Cena entre amigos (11)

Por causa da quarentena, a gente tinha parado de fazer os encontros. Era muito perigoso e tinha muito medo na rua. Eu e a Andrea continuávamos trabalhando, às vezes remoto, outras vezes íamos pro trabalho. O grupo de WhatsApp pornô tinha virado um grupo pra passar informação sobre a pandemia. E a gente voltou à rotina. Voltamos ao de sempre. A transar quando dava. Tudo tinha se apagado e ficado meio monótono. Era de se esperar. As coisas não estavam bem em lugar nenhum. E só se via problema na TV ou no meio que a gente escolhesse pra se manter informado.

No trabalho, éramos poucos os que iam, e a gente mantinha as distâncias e as medidas que nos recomendavam.

Eu, como de costume, quando podia, ia pro pátio da empresa, que era o lugar reservado pros fumantes. Antes, lotava de homem e mulher falando de tudo um pouco, e até tinha um grupo de WhatsApp que a gente usava pra se combinar. Mas agora quase não se cruzava com ninguém. O único que ia era o Leo. Ele era um dos chefes de outra seção de onde eu trabalhava. Tava na parte de gerência, se misturando com os chefões da multinacional. Mais novo que eu, cara de menino, muito magrinho e baixo. Eu acho que quem ouvia a idade dele ficava de cara, porque ele parecia bem mais novo. Eu quase não tinha tido contato com ele antes disso, mas aos poucos ele aparecia quase sempre que eu tava no pátio e fumava um cigarro. Devagar, a gente começou a falar de tudo um pouco, do que tava rolando na atualidade, de esporte e outras coisas sem graça. Ele me conta que morava a três quarteirões da minha casa. Eu já sabia disso porque tinha visto ele várias vezes, mas como ele era dos que pisavam firme, nunca se juntava com quem nem sabia que existia.

Ele me falou que gostava de jogar videogame e outros hobbies que tinha. Aos poucos, fomos ganhando confiança. Ele era casado com uma mina, que também Trabalhava na mesma firma, mas era uma daquelas que você nem cruza no elevador. Óbvio que eu sabia quem ela era, mas nunca tinha trocado uma palavra com ela.

Leo: e aí, quando cê vem aqui em casa jogar no videogame? Tamo bem perto, vinte minutos, a gente toma umas cervejas e fala merda à toa.

Eu: bora, show de bola.

Daí em diante virou costume: de vez em quando eu ia pra casa dele e a gente jogava futebol no videogame. Essas coisas que a gente, homem, tem, que nunca deixa de ser moleque.

Dentro da confiança que a gente tava aumentando, ele me disse que tava tendo uns problemas conjugais com a mulher e que não sabia como satisfazer ela, que não era mais a mesma coisa de antes. Aí eu fui dando meu ponto de vista.

Eu: pois é, Leo, é foda manter um relacionamento duradouro. Sabe o que eu acho? Que a gente não fala dos desejos verdadeiros com medo do outro se irritar ou de levar um fora. E como a gente não entende esses desejos, a primeira coisa que faz é se estressar. Pergunta pra ela o que ela curte e fala pra ela o que você curte. Isso ajuda pra caralho. Eu com a minha esposa somos bem abertos pra tudo. E isso nos ajudou. Sabemos que não vamos deixar de nos amar, mas desejo é outra parada. É algo que vem e incomoda, e se você não extravasa, continua te perturbando. Agora, se você dá atenção e não fica cheio de preconceito, você satisfaz a vontade e depois segue a vida de boa, sempre sabendo que o outro pode ficar bem e você também.

Dei minha opinião e Leo me escutava com atenção.

Passaram-se os dias e, como de costume, a gente se encontrou na casa dele. Não era uma casa, era uma mansão pra duas pessoas.

Leo: eu conversei com a Yanina (esposa) sobre o que você falou. E é verdade. Sabe qual é o problema? É que nós dois sabemos o que a gente quer, mas não temos coragem.

Eu: então, aí você já tem o problema e já tem a solução.

Yanina saiu da cozinha. Veio, me cumprimentou, fez um comentário que a gente nunca ia crescer, ofereceu mais bebida e foi embora.

Retomando a conversa.

Leo: sim. Bom, esse é o ponto. Acho que a gente precisa definir isso direito.

Eu continuei arrumando o equipamento no play enquanto ouvia ele.

