Olá, pessoal, de novo!
Voltei a escrever depois de um tempinho...
Essa história aconteceu meio por acaso e, em parte, por acidente.
Tudo começa num domingo de meio-dia, eu numa outra cidade (não importa qual).
Geralmente, por causa do trabalho, viajo direto entre duas cidades que são perto.
Costumo ir de carro, e às vezes de ônibus.
Naquele fim de semana, eu tava na cidade vizinha, na casa de uma amiga.
Almoçamos juntas, numa típica comida de amigas.
Tudo muito lindo, até eu começar a ir embora.
Meu carro, do nada, decidiu não pegar, fazendo um barulho estranho.
Obviamente, como toda mulher, não entendo porra nenhuma de mecânica.
Por sorte, tenho um mecânico que sempre me salva nessas horas.
Diante da situação, liguei pra ele, expliquei o que aconteceu, e dei uma choradinha (e uma manjada também, rsrs).
Como sempre, ele veio até onde eu tava, acompanhado pelo filho, que trabalha com ele.
Mexeu em não sei o quê, e por sorte conseguiu fazer o carro pegar.
Mesmo assim, tinha que revisar porque o barulho que tava fazendo claramente não era normal.
Muito menos ia ter coragem de viajar com o carro naquele estado.
Combinamos de ele levar o carro, e eu passar pra buscar durante a semana.
Pensei que naquele fim de semana ia ter que voltar de ônibus, como já fiz várias vezes antes.
Minha amiga me acompanhou até a rodoviária pra comprar a passagem pra aquela mesma tarde, e ficou comigo até a hora de subir no busão.
O problema foi quando me disseram na bilheteria que não tinha mais passagem.
(Tem menos viagens e menos lugares disponíveis, por causa do contexto atual.)
No dia seguinte, eu tinha que estar de volta de manhã cedo, custe o que custar.
E sem carro, tudo ficava bem mais complicado...
Não sabia o que fazer.
Já tava começando a ficar nervosa, até que minha amiga fala:
- Já sei! Tenho um amigo que às vezes viaja nos fins de semana. Vamos ligar pra ele!
Por uns instantes, a ansiedade diminuiu um pouco.
Ligamos... ao amigo em questão, e ele nos deu uma notícia ruim e uma boa...
A ruim é que ele ia viajar, mas não tinha mais lugar no carro.
Acontece que ele viaja com frequência e aproveita pra levar mais gente na viagem, pra ratear um pouco os gastos.
A boa foi que ele nos disse o que acabou sendo a solução: um aplicativo onde pessoas publicam viagens e os interessados podem reservar um lugar!
Meu celular vive explodindo de notificações, então minha amiga foi quem se aventurou nesse experimento.
Ela instalou o app em questão e nós duas começamos a explorar.
A lógica do app é indicar o local de origem e destino, e uma data.
Depois disso, aparecem os motoristas e os dados de contato, pra gente combinar.
A primeira opção foi uma mulher, quarentona, mas não deu certo.
A segunda opção foi um cara, na faixa dos vinte e poucos/quase trinta.
Nós escrevemos pra ele, na verdade minha amiga do celular dela. Ele disse o preço e até onde ia.
O lugar pra onde ele ia ficava relativamente perto, então achei perfeito.
Reservamos o lugar com ele, e combinamos o horário e o ponto de partida, onde minha amiga me deixaria.
Ele também me passou o número de telefone do cara em questão, pra gente acertar direto qualquer detalhe da viagem.
Até aí, agradecida por existir isso, e por ter encontrado uma solução e poder viajar!
Ainda faltava um bom tempo pra hora da partida.
Salvei o número dele no meu celular como "Viagem" e mandei uma mensagem no whatsapp pra ele saber que era eu, e que tivesse meu telefone pra qualquer coisa que pudesse surgir:
Voltei a escrever depois de um tempinho...
Essa história aconteceu meio por acaso e, em parte, por acidente.
Tudo começa num domingo de meio-dia, eu numa outra cidade (não importa qual).
Geralmente, por causa do trabalho, viajo direto entre duas cidades que são perto.
Costumo ir de carro, e às vezes de ônibus.
Naquele fim de semana, eu tava na cidade vizinha, na casa de uma amiga.
