Me entregando como uma puta pros médicos

Alejandro estava fora da cidade há três dias e eu, naturalmente, estava mais gostosa do que nunca. No dia seguinte de ter me masturbado usando meu consolo favorito, comecei a sentir uma ardência bem desconfortável na minha buceta.

Aguentei até a tarde e então pedi uma consulta de urgência com um ginecologista.
Fui vê-lo na hora. O médico me mandou entrar no consultório dele. Era um homem de uns cinquenta anos, bem bonito e muito simpático.

Pediu pra eu tirar a calcinha fio dental e me fez sentar na maca ginecológica.
O doutor calçou umas luvas de látex, levantou minha saia até que ficasse enrolada na minha cintura e, com muita suavidade, abriu meus lábios externos. Enquanto examinava, fez algumas perguntas.

O doutor não parava de acariciar minha buceta e eu senti que começava a ficar molhada. Estar de pernas abertas daquele jeito, respondendo àquelas perguntas íntimas enquanto ele me tocava com os dedos experientes, estava me excitando demais.
De repente, ele disse que ia tocar meu clitóris, pra ver o que eu sentia.

Os dedos dele se apoiaram no meu clitóris, acariciaram, e eu não consegui evitar soltar um leve suspiro de prazer. "Isso te excita, Marcela?"

"Muito..." consegui responder entre gemidos.

"Me diga o que você sente agora?"
Ele disse isso e enfiou um dedo fundo na minha pussy. Soltei um gemido prolongado e me agarrei nas bordas da maca.
"Vejo que isso também te excita..." observou o doutor.

Ele estava enfiando e tirando o dedo bem devagar; aquilo estava me deixando louca.
"Muito, me excita muito mesmo" falei, passando a língua nos lábios. Olhei pro doutor e percebi claramente que na calça dele tinha um volume bem grande. O homem também estava excitado.
"Bem; me permita mais uma coisa... quero ver seus peitos" ele disse.

Ele abriu minha blusa e se deparou com minhas tetas. Meus bicos estavam duríssimos. O doutor pareceu surpreso ao ver que eu não usava sutiã.
Ele se inclinou pra olhar de perto meus mamilos; beliscou eles um pouco, fazendo minha excitação aumentar, e pareceu satisfeito com o exame.
"Muito bem, senhora. É exatamente o que eu imaginava. Para tirar minha última dúvida, me diga se a senhora pratica sexo anal?"

Respondi que sim.

Então o médico trocou as luvas e lubrificou o dedo indicador com um óleo que tinha sobre uma mesa.
"Agora me diga se isso dói?" Ele disse com muita suavidade.

Depois de dizer isso, enfiou o dedo lubrificado no meu rabo. Soltei um grito, metade dor, metade prazer, minhas costas se arquearam na cadeira e fiquei quase no ar, só me apoiando nas mãos e nos pés.

O médico girou o dedo, com a outra mão abria minhas nádegas o máximo possível, enfiou e tirou um par de vezes, e depois olhou para ele.
"Perfeito, está tudo perfeito."

Ele enfiou um dedo na minha buceta, depois outro, enquanto acariciava meu clitóris. O médico fez uma masturbação maravilhosa em mim, enquanto me incentivava a gozar entre os dedos dele. Em menos de um minuto, tive um orgasmo intenso. Foi algo incrível.

Fiquei exausta em cima da cama, sentindo a pulsação da minha buceta bem dilatada. Abri os olhos e vi o médico juntando meu orgasmo num frasco.

Então ele me explicou que a ardência na minha buceta era por causa de alguma reação química, provocada com certeza pelo produto de limpeza com o qual eu lavava minha calcinha. Os exames de laboratório confirmariam isso.

Ele me recomendou não usar tangas nem calcinhas por pelo menos uns dez dias. Nesse mesmo tempo, também não deveria transar.

Ele me deu um horário para uma nova consulta e se despediu gentilmente de mim.

Três dias depois, meu marido voltou da viagem; com uma vontade de me foder enorme. Alejandro ficou louco quando soube que teria que esperar mais cinco dias para aproveitar minha buceta ou meu cu apertado.

Ele implorou para eu deixar; não ia aguentar esse tempo sem me comer.

