Eu tava com o clitóris inteirinho dela, gordinho e durinho, na minha boca quando a gostosa gozou. Ela segurava a própria cabeça e falava que delícia, que gostosoo. Deitei do lado dela, nos beijamos e ela disse: — Quero te dar minha virgindade. — Sim, meu amor (fazendo o romântico). Isso deixou minha pica dura de novo. Pedi umas camisinhas pelo zap que chegaram na hora, sorte, hahaha. Comecei a chupar os peitos dela e a apalpar. Ela pegou na minha pica. Fiquei na frente dela, levantei as pernas e enfiei minha língua de novo na buceta dela. Chupei ela por um tempo até ver que já tava pronta pra ser desvirginada. Coloquei a camisinha e apontei a pica pra xereca dela. Passei a cabeça da pica por toda a buceta dela. Fiz um pouco de pressão e a cabecinha entrou. A gostosa escondia a cara no travesseiro. Continuei empurrando até sentir uma resistência. Falei: — Respira que agora vou meter tudo. E empurrei devagar. Senti minha pica entrando aos poucos até que entrou toda. Ela dizia: — Tá doendo, mas não para, não para. Eu comecei a me mexer, a tirar e meter a pica devagar, mas bem fundoooo. Ela começou a pegar o ritmo e a gente começou a foder como Deus manda. Tirava quase toda e metia de novo. Em cada enfiada, via um fiozinho de sangue saindo da buceta dela e grudando na camisinha. Tirei ela, coloquei de quatro e comecei a chupar o cu dela. Perguntei se tinha creme, ela disse que sim e me passou. Ela voltou a ficar de quatro e eu fodi a buceta dela de novo enquanto passava creme no cu dela e ia enfiando a ponta do dedo. A gostosa gozava e gozava. Num momento, tirei a pica e apoiei no cu dela. Fiz força e a cabeça entrou. — Não, não, para, para — e ela tentou sair. Segurei firme na cintura dela e comecei a meter tudo na bunda dela. Senti uma coisa lindaaa, o clak clak, sentir o cu dela abrindo. Meti tudo e a gostosa parou de brigar e falou: — Faz devagar. E eu fiz, devagar, devagar. Tirava e metia no cu dela. O cu começou a sentir aquele cheirinho de merda e me excitou mais ainda, e eu comecei a apertar ela forte. A gorda gritava e chorava, mas ela tava gostandoooo. Quando eu ia gozar, tirei o pau e tirei a camisinha toda suja de merda, e assim, sem camisinha, meti de novo no cu. Comecei a bombar e descarreguei a porra no cu dela. Quando tirei, saiu porra, sangue e merda tudo junto. A gorda levantou e foi pro banheiro. Eu limpei a pica com uma toalha e vi a manchinha de sangue no lençol. Acendi um cigarro e sentei na cama. Quando a gorda saiu, com uma cara de cansada, sentou do meu lado e falou:
— Gostou de tirar minha virgindade?
— Claro que gostei, até porque com 18 anos você nunca tinha feito isso.
— Porque queria fazer com alguém mais velho que eu, não com os babacas dos meus colegas. E não esperei 18 anos, tenho 15, acabei de fazer.
Quis me matar. Eu era muito mais velho que ela, e ela não parecia ter 15, devia ser por causa da gordurinha. A gente se trocou e saiu do hotel. Depois daquela vez, a gente trepava quase toda semana, mas a gorda se apaixonou e eu tive que terminar porque ela ficou muito enjoada.
Em breve vou postar mais relatos reais que aconteceram comigo. Um beijo e abraço.
— Gostou de tirar minha virgindade?
— Claro que gostei, até porque com 18 anos você nunca tinha feito isso.
— Porque queria fazer com alguém mais velho que eu, não com os babacas dos meus colegas. E não esperei 18 anos, tenho 15, acabei de fazer.
Quis me matar. Eu era muito mais velho que ela, e ela não parecia ter 15, devia ser por causa da gordurinha. A gente se trocou e saiu do hotel. Depois daquela vez, a gente trepava quase toda semana, mas a gorda se apaixonou e eu tive que terminar porque ela ficou muito enjoada.
Em breve vou postar mais relatos reais que aconteceram comigo. Um beijo e abraço.
6 comentários - Histórias de Mendoza: Desvirgando uma Gordota Parte 3