Amigo do meu marido não tem limites.

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Relato por: paraguaya28
Pág 62 - Faz 4 meses.Naquela noite foi que conheci o Eduardo, desde o primeiro momento não simpatizei muito com ele, um homem grande, forte, meio carrancudo e que me olhava daquele jeito que os caras na rua olham quando vão soltar uma cantada sem noção. Durante o jantar, eles falaram muito dos tempos de faculdade e das histórias deles. Dava pra ver que tinham sido grandes parceiros na juventude. O Eduardo agora morava no interior, mas tinha acabado de se divorciar e veio pra capital fazer uma série de entrevistas numa empresa importante. Ele contou que ainda não tinha organizado onde nem como ia passar a noite.


Enquanto eu servia a sobremesa na cozinha, Javier chegou perto de mim e pediu pra gente convidar o Eduardo pra passar a noite em casa, que ele dormiria no quarto que a gente usava como escritório e que não seria mais do que um par de noites até a situação dele se resolver. Falei que achava que a gente ia se sentir meio desconfortável, mas com a insistência dele, acabei aceitando. Eduardo ficou super feliz quando soube do convite e, já mais relaxado por saber onde ia passar a noite, a gente se sentou pra bater papo e tomar uns drinques, se conhecendo melhor. A gente não é de beber, mas sempre tem umas bebidas fortes em casa pra quando aparece visita. Soltos pelo álcool, começamos a falar mais à vontade. Eduardo comentou que, apesar de estar de boa com a separação da esposa, tava sentindo muita falta dela na cama, porque eles transavam todo santo dia. A gente zoou ele, falando que ele ia ter que voltar aos tempos de adolescente e que aquilo de transar todo dia parecia exagero.


Finalmente fomos pra cama, me sentia desconfortável e estranha ao mesmo tempo por ter em casa um cara que me encarava tanto, como se não se importasse de me deixar constrangida. A gente tava conversando sobre isso no quarto, quando deu sede e desci pra cozinha pegar água. Me servi e, quando passei na frente da porta do escritório, vi a luz do abajur acesa. Me deu na telha dar uma olhada pra ver se o Eduardo tinha caído no sono com a luz ligada, e o que vi me gelou. Deitado numa poltrona, ele tava se tocando pra caralho, olhando uma revista ou algo assim. Fiquei paralisada olhando pra ele, ele se masturbava uma piroca escura e avermelhada, grande. De manhã, meu marido foi trabalhar, e o amigo dele... e o amigo dele.Continuei na cama, porque a entrevista dele era mais perto do meio-dia, igual ao meu horário de trabalho. Tava na cozinha preparando o café da manhã quando o Eduardo levantou e entrou na cozinha, me cumprimentou e sentou na mesa atrás de mim. Me senti muito desconfortável, porque sentia os olhos dele percorrendo meu corpo inteiro. A gente falou do tempo até ele pedir desculpas pelo que aconteceu ontem à noite. Tentei me fazer de desentendida, mas ele deixou claro que percebeu que eu tinha flagrado ele se masturbando. Falei que não, mas foi em vão. Ele continuou se desculpando, dizendo que não conseguia evitar, que desde a separação tava muito tarado e ainda mais tendo uma mulher tão gostosa e fogosa como eu por perto. Pedi pra ele se ligar e entender que tava na casa do amigo dele, falando com a mulher do cara. Ele respondeu que era natural isso acontecer, assim como era natural a trepada que a gente tinha dado com o Javier à noite, que tinha nos ouvido e teve que se segurar pra não entrar no nosso quarto, que ainda agora de manhã tava muito excitado e na mesma hora mostrou o volume que marcava na calça dele. Pedi pra ele ter código e moral, já que eu era a esposa do amigo que tava dando abrigo pra ele, e ele, como se tivesse razão, me pediu pra deixar ele pelo menos bater uma me olhando. Eu não conseguia acreditar no que via e ouvia, ele baixou a calça e começou a se masturbar, pedindo pra eu mostrar um pouco do meu corpo lindo enquanto com a outra mão tentava me tocar. Saí da cozinha desviando o olhar daquela pica, que me parecia ainda maior do que na noite anterior.


