Olá amigos, seguidores dessa saga, para quem leu o episódio 7, esta é a continuação daquele dia.
Assim que a Pato ficou sozinha, sua cabeça revivia tudo o que aconteceu com o Carlos, sentindo o pau dele tão apertado contra sua bunda, mais precisamente contra seu fio-dental, praticamente estavam fodendo se não fossem as finas roupas que separavam os dois corpos. A cara com que o Carlos foi embora, e o volume marcado na calça, deixaram minha mulher muito quente e excitada, e ainda tem que somar a cara do Johnny quando percebeu que não tinha sido o escolhido, entre raiva e ciúmes, e a puta que ela tinha sido dentro da obra, só faziam seu tesão estar no ponto mais alto.
Depois de me mandar algumas mensagens contando tudo, ela decidiu que não podia continuar assim, então foi para o quarto, deixou entreaberta, como sempre fazia, as cortinas, tirou a calça e se deitou na cama, disposta a aliviar o tesão, mesmo que fosse sozinha. Ela não aguentava mais.
Começou a se tocar suavemente, primeiro por cima do fio-dental que já estava molhado, e com a outra mão massageou os seios, que continuavam firmes e com os mamilos duros.
Depois colocou uma das mãos por baixo do fio-dental, flexionou as pernas e começou a se masturbar, mas sempre suave, pensando em todas as coisas que tinham acontecido esses dias, lembrando do pau do Johnny em suas mãos, os dedos dele procurando sua buceta quente, o tesão com que tinha notado que os dois caras estavam dia após dia.
Ela ouviu um barulho, como uma porta abrindo silenciosamente, ficou com medo, estava excitada, não sabia se levantava e via quem era, mas o tesão era tanto, que decidiu fechar os olhos e deixar acontecer o que tivesse que acontecer.
Continuou se masturbando com os olhos bem fechados, até que depois de alguns segundos, sentiu uma mão pousar em uma de suas pernas, depois outra mais, ela sabia que não tinha mais volta, o intruso ao notar que não houve resistência da minha mulher, foi levando suas mãos até sua vagina ardente.
Ele tirou a mão que ela usava para se tocar e começou a acariciar suavemente seu clítoris. Minha mulher estava num estado de tesão pouco comum, era superior a tudo que havia sentido nesses dias, era toda a excitação acumulada, junta.
Ela continuou de olhos fechados e se deixou levar pelo intruso. Não sabia quem era, nem queria saber — essa incógnita gerava ainda mais excitação e adicionava morbidez à surpresa.
Percebeu que ele começou a aproximar a cabeça de sua virilha; num movimento ágil, puxou a calcinha encharcada e afundou a língua em seu sexo tão quente.
Nenhum dos dois falava — só se ouviam naquele quarto os gemidos abafados da minha mulher, com a chupada na buceta que o intruso estava dando. Ela não aguentava mais, quis abrir os olhos, mas não se permitiu. Sabia que isso não fazia parte do acordo. Sabia que eu poderia ficar bravo, mas as cartas já estavam na mesa, e ela estava com muito tesão para parar seu companheiro desconhecido.
Num momento, ele se levantou um pouco e, com os braços, a virou, deixando-a de bruços, com a bunda empinada. Era o momento da verdade. Sentiu o companheiro aproximando seu pau para penetrá-la por trás. Nunca abriu os olhos. Simplesmente se dedicou a aproveitar cada segundo.
Naquele exato instante, sentiu uma barra dura de carne entrando em sua buceta, centímetro a centímetro abrindo caminho, até senti-la toda dentro, até o fundo, como minutos antes havia dito a Carlos. Bem, bem dentro.
E o intruso começou a bombá-la com força. Não passou mais de um minuto até ela ter um orgasmo impressionante — todo seu corpo tremia, foi longo, intenso.
Abriu os olhos, sem ver o companheiro, mas olhando para a janela, e pôde ver outra pessoa observando o que acontecia, se masturbando com força do lado de fora do quarto. Não conseguia distinguir quem era.