Eu: olha, vou te falar a verdade. Com a minha esposa, a gente é super aberto. E a real é que não me assusta nada do que ela possa me dizer. Os gostos são muito variados e mudam. Acho que os preconceitos quem cria é a gente, e isso é a pior coisa que a gente pode fazer.

Leo: posso te contar o que eu gostaria?

Eu: claro.

Leo: você não vai se assustar.

Eu: te garanto que não.

Leo: eu gostaria que alguém ficasse com a Yanina.

Eu: o que você quer, na real, é comer sua mulher com outro cara. Falei sem olhar pra ele.

Leo: heeeeeee. Não. Eu quero que alguém coma ela. Que não seja eu.

Eu: bom, então você não vai participar. Mas quer que outro cara coma ela. É isso que te excita. Então faz isso, porra, para de encheção de saco.

Leo: é isso que a gente dois quer, mas eu curto outras coisas também. Você comeria ela por mim?
Parei o que tava fazendo e olhei pra ele.

Eu: olha, Leo. Vou ser sincero. Claro que sim. Mas a gente trabalha junto, são limites que não sei se eu cruzaria. Você não tem um cargo qualquer na empresa, e sua esposa também não. Sei lá que tipo de treta pode rolar depois.

Leo: olha, isso é outra coisa. Se quiser, a gente faz até um contrato, isso fica aqui e acabou.

Eu: e você falou com a Yanina?

Leo: vou falar.

Ele disse isso e a gente não tocou mais no assunto. Passaram-se os dias, mais do que o normal entre nossos encontros, até que no trabalho ele me chama pra ir à noite na casa dele jogar play. Como ele não tinha falado nada sobre o outro assunto, eu também não falei nada. Disse que sim e que estaria lá no horário de sempre.

Cheguei na casa e lá estava o Leo me esperando, como de costume, recém-tomado banho e com um perfume daqueles que custam vários salários. Deixei as cervejas em cima da mesa e a gente começou a falar de coisas bestas. Da cozinha, saiu a Yanina. Ela tava vestida com um vestido bem curtinho e dava pra ver que não tava de sutiã. Ela veio e me cumprimentou com um beijo entre a bochecha e o canto do lábio. Não vou dizer que fiquei nervoso, mas na hora olhei pro Leo, que tava me encarando sério.
A gente sentou e começou a jogar videogame. Tava um silêncio entre nós dois. A Yanina veio e me deu um copo de cerveja bem gelada. Agradeci e quase nem olhei pra ela. Só fiquei vidrado na tela. Quando ela saiu, o Leo seguiu ela até a cozinha e, assim que ela botou o pé lá dentro, ele me olhou e falou:

Leo: então, me diz o que cê acha daquilo que eu te propus. Eu falei pra Yani, ela adorou a ideia. Eu sou muito punheteiro, dá pra ver que não faço ela gozar e isso tá me matando. Cê não sabe quais são meus gostos, mas ela sabe, e são meio doidos. Não quero que cê pense que tô te chantageando, mas uma troca de cargo ia ser boa pra você, é mais grana, é outra parada, e nem preciso falar da nossa amizade…

Ele continuava falando e eu olhava pra ele com atenção. Não sei se tava tão afim de trocar de cargo, mas subir uns degraus não era ruim. Grana não me faltava, mas também não vinha mal.

Eu: olha, Leo. O que cê quer é que eu coma a sua mulher. Que faça aquelas coisas que cê não faz. Não sei se cê não faz porque tem pouca experiência com mulher ou seja lá o motivo, mas sem problema. Cê me fez uma proposta e eu topei. A parada é que não quero confusão. Com a minha mulher a gente tem uma relação super aberta e sei lá…

Leo: peraí, peraí. Aqui cê não vai ter problema nenhum, pelo contrário, aqui só tem coisa boa. É uma proposta da boa. Não sei se dá pra incluir a sua mulher nisso. Isso eu vou falar com a Yani, mas a princípio, vamos fazer o que tô te pedindo. Cê sabe que eu e a Yani nos damos bem, mas é uma relação que tá escapando das nossas mãos. Nós dois temos bem claros quais são nossos gostos e sabemos que no trabalho juntos podemos ir longe.

Eu: então tá, fechado. Mas ó… que se eu te disser é que faço o que der na telha com ela.
Leo: você faz o que quiser.
Eu: então beleza. Depois me fala direitinho quando seria e tal pra gente ir se organizando.
Leo: hahahaha, beleza.