Almoçamos juntas, numa típica comida de amigas.
Tudo muito lindo, até eu começar a ir embora.
Meu carro, do nada, decidiu não pegar, fazendo um barulho estranho.
Obviamente, como toda mulher, não entendo porra nenhuma de mecânica.
Por sorte, tenho um mecânico que sempre me salva nessas horas.
Diante da situação, liguei pra ele, expliquei o que aconteceu, e dei uma choradinha (e uma manjada também, rsrs).
Como sempre, ele veio até onde eu tava, acompanhado pelo filho, que trabalha com ele.
Mexeu em não sei o quê, e por sorte conseguiu fazer o carro pegar.
Mesmo assim, tinha que revisar porque o barulho que tava fazendo claramente não era normal.
Muito menos ia ter coragem de viajar com o carro naquele estado.
Combinamos de ele levar o carro, e eu passar pra buscar durante a semana.
Pensei que naquele fim de semana ia ter que voltar de ônibus, como já fiz várias vezes antes.
Minha amiga me acompanhou até a rodoviária pra comprar a passagem pra aquela mesma tarde, e ficou comigo até a hora de subir no busão.
O problema foi quando me disseram na bilheteria que não tinha mais passagem.
(Tem menos viagens e menos lugares disponíveis, por causa do contexto atual.)
No dia seguinte, eu tinha que estar de volta de manhã cedo, custe o que custar.
E sem carro, tudo ficava bem mais complicado...
Não sabia o que fazer.
Já tava começando a ficar nervosa, até que minha amiga fala:
- Já sei! Tenho um amigo que às vezes viaja nos fins de semana. Vamos ligar pra ele!
Por uns instantes, a ansiedade diminuiu um pouco.
Ligamos... ao amigo em questão, e ele nos deu uma notícia ruim e uma boa...
A ruim é que ele ia viajar, mas não tinha mais lugar no carro.
Acontece que ele viaja com frequência e aproveita pra levar mais gente na viagem, pra ratear um pouco os gastos.
A boa foi que ele nos disse o que acabou sendo a solução: um aplicativo onde pessoas publicam viagens e os interessados podem reservar um lugar!
Meu celular vive explodindo de notificações, então minha amiga foi quem se aventurou nesse experimento.
Ela instalou o app em questão e nós duas começamos a explorar.
A lógica do app é indicar o local de origem e destino, e uma data.
Depois disso, aparecem os motoristas e os dados de contato, pra gente combinar.
A primeira opção foi uma mulher, quarentona, mas não deu certo.
A segunda opção foi um cara, na faixa dos vinte e poucos/quase trinta.
Nós escrevemos pra ele, na verdade minha amiga do celular dela. Ele disse o preço e até onde ia.
O lugar pra onde ele ia ficava relativamente perto, então achei perfeito.
Reservamos o lugar com ele, e combinamos o horário e o ponto de partida, onde minha amiga me deixaria.
Ele também me passou o número de telefone do cara em questão, pra gente acertar direto qualquer detalhe da viagem.
Até aí, agradecida por existir isso, e por ter encontrado uma solução e poder viajar!
Ainda faltava um bom tempo pra hora da partida.
Salvei o número dele no meu celular como "Viagem" e mandei uma mensagem no whatsapp pra ele saber que era eu, e que tivesse meu telefone pra qualquer coisa que pudesse surgir:
- Oi! Sou a Pame!
Minha amiga te mandou uma mensagem há pouco pra eu poder viajar com você!
Minha amiga te mandou uma mensagem há pouco pra eu poder viajar com você!
Até aí, era um contato daqueles que você só vê a carinha cinza, sem fotinho de perfil nem nada.
A mensagem aparecia como enviada, mas ainda não visualizada.
Passaram uns minutos, e ele(a) me respondeu:
A mensagem aparecia como enviada, mas ainda não visualizada.
Passaram uns minutos, e ele(a) me respondeu:
- Oi! Como você tá?
Sim, ele me falou. Sou o Fede. Tô viajando com uma amiga também.
A gente sai às 19h30 (perto da rodoviária). Te parece bem?
Sim, ele me falou. Sou o Fede. Tô viajando com uma amiga também.
A gente sai às 19h30 (perto da rodoviária). Te parece bem?
