Uma Semana Depois

Já passou uma semana daquela inauguração épica, um episódio na minha vida que nunca vou esquecer por como as coisas foram rolando. Na sexta-feira, acordei umas seis da manhã com o pau duro, sabia que tava sonhando com algo que me deixou excitado, mas não sabia o quê. Do jeito que tava, levantei e fui pro quarto da minha irmã. Ela tava dormindo de bruços e minha prima de barriga pra cima. Me ajoelhei no meio da cama e comecei a me masturbar. Tava muito excitado, então abri as pernas da minha irmã e enfiei a pica de uma vez. Ela gemeu, mas parecia que ainda tava dormindo, ou pelo menos era o que eu achava. Fui comendo ela até querer gozar. Quando tava quase lá, tirei o pau e me coloquei em cima da minha prima, abri a boca dela e coloquei a cabeça da minha rola lá. Gozei e ela engoliu tudo como se fosse parte da saliva dela. Minha irmã me olhou e disse: "Você é louco?" "Um pouco", respondi. Meu pau tava quase dormindo, e minha irmã me pegou pelo pescoço e me puxou pro lado dela. Me deixou de costas pra ela, me pegou de surpresa, mas fiquei quieto. Ela subiu em cima de mim, sentou na minha barriga e disse: "Você vai fazer o que eu mandar. Chupa minha buceta." E sem aviso, colocou a buceta molhada, com um cheiro forte mas muito gostoso, na altura da minha boca. Estiquei a língua e saboreei sem parar até me afogar com um squirt que molhou minha cara toda. Aí ela voltou pra posição dela do meu lado e disse: "Já cumpri minha vingança." Sentei na cama, ouvi meu celular tocando longe, era hora de levantar. Minha irmã, sem falar nada, se ajeitou pra continuar dormindo. Voltei pro meu quarto, desliguei o alarme e fui tomar banho porque tava com o cabelo e o rosto todo molhados pelo que tinha acontecido segundos antes. Depois de me lavar completamente, levantei e vi meus pais me esperando pra tomar café. A gente comeu, me troquei e saí pra cidade, eu pra trabalhar e eles pra fazer compras como sempre. Eles ainda estavam de férias. Cheguei. No trabalho, faço a mesma coisa de sempre: cumprimento todo mundo. Minha supervisora, depois do que aconteceu, me olhava com cara de safada, mas não tivemos a chance de ficar juntos de novo depois daquele grande dia. Ela não tinha voltado pro sítio. Como vocês já sabem, eu tinha me acostumado a abrir a calça na frente da minha encarregada. Ela passava a língua em volta da boca de vez em quando. Levantei pra ir mijar e, obviamente, antes que me vissem, fechei o zíper da calça e fui pro banheiro. O banheiro fica dentro do depósito, então fui pra lá e ouvi a porta do depósito se fechar atrás de mim. Não dei muita importância, porque já estava no banheiro com a porta fechada. Sacudi a piroca e, quando fui sair, abri a porta do banheiro e me deparei com a minha supervisora. Surpreso, olhei pra ela sem dizer uma palavra. Ela disse: "Faz tempo que a gente não se vê, tô com saudade." "Também tô com saudade", respondi. Ela me beijou e começou a apalpar meu volume. "Aqui não dá", falei. "Já sei", respondeu. Saí, mas fiquei bem excitado. Ela saiu muito depois, fingindo que não achava o que procurava.

