturando as esnobadas dela.
EU: Cê tá chateada de voltar de Córdoba, né?
Ela me olhou meio de lado.
ERI: Um pouco, mas fazer o quê...
A gente ia andando. Ela um pouco na frente.
EU: Eu taria igual, tendo a vida toda num lugar só...
ERI: É, beleza, quem é que tá com fome? – Falou, mostrando que não tava a fim de falar daquele assunto.
Fiquei calado.
Puta merda, era foda acompanhar o ritmo dela assim.

Além disso, eu me irritava rápido, então preferi calar a boca e aguentar o climão.
Acho que ela percebeu. E resolveu, finalmente, dar uma aliviada na atitude.
ERI: E você, tem namorada ou algo assim? – Perguntou sem filtro.
Primeiro, me surpreendeu ela querer conversar. E segundo, essa pergunta.
EU: Não, e você?
ERI: Não, não tenho namorada, je.
Pelo menos soltou uma piada.
EU: Jaja... e namorado?
ERI: Isso te importa? – Falou com aquele gesto de levantar uma sobrancelha.
EU: É só uma pergunta... – Respondi sério e olhando pra frente.
Se ela ia ficar nessa de desinteresse comigo, então eu ia fazer o mesmo.
Não ia deixar isso me afetar.
ERI: Não... – Só falou isso.
EU: E por aqui cê tem amigos?
ERI: Cê é do FBI, é? jaja
EU: Bom, se quiser eu falo de futebol, sei lá... – Falei meio puto.
ERI: Cê é pavio curto... gostei... – Disse como quem tava satisfeita. É, tenho amigas que não vejo. Faz mil anos...
Chegamos na padaria.
Entrei pra comprar e ela ficou na porta com o celular.
Pelo visto, não curtia muito socializar e, menos ainda, sendo a novata.
Era uma pessoa difícil de lidar. Ia me dar um trabalhão.
E agora que íamos ser vizinhos de bairro, ia ter que me acostumar.

Depois de comprar, no caminho de volta, ela quase não falou comigo.
Fazia tempo que não sentia essa estranheza com alguém.
De certa forma, era compreensível. Não me conhecia e não tinha obrigação de me contar a vida dela.
Só esperava que isso mudasse. Já que queria me dar bem com ela.

O resto da tarde foi mais ou menos normal.
De vez em quando ela puxava assunto e eu respondia numa boa.
Talvez, aos poucos, ela começasse a se soltar mais. Mesmo sempre mantendo aquela distância.
Ou quem sabe, fazia por obrigação, já que dava pra ver o respeito enorme que sentia pelo meu velho.

E era lógico, ele a tinha adotado como filha.
Durante o jantar, às vezes, sentia que meu olhar escapava pra ela.
Não sei o que era, de todos os atributos dela, tanto pessoais quanto físicos, que me pareciam tão
interessantes.
Mas ela tinha algo. Claramente.
Pra começar, tinha uma beleza natural que formava uma espécie de ímã.
Muito gostosa.
Além disso, se tinha uma coisa que eu curtia em mulher, era franjinha.
Mas, o que tô falando disso?
Não devia ser assim.

Antes dela ir embora, Érica falou comigo uma última vez.
Meio que me olhou de cima a baixo.
ERI: Ei, tem alguma academia por aqui perto?
EU: Sim, nessa rua, a três quadras tem uma... não sabia que você malhava (embora desse pra perceber)
ERI: É, você vai lá, né?
EU: Como sabe? haha
Ela me olhou como quem não queria responder.
Fez um gesto meio estranho que interpretei como "dá pra ver que você malha". Mas que não
queria dizer.
E a verdade é que eu tava bem definido.

"Bom, a gente se vê...", falou sem conseguir dizer meu nome.
EU: Juliano... – completei
Ela deu um sorriso de canto e virou as costas. voltando pra sair com a mãe e o meu velho.
Aquele olhar que ela fez, de algum jeito, me fez corar.
Senti isso.
Não pareceu aquele olhar que você dá pra um primo ou um irmão.
Tinha um outro tipo de intenção, embora eu tenha sido o único a perceber.
Como se fosse um primeiro e pequeno sinal de cumplicidade comigo.
Não sei por que, mas aquele sorriso ficaria gravado na minha mente.
Tanto que eu não pararia de pensar nela.
E a última vez que lembrava de me sentir assim, foi quando queria que uma mina me desse bola.
Estranhíssimo.
Será que eu podia ter esse sentimento?
Acho que não. Mas era assim.
Ou talvez eu exagere e talvez pareça, já que uma irmã nova é algo, atípico pra mim.

Naquela mesma noite, já quase de madrugada, tava zuando no face.
Fiquei tentado a bisbilhotar o perfil dela, mas com certeza ia aparecer nas sugestões, que é super dedo-duro
isso. E decidi não fazer.
Por que será que me dava tanta curiosidade?
Apareceu uma notificação.
Olhei na sineta e não aparecia nada.
Alguém que comentou algo e apagou arrependido, pensei.
Mas não era isso.
Era um pedido de amizade.
Tinha alguns pendentes, mas qual foi minha surpresa, quando vi que quem tinha entrado era a
"Erica Herrera".
Sim, aquela Erica.
Fiquei tipo "what?"