Achei muito bom (foi o que combinaram antes), e também curti muito a foto de perfil: um cara na faixa dos 20/30 anos, barbinha, meio loiro. Dava pra ver pouco mais que isso.
Brincando, fiz um comentário pra minha amiga:
Brincando, fiz um comentário pra minha amiga:
- Olha o motorista que eu tenho! haha
Ela me olhou com cara de "nossa" e a gente caiu na risada.
Tudo na brincadeira, óbvio. A única coisa que eu queria era chegar.
Aquele nervosismo e a incerteza de como viajar já tinham ido embora.
Mesmo assim, tava tensa por não saber com quem ia pegar a estrada, me jogando na "app recomendada por um amigo de uma amiga".
Tava chegando a hora da viagem, e eu me preparei pra partir.
Falei pra minha amiga ficar de olho, e a gente foi se mandando mensagem no caminho.
Chegamos no ponto de partida, e a primeira impressão foi boa:
O cara muito simpático, à primeira vista, de boa.
A amiga também parecia gente fina, mais ou menos da idade dele.
O carro era legal (nem sei que carro era, mas era bonito).
Mandei um salve pra minha amiga e falei pra ela ficar ligada no celular, como a gente tinha combinado.
Começamos a viagem, com uma conversa pra quebrar o gelo e uma música suave.
Eles sentados na frente, e eu de boa, confortável atrás.
Tudo certinho.
Durante a viagem, eles me falaram que ela ia descer na (cidade que fica no meio do caminho).
Já tinha sido combinado no chat da app, então tava tudo certo.
Mandei a primeira mensagem pra minha amiga, dizendo que tava tudo ok, pra ela ficar mais tranquila.
Viajamos mais uns quilômetros, e a gente foi se aproximando da saída pra deixar a Agostina, a amiga dele.
Chegamos no destino dela, e eles se despediram:
Tudo na brincadeira, óbvio. A única coisa que eu queria era chegar.
Aquele nervosismo e a incerteza de como viajar já tinham ido embora.
Mesmo assim, tava tensa por não saber com quem ia pegar a estrada, me jogando na "app recomendada por um amigo de uma amiga".
Tava chegando a hora da viagem, e eu me preparei pra partir.
Falei pra minha amiga ficar de olho, e a gente foi se mandando mensagem no caminho.
Chegamos no ponto de partida, e a primeira impressão foi boa:
O cara muito simpático, à primeira vista, de boa.
A amiga também parecia gente fina, mais ou menos da idade dele.
O carro era legal (nem sei que carro era, mas era bonito).
Mandei um salve pra minha amiga e falei pra ela ficar ligada no celular, como a gente tinha combinado.
Começamos a viagem, com uma conversa pra quebrar o gelo e uma música suave.
Eles sentados na frente, e eu de boa, confortável atrás.
Tudo certinho.
Durante a viagem, eles me falaram que ela ia descer na (cidade que fica no meio do caminho).
Já tinha sido combinado no chat da app, então tava tudo certo.
Mandei a primeira mensagem pra minha amiga, dizendo que tava tudo ok, pra ela ficar mais tranquila.
Viajamos mais uns quilômetros, e a gente foi se aproximando da saída pra deixar a Agostina, a amiga dele.
Chegamos no destino dela, e eles se despediram:
- Valeu, Fede! A gente se vê, depois a gente se fala.
Eles se falaram e trocaram um beijo e um abraço, enquanto ela tirava a bolsa que carregava.
Aparentemente, eram só amigos.
Aparentemente, eram só amigos.
- Quer ir pra frente, Pame?
- Tá bom, agora vou trocar de roupa.
Eu tava vestida com uma jeans e uma jaqueta que até então tava fechada, porque tava meio fresco, mas dentro do carro a temperatura tava bem de boa.
Me acomodei no banco da frente, principalmente pra não parecer que era um táxi.
Ia achar estranha a situação de viajar assim, sabendo que ainda faltava um tempinho.
Aproveitei pra abrir o zíper da jaqueta, já que não tava fazendo nada de frio lá dentro.
Já me sentia bem à vontade e solta, até porque o "Fede" era bem simpático.
Conversa fluindo, mas dava pra perceber que de vez em quando escapava um olhadinha.