Naquela mesma tarde, contei o episódio pro meu marido, mas tentei suavizar, sem contar que ele tinha tirado o pau e tentado me apalpar. Ele me acalmou e disse que ia falar com o Eduardo, que sabia que ele era um putão, mas que era um cara legal e não ia desrespeitar um amigo. Acabei me irritando com meu marido, chamando ele de otário, mas claro, não tinha contado tudo o que rolou.

Naquela noite, Eduardo não voltou pra jantar e chegou na hora de dormir. Meu marido ficou um tempão conversando com ele no escritório, e eu, na sala, ouvia como no começo os termos eram mais ríspidos, mas depois terminaram batendo papo como bons amigos. Fui me deitar e, mais tarde, levantei pra ver por que o Javier não tinha voltado pra cama. Cheguei perto do escritório, dava pra ouvir os dois falando baixinho. Estavam vendo vídeos pornô na internet e comentando, como nos velhos tempos. Não dava pra acreditar, fiquei espiando eles; dava pra ver que os dois estavam bem tarados pelos comentários. Num certo momento, falaram de mim.

- Que gostosa que é sua esposa, é uma gata, me deixou louco.
- Já falamos sobre isso, não se passa, minha esposa é sagrada, não enche o saco.
- Mas olha pra minha rola, olha como ela me deixa.
- Chega, vamos continuar olhando essas gostosas do vídeo e não fala mais assim, o único que vai comer minha esposa sou eu, entendeu?


A situação me deixou muito excitada, eu era tipo o objeto de desejo daqueles dois safados. Subi pro quarto pra esperar meu marido e dar uma trepada de campeão, mas o tempo passou e ele não subiu. No fim, acabei dormindo. Quando acordei, de madrugada, ele tava dormindo do meu lado. Tentei animar ele, mas tava completamente apagado. Pensei que o filho da puta tinha se masturbado com o amigo vendo aqueles filmes e tava perdendo essa gostosa toda no fogo.

De manhã tentei recuperar o sexo perdido da noite anterior, mas a gente acordou muito tarde e o Javier teve que sair voando pro trabalho.
Ainda excitada, voltei a dormir e comecei a ter um sonho terrivelmente erótico, excitante, estava prestes a gozar quando acordei e vi que ao meu lado na cama, nu, se masturbando e me tocando, estava Eduardo. Sim, exatamente como estou contando. O que senti não consigo descrever em palavras: medo, estupefação, excitação, loucura, tudo ao mesmo tempo. Ele me pediu para não estragar tudo, para deixar ele continuar, que nós dois estávamos nos divertindo muito. Gritei perguntando se ele era louco, enquanto tentava cobrir meu corpo com as mãos. Ele implorou para que, pelo menos, deixasse ele se masturbar me olhando, coisa que ele fazia enquanto eu o encarava congelada. Ele lentamente se punhetava e me olhava.

- Tu não tem código, cara, sou a esposa do teu amigo.
- Você me atrai demais, mostra um pouquinho das tetas pra mim, vai, só um pouquinho.
- Você não percebe que ele pode voltar a qualquer momento?
- Você é boa demais pra ele, merece uma piroca assim. Vai, deixa eu te ver um pouquinho melhor.
- O que mais você quer ver se eu tô pelada?
- Tira as mão dos peitos e deixa eu ver eles só um pouquinho, vai, minha rainha.

Sem parar de xingar ele, mas sem sair da cama, fui abrindo minhas mãos aos poucos e mostrando meus peitos até os bicos. Ele se masturbava devagar, me olhando como se estivesse hipnotizado, do mesmo jeito que me olhava desde que me conheceu. Devagar, ele foi se aproximando e pediu pra eu ajudar ele, disse que quanto mais cedo terminasse, mais rápido iria embora. Aos poucos, fui mostrando meu corpo pra ele, e ele foi se chegando até acariciar um dos meus peitos.

