Velório e incesto

Boa noite, volto com outro relato real. Foi difícil fazer esse relato porque não sabia como abordar sem tocar em certos assuntos, então vou ser breve e tentar contar o que importa. Faz pouco mais de um mês que uma tia, irmã da minha mãe, faleceu. Um golpe duro que não quero entrar em detalhes. A questão é que, para ir ao velório, tivemos que ir até General Rodríguez. Passamos o dia todo lá, acompanhando a família. A noite estava chegando e minha irmã mais velha, que vou chamar de Carolina (33 anos, 1,70m, cabelo preto, pele branca, uma bunda gostosa, peitos bonitos mas não grandes, cabem na palma da mão), bom, minha irmã disse que queria voltar porque tinha deixado o filho na casa de uma amiga. Nisso, meu tio "Luís" (nome fictício), irmão do lado da minha mãe, que mora perto da nossa casa, disse que daria uma carona pra ela. Eu, como queria ir embora, aproveitei e voltei pra casa. Meu tio foi pra casa dele e disse que passaria mais tarde. Tudo isso era umas 21h. Tomei um banho, comemos com minha irmã, tristes, claro, por toda a situação, tudo muito em silêncio. Nossos pais iam ficar em Rodríguez até o dia seguinte, com certeza. Eu me tranquei no meu quarto pra ver TV e minha irmã tinha ficado lavando a louça. Fiquei vendo um filme aleatório e parece que o sono me venceu. Acordei e eram 2h da madrugada. Tinha dormido um pouco, a TV estava ligada, desliguei pra continuar dormindo e no silêncio ouvi uma cadeira se mexer na sala. Primeiro, fiquei meio assustado, mas pensei que podia ser minha irmã que não conseguia dormir. Levantei pra ver o que estava acontecendo e ouvi uns murmúrios. Congelei e me aproximei um pouco mais, e distingui as vozes da minha irmã e do meu tio. Espiei um pouco mais e a TV da sala estava ligada, meu tio numa cadeira e minha irmã sentada em cima dele, de costas pra ele, ambos vestidos, mas os dois com as calças abaixadas. Meu tio estava segurando ela pela cintura e beijando as costas dela por cima da roupa, a nuca, e de vez em quando tentava fazer com que minha irmã... Ela virou o rosto pra beijar as bochechas e a boca dele, e minha irmã, mesmo parecendo estar gostando, se recusava a ser beijada na boca. Aí eles falavam um com o outro bem baixinho, entre gemidos abafados. Tio: "Vai, Caro, me dá um beijo." Caro: "Não, tio, na boca não." Tio: "Mm, deixa eu comer essa boquinha, olha como você gosta de sentar em cima do tio. Ou não gosta de ficar em cima do tio, hein? Sempre gostou de sentar em cima do tio." Meu tio passou uma mão na frente pra tocar a pussy dela, enquanto com a outra enfiou por baixo da camiseta e agarrou um peito. Puxou ela pra trás, colando as costas da minha irmã no peito dele, e enquanto metia nela, batia uma pra pussy dela. Minha irmã começou a gemer mais, tentando não fazer tanto barulho. A cadeira já rangia mais seguido e mais forte, e ele tentava beijar ela de novo e conseguiu — minha irmã cedeu a boca e eles se fundiram num beijo muito quente. Eu, nisso tudo, tava primeiro muito surpreso, nunca imaginaria uma coisa dessas, e segundo, muito excitado, mas sem me tocar ainda. Eles continuavam na mesma posição, mas já não se beijavam. Meu tio mexia a mão que tava na pussy dela mais rápido e voltaram a falar entre ofegos. Tio: "Ai, Caro, que pussy linda você tem, sobrinha, vai me fazer gozar." Caro: "Não, ainda não. Vamos pra cama dos meus pais, aí a gente fecha a porta." Tio: "Não, Caro, vamos acabar aqui e depois a gente vai, temos a noite toda ainda." Caro: "Tá bom, mas não goza dentro." Tio: "Onde você vai deixar? Vai tomar a porra do tio, Caro?" Caro: "Não, goza fora e vamos, vai." Tio: "Mm, quer ir pra ser comida gostoso, não é? Eu também quero te ter peladinha." Ele mandou ela parar e apoiar as mãos na parede. Eu sabia que o momento culminante tava chegando e comecei a me masturbar ali. Sabia que, assim que eles se trancassem no quarto, eu não ia conseguir ver mais nada. Meu tio tava comendo ela por trás, agarrou o cabelo dela, puxando a cabeça pra trás, e dizia que já ia gozar, e minha irmã insistia que dentro não. Ele fez ela sentar na mesa pegou ela meio de frente e do nada ele puxou o pau (um pau normal, mais grosso do que comprido), levantou a camiseta da minha irmã, eu vi os peitos dela e ele começou a gozar na barriga dela, nos peitos e usou a palavra: buceta. Eu gozei quase no mesmo instante. Eles estavam de pé, um na frente do outro, ambos com as calças nos tornozelos, minha irmã com a camiseta levantada acima dos peitos, passando a mão em toda a porra no torso dela e falou. Caro: você me deixou toda melada, vou tomar um banho rápido. Tio: (esticando a mão até a buceta dela) uf, Caro, como você me fez gozar, que tesão você me deu, já tava com vontade de repetir faz tempo, vai tomar seu banho, te espero na cama do corno do seu pai. Caro: shh, não fala assim. Tio: sim, ele é um corno e minha irmã uma idiota, mas vejo que você saiu igual uma putinha, já vamos fazer algo juntos, hein? Você ia gostar, Caro? (enquanto continuava tocando a buceta dela) você ia gostar de ser comida com o corno do seu pai? Caro: que isso? Vai pro quarto, vou tomar banho, para de falar besteira. Meu tio foi embora do jeito que tava, entrou no quarto dos meus pais. Eu fui pro meu e ouvi o chuveiro abrir. Aquela noite não dormi mais, cheguei perto da porta dela várias vezes pra escutar. Poderia ficar um tempão detalhando tudo que ouvi, mas mesmo assim, eles não transaram a noite toda, não acho que meu tio aguente. Mas tenho certeza que deram mais uma, dormiram, porque não ouvi mais nada. E outra de manhã, e meu tio foi embora. Eu não dormi e também não saí do meu quarto até meio-dia, quando minha irmã já tinha ido embora. Espero que tenham gostado e desculpa pela redação.

4 comentários - Velório e incesto

Suena más enfermo pero deberías chatajearla xd