Incrível e surpreendente

Incrível e surpreendente
peitos
Bunda
Ela e uma gostosa e eu quero a
Clitoris
buceta
bem vadia2 Relatos Pequenos relatos sobre a paixão, sexualidade e as fantasias eróticas #Heterossexual #Gay #Tv/Ts/Tg #Trios #Fantasia #PrimeiraVez #Grupal #Sado/Maso #AmorFilial #Poesia #Lésbico #Autossatisfação #Voyeurismo #Anal #Erotismo #Bissexual #Fetichismo #Bond/Dom #Infidelidade #SexoOral #NãoConsentidoAdicionar relatoÚLTIMOSMAIS LIDOSUma gostosa que sabe o que quer e faz.#Bom/Dom#Hétero751 Visualizações desde 13/07/2021 Um dia qualquer, eu estava num bar tomando uma cervejinha numa boa, tipo três da tarde de um dia de semana, e notei que tinha um grupo de três mulheres que não paravam de se cagar de rir e me olhavam. Primeiro pensei que eu tinha me sujado com alguma coisa, ou que tinha algo errado comigo, e eu olhava disfarçado pra ver o que podia ser. Achei que elas estavam tirando uma com a minha cara porque eu parecia algum conhecido delas ou porque achavam que eu tinha cara de otário (bem provável), então resolvi parar de prestar atenção. Num dado momento, uma das mulheres vem até minha mesa e senta na cadeira na minha frente e diz: "Uma das minhas amigas perdeu uma aposta e a prenda era que ela tinha que transar com o cara que a gente escolhesse pra ela." Fiquei surpreso, primeiro fiquei feliz porque pensei que eu tinha sido o sortudo, mas depois caí na real de que na verdade as outras duas iam escolher o cara mais incomível. Era isso que a gente faria com meus amigos se tivéssemos inventado uma brincadeira dessas. E aí ouvi uma coisa maravilhosa: ela disse "Mas aí ela amarelou, então resolvi substituí-la eu mesma com o cara que me pareceu mais depravado do lugar." Convenhamos que, pelo horário e pelo dia, não tinha muitos caras no lugar — uns perdidos em outras mesas, os garçons e o caixa. E ela completa: "Não tô te zoando, vamos!" Ouvi a ordem, deixei o dinheiro da conta na mesa e me levantei tentando disfarçar minha ereção, e a segui. Subimos num táxi e ela deu a ordem pro motorista: "Leva a gente pro hotel que fica na Perón com Jean Jaures." O taxista fez cara de que aquilo era normal, e ela falou: "Acabei de pegar esse cara e ele não faz ideia da foda que vou dar nele." Eu fiquei meio sem graça, comecei a suspeitar que ela tava drogada ou era psicótica, pela cara de pau com que ela agia. Era uma mulher de uns 45 anos, vestida de forma elegante, cabelo loiro de salão, olhos cor de mel, peitos que pareciam feitos por algum cirurgião que merecia ser escultor, e quando Sorria, formavam covinhas nas bochechas. Parecia uma mulher super formal e recatada, mas ao mesmo tempo tinha uma energia e uma postura de comando que me excitavam pra caralho. Além disso, quando me olhava fundo, conseguia me deixar ainda mais tesudo. Chegamos no hotel, ela fala pra pessoa do outro lado da janela: "Nos dá um quarto com hidromassagem e manda uma garrafa de vinho branco." Eu prefiro vinho tinto, mas não ia ficar discutindo. Entramos no quarto e ela freou os impulsos. Achei que não ia rolar mais nada, e ela disse: "A única coisa que quero é que a gente se beije na boca. Meu marido não sabe beijar e eu preciso disso." Por dentro fiquei decepcionado, mas como também gosto de beijos e carinhos, resolvi seguir em frente. Devíamos ter ficado uma hora nos beijando, e como toda vez que eu tentava avançar com as mãos ela não deixava, decidi não insistir e me entreguei aos beijos. Num momento, ela começa a acariciar meu pau por cima da calça, abre meu zíper, afrouxa meu cinto e começa a me bater uma enquanto a gente continuava se beijando. Depois de um tempo me batendo uma, ela deixou eu colocar a mão por baixo da blusa dela e comecei a brincar com os peitos dela. Aí ela relaxou, se reclinou no sofá e deixou eu tirar a blusa dela e afastar o