Claro que eu gosto de ser olhada, e perceber que ele tava me olhando não foi nada difícil.
Isso me fez sentir ainda mais confortável, e aos poucos o tesão foi tomando conta da minha cabecinha...
Os quilômetros iam passando e os olhares continuavam.
Mandei outra mensagem pra minha amiga: "tudo perfeito! fica tranquila!"
Acho que não fui só eu que tava com os ratinhos na cabeça.
Discretamente, ajustei o cinto entre os peitos, deixando meu principal atributo bem à mostra...
Não demorou pro Fede perceber, e os olhares dele, mesmo tentando disfarçar, já estavam bem óbvios...
Os ratinhos já tavam soltos na minha cabeça e minha imaginação começou a voar...
Quando ele falava comigo e virava um pouco pro meu lado, eu olhava pra boca dele, um pouco por tentação, e outro pouco por ser uma putinha provocadora que sou... (admito).
Me senti no meu elemento, brincando naquele joguinho.
Acho que a situação já tava ficando desconfortável pra ele, dirigindo.
Tentei dar uma olhadinha disfarçada no volume dele, mas com a pouca luz que tinha, fiquei na vontade de ver...
Pensei comigo mesma: "para um pouco, safada!"
Já tava só faltando um tempinho pra chegar, ainda viajando.
Sinceramente, queria chegar em casa, mas a situação podia terminar de qualquer jeito.
Decidi deixar rolar o que ele quisesse que fosse.
Devemos ter... seguido uns dois minutos mais ou menos, sem falar, pensando por dentro o que podia rolar.
De repente, o destino quis que naquela altura da viagem, no acostamento da estrada, começassem a aparecer aquelas luzes típicas de "motel" que têm na entrada de muitas cidades.
Nós dois percebemos isso.
Acho que não quisemos nos olhar, mas mesmo assim sacamos que o outro também tinha notado, e isso arrancou um sorriso de "certeza que você tá pensando a mesma coisa que eu...
Me acomodei no banco da frente, principalmente pra não parecer que era um táxi.
Ia achar estranha a situação de viajar assim, sabendo que ainda faltava um tempinho.
Aproveitei pra abrir o zíper da jaqueta, já que não tava fazendo nada de frio lá dentro.
Já me sentia bem à vontade e solta, até porque o "Fede" era bem simpático.
Conversa fluindo, mas dava pra perceber que de vez em quando escapava um olhadinha.
Claro que eu gosto de ser olhada, e perceber que ele tava me olhando não foi nada difícil.
Isso me fez sentir ainda mais confortável, e aos poucos o tesão foi tomando conta da minha cabecinha...
Os quilômetros iam passando e os olhares continuavam.
Mandei outra mensagem pra minha amiga: "tudo perfeito! fica tranquila!"
Acho que não fui só eu que tava com os ratinhos na cabeça.
Discretamente, ajustei o cinto entre os peitos, deixando meu principal atributo bem à mostra...
Não demorou pro Fede perceber, e os olhares dele, mesmo tentando disfarçar, já estavam bem óbvios...
Os ratinhos já tavam soltos na minha cabeça e minha imaginação começou a voar...
Quando ele falava comigo e virava um pouco pro meu lado, eu olhava pra boca dele, um pouco por tentação, e outro pouco por ser uma putinha provocadora que sou... (admito).
Me senti no meu elemento, brincando naquele joguinho.
Acho que a situação já tava ficando desconfortável pra ele, dirigindo.
Tentei dar uma olhadinha disfarçada no volume dele, mas com a pouca luz que tinha, fiquei na vontade de ver...
Pensei comigo mesma: "para um pouco, safada!"
Já tava só faltando um tempinho pra chegar, ainda viajando.
Sinceramente, queria chegar em casa, mas a situação podia terminar de qualquer jeito.
Decidi deixar rolar o que ele quisesse que fosse.
Devemos ter... seguido uns dois minutos mais ou menos, sem falar, pensando por dentro o que podia rolar.
De repente, o destino quis que naquela altura da viagem, no acostamento da estrada, começassem a aparecer aquelas luzes típicas de "motel" que têm na entrada de muitas cidades.
Nós dois percebemos isso.