Ele falou isso e se levantou, dizendo que ia me buscar mais um copo de cerveja. Eu fiquei ali enrolando no videogame. Os passos me fizeram olhar pro lado e vejo que a Yani vinha de calcinha e com os peitos de fora. Fiquei olhando pra ela. Peitos lindos. E como ela é bem baixinha, mais ainda se destacavam. O Leo saiu da cozinha e ficou parado na porta olhando.

Yani: então você tá disposto a fazer o que o Leo pediu? Bom, acho justo. Se você fizer tudo direitinho, em algumas semanas ele te arruma uma promoção. A única coisa que peço é discrição.

Não falei nada, mas o que pensei foi: se essa quer bancar a putinha, eu vou entrar no jogo. Comecei a me acariciar o pau por cima da calça enquanto ela vinha andando. Na hora começou a endurecer. Ela se ajoelhou e esperou eu abaixar o zíper da jeans e tirar o pau pra fora. A cara dela mudou. Ela lambeu os lábios e começou a passar a língua. Chupou tudo, enfiando até o fundo da garganta, dando uma ânsia. Quando tirou, tinha lágrimas nos olhos e olhou pro Leo.

Yani: que pau lindo que ele tem, é duro e grande, diferente do seu que é pequenininho e sempre mole. Isso é porque você é uma putinha. Porque você também gosta de pau, por isso não fica duro.

O Leo tava olhando a gente enquanto ela me chupava, dava pra ver que ele tava com vontade ou que tava na seca, porque o jeito que ela chupava era desesperado. Eu segurava ela pelos cabelos e fazia ela engolir tudo, o que dava ânsia nela. Olhava a cara dela e tava cheia de lágrimas. Com uma mão ela segurava meu pau, enquanto com a outra se masturbava gostoso. Eu tava no céu.

Yani: você mete um pouquinho em mim? — ela disse, ofegante.

Nem respondi, ela mesma se levantou, tirou a calcinha e sentou no meu pau. O O suspiro foi intenso quando ela se sentou. Tava toda molhada, se deitou em cima de mim e começou a me beijar, passando a língua pela minha boca toda. Ela se mexia bem devagar, tava gozando pra caralho. Eu não sabia se me sentia um puto ou um sortudo. Num momento, ela para, me olha sorrindo, e depois olha pro Leo.

Yani: vem aqui e chupa minha bunda. Vamo ver se pelo menos pra isso você serve. Vai, assim você sente como um macho faz minha buceta ficar, não igual você.

Leo não fez nada além de vir andando até onde ela tava. Ele se ajoelhou e começou a lamber o cu dela. Ela se mexia bem devagar.

Yani: vai, putinha, lambe meu cu, sente o cheiro da minha buceta molhada e como meu cu tá se abrindo pra vocês arrombarem ele bem arrombado.

Ela gozava e eu olhava a situação. Sabe que sempre tive experiências boas e variadas, mas uma parada assim, não. Além do mais, tinham outras coisas em jogo, se podia rolar uma promoção, também podia começar a viver um inferno e a real é que não tava afim de ficar sem trampo.

O ritmo que ela tava levando era muito bom e dava pra ver que ela tava segurando um orgasmo até que não aguentou mais e explodiu num grito só que não terminava nunca. Eu não tava muito longe de gozar também, mas queria esperar mais um pouco.

Yani: aih que lindo, como você me fez gozar com essa pica. Você é um filho da puta, te molhei todo, desculpa.

Eu só me limitei a sorrir. Continuava duro que nem um mastro. Ela continuava em cima de mim e mal se mexia. Como se tivesse curtindo o depois. Me beijou e se levantou. Eu tava um bagaço, todo encharcado no fluido dela e com a pica a mil.

Ela chegou perto do Leo, pegou a cabeça dele e enfiou perto da buceta.

Yani: sente o cheiro de um orgasmo, filho da puta. Isso é uma gostosa gozando. E já tô com vontade de ter outro. Essa é uma boa pica. Passa a língua e sente o gosto de uma gozada de mulher de verdade.

Leo obedeceu e lamia desesperado a buceta da esposa dele. Ela gozava enquanto xingava ele baixinho. dizia coisas dolorosas. Me olhando, ela disse.

Yani: o Leo me disse que você tá preparado pra tudo e que tem a mente bem aberta, então a gente vai se dar muito bem, eu e você.