sutiã pra chupar os peitos. Ela começou a ofegar e começou a me empurrar pra baixo. Brinquei um pouco com o umbigo dela, continuei descendo, afrouxei a calça dela, ela tirou os sapatos, eu tirei a calça e ela pediu pra não tirar a calcinha fio-dental. Ela me empurrou pra baixo do sofá e comecei devagar a beijar a buceta dela por cima da calcinha fio-dental, que estava encharcada. Aos poucos, afastei a calcinha fio-dental e comecei a beijar a buceta dela suavemente, como tinha beijado os lábios da boca dela. Primeiro devagar, molhando com saliva, brincando com a língua pelos lábios dela e aos poucos endurecendo a língua pra enfiar na buceta dela. Ela foi se soltando e me agarrava no cabelo com suavidade pra eu não ser bruto. ao chupá-la. Meti primeiro um dedo e logo em seguida ela pediu outro, enfiando na buceta, e comecei a masturbá-la. Ela me agarrou forte pela cabeça e enfiou minha cara contra a buceta e começou a se esfregar, enquanto eu continuava com os dedos massageando por dentro. Ela disse "já quero pau", me empurrou o rosto com a sola do pé e eu caí sentado na cama. Ela se ajeitou e começou a me montar, primeiro de frente por um bom tempo, depois, sem tirar o pau de dentro, se virou e ficou de costas para mim e começou a se mover para frente e para trás freneticamente. Era uma transa deliciosa, sentia minhas coxas todas molhadas, ela tinha começado a gozar e continuava, tendo orgasmos sem parar. Num momento ela parou e me perguntou se faltava muito para eu gozar, e eu disse a verdade: que apesar de estar adorando, não sentia que estava perto de gozar. Suponho que toda a surpresa me impedia de ter um orgasmo. Ela se levantou, foi até o bar perto da porta pegar o vinho e serviu as duas taças. Pensei que tudo tinha acabado, mas depois de tomar (diria engolir) a taça dela, serviu de novo e foi para uma parte onde tinha um balcão com dois bancos, puxou-os, pegou o telefone e começou a fazer uma ligação, apoiou os braços no balcão, do outro lado alguém atendeu, ela colocou no viva-voz e disse "escuta isso" e me falou: "enfia no meu cu". Já tinha passado por coisas estranhas, e essa, em comparação, não parecia tão absurda, mas me assustou um pouco. Me ajoelhei para lubrificar com saliva, e ela disse "não, enfia do jeito que está, quero que doa". Do outro lado do telefone, se ouvia a voz de um homem dizendo "por favor, não, não transe com ela". Aí comecei a entender, me pareceu que era uma vingança contra o parceiro dela, e ela me olhou por cima do ombro e disse "entra devagar". Custou a entrar, a bunda estava super apertada e ela fechava os olhos e mordia o lábio inferior como aguentando a dor e sussurrava "enfia, eu gosto, me dói, adoro, mete..." E o cara do telefone me perguntava se eu era bem dotado e pedia pra eu contar como eu tava comendo ela. Quando ela ficou com tudo lá dentro, a gente transou um pouco e minha excitação me fez gozar rápido enquanto eu acariciava os peitos dela por trás e beijava e mordia o lóbulo da orelha dela. O cara do telefone tinha ficado mudo, eu já tinha esquecido dele e ela, com meu pau ainda dentro, tirou o viva-voz e disse "gostei muito, espero que tenha curtido... vou desligar porque quero continuar comendo". Desligou a chamada e o telefone da recepção tocou pra avisar que o turno tinha acabado. Ela atendeu e disse "a gente fica até eu ficar satisfeita". E a gente ficou até o dia seguinte, comendo muito e contando intimidades um pro outro. Depois disso, fomos amantes por dois anos, às vezes fazendo trio com a amiga que tinha se recusado a pagar a aposta e às vezes com o marido. Como sempre, peço que me mandem seus comentários sobre o relato, me excita muito contar as experiências que tive e me deixam com tesão as coisas que vocês falam. Abraços.

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