Acho que não quisemos nos olhar, mas mesmo assim sacamos que o outro também tinha notado, e isso arrancou um sorriso de "certeza que você tá pensando a mesma coisa que eu...
- Para de me olhar assim, porque vou virar na próxima saída...
Tentei manter minha melhor cara de poker, mas sem dúvida o sorriso deve ter escapado.
Fiquei em silêncio, sem soltar uma palavra.
Fiquei em silêncio, sem soltar uma palavra.
- Tô falando sério, olha que vontade não me falta...
Notei que ele reduziu umas marchas, e também diminuiu um pouco a velocidade.
Claramente ele tava afim de virar pra ir transar.
A gente se olhou mais uma vez, e sem dizer uma palavra, devo ter dado a entender a mesma coisa.
Sorrimos os dois, assumindo o que nos esperava.
O anjinho do meu ombro direito dizia: "Pame, não pode ser tão piranha assim."
O diabinho do meu ombro esquerdo dizia: "Pame, dá pra esse cara, pelo amor de Deus!"
Enquanto debatia internamente o futuro da minha próxima hora, chegamos e entramos no hotel.
Um quarto nada demais. Com o necessário pra passar um tempo bem gostoso.
Uma cama a princípio bonita, alta, do jeito que eu costumo gostar.
Não tinha hidromassagem, mas tinha um chuveiro bem bonito com box de vidro.
Entrei primeiro, tirei a jaqueta e me deitei na cama olhando pra cima.
Com um tom claramente de brincadeira:
Claramente ele tava afim de virar pra ir transar.
A gente se olhou mais uma vez, e sem dizer uma palavra, devo ter dado a entender a mesma coisa.
Sorrimos os dois, assumindo o que nos esperava.
O anjinho do meu ombro direito dizia: "Pame, não pode ser tão piranha assim."
O diabinho do meu ombro esquerdo dizia: "Pame, dá pra esse cara, pelo amor de Deus!"
Enquanto debatia internamente o futuro da minha próxima hora, chegamos e entramos no hotel.
Um quarto nada demais. Com o necessário pra passar um tempo bem gostoso.
Uma cama a princípio bonita, alta, do jeito que eu costumo gostar.
Não tinha hidromassagem, mas tinha um chuveiro bem bonito com box de vidro.
Entrei primeiro, tirei a jaqueta e me deitei na cama olhando pra cima.
Com um tom claramente de brincadeira:
- Eu aqui vou dormir, não me acorda mais não!
- O que menos vamos fazer, vai ser dormir...
Só sorri, e com meu melhor tom de bebê gostosa, me fazendo de sonsinha:
—Não? O que a gente vai fazer aqui?
- Você não faz ideia da foda que eu vou te dar...
Eu quero te comer desde que você sentou do meu lado.
Eu quero te comer desde que você sentou do meu lado.
Deitou em cima de mim, apalpando meus peitos e me beijando com gosto, beijo que eu obviamente correspondi.
Abri um pouquinho as pernas, deixando ele se acomodar no meio, ainda vestidos.
Consegui sentir, mesmo com a calça jeans, a dureza do pau dele, e vi uma barraca enorme na calça de moletão.
Ajoelhado entre minhas pernas, ele tirou a camiseta, ficando com o corpo nu.
Mostrou um corpo que claramente malhava na academia, como eu já imaginava.
Eu fiz o mesmo, fiquei só de sutiã, enquanto nos ajudávamos a tirar o que restava de roupa.
Ficamos nos agarrando e amassando assim, deitados, por mais alguns minutos.
Tirei o sutiã por trás, e enquanto o Fede o abaixava pela frente, começou a percorrer meus mamilos com a boca.
Abri um pouquinho as pernas, deixando ele se acomodar no meio, ainda vestidos.
Consegui sentir, mesmo com a calça jeans, a dureza do pau dele, e vi uma barraca enorme na calça de moletão.
Ajoelhado entre minhas pernas, ele tirou a camiseta, ficando com o corpo nu.
Mostrou um corpo que claramente malhava na academia, como eu já imaginava.
Eu fiz o mesmo, fiquei só de sutiã, enquanto nos ajudávamos a tirar o que restava de roupa.
Ficamos nos agarrando e amassando assim, deitados, por mais alguns minutos.