Entre nós dois, encontramos a solução: o bom médico não tinha dito nada sobre sexo oral, então... Toda noite, eu dava umas mamadas do caralho no Alejandro até ele gozar na minha boca.

Meu amado maridão ficava encantado de eu chupar o pau dele até encher minha boca de porra; mas eu tava cada vez mais tesuda porque não podia nem me tocar. Além disso, o fato de passar o dia inteiro sem minha calcinha fio dental roçando nos meus lábios da buceta só aumentava minha excitação.

Uns dias depois, finalmente voltei ao consultório do doutor e o encontrei reunido com outro médico da mesma idade, igualmente gostoso e elegante.
Ele me apresentou como um colega especialista em infecções na buceta?

O doutor confirmou que a ardência na minha buceta era por causa do sabão de lavar.

Fiquei mais tranquila ao saber disso. A ardência tinha sumido completamente. O doutor mandou eu sentar de novo na maca ginecológica e, junto com o colega, examinaram minha buceta.

"Está em perfeitas condições, Marcela?" — anunciou meu médico depois de me examinar.
Depois convidou o colega para também me revisar.

Assim que esse segundo médico enfiou um dedo, comecei a gemer.

Fazia uma semana inteira que eu não transava e agora tinha dois homens maduros me olhando quase nua e acariciando minha buceta. Foi demais pra mim. Não precisei que nenhum dos três dissesse nada?
Meu ginecologista se posicionou entre minhas coxas abertas, tirou o pau já bem duro e meteu na minha buceta de uma só vez. Soltei um grito de prazer e, na mesma hora, o outro colega enfiou o pau na minha boca. Eu me sentia no paraíso. Um homem maduro tava metendo o pau com tudo na minha buceta faminta, enquanto outro oferecia o pau pra eu endurecer com lambidas.

Me tiraram da maca e fiquei de pé entre os dois.
"Você é uma mulher muito safada, Marcela?" — disse o segundo médico por trás, acariciando meus peitos, fazendo meus bicos endurecerem.

Meu ginecologista, na frente, levantou minha perna esquerda e a Segurou com a mão debaixo da dobra do meu joelho e enfiou a rola dura dele na minha buceta outra vez. Enquanto chupava meus peitos, mordendo meus mamilos.

O colega dele continuava atrás do meu corpo. Senti que ele procurava minha entrada traseira apertada com a ponta da rola bem dura. Quando encontrou, enfiou a cabeça enorme e eu soltei um grito de dor…

"Que puta gostosa?" Disse meu médico "Ela come duas rolas duras ao mesmo tempo".

Eles me seguravam em pé, no meio dos dois, bombeando suas rolas duras sem parar nos meus dois buracos. Eu gemia e uivava; tendo um orgasmo atrás do outro.

"Uma puta de primeira; o cu dela abre de um jeito incrível?"

Me bombearam entre os dois por um bom tempo; mas nenhum dos três gozou nessa posição. Então me colocaram de quatro, de joelhos numa cadeira. De vez em quando, os dois homens me sodomizavam, aproveitando como meu buraco apertado ia se dilatando. Eles tiravam e colocavam de novo, me comendo pelo cu com muita força.

Por minha parte, aproveitei para me acariciar a buceta enquanto eles me comiam pelo cu. Finalmente gozei uivando igual uma louca.

Quando se cansaram de me comer pela bunda, fiquei de cócoras entre eles e chupei a rola de cada um, até que finalmente gozaram na minha cara e nos meus cabelos?

Deixei os dois médicos bem loucos com minhas habilidades orais.

Quem ficou ainda mais louco foi meu marido, quando contei como me comeram, isso o excitou muito, e ele me comeu ali mesmo na sala, me comendo pelo cu e pela minha buceta, enchendo tudo de porra. Ale fica louco quando conto essas coisas.Me entregando como uma puta pros médicos

4 comentários - Me entregando como uma puta pros médicos

Waooo si no es por la foto no me acuerdo 😛 , saludos gente!! 😎 Excelsior!! 😎
Excelente relato trabajo en consultorios médicos y hay cada historia!! Genia!
Me.encantan todas las fantasías que tenes y lo bien que las podes imaginar y traducirlas a un relato. Te felicito algún día se te puede llegar a cumplir alguna de tantas que tenes escritas.