Autor Original http://www.poringa.net/BarcenaGDepois de ter comido ela, dei um beijo nela e deitei. Finalmente! Tinha comido minha mãe.
Acordei perto do meio-dia, era sábado. Não tinha ninguém em casa, só minha avó que me preparou o café da manhã.
- Oi, querido... O que aconteceu ontem à noite que deu pra ouvir tanto barulho no teu quarto?-
Pra minha sorte, minha velha não tinha contado nada. Aí percebi que podia comer ela quando quisesse.
- Sei lá, cheguei e dormi.-
Pouco depois entrou minha mãe, que vinha do clube de natação. Tava usando uma regata sem nada por baixo, porque os mamilos apareciam, e uma legging cinza que marcava toda a bunda.
Minha avó disse que ia fazer as compras e, enquanto esperava ela sair, fingi indiferença com minha mãe. Continuei com meu café da manhã e olhava meu celular, até que finalmente ouvi a avó saindo. Levantei rápido e fui procurar minha velha, que tava secando a roupa do clube de natação.
Cheguei por trás, apalpei a bunda dela e dei uns tapas, enquanto beijava o pescoço dela.
- Não, agora não. Ontem não teve o suficiente?.-
- Vai, mamãe, eu sei que você gostou, por isso não me dedurou...-
- E você sabe lá se eu gostei?-
- Vai, deixa eu te dar uma rapidinha.- Dizia enquanto continuava beijando ela e roçava a buceta por cima da legging, mas ela resistia.- Bom, parece que você gosta é de jeito bruto...- Peguei ela pela mão e levei até a sala de jantar. Deitei ela sobre a mesa e puxei a legging com violência.
- Tá com vontade de me comer, Gabi, hein? Mas dessa vez eu também quero aproveitar.-
Ao ouvir essas palavras, meu pau ficou duro na hora. Tirei ele rápido da calça e comecei a roçar com a buceta bem devagar pra fazer ela desejar. Sentia como aos poucos ela ia ficando molhada. Levantei a regata dela e amassei os peitos, beliscava os mamilos. Minha velha só soltava uns gemidinhos.
- Mamãe, quer que eu meta?- Falei quando senti ela bem molhada.
- Sim, vai. Me come toda.-
Devagarzinho, fui metendo até o fundo, quando já tava bem dentro, tirei ela por completo pra meter de novo com mais força e começar o vai e vem contra a bunda dela.
— Que buceta gostosa, véia. Quero te encher de porra.
— Ai, sim, igual ontem... Me mostra o quão safado você é, filho, vai.
Eu separava as nádegas dela com as mãos e via como o pau sumia dentro dela. Tava tão molhada que entrava fácil, e a força que eu tava metendo fazia a bunda linda dela tremer toda.
— Ai, siiiim, filho, tô gozando!
— Ah, mamãe, que puta que você é.
Quando a gente tava quase terminando, ouvimos a porta da entrada abrir. Me afastei dela o mais rápido que pude e subi a calça. Minha velha correu pro banheiro com a legging no joelho e os peitos de fora.
Queria me matar, era meu irmão que tinha estragado o momento. Peguei meu celular e mandei uma mensagem pra minha velha pra gente terminar outro dia.
A gente ficou muito próximo desde aquele dia. Trocávamos mensagem quando tava trabalhando. A gente se esquentava com fotos um do outro. Em casa era muito difícil conseguir fazer alguma coisa, porque sempre interrompiam.
Então um dia, minha velha me pediu pra passar buscá-la no trabalho pra gente conversar sobre a nossa parada. Saí um pouco mais cedo do meu trampo e fui buscá-la. Esperei meia hora, até que vi ela saindo com uns colegas de trabalho. Eles me cumprimentaram e minha velha entrou no carro. Tava usando um vestido meio comprido, com botas até o joelho. Me cumprimentou normal.
A gente foi até uma cafeteria que não tinha muita gente e sentou num canto afastado. Pedimos um café e ela começou a falar de como tinha sido o dia dela. Eu olhava pros peitos dela que apareciam no decote, sem prestar muita atenção no que ela tava dizendo.