Tirei o sutiã por trás, e enquanto o Fede o abaixava pela frente, começou a percorrer meus mamilos com a boca.
Que vontade que eu tava de chupar essas tetas...
Eu continuava sem dizer uma palavra, só soltava gemidos por causa das lambidas que ele tava me dando e me entregava de vez ao prazer.
Tava tão na pica que, se quisesse falar, naquela hora não ia conseguir.
Enquanto aproveitava a boca dele nos meus peitos, passei a mão na cueca que ele ainda vestia.
Senti um volume bem grandinho e uma ereção que não deixava dúvida.
Baixei a cueca como dava, e agarrei com a mão toda o tronco do pau dele.
Deu pra confirmar o óbvio: um pau de bom tamanho, durinho e pronto pra entrar...
A tentação de ver, deitada na cama, aquele box de vidro, foi maior que eu:
Tava tão na pica que, se quisesse falar, naquela hora não ia conseguir.
Enquanto aproveitava a boca dele nos meus peitos, passei a mão na cueca que ele ainda vestia.
Senti um volume bem grandinho e uma ereção que não deixava dúvida.
Baixei a cueca como dava, e agarrei com a mão toda o tronco do pau dele.
Deu pra confirmar o óbvio: um pau de bom tamanho, durinho e pronto pra entrar...
A tentação de ver, deitada na cama, aquele box de vidro, foi maior que eu:
- Vamos pro chuveiro.
— disse, quase como uma ordem.
Fede terminou de se despir, enquanto eu abria a água do chuveiro.
De costas pra ele, consigo ver como ele se aproximava totalmente nu, com o pau bem duro.
Ele me segurou pela cintura com as duas mãos, enquanto entrávamos juntos debaixo d’água já na temperatura certa.
O pau dele, duro e ereto, já se apoiava sobre a tatuagem em cima da minha bunda, enquanto eu quebrava a cintura pra levantar levemente a bunda e sentir o corpo dele bem colado ao meu.
As mãos dele subiram, largando minha cintura, pra acariciar e apalpar meus peitos.
A boca dele beijou minhas costas, desviando até meu pescoço.
Eu continuava de costas pro Fede, com meu corpo (e meus peitos) apoiados na parede do chuveiro.
Uma das minhas mãos percorreu o abdômen dele e buscou a virilha, encontrando de novo o pau já bem duro, pra bater uma punheta suave nele.
Os beijos na nuca e no pescoço estavam começando a me fazer perder o controle...
Fede pegou o pau dele pela base, buscando a entrada da minha buceta.
Consegui sentir perfeitamente a roçada, fazendo com que eu ajudasse ele a entrar...
Quebrei um pouco mais a cintura, empinando bem a bunda, facilitando o serviço pra ele.
Senti como a cabeça dele começou a entrar devagar, pra depois seguir com a totalidade do tronco.
Meus suspiros se transformaram nos primeiros gemidos.
Fede terminou de se despir, enquanto eu abria a água do chuveiro.
De costas pra ele, consigo ver como ele se aproximava totalmente nu, com o pau bem duro.
Ele me segurou pela cintura com as duas mãos, enquanto entrávamos juntos debaixo d’água já na temperatura certa.
O pau dele, duro e ereto, já se apoiava sobre a tatuagem em cima da minha bunda, enquanto eu quebrava a cintura pra levantar levemente a bunda e sentir o corpo dele bem colado ao meu.
As mãos dele subiram, largando minha cintura, pra acariciar e apalpar meus peitos.
A boca dele beijou minhas costas, desviando até meu pescoço.
Eu continuava de costas pro Fede, com meu corpo (e meus peitos) apoiados na parede do chuveiro.
Uma das minhas mãos percorreu o abdômen dele e buscou a virilha, encontrando de novo o pau já bem duro, pra bater uma punheta suave nele.
Os beijos na nuca e no pescoço estavam começando a me fazer perder o controle...
Fede pegou o pau dele pela base, buscando a entrada da minha buceta.
Consegui sentir perfeitamente a roçada, fazendo com que eu ajudasse ele a entrar...
Quebrei um pouco mais a cintura, empinando bem a bunda, facilitando o serviço pra ele.
Senti como a cabeça dele começou a entrar devagar, pra depois seguir com a totalidade do tronco.