Minha participação até aquele momento era só sorrir, concordando com o que ela tava me dizendo.

Yani: muito bem, slut. Agora limpa a cock do meu macho, suja ela toda e quero que fique brilhosa.

O Leo se aproximou e, sem palavras nem ações, passou a língua nas minhas bolas. Eu fiquei parado, observando a situação.

Yani: sente o cheiro de uma boa cock. É disso que você gosta, slut. Chupa a cock dele e deixa bem limpinha, pra eu fazer ele gozar bem dentro de mim.

O Leo começou a chupar minha cock. A verdade é que ele fazia muito bem. Engolia tudo e passava a língua em cada canto.

Ela se ajeitou atrás do Leo e baixou as calças dele, deixando ele pelado também.

Ela fez ele parar e, se posicionando ao lado, pegou na cock dele, que não era nem um pouco de um tamanho interessante, mas tava bem dura.

Yani: olha como você tá com a cock, seu viadinho. Como você gosta de chupar cock.

Ela empurrou ele e fez sinal pra ele continuar me chupando. Ela ficou atrás dele e enfiou não sei quantos dedos no cu dele enquanto o humilhava. Ele só gemia enquanto enfiava mais fundo minha cock. Yani se levantou e me olhou.

Yani: quando você estiver perto de gozar, me avisa, pode ser? — ela disse quase implorando.

Eu: já tô — falei, segurando o máximo que dava.

Yanina empurrou o Leo pro lado e sentou de novo na minha cock. Ela me montou rápido e forte. Eu segurei a cintura dela, tentando fazer ela ir mais fundo. Meu gozo começou a jorrar. Ela gemia e dizia que tava gozando de novo. Eu fiquei exausto. Orgasmo genial. Ela se deitou em cima de mim e me beijou devagar. Eu, enquanto isso, recuperava o fôlego. Ela me olhou, sorriu e depois se levantou. Meu gozo escorria da buceta dela. O Leo olhava. Minha cock estava caída pro lado. cheia de porra. A cena era um desastre.

Yani: vai, promíscuo, o que tá esperando pra limpar a pica dele.

O obediente começou a lamber onde tinha o fluxo e minha porra. Ela voltou pra posição que tava antes enquanto pegava nele e enfiou um dedo enquanto batia uma pra ele dessa vez.

Yani: vai, promíscuo, solta essa porra de mulher que você tem nessa pica pequena. Vai, olha como eu tô comendo teu cu.

Leo começou a ter espasmos enquanto tinha minha pica na boca dele. Ele tava tendo um orgasmo realmente intenso.

Quando terminou, ela agarrou a cabeça dele e fez ele passar a língua no chão, que tava cheio da minha porra e da dele. Ele fez obediente. Eu olhava impressionado, mas sem falar nada. Yani foi e voltou rápido com uma toalha e me deu.

Yani: toma, meu amor. Se limpa pra gente comer algo, cê deve tá com fome.

Eu: beleza, ia ser ótimo.

Leo levantou e foi embora pra voltar e limpar o chão. Eu não sabia se vestia ou não. Ela continuava nua e foi pra cozinha. Eu fiquei parado. Yanina foi pra sala de jantar e me chamou. Eu sigo ela e vejo que a mesa tava posta e preparada pra nós dois. Ela ainda tava nua. Sentou e me olhou como se me convidasse a sentar. Leo ainda não aparecia.

Yani: valeu por topar isso. A verdade é que eu tava esperando por isso há muito tempo.

Eu: sem problema, não é que eu não entenda, mas eu gosto quando termino de entender a situação toda. — falei enquanto me servia pra comer.

Yani: olha, a parada é a seguinte. Leo é bissexual, mais gay que outra coisa, curte os dois, mas se tiver que escolher, fica com a pica. Eu adoro transar e também sou bi. Mas ele tem essa parada de gostar de ser humilhado e tratado que nem lixo. Ele fica com tesão nisso, e a verdade é que eu também. A gente já praticou bastante com consolos, mas tava faltando uma pica boa e um cara pra me comer. A ideia foi dele. E ele tá encantado com você, a gente sabe que você é muito resgatado e que você gosta de ser muito reservado. Também sabemos o que podemos te oferecer no trabalho. Por isso que a gente se jogou de cabeça. Ele estava com muito medo de te contar, mas as coisas aconteceram assim. A proposta é que isso continue. Você seria meu macho nas vezes que rolar ou que a gente organizar. A única coisa que eu quero é que ele fique bem. Eu amo ele e ele me ama, mas as coisas são diferentes.