Começou a acariciar meus peitos enquanto terminava de desabotoar minha camisola.Minha tesão já tinha superado meu senso de dignidade e, pegando aquela pica, comecei a bater uma pra ele. Era muito excitante. Não sei explicar como, mas num instante a gente tava se masturbando um ao outro, minha mão cheia naquela vara de carne subindo e descendo enquanto eu olhava na cara dele e me assustava com os olhos dele cravados na minha buceta, que ele acariciava com maestria usando dois dedos.

– Vamos ficar mais à vontade, vem deitar aqui.

De repente eu tava chupando aquela rola como uma puta no cio enquanto ele acariciava meu clitóris e se ajeitava pra gente fazer um 69 perfeito. Ficamos assim uns minutos, eu chupando desde a base até a cabeça da rola sem parar de masturbar ele.Ele me abraçou e, enquanto enfiava o pau duro entre minhas pernas e começava a roçar em mim, disse.


- Sim, aqui me deixa mais excitada, onde você sempre fode, Javier.

E logo em seguida começou a enfiar ela bem no fundo do meu ser.

-Mas, gatinha, você tá me encharcando. Como assim não gosta?


Eu não sabia por que tava dizendo aquilo, se era porque minha buceta tava inundada ou porque minha boca tinha ficado aberta e eu tava babando igual uma drogada.Começou a me foder selvagemente, primeiro eu por cima dele, depois de lado e finalmente ele por cima de mim, claro sem camisinha.

—Se não gosta, sua puta, para de gritar que parece que tô te matando.
—Não. Os vizinhos vão… nos ouvir… haaa sim, sim.
- Quer que eu te leve pra foder na varanda, sua putinha?
-Não, por favor. Faz de mim o que quiser, mas aqui na cama, lá fora não.

Começou uma metida violenta, não sei quanto tempo durou, mas acho que arrancou mais de dois orgasmos seguidos de mim. Todos suados, enroscados nos lençóis, ele tirou o pau e, como se estivéssemos num filme pornô, gozou por todo o meu corpo, dois ou três jatos de porra.
Assim que terminamos, voei pro banheiro e comecei a tomar banho. Eduardo entrou e se meteu pelado junto comigo no chuveiro.Vem que eu te ensaboo. Me conta o que você mais gostou, que se me excitar de novo, eu te como aqui mesmo no banheiro.

-Sabe que eu gostei pra caralho

Saí do banho meio seca e comecei a me vestir enquanto ele me apalpava toda com as mãos e a porra dele agora murcha, mas ainda enorme. Me vesti ainda com o corpo molhado e fui trabalhar do jeito que tava. Depois do trampo.

Fomos jantar num restaurante em Puerto Madero, mas pra minha surpresa, o Eduardo pagou a conta como agradecimento por ter ficado na nossa casa. Ele é um cínico. Eu tinha mil perguntas pra fazer pro Javier, começando por saber exatamente que tipo de relação ele teve com esse Eduardo, mas com ele ali era impossível falar de qualquer coisa profunda. O jantar seguiu num clima formal a noite toda. Eu, nervosa pra caralho, quase tendo um ataque de nervos de verdade. Eduardo tava exultante, a gente tomou uns vinhos caríssimos e depois pedimos, acho, umas duas garrafas de champanhe. Eu, pra me acalmar, bebia sem parar. Os dois ficavam fazendo piadas de duplo sentido, Javier se achando o engraçadão, e eu pensando: se você soubesse o puta corno que eu sou, o que aconteceu comigo hoje.


Depois de tanto beber, resolvi ir ao banheiro. Tava sentada no vaso, mijando e tentando organizar meus pensamentos, quando senti alguém entrar no banheiro e, logo em seguida, bater várias vezes na porta do meu cubículo. Quase sem roupa, abri a porta e vi, apavorada, que Eduardo entrava comigo naquele banheirinho minúsculo, onde mal cabia um vaso, e nós dois apertados.

- Você é um sem-vergonha. Como é que vem aqui?
—Qual é? Somos amigos, já nos conhecemos…
—Você não vai tentar nada de novo, vai? O Javi tá sozinho na mesa!
—Não, fica tranquila, já falei com um garçom manjado. Ahh… a comida tava muito gostosa, mas a gente bebeu pra caralho.