Meus suspiros se transformaram nos primeiros gemidos.
- AhhhhHHHH
O pau dele entrou inteiro, devagar, até o fundo.
O ritmo acelerava cada vez mais, assim como meus gemidos e as respirações pesadas dele.
Já dava pra ouvir o som da minha bunda batendo na pélvis dele, enquanto a água caía sobre a gente.
As mãos dele largaram por um momento meus peitos, pra me segurar pela cintura e me comer com mais força.
Minha cintura se arqueava no ritmo das bombadas dele, pra sentir ainda mais o pau inteiro dentro de mim.
O ritmo acelerava cada vez mais, assim como meus gemidos e as respirações pesadas dele.
Já dava pra ouvir o som da minha bunda batendo na pélvis dele, enquanto a água caía sobre a gente.
As mãos dele largaram por um momento meus peitos, pra me segurar pela cintura e me comer com mais força.
Minha cintura se arqueava no ritmo das bombadas dele, pra sentir ainda mais o pau inteiro dentro de mim.
- Ahhh! Ahhh! Ahhh!
- AIHHH! AIHHH! AIHHH!
A calentura era tanta, que nós dois queríamos continuar assim, transando em pé no chuveiro.
O plaff! plaff! podia ser ouvido cada vez mais forte, por uns minutos.
O fato de estar num hotel me libertou de qualquer contenção.
Eu ofegava e gemia como uma puta, que estava sendo comida num hotel à beira da estrada.
O plaff! plaff! podia ser ouvido cada vez mais forte, por uns minutos.
O fato de estar num hotel me libertou de qualquer contenção.
Eu ofegava e gemia como uma puta, que estava sendo comida num hotel à beira da estrada.
- AIHHH! AIHHH! AIHHH!
Poucas vezes o tesão da situação me deixou tão excitada.
Tanto que assumi o papel de puta,
Me deixei levar pelo meu motorista, e satisfazer ele do jeito dele.
Eu tava curtindo pra caralho a foda que tavam me dando, e claramente o Fede também.
As mãos dele estavam firmes na minha cintura, quase tanto quanto o pau dele dentro de mim.
Tanto que assumi o papel de puta,
Me deixei levar pelo meu motorista, e satisfazer ele do jeito dele.
Eu tava curtindo pra caralho a foda que tavam me dando, e claramente o Fede também.
As mãos dele estavam firmes na minha cintura, quase tanto quanto o pau dele dentro de mim.
- Ahhh! Ahhh! Ahhh!
- AH! AI! AI! AI!
As bombadas dela aceleraram ainda mais, até o limite.
Eu tava quase gozando, quando os gemidos dela começaram a aumentar o ritmo, e as últimas investidas foram parando, até ele gozar primeiro.
Eu tava quase gozando, quando os gemidos dela começaram a aumentar o ritmo, e as últimas investidas foram parando, até ele gozar primeiro.
- AAAHHHHHH!
Uma das mãos dela acariciou minha virilha, enquanto a outra voltou pros meus peitos.
Ela saiu devagar de dentro de mim, com o pau ainda duro, mas já não tão ereto como antes.
Ainda tava agitada, por causa da foda de uns segundos atrás.
Ela saiu devagar de dentro de mim, com o pau ainda duro, mas já não tão ereto como antes.
Ainda tava agitada, por causa da foda de uns segundos atrás.
- Que puta que você é, meu deus!
Nós nos olhamos e sorrimos os dois.
Aproveitando a situação, e com uma voz bem de putinha, perguntei:
Aproveitando a situação, e com uma voz bem de putinha, perguntei:
- Você já se satisfez? Olha que eu ainda não...
Parece que meu comentário ajudou aquele pau duro a começar a ficar de pé de novo.
Ainda os dois dentro do chuveiro, e sem esperar a resposta dele, me abaixei pra começar a chupar e terminar de deixar ele duro.
Percebi como o pau dele ficava mais duro dentro da minha boca.
Minha língua tava fazendo efeito, tanto que ele me agarrou pelo cabelo e, suavemente, comeu minha boca, até quase me engasgar e dizer agora ele pra mim:
Ainda os dois dentro do chuveiro, e sem esperar a resposta dele, me abaixei pra começar a chupar e terminar de deixar ele duro.