— Olha, filho, tudo bem com o que a gente fez. No começo me senti enojada, mas depois de pensar melhor... Eu nunca me dei bem com ninguém, então por que eu não poderia me sentir mulher com você?
Eu perguntei se ela tinha tido muitos amantes e ela disse que só tinha transado com o marido dela. amiga e por isso que não se falavam.
- Se o que você quer é só transar e nada mais, a gente pode continuar. Mas isso não vai funcionar se você quer um relacionamento sério comigo.
- Não vamos nos apressar, mãe. Vai rolando e depois a gente vê. Por enquanto só vamos trepar e pronto, o tempo dirá.
- Beleza, mas em casa a gente mantém distância, hein.
- Sim, em casa nada.
Continuamos conversando sobre tudo um pouco até dar 8 da noite. Em casa já estavam preocupados, porque meu irmão mandava WhatsApp perguntando por que estávamos demorando. Dissemos que fomos ao clube e que já estávamos voltando.
Saímos da cafeteria e subimos no carro. Decidi pegar a autoestrada pra fazer uma viagem mais curta. Mas minha queridíssima mãe tinha outros planos.
Enquanto eu dirigia, ela começou a passar a mão na minha perna direita.
- Mãe, a gente vai se matar se continuar assim.
Mas ela fez ouvidos moucos e continuou me tocando.
- Agora não quer comer a mamãe?.
Ao dizer isso, levou a mão que estava na minha coxa direita até o volume da minha virilha, fazendo eu olhar pra ela. Quando olhei, vi ela tirar um peito do vestido pra me excitar ainda mais.
Isso me motivou a sair da autoestrada na próxima saída pra encontrar algum hotel e matar a vontade. Falei pra ela avisar em casa qualquer coisa pra gente ter um tempinho só pra nós.
Em nada encontramos um hotel, pedimos o quarto e subimos. Cada degrau da escada aumentava mais a ansiedade que a gente tinha. Ansiedade que sumiu quando me joguei assim que entramos no quarto que nos deram. Comecei a levantar o vestido dela e passar a mão na bunda dela enquanto íamos pra cama. Minha mãe, ao ver a cama perto, se jogou e abriu as pernas.
- Não vai colocar camisinha? - Me questionou ao me ver com a calça nos joelhos e apontando minha ereção pra pussy já molhada dela.
- Não, quero transar assim mesmo. - Respondi enquanto molhava minha glande com os fluidos dela e começava a viagem lá dentro com muita intensidade. — Sim, vai, come a mamãe sem piedade.
— Dizia enquanto soltava uns suspiros leves.
— Cê gosta de ser comida assim, sua putinha?
— Falava enquanto me abaixava e chupava um peito dela, depois beijava a boca dela.
— Sim, filho. Como cê come bem.
Ao sentir a quantidade de fluidos que ela soltava, pedi pra ela se virar do jeito que sempre quis ter ela.
— Vira de costas, quero te comer de quatro.
Ela rapidamente obedeceu e levantou aquela bunda gorda, deixando ela à minha disposição. Encaixei meu pau no meio daquelas nádegas e, quando ela sentiu, começou a subir e descer com a rabeta. Ver ela fazer isso me deixou louco e meti com tudo por uns 10 minutos.
— Aiii, issooo. Vai, goza na mamãe, não para, seu filho da puta.
— Ela começou a gritar ao ver que eu não diminuía a pegada.
Pouco depois, ela me obriga a ficar por baixo enquanto começa a me cavalgar como uma verdadeira puta, com os peitos pulando pra fora do vestido.
Eu não acreditava no que o reflexo do espelho do hotel me mostrava. Mostrava a minha mãe com o vestido acima da cintura, de botas, pulando no meu pau por conta própria.
Não conseguia acreditar porque aquela imagem sempre esteve na minha cabeça, mas agora eu tava vivendo aquilo de verdade. Tava realizando o sonho de qualquer cara.
— Vou gozar, mamãe!
— Falei, já sem me segurar, enquanto apertava com força as nádegas dela.
— Vai, papai!