Eu: óbvio que entendo vocês, o que eu não quero é ter problemas no trabalho. Falei pensando no futuro.

Yani: isso não vai acontecer. Obviamente o que pedimos de você é máxima discrição. No trabalho, as coisas são como sempre. A gente vem aqui e a bagunça começa.

Eu: bom, gostei da ideia.

Yani: ele é meio especial. Tem uma cabeça muito doida. Com certeza vai querer te dar dinheiro, te dar presentes. Já nas outras noites ele me falava que queria te comprar não sei o quê porque estava vendo na internet. É um amor. Mas tem esses gostos. Ele precisa se sentir humilhado. Sei que no trabalho é totalmente diferente. Mas é a parte interna dele. Quando ele me disse que isso ia rolar, eu falei que ele tinha que dar dinheiro pro macho que me comesse, e ele quase gozou seco.

Eu: sim, entendo. Tudo bem por mim.

Yani: Leo, vem.

Leo apareceu parado na porta nos olhando. Não emitia som, só olhava.

Yani: essa noite é quase especial. Está sendo quase perfeita. A gente tá comendo e bebendo coisas muito gostosas. Mas sabe o que está faltando?
Leo não dizia nada. Só olhava.

Yani: que a puta da casa chupe a nossa buceta e o nosso pau enquanto a gente termina de comer e continua falando do seu pau pequeno e da pouca porra que tem nesses ovinhos.
Leo se dirigiu para ficar debaixo da mesa. Senti que ele pegava meu pau e lentamente me masturbava, Yanina começou a se mexer. Ele estava chupando ela. Yanina me olhava enquanto comia e sorria. Ficamos assim por um tempo.
Eu olhei a hora para me situar no tempo e no espaço. Não sabia bem quanto tempo Faltava pra voltar pra casa. Tinha dito pra minha patroa que não ia voltar tarde.

Yani: quando tu tiver a pica bem dura, traz ela aqui que quero tirar teu leite assim, vai pra casa bem descarregado.

Eu me ajeitei na cadeira e sentia o Leo chupando minha pica. Ela tinha ficado bem dura e com uma das mãos eu me distraía apalpando os peitos da Yanina, que me olhava sorrindo e continuava comendo.

Eu me levantei e fiquei perto dela. Minha pica já tava pronta pra segunda rodada. Ela se ajeitou e começou a chupar até que num momento tira da boca e fala pro Leo.

Yani: vai, promíscuo, chupa minha buceta que quero gozar na sua boca. Quero gozar enquanto chupo uma pica boa.

Eu agarrei ela e comecei a meter na boca dela com força. Ela gemia e com as duas mãos segurava a cabeça do Leo pra ele chupar mais. Ela tava quase tendo um orgasmo, eu sentia porque apertava minha pica bem forte com a boca. Isso fez eu querer ainda mais soltar todo o leite ali mesmo, coisa que não quis fazer ela esperar e comecei a soltar longos jatos de porra enquanto me queixava.

Minha pica não aguentava mais. Ela deixou cair da boca todo meu leite e escorreu pelos peitos. Nós dois tivemos um orgasmo intenso. Ela se jogou pra trás na cadeira.

Yani: vem, me limpa.

Leo com cara de felicidade saiu debaixo da cadeira e começou a lamber os peitos dela. Lambeu meu leite e engoliu. Ela sorria e acariciava a cabeça dele enquanto dizia que ele era uma putinha bem obediente. Eu sentei de novo.

Fez-se um silêncio que me fez pensar que já tinha que ir. Tava morto de cansaço e precisava processar tudo que tinha rolado.

Eu: bom, galera, é uma pena mas tenho que ir.

Yani: não acredito, com o quanto a gente tava se divertindo.

Eu: bom, mas não vai faltar oportunidade. Quem sabe na próxima eu posso vir com minha esposa.

Yani: cê tá de sacanagem comigo, né?

Eu fiquei em silêncio olhando sério pra ela. Yani: cê acha que ele vai topar?

Eu: sei lá. Mas por via das dúvidas, tenho que perguntar pra ele.