Umas onze da manhã, a colega mulher me pergunta: "Que horas e que dia abre o sítio?" Respondi: "Duas da tarde, todo dia." A pergunta me surpreendeu, mas ficou por isso. Chegou meio-dia, vieram me buscar, comemos. Deram duas horas e o pessoal começou a chegar, até que minha supervisora apareceu. Não acreditei. Embora ela tivesse dito que ia voltar, eu não sabia quando. Fomos pro pátio, entramos na piscina. Ela me tocava por baixo da água, e eu tocava ela, mas tínhamos que disfarçar por causa da quantidade de gente. Saímos, deitamos nas espreguiçadeiras, um do lado do outro, e eu acabei dormindo. Umas quatro horas, acordo e vejo minha supervisora, que diz: "Vamos pegar algo pra beber?" Sentei e respondi: "Vamos, sim." Fomos os dois pra dentro e pegamos um refrigerante na geladeira. De repente, resolvi olhar pra fora e vejo minha colega de trabalho sozinha, ela sempre ia com o parceiro pra todo lado, me surpreendi de vê-la assim. Quando eu ia entrar em casa, minha supervisora vê ela e me pede pra escondê-la, não quer que ela seja vista daquele jeito. Então vou e abro a porta da piscina climatizada, a gente entra lá. Perguntei por que ela não queria ser vista, e ela me disse que era por vergonha. Eu falei que é disso que se trata o nudismo: perder a vergonha e se sentir livre, sem os panos. Ela disse que eu tinha razão, mas que por enquanto não tava pronta pra isso. Aceitei e saí de lá. Eu queria mesmo cumprimentá-la porque considero ela uma amiga, sempre tivemos contato e de vez em quando eu ia na casa dela tomar mate ou algo assim, sempre como amigos, embora de vez em quando a gente trocasse umas indiretas, mas por razões óbvias era só isso. Ela tá na entrada tirando a roupa quando eu chego, me olha e quer se cobrir. Olho pra ela e falo: "Se você vem aqui fazer nudismo, por que se tapa?" "Me dá vergonha você me olhar", ela responde. "Então não tinha vindo, sabendo que eu moro aqui", falo. "Tem razão", ela diz. Na sequência, tira as mãos das partes íntimas, deixando eu ver o corpo nu dela. Me olha e fala: "Achei que você tivesse o pau maior, haha." Respondo: "Não é a primeira que me diz isso", e sorri. Ela é gordinha, tem 1,65 m, pesa uns 140 quilos e o maior atributo dela são os peitos, que parecem duas melancias. A buceta dela mal tava coberta por um monte de pelos. Falo: "Quer beber algo?" Ela respondeu que sim, então pegou outros refrigerantes da geladeira, um pra mim e outro pra ela, e eu falei: "Que estranho te ver sozinha." "Era sobre isso que queria falar", respondeu. "A gente tava saindo pra fora e ela começou a me contar o que aconteceu. 'Faz tempo que a gente vinha discutindo por tudo e o relacionamento de três anos não dava mais. Eu já não aguentava ele porque esse último...' Ele vivia me enchendo o saco com ciúmes de tudo, e eu nunca dava motivo nenhum. Até que um dia, ele tava tomando banho e eu vi chegar uma mensagem no celular dele de uma mulher que eu não conhecia, mandando corações e falando "love" e essas merdas. A gente sentou nas espreguiçadeiras lá fora e continuou falando sobre o assunto, até que aparece minha supervisora. Eu fiz cara de surpreso, e minha colega não acreditou no que tava vendo. "O que você tá fazendo aqui?", perguntei. Minha supervisora, nem tonta nem lerda, respondeu: "A mesma coisa que você, experimentando essa parada de nudismo". Um silêncio constrangedor pairou no ar até que eu falei pras duas: "E se a gente cair na piscina?" "Vamos", responderam as duas. Eu e minha supervisora fingimos que nos conhecemos pelados naquele momento, disfarçando tudo. Passamos uma tarde muito gostosa, mas eu fiquei a tarde inteira imaginando foder minha supervisora. E de certa forma, minha colega acabou me atrapalhando a transa, por assim dizer. Embora por um momento tenha passado pela minha cabeça comer as duas juntas, mas aquilo me pareceu algo impossível de conseguir. Quer que eu continue contando como a história seguiu? Por favor, dá uma nota e me conta nos comentários pra eu continuar relatando mais histórias como essa.

3 comentários - Uma Semana Depois

Esta bueno tu experiencia, pero sería mejor si subes unas fotos de tus compañeras...