Terminamos exaustos. Ela ainda em cima de mim, com meu pau ainda enterrado dentro dela.
Acordei perto do meio-dia, era sábado. Não tinha ninguém em casa, só minha avó que me preparou o café da manhã.
- Oi, querido... O que aconteceu ontem à noite que deu pra ouvir tanto barulho no teu quarto?-
Pra minha sorte, minha velha não tinha contado nada. Aí percebi que podia comer ela quando quisesse.
- Sei lá, cheguei e dormi.-
Pouco depois entrou minha mãe, que vinha do clube de natação. Tava usando uma regata sem nada por baixo, porque os mamilos apareciam, e uma legging cinza que marcava toda a bunda.
Minha avó disse que ia fazer as compras e, enquanto esperava ela sair, fingi indiferença com minha mãe. Continuei com meu café da manhã e olhava meu celular, até que finalmente ouvi a avó saindo. Levantei rápido e fui procurar minha velha, que tava secando a roupa do clube de natação.
Cheguei por trás, apalpei a bunda dela e dei uns tapas, enquanto beijava o pescoço dela.
- Não, agora não. Ontem não teve o suficiente?.-
- Vai, mamãe, eu sei que você gostou, por isso não me dedurou...-
- E você sabe lá se eu gostei?-
- Vai, deixa eu te dar uma rapidinha.- Dizia enquanto continuava beijando ela e roçava a buceta por cima da legging, mas ela resistia.- Bom, parece que você gosta é de jeito bruto...- Peguei ela pela mão e levei até a sala de jantar. Deitei ela sobre a mesa e puxei a legging com violência.
- Tá com vontade de me comer, Gabi, hein? Mas dessa vez eu também quero aproveitar.-
Ao ouvir essas palavras, meu pau ficou duro na hora. Tirei ele rápido da calça e comecei a roçar com a buceta bem devagar pra fazer ela desejar. Sentia como aos poucos ela ia ficando molhada. Levantei a regata dela e amassei os peitos, beliscava os mamilos. Minha velha só soltava uns gemidinhos.
- Mamãe, quer que eu meta?- Falei quando senti ela bem molhada.
- Sim, vai. Me come toda.-
Devagarzinho, fui metendo até o fundo, quando já tava bem dentro, tirei ela por completo pra meter de novo com mais força e começar o vai e vem contra a bunda dela.
— Que buceta gostosa, véia. Quero te encher de porra.
— Ai, sim, igual ontem... Me mostra o quão safado você é, filho, vai.
Eu separava as nádegas dela com as mãos e via como o pau sumia dentro dela. Tava tão molhada que entrava fácil, e a força que eu tava metendo fazia a bunda linda dela tremer toda.
— Ai, siiiim, filho, tô gozando!
— Ah, mamãe, que puta que você é.
Quando a gente tava quase terminando, ouvimos a porta da entrada abrir. Me afastei dela o mais rápido que pude e subi a calça. Minha velha correu pro banheiro com a legging no joelho e os peitos de fora.
Queria me matar, era meu irmão que tinha estragado o momento. Peguei meu celular e mandei uma mensagem pra minha velha pra gente terminar outro dia.
A gente ficou muito próximo desde aquele dia. Trocávamos mensagem quando tava trabalhando. A gente se esquentava com fotos um do outro. Em casa era muito difícil conseguir fazer alguma coisa, porque sempre interrompiam.
Então um dia, minha velha me pediu pra passar buscá-la no trabalho pra gente conversar sobre a nossa parada. Saí um pouco mais cedo do meu trampo e fui buscá-la. Esperei meia hora, até que vi ela saindo com uns colegas de trabalho. Eles me cumprimentaram e minha velha entrou no carro. Tava usando um vestido meio comprido, com botas até o joelho. Me cumprimentou normal.
A gente foi até uma cafeteria que não tinha muita gente e sentou num canto afastado. Pedimos um café e ela começou a falar de como tinha sido o dia dela. Eu olhava pros peitos dela que apareciam no decote, sem prestar muita atenção no que ela tava dizendo.