Leo saiu rápido de debaixo da mesa e sumiu. Quando voltou, me entregou um envelope. Fiquei olhando pra ele sem entender.

Yani: por favor, pega. Ele tem que pagar meu macho pra me comer tão gostoso assim. Se da próxima você me comer o cu, capaz que ele te dê mais.

Fui pra casa pensando no que tinha rolado. Era uma loucura. Cheguei e todo mundo já tava dormindo. Era normal que uma vez por semana ou a cada 15 dias eu me encontrasse com meus amigos pra um churrasco e, quando chegasse, todo mundo já tivesse dormindo.

No outro dia, cheguei no trampo e tava tudo igual. Fui cuidar das minhas coisas e quase nem tava pensando no que tinha acontecido. A verdade é que dormi que nem um bebê. Mais ou menos no horário de sempre, fui fumar um cigarro no pátio, como todo dia. Em poucos minutos, o Leo apareceu. Tava inteirão, como sempre. A gente se cumprimentou e ficou falando de besteira com o pessoal que tava lá, e cada um voltou pro seu trampo.

Lá pela metade da manhã, meu celular tocou e era uma mensagem do Leo.

Leo: quero te agradecer pela noite passada. Fazia um tempão que eu não me divertia tanto. Espero que a gente possa repetir logo.

Eu: claro que sim, Leo. Vai rolar. Fica tranquilo. Eu também curti pra caralho.

Deixei o celular de lado e, em poucos minutos, chegou uma mensagem de um número que eu não tinha salvo. Era a Yani mandando uma foto da calcinha dela da noite anterior, e dava pra ver que tava manchada na parte da pussy. E embaixo da foto dizia: "olha como você deixou minha pussy ontem à noite".

Depois ela mandou outra foto do Leo com a calcinha vestida e embaixo dizia: "a putinha quis vestir a calcinha".

Eu não sabia o que dizer. E, sinceramente, não sabia o que responder. Fiquei olhando pras fotos.

Eu: a gente se divertiu pra caralho ontem. Tomara que se repita.

Yani: Quando você quiser, bebê.

Fiquei pensativo. Algo não batia, e fiquei matutando até entender que o que não fechava era que minha esposa não sabia o que tinha rolado. Então mandei uma mensagem pra ela.

Eu: você não sabe o que me aconteceu ontem à noite.

Andrea: você e o Leo devem ter se enfiado numa mulher e não me chamaram. Você é muito mau. Kkkkkkkk

Eu: kkkkkkk. Para. É mais complicado. Chego em casa e te conto.

Não conseguia fazer o tempo passar mais rápido pra chegar em casa e contar pra minha mulher o que tinha acontecido. Assim que cheguei, sentamos pra tomar uns mates. As crianças não estavam porque eu tinha levado pra casa da minha sogra.

Yani: então, me conta o que rolou ontem à noite. Quero todos os detalhes.

Eu: bom, a parada é a seguinte. Me sinto um puto. Kkkkkkk. O Leo é bi, a mulher é bi, o Leo tem aquele fetiche de ser humilhado pra caralho, mas pra caralho mesmo. E ela, você não sabe como fica.

Andrea: sério mesmo? Não. Para, você sabe que essas coisas me deixam com tesão.

Eu: sério, tô te contando. A mulher se chama Yanina. Não sei se já te falei. Mas eu disse que ia te chamar na próxima.

Andrea: eu despedaço ela. Conheço ela só por fotos.

Eu: bom, eles ficaram conversando sobre várias coisas no jantar.

E contei pra ela o que tinha rolado com todos os detalhes. Depois que contei, me senti aliviado. Claro que terminei de contar e tava com a pica dura pra caralho, e ela tava louca de vontade de dar. No fim, a gente acabou transando.
Os dias passaram e chegou sexta-feira. Durante a semana toda, não tive notícias nem do Leo nem da Yanina. Com ele, a gente só se esbarrou rapidinho no pátio, mas não conversamos sobre quase nada…

5 comentários - Cena entre amigos (11)

Muy bueno, de los relatos que cada vez escasean más, morbosos y bien escritos, te felicito!
Muchas gracias.
Que buena serie!! Gracias a este relato descubrí los 10 anteriores y me encantaron, los leí todos de una vez. De lo más caliente del sitio y muy bien escrito. Sólo espero que no pase tanto tiempo hasta volver a leer el cap 12. Van mis 10!!!. Gracias.
Muchas gracias.