Incrível e surpreendente

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Pequenos relatos sobre paixão, sexualidade e fantasias eróticas
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De repente, uma das mulheres vem até minha mesa, senta na cadeira na minha frente e fala: "uma das minhas amigas perdeu uma aposta e a prenda era que ela tinha que transar com o cara que a gente escolhesse". Fiquei surpreso, primeiro fiquei feliz porque pensei que tinha sido o escolhido, mas depois percebi que na verdade as outras duas iam escolher o cara mais indesejável. Era isso que a gente faria com meus amigos se tivéssemos inventado um jogo assim. E aí ouvi algo maravilhoso: ela fala "mas agora ela amarelou, então resolvi substituí-la eu mesma com o cara que achei mais depravado do lugar". Vamos combinar que, pelo horário e pelo dia, não tinha muitos caras no lugar, só uns perdidos em outra mesa, os garçons e o cara no caixa. E ela completa: "não tô te zoando, vamos!" Ouvi a ordem, deixei o dinheiro da minha conta na mesa, levantei tentando disfarçar minha ereção e fui atrás dela. Subimos num táxi e ela fala pro motorista: "leva a gente pro hotel que fica na Perón e Jean Jaures". O taxista fingiu que achava aquilo normal, e ela disse: "acabei de pegar ele e ele não faz ideia da fodida que vou dar nele". Eu fiquei meio envergonhado, comecei a suspeitar que ela tava drogada ou era psicótica pela cara de pau com que ela agia. Era uma mulher de uns 45 anos, vestida de forma elegante, cabelo loiro de salão, olhos cor de mel, peitos que pareciam feitos por algum cirurgião que merecia ser escultor, e quando Ela sorria e formavam-se covinhas nas bochechas. Parecia uma mulher super formal e recatada, mas ao mesmo tempo tinha uma energia e postura de comando que me excitava pra caralho. Além disso, quando me olhava fundo nos olhos, conseguia me esquentar ainda mais. Chegamos no hotel, ela falou pra pessoa do outro lado da janela: "nos dá um quarto com hidromassagem e manda uma garrafa de vinho branco". Eu prefiro tinto, mas não ia ficar discutindo. Entramos no quarto e ela colocou um freio nos impulsos. Pensei que não ia rolar mais nada, e ela disse: "a única coisa que quero é que a gente se beije na boca, meu marido não sabe beijar e eu preciso disso". Por dentro, fiquei desiludido, mas como também curto beijos e carinhos, resolvi seguir em frente. Devemos ter ficado uma hora nos beijando, e como toda vez que eu tentava avançar com as mãos ela não deixava, decidi não insistir e me entreguei aos beijos. Num momento, ela começa a acariciar meu pau por cima da calça, abre meu zíper, afrouxa meu cinto e começa a me punhetar enquanto continuávamos nos beijando. Depois de um tempo me punhetando, ela deixou eu colocar a mão por baixo da blusa dela e comecei a brincar com os peitos dela. Aí ela relaxou, se reclinou no sofá e deixou eu tirar a blusa e afastar o sutiã pra chupar os peitos dela. Ela começou a ofegar e me empurrou pra baixo. Brinquei um pouco com o umbigo dela, continuei descendo, afrouxei a calça dela, ela tirou os sapatos, eu tirei a calça e ela pediu pra eu não tirar a calcinha fio dental. Ela me empurrou pra baixo do sofá e comecei devagar a beijar a buceta dela por cima da calcinha, que estava encharcada. Aos poucos, afastei a calcinha e comecei a beijar a buceta dela suavemente, do mesmo jeito que tinha beijado os lábios da boca dela. Primeiro devagar, molhando com saliva, brincando com a língua nos lábios dela e, aos poucos, endurecendo a língua pra enfiar na buceta dela. Ela foi se soltando e me segurava pelos cabelos com suavidade pra eu não ser bruto. ao chupar ela. Meti primeiro um dedo e logo ela pediu outro, comecei a bater punheta nela. Ela me agarrou forte pela cabeça e enfiou minha cara na buceta e começou a se esfregar, enquanto eu continuava com os dedos massageando por dentro. Ela disse "já quero pica", empurrou minha cara com a sola do pé e eu caí sentado na cama. Ela se ajeitou e começou a me montar, primeiro de frente por um bom tempo, depois, sem tirar de dentro, virou de costas pra mim e começou a se mover pra frente e pra trás freneticamente. Era uma foda deliciosa, sentia minhas coxas todas molhadas, ela tinha começado a gozar e continuava tendo orgasmos sem parar. Num momento ela parou e me perguntou se faltava muito pra eu gozar, e eu falei a verdade, que apesar de estar adorando, não sentia que ia gozar. Acho que tanta surpresa me impedia de ter um orgasmo. Ela se levantou, foi até o bar da porta pegar o vinho e serviu as duas taças. Eu pensei que tinha acabado tudo, mas depois de tomar (diria engolir) a taça de vinho dela, serviu de novo e foi pra uma parte onde tinha um balcão com dois bancos, tirou eles, pegou o telefone e começou a fazer uma chamada, apoiou os braços no balcão, do outro lado alguém atendeu, colocou no viva-voz e disse "escuta isso" e pra mim falou "enfia no meu cu". Já tinham me acontecido coisas estranhas e essa, comparada, não parecia tanto, mas me assustou um pouco. Me ajoelhei pra lubrificar com saliva e ela disse "não, enfia do jeito que tá, quero que doa". Do outro lado do telefone dava pra ouvir a voz de um homem dizendo "por favor não, não come ela". Aí eu entendi, parecia que era uma vingança contra o parceiro dela, e ela me olhou por cima do ombro e disse "entra devagar". Custou pra enfiar, a bunda tava super apertada e ela fechava os olhos e mordia o lábio inferior como se aguentasse a dor e sussurrava "enfia, eu gosto, me Dói, adoro, enfia..." E o cara do telefone me perguntava se eu era bem dotado e pedia pra eu contar como tava comendo ela. Quando ela sentiu tudo lá dentro, a gente transou um pouco e minha excitação fez eu gozar rápido enquanto eu acariciava os peitos dela por trás e beijava e mordia o lóbulo da orelha dela. O cara do telefone tinha ficado mudo, eu já tinha esquecido dele e ela, com meu pau ainda dentro, tirou o viva-voz e disse "gostei muito, espero que tenha curtido... vou desligar porque quero continuar transando". Desligou a chamada e o telefone da recepção tocou pra avisar que o turno tinha acabado. Ela atendeu e disse "a gente fica até eu ficar satisfeita". E a gente ficou até o dia seguinte, transando muito e trocando intimidades. Depois disso, fomos amantes por dois anos, às vezes fazendo ménage com a amiga que tinha se recusado a pagar a aposta e outras vezes com o marido. Como sempre, peço que me mandem seus comentários sobre o relato, me excita muito contar as experiências que tive e me deixam com tesão as coisas que vocês me falam. Abraços.

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