Percebi como o pau dele ficava mais duro dentro da minha boca.
Minha língua tava fazendo efeito, tanto que ele me agarrou pelo cabelo e, suavemente, comeu minha boca, até quase me engasgar e dizer agora ele pra mim:
Vamos pra cama...
Com os corpos ainda molhados e o quarto aquecido, voltamos pra cama.
Eu ainda tava com vontade de sentir o impacto da pélvis dela na minha bunda, então, sem perguntar, me ajoelhei na beirada da cama, ficando de quatro.
O recado foi claro, então sem hesitar, o Fede se posicionou atrás de mim, enfiando o pau de novo dentro de mim, entrando bem fácil dessa vez.
Eu ainda tava com vontade de sentir o impacto da pélvis dela na minha bunda, então, sem perguntar, me ajoelhei na beirada da cama, ficando de quatro.
O recado foi claro, então sem hesitar, o Fede se posicionou atrás de mim, enfiando o pau de novo dentro de mim, entrando bem fácil dessa vez.
- AAAHHHHHH!
- Ahhh!
De novo os estouros começaram suaves, mas logo aceleraram, embora não tanto quanto na primeira foda.
A puta interior estava à flor da pele, com os gemidos de novo cada vez mais altos.
Claramente o Fede tinha se recuperado, porque as investidas tinham praticamente a mesma intensidade que no chuveiro.
A puta interior estava à flor da pele, com os gemidos de novo cada vez mais altos.
Claramente o Fede tinha se recuperado, porque as investidas tinham praticamente a mesma intensidade que no chuveiro.
- AAAHHHHHH!
- Ahhh!
Sinceramente, de vez em quando o nome escapava da minha cabeça.
Pouco me importava.
Pouco me importava.
-AHH! Me come, gostoso!
- AAAHHHHHH!
O ritmo estava cada vez mais intenso.
As mãos dela de novo na minha cintura, pra enfiar o pau ainda mais fundo a cada estocada.
As mãos dela de novo na minha cintura, pra enfiar o pau ainda mais fundo a cada estocada.
- AAAHHHHHH!
- Ahhh!
-AHH! Me fode, gostoso! Me fode assim!
- Ahhh!
- Sim! Sim! Assim! Continua assim que você vai me fazer gozar!!
O pau dele entrava e saía sem parar, enquanto eu implorava pra ele não parar.
Comecei a sentir aquele formigamento até que gozei e caí exausta na cama.
Comecei a sentir aquele formigamento até que gozei e caí exausta na cama.

- AH! AHH! AHHHHHHH!
Ficamos mais alguns minutos assim, recuperando as forças que roubamos um do outro.
Nos olhamos e sorrimos de novo sem dizer uma palavra.
Antes do turno acabar, nos vestimos e nos preparamos pra seguir a viagem que parecia ter começado dias atrás...
Lá fora, tava um frio que parecia outro mundo.
Nessa altura, já tinha esquecido de escrever pra minha amiga, então aproveitei:
Nos olhamos e sorrimos de novo sem dizer uma palavra.
Antes do turno acabar, nos vestimos e nos preparamos pra seguir a viagem que parecia ter começado dias atrás...
Lá fora, tava um frio que parecia outro mundo.
Nessa altura, já tinha esquecido de escrever pra minha amiga, então aproveitei:
- Chegando! Tudo certo!
- Fico feliz que você conseguiu chegar. Te quero, amiga!
Subimos no carro e continuamos o que faltava.
Ao chegar, ele me deixou na esquina de casa, como um favor.
Nos despedimos com um beijo no rosto e um sorriso safado cúmplice, como dois bons parceiros de viagem.
Obviamente, o contato continua na minha agenda...
Ao chegar, ele me deixou na esquina de casa, como um favor.
Nos despedimos com um beijo no rosto e um sorriso safado cúmplice, como dois bons parceiros de viagem.
Obviamente, o contato continua na minha agenda...
15 comentários - Viagem de última hora
alto viaje rico 😍
+10
"El angelito de mi hombro derecho me decía "Pame, no podes ser tan trola"." eso a mi me lo dijo una amiga una ves 😂
me re calentó todo.... muy bueno!