O parceiro sexual continuava como se estivesse possuído, como se estivesse mostrando para o cara de fora que era assim que uma puta tinha que gozar. Ele pegou os braços da minha mulher por trás das costas e os usou para enfiar a pica mais fundo e com mais força nela. Ela gemia que nem uma louca, aos gritos, queria que o cara de fora a ouvisse gozar. Tão selvagem como há muito tempo não fazíamos.
O rapaz lá fora continuava se masturbando com fúria. Ela notou que era o Carlos — o cara estava batendo uma vendo a cena, tentando não ser visto, mas sem perder nenhum detalhe.
Naquele momento, o intruso a vira de novo, e aí ela viu quem era.Me olhaEstava comendo minha esposa como um animal, e virei ela para gozar no peito dela.
Soltei um jato longo de porra, minha mulher estava mais tranquila, não tinha quebrado o acordo. Por sua vez, pudemos ver como Carlos também soltava uns jatos de porra grossa, quase se curvando, e sem limpar nem nada, rapidamente guardou seu pau duro dentro da calça, se virou e foi para a obra.
Eu tinha percebido o quanto ela estava excitada quando me contou o que tinha acontecido, e decidi me adiantar antes de qualquer um dos caras. Sabia que ela não ia impedi-los.
Ela me beijou com força, ficamos deitados alguns minutos, e eu me levantei da cama, terminei de me vestir e fui trabalhar, muito satisfeito pela foda violenta que tinha dado na minha mulher. Mas fiquei com a dúvida do que teria acontecido se eu chegasse 15 minutos mais tarde? Seria Carlos quem ocuparia meu lugar? Por que ele estava lá e não na obra? Tinha ido atrás de mais um pouco da minha mulher? Bom, isso nunca vamos saber, só pelo fato de que eu cheguei primeiro.
Espero que tenham gostado.
Abraços, e aproveitem a vida que é bem curtinha...
Assim que a Pato ficou sozinha, sua cabeça revivia tudo o que aconteceu com o Carlos, sentindo o pau dele tão apertado contra sua bunda, mais precisamente contra seu fio-dental, praticamente estavam fodendo se não fossem as finas roupas que separavam os dois corpos. A cara com que o Carlos foi embora, e o volume marcado na calça, deixaram minha mulher muito quente e excitada, e ainda tem que somar a cara do Johnny quando percebeu que não tinha sido o escolhido, entre raiva e ciúmes, e a puta que ela tinha sido dentro da obra, só faziam seu tesão estar no ponto mais alto.
Depois de me mandar algumas mensagens contando tudo, ela decidiu que não podia continuar assim, então foi para o quarto, deixou entreaberta, como sempre fazia, as cortinas, tirou a calça e se deitou na cama, disposta a aliviar o tesão, mesmo que fosse sozinha. Ela não aguentava mais.
Começou a se tocar suavemente, primeiro por cima do fio-dental que já estava molhado, e com a outra mão massageou os seios, que continuavam firmes e com os mamilos duros.
Depois colocou uma das mãos por baixo do fio-dental, flexionou as pernas e começou a se masturbar, mas sempre suave, pensando em todas as coisas que tinham acontecido esses dias, lembrando do pau do Johnny em suas mãos, os dedos dele procurando sua buceta quente, o tesão com que tinha notado que os dois caras estavam dia após dia.
Ela ouviu um barulho, como uma porta abrindo silenciosamente, ficou com medo, estava excitada, não sabia se levantava e via quem era, mas o tesão era tanto, que decidiu fechar os olhos e deixar acontecer o que tivesse que acontecer.
Continuou se masturbando com os olhos bem fechados, até que depois de alguns segundos, sentiu uma mão pousar em uma de suas pernas, depois outra mais, ela sabia que não tinha mais volta, o intruso ao notar que não houve resistência da minha mulher, foi levando suas mãos até sua vagina ardente.