Era só um pedido de amizade numa rede social. Não era um pedido de compromisso. Mas, mesmo assim,
me pegou de surpresa.
E pra melhor.
Pensei em aceitar na hora, mas não queria parecer um desesperado. Então resolvi esperar.
Depois de um tempo, enquanto via vídeos de chinesinhos fazendo casinhas de barro, chegou uma mensagem
no inbox.
"Você aparece online, neném... tá se fazendo de difícil pra aceitar???"Vou cancelar hein...
Quase caí da cama.
Que mina!
E eu não tinha percebido isso, que ela podia me ver.
Respondi na hora me fazendo de besta.
"Kkkk desculpa!! Não tinha visto"
Imediatamente parei o que tava fazendo e fui aceitar.
Não queria dar motivo pra uma briga besta, já que a gente acabou de se conhecíamos.
"Confirmar".
Eu fiz.
Agora sim, já aparecia todo o conteúdo dela online.
EU: Prontinho kkk
ERI: Ainda bem... já ia cancelar
EU: Kkkk
ERI: Queria te perguntar uma coisa
Mmmm.
EU: Fala, pode falar.
O que ela poderia me dizer? E a essa hora?
Tava me deixando curioso.
ERI: Como é aquela academia que você vai? É boa?
Aahh. Era isso.
Já tava achando estranho.
EU: Aah... sim, é grande, máquinas boas, espaçosa... por quê?
ERI: O que você achou que era?
Sempre tão afiada nas palavras dela.
EU: Nada não hehe
ERI: Ok... e vai muita gente??
EU: Mais ou menos... não cabe gente kkk
ERI: Mmmm sei lá... que nada... bom, valeu!
EU: De nada!
ERI: Beijos
Assim, cortante, ela se despediu.
Sem mais.
Me despedi e segui minha vida, já tava virando rotina isso. Então decidi não dar muita
importância.
O que me dava curiosidade mesmo, era ver o perfil dela.
Então fui dar uma olhada.
Como esperava, tinha milhares de fotos.
Uma foto me hipnotizou.
Ela tava na praia de biquíni.
Fiquei vermelho ao ver.
Tanto que depois de ver, decidi não olhar mais.
Tava com quem parecia ser uma amiga.
Com um conjunto turquesa.
Um corpo divino.

Fiquei alucinado, sério.
Ela tava com o cabelo igual agora, comprido e com franja.
Mas o que mais me perturbava, de algum jeito, eram os peitos dela.
Era errado eu ficar olhando. Eu sabia. Mas não conseguia parar.
Ela tinha um baita peito. Era isso ou um push up.
Mas eu tava mais inclinado pra primeira opção. Ou era o que eu queria, hehe.
Se eu já não conseguia tirar da cabeça aquele sorriso lindo, agora as tetas dela, menos ainda.
E, além disso, me sentia culpado por causa disso.
Sentia o pau subindo e não tinha controle.
Como que aconteceu?
Deus ia me castigar, com certeza.
E eu merecia.
Mas o que eu faço agora?
Normalmente, quando fico excitado, eu bato uma, com certeza.
Posso admitir, fazia isso direto.
O problema é que a ereção que eu tava tendo, era por causa da minha meia-irmã. E isso soava horrível.
Desliguei tudo e Tentei pensar em outra coisa.
Virei e revirei na cama, mas não conseguia me concentrar em mais nada.
Que punheteiro!, pensei. Só por uns peitos tava assim.
Mas era um pouco mais que isso.
Não eram só os peitos dela, também achava ela muito gostosa.
No fundo, era o tipo de mulher que eu mais olhava sempre.
Com todas as características dela. Alta, com bunda, peitos, cabelo ruivo e olhos claros.
Parecia feito de propósito.
Quanto mais pensava nisso, pior ficava.
Tava durasso.
Deixei um pouco pra fora da cueca. Talvez assim passasse um pouco.
Não era tão comprida, sei lá. Mas era grossa.
Lembro que uma vez uma mina me disse que eu tinha uma rola "bem bonitinha" kkk.
É. Ela usou essas palavras.
Mas, enfim, naquele dia foi difícil me concentrar em outra coisa pra dormir.
Finalmente consegui, sem me masturbar.

Nos dias seguintes não tive notícias da Erica.
Ela não falou comigo de novo nem nada do tipo.
Vi meu pai duas vezes quase de passagem, mas dela, nada.
Morávamos a duas quadras de distância, mas nem na rua eu tinha esbarrado com ela.
Minha mãe também perguntava se eu falava com ela. Tinha esperança de que a gente se desse bem.
Pensei em escrever pra ela e convidar pra dar um rolê por aí, pra mostrar o bairro e tal.
Tinha vários lugares legais que podiam agradar ela.
Mas como falar isso sem parecer um chato?
Olhava os contatos do face e ela tava online.
Ficava pensando em como dizer "Oi, quer ir caminhar pelo bairro? Assim você conhece", "Oi,
tá afim de sair por aí?"
Nenhuma me convencia.
Até que me veio uma boa ideia.
EU: Oi!
Só precisava ela me responder e pronto.
E depois de dois minutos, foi o que aconteceu.
ERI: Oi, como cê tá??

4 comentários - Erica, minha irmã gostosa XIV

Hola amigo..te mande un MP....saludos y van puntos..+10
Excelente!!!👏👏👏 cuando puedas larga uno de mara por favor..
Pero si lo leí hace poco al primer capítulo, y la serie no me acuerdo si terminó la primera vez que lo publicaste
Nooo...sr...no la puede cortar así? ...seguro no le falta 1 página 😉?...jaja terrible como quedé re manija!!...Van 10pts excelente como siempre. ..espero ansioso la continuación...saludos.