E aí ele desabotoou a calça. Já tava de pau duro e se ajeitou na minha frente pra aquela rola enorme escapar da cueca e aparecer pela braguilha aberta.

—O que cê tá fazendo, Eduardo? Tá maluco?
-Vem, gostosa… Vem buscar o que te devo desde de manhã.
Eu disse que não, mas fui lenta e inexoravelmente em direção à virilha do Eduardo, e engoli de uma bocada só aquela piroca grossa.


Ajoelhada entre as pernas do Eduardo, chupei e engoli o pau com uma vontade danada. Eu batia uma pra ele de cima pra baixo e tinha ele inteiro dentro da minha boca.

Essas peitudas que você tem me deixam louco…, não via a hora de o corno se distrair…
-Não fala assim com ela… eu repreendi.
-Mas é sim... Quantas vezes você fez ele de corno, bebê?

E apoiou a mão na minha cabeça e pressionou pra baixo, pra eu continuar chupando a rola dele.

- Ele te comeu de novo esses dias?
Neguei com a cabeça, sem soltar a pica.
-Que merda isso. Uau, que cuck gostoso a gente vai fazer, gata.


Dessa vez não falei nada. Continuei chupando a buceta sem soltar ela.Freio a cabeçada no pau dele, sem tirar a boca do pedaço e concordei.Ela segurou meu rosto com as duas mãos e me parou. Passou a mão nos meus peitos por cima do decote, e nas pernas e na bunda por baixo da saia.

—Que gostosa você é… Você merece muita pica…


Eduardo levantou minha saia, abaixou a tampa do vaso com toda habilidade, sentou, se deliciou com meus peitos, me fez girar pra ver aquela bunda grandona e redonda.

Putona, como vou te comer…
-Não.


E dez segundos depois, ela já estava sentada no pau do Eduardo, de costas pra ele, com a calcinha puxada pro lado, aguentando sem dó.

—E agora, enquanto você monta na minha pica, vai me dizer a verdade…

Eu subia e descia naquela pica bem devagar, aproveitando cada centímetro.

—Tem certeza que nunca deu um chifre no Javi, nem uma vez…?
-Não… me conta você… é verdade que eu te batia uma punheta?

Então Eduardo parou o movimento quando tava bem lá em cima, me impedindo de descer.

—Pra que você quer saber disso? Te excita, puta?
-Me conta, vai! Confessa…
—Sim… várias vezes. Ela se rendeu e começou a enterrar a rola em mim.
-vadia… vadia… como a gente vai se dar bem…Eu tava soltinha.
-Que bela pica você tem, filho da puta…


Eu continuava subindo e descendo, enfiando a pica.Eduardo me puxou pelos cabelos e começou a meter com força e velocidade.Eu já tava ofegando alto, mesmo já dando pra ouvir que tinha mais alguém no banheiro. Ele tirou a rola pra fora, me fez girar e me sentou no pau dele, mas de frente pra ele. A penetração não era tão funda, mas ele ficava olhando minha cara e meus peitos.

—Que gostosa que você tá, meu amor…! Vou te convidar pra comer mais vezes, sabia?
Eu tava quase gozando e só implorei pra ela:
-Não para… não para, por favor… acaricia minha bunda e me dá duro… me dá com tudo…


Um minuto depois, eu tava gozando em cima da pica do Eduardo, sentada na privada, enfiada como nunca. Eduardo gozou cinco minutos depois, de quatro, com a visão da minha rabeta bem na cara dele.Um minuto depois, eu estava sentada na mesa com Javier, o garçom não parava de falar sobre não sei o quê e me olhava cúmplice, com uma risada tarada. Por sorte, aquele foi o último dia que vi o Eduardo.



















Valeu por ler! Lembra que se você tem lembrança de uma boa história, escreve o nome dela que a gente posta com prazer pra você ler de novo hehe

3 comentários - Amigo do meu marido não tem limites.

Creo que leí este relato hace unos meses atrás, deja Vu? estuvo bueno, tiene continuación? Saludos gente!! 😎 😳 😇