Ele tirou a mão que ela usava para se tocar e começou a acariciar suavemente seu clítoris. Minha mulher estava num estado de tesão pouco comum, era superior a tudo que havia sentido nesses dias, era toda a excitação acumulada, junta.
Ela continuou de olhos fechados e se deixou levar pelo intruso. Não sabia quem era, nem queria saber — essa incógnita gerava ainda mais excitação e adicionava morbidez à surpresa.
Percebeu que ele começou a aproximar a cabeça de sua virilha; num movimento ágil, puxou a calcinha encharcada e afundou a língua em seu sexo tão quente.
Nenhum dos dois falava — só se ouviam naquele quarto os gemidos abafados da minha mulher, com a chupada na buceta que o intruso estava dando. Ela não aguentava mais, quis abrir os olhos, mas não se permitiu. Sabia que isso não fazia parte do acordo. Sabia que eu poderia ficar bravo, mas as cartas já estavam na mesa, e ela estava com muito tesão para parar seu companheiro desconhecido.
Num momento, ele se levantou um pouco e, com os braços, a virou, deixando-a de bruços, com a bunda empinada. Era o momento da verdade. Sentiu o companheiro aproximando seu pau para penetrá-la por trás. Nunca abriu os olhos. Simplesmente se dedicou a aproveitar cada segundo.
Naquele exato instante, sentiu uma barra dura de carne entrando em sua buceta, centímetro a centímetro abrindo caminho, até senti-la toda dentro, até o fundo, como minutos antes havia dito a Carlos. Bem, bem dentro.
E o intruso começou a bombá-la com força. Não passou mais de um minuto até ela ter um orgasmo impressionante — todo seu corpo tremia, foi longo, intenso.
Abriu os olhos, sem ver o companheiro, mas olhando para a janela, e pôde ver outra pessoa observando o que acontecia, se masturbando com força do lado de fora do quarto. Não conseguia distinguir quem era.
O parceiro sexual continuava como se estivesse possuído, como se estivesse mostrando para o cara de fora que era assim que uma puta tinha que gozar. Ele pegou os braços da minha mulher por trás das costas e os usou para enfiar a pica mais fundo e com mais força nela. Ela gemia que nem uma louca, aos gritos, queria que o cara de fora a ouvisse gozar. Tão selvagem como há muito tempo não fazíamos.O rapaz lá fora continuava se masturbando com fúria. Ela notou que era o Carlos — o cara estava batendo uma vendo a cena, tentando não ser visto, mas sem perder nenhum detalhe.
Naquele momento, o intruso a vira de novo, e aí ela viu quem era.Me olhaEstava comendo minha esposa como um animal, e virei ela para gozar no peito dela.
Soltei um jato longo de porra, minha mulher estava mais tranquila, não tinha quebrado o acordo. Por sua vez, pudemos ver como Carlos também soltava uns jatos de porra grossa, quase se curvando, e sem limpar nem nada, rapidamente guardou seu pau duro dentro da calça, se virou e foi para a obra.Eu tinha percebido o quanto ela estava excitada quando me contou o que tinha acontecido, e decidi me adiantar antes de qualquer um dos caras. Sabia que ela não ia impedi-los.
Ela me beijou com força, ficamos deitados alguns minutos, e eu me levantei da cama, terminei de me vestir e fui trabalhar, muito satisfeito pela foda violenta que tinha dado na minha mulher. Mas fiquei com a dúvida do que teria acontecido se eu chegasse 15 minutos mais tarde? Seria Carlos quem ocuparia meu lugar? Por que ele estava lá e não na obra? Tinha ido atrás de mais um pouco da minha mulher? Bom, isso nunca vamos saber, só pelo fato de que eu cheguei primeiro.
Espero que tenham gostado.
Abraços, e aproveitem a vida que é bem curtinha...
3 comentários - Pato e os Pedreiros 8.