— Olha, filho, tudo bem com o que a gente fez. No começo me senti enojada, mas depois de pensar melhor... Eu nunca me dei bem com ninguém, então por que eu não poderia me sentir mulher com você?
Eu perguntei se ela tinha tido muitos amantes e ela disse que só tinha transado com o marido dela. amiga e por isso que não se falavam.
- Se o que você quer é só transar e nada mais, a gente pode continuar. Mas isso não vai funcionar se você quer um relacionamento sério comigo.
- Não vamos nos apressar, mãe. Vai rolando e depois a gente vê. Por enquanto só vamos trepar e pronto, o tempo dirá.
- Beleza, mas em casa a gente mantém distância, hein.
- Sim, em casa nada.
Continuamos conversando sobre tudo um pouco até dar 8 da noite. Em casa já estavam preocupados, porque meu irmão mandava WhatsApp perguntando por que estávamos demorando. Dissemos que fomos ao clube e que já estávamos voltando.
Saímos da cafeteria e subimos no carro. Decidi pegar a autoestrada pra fazer uma viagem mais curta. Mas minha queridíssima mãe tinha outros planos.
Enquanto eu dirigia, ela começou a passar a mão na minha perna direita.
- Mãe, a gente vai se matar se continuar assim.
Mas ela fez ouvidos moucos e continuou me tocando.
- Agora não quer comer a mamãe?.
Ao dizer isso, levou a mão que estava na minha coxa direita até o volume da minha virilha, fazendo eu olhar pra ela. Quando olhei, vi ela tirar um peito do vestido pra me excitar ainda mais.
Isso me motivou a sair da autoestrada na próxima saída pra encontrar algum hotel e matar a vontade. Falei pra ela avisar em casa qualquer coisa pra gente ter um tempinho só pra nós.
Em nada encontramos um hotel, pedimos o quarto e subimos. Cada degrau da escada aumentava mais a ansiedade que a gente tinha. Ansiedade que sumiu quando me joguei assim que entramos no quarto que nos deram. Comecei a levantar o vestido dela e passar a mão na bunda dela enquanto íamos pra cama. Minha mãe, ao ver a cama perto, se jogou e abriu as pernas.
- Não vai colocar camisinha? - Me questionou ao me ver com a calça nos joelhos e apontando minha ereção pra pussy já molhada dela.
- Não, quero transar assim mesmo. - Respondi enquanto molhava minha glande com os fluidos dela e começava a viagem lá dentro com muita intensidade. — Sim, vai, come a mamãe sem piedade.
— Dizia enquanto soltava uns suspiros leves.
— Cê gosta de ser comida assim, sua putinha?
— Falava enquanto me abaixava e chupava um peito dela, depois beijava a boca dela.
— Sim, filho. Como cê come bem.
Ao sentir a quantidade de fluidos que ela soltava, pedi pra ela se virar do jeito que sempre quis ter ela.
— Vira de costas, quero te comer de quatro.
Ela rapidamente obedeceu e levantou aquela bunda gorda, deixando ela à minha disposição. Encaixei meu pau no meio daquelas nádegas e, quando ela sentiu, começou a subir e descer com a rabeta. Ver ela fazer isso me deixou louco e meti com tudo por uns 10 minutos.
— Aiii, issooo. Vai, goza na mamãe, não para, seu filho da puta.
— Ela começou a gritar ao ver que eu não diminuía a pegada.
Pouco depois, ela me obriga a ficar por baixo enquanto começa a me cavalgar como uma verdadeira puta, com os peitos pulando pra fora do vestido.
Eu não acreditava no que o reflexo do espelho do hotel me mostrava. Mostrava a minha mãe com o vestido acima da cintura, de botas, pulando no meu pau por conta própria.
Não conseguia acreditar porque aquela imagem sempre esteve na minha cabeça, mas agora eu tava vivendo aquilo de verdade. Tava realizando o sonho de qualquer cara.
— Vou gozar, mamãe!
— Falei, já sem me segurar, enquanto apertava com força as nádegas dela.
— Vai, papai!
Terminamos exaustos. Ela ainda em cima de mim, com meu pau ainda enterrado dentro dela.
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